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Renault Twingo: história, detalhes, motores, equipamentos (3 gerações)

Renault Twingo: história, detalhes, motores, equipamentos (3 gerações)
Renault Twingo

Com a popularização dos automóveis, muitos consumidores passaram a buscar por modelos menores como o Renault Twingo, para serem usados nos grandes centros. Afinal, um modelo de menores dimensões acaba sendo bem mais prático, sobretudo na hora de achar uma vaga para estacionar.

Além disso, esses carros precisavam ser simples e baratos, visto que muitas vezes se posicionavam como o segundo carro da casa. E o Renault Twingo se encaixa perfeitamente nesse conceito.


O subcompacto da marca francesa foi lançado no início da década de 1990 e não foi o primeiro carro a contar com dimensões compactas reunidas num modelo de baixo custo, com preço reduzido de aquisição e manutenção barata.

Todavia, ele surpreendeu por oferecer um excelente aproveitamento interno numa carroceria com pouco mais de 3,4 metros de comprimento!

Antes dele, a Renault ofereceu diversos outros modelos de dimensões bastante reduzidas. Um dos primeiros da marca foi o Renault 5, que chegou em 1972 e chamou a atenção por contar com somente 3,5 metros de comprimento.


Ele tinha carroceria de duas portas, espaço interno para quatro pessoas e um motor longitudinal dianteiro de só 34 cavalos.

Renault Twingo: história, detalhes, motores, equipamentos (3 gerações)

O Renault 5 foi produzido até 1996. Porém, antes disso, a marca já havia lançado uma espécie de sucessor para o icônico subcompacto. O aclamado Renault Clio chegou no ano de 1990 e também apostava nas dimensões compactas, com somente 3,71 metros de comprimento.

Para se manter como referência no segmento, a Renault apresentou em 1992 o inédito Twingo. Ele foi mostrado durante o Salão do Automóvel de Paris e já conseguiu conquistar o público logo na mostra automotiva: a marca francesa fechou o evento com 2.240 reservas fechadas do Twingo.

E o sucesso do Renault Twingo se manteve ao longo de quase toda a vida da primeira geração do carrinho. Em 15 anos de mercado, o subcompacto teve mais de 2,5 milhões de unidades emplacadas.

Atualmente, o Twingo está em sua terceira geração no mercado europeu. No Brasil, ele chegou somente sob forma da primeira geração. Confira abaixo os principais detalhes da história do Renault:

Renault Twingo – primeira geração em 1992

Renault Twingo: história, detalhes, motores, equipamentos (3 gerações)

Em meados da década de 1980, a Renault “colocou na cabeça” que precisava desenvolver e comercializar no mercado um carro que fosse mais barato que os modelos de entrada ofertados na linha naquela época (como o Renault 5 e até o SuperCinq, este oferecido de 1984 a 1996), sem que competisse com os veículos já existentes e que fosse capaz de gerar bons lucros para a empresa.

O projeto do carro que então viraria o Renault Twingo passou por diversas etapas. A marca disponibilizou um orçamento inicial de US$ 700 milhões para o projeto – um valor consideravelmente baixo para o desenvolvimento de um carro, que normalmente consome alguns bilhões.

A ideia era projetar um monovolume compacto, com visual externo e interno característicos para que esse modelo não fosse visto como um mero meio de transporte.

O projeto foi trabalhado pelos profissionais da marca até 1988, quando ele foi congelado pela empresa (devido a alguns comentários controversos dentro dos corredores da marca).

Porém, ele voltou a ser considerado e chegou à linha de produção em 1992.

Muitos tratam o primeiro Renault Twingo como um carro inspirado no protótipo Beskid 106, desenvolvido pela FSM, uma fabricante polonesa de automóveis nascida em um acordo entre a Fiat e a FSO.

O primeiro protótipo surgiu em 1983 e era marcado pela carroceria em formato de monovolume e mais aerodinâmica. Nos testes em túnel de vento, ele obteve um coeficiente de arrasto de somente 0,29.

