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Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Lambra-se do Renault Mégane? O sucessor do famoso Renault 19 teve seus dias de glória no nosso mercado e atualmente vive com suas vendas de vento em popa lá no Velho Continente.

Vamos falar primeiramente da história do Renault Mégane no Brasil, depois entrar em detalhes de sua vida desde o nascimento na Europa há 23 anos atrás e como o modelo está hoje, em pleno 2018.


Renault Mégane chega ao Brasil

Vamos agora falar da breve passagem do Mégane pelo país do Carnaval.

A primeira geração do Renault Mégane foi importada da Argentina em 1998, e assim como na Europa, foi o substituto do Renault 19.


Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Por aqui tivemos na primeira geração do Renault Mégane a carroceira hatch que vinha nas versões RN como motor 1.6 litros de 8 válvulas e 90 cavalos e a versão RT com motor 2.0 litros 16 válvulas e 115 cavalos.

No caso do Renault Mégane sedan, as versões eram RT com motor 2.0 litros de 8 válvulas e uma outra versão RXE mais completa com a mesma motorização.

O nome Renault Mégane também poderia ser encontrado na versão minivan que atendia pela alcunha de Mégane Scénic. Ao longo dos tempos foi perdendo o nome Mégane – acabou por virar nome da versão e se chamar Scénic.

As versões hatchback e sedan do Renault Mégane passaram por um facelift no início de 2001 e trouxeram não só um design mais moderno ao modelo, mas também apostaram forte na segurança e na tecnologia.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

O Renault Mégane foi então um dos primeiros modelos a ter de fábrica air bag duplo de série em todas as versões.

Além da mudança estética e no agregado de itens de segurança e tecnologia a linha Renault Mégane trocava também os motores, sai de cena o 1.6 litro de 8 válvulas e entra o 1.6 16 válvulas com 110 cavalos.

Fora isso as alterações chegaram para as versões, RT e RXE que no hatchback usavam o motor 1.6 litro.

No Renault Mégane sedan na configuração RXE mantinha o motor 2.0 8 válvulas que foi trocado em 2002 pelo 2.0 16 válvulas de 138 cavalos que era utilizado no Renault Laguna e que depois seria usado pela segunda geração do Renault Mégane.

A primeira geração do Renault Mégane hatch sai de linha em 2003 e o sedan sai de cena em 2005.

Renault Mégane de segunda geração no Brasil

A segunda geração do Renault Mégane chega ao mercado nacional em março de 2006 e foi a primeira ser produzida na fábrica da Renault em São José dos Pinhais.

Agora produzido em solo nacional, a marca apostava na versão sedan e na perua, aqui chamada de Renault Mégane Grand Tour.

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O sedan tinha concorrentes de peso como Chevrolet Vectra, Toyota Corolla e Honda Civic, apenas para citar os mais famosos.

De início o Renault Mégane foi vendido nas versões Expression 1.6 16 válvulas, Dynamique 1.6 16 válvulas, e Dynamique 2.0 16 válvulas – essa última com opção de câmbio automático de 4 velocidades ou manual de 6 velocidades.

Dessa vez não teríamos o Renault Mégane hatch, pois o modelo foi rejeitado em centros de pesquisa com possíveis consumidores por ter um desenho bem peculiar.

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Para 2008 a Renault apostava em duas novidades para a linha Renault Mégane, a primeira delas era a nova versão de topo Privilège com motor 2.0 16 válvulas disponível tanto para o sedan quanto para a perua, sempre acompanhados do câmbio automático de 4 velocidades.

Ainda em 2008 a Renault passa a importar a versão cabriolet do Mégane com motor 2.0 16 válvulas de 138 cavalos.

Uma versão “esportiva” também foi lançada no mercado nacional, denominada Extreme. Você vê fotos do modelo em cor preta um pouco acima.

O Renault Mégane Extreme contava com rodas escurecidas e novos para choques.

