Cupês Esportivos EUA Ford

Mustang: A história de uma lenda (com 25 fotos e muitos detalhes)

Mustang. Como começou a história deste esportivo que se tornou uma lenda?

Contamos ela aqui para você com muitos detalhes:


Na década de 1960, os consumidores começaram a buscar veículos menores, mais simples e baratos, porém com motores potentes e um toque de esportividade. A Ford Motor Company assistia ao crescimento do mercado sem participar dele, pois não tinha nenhum modelo com essas características.

Na época o modelo mais esportivo da marca era o Ford Thunderbird, lançado em 1954. Enquanto isso, a Chevrolet comemorava o sucesso com o Corvette, que se mantinha como o único carro esportivo norte-americano.

Na busca de produzir um modelo com essas características, Henry Ford II (neto de Henry Ford), junto com Lee Laccoca, presidente da divisão da Ford, solicitou que fosse desenvolvido um modelo com as características que os consumidores buscavam.


Mustang: A história de uma lenda (com 25 fotos e muitos detalhes)

O primeiro conceito do Mustang veio em 1962, desenhado por Joe Oros. O nome é uma homenagem de John Najjar ao avião de caça da 2ª Guerra Mundial, o P-51 Mustang, que ele pilotou.

Tinha apenas dois lugares e um motor central com seis cilindros, com design futurista em uma carroceria de alumínio.

Se destacava o enorme capô, no estilo “focinho de tubarão” (mais tarde adotado pelo Dodge Daytona), tomadas laterais de ar e os escapamentos que saiam da lataria. Sua estreia foi no Grande Prêmio dos Estados Unidos de Fórmula 1, causando uma grande repercussão.

A equipe de engenharia empregou uma suspensão independente nas quatro rodas, o que era incomum na época.

O câmbio de quatro marchas ficava junto com o diferencial (transeixo), os freios dianteiros usavam discos, até então raros e a direção era por pinhão e cremalheira.

Lançamento do Mustang para o público

Era esperado que naquele ano o modelo definitivo seria apresentado no Salão do Automóvel de New York, porém, o modelo foi apresentado ao público em 17 de abril de 1964, na Feira Mundial em Flushing Meadows, New York, causando furor e sendo sucesso no mercado.

O resultado foi tão bom que o Plymouth Barracuda com carroceria fastback lançado duas semanas antes já parecia ultrapassado.

Possuía estilo único, se diferenciando dos modelos da época. Era limpo, sem excessos de entalhes e cromados. Foi apresentado em dois modelos: cupê e conversível, ambos de quatro lugares com capô grande, traseira curta e teto baixo.

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Na grade frontal se estampava o cavalo ao centro. As lanternas traseiras permaneciam triplas e verticais.

Já o para-choque traseiro integrado à carroceria se tornou referência para modelos como Chevrolet Camaro, Pontiac Firebird, Dodge Charger e Challenger.

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O interior oferecia amplo conforto e design inspirado nos esportivos europeus, com bancos dianteiros individuais, console central e volante de três raios. Trazia no painel o velocímetro em escala horizontal, futuramente visto no Galaxie/Landau brasileiro.

Desde seu surgimento, o Mustang é icônico pelo fato de apresentar uma série de novidades que estavam a frente do seu tempo. Opcionais e acessórios permitiam atender desde jovens interessados em um carro acessível até ao eufórico por alto desempenho.

Dentro os opcionais do Ford Mustang, podemos citar ar-condicionado, radio, caixa de câmbio automática, diferentes rodas e calotas, freios dianteiros a disco e diferencial auto bloqueante.

Herdou o motor do Falcon, o sedã compacto da Ford.

Os motores seis cilindros em linha de 2,8 L, que rendia até 101 CV e um 3,3 L de 116 CV (potência bruta).

