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BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje
BMW X5

Embora não seja o modelo mais vendido da linha, o BMW X5 tem uma boa representatividade na atual gama da fabricante alemã no mercado mundial.

Ele foi o primeiro SUV lançado pela empresa e, a partir disso, deu origem a uma série de outros carros da BMW para a categoria, o que inclui ainda o BMW X1, X2, X3, X4 e BMW X6. Além deles, a marca se prepara para lançar o luxuoso X7, previsto para 2019.


O novo BMW X5 foi anunciado pela empresa em meados de 1999 e, além de ser o primeiro representante da marca no segmento, foi a resposta da empresa ao Mercedes-Benz Classe M, este lançado dois anos antes.

Porém, ao contrário do rival que era construído a partir de chassi de utilitário, o X5 se destacou por ser o primeiro a contar com um chassi monobloco, assim como os carros de passeio.

Logo em seu primeiro ano de lançamento, o BMW X5 demonstrou ter sido uma aposta certeira da empresa. O carro conseguiu registrar boas vendas no mercado e seguiu vendendo bem por anos, tanto é que ganhou sua segunda geração após sete anos e atualmente está em sua quarta versão.


Apesar de ser um SUV tradicional (sigla referente a “Sport Utility Vehicle”), a BMW considera o BMW X5 como um “Sport Activity Vehicle”, ou apenas “SAV”. Confira abaixo os principais detalhes das quatro gerações do X5 ofertadas no mercado mundial:

BMW X5 1999 a 2006 – primeira geração

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

A primeira geração do BMW X5 foi apresentada no ano de 1999 e se manteve em linha até 2006.

Um dos motivos do sucesso do utilitário-esportivo foi o uso das tecnologias da Land Rover por parte da BMW – recém-adquirida pela marca alemã naquela época. Entre os recursos, o X5 aproveitou o sistema de controle de descida em aclives utilizado pelo Range Rover HSE.

Além disso, o BMW X5 pegou emprestado peças da porta traseira dos carros da Range Rover. Diversas peças e componentes eletrônicos foram herdados de outros automóveis da BMW, como o Série 5, tudo para tentar reduzir os custos de produção.

O BMW X5 de 1999 era construído a partir do mesmo chassi do sedã Série 5. Entretanto, para ser utilizada no SUV premium, a estrutura recebeu uma série de alterações, inclusive para adotar o sistema de tração nas quatro rodas e a suspensão independente também nas quatro rodas.

Ele era equipado com triângulos superpostos na suspensão dianteira e multibraços na suspensão traseira. Com isso, ele passou a dispor de um conforto diferenciado, sobretudo em trechos mais acidentados, em relação aos carros de passeio da BMW.

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Entre os recursos do BMW X5, havia bancos dianteiros com ajustes elétricos, memória de posição e sistema de aquecimento, painel com detalhes de acabamento em madeira Zebrano, sistema de navegação via GPS, monitoramento de pressão dos pneus, comandos de voz para telefone celular, sensor de chuva, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, airbags frontais, laterais e de cortina, entre outros.

Ele media 4,66 metros de comprimento, 1,87 metros de largura e 1,71 m de altura, com distância entre-eixos de 2,82 m. Já o porta-malas tinha capacidade para 465 litros. O peso do carro era de cerca de 2.100 kg.

Em 2004, o primeiro BMW X5 sofreu uma reestilização. Ele adotou mudanças visuais, com a adoção de novos faróis, grade frontal mais ampla, novos para-choques, lanternas traseiras com novo formato e vidros das janelas diferenciados.

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

Além disso, o BMW X5 passou a dispor do novo sistema de tração xDrive nas quatro rodas, que consegue dividir a potência entre os eixos dianteiro e traseiro em questão de milissegundos ou transferir 100% da potência para qualquer um dos eixos.

No sistema anterior, 62% da força do motor era enviada para as rodas traseiras, oferecendo uma condução bastante parecida com a dos sedãs de tração traseira da BMW.

Já na gama de motores, a novidade foi a introdução do novo propulsor 4.4 litros herdado do Série 7, que conseguia desenvolver algo em torno de 330 cavalos de potência. Houve ainda o BMW X5 4.8, capaz de entregar potência máxima de 360 cv.

