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Volkswagen apresenta motor 1.0 TSI com 272 cv e 27,4 kgfm!

Volkswagen apresenta motor 1.0 TSI com 272 cv e 27,4 kgfm!

A Volkswagen apresentou em um simpósio de tecnologia automotiva na cidade de Viena, Áustria, atualizações do propulsor 1.0 TSI para Polo e Golf, sendo que este passa a entregar 95 cv e 16,3 kgfm ou 110 cv e 20,4 kgfm. Mais eficientes, estas versões terão no futuro também uma opção GNV.


Bom, até aí tudo bem, no entanto, circulou entre os participantes do simpósio um folder com uma novidade muito interessante. Trata-se de uma variante de alta performance do motor 1.0 TSI mencionado acima. O propulsor entrega nada menos que 272 cv e 27,4 kgfm!

O “super” motor VW 1.0 TSI utiliza duas novas tecnologias, sendo uma delas o turbocompressor Monoscroll-ATL e a outra um turbo elétrico chamado E-Booster, que juntos conferem números espetaculares ao pequeno três cilindros 12V.

A Volkswagen ainda convida os interessados a visitar o estande da marca para ver de perto o motor desligado. O folder não menciona as rotações de potência e torque máximos, mas provavelmente no segundo caso, deve ser bem baixa.


Volkswagen apresenta motor 1.0 TSI com 272 cv e 27,4 kgfm!

Um propulsor 1.0 TSI com performance equivalente ao do recente 2.0 TSI de 272 cv ou mesmo do PSA 1.6 THP de 270 cv, realmente é um grande destaque para a engenharia da montadora e de certa forma para a boa reputação dos alemães dentro da indústria automotiva.

A previsão é de entrar em produção nos próximos dois anos, ou seja, até 2017. Qual modelo você acha que vai ganhar este motor? E será que ele vai mesmo se tornar realidade no mercado mundial de veículos da Volkswagen?

Motor Volkswagen 1.0 TSI com 272 cavalos de potência – especificações

Motor Volkswagen 1.0 TSI turbo a gasolina
Potência máxima de 272 cavalos
Torque máximo de 27,4 kgfm
Motor 1.0 TSI especial usa turbo monoscroll e um sistema E-Booster (um sistema de supercharger elétrico)

Este motor normalmente está disponível com potência de 105 ou 125 cavalos no Brasil, e com 90 e 105 cavalos na Europa.

[Fonte: Autofilou via IAB]

Volkswagen apresenta motor 1.0 TSI com 272 cv e 27,4 kgfm!
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136 Comentários

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  • A VW anda fazendo um bom trabalho no que concerne aos seus motores. Brasil, nem em sonho, infelizmente. Além do custo altíssimo (para o consumidor) o preconceito com cilindradas pequenas ainda reina por aqui, tornando-se obstáculo para essa maravilha chamada downsizing.

    • sei não!!!! O mercado daqui é importante para a VW, e ela tem perdido espaço com lançamentos mal sucedidos, e perda de mercado não duvido não que algumas das novidades venham pra ca. Bem agora é acreditar

      • Mal trabalho dá onde?
        Tirando a linha Gol e Fox a VW tem tem ótimos produtos, aliás os motores EA211 do Fox e Gol são muito bons, não incluo preços porque a inflação pega em tudo.

        • Concordo! Tirando Gol, Fox, Saveiro, Voyage, SpaceFox, Space Cross, CrossFox, Polo, Polo Sedan, UP paraguaio feito aqui e Jetta com motor de Santana, ela tem ótimos produtos…na Alemanha, no México, nos EUA…

          • Sim! Por um lado eles trazem ótimos motores, mas por outro, mantém as “maravilhas” do 1.0 TEC, 1.6 8v e 2.0 8v. Mas pelo menos a VW começou a difundir a linha TSI pelo Brasil com o 1.4, o 2.0 e em breve o 1.0 do Up!. Espero que num futuro breve a marca traga mais opções para ficarem no lugar dos TEC/AP. Agora, como eu comentei outra vez, reina o preconceito com o downsizing. Há quem acredite que o 2.0 8v é melhor que o 1.4 TSI apenas pelo número da cilindrada.