Se o comprador quisesse mais força, podia optar pelo V8 de 260 polegadas cubicas de 4,3 L e 164 CV, ou, podia escolher o modelo de 289 polegadas cubicas de 4,7 em três versões: com carburador duplo para 210 CV, de corpo quadruplo para 220 CV e, o pacote K-Code de alta compressão, que elevava a potência a 271 CV.

Cambio de três marchas de linha, com exceção na versão de 271 CV, que era equipado com quatro marchas, um câmbio manual para os demais motores.

A primeira compradora do Mustang

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Quem comprou o primeiro Mustang foi uma mulher, Gail Wise. Na época com 22 anos, ela desejava trocar de carro, comprando o modelo no dia 15 de abril de 1964, dois dias antes de sua estreia oficial.

No fim de 1964 foi apresentado a versão Mustang fastback, que marcou o desenho da traseira com o caimento suave com estilo. Mais esportiva que o cupê e o conversível, a nova carroceria substituía pequenos vidros laterais traseiros por uma máscara com escamas.

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Outra novidade era o pacote GT, com modificações mecânicas como suspensão mais firme, adereços estéticos, escapamento duplo e freios dianteiros à disco.

Shelby GT350

O exemplar marcou o início de uma longa propicia parceria entre Ford e o ex-piloto Carrol Shelby. Foi realizado modificações no fastback, modificando mecânica e carroceria.

Os freios foram substituídos, o banco traseiro foi retirado e ganhou um novo capô de plástico reforçado com fibra de vidro, nascendo assim o Shelby GT350. Foi considerado um carro de corrida disfarçado para as ruas.

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Era disponível apenas na cor branca, com faixas azuis opcionais e interior preto. Seu motor era uma modificação do V8 289 para produzir 306 CV. Suspensão dianteira era mais baixa e a bateria ficava no porta-malas para melhor distribuição de peso.

Contudo, o modelo era muito caro para o que oferecia em conforto. Não era possível receber câmbio automático e só levava um passageiro. Um ano depois, a empresa de aluguel de carros Hertz introduziu à sua frota um Shelby “GT350H”.

Nesse caso, a letra “H” foi introduzida por ser a inicial do nome da empresa.

O carro completou o total de 1 milhão de vendas em 1966, comprovando o enorme sucesso alcançado.

A primeira restilização do Mustang veio em 1967 crescendo 6 centímetros para abrigar novos motores.

Lee Laccoca decidiu deixar o esportivo com cara de malvado, instalando o motor V8 Big-Block de 390 polegadas cubicas, 6,4 litros, alimentado por um carburador Holley de corpo quadruplo, que desempenhava 315 CV.

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Shelby GT500

Em Detroit a tendência era o uso de carros musculosos, os famosos Muscle Cars. Assim nasceu o Mustang Shelby GT500.

Na motorização se transplantou o bloco grande de 428 polegadas de 7,0 L e 425 CV que equipava o Cobra, e houve modificações estéticas como capô de plástico com bolha para comportar o enorme filtro de ar dos carburadores e entradas de ar nas colunas.

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Ultrapassava 200 km/h e acelerava de 0 à 96 km/h em apenas 6,8 segundos.

Freios à disco na dianteira, câmbio manual de quatro marchas ou automático de três e oferecia outros refinamentos, na mesma política da Ford para agradar todo tipo de consumidor: ar-condicionado, direção assistida e uma série de opcionais.

Porém, com a produção limitada, o GT500 tornou-se um mito.

A Ford passou a oferecer o motor 428 como opcional no modelo de série, em 1968, mas por conta do preço, eram raros Mustangs com esse propulsor. Havia também o bloco pequeno small block de 302 polegadas cubicas de 4,9 L.

Esse motor rendia 220 CV com carburador de corpo duplo e 230 CV com corpo quadruplo, usado mais tarde no Maverick e no Galaxie brasileiro, usado também no GT350.

