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Avaliação: Renault Captur Intense 1.6 CVT

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O Renault Captur é um belo carro, sem dúvidas. O SUV francês é um produto que chama atenção por suas formas atraentes, em especial pela frente bem resolvida e pelo corpo alongado, revelando uma altura do solo elevada e uma paleta em dois tons de dar inveja aos concorrentes.


Além disso, o Captur também mostra que não impressiona apenas por fora, mas agrada também por dentro. É um dos poucos carros onde os bancos em tecido são mais bonitos que os de couro. Feito sobre a robusta plataforma do Duster, ele soube aproveitar as vantagens dessa base em nossa realidade brasileira, nua e crua.

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Resistente, o Renault Captur poderia ser só elogios, mas a realidade desse utilitário esportivo, que nasceu como Kaptur é bem diferente. Embora robusta, a base do romeno tem suas falhas e a marca também ajudou a reforçar isso. Nas opções, de novo temos que olhar para a única saída razoável em uma gama quase totalmente errada.


Com o câmbio CVT no motor 1.6 SCe, o Renault Captur reaparece até que bem. Custando R$ 89.950 na versão Intense, ele acompanha a tendência de valorização extrema dos SUVs e chega a custar salgados R$ 94.350 com bancos em couro e pintura bi-tom, como no avaliado. E o mercado? Em 2017, ele vendeu 13.742 unidades, o suficiente para ficar apenas em nono.

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Por fora….

O Renault Captur parece um SUV mais compacto que foi esticado como se fosse maleável. Ele tem 4,33 m de comprimento, mas sua linha de cintura não é assim tão alta e com vão livre do solo elevado e o maior entre-eixos da categoria (2,67 m), o crossover da Renault apresenta uma silhueta delgada, que só ele tem.

A frente é curta e arredondada, chamando atenção para os faróis puxados e os enormes LEDs diurnos em “C” no para-choque, que realçam essa versão Intense. Os faróis de neblina com luzes de curva também são bons. O protetor cinza na parte frontal reforça o que ele tem de bom, a robustez não é apenas visual.

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Com teto aparentemente baixo, o Renault Captur tem área envidraçada boa. A pintura em tons de preto e laranja, dá o tom da proposta desse SUV. Na traseira, as lanternas com seus “Cs” de LED também agrada.

O para-choque tem aspecto consistente com o protetor cinza e ainda há um belo acabamento cromado junto à tampa do bagageiro. As rodas aro 17 têm desenho muito bom. Proteção nas saias de rodas, retrovisores com repetidores de direção e basculamento elétrico, friso cromado na base das portas. Mas, falta algo aí? Sim, as obrigatórias barras longitudinais no teto…

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Por dentro….

No interior, o Renault Captur Intense com a padronagem dos bancos em couro tem um ambiente com materiais escuros, que combinam com o revestimento dos assentos. Não é luxuoso, pelo contrário, há muita simplicidade no habitáculo. Não há nem mesmo um mínimo revestimento soft touch que seja, mas, pelo menos, não tem texturas que tentam imitar outra coisa.

O preto brilhante se sobressai na multimídia, nas portas e na base da alavanca de câmbio. O ar-condicionado automático tem bom aspecto, mas é bem analógico. A MediaNav 2.0 é simples, intuitiva e bem funcional, mas o navegador ainda é muito ruim, mesmo com dados de tráfego. Boas dicas de economia e o score da frugalidade ajudam a incentivar boas médias de consumo, desde que com gasolina, é claro. Há câmera de ré e entradas USB/auxiliar, tudo ali na tela central.

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O volante não é dos melhores, não tem sequer ajuste em profundidade da coluna e os complexos comandos do controlador/limitador de velocidade, que fica bem perto das mãos, entre os bancos e abaixo do freio de estacionamento… Sim, é ruim demais! A instrumentação é simples, mas atende bem. O porta-luvas é grande e iluminado. Sobre o painel, um porta-treco prático.

Já os porta-copos, apenas aqueles entre os bancos são razoáveis, assim como das portas traseiras. O Captur tem um modo Eco, mas para achá-lo, é preciso olhar para baixo. Aí, em uma posição péssima, ao lado do piloto automático. As portas felizmente possuem bons apoios e todos os comandos de vidros e retrovisores. As maçanetas cromadas são bonitas.

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Os bancos em couro são agradáveis visualmente, mas não muito macios. Os dianteiros seguram pouco o corpo em curvas e o apoio de braço retrátil é um benefício importante. Atrás, nada de bom espaço para pernas. Pela maior base entre os SUVs compactos do Brasil, superando até alguns modelos médios, era para ser bem generoso atrás, mas é como se tivesse em torno de 10 cm a menos.

