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VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

O Santana é um sedã médio que a Volkswagen produziu no Brasil entre 1984 e 2006, sendo um modelo ainda vendido na China, mas como um sedã compacto.


Aqui, ele foi um marco na história da marca alemã por aqui, pois, foi o primeiro carro de luxo que a VW colocava no mercado brasileiro.

Fabricado em diversos países, incluindo a Argentina, o Santana fez sucesso mesmo no Brasil e depois na China, onde chegou a ter versão longa, sendo o carro preferido dos taxistas.

Lá ele evoluiu para o segmento compacto, mas aqui cumpriu sua missão de ser o sedã topo de linha da VW nos anos 80 e em parte dos 90.


Mesmo nessa época, em que o Passat chegava oficialmente importado, o Santana ainda tinha certo status.

VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Defasado, logo virou um produto de custo-benefício e sobreviveu até meados dos anos 2000, deixando muita história e saudades.

Segunda geração do Passat, ele conviveu aqui com a primeira geração e teve como companheira a perua Quantum. Nunca foi além dos motores 1.8 e 2.0, ganhando o apelido de 2000.

Foi o primeiro VW com transmissão automática e uma série de itens inéditos por aqui, incluindo lavador de faróis.

Santana

VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

O Santana nasceu em 1983 como versão sedã do Passat, que em sua segunda geração, era um hatchback de duas ou quatro portas, tendo a perua Variant como opção familiar.

Nos EUA, por exemplo, ele receberia o nome de Quantum.

Com a mesma plataforma do Audi 80 de 1979, o Santana surgiu como um sedã elegante. Puramente três volumes, ele compartilhava muito com as duas outras carrocerias.

Como um projeto mundial na época, o Santana começou a ser produzido em diversos lugares, entre eles África do Sul, Espanha, Nigéria, México, Argentina e China.

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Ele foi até produzido no Japão pela Nissan!

Por aqui, o Santana nacional apareceu pela primeira vez ao público no final de 1983, mas seu lançamento mesmo só ocorreu no ano seguinte.

Ele era uma resposta da VW para concorrentes como Ford Del Rey e Chevrolet Monza.

Por isso, o Santana não poderia ficar de fora do Brasil, ainda mais que o Passat já estava desatualizado.

Com 4,537 m de comprimento, 1,695 m de largura, 1,402 m de altura e 2,550 m de entre eixos. Ele pesava 1.070 na versão duas portas e tinha ainda carroceria com quatro entradas.

VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Dotado de linhas funcionais, o Santana tinha proporções adequadas para um sedã executivo, frente com faróis simples e piscas separados, além da clássica grade frisada da VW.

Na traseira, as lanternas eram horizontais e bem distribuídas, conforme estilo da época.

O Santana tinha para-choques de plástico, mas de formato simples, deixando a parte inferior da carroceria exposta. Oferecido em três versões: CS (Comfort Silver), CG (Comfort Golden) e CD (Comfort Diamond).

No último caso, havia um spoiler grande sob o protetor frontal, além de lavador de faróis. As rodas de liga leve aro 13 polegadas com pneus 185/70 R13, foram usadas mais tarde em outros modelos, como a perua Parati GLS.

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Por dentro, o ambiente do Santana era amplo, especialmente o painel. Por incrível que pareça, trata-se de um estilo ainda em uso na VW, no caso no Jetta mais atual, dada as proporções, é claro.

Um conjunto com sistema de áudio (hoje multimídia), difusores de ar e instrumentação concentrados no condutor.

Na época, o Santana tinha cluster com conta-giros (relógio analógico na CS) e velocímetros grandes, com nível de combustível e temperatura da água em mostradores menores.

Os controles do ar condicionado e aquecimento eram por alavancas e ficavam abaixo do rádio-toca fitas Bosch Rio de Janeiro. O volante de quatro raios tinha quatro pontos de buzina em quadrados, tendo ainda a sigla CD na versão de luxo.

O painel tinha ainda frisos cromados e acabamento em dois tons, bem como difusores de ar verticais e horizontais.

Havia relógio digital no cluster e cinzeiro com acendedor de cigarros. O sedã também tinha os vidros elétricos acionados no console central.

