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Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Modelo que fez sucesso durante 20 anos no Brasil, o Chevrolet Chevette foi uma aposta que deu certo, tendo boas vendas durante quase toda a sua existência e chegando a ser o carro mais vendido do país em 1983.

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)


Várias atualizações visuais foram implementadas durante essas duas décadas, bem como variações em sua carroceria, o que fez a família ter opções hatch, sedã, perua e picape.

Ainda com muitas unidades resistindo ao tempo e rodando pelas ruas brasileiras, o Chevette certamente marcou época entre as décadas de 1970 e 1990. Veja abaixo os motivos por trás disso.

Chevette – detalhes

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

O Chevette chegou ao Brasil, pelas mãos da Chevrolet, em 1973. O modelo foi derivado da quarta geração do Opel Kadett, lançado na Europa durante o Salão de Frankfurt daquele ano.

A ideia da marca era apresentar um produto inovador, e isso foi levado tão a sério que o Chevette teve uma detalhe bem interessante: seu lançamento foi feito primeiro no Brasil, depois na Europa (com diferença de seis meses).

O nome, segundo alguns, queria dizer algo como “pequeno Chevrolet”. A rejeição à nomenclatura europeia (Kadett, ou cadete) surgiu por um temor da GM, que não queria fazer associação com o governo militar, presente por aqui na época. Não existe uma confirmação oficial por parte da montadora, mas o fato é que o nome Chevette acabou sendo marcante para o cenário automotivo nacional.

O fato é que o investimento feito pela marca, na fábrica de São José dos Campos (SP), chegou a 102 milhões de dólares. Isso chamou a atenção da imprensa e do público em geral, criando ainda mais expectativa em cima do Chevette. Será que o carrinho da Chevrolet daria conta do recado?

“A GM não faria apenas mais um carrinho”

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

O tempo mostrou que sim, e chamá-lo de “carrinho” só seria possível se a referência fosse ao seu tamanho, não em relação à sua qualidade.

Em 24 de abril de 1973, o Chevette foi apresentado à imprensa especializada na carroceria sedã (de duas portas e sem quebra-ventos). Disponível nas versões Standard e SL, o Chevette foi anunciado pela marca com o slogan “a GM não faria apenas mais um carrinho”.

O objetivo era realçar seu projeto avançado, os milhões de dólares gastos na fábrica que o produziria e o importante fato de que o modelo estava sendo lançado primeiro aqui, e depois na Europa. Na época ele foi recebido muito bem, e suas linhas modernas eram sempre elogiadas.

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Em seu interior, o Chevette tinha ponto positivos e negativos. Por um lado ele era reconhecidamente um carro agradável de dirigir (especialmente quando comparado ao Fusca), com boa estabilidade e ótimo porta-malas. Por outro, a posição da direção e dos pedais (levemente inclinados para a esquerda, por causa do túnel central de transmissão) e a falta de conforto (especialmente para os ocupantes traseiros), eram pontos criticados pelos proprietários.

A inovação do Chevette apareceu também no quesito segurança. Mesmo antes de serem exigidos por lei, itens como pisca-alerta e coluna de direção não-penetrante já estavam presentes no sedã. Além disso, ele tinha duplo circuito de freios e suspensão bem calibrada.

O motor usado era um 1.4 de 68 cv, com comando de válvulas no cabeçote (o primeiro do país acionado por correia dentada), e o câmbio tinha quatro marchas. Com tração traseira, o Chevette acelerava razoavelmente bem, chegando até os 145 km/h, uma velocidade máxima dentro dos padrões da década de 1970.

Chevette – novidades com o passar do tempo

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Logo em seu lançamento, o Chevette apresentou algumas novidades para o mercado o nacional. Uma delas era a posição de seu tanque de combustível (de 45 litros), localizado atrás do encosto do banco traseiro, em posição inclinada.

A ideia era que isso proporcionasse mais segurança aos ocupantes em caso de colisão, além de evitar algum furo no reservatório quando o carro passasse por algum objeto solto nas vias. Essa posição incomum para a época fez com que o bocal ficasse na coluna traseira, do lado direito, o que acabou sendo uma das marcas do Chevette.

Foi em 1976 que chegou o famoso Chevette SL, um modelo mais requintado, que em alguns aspectos ia na contramão do que outras marcas ofertavam. Os bancos dianteiros tinham ajuste milimétrico e apoio de cabeça integrado, o acabamento era superior (o interior era todo marrom ou vinho), o isolamento acústico havia sido melhorado e, por fora, havia até alguns detalhes cromados.

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Em 1978 vieram algumas novidades importantes. A primeira foi uma reestilização do Chevette, que apresentou uma nova grade dianteira dividida. Além disso, a marca ousou ao lançar o Chevette de quatro portas, algo incomum para a época. Do mesmo tamanho do modelo duas portas, ele não fez sucesso por aqui. Continuou sendo feito, mas apenas para ser exportado para países vizinhos.

