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BMW X6: detalhes, versões, motores e equipamentos (do SUV cupê)

Falar do BMW X6, é como tentar discutir qual o jeito certo de se montar um cachorro quente, para um Paulista e para um Carioca, com ou sem o purê. É como discutir sobre qual a ordem certa para se assistir aos filmes de Star Wars, se seguimos a ordem em que foram lançados ou a ordem da história.

Enfim, quando se trata do BMW X6, não tem certo ou errado, apenas um SUV com ares de cupê que deu muito certo.


BMW X6: detalhes, versões, motores e equipamentos (do SUV cupê)

Episódio IV

Como toda boa saga, ou discussão, tudo se tem um início, e com o BMW X6, não foi diferente, mas não espere que essa ideia “ousada” nasceu das mãos dos designers e engenheiros Bávaros.


Esse conceito de misturar SUV com Cupê, veio três anos antes do primeiro conceito ser apresentado ao mundo. Vindo diretamente do conceituado estúdio de Design, o estúdio de Giorgetto Giugiaro, foi o responsável por apresentar ao mundo pelas mãos da SsangYong, o controverso Actyon.

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Apresentado em 2005, o polêmico SsangYong Actyon, tinha porte de BMW X5, e desenho do teto com caimento bastante pronunciado.

Para poder locomover o modelo, a Mercedes-Benz cedeu um motor2.0 turbodiesel de 141 cavalos. O SsangYong Actyon, que em tradução literal, significa “Dragões Gêmeos” para SsangYong e “Ação” e “Jovem” para Actyon, tinha opções de tração 4×2 e 4×4, e uma variante movida a gasolina, um também Mercedes-Benz 2.3 litros.

Bem equipado, fez sucesso relativo devido ao seu desenho pouco convencional, e soluções interessantes de design, com a ampla e larga janela da coluna C.

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Apesar de todo seu design controverso, o mundo ganhou adeptos mundo afora, vindo inclusive para o Brasil em meados de 2009, nas opções a diesel e a gasolina, ambas bem equipadas e dotadas de câmbio automático de 6 velocidades.

Os preços eram até competitivos, partindo de R$ 79.900 reais e indo até R$ 109.900 reais na versão topo de linha a diesel. O problema não era nem tanto o design, mas a quantidade pífia de concessionárias, o que prejudicou na hora das revisões e baixou muito o preço de revenda.

Recentemente a marca fez um facelift no modelo em 2011, ao qual não fomos devidamente apresentados, mas fomos formalmente apresentados a nova geração do SUV, que agora tem desenho mais convencional e abandona o estilo de SUV Cupê.

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BMW X6 no Salão de Detroit

Apresentado ainda como conceito, no Salão Internacional do Automóvel de Detroit, o BMW X6 nascia com linhas muito mais harmoniosas que seu “antecessor” Coreano.

Chamado pela BMW de “SAC”  Sports Activity Coupé, o BMW X6, debutou como uma versão “cupê do BMW X5”.

O que na prática era verdade, uma vez que mesmo que ligeiramente menor que o irmão mais velho, o BMW X6, é mais encorpado graças ao tamanho diminuto das janelas.

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Segundo a BMW, o X6, ele combina os atributos de um SUV (alta distância em relação ao solo, tração nas quatro rodas, rodas grandes e pneus mais largos) com a postura de um cupê (estilo com teto inclinado).

Que nesse caso conseguiu um visual muito mais harmonioso.

A ideia também não era nova, a tinha sido planejado desde 2003, sob a tutela de Peter Tuennerman, logo após o lançamento da BMW X5 (E70) de 2001. Juntamente com o designer Pierre Leclercq, o projeto foi congelado tanto na primeira vez, 2003, quanto numa segunda tentativa em 2005.

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Com o X6, a BMW utilizou pela primeira vez um novo sistema de tração chamado de “Dynamic Performance Control”, que funciona em perfeita sintonia com o famoso sistema “All-Wheel Drive xDrive”.

