História Jeep SUVs

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986
Jeep Wrangler

Há quem considere os atuais crossovers e SUVs à venda no mercado nacional como carros de passeio tradicionais com “salto alto” para enfrentar as ruas esburacadas e também as rampas de shopping. Por outro lado, há veículos que fazem jus à categoria de utilitário-esportivo, como é o caso do Jeep Wrangler.

O Jeep Wrangler é um verdadeiro “SUV raiz” e se impõe logo de cara. O visual do carro não é cheio de frufrus e apela para uma receita mais rústica, sem muitos vincos na carroceria e com soluções ideais para ajudar a enfrentar terrenos off-road.


Na realidade, o Jeep Wrangler não foi um Wrangler desde o início de sua história. O modelo descende do Jeep CJ (uma abreviação de “Civilian Jeep”), um veículo utilizado como jipe militar durante a Segunda Guerra Militar. Este utilitário foi produzido e comercializado entre os anos de 1944 e 1986 e teve mais de 1,5 milhão de exemplares fabricados.

O Jeep CJ-5, inclusive, foi fabricado no Brasil, mais precisamente em São Bernardo do Campo (SP) a partir do ano de 1954.

Atualmente, o Jeep Wrangler está em sua quarta geração. Este último modelo foi apresentado em 2018 e deve começar a ser vendido no mercado brasileiro em meados de 2019. A terceira geração do utilitário-esportivo da Jeep pode ser encontrada por aqui em duas versões de acabamento, com preços que partem de R$ 194.490.


Esse preço inicial corresponde ao Jeep Wrangler Sport, dotado de um motor 3.6 V6 Pentastar a gasolina, capaz de desenvolver até 285 cavalos de potência e 35,4 kgfm de torque. Ele está associado a um câmbio automático de cinco marchas e tração 4×4 Command Trac com diferencial traseiro de deslizamento limitado.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Há também o Jeep Wrangler Sahara, que custa R$ 209.990 e traz o mesmo conjunto mecânico, mas se diferencia por recursos como capota dupla rígida removível, bancos parcialmente em couro, estribos laterais tubular, tapetes internos, para-lamas na cor da carroceria, faróis com acendimento automático, entre outros.

Porém, independente da versão e até mesmo da geração, qualquer Jeep Wrangler irá te proporcionar uma experiência diferenciada no fora-de-estrada.

Falando mais especificamente do Jeep Wrangler à venda no País, há itens como tração 4×4 com divisão de torque de 50% para o eixo dianteiro e 50% para o traseiro, eixos dianteiro e traseiro com diferenciais bloqueáveis Tru-Lock, desconexão da barra estabilizadora do eixo dianteiro, amortecedores ajustáveis monotubo, auxílio de controle em descida, portas removíveis, para-brisa rebatível, plugues de drenagem para lavagem da cabine, entre outros.

Todavia, apesar de toda essa vocação para o off-road, o Jeep Wrangler também oferece soluções interessantes para ser usado no dia a dia.

Para se ter uma idea, ele oferece controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, volante multifuncional em couro, ar-condicionado automático, sistema multimídia com seis alto-falantes, piloto automático, monitoramento da pressão dos pneus, entre outros.

Você conhece todas as gerações do Jeep Wrangler já lançadas pela montadora americana? Preparamos abaixo um dossiê com os principais detalhes dos quatro modelos da gama do jipe. Confira:

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Jeep Wrangler – primeira geração (1986)

A primeira geração do Jeep Wrangler, também conhecido como “Jeep YJ”, chegou no ano de 1986 e se manteve em linha até o ano de 1995. Ele estreou para substituir o Jeep CJ-7 e o seu processo de desenvolvimento durou quatro anos.

A produção em série do novo jipe teve início em março de 1986 na planta de Brampton, em Ontário, no Canadá, que fechou em 1992 e, então, o Jeep Wrangler teve a sua linha de montagem transferida para Toledo, em Ohio, também no Canadá.

Esta última unidade fabril foi responsável também pela montagem dos jipes da Willys usados durante a Segunda Guerra Mundial.

Em comparação com seu antecessor, o Jeep Wrangler de primeira geração tinha capacidade para o fora-de-estrada ligeiramente inferior, em detrimento de reajustes para oferecer um maior conforto na estrada.

Tudo isso para atrair aqueles consumidores que buscavam por um veículo para ser usado na terra, lama e afins, mas também no dia a dia.

