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Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Umas das picapes mais famosas e importantes para a Chevrolet, a Silverado está completando 20 anos de existência. Além do projeto tocado pela General Motors, a Silverado ganhou uma irmã gêmea nas mãos da GMC chamada de Sierra.

Mas vamos primeiro falar da Chevrolet Silverado que foi vendida no Brasil.


Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Chevrolet Silverado no Brasil

A Chevrolet Silverado teve vida curta no país do Carnaval, foram apenas 4 anos de vendas quase inexpressivas, inicialmente produzida na Argentina, e a partir de 1999 por aqui. O modelo teve a infelicidade de ser lançado no mesmo ano que a Ford trouxe a F250, em vários sentidos um produto superior.


A picape veio apenas na versão de cabine simples, a C1500 americana. As versões eram a Standard e a DLX, mais luxuosa.

Na terra do Tio Sam, ela era a chamada C/K Series de quarta geração, que tinha sido lançada em 1987.

Inicialmente a Silverado foi lançada com duas opções de motorização, sendo uma a diesel – MWM Sprint Turbo 6.07T, 4.2 litros de seis cilindros com 168 cavalos e 43,3 kgfm de torque, fabricado pela Maxion – e uma a gasolina 4.1 também seis cilindros com 138 cavalos e 30,7 kgfm de torque.

Ambas as versões tinham câmbio manual de 5 velocidades.

Uma curiosidade sobre o motor 4.1 a gasolina é que se tratava do mesmo motor do Chevrolet Omega, que tinha sido uma evolução do antigo motor 4.1 do Opala. Ele foi recalibrado para entregar mais força em baixas rotações.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Além dessas duas opções de motores, existiu uma versão com o motor Maxion S4, que era um quatro cilindros 4.1 aspirado a diesel de apenas 90 cavalos, voltado para o mercado de entrada e de veículos comerciais.

Um dos grandes diferenciais da Silverado em relação a outras picapes vendidas por aqui, era a boa construção e um acabamento bem caprichado.

Em termos de equipamentos de série, a Silverado Standard tinha itens como banco inteiriço com encosto de cabeça, vidros verdes, brake-light, freios ABS nas rodas traseiras, direção hidráulica e rodas de aço aro 16.

A Silverado DLX adicionava banco bipartido, vidros elétricos, volante com regulagem de altura, travas elétricas, retrovisores elétricos, alarme com controle remoto e trava central, rodas de alumínio aro 15 com pneus 255/75 e ar quente.

Os opcionais eram ar-condicionado, ABS também nas rodas dianteiras, rádio com toca-fitas ou CD, cores metálicas de pintura da carroceria, estribos laterais e vidro traseiro basculante.

Por conta do seu porte, ela tinha espaço e dimensões bem generosas e isso também fez com que ela acabasse por não ter uma vida tão longa por aqui.

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Em 1999 a Silverado ganhou uma versão especial chamada Conquest.

Mesmo tendo uma baixa procura, por conta do seu tamanho e de seus motores ela ainda conseguiu ter a companhia – mesmo que de forma bem discreta – a chamada Chevrolet Grand Blazer, que na verdade era a Chevrolet Tahoe com outro nome.

A Grand Blazer foi lançada apenas na versão mais luxuosa DLX, mas a grande desvalorização do real em 1999 fez com que seu preço ficasse impraticável e logo em seguida ela saiu de linha.

Logo depois de seu lançamento, as coisas foram piorando para a Silverado, que perdeu o motor a gasolina, já que o Omega havia deixado de ser produzido no Brasil. Ela continuou apenas com o motor diesel, mas suas vendas eram muito fracas perante a Ford F250, que agradou muito mais o público brasileiro.

Além da Chevrolet Silverado a marca também trouxe por cerca de um ano a GMC 3500 HD, que nada mais era que uma versão da GMC Sierra.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Atualmente a Chevrolet conta apenas com a S10 como picape média e a Montana – derivada do Agile – como picapes de passeio no país.

Não existe no momento planos da marca de trazer a Silverado ou a GMC Sierra ao nosso mercado.

Chevrolet Silverado: o início nos EUA

Se você já ouviu falar da Chevrolet Silverado antes de 1998, foi porque esse nome era usado como designação de versão de acabamento por várias picapes e utilitários esportivos da GM entre meados de 1975 e 1999.