            • Eu não sei por que a VW ainda mantém esse motor antigo em sua linha, sendo que ela mesma retirou o 2.5 do Jetta antigo para adotar o novo 2.0 TSI… acho que é uma das melhores engenharias de motores do Mundo, à frente da BMW, na minha opinião. Mas vamos concordar: Em 1990, nosso motor 1.0 nacional gerava algo como 50cv e hoje gera o dobro, depois de 25 anos. O que ainda não entrava na minha cabeça é saber por que o motor de uma moto 1000 pode ser tão potente e um carro não chegar nem perto disso… Creio que nos próximos anos nossa abordagem dos motores não seja mais tão fechada, pois poderemos adotar a condução autônoma já na próxima década.

              EM TEMPO: Acho que os motores antigos já deveriam ter saído de linha para, ou se modernizarem de uma vez (A VW havia prometido um AP 1l/100km). O ponto crucial é tornar eles mais potentes ao mesmo tempo em que se tornam mais econômicos. Se repararmos no antigo motor da Audi 1.8 20v, ele é 25cv mais potente com o turbo. Naquela época, o 5 válvulas da Audi gerava na versão turbo a mesma potência que gera hoje o 1,4 TSI da Volks. Então, por que manter o velho?

          • A linha Gol, na sua 4ª e 5ª geração não são uma maravilha, pois em relação aos seus concorrentes não deixa a desejar, mas o Fox até uns 10 anos atrás era um bom projeto, pra hoje não serve, precisaria de um novo projeto a mesma coisa do Polo, que é um ótimo carro, só que anda um pouco antiquado devido a sua idade. Portanto, todo projeto tem sua época e que tem alguns produtos que devem ser atualizados.

    • quanto sera que dura este motor?

      10 mil, 20 mil kms..muita pressao; um motor turbo com ate uns 0,4 ou 0,5 com pressao de 0,2 aos 1000 rpms ja me satisfariam, dai pra frente eu nao confiaria ..

    • Olha, a VW tem os melhores motores no Brasil atualmente. A família EA-211 compreende alguns dos melhores motores no mundo, em particular dentre as generalistas, e se faz presente em todos os carros da VW exceto Gol e Voyage.

      Cadê Ecoboost?
      Cadê e-THP?
      Cadê Twinair?
      Cadê SIDI?
      Cadê TCe?

      Sinceramente o brasileiro deveria é ser mais exigente nesse aspecto e parar de aceitar motor velho. Motor é o coração do carro. Motores modernos andam mais, consomem menos e tem manutenção simplificada.

      Triste foi ouvir de um vendedor da Ford que não trazem o Ecoboost pro Brasil porque seria caro. Qual milagre que a VW fez pra trazer Golf TSI a 68 mil então? 50k num Fiesta é barato?

      • SIDI ta na nova S10. E ainda ta FREX. S10 2.5 SIDI. Cruze, pro ano que vem aposto no 1.4T Ecotec de 160 Hp.
        Já as outrassss, ai sabemos lá qdo. Pesquise sobre a fabricante Borg Warner que um chefe de lá disse que até 2016 pretende aumentar a produção de motores turbo flex no Brasil de 5 para 40. Achei estranho, mas digita Turbo flex Borg Warner no Google que vc vai ler algo a respeito.

        • Realmente, eu pensei na versão 1.0 usada nos Opel em favor dos VHC e SPE/4 usados aqui.

          Quanto a borg eu já vinha acompanhando e eles falavam em uma ou duas montadoras para as quais eles estavam prestando consultoria. Uma já sabemos que é provavelmente a VW, a outra estimava-se que seria a PSA que vem enrolando pra trazer logo esses e-THP e se adequar no Inovar Auto.

      • o 1.0 ecoobost foi premiado por 3 anos consecutivos com o melhor motor do ano na europa, além do amazing formula ecoboost: um 1.0 monoposto que bateu record no circuito alemão mais utilizado como bearchmaking no mundo, o 1.0 foi mais rápido q a maioria dos motores enormes q se tem notícia hj. A lista de recorde com esse motor é grande: tem menor consumo e emissão de CO2 registrado em uma viagem cruzando a europa inteira, tamanho, ja despacharam-o em mala no avião, desmontado, lógico, etc… A questão é sua aplicabilidade no brasil, que foge do conceito da Ford na europa… A boa notícia que q a linha dragon, assim como o motor do focus, serão injeção direta e flex: espere um 1.5, 3 cilindro que vai matar o sigma 1.6 atual, além de melhorias no atual 1.0 , 3 cil – vai receber injeção direta. Eu não vejo com bons olhos a atitudes de montadoras como a GM e Fiat: lançam um carro, ou um motor, e matam de 2 a 3 anos depois, q se dane o consumidor, não há compromisso: como o Agile, Sonic, Captiva, etc…, a lista de motores Fiat q morreram em menos de 3 anos é meio grande, hj esta menor: o 1.9 do línea, e as variações do fire, 1.3, 1.3 16v etc… Ainda prefiro que mantenham uma linha de motor confiável, promovendo-o por pelo menos 5 à 10 anos.