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O fim do Renault Mégane por aqui

Em 2010 o modelo recebeu uma pequena atualização de estilo que o manteve em linha por apenas alguns meses, uma vez que a versão sedan saiu de linha em novembro do mesmo ano para dar espaço para o Fluence – sedan do Renault Mégane de terceira geração.

A Renault Mégane Grand Tour deixou o mercado nacional no final de 2012 quando só tinha a versão Dynamique com motor 1.6 litros, para abrir espaço para a produção do Renault Duster nacional.

Muitos acharam estranha a atitude da Renault, pois a Renault Mégane Grand Tour vendia muito bem na ocasião, batendo recordes de venda, justamente pelo seu preço bem atraente no final de vida.

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Renault Fluence

Se por um lado o Renault Mégane de segunda geração era idêntico ao hatchback, o sedan na terceira geração ganhou um substituto de baixo custo em nosso mercado, além de nome totalmente diferente.

Foi assim que o mundo conhecia o Fluence.

O modelo foi apresentado no mercado nacional em 2010 e de início vinha na versão Expression com motor 1.6 16 válvulas e 115 cavalos associado a um câmbio manual de 5 velocidades e a versão Dynamique 2.0 litros 16 válvulas e 143 cavalos, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT.

Houve outras versões com motor 2.0 como a Privilège e GT Line, uma variante com motor 2.0 litros turbo de 180 cavalos e câmbio manual de 6 velocidades também foi vendida, chamada GT – em poucas unidades.

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O modelo recebeu um facelift que o deixou mais parecido com a versão europeia do Renault Mégane e que até pouco tempo era vendido em apenas duas versões, Dynamique Plus com câmbio CVT e preço inicial de R$ 99.350 e a versão Privilège também com câmbio CVT e preço inicial de R$ 108.300 reais.

Mesmo tendo uma boa relação conjunto mecânico e plataforma o modelo perdeu nos seus últimos anos de vida muitas vendas para modelos mais tradicionais como o Toyota Corolla e Honda Civic, e até modelos mais novos como o Chevrolet Cruze. Por isso o Fluence saiu de linha.

Agora vamos falar da história mundial do Renault Mégane.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Renault Mégane I – 1995 a 2002

Foi no início dos anos 90 que a Renault começava a esboçar o futuro sucessor do Renault 19, quando o projeto do Renault Mégane ainda se chamava apenas X64.

Os primeiros rascunhos do modelo apareceram no início dos anos 90. Em poucos meses um modelo em escala 1/5 estava sendo produzido para aprovação da matriz.

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Antes de chegar a um Renault Mégane em escala real, a marca pediu ao seu time de designers que criassem quatro temas distintos e trabalhassem neles, assim quando eles estivessem prontos a matriz escolheria um tema e começava a produzir o carro.

Em março de 1991, o tema proposto por Michel Jardin – desenho com vidro em forma de elipse e entalhe traseiro – foi escolhido, e em seguida congelado para dar início na produção em 1992.

As primeiras unidades montadas (cerca de 432 protótipos) foram apresentadas em dezembro de 1992.

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Já em junho de 1993, a marca começa a comprar o material necessário para a fabricação do Renault Mégane.

Depois de todo esse ensaio, o Renault Mégane foi finalmente revelado em 1995 durante o Salão do Automóvel de Frankfurt, e surpreendeu a todos pelas suas formas modernas e mais arredondadas que o modelo que saia de linha.

Mas se você acha que já tinha ouvido o nome Renault Mégane antes, é por que ele foi usado num conceito mostrado em 1988, que tinha ar bem futurista, com seu capô longo e comprido alinhado com seus faróis finos e esguios.

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Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Um dos pontos fortes do Mégane de primeira geração fica por conta da atenção especial para a segurança.

Ele foi um dos primeiros modelos da marca a apostar em cinto de segurança de três pontos montado na coluna B para o ocupante médio traseiro (substituindo a “cinta abdominal” comum), pré-tensores de correia dianteira padrão e limitador de carga e air bag do motorista, item mais que obrigatório nos dias de hoje, mas que nem todos os carros infelizmente tiveram anteriormente.