Já dissemos isso uma vez, mas não custa repetir. A Renault privilegiou as malas em detrimento das pessoas que vão atrás. O próprio encosto é avançado além das quinas das portas traseiras, indicando claramente seu deslocamento em direção ao habitáculo. Resultado, vitória para o bagageiro nos 437 litros rasos… Sim, rasos, porque o assoalho é elevado, no nível da tampa. E olha que o estepe é externo.

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Por ruas e estradas….

Depois de relembrarmos virtudes e defeitos do Renault Captur – e olha que sequer reclamamos da versão Intense – o SUV compacto bonito recebeu aquilo que lhe era de direito desde o lançamento, o esperado motor 1.33 TCe! Não, seria bom se fosse verdade, mas ainda estamos falando do 1.6 SCe.

O propulsor compacto da Renault foi casado com a caixa automática CVT Xtronic da Nissan, que é bem-vinda. Com ela, o motor pode trabalhar de forma mais suave e econômica. Com 118 cv na gasolina e 120 cv no etanol, o 1.6 SCe garante o mesmo torque de 16,2 kgfm a 4.000 rpm, independente do combustível.

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O motor apresenta uma boa disposição em baixa rotação, mesmo atenuada pelo câmbio CVT com conversor de torque, mas com simulação de marchas, que podem ser acionadas manualmente. O funcionamento linear do Xtronic garante um rodar mais suave e prazeroso, em termos de conforto.

Como se trata de motor aspirado, qualquer acelerada mais forte o giro sobe bem, mas em trânsito urbano, por exemplo, pode-se rodar com o ponteiro em torno de 1.500 rpm, o que o consumo agradece. Na estrada, a 110 km/h, mais uma vez o CVT mostra que é melhor que a velha caixa automática de 4 marchas da versão 2.0. O giro fica em 2.000 rpm e ganha-se em conforto e economia.

Sem modo esportivo, o Renault Captur 1.6 CVT é focado na frugalidade e no conforto, por isso pode-se ainda realçar o primeiro com o modo Eco, que atenua a performance do crossover. Pisando-se mais, ele responde de forma moderada, mas garante ultrapassagens seguras em cruzeiro elevado, sem pedir arrego. As mudanças manuais ajudam a buscar algo mais do motor, mas ficam sujeitas ao programa do câmbio, tendo efeito limitado.

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Porém, há muita oscilação de rotação em estrada para compensar aclives e declives, mesmo suaves. Assim, o consumo com gasolina é regular: 13,3 km/litro. Na cidade, com o mesmo combustível, ele já rende muito melhor, fazendo 10,9 km/litro. Com etanol, esqueça qualquer frugalidade com 7,5 km/litro na cidade e 9,5 km/litro na estrada.

No dia a dia, o Renault Captur Intense CVT se mostra um carro bem confortável. Buracos, bloquetes, lombadas exageradas, paralelepípedos ou asfaltos destruídos, ele nem toma conhecimento. A boa base do Duster para enfrentar a dureza do nosso país se faz notar facilmente. A suspensão não é muito macia, mas recebe bem os impactos e neutraliza muitos deles.

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A estabilidade é boa, graças também ao conjunto de rodas de liga leve aro 17 polegadas com pneus 215/60 R17. Já a direção eletro-hidráulica é outro ponto ruim, mas “consertável” que a Renault poderia rever. Ela é mais dura do que uma hidráulica comum e não tem o mesmo conforto das elétricas. As respostas são medianas e há uma reclamação audível quando bate no fim do curso…

Falando em sons, lembramos da marcha ré com um efeito sonoro que nos faz lembrar vagamente dos alertas de ré dos caminhões e ônibus. No habitáculo, o nível de ruído do motor é aceitável, o que contribui para a boa impressão ao rodar. Os freios atuam de forma mediana, mas cumpre sua tarefa.

Na posição de dirigir, a ergonomia é ruim pela falta do ajuste em profundidade. O piloto automático é sofrível – mesmo em funcionamento – já que para manter a velocidade, chega a esgoelar o motor em aclives pouco acentuados. Melhor fazer isso com o pé mesmo… Os retrovisores, no entanto, dão boa visão da traseira, assim como no geral, a visibilidade é igualmente coerente.

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Por você….

Em resumo, o Renault Captur 1.6 CVT é a opção mais aceitável entre as ofertas do modelo no Brasil. Sua condução é mais suave, econômica. Ele é mais gostoso de dirigir que o topo de linha 2.0 AT4, não tenha dúvidas. Pode-se até criticar o CVT por ser de fato, um CVT, mas com as opções apresentadas, ele é a melhor escolha nesse caso.

A versão Intense é a topo de linha, mesmo com motor menor, oferecendo um pacote com muitos itens de conforto e segurança, tais como os ocultos controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, airbags laterais, chave cartão para partida, sensores de chuva e crepuscular, além dos itens já citados na matéria.

