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Citroen C5: gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

Citroen C5: gerações, motores, equipamentos (e detalhes)
Citroen C5

Desde muito cedo, as marcas francesas almejavam um posicionamento superior no mercado, devido a sua linha repleta de modelos mais refinados e com bastante tecnologia embarcada.

A Citroen, em especial, sempre ousou no refinamento, tecnologia e também no visual mais bem elaborado para atrair os consumidores com padrão de vida mais elevado. O Citroen C5 foi um dos modelos destinados a este público.


Antes do Citroen C5, a marca francesa ofereceu o Citroen Xantia. Este modelo foi apresentado em março de 1993 e chegou como resultado de uma parceria entre os centros de design da Citroen e o estúdio italiano Bertoni. De acordo com a marca, o carro foi baseado no “espectro completo de sua cultura tecnológica” da própria fabricante.

O Xantia tinha como destaque a suspensão Hydractive (hidroativa), que tinha esferas preenchidas por fluido e nitrogênio controladas eletronicamente, ao invés do sistema convencional com molas e amortecedores.

Este recurso era capaz de analisar a velocidade do carro, os deslocamentos longitudinal e lateral da carroceria e a forma de condução do motorista. Assim, ele adaptava o rodar do carro para o conforto ou desempenho, conforme as necessidades.


Citroen C5: gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

O sistema Hydractive de suspensão estreou no XM, outro carro projetado por Bertoni, que foi considerado o primeiro automóvel de produção a contar com um sistema de suspensão que combina o sistema hidráulico com a inteligência da eletrônica.

O próprio Citroen XM também foi vendido no Brasil, sob importação da França, e encantou os consumidores de alto poder executivo pela sofisticação, a citada suspensão hidropneumática e o câmbio automático de quatro marchas do modelo Exclusive.

Porém, os rivais de marchas como Audi, BMW, Mercedes-Benz, Jaguar e Lexus implicaram no insucesso do XM por aqui.

Vale lembrar que a Citroen já usava o sistema de suspensão hidropneumática desde a década de 1950 com o Traction Avant.

Sete anos depois, a Citroen apresentou o Citroen C5 como sucessor do Xantia e também do XM. Ele chegou originalmente na versão sedã durante o Salão do Automóvel de Paris, em setembro do ano 2000.

Citroen C5: gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

Lançamento do Citroen C5 no ano 2000

Por se tratar de uma marca europeia, a Citroen começou a vender a primeira geração do C5 no velho-continente.

Ele estreou por lá no mesmo ano de seu lançamento e com uma série de atributos para atrair os olhares de consumidores que estavam acostumados a comprar carros de marcas verdadeiramente premium, como Audi, BMW, Jaguar e Mercedes-Benz.

Assim como os outros carros da marca francesa na época, o então novo Citroen C5 chamava atenção logo de cara pelo visual. As linhas do veículo não eram nada ousadas. Muito pelo contrário.

Ele apelava para a “naturalidade” e trazia formas pelo menos agradáveis para conseguir se destacar em meio aos mais diversos sedãs médio/grandes mais caros oferecidos naquela época.

A dianteira do sedã francês se sobressaía pelo capô bastante longo e o formato para lá de pontiagudo. Os faróis contam com formato de gota e tomam uma direção para a parte superior do conjunto. Há também uma grade retangular um tanto quanto ovalada que destaca o duplo chevrón da Citroen e o friso cromado na parte central.

O capô tem formas mais limpas. Já o para-choque tem formas mais limpas, a não ser pelo duplo “borrachão” na cor da lataria para proteger a peça contra pequenos impactos.

Logo abaixo, a tomada de ar ladeada por outros dois nichos, afora o acabamento em preto fosco na parte inferior, completam o aparato.

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Já nas laterais, chama a atenção um vinco que começa na região dos faróis e vai até as lanternas traseiras, cortando as maçanetas das portas.

O “borrachão” segue presente, agora na parte central das portas. O C5 de primeira geração tem também uma boa área envidraçada.

Partindo para a parte traseira da carroceria, o Citroen C5 tem um balanço traseiro bem mais curto que o dianteiro. As lanternas são verticais e “emolduram” a tampa do bagageiro.