As mudanças visuais mais importantes, porém, só apareceram no começo dos anos 1980. Primeiro a marca atualizou a traseira, colocando lanternas maiores e um novo para-choque. Além disso, o Chevette passou a ser oferecido com motor 1.4 movido a álcool, além de ganhar versão hatch.

Essa opção tinha o tanque de combustível abaixo do porta-malas, para que o banco pudesse ser rebatido. Estava disponível nas versões básica ou SL, mas acabou não fazendo tanto sucesso, talvez por custar mais que o equivalente com a carroceria sedã.

Tudo isso parece ter vindo na hora certa. Em 198o, o Chevette alcançava a marca de 500.000 unidades produzidas, além de ter seu melhor ano de vendas no Brasil: impressionantes 94.816 unidades. Pouco tempo depois, em 1983, ele chegou a ser o carro mais vendido do país, quando emplacou 85.984 unidades.

Marajó e Chevy 500 são incluídos na família

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Foi em 1980 que apareceu o primeiro modelo derivado do Chevette, a perua Marajó. A ideia apareceu no mesmo ano em que o Chevette teve seu recorde de unidades vendidas, e o desenho da perua era bem parecido com o Kadett Caravan.

Como deveria ser, sua principal qualidade era a capacidade de carga, que variava entre 796 e 1.510 litros, com o banco rebatido. O modelo também tinha, como opcional, o ar-condicionado, item que também era ofertado para o restante da família.

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Algum tempo depois, em 1983, a Chevrolet lançou também a versão perua do Chevette, batizada de Chevy 500 (em alusão à capacidade de carga de 500 kg, incluindo motorista). Na época a marca foi criticada pela demora em lançar o modelo, já que em outros países a GM já tinha feito isso e por aqui a concorrência também (com Fiat Fiorino/City, Ford Pampa e VW Saveiro).

Mesmo assim, o Chevy 500 agradou em alguns aspectos, como o fato de ter tração traseira, algo que seus concorrentes não ofereciam. Se a transmissão permitisse, a base da caçamba poderia ser mais baixa, o que resultaria num volume maior de carga.

Versão S/R traz motor 1.6 e visual se inspira no Monza

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Se as versões especiais se concentravam mais no visual (leia mais abaixo), o Chevette S/R foi o que trouxe uma grande novidade na parte mecânica. O esportivo marcou a chegada do motor 1.6 à linha do Chevette, além de trazer um visual degradê, logo S/R na lateral e spoiler traseiro.

A grande mudança no visual de toda a linha do Chevette só apareceu em 1983. Inspirada no recém-lançado Monza, ela talvez tenha sido a maior de toda a sua história por aqui. Agora os faróis eram retangulares, a grade única tinha frisos horizontais, o capô tinha um novo formato e as lanternas eram maiores e também retangulares.

Os ocupantes também veriam mudanças significativas, tanto no painel quanto nas novas janelas com quebra-ventos. A linha de motores agora contava com o já conhecido 1.6 a gasolina e com a novidade do propulsor a álcool, também de 1,6 litro. Além disso, o Chevette recebeu o câmbio de cinco marchas, que foi muito bem aceito por seus engates precisos.

Em 1984, a linha do Chevette ganhou outra importante novidade: o câmbio automático de três marchas. O conjunto, que era importando da Austrália, não fez o sucesso que a marca gostaria. Em testes realizados na época, a aceleração de 0 a 100 km/h foi de 16,8 segundos, o que desagradava. Mesmo assim, ele foi mantido por algum tempo, até 1990.

Chevette Júnior não faz sucesso

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

As mudanças aplicadas ao Chevette continuavam a todo vapor. Em 1987, o modelo recebeu um novo estilo, que incluía para-choque de plástico com grade integrada e lanternas maiores.

Nesse mesmo ano apareceu uma jogada da Chevrolet. Como havia o controle de preços do Plano Cruzado, que impedia o aumento do valor de uma versão já existente, a marca lançou a nova versão SE. Ela chegava com novos instrumentos, luzes para controle de consumo e encosto de cabeça separado do banco, mas com preço superior à SL (que perdeu equipamentos e manteve o preço).

No ano seguinte, a versão SE passou a se chamar SL/E, padronizando-se a outros modelos na linha da Chevrolet, como Monza e Opala. Mas isso durou pouco tempo, pois em 1991 Chevette e Chevy passaram a ser vendidos apenas na versão DL.

Logo depois, para brigar com o novo Fiat Uno Mille, foi lançado o Chevette Júnior, em março de 1992. Era a primeira versão do modelo com motor 1.0, o que o colocava dentro do benefício tributário do governo. Equipamentos como encostos de cabeça dianteiros, retrovisor do lado direito, quinta marcha e lavador elétrico do para-brisa eram opcionais, e o acabamento era mais simples.