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Ele tinha até luzes-espia em LED, bem duráveis.

Os bancos tinham bom acabamento e o Santana apresentava cintos de três pontos para todos, exceto o quinto passageiro, que também não tinha apoio de cabeça.

Um apoio de braço central traseiro deixava o passageiro mais confortável. Este contava com luzes de leitura. Havia faróis de neblina no CD, além de antena elétrica.

Com estepe em pé, o porta-malas tinha apenas 394 litros e tampa de abertura com pescoços de ganso.

O projeto do Santana previa a inédita versão duas portas, só existente aqui. Além disso, seu tanque fora ampliado para 75 litros por causa do álcool, de menor autonomia.

Aqui, ele foi equipado com motor AP-800 de 1.8 litro, sendo uma versão normal do propulsor do Gol GT, mas com transmissão manual de quatro marchas mais overdrive (4+E). Nos CS e CG, era de quatro marchas.

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Havia ainda a opção de um câmbio automático de três marchas com conversor de torque, mas sem assistência eletrônica.

O Santana com seu 1.8 carburado, entregava 92 cavalos a 5.000 rpm e 14,9 kgfm a 2.600 rpm, abastecido com álcool. Na versão manual e com duas portas, o CD ia de 0 a 100 km/h em 11,9 segundos e tinha máxima de 171 km/h.

No consumo, bons 13 km/l na estrada e 7,1 km/l na cidade, ajudados por um econômetro primitivo base em luz de LED para indicar mudança de marchas e condução econômica.

Com frisos cromados, o Santana CD era o mais desejado e completo de todas as versões, tendo ainda um badge nas laterais.

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O Santana tinha suspensão McPherson de rolagem negativa na frente e eixo traseiro de torção com buchas deformáveis.

Em 1987, uma nova política do governo autorizava aumento de preços em produtos novos e as marcas de carros modificaram levemente seus carros, dizendo que eram produtos novos.

A VW seguiu a regra e atualizou o Santana pela primeira vez.

Primeira atualização

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Em 1987, o Santana ganhou uma atualização que o deixou exatamente igual ao modelo internacional, já vigente nesse visual desde 1983. Mas, antes das alterações no estilo, o sedã ganhou uma mudança na nomenclatura das versões.

Assim, saía de cena as CS, CG e CD para a entrada de C (Comfort), CL (Comfort Luxe), GL (Gran Luxe) e GLS (Gran Luxe Super). A composição das versões mudava, assim como o nível de conteúdo levemente melhorado.

O Santana 87 perdia o spoiler sob o para-choque dianteiro e os lavadores de faróis. Porém, ganhava para-choques envolventes como no alemão.

Também vinha com novos faróis com faróis de neblina no mesmo conjunto da grade, igualmente como no exterior.

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O visual parecia muito imitar o Chevrolet Opala Diplomata, que usava o mesmo recurso, mas era coincidência. Apenas a GLS tinha essa primazia.

O para-choque novo incorporou os piscas e ainda tinha frisos cromados, que envolviam todo o carro.

As lanternas agora incorporavam luz de neblina. O Santana GLS mantinha as rodas de liga leve aro 13 polegadas de antes.

Por dentro, o diferencial desta versão era o volante de quatro raios, mas agora com quatro bolas para buzina. A versão tinha o requinte da chave com luz para facilitar a abertura da porta.

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Interessante é que a VW decidiu que a versão GL teria apelo esportivo e por isso adicionou as rodas de liga leve aro 14 polegadas com pneus 185/60 R14 usadas nos modelos Gol GT (já extinto) e Passat GTS Pointer.

Entretanto, o Santana GL – que tinha para-choques, protetores laterais e frisos das janelas todos pretos – só vinha na versão de duas portas.

A perua Quantum tinha proposta semelhante, mas com quatro entradas.

O Santana 87 ganhava também mais força. Agora o AP-800 pulava de 92 cavalos para 96 cavalos e 15,6 kgfm com etanol, tendo transmissão manual de cinco marchas e não mais a “4+E”.