Na época, este segundo modelo foi o segundo SUV mais rápido do mundo, atrás apenas do Porsche Cayenne Turbo.

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A lista de recursos inclui ainda um controle de estabilidade diferenciado, faróis adaptativos e um novo sistema de fechamento mais suave das portas.

A primeira geração do BMW X5 foi fabricada na planta de Greer, no estado norte-americano da Carolina do Sul, até meados de 2006. Em novembro daquele ano, o primeiro modelo foi descontinuado para dar lugar à segunda geração da gama.

BMW X5 2006 a 2013 – segunda geração

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Eis a segunda geração do BMW X5, que lembrava bastante a primeira geração do primeiro modelo, mas com uma série de evoluções para melhorar a experiência dos consumidores de SUVs premium.

O segundo BMW X5 foi comercializado entre novembro de 2006 e julho de 2013, com produção na Carolina do Sul (EUA) e também em Toluca (México).

O novo modelo foi anunciado para dar continuidade às boas vendas do X5. Desde o seu lançamento, o carro conseguiu comercializar aproximadamente 580 mil unidades no mercado mundial. Deste volume, 240 mil exemplares foram vendidos somente nos Estados Unidos.

Ele trouxe uma série de avanços tecnológicos, como o sistema de entretenimento iDrive de série para todas as versões da linha.

Além disso, o BMW X5 de segunda geração foi o primeiro automóvel da marca a sair de fábrica com uma terceira fileira de bancos, ampliando a capacidade para até sete pessoas em sua cabine.

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Houve ainda a adoção de recursos como câmbio eletrônico tipo “joystick” sem conexão mecânica com a caixa para promover um melhor aproveitamento de espaço no console central, lanternas traseiras com iluminação em LED, sistema de suspensão com amortecedores adaptativos, head-up display (que projeta informações do painel de instrumentos no para-brisa), entre outros.

Nas versões mais caras, o então novo BMW X5 adotou teto solar panorâmico de vidro, ar-condicionado automático de quatro zonas, câmera de ré, luzes de condução diurna “Corona Rings” em torno dos faróis principais, destravamento das portas e partida do motor sem chave, entre outros.

Em comparação com a geração anterior, o BMW X5 de segunda versão ficou 6 centímetros mais longo, 16,5 cm mais largo e com 11 cm a mais na distância entre-eixos. A altura, porém, seguiu a mesma.

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Outro destaque foi a versão esportiva BMW X5 M. Este modelo era equipado com um motor 4.4 V8 turbo a gasolina, com injeção direta de combustível, capaz de desenvolver 555 cavalos de potência e 69,3 kgfm de torque.

Tal propulsor trabalhava juntamente com um câmbio automático de seis marchas e a tração integral xDrive.

Segundo dos dados da BMW, o primeiro BMW X5 M era capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em somente 4,7 segundos. Já a velocidade máxima era limitada 275 km/h.

Ele era adotado ainda de direção hidráulica Servotronic, câmbio com paddle shifts atrás do volante para trocas manuais de marcha, distribuição de torque controlada eletronicamente entre os dois eixos, freios com pinças de quatro pistões na frente e discos de 15,5 polegadas, entre outros.

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A segunda geração do BMW X5 chegou ao mercado brasileiro em 2007. Na época, o carro partia de R$ 350 mil na versão 4.8i Top, com um motor V8 de 355 cv e 48,4 kgfm, acoplado a uma transmissão automática Steptronic de seis marchas e tração xDrive, que conseguia alcançar os 100 km/h em 6,5 segundos.

A linha reestilizada do BMW X5 de segunda geração chegou em 2010.

O modelo passou a contar com para-choque dianteiro e para-choque traseiro retocados, novas rodas de liga-leve, tomadas de ar mais amplas na dianteira, faróis de neblina posicionados mais ao centro e com iluminação em LED, nova grade de “duplo rim” da BMW, dupla saída de escape e lanternas traseiras com novo layout interno.

Em meados de 2011, o BMW X5 conseguiu se posicionar como o terceiro BMW mais vendido no mundo, atrás somente do BMW Série 3 e do Série 5, respectivamente.