Apesar disso, o novo Wrangler tinha diversas semelhanças com o antigo CJ. O visual, por exemplo, era bastante similar ao do modelo antigo, embora tenha sido projetado de zero e com inspiração também do novo Cherokee XJ.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Ele contava com faróis quadrados formando conjunto com a grade com os característicos sete vãos verticais (presentes até hoje nos carros da Jeep) e foi oferecido em duas configurações de carroceria: Soft Top e Hard Top, com opção de capota de lona.

O primeiro Jeep Wrangler mede 3,88 metros de comprimento, 1,70 m de largura e 1,80 m de altura, com distância entre-eixos de 2,37 m. Ele é dotado ainda de freios a disco ventilados na dianteira e tambores na traseira e suspensão com eixo rígido e feixe de molas nos dois eixos.

Entre os motores, havia um 2.5 litros de quatro cilindros com 120 cv e 18,7 kgfm, ofertado entre 1987 e 1995 com câmbio manual de cinco marchas ou automático de três velocidades, um 4.2 litros de seis cilindros com 114 cv e 29 kgfm entre 1986 e 1990 e transmissão manual de cinco velocidades ou automática de três marchas, e um 4.0 litros de seis cilindros com injeção eletrônica multiponto, 183 cv e 30,4 kgfm, com uma caixa manual de cinco marchas ou automática de três velocidades entre 1990 e 1995.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Os primeiros Jeep Wrangler oferecidos no mercado norte-americano contavam com diferentes versões de acabamento. Entre elas, a “Base”, com direito a um sistema de som AM/FM e dois alto-falantes, bancos em vinil com ventilação e aquecimento, entre outros.

Já o Wrangler Laredo adotava novos detalhes de acabamento, bancos com revestimento imitando couro, para-lamas na cor da carroceria, rodas de liga-leve, sistema de som com toca-fitas e alto-falantes traseiros, ar-condicionado, banco traseiro removível, entre outros.

O Jeep Wrangler Sahara, por sua vez, contava com bancos com bolsas laterais, faróis de neblina, sistema de som diferenciado, novos adereços para o off-road, rodas de aço, painéis de porta com nichos para armazenamento de objetos, entre outros.

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Jeep Wrangler – segunda geração (1996)

Já a segunda geração do Jeep Wrangler, conhecida também como “Wrangler TJ”, foi anunciada como uma evolução do primeiro modelo no Salão do Automóvel de Detroit, em janeiro de 1996, como resultado de um projeto que durou cerca de seis anos e consumiu um investimento de US$ 260 milhões.

Sua produção durou até julho de 2006, quando foi substituído pela terceira geração – que iremos falar logo a seguir.

Entre as evoluções, o novo Jeep Wrangler de segunda geração passou a ostentar uma suspensão mais moderna, com direito a molas helicoidais nos eixos dianteiros e traseiros, baseada no conjunto usado no Grand Cherokee.

Essa nova suspensão foi utilizada para privilegiar o conforto, mas ainda assim sem prejudicar a capacidade para o off-road.

Além disso, o visual manteve seu estilo mais quadradão, mas agora com novos faróis redondos, repetindo a mesma receita usada pela Jeep no antigo CJ. Nas dimensões, ele passou a exibir 3,84 metros de comprimento, 1,73 m de largura e 1,78 m de altura, com distância entre-eixos de 2,37 m.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Durante seus 10 anos de “vida”, o Jeep Wrangler de segunda geração ofertou os motores 2.5 litros de quatro cilindros a gasolina, agora com até 122 cv e 19,4 kgfm, além do 4.0 litros de seis cilindros com 184 cv e 30,7 kgfm.

Ambos tinham câmbio manual de cinco marchas ou uma nova transmissão automática de quatro velocidades em substituição à antiga caixa de três relações.

Porém, na linha 2003 ele adotou um novo motor 2.4 16V no lugar do 2.5, este com injeção eletrônica multiponto, 143 cv e 21,9 kgfm, o mesmo usado pelo PT Cruiser. Além disso, o 4.0 litros recebeu mudanças para gerar 193 cv e 32,5 kgfm.

Entre as variantes, destaque para o Jeep Wrangler Sahara, com rodas exclusivas, detalhes de acabamento diferenciados, sistema de som premium com sete alto-falantes e um subwoofer, bancos em tecido premium, entre outros.