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Feito para a família, o Renault Captur Intense 1.6 CVT não tem intenções no fora de estrada, mas pode enfrentar estradas de chão com valentia, afinal, tem o DNA do Duster como garantia. Só o preço que poderia ser mais generoso, e olha que não compensa ir para a Zen por R$ 86.450. Em custo de revisão, ele chama atenção: R$ 2.992,90 até 60.000 km.

No geral, é um carro aceitável para quem mora em regiões onde os pavimentos são bem ruins e não quer ter a simplicidade extrema do Duster em seu dia a dia. Com um visual ainda mais agradável e um bom nível de conforto, essa versão Intense 1.6 CVT é algo mais equilibrado. Vale a pena? Diríamos que é melhor considerar também outras opções nessa faixa de R$ 90.000, mas se for por beleza, esse aqui já ganhou.

Medidas e números….

Ficha Técnica do Renault Captur Intense 1.6 CVT 2018

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, flex

Cilindrada – 1.597 cm³

Potência – 118/120 cv a 5.500 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 16,2 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – CVT com trocas manuais na alavanca

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 13,1 segundos (etanol)

Velocidade máxima – 169 km/h (etanol)

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 7,5/10,9 km/litro (etanol/gasolina)

Consumo rodoviário – 9,5/13,3 km/litro (etanol/gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Eletro-hidráulica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 17 com pneus 215/60 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.329 mm

Largura – 1.813 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.619 mm

Entre eixos – 2.673 mm

Peso em ordem de marcha – 1.286 kg

Tanque – 50 litros

Porta-malas – 437 litros

Preço: R$ 89.950 (sugerido), R$ 91.450 (versão avaliada)

Renault Captur Intense 1.6 SCe CVT 2018 – Galeria de fotos

5.0

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  • th!nk.t4nk

    Quase caí pra trás vendo o preço que estão vendendo o Captur no Brasil! Caramba, esse carrinho nem chamam de SUV fora do Brasil, ele é basicamente um Clio altinho. Mas com esse motor antigo ainda por cima, por 90 mil? Que loucura.

    • Tosca16

      O SCe não é antiquado, a plataforma sim… E nosso Captur por ser derivado do Duster, é outro carro, maior que o europeu pelo que sei, mas tem os contras de usar uma base Dacia, especialmente no que diz respeito a qualidade de acabamento, isso tem matado toda linha Renault ao meu ver, é triste de ver o acabamento dos Dacia/Renault aqui.

      • André

        Qual o problema da plataforma do Duster? O Captur ainda oferece espaço razoavel, 4 estrelas no LATINNCAP e boa estabilidade. O Duster tem se mostrado ser um carro bem robusto. Não vejo problema nesta plataforma. Com relação ao acabamento, independe de plataformas, mesmo assim, acho que se exagera um pouco, os concorrentes não tem acabamento tão melhor para poder detonar o do Captur.

        • Luciano RC

          O problema nem é a plataforma, é a qualidade do acabamento interno, o problema do motor 2.0 com cambio AT4 e o preço que ela pratica no carro.

        • Racer

          Pior é que tem acabamento melhor sim. Olha um HR-V, um Renegade…até mesmo um Creta ou um Kicks…. São bem melhores.

        • Gil de Piento

          Os problemas da plataforma do Duster estão na qualidade de rodagem e não limitação de tecnologias. Note a falta de ajuste de profundidade do volante, comum a todos os veículos dessa plataforma. Também não há airbags de cortina. Além do péssimo aproveitamento do espaço – o Duster tem mais espaço para pernas e para bagagens. E a plataforma acabou por restringir as opções de motores e câmbios, por isso o topo de linha usa o 2.0 AT4 do Duster, inferior ao conjunto do Fluence por exemplo, e bem defasado.

          • As plataformas B0 e M0 não impedem que se adote o motor 2.0 Nissan, ou outros motores TCe da Renault-Nissan, sendo os motores atuais, uma escolha da operação brasileira para o modelo. A versão intense possui quatro airbags, e se a Renault quisesse, poderiam ter seis,pois há capacidade para isto. Não incluir ajuste de profundidade também foi opção da fabricante para o Brasil, assim como a falta de materiais soft-touch. A plataforma em si aceita tudo que a Renault não quis aplicar no modelo, lembrando que em grande parte do que citaste, está na carroceria (vide airbags) e não difere de plataforma.

