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Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

O Nissan Pathfinder é um dos utilitários esportivos mais práticos e versáteis do mercado desde os anos 80.

Ele surgiu como uma resposta à onda crescente de novos utilitários como o Chevrolet Blazer, Ford Bronco, Toyota 4Runner e Jeep Cherokee.


Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

O Nissan Pathfinder era construído no esquema de carroceria sobre o chassi, assim como a maioria dos seus concorrentes.

Vamos contar aqui como foi sua trajetória nesses 32 anos de existência:


Nissan Pathfinder 1986 – 1995

A primeira geração do Nissan Pathfinder foi apresentada em abril de 1986, introduzindo assim um dos primeiros utilitários esportivos da marca a brigar com modelos tradicionais como os citados anteriormente.

A princípio, o Nissan Pathfinder tinha carroceria de 2 portas, com um design um tanto quanto exótico se comparado com seus concorrentes. No que seria uma coluna C, estava uma janela pequena e triangular que dividia as portas dianteiras do restante da carroceria.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Logo atrás dessa peculiar janela, o Nissan Pathfinder tinha uma janela em formato de losango com tamanho maior que a diminuta janela triangular.

O formato curioso chamava a atenção dos jovens que queriam um carro valente e com personalidade, pois esses utilitários visavam pessoas ainda jovens, ou jovens casais sem filhos e não famílias como hoje em dia é mais comum.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

De início o Nissan Pathfinder vinha com um motor 2.4 litros com 106 cavalos de potência e um motor 3.0 litros V6 com injeção multiponto capaz de render 145 cavalos e 24,8 kgfm de torque.

Além dessas duas opções a gasolina, havia também opção de motorização a diesel com um motor 2.7 litros aspirado natural que poderia entregar potências entre 84 cavalos e com auxílio de um turbo compressor, podendo chegar até a 99 cavalos.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Para o ano de 1999, a Nissan apresentava a versão com 4 portas do Nissan Pathfinder, que agora visava atender melhor aqueles consumidores que buscavam mais praticidade.

A distância entre eixos e comprimento total do Nissan Pathfinder foram mantidos idênticos aos do modelo de duas portas.

A grande diferença era o fato de as portas dianteiras terem um desenho novo em relação ao modelo de duas portas e que as portas traseiras passariam a vir com as maçanetas embutidas nas colunas, o que acabou por se tornar uma espécie de marca registrada do modelo ao longo dos anos.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Além das duas portas adicionais, o Nissan Pathfinder de 1990 ganhava um facelift que deixava o visual levemente mais moderno do que a versão apresentada em 1987.

Por falar no design do Nissan Pathfinder, sua primeira geração apostava fortemente em linhas retas e cantos vivos, com poucas áreas arredondadas, ou superfícies com volume e profundidade.

Outro detalhe interessante de estilo, era que o Nissan Pathfinder da época usava o estepe pendurado na traseira do modelo de duas portas, mesmo tendo espaço útil dentro do porta malas para tal item, a ideia aqui era reforçar o “espírito aventureiro” do modelo.

Nissan Pathfinder 1996 – 2005

A segunda geração do Nissan Pathfinder foi apresentada no final de 1995, com uma nova carroceria.

Um novo desenho que mais parecia uma evolução do projeto original do Nissan Pathfinder de 1986.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

As linhas gerais do Nissan Pathfinder de segunda geração eram mais arredondas do que o modelo de 1986, mas a essência era a mesma, inclusive das maçanetas escondidas na coluna das portas traseiras.

O aspecto geral era elegante e contava com novos faróis, que agora tinham um desenho mais arredondado, bem como uma nova grade com um desenho novo.

Na traseira, o Nissan Pathfinder perdia o estepe pendurado e a versão de duas portas.

As lanternas traseiras ganhavam um novo desenho e a tampa do porta malas ganhava um volume com novos vincos próximos das lanternas.

O interior também ganhava uma nova vida com seu desenho novo, além de novidades como o volante, e o novo rádio.

Em relação à carroceria, o novo Nissan Pathfinder tinha uma carroceria 17 centímetros maior que a primeira geração, visando assim o melhor aproveitamento do espaço interno para o motorista e os demais passageiros.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

No quesito motorização, o Nissan Pathfinder abandonava o motor de quatro cilindros no mercado norte americano e passava a oferecer o novo 3.3 litros V6 que rendia 170 cavalos de potência e 27,1 kgfm de torque.

Em outros mercados, como o europeu, o modelo apostava também num motor a diesel 2.7 litros de quatro cilindros com 127 cavalos, que posteriormente seria trocado por um 3.0 litros V6 de 168 cavalos.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Para 1999, a Nissan aplicava um pequeno facelift no modelo, ganhando novos faróis, que ficavam ligeiramente maiores e mais amendoados do que do modelo lançado em 1996.