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Porém, devido a uma série de razões políticas e econômicas, o Beskid 106 nunca chegou à linha de produção. Depois disso, o governo polonês determinou que todos os sete protótipos fossem destruídos – no entanto, os engenheiros não cumpriram a ordem e o Beskid é peça do Museu de Tecnologia da Varsóvia.

Esse Beskid chegou a ser patenteado logo no começo, mas a marca não conseguiu renovar a patente anos depois. Quando o Twingo chegou ao mercado, a patente já havia expirado, o que não impediu a Renault de lançar seu carrinho com formas bastante fieis as do polonês. Não por menos, o Beskid 106 foi apelidado de “Twingo Polonês”.

Voltando a falar mais especificamente do Twingo, o novo Renault foi anunciado como um carrinho mais descolado, mesmo sendo assumidamente de baixo custo – tal como acontece atualmente com o Renault Kwid. Ele tinha uma paleta de cores bastante extravagante, com tons de verde, vermelho, amarelo e azul.

O nome do subcompacto da marca francesa foi resultado da fusão de “Twist”, “Swing” e “Tango”, para representar a alegria envolvida neste modelo.

Logo de cara, já era possível notar que o Renault Twingo realmente entregava uma proposta mais cativante. O visual do carrinho foi fruto do trabalho do designer Patrick Le Quément, que havia saído da Volkswagen no ano de 1988.

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Por se tratar de um monovolume, o subcompacto era marcado pelo capô bastante curto, amplo para-brisa inclinado (para dar a sensação de continuidade do capô e a junção com o teto) e a traseira com formato mais vertical.

Todavia, ele não era muito “quadradão” como outros carros da mesma época, apostando em quinas mais arredondadas.

A dianteira era marcada, além do capô curto, pelos faróis saltados da carroceria e em formato de arco, com as luzes de direção posicionadas logo abaixo. Muitos diziam até que o formato da dianteira do Twingo deu ao modelo um visual de sapo.

Entre os faróis, uma abertura que simulava uma entrada de ar – a passagem de ar era feita mesmo pela tomada de ar no para-choque. O para-choque, inclusive, não tinha pintura, bem como os retrovisores e o para-choque traseiro.

Algumas outras soluções denunciavam que o Twingo era mesmo um carro de baixo custo, como o único limpador de para-brisa e também as maçanetas embutidas nas portas – soluções parecidas com as do Fiat Uno Mille, também de duas portas.

Todas essas características estão reunidas numa carroceria com só 3,43 metros de comprimento, 1,63 m de largura e 1,42 m de altura, com distância entre-eixos de 2,35 m.

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Entretanto, as principais surpresas estavam no interior. O Twingo era surpreendentemente espaçoso, levando em consideração sua carroceria de pequenas dimensões.

Mesmo priorizando o baixo custo de produção, a Renault implementou uma série de recursos para tornar o interior para lá de modular.

Um dos destaques era o banco traseiro reclinável. Ele podia correr para trás ou para frente e ser reclinado até o chão. Quando “acoplado” com os bancos dianteiros, o banco traseiro formava uma verdadeira cama dentro da cabine do Twingo.

Essa solução não era inédita dentro da Renault: ela foi patenteada por Louis Renault (fundador da marca) e estreou no Renault 16.

O banco traseiro modular servia tanto para aumentar o espaço interno como também para promover um melhor aproveitamento do porta-malas. Este, inclusive, tinha capacidade para 139 litros, podendo chegar a 186 litros.

Para promover o bom espaço interno do Twingo, a Renault veiculou a primeira campanha publicitária do carro com dois lutadores de sumô deitados no 1,76 metros de comprimento da cabine.

Ele trazia ainda um painel todo vertical, com acabamento predominantemente em plástico na cor cinza.

Como forma de barateá-lo, a Renault instalou um painel de instrumentos digital no centro do painel, que exibia informações como velocímetro, nível de combustível, hodômetro e relógio. As luzes de alerta foram posicionadas em um outro painel atrás do volante.