Além disso, o terceiro volume praticamente se integra aos outros dois devido ao formato mais saliente do porta-malas. Este, inclusive, tem capacidade para 456 litros.

E por falar em dimensões, o sedã conta com 4,62 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,47 m de altura, com distância entre-eixos de 2,75 m. O tanque de combustível é amplo e comporta até 66 litros de gasolina.

O ambiente interno, como é de se esperar de um francês premium da época, conta com um bom acabamento e recursos interessantes para tornar a viagem aconchegante.

Há bons materiais por todos os lados. A versão Exclusive topo de linha do primeiro C5 saía de fábrica com detalhes de acabamento imitando madeira e iluminação esverdeada nos instrumentos.

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O painel do C5 tem formas mais arredondadas e conta com um painel de instrumentos com uma espécie de “cobertura” que se conecta com o console central, que exibe os diversos comandos do sistema de som e do ar-condicionado.

O grande destaque do Citroen C5 de primeira geração, entretanto, era a suspensão hidropneumática, agora conhecida como Hydractive 3.

Ela traz a mesma ideia das gerações anteriores, mas agora conta com sensores eletrônicos que corrigem a altura do veículo (ao invés de recursos mecânicos) para mantê-lo nivelado ao solo.

Com isso, a suspensão consegue reduzir sua altura quando o carro está sendo conduzido em alta velocidade. Já em baixas velocidades e em estradas irregulares, o sistema reajusta a suspensão de forma automática e deixa o carro mais alto para garantir mais conforto.

A altura da carroceria pode ser reajustada em 1,3 centímetros para cima ou até 1,5 cm para baixo. Ela sobe ou desce automaticamente sempre que o carro ultrapassa a velocidade de 110 km/h ou retorna a 90 km/h.

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Ainda assim, a suspensão Hydractive 3 conta com a opção de controle manual da altura em relação ao solo.

Outra função interessante da suspensão Hydractive 3 é que ela permite trocar o conjunto de roda e pneu, caso o pneu esteja furado, sem o auxílio de um macaco.

Além disso, o Citroen C5 consegue se “equilibrar” com apenas três pneus, caso um deles esteja furado, para conseguir chegar até uma borracharia para efetuar o reparo.

Além do sedã, o Citroen C5 foi comercializado também na carroceria perua. Conhecido como C5 Break, o modelo se diferenciava do sedã, obviamente, pelo porta-malas mais amplo e a carroceria com apenas dois volumes.

No visual, o Citroen C5 Break chamava a atenção pela área envidraçada ainda maior. Além disso, contava com um enorme par de lanternas traseiras ocupando quase toda a extensão vertical da traseira.

Nas medidas, a perua tem 4,75 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,51 m de altura, om distância entre-eixos de 2,75 m. O porta-malas leva até 563 litros de bagagens, contra 456 litros do sedã.

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Primeira geração do Citroen C5 no Brasil

Em meados de 2001, a Citroen começou a vender o C5 no mercado brasileiro. Ele chegou para ocupar o lugar dos já citados Citroen XM, que não vendeu bem devido aos preços elevados demais e também pela concorrência acirrada, e Citroen Xantia, que conseguiu registrar boas vendas por conta dos preços competitivos.

Importado diretamente da França, o Citroen C5 de primeira geração estreou por aqui em versões com motor 2.0 litros e 3.0 V6, ambos a gasolina. O preço inicial do modelo V6 era de cerca de R$ 78.270, podendo chegar a R$ 86.800 em sua configuração com todos os opcionais.

O C5 Exclusive 3.0 V6 saía equipado de fábrica com airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS, faróis de neblina, direção assistida, repetidores de seta nas laterais, sistema de som com CD player, vidros, travas e retrovisores elétricos, alarme antifurto, ar-condicionado automático, volante revestido em couro com ajuste de altura e profundidade, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, encosto de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes, suspensão Hydractive, entre outros.

Como opcional, podia ser equipado com rodas de alumínio com monitoramento de pressão dos pneus por R$ 860, bancos com revestimento em couro e ajustes elétricos por R$ 4.370, teto solar elétrico por R$ 2.360 e pacote inteligente (com retrovisores externos rebatíveis eletricamente, faróis com acendimento automático, sensor de chuva e sensor de estacionamento traseiro) por R$ 940.