Houve também versões especiais do Mustang por volta de 1968. Um exemplo, na Costa Oeste, era oferecido o Mustang GT/CS, ou California Special, um cupê com grade negra, calotas GT, defletor traseiro do Shelby e luzes de direção sequenciais.

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Já no Colorado, houve um pacote semelhante disponível com o nome High Country Special.

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Novos faróis, lanternas, para-choques, além de outros detalhes chegaram em 1969, atendendo as exigências de segurança americana que ficaram mais rígidas.

O capô adotou um desenho pontiagudo, na lateral a grande modificação era feita no fastback, com grande tomada de ar sobre o para-lama traseiro e novas janelas entre a porta e a coluna posterior.

A filosofia “um cavalo para cada necessidade” desencadeou 11 opções diferentes de motorização. Novos modelos foram adicionados à gama, como Boss 302 de 290 CV, o Boss 429 de 275 CV e o Mustang Mach 1.

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Boss 302.

O Boss 302 School Bus foi um dos mais emblemáticos carros de corrida, com o número 15 pintado na lataria e conduzido pelo lendário Parnelli Jones, na Trans America Series, nos anos de 1969 e 1970.

Segunda geração do Mustang em 1973

Com Le Lacocca como presidente da Ford Motor Company em 1970, pediu ao engenheiros que desenvolvessem um Mustang menor e mais econômico.

Foi introduzido em 1973, dois meses antes da crise do petróleo de 73, permitindo que o modelo competisse contra cupês importados, como Toyota Celica japonês e o Ford Capri europeu, vendendo no primeiro ano aproximadamente 385.993 unidades.

Comparado ao modelo anterior, era 48 centímetros mais curto e 222 quilos mais leve. Os modelos ainda se mantinham nas versões de duas portas ou então a versão cupê.

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Era disponibilizado em versões cupê e hatchback e em 1974 havia outros modelos disponíveis, como: Hardtop, Hatchback, Mach 1 e Ghia. Aliás, o Match 1 ganhou diversas versões, como o Super Cobra Jet 429, topo de linha.

Mustang King Cobra

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O Mustang King Cobra era uma edição limitada que oferecia somente a motorização V8, sendo produzidos aproximadamente 4.313 unidades, trazendo um design muito mais agressivo.

Terceira Geração

Já em 1979, o novo Mustang foi baseado na plataforma Fox, que era 90 quilos mais pesada que a geração anterior. Os motores continuavam o 2,3-litros de 88 CV, o V6 2,8 de 109 CV e o 302 V8 de 140 CV.

Em seguida a Ford trouxe de volta o velho seis-cilindros em linha de 3,3 litros, com 94 CV, em substituição ao V6.

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Essa geração durou até 1993, e para alguns consumidores, há um certo preconceito em não aceitá-lo como um Mustang, isso porque seu desenvolvimento foi focado no conforto dos passageiros sem tanta esportividade.

Quarta Geração mais esportiva em 1994

O Mustang precisava de uma nova reformulação, que veio em 1994. A geração trouxe um desenho moderno e linhas arredondadas, resgatando o espirito esportivo do modelo. A carroceria foi chamada pela Ford de SN-95, baseado na plataforma Fox.

As opções de motores eram baseadas em um V6 de 3,8 litros e 145 CV e no tradicional V8 302 de 4,95 litros, que rendia 215 CV na versão GT; não havendo mais o quatro-cilindros.

Nessa geração o Ford Mustang voltou a ser reconhecido como um Muscle Car, resgatando um pouco da esportividade da primeira geração.

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SVT Cobra

Surgiu a versão SVT Cobra, equipada com motor 302 V8 com 240 CV, carro madrinha na corrida das 500 milhas de Indianapolis. Seis anos mais tarde, o Mustang foi reformulado novamente.

Seu design buscava mais semelhanças com a primeira geração, recuperando lentamente o prestigio de Muscle Car. Com isso, a Ford continuava a atualização dos motores com maiores potencias.