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Como opcional, o Twingo tinha até um teto panorâmico de lona, desenvolvido para aumentar ainda mais a sensação de espaço na cabine.

O motor usado no Twingo era um 1.2 litros de quatro cilindros a gasolina, capaz de desenvolver 55 cavalos de potência.

Com o passar do tempo, a Renault foi vendo a necessidade de aprimorar o Twingo para atender às necessidades do público. Mas ao contrário de outros modelos, que ganhavam novas linhas, o Renault Twingo foi renovado em “coleções”.

A primeira nova coleção do Twingo, anunciada em 1994, estreou novas opções de cores, iluminação ambiente na cor azul (no lugar da iluminação verde), bancos revestidos em veludo e novos equipamentos, como vidros, travas e retrovisores elétricos. Ele ganhou também um câmbio manual sem o pedal de embreagem.

Já na segunda coleção, anunciada em 1996, o Twingo adotou um novo motor 1.2 de 160 cv com câmbio manual de cinco marchas.

A terceira coleção, em 1998, deu ao carrinho uma nova cara, com mudanças nos faróis e o uso de para-choques pintados, além da introdução do airbag para o passageiro, som com alto-falantes dianteiros e porta-luvas com tampa.

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Na quarta coleção, em 2000, o Twingo adotou barras estabilizadoras mais espessas, rodas aro 14 e um novo motor de 16 válvulas e 75 cv. Já a sexta coleção, em 2002, passou a contar com sistema Isofix no banco traseiro, assistente de frenagem de emergência, entre outros.

A marca ofereceu ainda outras coleções, mas com mudanças menores. Esta geração do Twingo foi comercializada lá fora até 2007.

Todavia, o primeiro Renault Twingo durou um pouco mais na Colômbia. Ele somou nada mais, nada menos que 17 anos nas concessionárias, com mais de 100 mil unidades comercializadas no mercado local, e foi descontinuado em setembro de 2012.

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Renault Twingo no Brasil em 1994

O Twingo demorou cerca de dois anos para começar a ser vendido no mercado brasileiro. Ele chegou por aqui em 1994 sob importação da França, com direito a um motor 1.2 litro de 55 cavalos e câmbio manual de cinco marchas. Com este conjunto, ele podia acelerar de 0 a 100 km/h em 17 segundos.

Entre os equipamentos de série, o Twingo “brasileiro” contava com apoio de cabeça nos bancos dianteiros, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, cinzeiro, alarme, vidros verdes, ar quente, retrovisores externos com ajuste manual interno, banco traseiro corrediço, entre outros.

Como opcional, a Renault oferecia sistema de som com toca-fitas, porta-objetos, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, entre outros. Seu preço inicial de cerca de R$ 14 mil, mas com todos os opcionais passava para R$ 16 mil.

Três anos depois, em 1998, o Twingo passou a usar um motor 1.15 litro, com injeção eletrônica multiponto, agora com 59 cv de potência para os 820 kg do carrinho.

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Já no ano de 1999, o Renault Twingo ganhou retoques no visual, com piscas dianteiros com lente branca, para-choques pintados na cor da carroceria e uma tampa para o porta-luvas no interior.

Ainda na linha Twingo 2000, o modelo ganhou um novo motor 1.0 8V de 59 cv e 8,3 kgfm, que inclusive foi usado pelas primeiras unidades do Clio nacional. Houve também a introdução de airbags frontais de série.

Essas mudanças trouxeram o subcompacto de volta para o mercado – ele ficou cerca de seis meses fora das concessionárias.

Um ano após essa nova linha, o Twingo Initiale chegou como uma versão mais refinada, com direito a um acabamento mais refinado (com bancos, volante e alavanca de câmbio em couro creme) e recursos como direção elétrica e som com CD player.

Ele trouxe ainda o novo motor 1.0 16V de 68 cv. O preço do Twingo especial era de expressivos R$ 27.990.