        • Pedro

          Caro André, Gosto da Renaut. Tenho um Logam modelo novo e tenho uma Tucson. O que me atraiu na Renaut, além do espaço interno, já que tenho 1,89 m e 2 filhos adolescentes, o custo benefício é imbatível. Eu adoro meu Logam, gosto mais dele que da Tucson por causa do espaço. Posso andar com o banco do motorista todo para trás e o passageiro que sentar no banco de trás ainda terá um ótimo conforto. A Tucson, apesar de ter um ótimo conforto para que anda atrás, não recua o banco do motorista suficiente para que uma pessoa grande como eu se sinta confortável. Já havia pensado em trocar a Tucson em uma Duster que abriga tanto motorista quanto passageiros grandes com muito conforto.
          A Renaut resolve lançar o Captur, lindo!!! Fui a concessionária para ver o carro e quem sabe…Meu primeiro teste foi sentar ao volante, colocar o banco para trás e sentir se a ergonomia me agradava. Ok para o motorista, agora deixa eu ver o espaço que sobra para quem senta atrás. Ops! alguma coisa deve estar errada. Não tem espaço, não sobra espaço nenhum, praticamente o banco do motorista cola no banco traseiro. Não é possível que tenham cometido essa falha. Fiquei olhando aquele porta malas enorme sem necessidade e imaginando se não poderiam diminuí-lo para que cinco adultos grandes pudessem andar no carro. Fiquei absolutamente decepsionado.

          • André

            Imaginei que o espaço do Duster e Captur fossem o mesmo, mas curiosamente, pelo jeito, nao. Vai entender.

        • NYC_Man

          Concordo plenamente.

      • Chris

        O carro em si o nosso é até mais bonito, pelo menos pessoalmente eu achei. Quanto acabamento acho uma qualidade bem duvidosa do nosso..

    • Tosca16

      Já o 2.0 AT4 sim, esse vc pode descer o sarrafo rsrsrs.

      • th!nk.t4nk

        Ufa, agora vi que é o SCe pelo menos (sério, quando vi 1.6 ali imaginei o antigo). E disseram aí que ele é maior que o Captur europeu. Se realmente for um pouco melhor que o europeu, talvez justifique. Mas se for semelhante, é um roubo descarado!

        • Tosca16

          Maior, melhor é complicado; pode ser mais robusto, aliás precisa ser kk.

    • marc west

      Ele é o Kaptur russo, não o Captur europeu. Por isso plataforma e acabamento de Duster.

    • Mario Souza

      Eu acho que você deveria se espantar com qualquer SUV compacto que vende no país, um ecosport, kicks, creta e o incrível caríssimo HRV. Nenhum deles vale o preço que cobram, estão todos pelo menos 10k mais caros!

    • Marcelo Cordeiro

      Na minha opinião, a Captur é o SUV compacto mais bonito à venda no Brasil. Contudo, o interior é lastimável, totalmente inadequado aos valores praticados pela Renault. Quem não conhece, se encanta com o design do veículo. Mas basta ingressar na cabine para ser teletransportado para dentro de um Sandero, com profusão de plásticos, encaixes ruins e acabamento simplório. Fora o vacilo da plataforma ultrapassada e motor fraco para o porte do veículo.

      • Henrique

        Concordo com você. Eu tive a mesma opinião sobre o exterior e, principalmente, do interior pobre e mal acabado.

    • O Captur lá fora é menor e montado sobre a base do Clio. Já o Kaptur russo (com K mesmo), que é o nosso Captur, é montado sobre o Duster mesmo.

    • Kadu

      Clio? Vc foi gente boa! É um sandero por dentro!!!

  • anonbr666

    Os dados de aceleração e velocidade máxima estão invertidos na reportagem.

    Fora isso, um carro tão bonito desses no exterior merecia um interior mais caprichado. Só comparar com o interior do 208 / 2008 que dá pra ver como a Renault exagerou na frugalidade.

  • Hoffmann

    Resumindo, é um Duster com a casca mais moderninha, sem adições relevantes em relação ao modelo mais simples e cobra bem apenas por causa do estilo. O acabamento desse Captur é de dar pena, por 90k é inaceitável. Um Duster é mais honesto em sua proposta.

    • beto

      Boa definição.

    • Davi Millan

      Sim, o Captur não passa de um Duster gourmet!

    • André

      Não é bem assim, a Captur tem 4 airbags, ESP, cintos de 3 pontos e apoia cabeça para todos ocupantes e foi bem no Latinncap. A ergonomia e acabamento também melhoraram em relação ao Duster. Na verdade, o Captur manteve que o Duster tem de bom, espaço e robustez e melhorou o que tem de ruim, ergonomia e segurança.

      • Luciano RC

        Porém manteve a mecânica ruim e o péssimo acabamento. A qualidade dos materiais são péssimos.

        • Ricardo

          Mecânica ruim?
          Acho que o SCe é o melhor 1.6 aspirado do nosso mercado, tanto em desempenho quanto consumo!

          Já o acabamento eu achei uma porcaria mesmo… de dar nojo por 90k…. num Sandero de 50k até vai, mas num 90k não dá!

          • Luciano RC

            Não estou falando da eficiência do 1.6 SCe e sim que esse carro merecia um motor descente. Um 1.4 Turbo com um cambio CVT que simula umas 7 marchas. Ou um motor 2.0 de qualidade e não esse antigo que colocaram.