A grade dianteira bem como o para choque ganhavam um novo desenho, enquanto que a traseira do Nissan Pathfinder exibia um novo desenho nas lanternas e um novo desenho na tampa do porta malas.

Para 2001, o Nissan Pathfinder ganha novos motores, como o novo 3.5 litros V6 que gerava 243 cavalos de potência e 36,6 kgfm de torque. O modelo seguiria assim até 2005, quando o modelo trocaria de geração e de plataforma.

Nissan Pathfinder 2005 – 2013

A terceira geração do Nissan Pathfinder agora carregava o DNA norte americano, uma vez que o modelo deixava de ser produzido no mercado japonês, e deixava a produção da nova geração à cargo da planta norte americana e da espanhola, em Barcelona, que abasteceria o mercado europeu.

A plataforma do Nissan Pathfinder agora era a F-Alpha, a mesma de modelos como a Nissan Frontier e Titan.

Com essa nova plataforma derivada da picape Frontier a Pathfinder recebia pela primeira vez a opção de uma terceira fileira de bancos, totalizando 7 assentos.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

No visual, agora o Nissan Pathfinder ganhava a mesma identidade visual da picape e isso incluía a grade dianteira com o “V” cromado e os faróis mais retilíneos.

As caixas de roda agora eram maiores e tinham mais volume, dando a impressão de que o utilitário era muito maior que o anterior.

Uma coisa que não mudava nesta terceira geração do Nissan Pathfinder era o fato de a maçaneta das portas traseiras ainda serem embutidas na coluna da porta, como mandava a tradição desde 1986.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

A traseira por sua vez, ganhava um novo desenho com novas lanternas traseiras que agora eram maiores e a tampa do porta malas ganhava um novo recorte no vidro traseiro que poderia ser aberto independentemente da tampa do porta malas.

Isso era feito por uma discreta maçaneta que ficava logo abaixo do limpador traseiro.

O interior do novo Nissan Pathfinder era completamente novo, mas em contrapartida era o mesmo da picape, o que deixava o utilitário menos exclusivo.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Mesmo dividindo o mesmo painel da Frontier, o Nissan Pathfinder ainda agradava pela boa construção e bons materiais aplicados no interior.

O modelo recebeu mais um facelift em 2008, o que trouxe um novo desenho interno para os faróis e pequenas atualizações no interior como uma nova central multimídia e outros pequenos mimos para o condutor e os passageiros.

O Nissan Pathfinder prosseguiu com essas características até trocar novamente de geração e de plataforma em 2013.

Nissan Pathfinder 2013 – presente

A quarta geração do Nissan Pathfinder foi apresentada em outubro de 2012 e vendido já como linha 2013.

Agora o modelo estava maior e mais musculoso do que antes, além de trocar de plataforma.

O novo utilitário esportivo trocava a plataforma F-Alpha das picapes e aderia a plataforma D do grupo Nissan, que divide com outros modelos como o Infiniti QX60, Nissan Altima, Maxima, Murano e Quest.

O estilo do Nissan Pathfinder agora está mais para crossover do que utilitário esportivo o que dá ao modelo um ar mais moderno e mais condizente com as propostas atuais do mercado.

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A nova carroceria abandona as formas mais quadradas que tinham sido herdadas da picape Frontier para adotar um estilo mais próximo com a sua linha de luxo no mercado norte americano, a Infiniti.

Por falar nela, o novo modelo é basicamente uma versão Nissan do Infiniti QX60, só que com algumas modificações para deixar o modelo com identidade Nissan.

A nova carroceria do Nissan Pathfinder também abandona a maçaneta embutida na coluna da porta em prol de um modelo mais convencional, o que deixa o modelo mais harmônico e elegante.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

No quesito motorização, o novo Pathfinder usa um motor 3.5 litros V6 com 263 cavalos de potência e 33,14 kgfm de torque.

O câmbio agora era do tipo CVT, o que ajudava na economia de combustível.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Em 2014 o modelo recebe mais uma pequena atualização visual, que deixa ele com aspecto mais elegante e no mesmo ano surge também a variante híbrida, que visava o baixo consumo de combustível e a baixa emissão de poluentes.

Já em 2017, o Nissan Pathfinder recebe outra atualização de estilo que ganha novos faróis, com desenho mais esportivo, além de uma nova grade e para choques tanto dianteiro quanto traseiro.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

O Nissan Pathfinder também ganha pequenas alterações no interior para se manter atual perante a concorrência que também mudou nesses últimos 30 anos.