A recepção ao Chevette Júnior, porém, não foi das melhores. Ele até tinha um desempenho superior ao Uno Mille (seu 0 a 100 km/h era 3 segundos mais rápido), mas isso não compensava os problemas. O principal era o evidente projeto antigo, contra um carro mais prático e confortável da Fiat.

Em 1993, com vendas fracas, o Chevette Júnior recebeu sua pá de cal: a redefinição, por parte do governo, dos critérios para os carros populares, que pagariam apenas 0,1% de IPI. Como a Volkswagen conseguiu incluir nessa lista carros com motor 1.6 (como o Fusca Itamar e a Kombi), a Chevrolet correu e colocou também o Chevette 1.6. Pronto, o modelo Júnior 1.0 não era mais necessário.

Últimas novidades e o adeus, depois de 20 anos

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Depois da descontinuação da versão Júnior, o Chevette passou a ser oferecido apenas na configuração L, que tinha acabamento simples e apenas o motor 1.6 (em duas opções, gasolina ou álcool).

O Chevette não era mais páreo para os modelos mais modernos que estavam surgindo, como o próprio Uno. Suas vendas foram caindo cada vez mais e, em 12 de novembro de 1993, o último Chevette foi produzido. Foram mais de 1,6 milhão de unidades fabricadas, incluindo as 400.000 unidades exportadas.

A picape Chevy 500 DL resistiu mais algum tempo, até 1995, quando surgiu a versão picape do Corsa, que era o novo caçula na linha da Chevrolet.

Versões especiais

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Em 1975 apareceu a primeira versão especial do Chevette, chamada GP. Alusiva ao Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a edição esportiva foi o carro oficial do evento, e muitos pilotos puderam experimentar o carro naquele final de semana (dizem as más línguas que um piloto até “esqueceu” de devolver o carro).

Por fora, o Chevette GP era prata, com faixas pretas e a inscrição GP nas portas, e tinha faróis de neblina. Haviam também algumas diferenças estéticas no interior, mas o motor continuou sendo o mesmo 1.4 (a prática de lançar carros pseudo-esportivos já era comum naquela época).

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

Uma versão GP II chegou a ser lançada em 1977, essa com algumas alterações mecânicas (como aperfeiçoamento no comando de válvulas, distribuidor e carburador), o que fez o Chevette ficar 20% mais econômico. O modelo também tinha conta-giros, faróis auxiliares, retrovisor do lado direito e novas rodas, mas custava 10% a mais que o requintado SL.

Veja abaixo algumas outras versões especiais que o Chevette teve ao longo do tempo:

  • Especial (1975) – tinha um acabamento mais simples, sem calotas, frisos e carpete, em busca de um preço 10% menor.
  • Tropical (1976) – baseada na versão L, tinha rodas mais largas, retrovisor esportivo e rádio com toca-fitas, vindo na cor marrom com rodas beges (ou vice-versa).
  • Jeans (1979) – tinha cor externa prata, azul ou branco e interior de brim azul.
  • Ouro Preto (1980) – carroceria dourada, com faixas pretas (ou vice-versa).

Chevette – versões

  • Chevrolet Chevette Luxo (1973-1977)
  • Chevrolet Chevette Especial (1975-1980)
  • Chevrolet Chevette GP (1976 e 1978)
  • Chevrolet Chevette SL (1976-1990)
  • Chevrolet Chevette GP II (1977)
  • Chevrolet Chevette S/R (1981-1982)
  • Chevrolet Chevette SE (1987)
  • Chevrolet Chevette SL/E (1988-1990)
  • Chevrolet Chevette DL (1991-1993)
  • Chevrolet Chevette Junior (1992)
  • Chevrolet Chevette L (1993)
  • Chevy 500
  • Marajó

Chevette – preço

  • Chevette L, SL, SL/E, DL, SE 1.6 – entre R$ R$ 4.420 (1985) e R$ R$ 8.643 (1993)
  • Chevette Júnior – entre R$ 6.445 (1992) e R$ 7.453 (1993)
  • Chevy 500 – entre R$ 3.052 (1985) e R$ 6.286 (1995)

(Valores em junho de 2018, com base na tabela FIPE)

Chevette – motor, câmbio e desempenho

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)

A linha de motores do Chevette teve várias opções com o tempo. Uma das elogiadas em seu lançamento era o motor 1.6 a gasolina, com carburador de corpo duplo, que equipava a versão esportiva S/R em 1981. Nessa configuração, o modelo tinha 71 cv e 10,8 kgfm de torque.

Depois de sua remodelação visual em 1983, o Chevette passou a vir com motor 1.6 a álcool, que entregava 72 cv e 12,3 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas. Na mesma época o modelo também tinha o motor 1.6 a gasolina, de 69 cv e 11,8 kgfm de torque, sendo que o 1.4 equipava apenas os modelos exportados.