        • O Ecoboost é bom? Sim é, ninguém disse o contrário. O problema é: quando teremos ele no segmento mais popular? Esse é o erro da Ford, parece que sempre quer nadar contra a maré. Vide esse Dragon, vai ter injeção direta, 3 cilindros, mas o principal que é o turbo não. Não digo que não será bom, vai trazer benefícios em relação ao Sigma mas é pouco comparado ao 1.4 TSI da VW. Para você entender o que falo tente fazer o que eu fiz: agende um test drive no Focus 2.0 e no Golf 1.4 que entenderá. Gostei muito do Focus, mas depois de guiar o Golf fiquei com a impressão que no Focus faltou aquele algo a mais. A patada da turbina e a eficiência no consumo do Golf ofuscam o bom Focus.
          A VW está sim marcando um belo gol (desculpem o trocadilho) em começar a difundir a linha TSI. Lógico que nos últimos anos ela mais errou do que acertou aqui, mas pelo menos parece que vai melhorar em alguns pontos.

          • sei q ninguém disse o contrário. O q quero q vc note é o foco q teve o 1.0 turbo da ford na europa, obviamente, foje com idéia no Brasil. Prefiro a idéia da ford em gerenciar carros e motores duradouros do que deixar elefantes brancos para o consumidor em pouco tempo, como a Fiat e GM adoram o fazer – ja é o suficiente pra mim negar a gastar dinheiro com essas 2 marcas. Qto ao TSI, prefiro dar tempo ao tempo, não duvido da performance e economia, porém, a procedência nas versões seminova e, ainda, uma eventual manutenção fora da garantia, podem ser o fim daquilo que é genial – isso cenário Brasil tá.

            • Só que se ninguém se mexer o cenário brasileiro jamais irá mudar. Isso vale para os dois lados da moeda, montadoras e consumidores. A primeira inovando e trazendo novas tecnologias em busca de melhor performance, economia e emissão e o segundo tentando abrir um pouco a mente para coisas novas, como o downsizing e cobrar essas melhorias/tecnologias.

    • Na Europa a preocupação é sempre pela economia dos motores, tanto é que o Focus tem motor 1.0 também, que além de consumir pouco, tem rendimento igual ao motor 1.6, que não existe mais lá.

  • Então seria um 1.0 bi-Turbo? Nada mal, VW.
    A Volvo tinha feito aquele 4 cilindros Tri-Turbo de 450CV que já é um espanto, esse 1.0 ai deve ser um abraço.

        • Existem bastantes relatos de barulhos. Alguns de retenções de marcha(em algumas co condi7de piso) e que seriam resolvidos ou amenizados com atualização do sistema dr gerenciamento. Mad qubras nunca vo. A 4R testou, teve relatos de barulhos. Mas o desmonte mostrou estar em perfeito estado.

          • vai ver q existe barulho pq tudo q e bom la fora e problematico aqui por causa do consumidor q nao sabe cuidar do carro, o combustivel ruim e inadequado e o asfalto lunar q nos temos

            • Cara, um projeto global, já diz tudo, é apenas um projeto para todos os mercados que abastecem, não existe mais essa de um lugar ser mais específico que o outro. O que muda mais realmente é as adequações de normas para cada tipo de mercado. Agora especificação de motor, óleo lubrificante, peças de reposição e construção é o mesmo para qualquer lugar.

        • Não só VW. De todas as marcas ouve-se dizer que precisa de alguma manutenção em torno dos 40 mil km rodados, como troca do fluído de transmissão, troca do pressurizador do automático e o atuador hidráulico. Não sei o que consta no manual mas deve ter algo de realizar manutenções cedo em transmissão, diferente do manual.

    • de fato, um belo prodigio da engenharia da volks ..

      esse motor poderia servir a uma gama ampla de carros, aqui na vwb, desde o up (talvez) até um jetta comfortline aposentando o motor 2.0 de 8v ..

  • Fortinho esse motor!!! Os motores 1.0 estão cada vez mais fortes, daqui uns dias esse motores
    vão conseguir alcançar potencia de motor 6.0 V8 aspirado!