Antes de se tornar um modelo próprio, o nome Silverado era considerado a versão de luxo e mais completa de modelos como as caminhonetes C/K e utilitários esportivos como as Suburbans e Tahoes, assim como outros nomes dentro do grupo General Motors que eram versões que acabaram por virar nome do modelo em si.

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No caso do irmão fabricado pela GMC, o Sierra, a história era basicamente a mesma, onde o nome era sempre associado como a versão mais cara e luxuosa de picapes e utilitários da marca, como por exemplo Sierra Classic e High Sierra.

Apesar de serem basicamente o mesmo modelo, Sierra e Silverado guardam características e peculiaridades próprias de cada marca, e não estamos apenas nos referindo a troca de logotipos e outros detalhes.

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Alguns acertos de suspensão, câmbio e motorização eram feitos para que os modelos pudessem seguir suas vidas de acordo com a marca a qual foram designadas.

Outro ponto de suas histórias que podemos acrescentar aqui era que ambas tinham versões topo de linha com as mesmas características e nomes alusivos a cada marca, como por exemplo a versão topo de linha da linha Silverado se chamava High Country e a sua equivalente na GMC Sierra era chamada de Denali.

Primeira geração da Silverado: 1998 a 2007

Sob os cuidados do designer Ken Sohocki, responsável pelos desenhos originais da Silverado e da GMC Sierra em 1998 o Grupo GM tinha duas picapes leves – para a época eram consideradas leves e médias – que de leves só tinham o nome.

No quesito motorização a Silverado vinha com opções de motores a diesel ou gasolina sempre na configuração V6. No mercado norte-americano existiam também versões com motor V8, que poderiam vir acompanhadas com câmbios automáticos de 4 velocidades.

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No quesito design, um dos pontos mais marcantes da Chevrolet Silverado eram os faróis retilíneos duplos divididos pela barra cromada que carregava o logo dourado da Chevrolet.

As laterais tinham um desenho limpo e simples que faziam a picape parecer maior do que realmente era.

Na traseira da Silverado, lanternas verticais simples completavam o conjunto estético que davam a picape um desenho simples, porém bastante robusto.

A picape poderia vir na configuração de cabine dupla e quatro portas ou com cabine estendida e portas traseiras do tipo suicidas.

Apesar de ser considerada “leve” a picape era bem grande com seus 5,10 metros de comprimento com entre eixos de 3,12 metros e pesando cerca de 1755 kg.

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O motor V6 da Silverado americana rendia 180 cavalos a 4200 rpm e gerava 34,7 kgfm de torque bruto, para o motor movido a diesel, a potência ficava na casa dos 168 cavalos a 3800 rpm e gerava 43,3 kgfm de torque.

No interior da Silverado eram encontrados materiais de boa qualidade e peças bem construídas e bem encaixadas.

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O painel era completo e bastante intuitivo. Todos os comandos do painel tinham fácil acesso ao motorista, por conta do desenho mais voltado para o mesmo.

No caso da irmã Sierra o desenho exterior era levemente mais discreto que a Silverado.

Ao invés de faróis duplos divididos por uma barra cromada, no início eram apenas faróis quadrados com as luzes de indicação de seta, adornados com uma grade cromada e o logo GMC em letras garrafais pintadas de vermelho bem ao centro.

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Já para os modelos produzidos entre o final dos anos 80 e inicio dos 90 ela adotaria a mesma linguagem visual, exceto pela barra cromada.

Os faróis duplos eram contornados pelo cromado da grade e no centro havia apenas a inscrição GMC.

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Na traseira a mesma solução de lanternas e estilo mais limpo era visto.

O painel e o interior repetiam a mesma padronagem da irmã Silverado, com pequenas alterações de tecido e cores do estofamento. Voltando para a Silverado, ela ganhou um pequeno facelift em meados de 2002 quando seus faróis duplos ficaram mais afiladas e pontiagudas.

A grade agora tinha formato trapezoidal e o logo era sustentado por duas barras cromadas. Na traseira, as lanternas contavam com um desenho novo com elementos semicirculares.

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Para o interior, novos revestimentos e novas opções de cores eram oferecidas. Já para a GMC Sierra ela ganharia a partir de 2006 uma nova roupagem com direito a uma grade maior e uma carroceria que seria vista na Silverado apenas em 2007.

Com seus novos faróis mais retilíneos e grade maior e com mais cromados a Sierra ganhava mais destaque do que sua irmã da grava dourada.

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Antes de mudar de geração em 2007, a Silverado ganhou versões com motores e pacotes visuais muito interessantes como a versão SS.