Ele também tinha o sistema SRP – Sistema de Restrição e Proteção – que ajuda a proteger os ocupantes do banco traseiro, fixando-os com mais segurança com o cinto de três pontos.

Com todos esses aparatos de segurança o Renault Mégane conquistou 4 estrelas no teste de colisão realizado pelo Euro NCAP, em 1998 – sendo ele o mais rigoroso e um dos mais antigos do mundo.

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Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

O Renault Mégane recebeu seu primeiro facelift em 1999, quando recebia um leve redesenho nos faróis que agora ficavam mais amendoados e finos nas pontas.

O para choque dianteiro vinha com um desenho novo e na traseira as lanternas ganhavam uma nova coloração vermelha, enquanto que as luzes de indicação de ré e de seta agora eram translucidas – antes do facelift elas eram cinzas.

Nessa primeira geração do Renault Mégane, o mundo tomou conhecimento das versões sedan, cupê 3 portas e perua.

No quesito motorização o Renault tinha uma lista bem variável de motores que poderiam ser a diesel ou gasolina, podendo vir também acompanhado com câmbio manual de 5 velocidades ou automático de 4 velocidades.

Renault Mégane II – 2002 a 2009

A segunda geração do Renault Mégane foi apresentada em setembro de 2002, com um desenho totalmente novo e uma nova base, uma vez que o Renault Mégane anterior usava uma variação do Renault 19.

Por conta do seu design marcante e sedutor, o Renault Mégane ganhou em 2003 o prêmio de Carro Europeu do Ano, isso mesmo disputando o pódio com nomes de peso na Europa como o Mazda 6 e o Citroën C3.

Além disso o modelo ganhou nota 5 estrelas no teste de colisão no rigoroso teste da Euro NCAP.

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Se na primeira geração o Renault Mégane popularizou novos itens de segurança, na segunda geração o modelo apostava agora em tecnologia embarcada, como a chave em formato de cartão – item presente em modelos mais caros da marca tanto no mercado europeu quanto por aqui com o Captur.

O Renault Mégane também apostou no quesito estilo, com a opção de teto solar do tipo panorâmico.

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No design, o novo Renault Mégane abusava de linhas angulosas e retas.

Tanto é que sua versão hatch foi abortada no nosso mercado por ser “radical demais”, por isso tivemos apenas a presença do Renault Mégane sedan, da perua e por via de importação a versão conversível.

Mas no mercado europeu, o Renault Mégane tinha a opção hatch, que era basicamente o carro chefe da família, acompanhado da perua e do conversível, o sedan que não era muito bem visto na Europa tinha sua participação, mas sempre bem tímida.

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O interior do Renault Mégane de segunda geração era bem-acabado e tinham um desenho bastante harmonioso.

Tinha materiais de boa qualidade e itens de tecnologia e segurança a disposição dos passageiros.

Para a motorização da segunda geração, estavam disponíveis motores a diesel e gasolina com variantes que iam do 1.4 litro até o 2.0 litro, as opções de câmbio eram o manual de 5 ou 6 velocidades e o automático de 4 velocidades.

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Renault Mégane III – 2008 a 2016

A terceira geração do Renault Mégane foi apresentada no final de 2008 já como linha 2009 e trazia um design completamente renovado em relação ao modelo anterior.

As duas primeiras variantes a serem mostradas foram o hatchback de 4 portas e o de duas portas chamado de cupê.

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Já a perua foi apresentada em junho de 2009 e trocava o nome, que antes era Mégane Grand Tour, para Sport Tourer.

A versão conversível do modelo foi apresentada em junho de 2010 e um novo motor 1.4 litros turbo foi adicionado a gama.

A versão sedan que conhecemos por uma adaptação chamada Fluence foi apresentada na Argentina em 2011 com distribuição para a América Latina.

O sedan dessa geração chegou em alguns países da Europa, mas como esse tipo de carroceria não é do tipo que tem muitos adeptos, o sedan teve sua maior “influência” no nosso mercado.