            A Renault errou no projeto Captur. Tinha capacidade de brigar com Creta e HR-V e agora briga com Eco e Duster.

      • Gil de Piento

        O Captur piorou o espaço em relação ao Duster. Oferece menos espaço para pernas e para bagagem. A ergonomia é prejudicada pela limitação de ajustes do volante, além das outras falhas mencionadas no texto. O acabamento ainda está no nível do Sandero. Resumindo: não vale o preço cobrado.

  • Piston head

    Essa carroceria me confunde. Hora parece crossover, hora mpv. Interior sofrível.

    • th!nk.t4nk

      Ao vivo pra mim é um hatch normal, só ligeiramente mais alto. É o mesmo caso do 2008.

      • Racer

        Acho até que o 2008 é mais acertado que ele. Pra mim, uma SW um pouco erguida.

        • marc west

          É que esticaram o Captur verdadeiro, e isso tira algo da harmonia do desenho.

        • Tommy

          Me surpreendi outro dia ao parar a SpaceFox do meu pai ao lado de um 2008 no estacionamento, os dois têm a mesma altura!, apesar do visual eu considero o 2008 um SW altinho

      • Leandro

        Vc já viu um captur brasileiro? É maior e diferente do Europeu. Só pelo tamanho e altura vc já não não cria qualquer confusao com um Hatch….

        • th!nk.t4nk

          Nao vi cara. Vou prestar atençao na próxima vez que visitar aí. Mas entao devem ter aumentado muito o carrinho heim, porque o original é literalmente um hatch levantadinho (estilo CrossFox).

          • Ernesto

            th!nk.t4nk, aqui estão as dimensões do Captur nacional:
            Altura: 1,619
            Largura: 1,813
            Comprimento: 4,329
            Entre-eixos: 2,673
            Porta-malas: 437L
            Veja se você acha as informações do Captur europeu.

  • Hugosw

    A que ponto chegamos, pagar R$90mil em um Duster com “roupa de festa” sobre um projeto de baixo custo feito para terceiro mundo.
    Lamentável!

  • Paulino Lino

    Credo com esse bicho feio!!!! Tiro o chapéu pra quem coloca uma aberração dessas na garagem e acha que ta pagando de gatão!

  • Sr.sousa2017

    Realmente é um SUV muito bem acertado por fora, mais seu maior problema é o habitáculo simples demais perto da concorrência, além do clássico erro de lançamento com o 1.6 manual e o 2.0 AT4. Eu particularmente gostaria muito se houvesse uma versão 4×4…

  • TT 230

    Faltou esclarecer que o revestimento parcial em couro dos bancos é um opcional de R$ 1.500, levando o Captur aos R$ 91.450 apresentados na matéria.

    R$ 91.450 no branco sólido. Pra ter qualquer outra cor, mais R$ 1.500, e pra ter o teto preto, mais R$ 1.400. Igual ao carro testado, total de R$ 94.350.

    Surreal para um automóvel dessa qualidade e com um motor 1.6.

    • Luciano RC

      Caro demais… da pra comprar um Renegade Longitude bem mais interessante. Ou mesmo um HR-V EX que tem mais motor e melhor qualidade.

  • Adauto Vieira Dias Júnior

    Não curto essa Central Multimídia! É de gosto peculiar.

    • Rafael Lima

      Ela é lenta pra iniciar e quando precisa usar a marcha ré a pessoa fica sem a câmera de ré pq ainda está inicializando o sistema

  • Júnior Nascimento

    A Renault precisa voltar a ser uma marca de bom custo-benefício. Faz tempo que não entrega algo a mais pelo preço cobrado. Vai continuar perdendo mercado.

    • FearWRX

      A Renault é uma marca decente.
      Na Europa.

    • CanalhaRS

      Eu sempre disse que não era contra a Renault vender Dacia aqui, mas eles deveriam ser vendidos como tais, por preços bem acessíveis. Querer empurrá-los como Renault é uma desonestidade muito grande com o consumidor.
      Dinheiro meu ela nunca vai ver.

      • FearWRX

        Só o Sandero R.S. se salva. Dirigi um numa oportunidade e… que carro. Esse sim vale os até então, na época, 60 mil pedidos por ele. Puta carro gostoso de dirigir e principalmente, rápido, que pegada ele tem.

    • Mr. On The Road 77

      Mas agora vai mudar tudo, pois vai vir a Anitta de garota propaganda!
      kkkkk

  • Edson Fernandes

    Que dilema do avaliador ao achar lindo e ao mesmo tempo dizer sobre os itens negativos…rs

    Eu em outra noticia do Captur tive a mesma impressão qdo o dirigi: Cade o espaço interno de Duster, Logan e Sandero? simplesmente não tinha espaço atrás de mim, parecendo um hatch bem mirrado. (ainda assim, melhor que Focus e Fiesta)

    Sobre os bancos: Se acha o do Captur firme, vai achar do Fluence ainda mais! Pra mim foi um dos pontos fortes do Captur.

