
O Jetta é o único e último sedã da Volkswagen no mercado americano e ele pode estar seriamente ameaçado, graças aos números de vendas em baixa por lá, onde no último trimestre, os emplacamentos do modelo caíram mais de 42%.
Envelhecido, o Jetta ainda existe para conter players de peso, como Toyota Corolla, Honda Civic, Nissan Sentra e Mazda 3, por exemplo, já tendo visto rivais como Chevrolet Cruze e Ford Focus se despedirem há anos.

O mesmo Jetta viu o Passat e o Arteon arrumarem as malas, bem como vários outros sedãs no mercado americano, desde os subcompactos (compactos aqui) até modelos grandes, como o Ford Taurus, por exemplo.
Feito no México, mais precisamente em Puebla, o Jetta vendeu 11.287 unidades nos últimos três meses, enquanto no ano passado, no mesmo período, o sedã da VW emplacou 19.379 exemplares, segundo o site Autoblog.
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Com 43.610 unidades até agora, o Jetta fica atrás do Atlas e também do Tiguan, o que sugere que o sedã, assim como outros, sofre com a pressão dos SUVs.
Olhando outros modelos que já saíram de vendas no mercado americano, uma queda brusca não seria suficiente para o fim de linha, mas se o processo vem de longa data, como de uma geração não tão bem recebida, a saída pode ser a saída…

Solução? O Jetta atualmente não oferece uma versão híbrida no mercado americano, mas já o fez, além da polêmica diesel…
Com a reintrodução da tecnologia híbrida HEV, como do antigo Jetta, o atual pode reverter sua idade, já que está no mercado dos states desde 2018, buscando novos clientes.

Atualmente, a VW está desenvolvendo um novo híbrido HEV, que aqui será flex, usando o propulsor a combustão com um elétrico, entregando 136 ou 170 cavalos, que pode ser adicionado perfeitamente, na versão mais potente, num renascido Jetta Hybrid americano.
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