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Sob o capô, um motor 2.0 litros de quatro cilindros a gasolina, com injeção multiponto e duplo comando de válvulas no cabeçote.

Este propulsor entregava até 138 cavalos de potência, a 6.000 rpm, e 20 kgfm de torque, a 4.100 rpm. Junto a ele, um câmbio manual de cinco marchas. Posteriormente, ofereceu também a opção de transmissão automática de quatro velocidades.

Já a configuração mais cara trazia um 3.0 V6 (seis cilindros em “V”), com até 210 cavalos de potência, a 6.000 rpm, e 30 kgfm de torque, a 3.750 rpm. Ele era sempre combinado ao câmbio automático de quatro marchas.

O C5 V6 tinha bom desempenho: era capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e atingir velocidade máxima de 232 km/h.

O Citroen C5 Break (perua) seguia o mesmo padrão do C5 sedã, sobretudo a respeito dos equipamentos de série e opcionais. Todavia, contava somente com o motor 2.0 litros. Seu preço começava em R$ 65.250, mas podia chegar a R$ 72.820 com todos os opcionais.

Para a linha 2004, o Citroen C5 recebeu um facelift para ficar alinhado com o novo C4. Adotou faróis redesenhados, nova tomada de ar com o duplo Chevron da marca ladeado por dois filetes cromados, para-choques mais robustos, novas rodas de liga-leve e aprimoramentos no acabamento interno.

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Segunda geração em 2008

Durante o Salão de Paris de 2007, a Citroen mostrou ao mundo a segunda geração do C5. E ele chegou ao mercado brasileiro um ano após ter sido revelado mundialmente.

No Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro de 2008, a marca francesa exibiu em seu estande o novo C5 nas carrocerias sedã e perua, agora batizada de C5 Tourer.

Todavia, ele demorou mais alguns meses para estrear nas concessionárias da Citroen no Brasil devido à alta e instabilidade do dólar.

Totalmente renovado, o novo C5 começou a ser vendido em junho de 2009. A marca cobrava R$ 103.500 pelo Citroen C5 sedã e R$ 112.500 pelo Citroen C5 Tourer. Ele chegou para competir com modelos como Ford Fusion, Honda Accord e Toyota Camry.

Em comparação com a geração anterior, o novo Citroen C5 ficou bem mais moderno. O visual foi totalmente renovado para entrar em sintonia com a nova leva de automóveis da marca francesa, em especial à família Citroen C4. A dianteira trazia faróis angulosos e para-choque marcante, enquanto a traseira ostentava um vidro ligeiramente côncavo e lanternas mais volumosas.

Fora isso, o C5 deixou de ser um fastback de cinco portas. A antiga geração tinha a tampa do porta-malas acoplada ao vidro traseiro, com abertura semelhante a de um hatch.

Nesta geração, ele ganhou uma tampa do compartimento com dobradiças do tipo “pescoço de ganso” com revestimento interno para não danificar as bagagens ao ser fechada.

Citroen C5: gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

O interior do Citroen C5 de segunda geração também tinha como destaque o bom acabamento. O francês premium ficou também mais moderno, com direito ao volante com cubo central fixo e detalhes em aço escovado, painel de instrumentos com mostradores analógicos e display digital no centro do painel.

Ainda em comparação com o antigo C5, o novo sedã ficou maior. Ele passou a ostentar 4,78 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,45 m de altura e 2,81 m de entre-eixos. Porém, o porta-malas passou para 439 litros, ou 17 l a menos que o antigo. A suspensão Hydractive 3 hidráulica e eletrônica foi mantida.

A lista de equipamentos é farta. Tanto o C5 sedã como o C5 Tourer contam com recursos como nove airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois laterais traseiros, dois do tipo cortina e um para os joelhos do motorista), freios ABS com EBD, freio de estacionamento elétrico com Auto Hold e faróis bi xênon direcionais com luz de auxilio em curvas.