    Agora, incrivel como ele é economico na cidade! O kicks supera ele com folga por ser mais leve.

    Sobre o controlador de velocidade: Na situação sentida pela condução é como eu cito no Fluence… em determinadas situações é melhor controlar pelo modo sequencial. Evita qualquer aumento de rotação conseguindo manter o carro em rotação baixa. Certamente se fizer assim, o carro teria um consumo melhor. Infelizmente no Fluence acima de 120km/h a facilidade que ele sai de 2600rpm para acima de 3000rpm é grande. Parece que o acelerador está por volta de 25% pressionado e acima de 30% ele já não “trava” a rotação em regimes baixos para sempre ter força disponivel. A realidade é que parece ser um motor maior do que é, mas… a rotação sobe.

    Nesses casos de aclives leves, mantenho “D”, medianos eu já prefiro usar o sequencial e em aclives fortes, já desligo o controlador porque o giro sobe entre 4000rpm a 4500rpm sendo que em 3000rpm vc vence “no pé”.

    Enfim, em virtude de querer dar recursos ao Captur, muita coisa ficou com uma ergonomia pessima ainda que seja atributo de venda. Ao menos no modo ECO quando eu rodei na AT4, realmente ele andava sempre em rotação baixa.

    • Mario Souza

      Tenho um fluence e as vezes alugo carro automático e sempre caio num Versa CVT 1.6. Nem tem como comparar o motor do fluence com esses 1.6 CVT. A diferença que eu sinto é em retomada, ele acelera muito rápido.

      • Edson Fernandes

        Bom saber. Tenho muita curiosidade de dirigir um 1.6 CVT.

        Eu to para dirigir um March CVT. Pois no futuro talvez eu tenha que adquirir um compacto. Ainda estou analisando.

    • Luciano RC

      Acredito que existe um grande erro no acerto dos controladores de velocidade. Eu tive uma Captiva 2.4 AT4 (ela era 2010) e odiava pegar rodovia com subidas usando o controlador. A quarta marcha era muito longa e a terceira muito curta, então pra manter a velocidade ela reduzia e o giro subia, fazendo aquele barulho maligno.

      • Edson Fernandes

        Na verdade, eu acho que deveria existir a possibilidade nem que fosse por botão para definir a “agressividade” de funcionamento. Só 3 opções seria suficiente.

        Algo como: Suave, Moderado e Forte.

        Porque isso? Porque no modo suave, ele iria acelerar com pouca carga e assim tornar a condução mais agradavel por mais que se pudesse perder velociade. A moderada seria uma situação pouco abaixo da atualidade, onde o carro iria aumentar de giro/reduzir marcha se necessário, mas iria tentar manter velocidade. E o Forte como é atualmente onde o carro faz o que for para manter a velocidade.

        O Fluence é assim mesmo… não perde velocidade, mas não evita em aclives mais acentuados a passar de 4000rpm o que eu acho um exagero visto que o carro conseguiria fazer bem ao esticar até 3000rpm apenas.

        • Luciano RC

          Concordo contigo. Um ajuste assim seria perfeito.

  • FearWRX

    É um carro “bonito” (eu acho feio), mas EXTREMAMENTE ordinário. Por 90 mil assaltos você leva um carro com acabamento pior que um Sandero e mais simples, tamborzão na traseira e um motorzinho 1.6 relativamente competente e os dois airbags por obrigação.

    Uma coisa é óbvia: Comprar um carro desse devia sair o mesmo atestado de retardo que sai pra quem compra um WRV. Se o WRV custasse 45 mil na versão top de linha e o Craptur custasse 50 mil também na versão top de linha seria o ideal. Mas 90 mil… Piada. De PÉSSIMO gosto.

    • Lucas Alves

      Assino embaixo! Falta lucidez ao povo tupiniquim, as montadoras fazem o povo brasileiro de retardado mental.

    • Guilherme Ferreira Lucio Lemes

      Ele vem com quatro airbags.

      • FearWRX

        Errei por dois.

      • Luciano RC

        Pelo preço, deveria ter 6 no mínimo.

    • Luciano RC

      Por uns 78 mil reais na versão top estava ótimo. 96 mil é loucura.

  • Bruno Silva

    92mil reais num carro com acabamento desse e motor 1.6. Por 96mil você leva um Civic Sport já com 6 airbags, ESP, ASR, central com CarPlay, freio de estacionamento elétrico, roda aro 17, câmera de ré, ar digital, acabamento soft touch, faróis e lanternas com LED etc…

    • Rafael Lima

      Ou um Cruze LT

    • Luciano RC

      Ate o HR-V tem preço melhor… comprar esse Captur é loucura.