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Houve ainda o modelo especial Jeep Wrangler Tomb Raider Edition em 2003, limitado a 1.001 exemplares, fazendo alusão ao filme “Lara Croft Tomb Raider”. Ele oferecia direito a rodas de 16 polegadas, emblemas exclusivos, bancos em tecido com costuras vermelhas, cintos de segurança vermelhos, detalhes de acabamento em tons de prateado, entre outros.

Ele oferecia também acessórios Mopar, como lâmpadas sinalizadoras nos para-lamas, quebra-mato dianteiro tubular, faróis de neblina, protetores das lanternas traseiras, barra de iluminação superior frontal, protetores contra impactos laterais, entre outros.

O Jeep Wrangler TJ foi inclusive a primeira geração do Wrangler a ser comercializada no mercado brasileiro. Ele estreou em meados de 1997 na versão de acabamento Sport, com direito a um motor 4.0 litros de seis cilindros, capaz de entregar até 177 cv e 29,6 kgfm, atrelado ao câmbio automático de três marchas e tração 4×4.

Ele tem preço médio de R$ 39 mil no mercado de usados, conforme a Tabela Fipe.

Porém, o primeiro Jeep Wrangler ofertado no mercado brasileiro deixou de ser importado para cá em outubro de 1999. O motivo? A alta do dólar, que influenciaria diretamente no preço final do veículo, se tornando impraticável para os nossos padrões.

Ele só retornou em 2007 já em sua terceira geração, o Wrangler JK.

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Jeep Wrangler – terceira geração (2006)

Eis a terceira geração do Jeep Wrangler lançada pela Jeep, que inclusive é (pelo menos até agora, em agosto de 2018) a atual versão do jipe a disposição dos consumidores brasileiros. O modelo foi apresentado mundialmente durante o Salão do Automóvel de Nova York, em 2006, e foi inclusive o primeiro da gama a dispor de uma carroceria com quatro portas, batizado de “Jeep Wrangler Limited”.

O desenvolvimento do terceiro Jeep Wrangler teve início em 2001, sob os cuidados da DaimlerChrysler, grupo detentor da Jeep na época. Sua produção começou em agosto de 2006 e durou até o dia 27 de abril de 2018, quando a empresa norte-americana iniciou a montagem da quarta geração do jipe.

O Jeep Wrangler herdou poucos detalhes da antiga geração.

Praticamente tudo no modelo é novo. O chassi foi anunciado com uma concepção inédita, agora disponível com entre-eixos curto sob uma carroceria de duas portas e também com entre-eixos longo e carroceria de quatro portas.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Graças à nova base, o novo Jeep Wrangler de terceira geração é visivelmente maior que o modelo antigo em questão de largura, com 8,6 cm a mais. Por outro lado, ele ficou 6,4 mais curto e 5,1 cm menor na distância entre-eixos.

Além disso, ele adotou diversos novos recursos. Todas as versões passaram a dispor de freios antitravamento (ABS), controle de tração com diferencial de deslizamento limitado eletrônico, entre outros.

Diversas configurações adotaram também controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, sistema eletrônico de desacoplamento da barra estabilizadora, sistema multimídia com navegador GPS, chave presencial, partida sem chave, airbags laterais, entre outros.

A linha passou a contar também com uma configuração conversível, disponível tanto para o Jeep Wrangler convencional de duas portas como para o Jeep Wrangler Unlimited de quatro portas. Na época, ele se tornou o único conversível de duas portas produzido nos Estados Unidos.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Em 2011, o Jeep Wrangler recebeu algumas mudanças, como um interior totalmente redesenhado com acabamento mais esmerado, janelas traseiras maiores, sistema de som com Bluetooth, ar-condicionado automático, novo volante, entre outros.

A linha de versões tem como destaque o modelo Sahara, mais refinado, com sistema de som Infiniti com sete alto-falantes e um subwoofer, bancos exclusivos e para-lamas na cor da carroceria. O Rubicon, por sua vez, agrega pneus off-road BF Goodrich calçando as rodas de liga-leve de 17 polegadas, além de diversos outros recursos para o off-road.

Entre os motores, há o 3.8 litros V6 a gasolina, capaz de entregar 200 cv e 32,1 kgfm, disponibilizado na gama entre 2007 e 2011 com câmbio manual de seis velocidades ou automático de quatro marchas.

A partir de 2012, ele estreou o 3.6 V6 Pentastar (oferecido no Brasil), com 285 cv e 35,4 kgfm, atrelado a uma transmissão manual de seis marchas ou automática de cinco velocidades.