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No quesito design, a nova linha Renault Mégane contava com uma carroceria mais moderna e com desenho harmonioso, laterais limpas e com apenas a barra de proteção contra riscos anexada na base das portas.

No caso do hatchback a traseira contava com enormes lanternas traseiras que tinham um desenho amendoado e anguloso.

Antes do facelift, o losango da Renault ficava como se estivesse flutuando na dianteira, apenas dividindo o capô e o começo do para choques.

Depois do facelift o logo ficou em posição de destaque com uma peça preta de plástico preto brilhante ostentando o losango.

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Nesse facelift o Renault Mégane ganhava também novos para choques com direito a luzes diurnas de LED e um visual mais esportivo.

A versão cabriolet acompanhava a família no quesito de design na dianteira, e na traseira vinha com um desenho próprio bastante elegante.

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A perua por sua vez tinha na traseira um desenho marcante com lanternas que invadiam tanto a tampa do porta malas quanto a lateral da carroceria.

No painel, materiais de boa qualidade e desenho equilibrado e bem distribuído.

Para a motorização o modelo contava com variantes que iam de 1.2 litros a gasolina de 110 cavalos a um 2.0 litros turbo com 275 cavalos. Os motores poderiam vir acoplados com câmbios manuais de 5 velocidades ou automático do tipo CVT de 6 velocidades.

Renault Mégane IV – 2016 até hoje

A quarta geração do Renault Mégane foi apresentada em setembro de 2015 durante o Salão do Automóvel de Frankfurt, com vendas iniciando em julho de 2016.

A nova geração do Mégane agora utiliza uma moderna plataforma modular do Grupo Renault Nissan, chamada CMF-D.

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Graças a essa nova plataforma, a Renault conseguiu reduzir e muito nos custos de produção do Renault Mégane, além poder usufruir de motores e câmbios de modelos da Nissan.

A versão perua e sedan – agora somente chamada de Mégane Sedan – foram apresentados durante o Salão do Automóvel de Genebra de 2016, as versões de 3 portas e cabriolet foram descontinuadas nessa nova geração.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Nesta quarta geração, a linha Mégane está levemente maior que a anterior e agora utiliza uma suspensão do tipo McPherson na dianteira e do tipo de torção na traseira.

No quesito design, a nova linha Renault Mégane usa os mesmos conceitos já vistos em modelos de porte maior como o Renault Talisman e Renault Escape.

Os faróis contam com pequeno decalque em formato de “C” que sai do farol principal e se estende até um pedaço do para choque.

A grade que antes era uma peça preta de plástico brilhante agora tem um tamanho maior e conta com frisos cromados ostentando o losango da Renault ao centro.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

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As laterais são limpas e contam apenas com um decalque na base das portas.

As janelas agora têm uma leve ascendência na versão hatchback e assim trazem leveza ao conjunto.

Na traseira dos modelos, tanto hatchback quanto do sedan e da perua, a linha Renault Mégane traz uma forte assinatura em LED com suas lanternas com formato de faca machete.

O conjunto começa nas laterais dos modelos e se estendem pela tampa do porta malas, deixando apenas o espaço no centro para o losango da Renault e logo abaixo o nome escrito em letras garrafais.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

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No interior, uma enorme tela de 10 polegadas em formato vertical que traz não só o conteúdo tradicional de uma tela multimídia, mas também os comandos virtuais do ar condicionado.

Materiais mais nobre e peças com maior cobertura acolchoada podem ser encontrados na linha Mégane de quarta geração.

Segundo o designer-chefe da Renault Laurens Van Den Acker, “A Renault pode produzir carros com uma pele latina e um coração alemão”, fazendo menção a grande variedade de motores com tecnologia suficiente para bater os principais concorrentes como o Volkswagen Golf.

A linha Mégane tem nove motores disponíveis na gama – sendo quatro a gasolina e cinco a diesel – com potências que variam entre 89 cavalos e 202 cavalos.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Para tentar compensar a falta do modelo conversível e cupê de três portas a Renault reforçou os apelos esportivos nos modelos GT e RS, que são marca registrada da linha Renault Mégane.

