
Desde o Alfa Romeo 1900M de 1951 até os modelos mais recentes, a marca italiana de Milão mantém uma longa tradição de tração integral, garantindo uma condução cada vez mais segura e envolvente para seus clientes fiéis.
Hoje, 75 anos após iniciar sua jornada 4×4, a Alfa Romeo dispõe da tecnologia Q4, atualmente presente em toda a gama: Junior na versão híbrida; Tonale na variante híbrida plug-in; Giulia na versão turbo diesel; e, finalmente, Stelvio nas configurações turbo diesel e Quadrifoglio.

Dependendo do modelo da Alfa Romeo, o sistema Q4 está disponível em duas arquiteturas diferentes — elétrica ou mecânica — que garantem níveis máximos de tração, segurança e prazer de condução com baixa aderência ou condições climáticas severas.
Segundo a marca italiana, em 2025, as versões Q4 representaram 26% dos Alfa Romeo vendidos globalmente, confirmando a importância da tecnologia de tração integral na estratégia do fabricante de Milão.
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Destes, a penetração é significativa no Stelvio (90%) e no Giulia (52%), enquanto o Tonale atingiu 28% e o Junior, lançado durante o ano, 6%.
Em busca da esportividade e da melhor tração possível, mesmo nas condições de aderência mais exigentes, o sistema Q4 de tração integral da Alfa Romeo se tornou versátil em duas arquiteturas diferentes.

No Alfa Romeo Giulia, por exemplo, a tecnologia mecânica aplicada ao sistema Q4, a bordo do sedã de alto desempenho, assim como do SUV de luxo Stelvio, usa a base de motorização longitudinal para distribuir a força nas rodas traseiras também.
Isso sem contar a conexão por semieixos nas rodas dianteiras, conferindo à dupla de esportivos feita em Casino, Itália, uma arquitetura clássica, adorada por entusiastas.

Por outro lado, a plataforma de tração dianteira nativa da Stellantis, que adota motores em transversal, obrigou a tração integral Q4 oferecida nas versões híbridas do Junior e do Tonale a empregar uma conexão eletrônica.
Nesse caso, tanto Junior quanto Tonale usam um motor elétrico no eixo traseiro, enquanto o propulsor se vale de uma eletrificação leve, com a ausência de componentes longitudinais de transmissão reduzindo a inércia e o peso do sistema, permitindo o gerenciamento imediato da tração.
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