Há também sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, rodas de liga-leve de 18 polegadas com pneus 245/45, ar-condicionado digital, direção elétrica, acabamento interno em couro, suspensão Hydractive 3, bancos dianteiros com ajustes elétricos, sistema de som com MP3 player e conexão Bluetooth, entre outros.

O único opcional era o teto solar, ofertado por R$ 4 mil.

Citroen C5: gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

O principal pecado da segunda geração do Citroen C5, porém, é o motor 2.0 litros ofertado como a única opção de motorização na gama do modelo francês. Na época, a marca optou por deixar de fora a versão V6 devido ao percentual de IPI mais elevado para carros com motores de maior litragem.

Neste caso, há o 2.0 litros 16V a gasolina, com comandos de válvulas variável, de 143 cv, a 6.000 rpm, e 20,4 kgfm, a 4.000 rpm, associado ao câmbio automático de quatro marchas. O modelo sedã conseguia acelerar de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e atingir velocidade máxima de 205 km/h.

O Citroen C5 durou no mercado brasileiro até meados do fim de 2012. Ele deixou de ser importado devido às baixas vendas: de janeiro a dezembro de 2012, o francês vendeu somente 206 unidades, contra 4 mil exemplares do Hyundai Azera e 1,5 mil carros do VW Passat.

Deixou o posto de Citroen mais caro do Brasil para o então novato Citroen DS5, que em seu primeiro mês cheio de vendas registrou 124 carros vendidos.

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Citroen C5 ainda à venda na China

Vale lembrar que a segunda geração do Citroen C5 ainda é vendida pela Dongfeng Citroen no mercado chinês. O modelo é oferecido com um visual bem mais moderno, bem como um interior com painel totalmente redesenhado para não se destoar frente aos carros mais recentes da Citroen na China.

Além disso, o Citroen C5 chinês tem uma série de novos recursos, como painel de instrumentos digital e central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay.

O motor é um 1.6 litro turbo de 170 cv ou 1.8 litro turbo de 200 cv, ambos com câmbio automático Tiptronic de seis marchas.

O preço inicial do C5 chinês é de 169,9 mil yuans.

Galeria de fotos do Citroen C5

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Tagor Bini Rocha

    Legítimo 2 alegrias: na hora que compra e depois na hora que consegue vender!

    • Fabricio

      Verdade.. A perua mesmo é muito bonita… Mas se você passar do lado dela de bicicleta meio devagar é capaz do dono te obrigar a trocar com ele…. e te voltar uma bala de menta ainda..

    • Yulia

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    • leomix leo

      Quando o cara é liso, não tem como manter é assim mesmo, tenho um vizinho com um C5 e o carro parece sue saiu da loja, muito bem conservado e cuidado, mais tb vejo uns só o bagaço, o cara compra e não tem dinheiro pra manter.

  • El Gato!

    Teria um fácil, fácil (se eu morasse na Europa).

  • renanfelipe

    Até hoje uma das Peruas mais lindas que temos rodando aqui.

  • Manisha

    thanks

  • Kiyoshi Yamashiro

    Merecia o motor THP

    • Leonardo C.

      E ele teve, existem algumas pouquíssimas unidades rodando no Brasil com o 1.6 THP.

      • Marcelo Amorim

        Sério?Nao sabia de C5 THP por aqui.

        • O da última geração, com o vidro traseiro de curvatura invertida junto à tampa do porta-malas (como no C4 Lounge), contavam com a mecânica THP mais câmbio de 6 marchas.

          • José Castro Neto

            No C4 Clube houve uma discussão sobre motorização pra ele diante da dificuldade de trazer o THP. Se ao menos pusessem o câmbio 6 marchas mais a motorização do C4 VTS (uns 175-180 cv), já teríamos um desempenho mais coerente com esses quase 30 cv extras e o câmbio pra acabar o marasmo. Só que esse avião nunca foi carro pra correr, e pra desfilar e curtir.
            Ele não tinha defeitos crônicos em sua 2a geração, e o Povo malha sem conhecer. Não sabem o que estão falando.