A Silverado SS foi apresentada no início de 2003, baseada na versão 1500 da picape e vinha com um motor V8 6.0 de 345 cavalos de potência e 52,5 kgfm de torque a 4000 rpm.

O mesmo motor era compartilhado com a Cadillac Escalade e a GMC Sierra.

Outra versão com motorização pouco convencional para uma picape foi apresentada em 2004, a chamada Silverado Hybrid, que combinava um motor V8 a um motor elétrico, que juntos produziam cerca de 300 cavalos.

Segunda geração da Silverado: 2007 a 2014

Como mencionado anteriormente, a Chevrolet Silverado e GMC Sierra veio com uma nova carroceria e nova plataforma, sendo apresentado no final de 2006 já como linha 2007.

No ano de 2007 a Chevrolet Silverado ganhou o prêmio de picape do ano da América do Norte pela conceituada revista Motor Trend.

Novos motores também foram adicionados na segunda geração dos modelos que agora tinham mais potência e torque.

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No quesito design, a Chevrolet Silverado agora contava com um visual mais parrudo e mais retilíneo que sua geração anterior.

A dianteira contava com faróis mais quadrados e ainda duplos – marca registrada do modelo – e sua grade tinha ficado mais larga e a barra cromada central mais grossa e o logo da Chevrolet agora ganhava um contorno para não desaparecer no meio de tanto cromo.

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As laterais antes simples e lisas da Silverado, agora ganham músculos nas versões mais simples e detalhes bem mais ressaltados nas versões 2500 e 3500 – que basicamente eram caminhões, devido ao seu porte.

Na traseira, assim como nas laterais, um novo vinco era adicionado na tampa da caçamba para dar mais volume e destaque visual.

Agora o logo da gravata dourada fazia parte do conjunto. As lanternas ganhavam um desenho mais encorpado e saia de cena os desenhos semicirculares e entram no lugar um desenho mais moderno e retilíneo.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

No painel da nova Silverado, vemos um desenho mais moderno com o emprego de novos materiais de acabamento e novos revestimentos, que incluíam também até imitação de madeira.

Tons mais escuros contrastavam com cores mais claras do estofamento e davam ar de requinte ao interior da Silverado.

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No caso da GMC Sierra, os faróis duplos estavam levemente mais retangulares que os encontrados na Silverado, assim como a grade que se encontrava mais quadrada e com menos cromado que sua irmã.

Os faróis de milha tinham formato mais redondo e as laterais tinham as caixas de roda com desenho mais quadrado do que era visto na Silverado por exemplo.

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A traseira de ambas as picapes era praticamente a mesma, o senão ficava pelo logo da GMC que ficava no canto inferior da tampa da caçamba e pelo nome estampado do outro lado.

O interior também seguia a mesma ideia da irmã Silverado, mas com outras combinações de cores e texturas que deixavam o interior com ar mais sóbrio que a irmã.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Novos motores também eram vistos na segunda geração das picapes.

Eles poderiam vir com opções de motores 4.3 litros V6 a 6.2 litros V8 com cerca de 330 cavalos em média. As novas picapes estavam levemente maiores que suas antecessoras e passavam facilmente os 5,84 metros de comprimento.

Terceira geração da Silverado: 2014 a 2018

Em dezembro de 2012 era anunciada a terceira geração da Chevrolet Silverado e da GMC Sierra. Ambas foram apresentadas pela primeira vez durante no Salão do Automóvel de Detroit nos Estados Unidos.

As novas gerações das picapes mais vendidas do Grupo GM trocaram de plataforma, substituindo de vez a antiga plataforma 900 pela moderna K2XX.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

No quesito motorização, a terceira geração da Silverado conta com três opções de motores a gasolina, sendo um 4.3 litros V6 e dois com opção V8 – 5.3 ou 6.3 litros – respectivamente.

Para a nova identidade visual do Silverado, a Chevrolet contratou o designer Kevin O’Donnell, que deu as novas picapes um aspecto bem mais agressivo do que os modelos anteriores.

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Os faróis da Silverado ficavam maiores e mais retangulares que os da geração passada, a grade dianteira ficava maior e mais quadrada – na versão Midnight ela vinha toda em preto brilhante assim como o logo da Chevrolet – e nas laterais, as caixas de roda eram bem delineadas e quadradas também, reforçando o aspecto musculoso da nova picape.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Na traseira, linhas simples e lanternas com elementos retangulares e luzes de freio e ré com tamanho diminuto.

