
A Ram está de olho no potencial da Rampage e prova disso é que decidiu levar a picape média monobloco feita no Brasil para atender o mercado europeu com as exportações já iniciadas, porém, parece que o modelo ainda está longe de chegar à terra-mãe, os EUA.
Segundo o site Moparinsider, a Ram está cautelosa quanto à presença da Rampage no mercado americano, ainda que a expectativa sobre a picape média na terra das picapes grandes seja positiva, uma vez que existe enorme potencial de vendas por lá.

A questão, segundo Tim Kuniskis, CEO da Ram, é a Ford. O problema na marca rival de Dearborn é a sobreposição de preços entre os modelos Maverick e Ranger, lembrando que ambas também são vendidas aqui, porém, os preços próximos geram fogo amigo.
Nos states, a Maverick emplacou mais de 155 mil unidades no ano passado e isso é bem mais que a Ranger por lá, que vendeu quase 71 mil exemplares. Na visão de Kuniskis, existe uma desvalorização da picape de chassi da Ford em relação ao modelo monobloco.
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Com preços tão próximos, a visão da Ram é que o consumidor acabou seguindo para o modelo menor e mais leve que, embora seja feito no México, de onde é exportado também para o mercado brasileiro, a Maverick parece ter conquistado o comprador, em especial com sua versão híbrida.
Por conta disso, a Ram colocou um pé no freio da Rampage no mercado americano até que tenha certeza de que será seguro vendê-la ao lado da próxima geração da Dakota, que será um modelo exclusivo dos EUA, usando provavelmente a Gladiator como base.

Kuniskis usará a operação brasileira para analisar esse caso, observando como a Dakota – que está sendo apresentada para a imprensa no Pantanal – reagirá em relação à Rampage, que atualmente vende bem no mercado nacional.
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