Em seu primeiro ano de vendas, em 1994, o Twingo teve 2.158 unidades emplacadas. Já no segundo ano, esse volume subiu para mais de 3 mil exemplares.

A vida do Twingo no mercado brasileiro durou até o ano de 2002, quando ele deixou de ser vendido.

Renault Twingo – segunda geração em 2007

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A segunda geração do Renault Twingo deu o ar da graça em 2007. Ele estreou como um modelo totalmente renovado, com visual mais moderno e sem tanta simplicidade, tendo a missão de se posicionar apenas como o carro mais compacto da marca francesa no mercado europeu.

O novo modelo foi antecipado num protótipo mostrado no Salão de Paris de 2006. A versão de produção foi mostrada meses depois, em março de 2007 durante o Salão de Genebra.

Ele assumiu uma postura mais “madura”, deixando de lado aquele visual mais cativante para seguir o mesmo padrão de design dos lançamentos mais recentes da marca. O interior do novo Renault Twingo também evoluiu e recebeu um visual mais bem resolvido e um acabamento mais primoroso.

O painel seguiu com os instrumentos digitais no topo do console central, mas agora com plásticos de melhor qualidade e comandos mais à mão do motorista. Além disso, ele manteve a ideia de modularidade.

As versões mais básicas contavam com um banco traseiro para duas pessoas, enquanto as mais caras apostavam em dois assentos individuais com ajuste longitudinal independente.

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Os bancos dianteiros também são deslizantes. O porta-malas também aumentou, com capacidade variando de 165 a 285 litros, podendo chegar a 959 litros com apenas os dois bancos da frente.

Com o assento do passageiro dianteiro virado para a frente, o Twingo pode acomodar cargas de até 2,15 metros de comprimento.

Ele recebeu ainda uma série de novos recursos, como airbags laterais, ar-condicionado automático, controle de cruzeiro, faróis com acendimento automático, sistema de som com entrada USB e conexão Bluetooth, entre outros.

Em seu lançamento, o Twingo foi oferecido com um motor 1.2 a gasolina de 60 cv, 75 cv ou 105 cv (este numa versão turbo) e um 1.5 turbodiesel de 70 cv, sempre com câmbio manual de cinco marchas.

Em 2008, a marca lançou o Twingo RS com um motor 1.6 de 135 cv, fazendo o carro atingir uma velocidade máxima de 200 km/h.

Renault Twingo: história, detalhes, motores, equipamentos (3 gerações)

Foi no ano de 2011 que o Renault Twingo de segunda geração recebeu uma reestilização. As mudanças foram profundas e alteraram o visual do carro quando visto de dianteira e de traseira.

Na frente, ganhou faróis mais angulosos duplos, grade em preto brilhante destacando o logotipo de losango da Renault no centro e uma ampla tomada de ar central.

Já na traseira, ele ganhou um novo para-choque e lanternas duplas invadindo a tampa do porta-malas. O interior também mudou e adotou novos detalhes de acabamento e novos bancos.

Renault Twingo – terceira geração em 2014

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Em sua terceira geração, apresentada no Salão de Genebra de 2014, o Renault Twingo também evoluiu consideravelmente. O carrinho agora é construído a partir da plataforma do grupo Daimler, compartilhada com o novo Smart FourFour e também com o novo Smart ForTwo (neste caso, numa versão encurtada).

A nova versão do Twingo foi projetada com o “objetivo de reascender o espírito inovador que era uma marca registrada do Twingo original de 1992”. Além disso, ele buscou inspiração no icônico Renault 5.

A missão foi desenvolver um carro urbano mais espaçoso e ágil. O modelo está bem mais vistoso e agora parece ocupar mais uma posição de nicho, atraindo os consumidores que buscam por um carro mais “descolado” para o dia a dia.

Renault Twingo: história, detalhes, motores, equipamentos (3 gerações)

O interior é um dos grandes destaques do carro. Ele dispensou o painel de instrumentos central, agora posicionado atrás do volante, e traz até uma central multimídia com tela sensível ao toque.