BMW X5 2013 a 2018 – terceira geração

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Em maio de 2013, a BMW apresentou aos consumidores a terceira geração do X5, com sua primeira aparição pública no Salão do Automóvel de Frankfurt, em setembro. Naquela altura, o veículo já tinha emplacado mais de 1,3 milhão de unidades e seguia como o terceiro modelo da BMW mais emplacado ao redor do mundo.

Dava para notar a evolução do BMW X5 de terceira geração logo de cara. No visual, o carro manteve a mesma personalidade das gerações anteriores, mas com formas mais modernas e em sintonia com os últimos lançamentos da empresa.

A dianteira do BMW X5 passou a exibir novos faróis com iluminação em LED, agora formando conjunto com a grade de duplo rim na parte central.

Já os para-choques ficaram mais encorpados, em especial o dianteiro, que adotou recortes mais destacados e novas tomadas de ar, além de soluções para direcionar o fluxo de ar e reduzir a turbulência.

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

As laterais seguiram o mesmo padrão da geração anterior do X5, com destaque para a lataria com novos vincos mais marcantes e as janelas com formato mais retilíneo. A traseira, por sua vez, adotou linhas mais horizontais para ampliar a sensação de amplitude. Entre os destaques, as lanternas ganharam uma aparência mais agradável com iluminação em LED.

Em relação ao modelo anterior, o novo BMW X5 ficou 2,9 centímetros mais longo, 1,4 cm mais baixo e 0,5 cm mais largo, enquanto a distância entre-eixos permaneceu inalterada. Apesar dessas alterações nas dimensões, o novo SUV recebeu uma redução de peso de até 90 kg, passando a pesar 2.175 kg.

No porta-malas, o SUV premium oferece capacidade para 650 litros, podendo ser ampliado para até 1.870 l com as fileiras traseiras rebatidas – o carro segue com capacidade para até sete pessoas.

Esses volumes representam aumentos de 30 e 120 litros, respectivamente, em relação à geração anterior.

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Entre os equipamentos do BMW X5, o destaque fica por conta de recursos como sistema de som surround Harman Kardon ou Bang & Olufsen com 16 alto-falantes e 1.200 watts, ar-condicionado automático de quatro zonas, bancos e volante com aquecimento, teto panorâmico de vidro, portas com função Soft Close Automatic, sistema de navegação Professional e câmeras com visão 360º graus em torno do carro.

Há ainda faróis de LED adaptativos, sistema de entretenimento traseiro com telas em formato de tablet, tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos, sistema de entretenimento iDrive com tela de 10,25 polegadas, monitoramento de pontos cegos, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de sinais e placas de trânsito, aviso de saída de faixa, sistema de frenagem automática, entre outros.

Hoje o BMW X5 de terceira geração está à disposição dos consumidores brasileiros nas versões xDrive30d e M50d.

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

O BMW X5 xDrive30d pode ser adquirido por R$ 441.950 na versão com cinco lugares e R$ 448.950 no modelo com sete lugares. Ele é equipado com um motor 3.0 litros turbodiesel de seis cilindros, que desenvolve até 258 cavalos de potência e 57,1 kgfm de torque, atrelado ao câmbio automático Steptronic de oito marchas e tração integral nas quatro rodas.

Entre os recursos, há bancos dianteiros com ajustes elétricos e memória, ar-condicionado automático de quatro zonas, luzes ambiente, direção Servotronic, Comfort Access, sistema de navegação com informações de trânsito em tempo real, sistema ConnectedDrive, sistema de som surround Harman Kardon, faróis bi xênon direcionais, câmeras com visão surround, assistente de farol alto, pneus run flat, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, entre outros.

Já o BMW X5 M50d custa R$ 524.950 com cinco lugares e R$ 531.950 com sete lugares. O motor usado pela configuração é um 3.0 litros turbodiesel de seis cilindros, neste caso com 381 cv e 75,5 kgfm, também com transmissão de oito velocidades e tração integral.

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O M50d traz itens adicionais como sistema de entretenimento traseiro Professional, tampa do porta-malas com abertura e fechamento automático, TV digital, portas com Soft Close, Apple CarPlay, volante M, pacote M Sport, teto em Alcântara, chassi M adaptativo, faróis full LED adaptativos, assistente de estacionamento, sistema Driving Assistant Plus, head-up display, entre outros.