    • Ariel Biavatti

      Tem o total de 5 unidades THP. Acredito que na época era de diretoria ou consulado. Já teve uma dessas unidades a venda. Mas como deve imaginar, o pessoal mete a faca. Nos fórum da marca vc tem algumas inf

  • Daniel

    Pro pessoal que ta solteiro aí e em busca de um casamento duradouro… Uma ótima opção, rs

  • Hydroactive é uma coisa maravilhosa, pra quem mora na Europa. Com as ruas daqui é um pesadelo.

    • pedro rt

      as ruas daki tem e q usar eixo de torção msm… isso me lembra do GOLF q usava suspensao traseira independente e trocou por eixo de torção

  • Renato Pereira de Oliveira

    em 2008 teve uma unidade do sedã 0km em minha cidade no interior do “interior” do Paraná, ou seja um cidade minuscula. Me lembro bem daquele carro, que coisa linda, fiquei de boca aberta quando estava no posto de gasolina e chegou para abastecer com a suspençao abrdamente alta e foi baixando lentamente, nunca tinha visto isso antes, foi como ver um disco voador kkkk.

    • pedro rt

      frances e assim msm chega pra chocar ou abalar quem nunca viu um eles sao cheios de luxo e tecnologias…rsrsrs

  • Raphael Pereira

    Teria um hoje em dia se nao fosse a suspensão, quando for pra dar manutenção vai ser uma facada e difícil para encontrar peças.

  • Faheina

    Pra mim esse carro não passaria de um C4 remodelado.

    • José Castro Neto

      C4 tá é longe, é muito inferior apesar de compartilharem o trem de força. Ele não tinha bancos, e sim poltronas. Só se tiver entrado em um que poderá saber o que estou dizendo.

      • leomix leo

        Os bancos do C4 comparados com o de um corolla é um civic são uma poltrona, ele deve ser negócio de cinema então.

        • José Castro Neto

          Se vc acha isso dos bancos dó C4 comparado aos japas, sente na poltrona só C5. Não dá pra comparar ao C4.
          Pra ser perfeito só faltava o aquecimento e refrigeração no banco.

  • Eng Turbo

    Ótima compra. Basta oferecer 40% abaixo da FIPE, o atual dono vai ficar até assustado em receber uma proposta tão boa vai fechar o negocio no hora, sem pensar 2x
    Fonte: Ex dono de PSA

    • Passei a conviver com as marcas da PSA em 2014, com um C4 Lounge THP. Em 2015 adquiri um 208 Griffe para a esposa.
      Olha, até que não posso reclamar do valor de revenda dos carros. Sim, foram utilizados na troca por outro Citroen e outro Peugeot (outro 208, só que usado, o que complica mais a avaliação do seu carro). Mas a desvalorização foi ok, em especial em se considerando que me utilizei da comodidade de trocar o carro na revenda, onde sempre se perde um percentual bom em relação ao que seria uma venda privada.
      Resumo: 37,5% de desvalorização do Lounge em exatos 4 anos e 70 mil km de uso; 32,5% de desvalorização no 208 em 4 anos e 84 mil km de uso. Normal, nem um pouco diferente do que tive em carros da VW (6 no total) que antecederam o convívio com as marcas do grupo francês.
      Sim, me parece que os casos de desvalorização ok ainda são pontuais para a PSA, ainda há modelos bem complicados como o 408 ou o próprio Lounge com motor 2.0, mas é algo que parece vir mudando aos poucos. Ao menos atualmente eles contam com modelos com boa aceitação no mercado de usados.

      • José Castro Neto

        Ubaldi eu vim de 2 PSA e tô de VW agora (Jetta) é tô vendo que é como vc falou, o bicho da desvalorização do francês.
        Tô com Fipe de 80k e nego oferecendo 65k pra receber ele. Detalhe: 47 mil km, impecável.

        Balanço na 3008. Quem sabe volto pra PSA no próximo.

        • Eu fiz o caminho contrário: Fui do Jetta (só que o meu era “Santanatec”) para o Lounge THP. A desvalorização acabou sendo parecida, no fim das contas.
          Eu comprei o Jetta em 2011 por R$ 68.000,00 e vendi em 2014 por 43.000,00.
          No C4 paguei R$ 80.000,00 em 2014 e recebi R$ 50.000,00 em 2018. Como se pode ver, a desvalorização do Lounge foi até menor que a do Jetta. Mas acho que teria uma desvalorização bem maior se tivesse trocado o Citroen em uma concessionária concorrente.