Com isso, o Santana 87 ia de 0 a 100 km/h em 11,4 segundos.

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Todas as versões ganharam câmbio de cinco marchas, exceto o Santana C, que era uma espécie de “pé-de-boi” com o mínimo necessário, movido apenas por álcool.

O Santana GLS era o único que oferecia o câmbio automático de três marchas, ainda “hidramático” somente.

No ano seguinte, o Santana via seus comparativos com o arquirrival Chevrolet Monza ganharem um destaque a mais nas bancas de revista.

Chegava ao mercado o Santana 2000.

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O sedã médio da VW ganhava mais poder com o motor AP-2000, que inaugurou mudanças na nomenclatura dos motores AP: 600 e 800 para 1600 e 1800.

Com pistões maiores e com curso mais longo, o AP-2000 tinha carburador duplo e as mesmas características dos demais: bloco em ferro fundido, cabeçote em alumínio de fluxo lateral e comando por correia dentada.

Ele entregava 112 cavalos a 5.200 rpm e 17,3 kgfm a 3.400 rpm.

Com isso, o Santana 2000 ia de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e atingia máxima de 182 km/h. Isso tudo com álcool, que permitia fazer 9,4 km/l na estrada e 6,2 km/l na cidade.

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Na gasolina, porém, devido à tributação, o AP-2000 era limitado a 99 cavalos e 16,2 kgfm, embora tivesse mais que isso.

Na linha 87, o Santana  já havia recebido calibração mais firme na suspensão, mas no modelo 88, quando 2.0, tinha barra estabilizadora maior e braços dianteiros novos.

O câmbio não sofreu alterações, sendo muito preciso e macio, além de curto.

O Santana GLS ganhava novas rodas de liga leve aro 14 polegadas com desenho cheio e dotado de elementos vazados nas extremidades.

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O GL trocava o preto das rodas esportivas pelo diamantado. Um novo volante sem as bolas foi introduzido no Santana.

Para-sóis iluminados, porta-cassete e teto solar eram algumas das novidades da linha 88. O motor AP-1800 continha nas versões CL e GL, mas esta tinha opção do AP-2000. Aliás, esta versão ganhava bancos Recaro, enquanto a C saía de cena.

Na linha 89, a nomenclatura começa a mudar com o surgimento do Santana Evidence.

Mais esportiva, esta versão vinha com rodas de liga leve aro 14 polegadas do Gol GTS e do recém-chegado Gol GTI. Era baseada na GL e tinha motor 2.0.

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Em 1990, o Santana ganhava a versão Executivo, que trazia entre outras coisas, bancos em couro com camurça, teto solar (manual) e aerofólio na tampa do porta-malas.

O visual contava ainda com lanternas fumê, para-choques cinzas com frisos claros, grade de três lâminas, bem como retrovisores e logotipo EX em cinza.

Entretanto, a sensação mesmo eram as belíssimas rodas raiadas e douradas da BBS, em aro 14 polegadas.

Os pneus eram mais largos, medindo 195/60 R14. Já os bancos eram feitos pela Recaro.

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O cluster tinha iluminação vermelha, assim como antena no teto e brake light no aerofólio. Além disso, o Santana Executivo tinha apenas quatro portas.

Somente três cores foram oferecidas na época: vinho, azul e preto.

Entretanto, o grande diferencial era o motor AP-2000i, que passava a ter injeção eletrônica multiponto LE-Jetronic da Bosch, a mesma do Gol GTi.

A VW, espertamente, divulgava apenas a potência bruta nesse caso, a fim de estar na frente do Monza.

Então, ele tinha 125 cavalos a 5.800 rpm e 19,5 kgfm a 3.000 rpm.

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Abastecido apenas com gasolina, o AP-2000 do Santana Executivo rendia 12 km/l na estrada e 7 km/l na cidade, mas fazia o sedã ir até 100 km/h em 10,3 segundos.

Mais caro de sua época, o Santana Executivo teve apenas 4.000 exemplares feitos.

O Santana Sport foi uma edição especial com rodas esportivas, bancos Recaro e detalhes pretos.

