
O Grupo Geely acaba de anunciar uma meta ambiciosa para transformar seu nome em sinônimo de poder global no setor automotivo.
A gigante chinesa pretende alcançar vendas anuais de mais de 6,5 milhões de veículos até 2030 e figurar entre as cinco maiores montadoras do mundo.
A projeção inclui todas as marcas do grupo, como Geely Auto, Zeekr, Volvo e outras, e reforça a escalada da empresa rumo à liderança global.
Com esse volume, a Geely busca rivalizar diretamente com players como Hyundai Motor Group e Stellantis, hoje entre os líderes mundiais.
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Para 2025, a expectativa já é atingir 4 milhões de unidades por ano, o que colocaria a montadora na sétima posição no ranking global.
A estratégia mira não só o crescimento dentro da China, onde já superou a Volkswagen em 2024, mas também uma forte presença internacional.
A empresa projeta que um terço de suas vendas venha de mercados estrangeiros até o fim da década.
Entre os focos estão regiões em expansão como Sudeste Asiático e América Latina, onde marcas chinesas ganham espaço rapidamente.
O plano também passa por alcançar uma receita anual de 1 trilhão de yuans — o equivalente a R$ 715 bilhões.
Para isso, a Geely investirá em plataformas modulares voltadas a veículos elétricos e híbridos, cobrindo desde modelos compactos até sedãs e SUVs de luxo.
O objetivo é encurtar ciclos de desenvolvimento e reduzir em mais de 30% os custos médios de produção por veículo.
Essa abordagem permitirá que novos modelos sejam lançados mais rapidamente e com preços mais competitivos em diversos mercados.
Além do crescimento orgânico, a Geely também aposta em parcerias estratégicas com outras montadoras globais.
Com a Renault, por exemplo, há projetos em andamento para desenvolver veículos conjuntos usando plataformas da Geely voltadas para exportação.
Esse tipo de colaboração acelera a entrada da marca chinesa em países onde ainda não tem presença direta.
A ofensiva global da Geely acompanha o movimento de outras montadoras chinesas, como a Leapmotor, que anunciou meta de 4 milhões de carros vendidos por ano em até 10 anos.
Essas metas refletem a transformação acelerada do setor automotivo, com a China deixando de ser apenas um polo de produção para se tornar protagonista nas vendas globais.
Caso atinja suas projeções, a Geely não apenas consolidará seu nome entre os gigantes do setor, mas também pressionará as montadoras ocidentais a repensarem suas estratégias frente à nova concorrência vinda do Oriente.
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