Esse mesmo motor 1.6 foi modificado em 1988, recebendo pistões e bielas mais leves, além de um novo carburador. Com isso, ele alcançava 81 cv e 12,9 kgfm de torque (com álcool) ou 78 cv e 12,6 kgfm (gasolina).

O motor mais fraco (e mais criticado) da linha certamente foi o 1.0 usado no Chevette Júnior. Ele entregava apenas 50 cv e 7,2 kgfm de torque, demorando 21,6 segundos para chegar aos 100 km/h. A máxima era de 131 km/h.

Veja abaixo um resumo dos motores usados pelo Chevette:

  • 1.0 (1992-1993) – Junior: 50 cv e 7,2 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 21,6 segundos. Vel. máxima: 131 km/h.
  • 1.4 (1973-1976) – Especial, Standard, L, SL: 69 cv e 9,8 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 19,1 segundos. Vel. máxima: 140,6 km/h.
  • 1.4 (1976-1980) – SL, GP, GP II: 72 cv e 10,8 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 17,4 segundos. Vel. máxima: 150 km/h.
  • 1.4 (1976-1980) – Standard, L: 69 cv e 10,1 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 19,5 segundos. Vel. máxima: 142 km/h.
  • 1.4 Álcool (até 1982): : 69 cv e 10,1 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 19,5 segundos. Vel. máxima: 142 km/h.
  • 1.6 (1981-1982) – S/R: 76 cv e 11,6 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 16,5 segundos. Vel. máxima: 160 km/h.
  • 1.6 Álcool (1983-1987) – Standard, SL e SE: 72 cv e 11,3 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 15,1 segundos. Vel. máxima: 160 km/h.
  • 1.6/S (1988-1994) – L, SL, SL/E, DL: 78 cv e 12,6 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 14,1 segundos. Vel. máxima: 160 km/h.
  • 1.6/S Álcool (1988-1994) – L, SL, SL/E, DL: 81 cv e 12,9 kgfm. Aceleração 0 a 100 km/h: 13,8 segundos. Vel. máxima: 160 km/h.

Chevette – consumo

O consumo do Chevette Júnior, segundo os dados divulgados, era de 9,2 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada. No caso do modelo mais antigo, que tinha motor 1.4, as médias eram de 11 km/l e 14 km/l, respectivamente.

Já o Chevette com motor 1.6, o que inclui últimos modelos fabricados, tinha um consumo de 10,4 km/l em trechos urbanos e 13,7 km/l nos trechos rodoviários.

Chevette – ficha técnica

Motor

1.0

Tipo

Dianteiro, Longitudinal e Gasolina

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

998

Válvulas

8

Taxa de compressão

8,5:1

Alimentação

Carburador

Potência Máxima

50 cv a 6.000 rpm

Torque Máximo

7,2 kgfm a 3.500 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Traseira

Freios

Tipo

Discos sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Sem assistência

Suspensão

Dianteira

Independentes, braços sobrepostos

Traseira

Eixo rígido

Rodas e Pneus

Rodas

n/d

Pneus

n/d

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.193

Largura (mm)

1.570

Altura (mm)

1.324

Distância entre os eixos (mm)

2.395

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

420

Tanque (litros)

58

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

876

Peso bruto total (kg)

1.296

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

n/d

 

Motor

1.4

Tipo

Dianteiro, Longitudinal e Gasolina

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.398

Válvulas

8

Taxa de compressão

7,8:1

Alimentação

Carburador

Potência Máxima

69 cv a 5.800 rpm

Torque Máximo

9,8 kgfm a 3.200 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de quatro marchas

Tração

Tipo

Traseira 

Freios

Tipo

Discos sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Sem assistência

Suspensão

Dianteira

Independentes, braços sobrepostos

Traseira

Eixo rígido

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 13 polegadas

Pneus

155 R13

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.120

Largura (mm)

1.570

Altura (mm)

1.320

Distância entre os eixos (mm)

2.390

Capacidades

Capacidade de carga (litros)

150

Tanque (litros)

45

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

870

Peso bruto total (kg)

n/d

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

n/d

 

Motor

1.6

Tipo

Dianteiro, Longitudinal e Gasolina

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.599

Válvulas

8

Taxa de compressão

8,5:1

Alimentação

Carburador

Potência Máxima

73 cv a 5.200 rpm

Torque Máximo

12,6 kgfm a 3.200 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Traseira

Freios

Tipo

Discos sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Sem assistência

Suspensão

Dianteira

Independentes, braços sobrepostos

Traseira

Eixo rígido

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 13 polegadas

Pneus

175/70 R13

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.193

Largura (mm)

1.570

Altura (mm)

1.324

Distância entre os eixos (mm)

2.395

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

420

Tanque (litros)

58

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

910

Peso bruto total (kg)

1.330

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

n/d

Chevette – fotos

Chevette: história, versões e modelos (do caçula da GM)
Nota média 4.7 de 7 votos

Viny Furlani

Viny Furlani

Formado em Gestão de Negócios, trabalha no segmento automotivo há mais de 15 anos. Em 2009, passou a escrever avaliações e notícias sobre carros, totalizando mais de 2.000 artigos, em vários sites. Além das matérias escritas para o NA, também cuida das mídias sociais do site.