Novo Santana

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O Executivo fechou com chave de ouro a trajetória do Santana brasileiro como similar do alemão. A partir de 1991, o modelo ganhou uma atualização visual que o transformou muito mais.

Com a VW presa na Autolatina desde 1988, o Novo Santana acabaria gerando um irmão, o Ford Versailles.

O Novo Santana chegou no momento de abertura das importações e era a alternativa da VW até a chegada do Passat.

Como este só chegou oficialmente em 1995, então o (velho) Novo Santana teve que se virar.

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Ainda mantendo a versão duas portas, o Novo Santana ganhou frente mais longa e baixa, adotando faróis retangulares bem grandes e piscas separados.

Além disso, recebeu para-choques mais envolventes, inclusive com faróis de neblina elevados.

A carroceria recebera extensão na parte traseira, mais alta e volumosa, tendo novas colunas C mais largas e vigias laterais (tanto duas quanto quatro portas) novas.

As lanternas traseiras ficaram maiores e cortadas pela tampa do bagageiro, que agora descia até o protetor.

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O espaço no porta-malas aumentou também com o estepe sob o assoalho: 413 litros.

A VW aproveitou apenas a plataforma, teto e as portas. Essa arquitetura modificada faria sucesso também na China.

Por dentro, o Novo Santana ganhou painel mais envolvente, parecido com o do Golf III com cluster dotado de três mostradores separados de iluminação vermelha.

Curvado, o painel tinha agora difusores de ar abaixo do rádio-toca fitas, comandos na parte central e ar condicionado, ainda com alavanca na parte inferior.

VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

O Novo Santana tinha um volante novo e mais ergonômico. Os bancos ficaram mais confortáveis e agora com apoios de cabeça vazados.

A suspensão sofreu ajustes por causa da carroceria mais pesada.

O facelift fez com que o Novo Santana ficasse um pouco maior, medindo 4,572 m de comprimento, porém, mais estreito: 1,686 m de largura. A altura era de 1,417 m e o entre eixos media 2,548 m.

Ainda assim, o novo sedã parecia muito maior que o anterior.

VW Santana: história, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

O coeficiente aerodinâmico baixou para 0,37 de cx. Com o etanol em baixa, o Novo Santana tinha motor AP-2000i voltava a ter 120 cavalos e 17,5 kgfm do Gol GTi de 1989, mas agora com catalisador.

Na linha 93, o Novo Santana recebeu injeção eletrônica da Ford (FIC) e passou a ter 99 cavalos no AP-1800 e os mesmos 120 cavalos do AP-2000.

O Novo Santana Sport tinha rodas “Orbital” do Gol GTi, bancos Recaro e estética esportiva, com motor 2.0 e freios ABS.

Estes apareceram na linha 93 e seguiram adiante.

No decorrer da década de 90, o Novo Santana teve uma época de mudanças, onde itens como teto solar elétrico, ajuste lombar, gás R134a no ar condicionado e tanque em plástico apareceram.

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Em 1996, o Santana passava a ter nova injeção multiponto e os motores 1.8 e 2.0 entregavam 99 cavalos e 114 cavalos, respectivamente.

Já não sendo mais o sedã topo de linha, por causa do Passat alemão, o Santana ganhou as versões Mi (1.8), 2000 Mi, Evidence e Exclusive em 1997.

O Santana ganhou facelift com faróis menores e mais arredondados, assim como grade integrada ao para-choque, que agora era liso.

O traseiro também. As lanternas foram modificadas e ficaram integradas ao visual mais liso, incluindo o protetor.

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As duas primeiras eram básicas seguiram até o fim, enquanto a Evidence tinha apelo esportivo com rodas de cinco raios. O volante tinha quatro raios e os comandos do ar agora eram circulares.

A Exclusive tinha um conteúdo melhor, mas já sem a primazia de antes. Ambas foram extintas em 2000, quando apenas foram oferecidos os pacotes Comfortline e Sportline.

Estes dois constituíram basicamente as versões Mi e 2000 Mi daí em diante.

O Santana nunca teve versão flex, embora em seus últimos anos, a VW tinha o TotalFlex desde 2003. Morreu como um carro de custo-benefício em 2006.