Outra novidade do modelo foi o motor posicionado na traseira, deixando a dianteira livre. Ele tem motor 1.0 litro aspirado de três cilindros, com 70 cv e 9,3 kgfm, e um 0.9 litro turbo de três cilindros, com 95 cv e 13,7 kgfm. Em ambos os casos, há um câmbio manual de cinco marchas e sistema start/stop.

As mudanças de meia-vida do Twingo de terceira geração foram anunciadas pela Renault em janeiro de 2019. O Twingo 2019 ganhou para-choques redesenhados, faróis com assinatura em LED em formato de “C”, novas tomadas de ar laterais para o motor traseiro e novas rodas de liga-leve.

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Além disso, a suspensão foi rebaixada em 10 mm para melhorar a aerodinâmica do carro. Por dentro, ele ganhou duas novas centrais multimídia com tela de sete polegadas, novos comandos de limitador e controlador de velocidade e botão de partida e novas entradas USB.

Ele agora tem também uma nova opção de motorização, com um 1.0 litro SCe de 75 cv e 9,4 kgfm. Além disso, o modelo mais potente de 95 cv agora tem a opção de câmbio automático de seis marchas.

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Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • oscar.fr

    O Renault Twingo não é um simples carro, é um ícone automotivo. Fico feliz que o carrinho está cada vez mais ganhando o reconhecimento que tanto merece em nosso país.

    • cobaiao

      Foi o carro do nosso saudoso jornalista Ricardo Boechat. Vulgo “Land Rover” como os colegas do rádio caçoavam ele hahaha

      • Ronaldo Santos

        Ele fez uma cadeira de metal do primeiro e estava no segundo !

  • Dod 2019 New Era

    O famoso carrinho-motel: quando ele era mais comum nas nossas ruas não era difícil ver um Twingo estacionado em algum local mais ermo durante a noite e com os vidros embaçados.

  • Allifen Marques

    “Já na segunda coleção, anunciada em 1996, o Twingo adotou um novo motor 1.2 de 160 cv com câmbio manual de cinco marchas.”
    Foi erro de digitação ou o Twingo tinha mesmo 160 cv na atualização?

    • Domenico Monteleone

      Erro de digitação.

      • Washington Silva

        Eu queria um Twingo de 160 cv, rs

        • UPTSI

          Só colocar o motor de um sandero rs rs.

          • Washington Silva

            Rs, se a lata aguentasse, ficaria insano! Um carrinho de 30 gramas com um 2.0, pensa na diversão!

    • Unknown

      Obviamente que não tinha os 160 CV.

  • th!nk.t4nk

    Esse é o carro de entrada da Renault que as pessoas deveriam ter acesso no Brasil, ao invés do Kwid.

    • Janduir

      Eu penso a mesma coisa do Fiat Mobi. Podiam ter lançado um 500 com motor 3 cilindros. Venderia muito mais, pois a traseira do Mobi é medonha…

      • Megaman X2✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        O Mobi é medonho em todos os sentidos. Ele o Up e o Etios concorrem pra ver quem consegue ser os carros mais desengonçados ja produzidos em questão de design.

    • SDS SP

      Infelizmente viria a preço de Up.
      Para um país pobre como o Brasil o jeito é se contentar com o Kwid mesmo.

    • oscar.fr

      Impossível. A linha de entrada no Brasil é toda feita de carros de baixo custo. Raras foram as exceções no início dos anos 2000 com Peugeot 206, Renault Clio, Ford Fiesta “alinhados à Europa”, mas mesmo à época as grandes já ofereciam soluções locais de baixo custo, VW Gol, Fiat Palio, Chevrolet Celta…. Atualmente, até mesmo em faixas elevadas do mercado há marcas que oferecem produtos de baixo custo… e os consumidores aprovam, Creta está aí p provar.

  • Domenico Monteleone

    Forte candidato a substituir 147 e Fusca como carro de palhaço nos circos Brasil afora.