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Em alguns mercados, há também o 2.8 litros turbodiesel de quatro cilindros, que desenvolve cerca de 180 cavalos e 41,7 kgfm, com câmbio manual de seis marchas ou automático de cinco velocidades.

Todas as configurações dispõem de sistema de tração integral Jeep Command-Trac com diferencial de deslizamento limitado Trac-Loc.

A terceira geração do Jeep Wrangler fez a sua estreia no mercado nacional em 2007. Por R$ 104,9 mil, o jipe ofertava um motor 3.8 V6 de 200 cv e 32,1 kgfm, com câmbio automático de quatro marchas e tração 4×4.

Ele era equipado de série com airbags de múltiplo estágio, freios ABS, controle de estabilidade, controle de cruzeiro, computador de bordo, ar-condicionado, trio elétrico, entre outros.

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Jeep Wrangler – quarta geração (2018)

Por último, mas não menos importante, este é o Jeep Wrangler mais recente lançado pela Jeep.

E ele é realmente bastante recente: ele foi apresentado em dezembro de 2017 no Salão de Los Angeles, nos EUA, e deve chegar ao Brasil entre o fim de 2018 e o início de 2019 – provavelmente com apresentação no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro.

Pelo menos no visual, o carro oferece linhas que lembram bastante sobretudo a antiga geração.

Porém, ele recebeu retoques para ostentar uma cara mais moderna. Entre eles, há uma grade frontal com fendas mais largas, faróis maiores, para-choques mais imponentes, linha de cintura mais baixa, entre outros.

No interior, o painel ficou bem mais moderno e refinado. Ele dispõe de central multimídia com tela sensível ao toque de 5, 7 ou 8,4 polegadas e recursos como Android Auto e Apple CarPlay, botão de partida protegido por uma moldura impermeável, portas revestidas em vinil, quatro tomadas USB e saídas 12 volts e uma de 115 volts como opcional.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

Ele recebeu ainda portas, capô, para-lamas e moldura do para-brisa em alumínio, tampa traseira em liga de magnésio e estrutura com aço de alta resistência, que resultaram numa redução de peso de 90 kg.

Com isso, as portas removíveis ficaram mais leves, facilitando a operação.

Ainda entre os destaques, há para-brisa dianteiro rebatível e removível, teto removível e suspensão dianteira five-link e traseira com quatro braços sobrepostos.

O novo Jeep Wrangler está disponível com três opções de teto. O primeiro, conhecido como Sunrider, é de lona e pode ser removido, bem como as janelas laterais e traseira. Já o Freedom Top é de metal rígido, com três painéis removíveis. O Sky One-Touch Power Top, por sua vez, é retrátil e pode ser dobrado eletricamente.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

A linha de motores inova por oferecer pela primeira vez a opção de um propulsor 2.0 litros turbo de quatro cilindros a gasolina, que rende 270 cv e 40,8 kgfm. Ele oferece o sistema eTorque, que dispõe de assistência elétrica para o sistema start/stop para situações em que o motor é menos exigido, recarrega a bateria de maneira mais eficiente e reaproveita a energia gerada nas frenagens.

Há também o 3.6 V6 Pentastar, agora com 285 cv e 35,9 kgfm, e o 3.0 V6 a diesel de 260 cv e 61,1 kgfm. Em todos os casos, há um câmbio manual de seis marchas ou o novo automático de oito velocidades e tração integral Command-Trac ou Rock-Trac.

Entre as versões, há o Jeep Wrangler Sport, com recursos como ar-condicionado manual, rodas de aço de 17 polegadas, bancos em tecido e vidros manuais. Já o Wrangler Sport S agrega trio elétrico, rodas de alumínio, volante e bancos dianteiros aquecidos, entre outros.

Jeep Wrangler: a história do jipe valentão oferecido desde 1986

No caso do Jeep Wrangler Sahara, há rodas de 18 polegadas, para-lamas na cor da carroceria, luzes diurnas de LED, bancos com revestimento premium, destravamento das portas e partida do motor sem chave, painel com acabamento mais esmerado, entre outros.

Por fim, o Wrangler Rubicon oferece sistema Rock-Trac, desacoplamento da barra estabilizadora frontal, diferencial de deslizamento limitado eletrônico, pneus BF Goodrich nas rodas de 17 polegadas, adereços off-road, para-choques de aço, entre outros.