Para se ter uma noção existem versões do Renault Mégane RS que tem 300 cavalos de potência e 40,7 kgfm de torque, sendo que o motorista na hora da compra pode optar por ter um câmbio manual tradicional ou um câmbio automático DCT de dupla embreagem e ganhar mais torque – 42,8 kgfm.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

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A versão sedan do Renault Mégane não é vendida de forma oficial na França, mas pode ser encontrada em países europeus como Itália, Polônia, Turquia, Romênia e Irlanda.

Fora do continente Europeu, a Renault vende o sedan no continente africano, nos Emirados Árabes Unidos, alguns mercados da Ásia e na Austrália.

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012

Renault Mégane: a história do modelo vendido no Brasil de 1998 a 2012
Segundo especulações recentes, o modelo deve sair de linha para dar lugar ao novo SUV com carroceria cupê chamado Arkana, que usa a mesma base do Renault Duster e acabou de ser apresentado como conceito na Europa.

Devemos ter uma amostra do modelo durante o Salão do Automóvel de São Paulo.

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Nota média 5 de 5 votos

  • Lucas086

    Os bancos em veludo do último Megane até hoje deixam lembranças, pareciam belas poltronas.

    • Mr. On The Road 77

      Asseguro que eram de ótima qualidade e muito confortáveis. kkkk

    • what_the_hell??

      Tive dois, e o carro era muito bom! Rodei ao todo em torno de 100mil km e nenhum defeito apresentado, só com revisões preventivas!

  • Kiyoshi Yamashiro

    Esse Mégane GT tinha um design muito bem resolvido, pelo preço e equipamentos era um bom negócio no fim da vida

    • Marcelo Amorim

      As últimas foram 12/13,saíram por 44 mil reais.

  • Zé Mundico

    Megane, Scenic, Clio e Grand Tour foram os melhores carros que a Renault fabricou no Brasil. Seguiam até os mesmos modelos da Europa com algumas adaptações, claro. Mas eram carros modernos e excelentes dentro dos padrões da época.
    Mas aí…..parece que a coisa desandou e avacalhou de vez.
    E o que temos hoje é apenas uma filial da Dacia.

    • Ricardo

      Depois veio a brasileiração e fodeu contudo!

      • Lucas086

        Depois veio romenização e lascou.

        • Ricardo

          Romenização?

          • Rafael Santos

            DACIA é romena, o foco deles são carros de “baixo custo”, bem ao estilo brasileiro

            • Ricardo

              Hummm. Romenos são ex comunistas, estão acostumados com carros de baixa qualidade.

          • Lucas086

            Dacia é da Romênia e hoje a Renault é uma Dacia.

    • Deadlock

      Se Megane é um o melhores, estou fora da Renault. Tive um Megane 1.6, era fraco e bebedor. Vendi sem remorsos…

      • Zé Mundico

        O Megane e a Grand Tour 2.0 eram referências…já o 1.6 acho que ficava devendo mesmo.

      • Cobra

        Tá doido… meu Megane 1.6 andava demais…

  • Phantasma

    Gosto do I e do IV, o resto deixa quieto.

  • Ricardo

    Era uma bela perua.

  • Allysson Santos

    Esse Megane IV sedan é bonito demais! Desde o lançamento sou fã dele.

    Se fosse vendido por aqui, eu iria pouco me importar com quanto de desvalorização eu ia perder, iria correndo na ccs para comprar um azul. =/

  • Marcelo Amorim

    Tive uma Megane GT 1.6,um dos melhores carros que tive,só me deu alegrias,comprei com 3 anos de uso,usei por quase 2 anos e foi só o trivial,pastilha,óleo e filtros.Muito confortável,muito espaço e muito econômica tbm.Se achasse uma 12/13(última leva)bem cuidada,teria novamente de olhos fechados.

  • Louis

    O único Renault que eu tive vontade de ter foi o Laguna.