Por dentro, a Silverado ganha mais requinte e sofisticação com a adoção de novos materiais e um acabamento mais luxuoso, pouco lembrando uma picape e mais um utilitário esportivo ou um sedan grande.

Agora o modelo contava com o sistema MyLink e o serviço OnStar – que funcionava como concierge pessoal e até auxiliava no resgate caso o veículo se acidentasse.

Materiais nobres e novas padronagens de tecidos davam mais requinte a cabine que no início da carreira tinha por objetivo ser apenas robusta.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Para a GMC Sierra, as mudanças na dianteira se concentravam na nova grade que ficavam bem maior e com desenho mais trapezoidal, e os novos faróis que agora tinham assinatura em LED em formato de “C”.

As laterais seguiam o mesmo estilo da irmã da GM, com caixas de roda bem delineadas e musculosas.

Na traseira a principal diferença entre elas era o fato de a Sierra usar um conjunto em LED e desenho mais dinâmico e moderno em relação ao desenho tradicional e evolutivo da Silverado.

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Ambas as picapes receberam um pequeno facelift em meados de 2016 que deu uma sobrevida as duas até a chegada da quarta geração em 2018.

Silverado ganha a quarta geração em 2018

Apresentado de forma oficial no mesmo dia em que a primeira picape da Chevrolet havia sido apresentada há exatos 100 anos – 13 de janeiro de 1918 – a quarta geração da Silverado chegava com novas tecnologias e um design arrematador.

A nova dianteira estava muito mais agressiva do que em qualquer outra geração da picape.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Os faróis duplos estavam lá, mas agora eles tinham um visual muito mais agressivo.

A Silverado Z71 Trailboss deixava ainda mais evidente a cara de poucos amigos, com a grade toda em preto brilhante com os faróis bem finos e uma discreta assinatura em LED em formato de “C” ao contrário, que reforçavam a cara de má da picape.

As laterais da Silverado agora tinham um design mais limpo com linhas mais suaves, mas sem perder a aura musculosa.

Um dos pontos mais chamativos nas laterais era a saída dos retrovisores da janela para a porta, o que deu um visual muito mais esportivo do que antes.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Na traseira, as lanternas ganhavam um contorno diferenciado e estavam mais estreitas se comparadas as da última geração.

A tampa da caçamba perdia o logo da grava e ganhava a escrita da Chevrolet em letras garrafais, com um ressalto para deixar com um aspecto mais musculoso.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Para a GMC Sierra a frente se destaca por sua grade bem pronunciada e com muitos cromados.

Assim com a irmã Silverado os faróis têm um desenho de um “C” com assinatura em LED, mas diferente do GM o GMC Sierra tem os faróis bem delineados e bem grandes.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Na traseira a GMC Sierra apresenta um desenho levemente inspirado na irmã, mas com as lanternas em LED, com design mais convencional se comparado com a Silverado.

No quesito motorização ambas contam com opções V8 – 5.3 litros – e V6 – 4.3 litros.

No mercado Norte Americano as picapes começam em USD 29,000 dólares para a GMC Sierra 1500 e USD 28,300 dólares para a Chevrolet Silverado 1500.

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil

Confira abaixo as fichas técnicas dos modelos que tivemos no Brasil.

Silverado 4.1 Diesel Maxion S4 de 1997 a 2000

Motor:
4.1 Diesel, 4 cilindros aspirado
Potência: 90 cv
Torque: 27.5 kgfm

Transmissão:
Manual 5 marchas
Tração traseira.
Desempenho:
0-100 km/h: 19 segundos
Velocidade máxima: 150 km/h

Consumo: (dados de fábrica)
Cidade: 7 km/l
Estrada: 10km/l

Dimensões:
Compr/larg/entreeixos: 4,94m, 2.25m, 2.98 m.
Rodas aro 16 de aço com pneus 215/80 R16.
Tanque de combustível 126 litros
Capacidade carga 1100 kg.