No mercado norte americano o Nissan Pathfinder pode ser encontrado em versões que começam em US$ 31.230 pela versão S 2WD e podem chegar a US$ 44.260 pela versão Platinum 4WD.

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Nissan Pathfinder no Brasil

Por aqui o Nissan Pathfinder surgiu na sua primeira geração, em 1993, vendido como modelo 1994.

A marca apostava num carro forte com tamanho e força para bater outros concorrentes no mercado nacional, aliado a um preço competitivo e boa oferta de equipamentos.

As versões de carroceria de duas ou quatro portas também estavam disponíveis por aqui na primeira geração do modelo.

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Já a segunda geração, veio para o nosso mercado e foi bem recebida graças a seu porte e sua vocação 4×4.

O Nissan Pathfinder vinha com o mesmo estilo empregado no mercado internacional, e agradava o público brasileiro.

Por aqui tivemos também a terceira geração que foi a última também, já que a marca não investiu tanto na questão de utilitários esportivos por aqui.

O custo de manutenção do utilitário era significativamente em conta, por dividir a base com a Nissan Frontier.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Outros utilitários como o Murano e o XTerra também já foram comercializados no país, mas acabaram tendo suas importações encerradas devido as flutuações cambiais e impostos obrigatórios, o que não deixava os modelos virem com preços mais competitivos.

Mas ainda é possível encontrar versões do Nissan Pathfinder no mercado de usados.

Para o modelo de 1993, existem unidades que podem partir de cerca de 14.200 reais. Os preços podem chegar até 74.900 reais pela versão 2.5 litros de terceira geração com pouco mais de 100 mil km rodados.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Nissan Terra

Se por um tempo a picape Frontier, como é conhecida por aqui teve uma versão “fechada” que atendia pelo nome de Pathfinder, agora a nova geração da picape ganha a companhia de um novo utilitário esportivo chamado de Terra.

O novo utilitário divide a mesma plataforma que a picape, trazendo uma boa economia na construção, já que muitos componentes são idênticos nos dois modelos.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

A dianteira tem um visual próprio, com novos faróis, grade e para choque que o distanciam de certa forma da picape, e dão um ar mais exclusivo ao utilitário.

As lanternas traseiras também ganham um visual novo com direito a iluminação por LED, para dar mais sofisticação ao modelo.

Nissan Pathfinder: o valente utilitário com uma história de respeito

Por dentro o novo utilitário compartilha o mesmo painel da picape por conta de redução de custos.

Na motorização, o Nissan Terra apresenta duas variantes, sendo a primeira um motor a diesel bi turbo de 2.3 litros de 190 cavalos e 45,9 kgfm e uma opção a gasolina 2.5 litros de 184 cavalos.

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O câmbio pode ser o manual de 6 velocidades ou um automático de 7 velocidades da Mercedes-Benz, com quem compartilha a plataforma da Classe X.

Por hora não se tem informações precisas se o modelo vem para o Brasil para disputar terreno com a Chevrolet TrailBlazer e Toyota SW4.

Ficha Técnica

Nissan Pathfinder LE 2.5 Turbo Diesel

Motor: Dianteiro

Aspiração: Turbo compressor

Disposição: Longitudinal

Potência: 174

Combustível: Diesel

Torque: 41,1 kgfm

Tração: Integral

Câmbio: Automático

Suspensão: Dianteira, independente, braços sobrepostos

Freios: Dianteiros/Traseiros, Disco ventilado

Direção: Assistência Hidráulica

Pneus dianteiros/traseiros: 255/65 R17

Comprimento: 4740 mm

Largura: 1850 mm

Entre eixos: 2850 mm

Altura: 1865 mm

Porta-malas: 190 litros

Tanque de combustível: 80 litros

Peso: 2250 kg

Velocidade máxima: 174 km/h

Aceleração 0-100 km/h: 12,5 s

Consumo Urbano: 8,1 km/l

Consumo Rodoviário: 11,3 km/

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Nota média 5 de 2 votos

  • UPTSI

    A Ponny Veículos levou umas três eternidades pra vender a Pathfinder preta que eles tinham 😅

  • Rodrigo Gripp

    Tive a oportunidade de conviver com a Pathfinder durante três anos. Meu primeiro emprego foi na Nissan Freeway Rio de Janeiro, a única oficial da cidade em 1994. As Pathfinder gasolina eram automáticas, enquanto as diesel eram mecânicas. Queridinha dos famosos, Marcos Frota, Marisa Monte, Humberto Martins, Sandra Alencar, Gilberto Gil, Ricardo Amaral, dentre mutos outros, tinham as suas. Código do produto WD21. Tinha, entre outros equipamentos, ABS, rádio digital com seis alto falantes, ar condicionado automático, motor V6 3.0 com disposição de sobra, vidros um toque, direção hidráulica perfeita e a famosa tampa de vidro traseira, você não precisava abrir o porta malas, muito prático! O único senão era a caixa automática, que era o calcanhar de Aquiles do veículo, sempre deram muito problema e os pneus General Grabber, caríssimos. Uma coisa estranha era a obrigação do proprietário de trocar o óleo (Castrol RS sintético) com 2500 Km! E a famigerada “tropicalização” que a Nissan do Brasil bancou para todas (via oficial ou importação direta). Enfim, são muitas boas lembranças pra contar…
    A Pathfinder é um carro que fez parte da minha história!