Ele funciona em conjunto com o sistema de controle do chassi, que juntos, regulam a tração em terrenos irregulares, e corrige os excessos, para o condutor, consiga sair de valas mais profundas. Outros sistemas inteligentes compõe o pacote de segurança e mobilidade da primeira geração do BMW X6.

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X6 ganha versões esportivas M e modelo híbrido

Mas se você pensava que a BMW iria para por ali, e ter apenas 3 SUVs na sai linha, com o X3, o X5 e agora o X6, você está redondamente enganado. Em 2009 a BMW apresentou duas novidades, muito interessantes para o SUV.

A primeira delas, foi a adição do pacote M para o X6, que contava basicamente com o mesmo conjunto apimentado do irmão mais velho o BMW X5 M. Ele utilizava um belo motor 4.4 V8 biturbo de 555 cavalos e 69,3 kgfm de torque.

Fazendo de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e atingindo a máxima de 275 km/h limitado eletronicamente. A versão de entrada usava um 3.0 V6, com 306 cavalos e 40,8 kgfm de torque. Atingia a máxima de 240 km/h e fazia o 0 a 100 em 6,7 segundos.

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A outra versão apresentada era o BMW X6 ActiveHybrid, que combinava um propulsor elétrico que gerava cerca de 81 cavalos e 10,3 kgfm de torque, a um motor V8 4.4 litros com 405 cavalos e 69,2 de torque que resultavam em 486 cavalos e 79,5 kgfm de torque.

O sistema tinha algumas tecnologias que tinham sido desenvolvidas em parceria com a GM, Chrysler e Mercedes-Benz, para veículos de propulsão hibrida.

Essas soluções ajudavam o carro a ser relativamente mais econômico, mas na prática, com toda a artimanha por trás, o modelo acabou por não ser tão bem recebido, por seu preço alto, e sobrepeso, o que em tese deveria deixa o carro mais leve, potente e econômico, deixou ele mais lerdo e pesado.

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Episódio VII – O despertar da Força

Mesmo com esse pequeno problema na história do BMW X6, assim como ocorreu com a saga Star Wars, em 2014 para o BMW X6, houve uma nova esperança, ou o despertar da força, como o título do filme lançado em 2015 sugere.

Como no primeiro filme da saga, no Episódio IV, a BMW buscou inspiração no primeiro modelo e contou a história com um novo modelo, com uma nova carroceria e novos motores, assim com o Episódio VII, é baseado e homenageia o primeiro filme.

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Assim como na primeira geração, o BMW X6, se valeu também da versão esportiva M, que agora contava com um novo motor 4.4 V8 Biturbo que veio emprestado das versões M do M5 e do M6, que agora gerava 575 cavalos e 76,5 kgfm de torque.

Tudo isso associado a um câmbio automático de 8 velocidades. Chegando a 280 km/h e fazendo o 0a100 em 4,2 segundos. A versão de entrada, contava com o motor 3.0 V6, já conhecido de 306 cavalos e 40,8 kgfm de torque.

Atingia a máxima de 240 km/h e fazia o 0a100 em 6,7 segundos.

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O novo interior herdou de seus irmãos mais velhos e mais caros, como a BMW X5, e as Séries 5 e 7, texturas e padronagens que reforçam o luxo no interior do X6.

A nova tela multimídia com 10.25 polegadas, encontra-se agora no estilo flutuante, uma vez que na geração anterior, era fixado na mesma. A qualidade dos materiais, foi melhorada, contando agora com detalhes mais luxuosos e onde a pele não passa despercebida.

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O porta-malas, mesmo sendo alto e estreito, carrega excelentes 580 litros e pode subir para 1.525 litros com o rebatimento dos bancos traseiros, crescendo cerca de 75 litros em relação a sua primeira geração.

Todas as versões do modelo, contam com o sistema de tração xDrive e são associados ao câmbio automático de 8 velocidades. Um excelente sistema de som vindo da Dinamarquesa Bang & Olufsen, fornece o que há de melhor para entreter os passageiros.

Como opcionais, o BMW X6 conta com Head-Up Display, sistema de estacionamento autônomo, câmeras de 360º e até visor noturno, para visualizar placas, pedestres e animais em locais de pouca ou nenhuma iluminação.