      • Lembrando que esses números são bem mais psicológicos. O 1.0 Ecoboost da Ford de 95 cv anda muito parecido com a versão de 125 cv. A força extra só surge em rotações bem elevadas. Mas como no Brasil números de cavalaria são o que vendem, devem mirar pra cima mesmo (mesmo que prejudique o consumo).

        • O que explica o 1.0 ecoboost andar junto do 1.6 isso não é a cavalaria e sim o bom torque constante do turbinado, em uma boa faixa de giros. A potência é mais importante na velocidade final.

        • para mim , torque alto em baixa e’ o que mais importa, cavalaria para mim nao interessa..carro mil com kgf de 2.0 16v com cvvt, seria excelente, mas preferiria um 1.0 cvt como tem as pencas no Japao pra usar a trabalho do que um poderoso 1.0 com cambio MT, economia que seria MUITO bem vinda em cidade de transito ruim, esses tranco tronics da vida eu pulo fora, no maximo AT.

          • concordo, poderiam vir com um 1.0 com câmbio cvt. creio que deve casar muito bem com a proposta de um carro econômico para a cidade. O joelho esquerdo e o pescoço agradecem.

  • Dizer que possuem performances semelhantes é exagero. É só observarem qualquer outro TSI/TFSI de mesma potência, o mesmo sempre terá cerca de 10kgfm de torque a mais. Arrisco ainda a dizer que as RPMs pra obtenção dessa potência giram em torno de 8K. Sendo este o caso, fico de qualquer maneira com o bom e velho 2.0 com seus 4 cilindros…

      • Exatamente. Como por exemplo, fazer este tipo de comentário nem um pouco construtivo, sem saber a realidade da produção global da VW. Por exemplo, o 2.0 TFSI que equipa o Audi TTS, com seu bloco de concepção já antiga, afinal o 2.0 TSI se tornou comum no velho mundo há uma década atrás. Tal bloco entrega hoje 280cv e 38,6kgfm de torque. Mas vamos olhar mais longe, há 5 anos atrás. Este mesmo bloco 2.0TFSI que equipava o Audi TTS, entregava exatamente tais 272cv e possuia 35,7kgfm de torque. E com esses dados em mão eu reafirmo que prefiro o 2.0 TSI da geração atual.

    • Depois as pessoas não entendem porque das tecnologias demorarem ou nem vir para o BraZil hu3!
      Se o bom e velho 2.0 4c já satisfaz, pra que investir em outro?
      Taca-le AP 2.0 8v nesse Jettinha Marcos!!!

      • Quem aqui falou em AP amigo? hahahaha Estava falando acerca do atual 2.0 TSI, que entrega 211cv e 28,6kgfm de torque, equipando aqui no brasil o Jetta e Passat.

      • Eu me referia ao bloco 2.0TFSI do Audi TTS, que lá em 2010 oferecia 272cv com 35,7kgfm de torque. Na minha opinião a tecnologia desse motor ainda é superior ao 1.0TSI da reportagem. Mas não vale a pena estender uma discussão pra provar um ponto. :P

        • Da maneira que você escreveu todos pensam no 2.0 4 cilindros aspirado. Em tecnologia o 1.0 tsi é superior. Se aplicarmos os mesmos itens novos que o 1.0 tem o 2.0 Tsi ele terá numeros ainda melhores. É só ver o 2.0 Tsi do Golf R com 300cv sem o turbo elétrico. Mas com a evolução de 5 anos frete ao do TT tem 30 cv a mais.

          • Não é bem esse o ponto. Nesse bloco foi aplicado o turbo elétrico, porque o mesmo pode ser acionado a qualquer instante, eliminando o problema da fase de aspiração natural dos motores turbo convencionais. Num motor de maior porte, existem potência e torque aceitáveis para tirar o veículo da inércia sem maiores sofrimentos. E a questão da potência, vejo inúmeras modificações de Jettas TSI CCZA (versão de 200cv), que fazem uso da turbina K04 (vinda do Audi S3), alcançando números absurdos de potência, alguns na casa dos 500cv. Os problemas ficam novamente por conta do torque e potência em baixa, que agora são alavancados para rotações superiores devido a inércia da turbina de grande porte e é claro, a durabilidade não apenas do bloco, como da caixa, que original aguenta “apenas” cerca de 300cv e 36kgfm de torque sem maiores prejuízos.