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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Meus pais tiveram muitos Santanas durante minha infância, mas não sabia que tinha existido versões dele com teto solar.

    • 4lex5andro

      Desde 88, no lançamento da versão 2,0. E depois na versão Executive, de 90, com propulsor 2,0 com injeção.

      Melhor fase do sedan.

  • Verdades sobre o mercado

    Nos últimos anos o Santana era o Corolla da geração anterior, só os velhinhos compravam, isso quando os filhos não faziam o pai desistir da compra…

    • El Gato!

      Que nada. A linha Sport da última atualização, com bancos Recaro e teto solar fez a cabeça de muito garotão.

      • Verdades sobre o mercado

        Tá enganado amigão. Sport não tinha nos últimos anos.

        • El Gato!

          Tens razão. Mencionei atributos do Sport pensando no Sportline da última geração. Mas enfim… não eram só velhinhos que se agradavam do clássico brasileiro. Isso é certo.

    • Rodolfo Deo

      Não se esqueça dos Taxistas

    • Gran RS 78

      Verdade, sem contar que muito das vendas do Santana, iam para os taxistas, que sempre adoravam o modelo.

    • Marcelo Alves

      Saiu de linha muito tarde… Só de olhar a carroceria por fora já dava para perceber que era um carro dos anos 80, só que ainda vendido em 2000!

      • zekinha71

        A lateral nunca mudou, as portas sempre foram as mesmas, só perderam os quebram ventos e ainda depois de muito tempo.

  • jfontes

    Fez a alegria dos taxistas até a chegada dos japoneses.

    • cobaiao

      De certa forma, ele foi o ancestral do Cobalt hahaha

  • Alvarenga

    Ta ai um carro que nunca me atraiu. Eu era mais o Monza.

    • RicardoVW

      Sempre achei o Monza feio!

      • Robinho

        eu sempre achei os dois feios, mas era mais o Monza pelo acabamento…10 a 0 no Santana.

        • RicardoVW

          Tem certeza! Olhe a 4ª foto.

  • RKK

    Começou como carro de patrão, terminou como táxi.

  • El Gato!

    Meu pai teve um CL duas portas, branco, 1988, adquirido usado em 91.
    Parabéns pela matéria, NA. Me proporcionou uma viagem no tempo. Muito legal mesmo.

  • Rodolfo Deo

    Bons tempos em que comprar um VW era garantia de tranquilidade e confiabilidade, o Santana era a combinação de tecnologia e refinamento, coisas que a marca esqueceu como se combinam.

  • Miguel Neto

    Era o famoso tanque de guerra !!! Meu pai já teve alguns Tempra e monza todos zero KM ,nunca um desses. um dos melhores motores que a vê já fez na minha humilde opinião.

    • RicardoVW

      O 2.0 cantava em 3ª.

      • Marcelo Alves

        Esse negócio de cantar pneu em 2ª ou 3ª depende muito da carga da mola da embreagem e do escalonamento das marchas. Meu Polo 1.6 8v usa uma embreagem muito macia, a mola demora a fazer o acoplamento do disco, então é mais fácil a embreagem patinar do que cantar pneu em 2ª, já minha irmã tem um Fox 1.6 16v em que a mola da embreagem é muito forte e acopla o disco muito rápido, ele canta pneu muito fácil em 2ª e as vezes até 3ª se você esticar tudo e soltar a embreagem de uma vez após trocar a marcha.

        • RicardoVW

          Verdade, tenho um Polo 1.6 e realmente é difícil cantar em segunda, mas canta.

        • Retrato do Papai

          tenho um fox 1.6 8v e também percebo esse comportamento demorado da embreagem, às vezes saindo forte nem de 1a ele patina (ou dá uma patinada leve), e olha que o que não falta nesse motor é torque

          • Marcelo Alves

            É isso mesmo, mesmo soltando a embreagem mais rápido eu sinto ela patinar e não dá aquela “tranco” forte que dá quando eu faço isso no Fox 1.6 16v…. Minha irmã já teve um Fox 1.6 2009 que usava o mesmo motor do meu Polo 2008/2009 e era a mesma coisa, a embreagem é mais suave e patina mais nas saídas.