  • Ricardo

    De todos os carros das antigas só o Passat presta.

    • Djalma

      Tive um 1975. O único problema era o câmbio duro e as vezes a alavanca saia nas mãos. Tive um Chevette 1974 também cor de gema.

      • Ricardo

        Isso o Chevette né? Câmbio do Corcel também era uma porcaria.

      • MarcioMaster

        Aprendi a dirigir em um 76, o cambio era horrivel, engatar a ré ao invés da primeira era muito facil, porem o problema foi resolvido nos modelos 77 para cima.

      • Luis Burro

        Kkkkk…este é o verdadeiro carro na mão!

    • Zé Mundico

      Outro muito bom era o Dodge Polara, inclusive muito melhor que o Chevette.

      • Vitor

        O Polara estava um nível acima do Chevette e do Corcel.

      • Em termos de conteúdo e modernidade, sim, o Polara era um carro de nivel um tanto superior que o Chevette. Mas em termos de confiabilidade e pós venda, foi uma catástrofe.

        • Marcelo Martins

          Pq ?? meu pai teve um Polara 77 e um 79 que dirigi muitoooo, adorava o carro aguentava tudo, muito forte, não dava problemas, arregaçava aquele carro e nem barulho interno tinha !!!

          • Eu, particularmente, não tive contato com o carro. Mas é algo muito disseminado no mundo do automóvel. Talvez o abandono precoce do mercado nacional pela Dodge possa ter sido decisivo nesta visão que prevaleceu.

            • Marcelo Martins

              Sim com a saída da marca deve ter dado uma desvalorizada … mas não lembro ….

          • Gutto Morais

            Um tanque de guerra…..Tanto que 99% dos Polara estão no ferro velho…

            • Marcelo Martins

              Claro que estão no ferro velho !!! e onde estão os 99 % dos carros das outras marcas fabricados ha 40 anos atras ?? todos rodando pela cidade né ??? Ha sim … ultimamente qdo saio na rua parece que voltei aos anos 70 … só vejo carros daquela época por todo lado todos novinhos e firmes … impressionante !!!

              • Gutto Morais

                Eu vivo em encontros de carros antigos e trabalho na área, eu sei os carros que ainda tem aos montes(que resistiram ao tempo) e os que desapareceram do mapa. Você não entende nada de carros antigos e é por isso mesmo deveria guardar teus comentário pra assuntos que você realmente tenha algum conhecimento.

                • Marcelo Martins

                  Quer comparar o volume de produção do Polara com outros da VW GM, Ford e etc ?? … além de ser bem menos a marca fechou as portas no inicio dos anos 80, ai se cria muito mais dificuldade para se manter um modelo e fora que VW, GM e Ford estão no país muitas décadas antes da Crysler tem adoradores e fãs clubes bem mais estruturado, lógico que vai ter mais carros dessas marcas, vc pode conhecer carros antigos mas não sabe equacionar e analisar …

                • Marcelo Martins

                  Só para vc ter uma noção da bobagem que vc está falando o Polara foi fabricado de 1973 a 1981 (8 anos) com um volume total de 92.665 unidades e a fabrica fechou neste mesmo ano de 81, o Chevette foi fabricado de 1973 a 1993 (20 anos) e qtd estimada de 1.600.000 unidades e a GM não fechou e manteve muitas peças, então não precisa ser muito inteligente para ver qual carro tem mais chace de sobreviver 40 anos depois, não é ? Como uma pessoa que vive e trabalha com carros antigos não sabe mensurar isso ??? e vem falar asneira dando uma de entendido …dá para ver o qto de conhecimento vc tem …

                  • Gutto Morais

                    Vamos mudar a comparação então. Em encontros de antigos vejo 10 Dodge Dart/Charger/Magnun pra cada Dodginho Polara. Mais fácil entender? Quase ninguém gosta ou conhece este carro. Não tenho nada contra ele, nunca nem dirigi, aliás, foi um dos raros carros nacionais que não dirigi dentre centenas.

      • Marcelo Martins

        Sim, um ótimo carro !!!! prefiro o Polara ao /Chevette …

      • Gutto Morais

        Tão bom que não existe mais quase nenhum rodando no Brasil…90% dos Brasileiros nem sabem que carro que é…

        • Zé Mundico

          Claro, vendeu muito menos que o Chevette, você queria que fosse eterno? Apesar disso era muito melhor em conforto, desempenho e mecânica.