            • A turbina elétrica vem para entrar justamente nesses momentos aonde a turbina normal fica “ineficiente”. Por questões de consumo e principalmente o aperto cada vez maior nos indices de poluição. Veremos as turbinas elétricas aparecendo cada vez mais. No caso desse motor. A potência seria na minha opinião só para mostrar aonde podem chegar. Mas na rua deve chegar com menos de 200 cv. Acima disso o 2.0 tsi vai muito bem obrigado.

              • Agora sim! O que ninguém conseguiu captar foi isso. Se a ideia do motor é ser esportivo, então não adianta tentar tirar leite de pedra. Este bloco pode ser muito bem explorado como solução para veículos comuns, mas como esportivo, vou defender até a morte o atual 2.0 TSI.

                • Sem duvidas, esse ai roda(excelentemente bem) e pode ser esportivo no Up, e outros compactos. Mas do Golf para cima não acho. 2.0 é o estado da arte .ouso dizer que o 1.8 tsi pode ficar limitado, a alguns mercados. O 1.0 tsi e 1.4 tsi dão conta até uns 180 cv e abaixo dos 30 kgmf. Acima o 2.0 é a melhor solução hoje. o 1.8 deve ficar em alguns modelos da Audi. E com o 2.0 de 190 cv voltado para o consumo. Não sei se o 1.8tsi vai durar muito.

  • o problema será a durabilidade, penso eu. Imagina o que esse carrinho deve girar pra dar essa potência. E que óleo vai suportar lubrificar uma coisa dessa!!

    • Eu acho que não é difícil fazer com que esse motor dure 200.000 km.
      Mais do que isso é desnecessário. Se, eventualmente, for necessário, troca-se o motor.
      Chega de pagar por serviços caríssimos de conserto de peça velha. A gente tem que aprender a substituir por peça nova. E aos poucos as pessoas que trabalham manualmente com serviços de restauração de peça velha (ex.: retífica de motor) irem aos poucos se profissionalizando para jogar no outro time, isto é, projetando e fabricando peças novas junto às grandes empresas.

      • Bem se vc levar em consideração que hoje se troca de carro com mais rapidez e facilidade que outrora, vc tem toda razão. Só lamentaria uma engenharia dessas caindo na mão da manolada, que por sinal compra esses carros já desvalorizados e tratam esses motores como os AP da vida, enfiando 20W50 a granel por 4 reais o litro. Acaba que esses motores viram verdadeiras bombas ambulantes. Infelizmente isso é tecnologia pra europeu mesmo, que tem gasolina de primeira e normalmente cuidam bem dos seus motores. Acredito também que é por isso que as montadoras no Brasil não trazem motores avançados, uma vez que o brasileiro não mormente não faz a manutenção adequada, e iria faltar oficina. Além disso, aqui se convencionou dizer que o antiquado AP é “coisa boa” porque anda até com azeite no carter e que Fivetech não presta porque dá muita manutençao.

          • Isso não é nada. O pior é ver colocar isso em motores até mais modernos, como os Honda, Toyota, etc.. Se bem que 20W50 num Fire ou num Zetec é pedir pra morrer rsrsrs

            • Zetec usa óleo sintético parecido com os da Honda e Toyota, 5w30, 5w40, 0w30, 0w40. Os fire antes do Economy usam semi sintético 15w40, então talvez sofram um pouco menos com um 20w50 mas pelo menos tinha que ser um SL ou SM. Aqui na cidade Ford tem fama ruim de “motor descartável”, mas aposto que um motor zetec bem cuidado dure bem mais que um AP.

    • Também fiz esse questionamento, mas acredito que a tecnologia líquida também esteja evoluindo, fora que é tecnologia alemã, uma das melhores engenharias do mundo moderno.

    • Vi outra reportagem em que dizia que esse motor seria utilizado para competições, provavelmente sem muita preocupação com a durabilidade. Se for durável, melhor ainda, pode diminuir o peso e o consumo, além de garantir um excelente desempenho.

    • Tem óleo 5w30 e 0w30 por aí, deve dar conta.
      Quanto durabilidade, eles deve utilizar peças dimensionadas para o motor.
      O pessoal não reclamou da durabilidade dos gols e parati 1.0 turbo vendidos nos anos 2000.

      • Só se foi o pessoal que realmente entendeu que aquele motor não era um simples AP. Porque muitos desses carros se estragaram nas mãos de donos descuidados. Fora que ele tinha um problema no cabeçote e um tal sensor que a VW não mais disponibilizou pra substituição e que deixou muitos proprietários a pé. Ou então tiveram que dar mais de 1200 reais nele!!