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Nota média 5 de 2 votos

  • Eng Turbo

    Ate hj não houvi uma pessoa conseguir pronunciar esse nome kkk
    “Rengler”

    • Phantasma

      Uangler, Angler, Rangler…

    • VINÍCIUS FREITAS DE SOUZA

      Eu também não sabia, até ver as avaliações em inglês

  • Baetatrip

    Belissimo Familia CJ+JK+JL!
    Admiro muito esse carro…. comprar e manter aqui e muito caro!
    hehehe

  • Mario

    Aqui no Brasil se não me engano, o Jeep foi produzido também numa época, no Pernambuco, se não me engano em Jaboatão dos Guararapes. Alguém confirma?

    • Dod

      É verdade. Fui dar uma pesquisada e reuni algumas informações, todas de fácil acesso em grandes sites brasileiros.
      O Jeep Universal, versão nacional do CJ-5, foi montado em Jaboatão dos Guararapes, hoje cidade conurbada ao Recife, a partir de 1966 pela Willys Nordeste, filial da própria Willys-Overland do Brasil, que construiu a fábrica em Pernambuco para suprir a demanda da região. As ligações com o Sudeste eram bem mais precárias e isso dificultava o envio dos carros para os estados do Nordeste, eles sempre chegavam em número insuficiente para a demanda. Apesar de ser enviado em CKD de São Bernardo do Campo para Jaboatão, a fábrica conseguiu atrair cerca de 40 indústrias ligadas ao segmento automotivo para a região. O Jeep feito em PE tinha portas de madeira e foi chamado popularmente de “chapéu de couro”.

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Lembrei agora do caso de um sujeito que comprou um Wrangler da transição para o modelo 2011 e montaram alargadores de para-lamas antigos, de plástico, de um lado e alargadores novos, de metal, do outro.

  • Luis Burro

    Mas nota se claramente q msmo ele perdeu parte de sua rusticidade.
    Provavelmente são poucos q usam para o fora de estrada pesado e nisto tem q ter uma preparação maior,e até as montadoras estão oferecendo menos itens voltados ao tema pra cortar custos.
    E ñ considero SUV,ele é um Jipe,um projeto nascido único e com propósito pro fora de estrada,ñ um derivado de caminhonete q eram geralmente os primeiros Suvs.

    • Luis LC

      É, esse bloqueio deslizante (LSD) é meio gambiarra, dura nada. Par voltar a ser off mesmo tem que colocar bloqueio mesmo mas cabe um Eaton Locker nele, mas é caro

  • vi.22

    conseguiram modernizar sem perder o apelo off road e o estilo robusto, a volta dos paralamas dianteiros abertos contribui bastante para isto,
    duvido a LAND ROVER conseguir o mesmo com DEFENDER…

    • Paulo Lustosa

      Na verdade sempre contou com os paralamas abertos, porém a JK só oferecia na Rubicon, e pra completar, ainda oferecia o mesmo motor VM A428 de 200cv e 51kgfm que é vendido na S10 atual.

  • Daniel Plainview

    Isso sim é um Jeep

  • th!nk.t4nk

    Esse é um dos veículos mais queimados no mercado americano, infelizmente. Curto muito o estilo do Wrangler, mas o jipinho ficou marcado pela quantidade de problemas. Hoje em dia não sei como está, quem sabe tenham ajeitado o carro finalmente.

    • Luis LC

      Meu irmão morou em Salt Lake City por dois anos e teve um 3.6 Unlimited Sport 2014, a cada 6 meses ia pra oficina Jeep pra resetar a central, o carro parava do nada e dava um apagão, guinchava, resetava e rodava mais 6 meses, rs. Quando ele comprou o vendedor falou desse problema, tava na ficha do carro, mas foi mesmo assim, era normal nesse ano.

      • th!nk.t4nk

        Putz e pior que eu tenho vontade (mais sonho) justamente de pegar um usado, mas fico cabreiro com isso.

        • Luis LC

          Também, sempre sonhei com um Wrangler mas acho que esses problemas foram resolvidos, eletrônica da Jeep nunca foi muito confiável, rs

  • Fabão Rocky

    Etrou geração e saiu geração e n mudou quase nada. Msm design de Jipe dos anos 80 e custar quase 200k. Se eu gostasse de Suv, Jipes e afins pegaria um Troller de 130k e ainda sobrava quase 70k.

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