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Yamaha XTZ 250 Ténéré 2018 ganha novas cores e custa R$ 16.190

Yamaha-XTZ-250-Ténéré-2018-2 Yamaha XTZ 250 Ténéré 2018 ganha novas cores e custa R$ 16.190

A Yamaha XTZ 250 Ténéré acaba de chegar à linha 2018 com poucas novidades no mercado brasileiro. O modelo, que inclusive já soma cerca de sete anos de mercado, estreia apenas com novas opções de cores e grafismos. A novidade já pode ser encontrada na rede de concessionárias e tem preço de R$ 16.190, o que representa uma redução de R$ 430 em comparação com a linha anterior.



Nos diferenciais, a trail passa a oferecer as tonalidades Verde Savage e Marrom Atacama, ambas metálicas, e na Matt Black, que conta com acabamento em preto fosco e azul brilhante dos grafismos, presente também no suporte da carenagem.

O conjunto inclui também um painel de instrumentos totalmente digital com iluminação em LED branco e indicador ECO para pilotagem mais econômica, assento de formato ergonômico, faróis duplos alusivos ao modelo topo de linha Super Ténéré 1200, para-brisa, bagageiro e alças em alumínio, lanterna em LED, suspensão dianteira com curso de 220 mm e traseira com 200 mm e tanque de combustível com tampa em estilo airplane e capacidade de 16 litros (sendo 4,8 l de reserva).

Yamaha-XTZ-250-Ténéré-2018-4 Yamaha XTZ 250 Ténéré 2018 ganha novas cores e custa R$ 16.190

Na motorização, há um monocilíndrico com comando simples no cabeçote (SOHC), arrefecimento misto de ar e óleo, tecnologia bicombustível BlueFlex e capacidade de 249,45 cm³, capaz de desenvolver potência de 20,7 cv com gasolina e 20,9 cv com etanol, a 8.000 rpm, e torque de 2,09 e 2,1 kgfm, respectivamente, a 6.500 rpm. Ele trabalha juntamente com um câmbio de seis marchas.

A Yamaha XTZ 250 Ténéré é oferecida com programa de revisões com preço fixo e garantia de um ano.

Como principal rival, a Ténéré 250 tem a XRE 300, da Honda. O modelo também parte de R$ 16.190 (podendo chegar a R$ 17.990 com sistema de freios antitravamento ABS) e é equipado com um motor monocilíndrico com capacidade de 291,6 cm³, capaz de desenvolver 25,6 cavalos de potência máxima e 2,80 kgfm de torque máximo, associado a uma transmissão de cinco velocidades.

Galeria de fotos da Yamaha XTZ 250 Ténéré 2018

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  • Ubiratã Muniz Silva

    Cara, a Yamaha é muito lenta. A Honda já oferece ABS nas motos dessa faixa de mercado há anos.

    Mas a Ténéré tem a vantagem de não trincar cabeçote. kkk

    • Lucas Fernando

      Concordo. Já era pra ter ABS nas motos faz tempo, acho até mais importante do que em carros, principalmente em dias de chuva.

      • Ubiratã Muniz Silva

        depois que acostumei com ABS na moto, não vivo mais sem.

        • Luciano RC

          Ninguém vive sem… ele é um item muito necessário em motos, principalmente nas maiores, como essa.

          • Mateus

            O freio da Teneré é ruim, então não precisa de ABS hsuahsauha (é sério, muito difícil travar a roda dela)
            Mas, no geral, moto sem ABS não rola mais mesmo.

            • Luciano RC

              Hahahahaha… Eu já pilotei uma Super Tenere 1200, mas a 250cc não posso falar se é ruim. KKKKKK

              • Mateus

                Já tive as duas, da 250 o freio é ruim mesmo hsuahsa

                • Luciano RC

                  Bom saber disso do freio dela, achava que era bom.

    • Duda Haddad

      Yamaha é lenta. Tive uma cb300 2010 com abs. Povo fala da 300, a minha nao trincou, mas eu era muito cuidadoso.
      Quando a qualidade, tive uma fazer 150 2015, que com 3 mil km começou a queimar óleo. Já fora da garantia. Pesquisei e vi que é um defeito crônico das 150 da yamaha, aparecendo tb em algumas 250 das mais novas. Ou seja, a suposta qualidade maior que eu achava que a yamaha tinha, parece que não tem mais. Tive 3 hondas, e nenhuma deu nenhum problema.