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Uma serie especial foi lançada em 2003, celebrando os 10 anos da divisão SVT (Special Vehicle Team), divisão de alta performance que cuida de todo desenvolvimento dos carros mais fortes do grupo Ford.

Mas foi em 2005 que o Mustang foi lançado com um visual que remetia completamente os modelos clássicos de 1960, recuperando novamente sua esportividade. Os faróis voltaram a ser circulares, as lanternas tinham três seções e vincos na lateral.

No interior, volante de três raios e instrumentos circulares relembravam os melhores anos do ícone. Os motores faziam jus à esportividade do carro: um V6 4.0 de 204 CV e um V8 4.6 de 304 CV.

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Todos podiam ter câmbio manual ou automático de 5 marchas, não abandonou a suspensão traseira do eixo rígido, mas ganhou três articulações e barra Panhard.

Mesmo revitalizado, o Mustang precisava de opções mais potentes para atender os fãs. Com a parceria entre Shelby e SVT, nasceu em 2005 um novo Mustang Cobra GT 500.

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Motor V8, modular com 5,4 litros e 32 válvulas, alcançando 500 CV e 62,2 m.kgf. Logo depois, no Salão de Nova York, foi revelado uma opção ainda mais “brava” que o GT 500: o Shelby GT 500 KR, uma reverência ao “rei da estrada”.

O V8 de 5,4 litros com compressor recebeu modificações para levar a potência a 547 CV e o torque a 70,5 m.kgf. Acompanhava suspensão recalibrada, capô em material com carbono e rodas redesenhadas.

Em 2004 chega mais uma geração, a quinta

Com um desenho retrô inspirado nos modelos dos anos 60, chega a nova geração do Mustang, recuperando até certo ponto o seu prestígio. Foi apresentado no Salão de Detroit em 2004 e durou até 2010 com o mesmo design.

Passou a oferecer motores V6 de 210 CV e V8 de 300 CV.

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A linha 2011 anunciada precocemente em 2009 trouxe novos motores ao Mustang. A versão V6 vinha com 3,7 litros e 24 válvulas, com bloco e cabeçotes de alumínio. Com 305 CV e 38,7 m.kgf, tinha o mesmo equilíbrio que o Camaro V6 sem usar a injeção direta do Chevrolet.

No Salão de Detroit de 2010, o Mustang GT V8 não ficou para trás.

Apareceu com um novo 5,0 litros, com aumento para 412 CV e 53,9 m.kgf, acompanhados de um menor consumo, suspensão recalibrada e um pacote opcional com rodas de 19 polegadas e freios dianteiros Brembo do Shelby GT500.

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Após todas as modificações sob o capô, a Ford passou a manter o Mustang atraente apenas com pequenas evoluções e series especiais.

Mustang Boss 302

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O Mustang Boss 302 ressurgiu em 2012 com motor V8 de 5,0 litros ajustados para 444 CV, câmbio de seis marchas e freios Brembo.

O design era inspirado no modelo que deu origem ao seu nome, com faixas pretas sobre o capô e nas laterais, combinando com o aerofólio traseiro, bancos Recaro e indicador de desempenho na aceleração.

A linha 2013 trouxe ao Mustang RTR uma versão personalizada e assinada pelo piloto Vaungh Gittin Jr., campeão mundial de drift. O modelo RTR Spec 1 trazia acessórios esportivos para as versões V6 e V8, saias laterais, faixas esportivas, escapamento especial, suspensão mais baixa e rodas de 19 polegadas.

Já o Mustang RTR Spec 2 acrescentava suspensão modificada e amortecedores reguláveis.

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Novo Mustang 2014

Foi revelado no Salão de Detroit em 2014 um novo Mustang. O estilo europeu na parte dianteira causou controvérsias com os fãs. Mantinha-se o formato fastback e o teto vinha mais baixo.

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No interior foi inserido acesso e partida por botão, sem uso de chave, sistema de entretenimento Sync, chave programável MyKey, sistema de áudio Shaker e controlador de distância até o trafego à frente.