      • Nicholas Jensen

        A desvalorização absurda é com os carros da PSA mais velhos, hoje eles melhoraram bastante, o que vale na hora da venda.

        Agora você tem dois carros, diga-se de passagem, semi-novos. Mas eu tenho um 307 2012, comprei por 30.000, ano passado, hoje a tabela é na casa dos 28.000, mas pode ter certeza que oferecem 20.000 mesmo estando em estado bom.

        • Meu irmão tem um 307 ano 2007. Pagou 21.500 em 2014. Hoje consegue 15 mil nele.
          É aquela coisa: comprou bem desvalorizado, vende bem desvalorizado, acaba perdendo pouco. Problema mesmo foi para quem comprou o carro zero.
          Mas ainda hoje há casos bem notáveis de PSA que desvalorizam bastante. 308, 408 e C4 Lounge com motor aspirado são bons exemplos.
          Menos mal que o cenário venha mudando, em especial para a linha compacta. 208, C3, 2008, Aircross, C4 Lounge THP… todos possuem valor de revenda razoável ou próximo disso.
          Sempre acho que o melhor para o consumidor e ter vários fabricantes fortes concorrendo. Isso aumenta as opções e o poder de negociação.

          • Nicholas Jensen

            Hoje praticamente a linha toda usa os THP, eles estão segurando firme o valor do carro.

  • Marcelo Amorim

    A Tourer 2008/2010 até hoje acho linda demais,mas é um carro pra lá de problemático,colega meu trabalhou na seminovos da Citroen daqui de Natal,um dia fui lá visitar ele e me deparei com um C5 prata no canto do pátio extremamente sujo e totalmente arriado,perguntei pra ele do carro,ele disse que fazia muito tempo que tava lá,o proprietário comprou ele e com pouco tempo de uso quando foi sair no carro,o carro tava arriado e não pegou,foi guinchado pra lá,nao conseguiram resolver o problema,veio até técnico da fábrica,resultado,devolveram o dinheiro pro cara e o carro ficou lá esperando ser recolhido pela Citroen.

    • Andrew B.

      Também concordo . O carro é excepcional! Técnico da fábrica não resolveu? Que técnico é esse?

      • zebedeu

        Eu pergunto diferente: Que fabrica é essa??????? kkkkkkk

    • José Castro Neto

      Nunca vi relato de problema assim. Estranho isso, o técnico não conseguir resolver.
      Tem que ter um jeito.

  • Jonatas Pietr

    Eu sou fã da Citroën desde meu primeiro carro. Já tive ZX, Xantia, C4 hatch e dois Lounge. Sempre sinônimo de ousadia no design, tecnologia e conforto a preços razoáveis. Mas agora a marca perdeu o que eu admirava: abandonou a suspensão hidropneumática, já praticamente não fazem sedans (na Europa, só tem o C-Elysée que é padrão Logan…). Só fazem um monte de crossover coloridos, uma lástima o que a PSA decidiu para a marca.

    • Filipe Augustus

      Concordo com você, opinião minha só o DS3 e o DS5 são realmente interessantes, além do C4 Picasso atual!

      • Nicholas Jensen

        Sou louco pelo C4 Picasso atual, espero que futuramente não saia de linha no Brasil, tem que dar tempo de eu comprar um zero km kkkkkk

      • pedro rt

        eu acho o C4 CACTUS o modelo mais interessante da marca atualmente por aki

  • João Senff

    Esse tá na minha lista de.resto de.rico quando criança achava lindo o da primeira geração. Quando vi o de segunda me apaixonei pela perua.

  • André Ricardo

    Sempre quis ter um C5 break, quando tive oportunidade de comprar o preço do seguro me afastou do carro.

  • Essa perua é um dos carros mais lindos já feitos

  • pedro rt

    carro lindo e muito legal mas dificilimo de revender… aki o povo so quer saber de hb20, onix, corolla e hilux qdo o assunto e revenda

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