Outro modelo da gama é o esportivo BMW X5 M, com um motor 4.4 litros de seis cilindros a gasolina de até 575 cv e 76,5 kgfm. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e atinge máxima de 250 km/h. Esta configuração está disponível por R$ 648.950.

BMW X5 2018 – quarta geração

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Apresentado em junho de 2018, o BMW X5 de quarta geração ainda se prepara para fazer a sua estreia no mercado – ele chegará aos Estados Unidos em novembro. No Brasil, por exemplo, ele deve chegar em meados do primeiro semestre do ano que vem.

O utilitário-esportivo ficou maior, mais refinado e mais equipado.

No visual, o BMW X5 2018 não nega ser um legítimo X5. Ainda assim, o carro sofreu boas mudanças estéticas para se equiparar aos últimos lançamentos da gama. A dianteira é marcada pelos faróis em LED com recorte mais agressivo, a ampla grade de duplo rim com filetes horizontais e o para-choque com tomadas de ar consideráveis com molduras superiores em preto brilhante.

Já as laterais exibem vincos marcantes nas extremidades da maçaneta e uma área envidraçada maior. A traseira, por fim, agora dispõe de lanternas bastante espichadas e invadindo a tampa do porta-malas, além de dispor de iluminação totalmente em OLED. O para-choque traz ponteiras de escape integradas.

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

As maiores mudanças, porém, estão no lado de dentro. A cabine do carro agora dispõe de duas telas de 12,3 polegadas, uma para o painel de instrumentos e outra para o sistema multimídia. O X5 é o primeiro carro da marca a dispor do sistema Live Cockpit Professional, que integra as duas telas.

O acabamento também se destaca, com couro, superfícies emborrachadas, detalhes em alumínio, apliques em madeira e pontos de iluminação com cores personalizáveis por todos os lados.

Ele traz também equipamentos como sistema de entretenimento para os passageiros do banco de trás com duas telas de 10,5 polegadas exclusivas, sistema de som Bowers & Wilkins com 20 alto-falantes e 1.500 watts de potência, teto solar panorâmico com superfície 30% maior que a do antigo e ar-condicionado automático de quatro zonas.

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Há também suspensão pneumática, head-up display com superfície de projeção de sete polegadas e gráficos 3D, monitoramento de pontos cegos, assistente de mudança de faixa, sistema de frenagem automática com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo, destravamento ou travamento das portas com um smartphone via NFC, rodas de liga-leve de 18 a 22 polegadas, entre outros.

A respeito das dimensões, o BMW X5 de última geração recebeu um aumento de 3,6 centímetros no comprimento (4,92 metros), 6,6 cm na largura (2 m) e 1,9 cm na altura (1,74 m), enquanto a distância entre-eixos recebeu um aumento de 4,2 cm (2,97 m).

O porta-malas, porém, teve uma pequena redução, com capacidade inicial de 645 litros ou 1.860 litros com os bancos traseiros rebatidos. Além disso, a tampa do porta-malas agora é bipartida e a parte inferior baixa eletricamente para oferecer um acesso mais fácil ao compartimento.

BMW X5: os detalhes das 4 gerações do SUV alemão, de 1999 até hoje

Essas novas medidas foram alcançadas graças ao uso da nova plataforma modular da BMW, batizada de CLAR.

O novo BMW X5 será oferecido com dois motores a gasolina e outros dois a diesel. Haverá o xDrive40i com um motor 3.0 litros turbo de até 345 cv e 45,9 kgfm, o xDrive50i com um propulsor 4.4 V8 de até 470 cv e 66,3 kgfm, o xDrive30d com um 3.0 litros turbodiesel de seis cilindros com 270 cv e 63,3 kgfm e o M50d com um 3.0 turbodiesel de seis cilindros quad-turbo de 410 cv e 77,5 kgfm.

Todos os propulsores trabalham com o câmbio automático Steptronic de oito marchas e tração integral xDrive.