          • Marcelo Martins

            Com certeza, meu pai teve 2 um 77 e outro 79, carro muito bom, forte.. o cara é um nó cego não sabe mensurar volume de produção e fora que a marca saiu do Brasil no início dos anos 80…

    • SamuraiBlue

      Toyota Bandeirantes

    • Iran Borges

      Totalmente de acordo. Tive um passat 82 1.6 q andava muito. Tmb tive um chevette 88 1.6 a álcool: pense num lixo… Até hj quando vejo um chevette desses na rua me dá vontade de me esconder e fazer o sinal da cruz

    • Gutto Morais

      Melhor poder ler tamanha idiotice do que ser cego….

      • Ricardo

        Me cite um carro anterior a 1985 melhor ou igual ao Passat?

        • Gutto Morais

          Não vou nem perder meu tempo com uma pergunta tão idiota. Seria o mesmo que discutir com um chimpanzé….Vão jogar video game crianças!

  • É legal conhecer a história dos nosso carros.

  • Zé Mundico

    Até hoje eu não entendo o problema do Chevette com água. Bastava passar numa poça de água para o bichinho começar a engasgar e morrer. Em dias de chuva dava para sair contando os Chevettes parados atrapalhando o trânsito.
    Outro problema crônico com água era no porta-malas, acho que entrava pela borracha ou pelo paralama traseiro, sei lá…..daí para criar ferrugem no piso era questão de mêses.
    Além disso, também entrava água pela ventilação, o que as vezes provocaca uma “goteira” em cima do pedal do acelerador.
    Outro calo era a suspensão, parece que era problema de pivô ou dos terminais, não lembro bem. Mas quando começava a bater, era uma porrada só..
    No mais, era um carrinho confortável e econômico, pois só perdia em economia para o Fiat 147.
    E os Chevettes até 75 ou 76 vinham com motores japoneses da Isuzu, que a GM importava por ainda não ter fábrica de motores pequenos no país. Naquela época, fabricava apenas os motores do Opala e das picapes C-10 e C-14.

    • zekinha71

      Os GMs dos anos 70/80 tinham uma amor pelo cupim de ferro, no Opala era nas caixas das rodas, no Chevette isso que vc descreveu, no Monza hatch as portas e a tampa do porta malas, meu irmão teve um que a tampa separou a parte interna da externa de tanto cupim, e no fim o que sobrou do Monza foi pro ferro velho.

    • MarcioMaster

      Todos os carros daquela epoca tinham problema com agua, isso devido ao sistema de distribuição.

      • Schack Bauer

        Acho que depende de onde estivesse localizado o distribuidor. No Chevette devia ser bem baixo. Na época o pessoal sabia de cor qual carro era melhor que os outros nessa questão do alagamento.

        • Era por conta da posição do distribuidor, mesmo. Todos os carros daquela época eram susceptíveis a paralisação em caso de umidade no distribuidor, mas aqueles que tinham a peça localizada em locais mais distantes da presença de água de alagamentos sofriam bem menos.

        • T1000

          Na época tinha-se o costume de embalar o distribuidor com lona plástica. Quem não fazia isso,estava sujeito a ficar parado na chuva.

    • Schack Bauer

      O espaço no banco traseiro era muito ruim também, ainda mais que o banco ia até o chão, e não dava pra colocar os pés ali.

  • Eduardo Sad

    Que saudade do Chevette do meu pai! Passou passou passou…

  • zekinha71

    O carro nasceu sem quebra vento e morreu com, vai entender,

    • Schack Bauer

      Verdade, tinha até um que era vendido como acessório, de acrílico. Meu tio tinha um desses instalado no chevette dele.

  • Eduardo Brito

    O que pouca gente sabe é que a Chevrolet chegou a testar o motor 2.5 do Opala nele, mas isto foi antes da crise do petróleo de 79, então a Chevrolet acabou desistindo da ideia.

    • Tinha muito caboco que meteu os 2.5 em Chevettes. Não era uma adaptação tecnicamente fácil, mas era comum. Tanto que não era difícil encontrar oficinas especializadas na mudança.

      • Gutto Morais

        Adaptação facílima, não sei de onde que tu tirou que é complicada…

        • Acho que foi um erro de semântica de minha parte. A palavra certa não é “complicada”, mas sim “custosa”. O valor gasto muitas vezes suplantava o valor do carro.
          Abraço.

    • Gutto Morais

      A crise do petróleo começou em 1973 e não 1979.

      • Eduardo Brito

        Na verdade teve duas, a primeira em 73 e a segunda em 79, devido a revolução iraniana.

  • Cleidson

    Sonho em ter um quatro portas.