  • EDU

    Tive um sedan 98 RT 2.0 comprado com 48 mil km e vendido com 140 mil km . Excelente carro e acabamento nunca deu problema sendo feita apenas as manutençoes de rotina .

  • Natán Barreto

    O Megane da segunda geração era péssimo em dirigibilidade. Precisei dirigi-lo uma vez, a posição de dirigir é péssima e não fica bom nem com regulagem, o carro era duro demais com uma direção queixo duro, fora que bebia demais.

  • Rafael Straus

    O Megane Hatch de 2ª geração, de 2002, é um dos carros mais medonhos de todos os tempos. Que traseira é essa?!?!?

    No mais, o Sedã desta geração de 2002 fracassou aqui no Brasil por falta de feeling da Renault, que demorou demais a trazer – e quando trouxe, coincidiu com os lançamentos do “novo” Vectra (Astrão) e com o New Civic.

    Foi covardia com o Megane, que era um bom produto e teria feito muito sucesso (e principalmente solidificado o nome da Renault nos sedãs médios) se tivesse chegado ao menos em 2004.

  • Até hoje quebro o pescoço para ver esse Megane SW. Acho lindo demais.

    • leitor

      Nunca gostei desse modelo. Vou prestar atenção e ver diferente.

    • Raphael Pereira

      Uma das peruas mais elegantes que ja tivemos

      • Cobra

        A + bonita de todos os tempos no Brasil

  • 1 Raul

    A embreagem dessa primeira geração é a mais dura que já pisei na minha vida…

  • Matheus

    A Megane GT, vendida após 2010, era um dos únicos carros brasileiros que já teve um dia preço justo. Por 49 mil, o cara levava um carro espaçoso, seguro, repleto de equipamentos, que anda razoavelmente bem atingindo médias incríveis de consumo para um carro desse tamanho. Uma SpaceFox completa passava os 50k e não tinha metade dos recursos encontrados na GT. Ainda gosto do design desse último modelo de Megane vendido no Brasil, e se bem cuidado, é um excelente carro.

  • delvane sousa

    Modelos de uma epoca que existia Renault no Brasil. Atualmente so Dacia.

  • Razzo

    “Muitos acharam estranha a atitude da Renault, pois a Renault Mégane Grand Tour vendia muito bem na ocasião, batendo recordes de venda, justamente pelo seu preço bem atraente no final de vida.”

    Pois é…

  • Rodrigo Formolo

    Tive o Renault Laguna 2001 – Carro Top demais aquele painel que poderia ser fechado por um suporte era lindo demais…..Carro muito bom!! E depois tive um Megane 2010 Extreme Sedan 1.6 – Outro carro que adorei, fiz uma viagem de mais de 7.000km pelo Nordeste, e o carro se comportou super bem….SP Capital até Arraial do Cabo – RJ que dá 606km ele fez uma média absurda de 17km/l com um tanque de 60Litros a autonomia passou de 1.000km….Foi impressionante, motor muito potente também!!!!!!! Tenho ótimas lembranças do Megane!!!

  • Renato Lemos

    Tive uma Grand Tour 2011 rodei 90.000km com a mesma , sem dúvidas de uma forma geral foi o melhor carro que já tive , só o consumo que não era bom , de resto um excelente carro, conforto extremo !!!. Hoje sofro com um City, parece que voltei no tempo, a suspensão é pior que do meu Gol Gti que tive em 1992 !!!

  • leitor

    Pode ser sucesso na Europa. O gosto do brasileiro é diferente, mais influenciado pelo estilo americano. Na questão de mecânica o carro dava um banho nos nacionais à época do lançamento. Mas para os olhos, nem tanto. Até pra quem gosta do estilo Perua, os que fizeram não foram tão interessantes, mesmo que atendessem bem. Não era e nunca foi de ser bonito. Renault que chamava atenção foram Laguna e Twingo. Depois que chegou o Duster, um modelo alto ao estilo SUV que ainda estava com um mercado crescente, a marca teve uma certa expressão, apesar de algumas críticas. E os japoneses sempre foram fortes concorrentes na América do Norte também e refletiu aqui. Por fim, nas últimas imagens mostram que os carros ficaram bem mais bonitos.