  • Marcus Vinicius

    Os Santanas chineses é que eram bem mais equipados e modernos com direito a transmissão automática

  • Mauro Moraes

    VW lenta demais, dormiu em berço esplêndido, quando detinha cerca de 40% do mercado . Não fosse a agressividade da Fiat em chegar à liderança nos anos 2.000, ainda estaríamos rodando numa gambiarra de facelifts desse carro até hoje por aqui.

  • Faltou os números de vendas anuais.

  • Bruno Alves

    No Japão o Santanão, que lá era montado pela Nissan, teve uma versão esportiva com motor 2.0 de cinco cilindros que tinha 140 cavalos. Uma pena o NA não deixar mais colocar foto, o carro é muito bonito! Chamava Xi5 Autobahn.

  • Mr. Pennybags

    Meu pai idolatrava esse carro. Teve dois e depois trocou o último por um Mondeo que ele xingava todo santo dia! rs

  • Mário Leonardo Pires

    Meu pai teve um GLi 95/96, verde nice, era um espetáculo para a época, andava muito bem e era bastante econômico. Fez ele esquecer de uma Caravan diplomata SE 88 bem rápido. O interior do Santana era bem simplório, parecia outro carro em relação a versão GLSI… Bons momentos vivemos com ele. Foi vendido em 2005 com 75 mil km, muito conservado. Muitas aventuras…

  • Leonardo

    Tive um 96 com motor 1.8, até hoje meu pai tem um 01/02 2.0 azul que é o xodó dele, 16 anos na família e 479.000 km rodados e até hoje não foi feito o motor ele é segundo dono. Para viajar e dia a dia ele possui um Corolla.

  • RicardoVW

    Olhem o acabamento primoroso do Santana 1990! Q carro hoje em dia tem esse acabamento por menos de R$ 150.000? E o Ex bordo de rodas BBS douradas então, é covardia, carro lindo demais!

    • Eskarmory .

      Exato… Executivo foi O SANTANA. Os sucessores foram meio whatever…

    • Tommy

      Nenhum, até porque o Santana era um carro caríssimo pra época, muito mais caro que o Passat é hoje, proporcionalmente falando.

      • RicardoVW

        Sabia que alguém iria falar isso! Mas então o poder de compra do povo na época era bemmmm maior que hoje, pois se via vários Santanas pelas ruas! Meu pai e tios tiveram Santanas, hoje nenhum deles tem condições de ter Passat.

        • T1000

          Rico sempre foi rico, hoje vê-se vários suvs de mais de 100mil nas ruas. Se for por esse critério, hoje o poder de compra é maior ainda.

          • Retrato do Papai

            mas não é porque o cara tem um renegade ou hrv que ele é rico, conheço alguns pé rapados que vivem quase na miséria pra poder sustentar as aparências… eu mesmo (que estou bem longe de ser rico) poderia ter um desses na garagem, mas graças a Deus tenho a cabeça no lugar e ando num popular com 6 anos de uso (e já acho caro de manter!)

          • RicardoVW

            Acho q não, a população aumentou e o financiamento facilitou.

    • matheus

      Quando criança fui na casa do presidente de uma grande empresa em SP, 1991, salvo engano. O motorista do casa foi nos pegar na rodoviária num Ex azul. Lembro ainda que tinha mais dois carros na época, um deles era uma Suprema CD…lembro até hoje daquela imagem.

  • Tommy

    A VW errou feio em não ter nacionalizado o Passat alemão ou até mesmo o Jetta na época.

    Os que se aventuraram a pagar a fortuna que um Passat custava não tiveram a mesma facilidade mecânica do Santana e tiveram problemas de falta de peça(importadas e cotadas em dólar), falta de mecânicos especializados(até nas concessionárias), além de problemas de suspensão e arrefecimento típicos de carros não adaptados ao nosso mercado naquela época.

    Perdeu mercado pros japoneses, que ofereciam carros inferiores e menores como o Civic e o Corolla mas com confiabilidade mecânica e fabricação nacional.