  • Schack Bauer

    Quando eu era moleque, achava esses piscas dianteiros parecidos com uma linguinha de fora kkkk

  • Jossimar Pádua Júnior

    “lavador elétrico do para-brisa eram opcionais” como assim? Tinha que usar na mão?

    • José Luís

      tinha uma bombinha que tu acionava com o pé!! Tive dois e aprendi a dirigir nos da família!

      • Jossimar Pádua Júnior

        Que difícil dirigir … tipo 4 pedais hahaha os 3 padrões + 1 pro limpador hahaha

        • Edu

          Pior era um Jeep 56 do meu pai: o limpador (palhetas) do para-brisas era manual. Imagine ter que dirigir na chuva com uma mão no volante e a outra movendo a alavanca do limpador.

          • zekinha71

            No meu 63 só o do passageiro que era manual, os pessoal gostava de andar na chuva só pra acionar o limpador.

            • Edu

              Talvez fosse assim também no do meu pai, eu era um garoto e foi o que consegui lembrar.

        • Não era um pedal, e sim uma sanfoninha de borracha pregada entre a porta e o pedal de embreagem. Uma coisa bem tosca, realmente.

          • MauroRF

            Os VW nos anos 80 ainda tinham, né? Eu lembro de Voyages e Paratis com essa sanfoninha de borracha mais ou menos no lugar de descanso do pé.

        • MaurícioVSP

          Corcel 75 LDO tinha mais um, não pedal, mas um botão no assoalho, era para ligar o farol alto (na coluna da direção era só facho, não travava). Chevette SL de 1979 tinha já botão para água do para-brisa na coluna). Bom mesmo eram os Fuscas mais antigos (anos 60) que tinham uma garrafinha de borracha para você apertar e espirrar a água (embaixo do painel).

        • Gomes

          Os primeiros fuscas tiveram o chamado Saco de Boi, que ficava abaixo do cinzeiro e apertava com a mão

        • zekinha71

          E alguns veículos pra acender o farol alto tinha que pisar em um botão do assoalho do lado do pedal da embreagem.
          Tive um Jeep que era assim, e tem também as pickups que o “freio de mão” fica lá embaixo no pé.

        • Unknown

          Um Opala comodoro que meu tinha era assim também, apesar de ser considerado de categoria superior ao Chevette. Itens que são mais do que básicos hoje em dia, há muito tempo atrás não eram tão comuns…

      • Cansei de usar as bombinhas em Fuscas.. Ficavam ali ao lado esquerdo do pedal da embreagem.

      • Joel Silva dos Anjos

        Meu pai tinha um Opala 74 com essa bombinha de pé. Tinha esquecido desse detalhe e lembrei hoje. Também tinha o botão de farol alto no pé kkkkkk

    • Gutto Morais

      Só o ejetor de agua e não os limpadores….

  • Alexandre

    Entre 92 e 94 os motores a gasolina e álcool perderam uns 2 cv devido uso do catalisador.

  • Maycon Farias

    Saudades dessa época, meu pai teve vários.

  • Mangaba

    A nostalgia hoje faz dele um carro clássico. Mas na época era considerado um carro muito ruim e problemático.
    É como o Fusca: Barulhento, gastava feito um motor 6 cilindros, esquentava dentro, fácil de consertar porém exigia reparos constantes etc. No campo das piadas, nem “carro” era.
    As pessoas diziam:
    – Veio de carro?
    – Não, vim de Fusca.
    Outro que está virando clássico (!) é o Fiat 147. Reconhecido antigamente por ter 147 problemas.

  • Augusto Brum

    O Chevette é umas das provas de que a GM sempre fabricou e fabrica carros bons aqui no país! E uma coisa é certa, a GM não tem nenhum carro considerado “bomba” aqui no Brasil, mesmo tendo importado alguns modelos (aqui no Brasil muito carro importado é considerado bomba por causa da falta de peças…), nenhum tinha graves problemas.

    • Gomes

      Talvez o Ágile e Sonic tenham sido as piores experiencias. O outro foi Monza Hatch 1.6 com câmbio 4 marchas, mas corrigiram rápido. E não quis dizer que foram bombas.

    • T1000

      É uma prova que a GM vende até hoje carcaças com motor de Chevette kkkkkkk

  • Mario Souza

    Na minha família tinha um chevette 74, vinho, muito caidinho o carrinho, depois foi um chevette 78 cor de gema de ovo que era o carro, tanto que foi roubado andando nas ruas do rj. Eu tinha passado o fds lavando e encerando o carrinho e as rodinhas, daí acho que os bandidos deram valor a todo meu trabalho e levaram ele. Nada melhor que andar num carrinho tração traseira que você entra numa curva so na reduzida do motor saindo de traseira. kkkk
    Antes de casar minha esposa tinha um chevette DL que anunciei numa tarde nos jornais e assim que saiu a publicação no dia seguinte foi vendido as 07:30h da manhã.
    Nada de tecnologia mais tudo de bom de dirigir. Hoje em dia como tudo que há, só tem valor o nome, todo o restante deixou de ter importância!