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Família X-Tudo

Fugindo um pouco do universo de Star Wars, e indo para os X-Men, que atualmente todos pertencem ao mesmo dono – Disney – o BMW X6 faz parte de uma família que começou lá em 1999, com o X5, que foi o primeiro SUV da marca, que tinha por base o BMW Série 5, seu sedan médio grande.

Depois que a BMW viu que dava para ganhar dinheiro com carros dessa proposta, altos, com motores fortes, versões apimentadas e conforto de sedan, ela resolveu ampliar a gama ao apresentar o X6, como conceito em 2007, como fora dito parágrafos acima.

O que ela não sabia, era que isso se tornaria muito grande. Primeiro veio o X5 em 1999, 4 anos depois veio o X3, que compartilhava a base do Série 3, e tinha um porte menor, mais compacto e um design um tanto curioso para as lanternas traseiras, que tinham um corte irregular, que atravessava a tampa do porta-malas e invadia a carroceria.

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BMW X3

Dotado do mesmo conjunto mecânico do Série 3, o X3 tinha tudo para ser um tremendo sucesso, uma vez que o sedan que lhe empresta a base, é o BMW mais vendido no mundo.

Projetado para concorrer com o Mercedes-Benz GLK – atualmente GLC depois de 2016 – Volvo XC60, Lincoln MKC, e carinhas mais novas como o Porsche Macan, Land Rover Range Rover Velar e Jaguar F-Pace, ele tem porte menor que o X5, que deriva do Série 5, mas acaba sendo maior que o BMW X1, que fora lançado em 2009.

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Produzida durante 7 anos, a primeira geração do BMW X3, também utilizam o sistema inteligente de tração da BMW, o xDrive, o que lhe proporcionava um desempenho digno de um BMW X nos trechos fora de estrada.

O modelo ganhou leves reestilizações em 2005 e 2007, tendo ganho até prêmios como o de “Melhor Veículo Utilitário Esportivo” em 2005 no Canadá na versão 3.0i. Sempre bem equipados como todo BMW que se preze, a primeira geração do modelo conquistou e conquista clientes para a marca, mundo afora.

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A segunda geração, apresentada em 2011, ganhava um design revisto, e uma correção no design das lanternas que agora harmonizavam melhor com a traseira e laterais do carro, além utilizar uma nova caixa de câmbio, agora fornecida pela Alemã ZF, de 8 velocidades.

Com uma vasta gama de motores, e versões, o BMW X3 atual é líder entre seus concorrentes.

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O menor, X1

Para aumentar a família X, a BMW apresenta em 2009, seu pequeno X1, agora misturando características de SUV e Minivan, o novo Crossover da marca Bávara, vendeu cerca de 820 unidades no período de 2009 a 2016, quando veio a segunda geração.

Com opções de motores começando com um 2.0 aspirado de 136 cavalos e indo até um 3.0 V6 de 258 cavalos, o BMW X1 mostra toda sua versatilidade em ser um carro de cidade grande, quando um legítimo off-road com DNA BMW.

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Sua segunda geração, apresentada em 2016, agora faz uso da nova plataforma modular da BMW, que é utilizada em modelos como o novo Série 1, 2 nos novos Mini e na nova geração do BMW Série 3, a ser lançada ainda.

Versões com sistema de tração sDrive – tração dianteira e xDrive – tração integral inteligente, estão disponíveis em todas as versões do modelo.

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BMW X2, estilo compacto

Baseado na mesma plataforma do BMW X1 de segunda geração, e apresentado primeiramente como conceito no Salão Internacional do Automóvel de Paris de 2016, o BMW X2, mistura conceitos de hatch médio com SUV.

Produzido em Regensburg , na Alemanha, o novo BMW X2 aposta na versatilidade de sua carroceria para acomodar bem quatro passageiros, e suas bagagens. O modelo conta com versões de motores a gasolina e diesel, além dos famosos sistemas de tração sDrive e xDrive.

Fora o design mais compacto, o modelo traz um visual mais encorpado que seu irmão mais velho o BMW X1, e detalhes que remetem a BMWs mais antigos, ao utilizar o logo estampado na coluna C do veículo.