      • Ubiratã Muniz Silva

        poisé… eu conheço uns 3 que tiveram cabeçote das 300 trincado, mesmo com manutenção preventiva toda em dia, tu deu sorte. As Honda mais antigas, todavia, nada a reclamar.

        Tive já uma Tornado 2008, uma Falcon 2006, nenhuma deu qualquer tipo de defeito. Yamaha já tive três, mas não posso falar muito sobre a qualidade delas pois as peguei em troca de outras motos e rapidinho passei pra frente: uma XT 600 98, uma XTZ 125 2005 e uma Fazer 250 2006. Mas pelo menos eu digo que a Fazer tava quase virando o odômetro(tinha uns 90 mil km) e rodava como se fosse nova.

        Na verdade em se falando de moto japa eu gosto mesmo é de Suzuki. O que mata é o pós-venda no Brasil, a J.Toledo é ruim de serviço demais. Se bem que pós-venda ruim por pós-venda ruim o da Harley-Davidson é outra porcaria. Se eu não fizesse toda a manutenção da minha em casa (salvo coisas mais complexas ou que exijam ferramental especializado, nesse caso tenho um mecânico particular especializado em HD, e de minha confiança, pra levar), ia gastar uma nota.

        • Duda Haddad

          MO todas são péssimas. A honda na minha cidade é um lixo. Yamaha não tem, mais onde eu fiz a revisão de garantia nem oleo trocavam kkkk Eu não confio em css, nem de carro nem de moto. Hj tenho kawasaki, e faço manutenção em um amigo q é mecânico de primeira! HD tem fama ruim mesmo. Tenho vontade de futuramente sair da kawa e pegar uma HD ou indian, mas em css passo longe kk

          • Ubiratã Muniz Silva

            HD é uma das motos mais fáceis de mexer em casa. Tem material FARTO na internet, manuais de serviço, tutoriais, etc. O único porém é a necessidade de ter ferramentas em medidas imperiais (polegadas). Pra quem tem perfil “fuçador” como eu é uma maravilha.

            Rapaz, até em kasinski (tive uma mirage 250) eu mexia em casa, no caso porque nenhum mecânico queria por a mão kkkkkkkk

            • Duda Haddad

              kkk pois é! eu sempre gostei de mexer em casa tb, ultimamente que ando com preguiça! Como tenho um mecânico muito bom acaba q acomodei.

    • Martini Stripes

      Olha que prefiro a Tenere a XRE

      • Ubiratã Muniz Silva

        Eu também. No conjunto ela é melhor. Mas pô, já podiam ter colocado pelo menos um freiozinho ABS nela né.

        • Martini Stripes

          Isso sem dúvida

  • Miro Saraiva

    Assustado com a pouca diferença na cc sendo que os 50cc da ronda garantem 25% na potência e 40% no torque a mais custando a mesma coisa.

  • Dreidecker

    E ABS nem como opcional. Até a Yamaha NMax 160 vem com ABS por R$ 11.700,00.

  • Wagner Lopes

    Simplesmente inacreditável esta moto custar 16K…tive uma das primeiras Lander quando foi lançada e esta moto é praticamente a mesma moto, pra mim, ainda mais feia…vai brasileiro…vai firme ser enganado por estas multi…

    • Ubiratã Muniz Silva

      me lembro que as primeiras ténéré 250 custavam 11 mil zero km. É a inflação. Carro também subiu muito de alguns anos pra cá.

  • vi.22

    a moto e mto boa… mas peca em alguns detalhes q a tornaria mais bonita… aros de aluminio pretos… pneus mais largos..chassi em cores combinnado com a cor da moto…design um pouco mais agressivo… e tbm ja passou da hora de aumentar um pouco a cilindrada…

    • Ubiratã Muniz Silva

      não precisariam nem ser pretos. se fossem aros de alumínio em vez dos de ferro já dava uma boa valorizada no pacote. mas a falta de freios ABS é, a meu ver, imperdoável.

      A moto em si é legal, hoje ela é a preferida dos órfãos da NX 350 Sahara, por ser a mais parecida com ela em caracteristicas (trail pequena com carenagem)

  • Alcindo Gandhi

    Como dono de uma Ténéré 250, tudo o que eu queria é que a Yamaha lançasse uma Ténéré 320 com o motor da MT-03, ABS e pneus sem câmara. Vamos lá, Yamaha!

    • NaoFaloComBandeirantes

      E ficaria bonita desse jeito que você falou, viu…

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