A nova geração do esportivo BMW X5 M ainda não foi revelada. Entretanto, segundo rumores, o novo SUV “apimentado” será equipado com um motor 4.4 V8 capaz de entregar potência máxima de cerca de 600 cavalos.

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Nota média 5 de 2 votos

  • Phantasma

    As de primeira geração são bem acessíveis, com 30 mil ou menos se compra uma, mas se ela quebrar, é mais fácil abandonar do outro lado da cidade do que consertar, ou comprar outra igual como doadora.

    • TijucaBH

      quem nunca teve uma X5 de primeira geração nao sabe o tanto de problemas que ela dá na suspensao. Mesmo em carros pouco rodados e utilizados somente no asfalto, a conta é bem salgada. Os pivôs da suspensao folgam com facilidade e precisa trocar o braço inteiro pois eles sao de aluminio, as buchas da suspensao também sofrem demais. Nas ultimas da primeira geração, passaram a vir com suspensao pneumatica que também furavam com certa facilidade, após uns 2 anos de uso. Se me derem uma X5 de primeira geração de graça, com compromisso de ficar com ela por no minimo 2 anos, eu declino!! O carro anda bem, é super estável, confortavel, mas a suspensao é triste, pior que motor de Marea.
      Na X2 de segunda geração a BMW corrigiu os erros da primeira e são carros bem confiáveis e duráveis. Também precisa trocar o braço da suspensao completa em caso de folga, mas custam a aparecer, ao contrário das de primeira geração que muitas vezes com 30 mil km já estava toda detonada.

  • th!nk.t4nk

    Não curto SUVs, mas tenho que admitir que a dinâmica do X5 me impressionou. É surpreendentemente bem conectado ao asfalto, pra um veículo com essa proposta e altura. O que sempre estragava era o espaço interno, algo que foi resolvido na nova geração. Mesmo assim o antigo é uma opçao interessante de usado, na versão diesel, pra quem precisa de um veículo alto.

    • Alexandre

      Inverno? Que país você mora? Pouco espaço interno? O que você carrega dentro do carro?

      • zekinha71

        Ele mora na Alemanha.

      • th!nk.t4nk

        Moro próximo aos Alpes, aqui neva um bocado e um AWD com boa altura do solo ajuda pra caramba. Em relação ao espaço interno, o problema da antiga X5 é o uso burro do espaço (bancos e acabamentos invadem demais a cabine, faltou otimização no layout). O túnel central também era proeminente demais no modelo antigo. Aqui na Europa carregamos de tudo, até sofá já carreguei. Mesmo quem é classe média alta vira-e-mexe carrega algo, pois é da cultura local o “faça você mesmo” (ao invés de depender de entrega pra tudo, como é no Brasil). Enfim, tudo isso varia com o mercado.

  • REDDINGTON

    Ao contrário da X6, esse carro é lindo!!!

  • Gustavo

    É uma obra prima de beleza mesmo. Uma pena ser tão cara!

  • Fabão Rocky

    Em se tratando de SUV n tem mta coisa p/ mudar. uma lanterna ali, um farol aki, um pára-choque ali.

  • Bruno Silva

    A atual vendida no Brasil é a mais bonita mesmo, mesmo com 5 anos de mercado ainda parece bem atual. A nova geração, perdeu um pouco da identidade, você em fóruns e vídeos estrangeiros, 80% das reclamações são da lanterna traseira, que como dizem: poderia ser um Kia. Perdeu a personalidade, infelizmente.

  • 1 Raul

    A versão 2006 ainda é atual, muito linda.

    Em 1999, aos meus 13 anos, já babava nas x5…

  • Diego

    Cagaram a traseira do modelo 2018… Poderia ser a de qualquer carro coreano. No mais, belo carro!

  • Mauro Schramm

    “o sistema de controle de descida em aclives”

    Este sistema era usado para descer de ré? :-p

  • rodrigosr

    Como durou pouco essa terceira geração.
    E ainda continua extremamente atual.

  • Natán Barreto

    A segunda geração pra mim é a mais bonita até hoje, não só do X5, mas do ML (atual GLE) também. A partir da terceira geração o carro ficou genérico.

  • Tommy

    Minha favorita ainda é a 1°, assim como o Série 5 da mesma época

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