Silverado DLX 4.2 Diesel Turbo MWM, seis cilindros de 1997 a 2000

Motor:
4.2 Diesel, MWM 6 cilindros, turbo, 18 válvulas
Potência: 168 cv
Torque: 43.3 kgfm

Transmissão:
Manual 5 m.
Tração traseira

Desempenho:
0a100 km/h: 14.5 segundos,
Velocidade máxima: 166 km/h

Consumo (*dados revista Quatro Rodas maio de 1997):
Cidade: 7.8 km/l (6.7km/l com ar-condicionado ligado)
Estrada: 9.36 km/l (8.2 km/l com ar-condicionado ligado)
Média cidade/estrada: 8.46 km/l (7.37 km/l com ar-condicionado)

Dimensões:
Comprimento/largura/entre eixos: 4 94m, 2.25m, 2.98 m.
Rodas 16 liga leve com pneus 215/70 R16.
Tanque – 126 litros
Dimensão caçamba 1.521 litros
Carga 1100 kg.
Peso 2,290 kg.

Silverado DLX 4.1 MPFI, seis cilindros de 1997 a 2000

Motor:
4.1 Gasolina, MPFI 6 cil em linha
Potência: 138 cv
Torque: 30 kgfm

Transmissão:
Manual 5 vel.
Tração traseira

Desempenho:
0 100 km/h: 13 segundos,
Velocidade máxima: 160 km/h

Consumo:
Cidade: km/l
Estrada: km/l
Média cidade/estrada: 6.8 km/l

Dimensões:
Comprimento 4.94 m, largura 2.25m, entre eixos 2.98 m.
Rodas 16 liga leve com pneus 215/80 R16
Tanque combustível 126 litros
Capac. de carga 1100 kg.

 

Silverado D20 4.2 Diesel MWM Sprint 6.0T, seis cilindros 2000 a 2001

Motor:
4.2, 6 cilindros linha, turbo
Potência: 150 cv a 3500 rpm
Torque: 37 kgfm a 2.000 rom

Transmissão:
Manual 5 velocidades
Tração traseira

Desempenho:
0 a 100 km: 15.4 segundos
Velocidade máxima: 164 km/h

Consumo: (de fábrica)
Cidade: 8.4 km/l
Estrada: 10.4 km/l

 

Dimensões:
Comprimento largura entre eixos: 4.9 m, 2.25m, 2.98 m.
Roda 16 de aço com pneus 245/75 R16
Tanque 126 litros
Capacidade de carga 1100 kg.

 

GMC 3500 HD 2000 a 2001

4.2 Diesel MWM Sprint 6.0T, seis cilindros 2000 a 2001

Motor:
4.2, 6 cil linha, 18v turbo
Potência: 150 cv a 3500 rpm
Torque: 37 kgfm a 2.000 rom

Transmissão:
Manual 5 marchas
Tração traseira

Desempenho:
0 a 100 km / h: 12.1 segundos,
Velocidade máxima: 168 km/h

Consumo (de fábrica)
Cidade: 7.2 km/l
Estrada: 11.3 km/l

Dimensões:
Comprimento largura entre eixos: 4.94m, 2.25m, 2.98 m.
Rodas de aro 16 de aço com pneus 245/75 R16
Tanque-126 l
Capacidade de carga 1330 kg.

Grand Blazer 4.1 MPFI gasolina 1999 a 2001
Motor:
4.1 Gasolina, MPFI 6 cilindros em linha
Potência: 138 cv a 4.100 rpm
Torque: 30.7 kgfm a 2500 rpm

Transmissão:
Manual 5 marchas
Tração traseira

Desempenho:
0 a 100 km/h: 15 segundos,
Velocidade máxima: 163 km/h

Consumo:
Cidade: 5.8 km/l
Estrada: 8.2 km/l
Média cidade/estrada: 6.9 km/l (dados de fábrica)

Dimensões:
Comprimento/largura/entre eixos: 5.05m, 2.25m, 2.98 m.
Rodas 16 de liga leve com pneus 245/75 R16
Tanque de 126 litros
Porta malas 1550 litros
Peso 2335kg
Lugares: 5

Chevrolet Silverado: a picape que viveu poucos anos no Brasil
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31 Comentários

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  • A primeira geração que veio pro Brasil é bastante bonita, sempre que vejo uma na rua quebro o pescoço..

    Texto faltou explanar melhor o porque que ela não vingou no Brasil e porque a F250 era de fato uma melhor opção que a Silverado

    • Aberto, eu não sei necessariamente o número, mas a Chevrolet Grand Blazer foi lançada e finalizada no mesmo, em 1999. Um dos motivos que não foi citado por aqui é que o utilitário do Silverado carecia de algumas deficiência, como exemplo o vidro traseiro que nem descia pela metade, a própria janela não trazia a divisória que fazia o vidro descer até o final. Outro ponto era o motor que mesmo na versão a diesel apresentava de problemas técnicos, fora a opção a gasolina que bebia demais fazendo rodízio nos postos combustíveis. Mas, o que levou o fim precoce da Grand Blazer era o preço por ser caro demais pra época, e também por ser menos equipado que uma Blazer que já oferecia no catálogo recursos de tração 4×4, motor 6 cilindros e a opção de transmissão automática, inexistentes para o SUV da Silverado no Brasil.