    • Bruno Alves

      Adoro essas histórias e conhecimentos de bastidores, pena que são poucos que compartilham elas. Obrigado amigo!

      • Rbs

        Pois é . . . para mim também esses são os melhores! O mais interessante é que tem gente que consegue criticar mesmo sabendo que a base do comentário foi a realidade!

      • Rodrigo Gripp

        Por nada! A Pathfinder é ignorada no mercado, mas é um suv autêntico, raiz. Merecia mais atenção.

    • th!nk.t4nk

      Bom relato! Que loucura trocar óleo a cada 2500 km heim! Quem roda muito teria de trocar todo mês praticamente! Eu sou um que roda bastante, mas no meu carro as trocas são a cada 25 mil km, felizmente!

      • Luiz Fabri

        Como assim troca a cada 25mil? Que carro é?

        • th!nk.t4nk

          É um C200D. Ele usa o mesmo esquema da BMW de revisoes com período variável. Pra mim a primeira foi só com 24 mil e poucos km, vamos ver como será a segunda. Mas isso aqui na Alemanha, pois no Brasil provavelmente ele pediria revisoes em intervalos bem menores. Enfim, é um carro barato pra manter aqui, por isso vende tanto.

      • Rodrigo Gripp

        Me desculpe amigo, faltou dizer que era na primeira revisão. Após, as trocas eram feitas a cada 10.000 Km. Mas era um exagero, de fato.

        • th!nk.t4nk

          Ah bom, isso é meio comum mesmo. Trocavam o óleo cedo pra remover supostas limalhas e outros contaminantes. Na época os processos de usinagem tinham tolerâncias muito elevadas, e isso gerava esse problema.

  • Paulino Lino

    Ainda sonho com uma 2013 Top de linha Diesel.

  • MarcioMaster

    Mas passa longe, mas longe, de ser um Valente Utilitário.

  • Yuri Lima

    Na verdade, a última Pathfinder mudou de proposta, é quase um Fiat Freemont.
    A substituta real de sua proposta de SUV é o Nissan Terra. Como foi também o Nissan X-Terra de 2001, derivada da Frontier, inclusive tendo a maçaneta na coluna.

  • Luis Burro

    Por falar em Blazer,a nova geração dela tem o teto bem parecido com o novo Tucson principalmente na coluna C,se o olhar só pelo teto lembra bastante o Chevy!

  • Marcus Vinicius

    O próximo Mitsubishi Pajero Full ”Montero” poderia usar a base do Pathfinder americano !

  • Natán Barreto

    Essa Pathfinder atual de shopping center deveria ter outro nome. A verdadeira Pathfinder é essa Terra. Mesmo q esquisitona, ela é mais valente como as antigas.

  • LArtur

    Viajei em 2011 por mais de 2000 milhas nos EUA com uma V8, pena que o limite de velocidade cortou o barato de acelerar mas levou 5 mais bagagens na boa, com muito conforto e desempenho

  • CanalhaRS

    O modelo atual é bonito, mas foi perdendo a jeitão bruto e off-road com o passar do tempo. Eu vejo ele meio na contra-mão da tendência atual.

  • Ricardo

    Achava legal!

  • Baetatrip

    Belissimo carro até 2013, e depois virou de segmento!!
    Que aconteceu exato com o SZK Grand Vitara…… Já ano 2017 é outro segmento!
    Terra e show…. E a continuacao da antiga X-Terra!

  • Wendel Cerutti

    Nos anos 90 , era sonho de consumo , junto com a BMW 325 .

  • Hodney Fortuna

    NIssan Terra com câmbio Mercedes não é sinônimo de coisa ruim não! Carro confiável! É para se comprar sem medo.

  • Vyvern32

    Parabens ao Noticias Automitivas pela matéria. Realmente eu tinha muitas duvidas do porque o novo Pathfinder não ser igual à nova Frontier sendo que na geração anterior ambos usavam a mesma base, e pesquisando na net não se achava muita coisa. Agora com essa materia fiquei bem esclarecido.

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