  • Newton Freitas

    Considerando que a plataforma atual do Duster/Captur é uma atualização da plataforma do Clio II, não era para ser menos caro os modelos atuais, mesmo sabendo dos impostos e os custos de produção.

  • Ricardo

    Carros desse tipo e com esse valor deixam opções como o Polo barato.

    • Racer

      Se tivesse uma Polo Variant…..a falta de SW de qualidade é que faz muitos comprarem estes pseudo SUV.

      • Ricardo

        Não acredito nisso, quem compra SUV é porque gosta de se sentir altinho, diferente dos amantes de peruas que gostam do estilo e porta malas amplo.

        • Racer

          Nem sempre. A falta de opções pode determinar a escolha. E não existe nenhum problema em ser “amante” de SUV. Em um mercado raquítico de opções, com Spacefox e Palio Weekend… onde as opções importadas além de caras tem o seguro em valores absurdos, nada mais normal escolher outro modelo.

          • Gil de Piento

            Quem procura porta-malas muitas vezes tem filhos pequenos, que exigem cadeirinha. Nesse ponto os SUVs/crossovers vencem em praticidade porque é infinitamente mais fácil carregar a criança até a cadeirinha e afivelar os cintos. Uma simples ida ao supermercado pode exigir a repetição dessa operação quatro vezes em pouco tempo, o que em um carro baixo é uma sobrecarga tremenda na coluna.

  • Carlos Apollo

    Não sei porque, mas não desce.

  • Emilio

    Eu acho este carro feio. Parece que é concavo…

  • Tibúrcio

    Ainda não acredito como acham o navegador da Renault ruim… é tão simples de usar!

    • Luciano RC

      Eu acho toda central uma porcaria. Pelo menos nos modelos que andei, estava tudo com algum problema.

  • Duh

    Renault se tornou a fabricante de carro mais incompetente no país, matou Sandero, Logan, Oroch já nasceu morta aqui assim como o Captur, este último então tinha tudo para bombar, bonito e espaçoso, mas deixaram caro, pobre e com interior pior que de carro popular. Duster então se tiver mais algum aumento vai pro caixão tbm.

    • adrielmenezes

      Esqueceu do fiasco Homerico que foi o Kwid.
      Isso sim foi passar vergonha

    • Gil de Piento

      Tudo isso ela conseguiu simplesmente mantendo o preço na faixa da concorrência. Se mantivesse abaixo, teria ainda algum sucesso. Seus carros ofereciam tamanho de médio a preço de compacto, agora não oferecem nenhum diferencial.

  • Louis

    Traseira parece um Kwid. Mas é um carro bonito. Eu mudaria esta “regua” cromada com nome Captur na traseira, ficou esquisito. E também não gosto destes detalhes cinza na parte de baixo do parachoque, essa modinha já passou faz tempo.
    O interior é espartano demais, além de feio.

  • kravmaga

    Seria um carro honesto por 70 mil reais, mas nunca que eu daria 90 mil num carro desses ! Só louco faz isso.

  • Hernan Carlos Granda

    esse interior do sandero…. !! meu deus

  • Raphael Pereira

    tinha tudo pra vender bem, ai a Renault vai e coloca motor 2.0 jurassico e caixa que dispensa comentarios nas versoes mais caras, ergonomia ruim e interior de aparencia pobre, assim nao da!

  • Guilhe

    Bonito mas ordinário, vejo mais pontos negativos que positivos.

  • Luiz camurça neto

    essa KeyCard , poderia deixar de existir.. quantos Meganes com problemas nisso eu vi…

    • Luciano RC

      Esse é diferente… é igual do Fluence. O do Megane precisava coloca-lo no buraco, esse pode estar no bolso igual ao Fluence.

  • Baetatrip

    prefiro Duster 4×4 0km do que esse carro acima!
    Mais barato e encara trilha light!

    • Luciano RC

      São propostas diferente.

  • Henrique

    O carro até chama a atenção por fora, mas ao olhá-lo por dentro, logo salta aos olhos a falta de capricho no acabamento interno. Isto sem falar na parte mecânica.
    É uma pena, pois o carro tinha muito potencial.

    • Luciano RC

      Tinha mesmo… era o carro que poderia disputar o mercado. Renault errou nele.

  • Tommy

    Esse carro é o verdadeiro sinônimo de bonitinho mas ordinário, uma pena, quem sabe quando chegar o 1.3T

    • Luciano RC

      A Renault vai mesmo trazer esse motor?

  • Bryan Silva

    É manco esse carrinho!

