
Num mercado em que EVs de luxo prometem alta tecnologia e segurança, um simples esbarrão de estacionamento já está transformando alguns modelos em sinônimo de conta de funilaria astronômica.
Um proprietário de R1S levou esse susto depois que o SUV da esposa, parado, foi acertado por outro veículo e teve a traseira amassada de forma aparentemente moderada.
A foto compartilhada no Reddit pelo usuário jgilbs mostra um grande amassado no quarto de painel traseiro, além de dano visível na roda, algo que muitos julgariam “consertável” sem drama.
À primeira vista, seria o típico reparo que muita gente imagina resolver com alguns milhares de reais, mas o orçamento oficial mostrou uma realidade bem mais agressiva.
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Uma oficina autorizada e certificada pela Rivian apresentou um orçamento de US$ 53.736, o equivalente a cerca de R$ 280 mil, quase os US$ 54 mil destacados na discussão.

Esse valor representa mais da metade do preço de um R1S 2026 nessa configuração, que hoje gira em torno de US$ 100 mil, algo perto de R$ 522 mil.
Só a mão de obra responde por aproximadamente US$ 29.856, algo em torno de R$ 156 mil, enquanto o seguro cobriria quase US$ 40 mil, cerca de R$ 209 mil.
Mesmo assim, sobraria para o dono uma conta de pouco mais de US$ 14 mil, ou algo acima de R$ 73 mil, por uma batida ocorrida com o carro estacionado.
Boa parte dessa fatura assusta porque o quarto de painel traseiro do R1S não é uma peça simples de desparafusar e trocar; ele integra a estrutura lateral do carro.
Relatos de casos semelhantes indicam que é preciso desmontar grande parte do interior, remover boa parte do lado do SUV, cortar, alinhar e remontar tudo com precisão milimétrica.
Em algumas situações, já foi mencionado que até o enorme teto panorâmico de vidro precisa sair, o que acrescenta risco, custos e muitas horas de trabalho altamente especializado.
O dono relata que a maior fatia do valor está justamente na substituição do quarto de painel, sem qualquer dano a motor, bateria ou chassi tradicionalmente entendido como “frame”.
A confusão veio porque o orçamento cita “dano de estrutura”, mas ele explica que a lateral do veículo é considerada parte integral da estrutura, o que puxa o serviço para outra categoria.
Segundo o relato, a suspensão representa apenas 13 horas do total de cerca de 250 horas de mão de obra, algo como 5% do preço final, reforçando que o vilão é a carroceria.
Para piorar, donos de R1T podem sofrer ainda mais, já que o quarto de painel da picape é maior, sobe pelas janelas laterais e termina lá no pilar A, encarecendo qualquer intervenção.
Sem um detalhamento ainda mais minucioso, é difícil cravar se o orçamento está inflado, mas o episódio se soma a outros casos de reparos absurdamente caros envolvendo a Rivian.
Já houve, por exemplo, um incidente de manobra de marcha a ré considerado “relativamente leve” que rendeu orçamento na casa de US$ 21 mil, algo próximo de R$ 110 mil.
Em outro caso, uma conta de funilaria de cerca de US$ 41 mil, por volta de R$ 214 mil, só foi evitada graças a um especialista em funilaria sem pintura que salvou o painel original.
Esses profissionais de funilaria “paintless” conseguem, quando não há dano estrutural, devolver o formato do painel por uma fração do valor, mantendo a peça de fábrica no lugar.
O problema é que, quando entram em cena estrutura, lanternas complexas e sensores de assistência à condução, o jogo muda e a conta volta rapidamente para patamares proibitivos.
Enquanto nada muda no projeto e na forma de reparar esses EVs, proprietários de R1S e R1T torcem para jamais encostar o quarto de painel traseiro em qualquer coisa.
Num mercado em que EVs de luxo prometem alta tecnologia e segurança, um simples esbarrão de estacionamento já está transformando Rivian em sinônimo de conta de funilaria astronômica.
Um proprietário de R1S nos Estados Unidos levou esse susto depois que o SUV da esposa, parado, foi acertado por outro veículo e teve a traseira amassada de forma aparentemente moderada.
A foto compartilhada no Reddit pelo usuário jgilbs mostra um grande amassado no quarto de painel traseiro, além de dano visível na roda, algo que muitos julgariam “consertável” sem drama.
À primeira vista, seria o típico reparo que muita gente imagina resolver com alguns milhares de reais, mas o orçamento oficial mostrou uma realidade bem mais agressiva.
Uma oficina autorizada e certificada pela Rivian apresentou um orçamento de US$ 53.736, o equivalente a cerca de R$ 280 mil, quase os US$ 54 mil destacados na discussão.
Esse valor representa mais da metade do preço de um R1S 2026 nessa configuração, que hoje gira em torno de US$ 100 mil, algo perto de R$ 522 mil.
Só a mão de obra responde por aproximadamente US$ 29.856, algo em torno de R$ 156 mil, enquanto o seguro cobriria quase US$ 40 mil, cerca de R$ 209 mil.
Mesmo assim, sobraria para o dono uma conta de pouco mais de US$ 14 mil, ou algo acima de R$ 73 mil, por uma batida ocorrida com o carro estacionado.
Boa parte dessa fatura assusta porque o quarto de painel traseiro do R1S não é uma peça simples de desparafusar e trocar; ele integra a estrutura lateral do carro.
Relatos de casos semelhantes indicam que é preciso desmontar grande parte do interior, remover boa parte do lado do SUV, cortar, alinhar e remontar tudo com precisão milimétrica.
Em algumas situações, já foi mencionado que até o enorme teto panorâmico de vidro precisa sair, o que acrescenta risco, custos e muitas horas de trabalho altamente especializado.
O dono relata que a maior fatia do valor está justamente na substituição do quarto de painel, sem qualquer dano a motor, bateria ou chassi tradicionalmente entendido como “frame”.
A confusão veio porque o orçamento cita “dano de estrutura”, mas ele explica que a lateral do veículo é considerada parte integral da estrutura, o que puxa o serviço para outra categoria.
Segundo o relato, a suspensão representa apenas 13 horas do total de cerca de 250 horas de mão de obra, algo como 5% do preço final, reforçando que o vilão é a carroceria.
Para piorar, donos de R1T podem sofrer ainda mais, já que o quarto de painel da picape é maior, sobe pelas janelas laterais e termina lá no pilar A, encarecendo qualquer intervenção.
Sem um detalhamento ainda mais minucioso, é difícil cravar se o orçamento está inflado, mas o episódio se soma a outros casos de reparos absurdamente caros envolvendo a Rivian.
Já houve, por exemplo, um incidente de manobra de marcha a ré considerado “relativamente leve” que rendeu orçamento na casa de US$ 21 mil, algo próximo de R$ 110 mil.
Em outro caso, uma conta de funilaria de cerca de US$ 41 mil, por volta de R$ 214 mil, só foi evitada graças a um especialista em funilaria sem pintura que salvou o painel original.
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