
Como nomenclatura, a L200 sai de cena no mercado brasileiro, onde foi o principal produto da Mitsubishi por aqui, onde chegou há 34 anos, sendo fabricada no país por meio da antiga MMC, atualmente HPE.
A Mitsubishi L200 deixa a nova picape Triton como sua sucessora, porém, a que sai do mercado, deixa um legado no mercado nacional, sendo uma das referências no mercado.
Passando por quatro gerações no país, inclusive a mais popular, com a chamada cabine de linha J, a L200 foi bem versátil como produto, tendo versões com dois tamanhos de caçamba, por exemplo.

A L200 também foi a única a dispor de uma versão de competição “de fábrica”, pronta para ser colocada em competições de rali pelo país.
Veja também
A picape média feita em Catalão, no sul de Goiás, a L200 também foi a única com um motor V6 flex, que chegava a 205 cavalos quando alimentada por etanol.

Com design atraente, especialmente da terceira geração, a L200 se tornou bastante popular não só pela ênfase da MMC em competições e no mundo 4×4, pois ela também ajudou a incorporar tecnologias, como modos de condução em picapes tradicionais.
Mesmo assim, a L200 manteve um ar de simplicidade, robustez e confiabilidade a maior parte de sua vida, embora com alguns elementos esportivos a bordo e as inesquecíveis versões aventureiras, que tinham de pneus de uso misto até snorkel.

A MMC teve liberdade para atender à demanda do mercado com versões que realmente chamavam a atenção, como a Savana, que mesmo sendo aproveitada em modelo da L200 mais antigo em linha, atraía pelo visual rústico e aventureiro.
Na mecânica, além do V6 flex, consagrou-se mesmo é com o uso do diesel, em motores MIVEC associados com transmissões manuais ou automáticas, sempre com a tração 4×4 como pilar da proposta. Agora vida que segue com a Triton…
📨 Receba um email com as principais Notícias Automotivas do diaReceber emails
📲 Receba as notícias do Notícias Automotivas em tempo real!Canal do WhatsAppCanal do Telegram
Siga nosso site no Google Notícias