  • Gamaliel Wiest

    Tive duas Quantum , uma 91 e outra 96. Freio abs, injeção eletrônica com um bico injetor na 91 e quatro na 96, direção hdráulica, vidros elet. nas 4 portas, ar, muito espaço, conforto, mecanica robusta em uma época em que isso era o que importava, sem preocupações com posto.

  • Racer

    O primeiro e o segundo, antes daquele facelift bem de mal gosto…eram top. O quadradinho então.

  • zekinha71

    O Santana já chegou como carro de patrão, lá no topo com rodas aro 13 e depois mudaram pra 14, hoje lançam uma carroça 1.manco totalmente de plástico com ruídos de fábrica e já colocam aro 17, 18, depois os manolos não tem grana pra trocar pneus e vão pro remolds e segunda mão.

  • 4lex5andro

    Junto de Monza, Vectra e Marea, um dos melhores sedãs já fabricados na história do Brasil.

  • Fabão Rocky

    A mais bela versão do Santana foi a GLSi. Mto bonito aquele Santana c/ akelas lanternas fumê e akele discreto aerofólio. Sem esquecer das rodas de liga leve tbm! O q matou o Santana foi aquela reestilização horrível de 1998.

  • Renato Pereira de Oliveira

    Em 2008 meu pai comprou um 99, que ficou ate meados de 2015. Nesse período eu fui quem mais utilizei o carro, digo que é um carro que já se foi seu tempo, a concorrentes na mesma faixa de preço muito melhores, a unica vantagem do santana é a manutenção um pouco mais barata.
    Os pontos negativo são os plásticos de acabamento que se quebram com facilidade; as buchas da suspensão dianteira que se deteriora com facilidade(mesmo original vw); infiltração de água na borracha do vidro traseiro causando apodrecimento da lata; embreagem dura para usar no dia a dia; posição de dirigir desconfortável, devido ao desalinhamento do banco com a coluna de direção;
    Os pontos positivo são o motor AP; fácil manutenção; peças baratas; consumo rodoviário relativamente baixo.

  • Augusto Brum

    Esse Santana tem ou não tem carburador

  • Augusto Brum

    Sou apaixonado pelo Santana EX e pelo Santana Sport!! E também pelos últimos que saíram, que inclusive algumas versões possuem até retrovisor eletrônico. Pra mim até hoje os últimos Santana 2006 por aí bem inteiro continuam sendo um ótimo custo x benefício, pois o carro não é tão antigo assim para o dia a dia.

  • João Senff

    Nunca gostei do Santana mas a Quantum sempre linda e formosa uma bela perua de traseira elegante. Será que tinha muita diferença de preço ZERO KM um bora x Santana em meados de 2001 ?

  • afonso200

    nao sabia que teve versoes com teto solar,,,,, meu avô tem um guardado na garagem compreou 0km em 2006 ultimas unidades, e hoje 2019 tem apenas 000133km no odometro, todos plasticos, e todas notas de compras e revisoes por tempo da garantia que acho eu era de 24 meses. depois por mecanico especializado que vai até o pavilhao dos carros dele

  • Jackson

    A VW é uma das montadoras que eu acho queria ser a 5º ou 6 em vendas como pode fazer tanta besteira tirou o voyage de linha em 96 ficou 12 anos pra voltar a fabricar o carro imaginem quanta vendas perdeu depois tirou o santana em 2006 logo quando começou a deslanchar as vendas de carros flex só frotas e os taxistas segurariam o santana com vendas lá em cima se tivesse motor flex. aí achando pouco ainda tiram a kombi de linha ainda vendia bem era um projeto ultrapassado e tals o governo pressionando pra que os carros tivessem airbag e feios ABS. Beleza mas não colocam outro carro pra pelo menos segurar uma fatia de clientes da antiga kombi pô só fazem m…… ai hoje se tivessem o santana acho que ainda venderia pois falam de viabilidade tecnica mas ainda hoje se fabricam as duas versões do santana o modelo antigo que foi o primeiro e o igual ao últimos produzidos aqui com algumas diferenças estéticas bem pequenas.e são carros que vem com todos itens de segurança sistemas ABS, air bags EBD e tudo mais ..

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