    • Osni Duarte

      Esse papel fica para o Mobi.

      • Sílvia

        Pô , cara ! Será que a Dona FIAT hipnotiza uma legião de fanáticos por aí ? Então , ela j[a não é uma empresa , virou seita religiosa . . . k k k … ;) (seu comentário valeu mais que uma longa gargalhada , cara)

  • Washington Silva

    A primeira geração não era bonita, mas era extremamente funcional, com soluções bastante interessantes e alguns itens que ainda hoje são raros, como direção elétrica em algumas versões. A segunda geração corrigiu o problema da beleza. A terceira sempre me lembra um FIAT 500 da Renault

  • Louis

    Falando hoje é bacana, mas R$ 14000,00 em 1994 era muito dinheiro! Era carro de nicho.

    • T1000

      Quase o preço de uma Paraty na época. City car de classe media-alta.

    • SDS SP

      Da mais de 80 mil reais nos dias de hoje.

  • Os carros de hoje estão com estilo muito saturado, mas como eu odiava aquele estilo alegrinho e barato dos carros europeus dos anos 90…

  • Clementino Zelador

    Parece o carrinho da Barbie.

  • zekinha71

    As gerações 1 e 3 já vi ao vivo na rua, agora a 2 nunca vi.
    E a primeira é icônica, tem um charme.

  • Samuka

    Coisa rara é ver um desses inteiro rodando, sempre achei interessante esse carrinho bem mais funcional que o nosso atual Mobi.

    • Dick Buck

      Exatamente.Todos os Twingo que vejo estão em estado deplorável, infelizmente.

  • Verdades sobre o mercado

    Charme e irreverência: 1a geração
    Estética externa: 2a geração
    Estética interna: 3a geração
    obs: achei a 3a geração uma mistura de 500 com Kwid…

  • El Gato!

    Pra mim, será sempre “O carro do Boechat”.

  • afonso200

    esse atual, se tivesse cambio AT, seria otimo

  • Mayck Colares

    A segunda geração (sem ser a com o facelift estranho que foi mostrado na matéria) é a mais bonita e esportiva. Pena que só tivemos a primeira. Na terceira geração o desenho caiu muito, nem o último facelift salvou.

  • Sílvia

    Subcompacto , p mim , era sempre para serem “tratados como as jóias da Coroa” .. mas , contudo , todavia , no entanto . . . Um pecado … Seja muito bem-vindo , Twingo !..

  • mjprio

    Pra mim é um ícone da indústria. Descolado e alegre, como o mini, o 500, a Isetta, o primeiro ka, e dentro da marca, o 4cv e o R4.
    Inclusive acho que a 3 geração, com motor de 900cc traseiro e 4 portas, é a reencarnação do Dauphine

  • Freddy Nogueira

    Tenho um Twingo de segunda geração (aqui em Portugal) de 2007 com 117kkm e estou com ele há 6 meses. Só alegrias. Carro muito bom pra um casal, versátil e econômico (tem feito cerca de 18 km/l no trânsito de Lisboa). Mesmo depois de eu ter 308 e Golf tsi no Brasil, achei que ia ser um super downgrade, entretanto o carrinho está se mostrando muito bom pelo que ele promete.

  • Gabriel

    A primeira geração é mais feio que bater na mãe

  • oscar.fr

    Tenho sorte que esse carrinho fez um sucesso estrondoso em Porto Alegre. Não tem dia que eu não vejo um nas ruas. No meu caminho para o super dou sorte de ver sempre dois (um roxo da primeira leva e um preto pós facelift). É um dos meus carros favoritos.

  • Carlos H. Ferreira

    A Renault poderia trazer um lote promocional batizada de Twingo Boechat !

  • Fabão Rocky

    Nunca tinha visto a segunda geração deste carrinho, ficou mto bonita mesmo, pena q n veio p/ cá, aposto q venderia mto. Mais bonito até do q essa 3ª geração.

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