Era moderno sem perder a ligação com o passado.

Trouxe a primeira aplicação de um motor EcoBoost, uma versão especifica de 2,3 litros e quatro cilindros com turbo, injeção direta, fornecia mais de 309 CV e 41,5 m.kgf. Como todo Mustang, oferecia duas opções de motor: V6 de 3,7 litros, com 304 CV e o V8 de 5,0 litros, chegando à 425 CV.

Mais de 50 anos de Mustang

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O Mustang é um sobrevivente a crises políticas e econômicas, por um tempo andou fraco e sem identidade, mas sempre mantendo-se bem sucedido.

Com seus 54 anos de existência, o eterno “pônei” continua ditando tendências e enlouquecendo a cabeça de seus admiradores.

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16 Comentários

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  • O Ford Mustang sempre foi e sempre será o esportivo dos meus sonhos. Pra mim não existe Ferrari ou Lamborghini que me faça desejar outro esportivo que não seja o maior mito do mundo automotivo chamado Ford Mustang.

  • MUSTANG…
    MUSTANGÃO…

    Eu sou fã assumido da Ford e acho o Mustang um ícone de respeito e orgulho.

    O primeiro, leva a mal não… mas era muito feio…
    parecia uma canoa ou uma lancha. Teve a pretenção de ser futurista, mas honestamente, o FUTURO PASSOU LONGE, ALI.

    Então vieram os modelos mais interessantes pois eram normais.

    O SHELBY GT350, é lindo e o da foto também assim o é.
    O GT500 vermelho, hoje teria mercado exatamente assim do jeito que está.
    O BOSS 350 é outra pérola..

    Na terceira geração, acho que enfeiaram o carro…
    Faróis de gosto duvidoso e o teto muito alto.
    Normal… fizeram cagada também com o Camaro que para mim, só são bonitos até 1969… depois disso, só coisa feita e os atuais, lembram mais personagem de filme do que o bom e velho Camaro
    (gente, estou falando da carroceria).

    Até que alguém acordou e em 2005 ele volta com um visual lembrando os antigos….
    FESTA… vejam que voltaram no passado para fazerem o Mustang ficar novamente bonito.

    Sobre os atuais… não são feios, ok? Mas acho o farol esticado demais…
    Mas é um Mustang…
    E eu seria muito feliz com um desses.

    Parabéns Noticias Automotivas… bela matéria.

    • Esse que parece uma lancha é o protótipo 1 que foi sucedido pelo protótipo 2 (não aparece aqui) este sim com um visual bem mais próximo do modelo de lançamento. Pessoalmente acredito que a apresentação desses protótipos foi uma jogada de marketing para criar expectativa no mercado.

  • Lembro da 4R sorteando um da 4a geração em 94 ou 95 era carro dos sonhos de todo adolescente.
    Essa 5a geração não me agradou em nada não entendia pq mexer num carro até então perfeito. Eu era criança
    Agora essa foto da matéria parecia uma lancha com rodas. Q tosco.
    E tá perfeito atualmente!!!!

  • Merecidamente o Mustang é um ícone. Lee Iacocca (não Lacocca com está no texto) além de criar esse carro revolucionário foi o cara que reergueu a Chrysler nos anos 80, depois de sua demissão da Ford. Sem dúvida, um visionário.

  • Caramba, bela matéria! Aí sim!! Quanto ao Mustang, sei que muita gente não gostou do visual do último modelo, mas a verdade é que continua um carrão (e continua batendo nos concorrentes!). É isso o que interessa. Aparência vem depois!

  • Consegui este ano o Meu, Cobra 1995 Preto, não tem pra ninguém,na rua pura emoção onde passo chamo a atenção
    divido com o meu filho que se deixar dorme no carro, Parabéns a Ford por manter este Ícone do Automobilismo Mundial VIVO!!

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