  • Mario Souza

    Renault é uma decepção no brasil. Um dos maiores grupos no mundo atualmente vendendo esses carros ridículos, Dacia no país pode ter dado certo por um tempo, mas agora chegou no fim. Que vendam Dacia com o nome original e vendam carros Renault.

  • Evandro Santana

    É realmente caro! Volante não tem ajuste de profundidade… acabemento mais ou menos… ou seja pouco por muito!

  • Natán Barreto

    Tem que ter muita coragem pra dar 90 mil nesse carro.

  • Humberto Ghirardello

    Muito bonito por fora… mas esse interior, esse painel, QUE MICO!

  • Audi a5

    Sabe o que pega nesse carro? Duas coisas: a falta de acabamento junto à soleira da porta dianteira na parte interna – não tem acabamento plástico, só a borracha da porta sobre o carpete – coisa que nem o Ka deixou passar – e a porta traseira na parte interna inteira de plástico duro de cima embaixo, ao contrário das dianteiras, que tem uma porção de tecido/couro.

  • Audi a5

    Quem compra é o típico consumidor que não entende de carro e acha que o vzinho vai ficar impressionado com o design: só não deixa abrir a porta.

  • Davi Millan

    Bonito esse Duster gourmet… não pera…

  • Rafael Lima

    Se a Renault Nissan fosse um grupo aqui como é la fora esse vexame que é a Captur não nasceria desse jeito, se fizessem o carro na base do Versa como o Kicks, deixaria o carro leve e essa versão 1.6 CVT teria até um desempenho decente como no Kicks, é só fazer o que fazem na Europa com o Qashqai e Kadjar

    • Gil de Piento

      Se pelo menos o acabamento fosse no nível do Kicks e os equipamentos idem… mas nada!

  • Schlatter70

    90K num carro 1.6 sem turbo com acabamento interno mequetrefe e uma direção eletro-hidráulica pesada e que passa para o volante todas as trepidações. Quem entende minimamente de carro não compra uma jabiraca dessas por esse preço. Nem nenhum desses pseudo-Suvs feitos em cima de carros populares e que têm preços de carros médios.

  • Eduardo Almeida

    Um lindo automóvel por fora, mas totalmente incompatível por dentro. Passo.

  • Ricardo Blume

    O Captur merecia um projeto mais moderno. Uma plataforma nova e não essa baseada no Duster. Tive a oportunidade de entrar em um e posso dizer que o acabamento é realmente muito fraco para um veículo de seu preço. O motor SCe 1.6 é moderno mas o 2.0 merece ser substituído por um mais equilibrado, como um turbo, com injeção direta e baixa cilindrada. A Renault pode até manter essas características mas deixe para o seu SUV de entrada, ao qual seria a Duster. O Captur é muito caro pelo o que ele oferece.

  • Fernando

    Esse carro é bonito e mereceria maior cuidado da Renault:
    Volante sem ajuste de profundidade, cambio que nao mostra nele mesmo a posição em que está, estepe para baixo, pouco espaço atras, piloto automatico mal localizado, direção pesada e ainda tem o tanquinho de partida a frio…
    tem coisa melhor no mercado

  • Paulo C

    Carro de 90.000 com acabamento de carro de 50.

    Só de fechar o porta luvas já se percebe que é pé de boi.

  • Mr Tony

    Pra mim é o pior SUV a venda hoje.

  • Jose Themio

    Caros colegas, realmente os carros da Renault, ainda mais agora com a descontinuação do Fluence aqui no Brasil, são agora todos da Dacia. Fica claro a opção da montadora francesa em focar na rentabilidade, no faturamento. Além disso, a Renault já percebeu que o que vende mesmo aqui no Brasil é carro barato, o dito “popular”, se é que podemos chamar carros que custam mais de 40.000 de popular. Foi com essa filosofia, de focar carros low cost, que a Renault passou a GM como a montadora que mais vendeu carros no mundo ano passado (2017). Conheço muita gente que critica os carros da Renault Dacia mas continua comprando esses carros. Essa combinação custo benefício é terrível, pois você, muitas vezes sabe que pode, com um certo esforço e aperto, comprar um carro melhor mas na hora, ao colocar tudo na ponta do lápis, acaba comprando o carro mais barato e honesto sob esse ponto de vista, qual seja, dá mais ao comprador do que o preço que é cobrado por ele.

  • Jose Themio

    Para mim a Renault Dacia vai continuar focando nessa política de carros de baixo custo, dando só umas melhoras marginais nos carros para ficarem mais bonitos, mas a mecânica e os modelos vão continuar praticamente os mesmos e sempre, adaptando para o Brasil os modelos europeus, de forma a ficarem mais baratos e rentáveis para venda aqui no nosso pais. Infelizmente o foco da Renault Dacia não é a qualidade do carro, ela quer sim vender um carro que funcione, que lhe dê a melhor relação custo rentabilidade e que o consumidor brasileiro continue comprando.

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