  • Luis Burro

    Ah,agora sim uma matéria mais completa!
    Sempre confundo ele com o Monza achando q é um derivado.
    Sendo Opel como q ele tinha tração traseira e pq adoção de quebra ventos depois,aliás pra q servia o quebra vento?

  • Luis Burro

    A primeira geração foi a mais bonita,no tempo dos parachoques de metal.Nossa deu saudade dos Corcel e outros desta época tbm!😢🤗

    • Marcelo Martins

      Tb sinto saudades !!!!

  • Natán Barreto

    Naquela época a Chevrolet já nos dava produtos inferiores. Em 1980 ela lançava a Marajó com a carroceria do Kadett Caravan europeu que tinha saído de linha um ano antes, em 1979. Só reaproveitamos o maquinário.

    O Chevette conviveu com o Monza que na Europa era a nova geração do Kadett. Enquanto lá eles se atualizavam a gente recebia o novo em uma categoria superior tal qual ela fez 20 anos depois com Astra e Vectra.

    • Gomes

      Se hoje que o Brasil está um pouco melhor já é assim, pq naquele época seria diferente? Imagina uma multinacional investindo num país de ditadura militar…

    • marc west

      Vc tem razão quanto ao aproveitarem maquinário de carros descontinuados na Europa. Com o Chevette Hatch foi a mesma coisa.

      Agora vc se confundiu com o Monza. Ele era o similar ao Opel Ascona. O Opel Kadett teve ainda 2 evoluções depois do Chevette (Kadett C), o D e o E. O D serviu de inspiração para alguns detalhes do facelift do Chevette. Já o E foi o mesmo Kadett lançado no Brasil (com 5 anos de atraso em relação ao europeu).

    • Gutto Morais

      O Chevette era o Kadett e não Monza. Tanto é que o Kadett e o Monza eram vendidos ambos na Europa e como carros distintos. Na Europa o Monza se chamava Ascona que la ja existia nos anos 70, bem antes de ser lançado aqui. Normal no Brasil a gente ser atrasado em relação a Europa, sempre foi e ainda é…

  • kirig

    Tive um
    Afrouxei a mola do acelerador,, coloquei giglês maiores e filtro de ar de menor resistência. Melhorava muito.
    A tração traseira também era demais!!
    saudade!

  • Gomes

    Uma das características criticadas na época: pedais tão próximos que pareciam teclas de máquina de escrever. Já tive a experiência de pisar na embreagem para muda de marcha na estrada e pisar no freio junto…kkk

  • Alvarenga

    Saudade de uma opção barata com tração traseira ! Outra grande qualidade era o trambulador, diretamente da alavanca para a caixa, dava até pra sentir o engrenamento na alavanca. Se fizessem algo equivalente hoje eu compraria.

  • Razzo

    Interessante a evolução dos motores: em 1992 um motor 1.0 tinha potência máxima de 50 cv a 6.000 rpm e torque máximo de 7,2 kgfm a 3.500 rpm (taxa de compressão de 8,5:1). Hoje um Firefly 1.0 tem 77 cv (nem é o mais potente do segmento) e 10,9 kgfm de torque máximo (taxa de compressão de 13,2:1).

    • T1000

      O do Ka tem 85cv, e os turbos na faixa dos 110 a 120cv.

  • Gutemberg Ferreira

    Esse foi meu primeiro carro, adquirido quando eu tinha 18 anos. O modelo era 1986, a álcool, numa cor dourada que eu chamava de ‘cor de burro quando foge’, adquirido em 1996 e apelidado carinhosamente de maestro pq era um ‘conserto’ em cada esquina. Passei a andar mais de ônibus depois que comprei o carro do que antes de fazê-lo de tanto que ficava na rua.

    Aprendi de forma quase instintiva a dominar o contraesterço, pq o que esse carro saia de traseira não era brincadeira…

    Fazia 3,5 km/l de álcool pq estava com o carburador furado. Lembro até hoje que um carburador novo custava R$ 350,00 mas eu não tinha dinheiro pra comprar.

    Ele não tinha alarme (muito menos seguro), por isso o dono anterior colocou um ‘segredo’ que não passava de uma chave liga/desliga que cortava a ignição impedindo, assim, a partida. Essa engenhoca ficava encondida por trás do forro abaixo do volante. Uma noite, saindo de uma festa, o carro não pegou na partida. Depois de muito empurrá-lo pra tentar fazê-lo funcionar, lembrei do bendito ‘segredo’ cujo um dos fios havia se soltado. Quando tentei recolocá-lo, levei um baita choque e caí sentado, meio tonto, ao lado do carro…

    Boas lembranças

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