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BMW X4

Apresentado no Salão Internacional do Automóvel de Nova York em 2013, e como modelo de produção no salão do ano seguinte, o BMW X4, divide base mecânica e motores com o BMW X3 e alguns motores com o BMW X5.

Produzido na planta Norte-Americana de Spartanburg, Carolina do Sul, onde a BMW investiu mais de US$ 900 milhões de dólares para levantar a fábrica e todo seu ferramental, desde 2014, a marca pretende produzir cerca de 350 mil unidades por ano para abastecer o mercado nacional e internacional.

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Assim como o X3, o X4 conta com sistemas de tração inteligente e motores que variam de um 2.0 ao 3.0 V6. Mas um detalhe que não pode passar desapercebido, é que ele é uma espécie de “Mini X6”, uma vez que tem o desenho do teto com caimento abrupto como num cupê.

Na sua segunda geração, apresentada agora em 2018, o modelo continua com seu design equilibrado entre SUV e Cupê, com um novo desenho para as lanternas traseiras que são mais largas e grossas, e novidades para o interior do veículo que mais parece uma versão reduzida do grandalhão X6.

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Episódio II – O Ataque dos Clones

Voltando para Star Wars, mais precisamente no Episódio II da saga, lançada em 2002 – amada por uns e detestada por outros – a Mercedes-Benz queria também surfar na crista da onda e ter um X6 para chamar de seu.

Diferentemente do filme, onde uma ordem expedida por Lorde Palpatine – a Ordem 66 – a BMW não possui esse tipo de poder para aniquilar seus clones da conterrânea Alemã.

Originalmente nascidos como Mercedes-Benz Classe M e GLK, os novos GLE e GLC, são suas gerações mais modernas, providas do design que une um SUV a um cupê.

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Na versão do Mercedes-Benz GLE Coupé – de acordo com a própria Mercedes – o carro divide a mesma plataforma com o GLE normal, que por sua vez é uma atualização em todos os sentidos – menos de estilo – do saudoso Classe M que foi apresentado em 1998, como uma resposta da Mercedes para a BMW com o X5.

O GLE Coupé conta com motores que vão desde um 3.0 V6 com 333 cavalos, e 48,9 kgfm de torque até um poderoso motor 5.5 V8 de 557 cavalos e 71,5 kgfm de torque, que equipa a versão 63 AMG, que bate de frente com o poderoso BMW X6 M.

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No degrau mais abaixo, o GLC Coupé, que já foi o bem-sucedido GLK, conta com duas verões de motorização, começando com um 2.0 turbo com 211 cavalos e 35,6 kgfm de torque e indo até um 4.0 V biturbo com 510 cavalos na versão S e 71,2 kgfm de torque.

Assim como o GLE Coupé, que divide a base mecânica e pacotes de equipamentos e detalhes no painel do Classe E e próprio GLE comum, o GLC Coupé divide a base com o Classe C, o inclui até os mesmos motores nas versões AMG, que brigam com os da BMW M, no caso do GLE Coupé com o X6M e com o BMW X4 M no caso do GLC Coupé.

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SUV Coupé: Uma história sem fim

Até o fechamento desse texto, sabemos apenas que uma marca oficializou suas intenções de bater de frente com o BMW X6 e Mercedes-Benz GLE Coupé, no caso, a Porsche com a versão cupê do Cayenne.

Tudo o que se sabe, é que a marca deseja abocanhar uma grande fatia desse mercado em constante evolução e parece não estar sozinha.

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Conforme projeções abaixo, podemos ver como a Audi poderia entrar na brincadeira com uma versão “Sportback” do grandalhão Q7, ou uma versão CC do Volkswagen Touareg – que inclusive já tem em seus planos uma versão Cupê do grandalhão Atlas/Terramont, que fora apresentado recentemente sob o conceito Atlas Cross Sport.

Mas seja lá qual seja esse futuro, deixo apenas as sábias palavras do Mestre Yoda, para esse futuro de misturas pouco convencionais: “Que a Força esteja com Você! ”

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