    • Raphael Pereira

      Nossa frota sempre foi influenciada pela Europa, nossos modelos se nao eram os proprios europeus, eram versões deles com modificações ao gosto local, vide os primeiros GM, VW dentre muitos outros.

      • leitor

        Frota européia, gosto americano. O que eu quis dizer. Claro, até americanos gostam de coisas da Europa e Japão. Mercedes, Jaguar, Aston, BMW, Audi, Porsche, Land Rover, Honda, Toyota, Nissan. O que eles gostam, aqui também. O que europeus gostam, nem tanto. Passam alguns VW, alguns franceses, Smart.

    • Matheus

      Megane 2007 a 2013, para mim, era bem mais bonito que vários carros, inclusive Corolla.

  • Glaucio Lima

    Lá em casa tivemos dois, um Sedan 2008 e um GT 2013 (que ainda está com a gente). São carros maravilhosos e muito resistentes. O Sedan está beirando 200 mil km com o dono atual e o GT está com 100 mil km. O único problema deste carro é realmente o Ar Condicionado que no 2008 o compressor exige substituição precoce, e em todas as versões ele simplesmente não dá vazão nenhuma pro calor do RJ. No verão você passa sufoco.

    Fora os “mexânicos” que não tem o aparelho Can Clip que é necessário pra mexer em muitas coisas nesse carro, por conta dos módulos eletrônicos.

  • marc west

    Gosto bastante desse tipo de matéria. Mas, nesse caso, poderia ter ficado melhor se vcs tentassem colocar as fotos em ordem cronológica e que mostrassem os carros mencionados no texto. Exemplo: vcs não colocaram nenhuma foto do Mégane II com o pequeno face-lift que não chegou ao Brasil; todas as fotos do Mégane III já são com o face-lift de meia vida da geração e nenhuma da frente “original”. Espero que minha opinião seja útil.

  • Xandy Paiva

    Em 2007 comprei um Megane Hatch 2000, o carro era ótimo, porém um ano e meio depois o carro comecoc a desmontar ….
    Para se ter uma ideia, quebrou o pino da dobradiça da tampa traseira, nunca vi isso….
    As homocinéticas comecaram a fazer barulhos nas curvas, fui procurar e não achava pra comprar, apenas era possível recondiciona-las , porém o valor era absurdo.
    O ar deu problema, mandei revisar, durou três meses e quebrou de novo.
    Enfim foi dramático.
    Ate que um dia aconteceu um acidente ( parece mentira dizer isso, mas ainda bem ), aí o carro mesmo andando deu PT.
    Levei na autorizada Renault,por coincidência encontrei uma amiga, e ela me disse ” como vc tem coragem de comprar um Renault” e olha que ela trabalhava lá….kkkkk…
    Me livrei do carro graças ao seguro, comprei outro Astra Hatch e voltei a ser feliz.
    Mas confesso que ontem no trânsito vi um Megane e pensei, ainda acho esse carro bonito, pena que é uma bomba relógio….

  • Ediomar

    Hoje 99% desses carros são verdadeiras bomba relógio ou dinamite prestes a explodir,não por culpa do carro em si,mas dos donos que vão acabando com o carro,é impressionante,nem o ultimo modelo do Megane não acha mais inteiro,o Fluence vai pelo mesmo rumo pelo que vejo,o preço despencando a cada dia,já que de novo a Renault tira de linha um excelente veiculo de linha.

    • Matheus

      Esse é o problema de brasileiro que só anda com o carro e não sabe fazer nem manutenção preventiva, por exemplo. Meu irmão tem um Megane 2011 há anos, e é um excelente carro se bem cuidado.

  • Luis Burro

    A sw era um dos modelos mais bonitos q já vi.

  • Luis Burro

    O design até q era uniforme mas o painel só melhorou na atual geração.Credo dpois dizem q é a Dacia q tem painel q é só plástico,a francesa q parecia gostar bastante!

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