        • Sem dúvidas, essa coisa de óleo sintético era palavrão em 2000. Todos os 16V padeceram da má fama devido donos descuidados. Tínhamos 1.0 16V na VW, Fiat e mais tarde Peugeot e Renault.
          Eu estou falando da durabilidade das partes internas do motor, sei de mais de um proprietário de versões turbo que seguiam as especificações e o carro rodou até 100.000km sem maiores problemas. Depois foram vendidos.

          Mas tínhamos os probleminhas chatos na VW que ajudaram a desabonar. Esse sensor que você diz, alternador frágil, a tampa do distribuidor que derretia e o cuidado que tinha que ter pra não pegar posto com gasolina adulterada.

    • Os alemães se destacam em vários ramos, como máquinas pesadas (que os chineses não conseguem copiar). Por isso eles não estão sofrendo muito com a crise da Europa.

    • Sempre essas comparações entre motores turbo e atmosféricos. Lembrando: o que você usa de fato no dia-a-dia não é torque, é potência, ao contrário do que a imprensa brasileira ensinou erroneamente a tanta gente. Dito isso, a nova geração de motores turbo têm uma curva de torque muito plana, resultando em alta potência em baixas rotações. Ou seja, mesmo que o valor de torque máximo seja “baixo”, você ainda terá como resultado muita força chegando às rotas em todas as faixas de rotação. Isso equilibra e muito o jogo. Lógico que um V8 com essa cavalaria ainda terá maior potencial, mas às custas de um consumo absurdamente mais elevado. A ideia de apresentar esse desempenho no 1.0 é um exercício de engenharia, obviamente que não irão lançar nada assim agora. Já um 1.5, aí sim muda de figura (vide Ford e GM com estes motores em seus médios).

      • Aleluia! Falei isso aqui uma vez e quase fui apedrejado. O povo realmente tem essa ideia fixa na cabeça de torque pra força e potência pra velocidade. Ai quando alguém fala o contrário já viu.

        • Pois é, se falam em curva de torque é uma coisa, mas o povo insiste só em falar de torque máximo. Se isto fosse o mais importante pra desempenho, motores a diesel seriam incrivelmente rápidos. As pessoas precisam parar de só olharem pra números.

      • Obrigado pela sua explicação, mas eu já conheço tudo o que vc falou e inclusive eu tenho um carro turbo. Eu comparei com motores turbo de maior cilindrada

  • Protótipos todas as montadoras tem aos montes. A Volvo mesmo está com um fantástico também. A questão é quando estará “pronto” para o mercado. Ter a tecnologia é uma coisa. Conseguir colocar em produção/mercado é outra coisa bem diferente.

    • Exatamente, é exercício de engenharia. Mas vimos até V6 sendo substituídos por 1.5 turbo nos últimos anos, então em algum momento chegaríamos lá. A questão é se os elétricos irão se tornar comuns antes disso, ou não. Briga boa.

  • Turbo elétrico para baixa rotação. Isso sim me chamou atenção, pois antes era algo considerado uma piada de mau gosto e hoje vemos que não é bem assim.

  • O Ecoboost, 1.0, parece, pode entregar mais de 200cv. A MB com o 2.0 AMG entrega 360cv. Imaginem se a VW pense num 2.0 com essa tecnologia, são 554cv. Todavia, ao meu ver, o ponto crucial é a durabilidade.

  • Isso é relativo. O AP 1.6 aguentava 330cv, mas durava 5 minutos!!!
    A grande questão destes pequenos blocos com enorme potência e torque é a durabilidade. Imagino que a VW não seria tão irresponsável de anunciar algo do tipo se ele não tivesse uma durabilidade relativamente semelhante a um motor normal. Ou seria???

  • O que não bate nas informações é o fato que com torque de 20,4 gera 110 cv. Subindo o torque para 27,4 deveria ter uma potência de no máximo uns 150 cv e não 272 cv. Para se ter aproximadamente 272 cv no mesmo motor, seguindo a mesma configuração de rotação, o torque gerado é de pelo menos 50 kgfm.

  • E tem gente que fala mal do 2.0 TDI de 180cv da Amarok, por exemplo. VW está fazendo um belo trabalho se tratando em downsizing. Pena que alguns ignorantes e mal informados não entendem que essa é a tendencia mundial: motores cada vez menores, mais econômico e mais potentes.

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