  • Realmente o carro não pegou. Além da Ford F-250, a Silverado também enfrentou a concorrência da Dodge Ram, outra bomba que a Dodge lançou e não soube se garantir.

    • O problema de carros destinados a trabalho, é que eles precisam de assistencia… e foi nisso que a Dodge falhou.

      Pois a Dakota teve até o motor V8 de 5.2 litros. Ela era um monstro em força para a epoca. Mas…. assistencia é mto importante para conseguir consertar um produto e o da Dodge era abusivo ao extremo .

  • Não falo em qualidade, dirigibilidade, pois nunca tive nem dirigi nenhuma das 2. Mas pra mim, o design da Silverado brasileira é muito mais limpo e envelheceu muito melhor que o da F-250. Já cogitei várias vezes adquirir uma Silverado 4.1 e fazer uma preparação leve. Talvez um dia..

    Alguém que tenha uma Silverado poderia dar o seu relato por aqui! Agradeço.

  • Eu tenho uma Silverado e não troco nada da Chevrolet por coisas da Ford. Essa reportagem fordista esqueceu de contar que a Silverado moeu a F1000 naquela época em vendas e em tudo e com isso obrigou a dona Ford trazer a F250 pra cá que pra se igualar a Silverado teve que se equipar com o motor MWM Sprint se não era outro fracasso. Quanto a Silverado a gasolina 4.1 vc vê muitas por aí rodando já as F250 a gasolina dá pra contar. Não gostei dessa matéria relacionado ao que falaram sobre a caminhonete no Brasil.

  • Recomendo a NA a identificar as fotos inseridas neste tipo de reportagem. Nome, Ano do modelo apresentado, nas fotos ou legendas. Apesar do texto bem elaborado, as imagens ficam meio perdidas sem a identificação correlacionada com o texto.. Fica a dica…….

  • Rapaz, que reportagem enorme, muito rica em detalhes. Eu acredito que ela não pegou por aqui devido o tamanho, a S10 por exemplo, é menor e já é um problema para uso nas grandes cidades.Em tempo a versão norte americana da nossa S10 é a Colorado.

  • O nome Silverado completa 20 anos,a picape já existia!
    Motor MWM produzido pela Maxion?Elas ñ eram concorrentes naquela época?
    E engraçado acompanhar a história do painel mas numa geração anterior parecia bem melhor q os atuais,mas no formato quase ñ modificou,aliás tpdas as picapes tem um painel bem parecido esteticamente.

  • E ela ñ foi lancada junto com a série F no Brasil,foi um ano antes.A ford era mais moderna e potente a gasolina e depois ficou mais potente tbm no diesel.

  • MWM Sprint 6.07T era fabricado pela MWM antes de ser comprada pela International, e tinha o Maxion S4 4.1L aspirado de 90cv, esse sim feito pela Maxion. Corrige isso ai

  • Eu achava (e acho) incrivel carros como a Silverado tinham uma profusão de “relogios” em seu painel. Indicador de pressão do oleo, quantidade, temperatura do ar, turbo, etc.

    Sinto falta desses itens em picapes de trabalho. Faria um bem danado já que é destinado a ter uso em locais desconhecidos e mtas vezes sem nenhum tipo de assistencia.

    O grande problema da Silverado era ser muito mais ultrapassada que se ocmparada a F250. Foi isso que matou ela. A F250 era mais forte, robusta, confortavel e espaçosa para cargas(além de suportar mais carga) assim como o custo de manutenção mais baixo. Detonou com facilidade a Silverado.

  • Pura balela … Tenho uma desde 2002 diesel 4.2 MWM, só trocar óleo e andar nunca deu problema, Silverado mais firme pra andar F-250 PASSARINHEIRA sai de traseira facil … pra trabalho ambas são excelentes … nem comparar com as pick up de hoje ….

  • Eu me lembro que havia um história na época de que as Silverados tinham algum problema, de fabricação ou projeto, que tava fazendo elas capotarem. E essa história teria prejudicado as vendas dela. Não sei isso procedia ou era boato. Vocês se lembram disso?

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