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Avaliação: Citroën C3 1.2 PureTech reúne economia e performance adequada

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A PSA trouxe para o Brasil o novo motor 1.2 PureTech, um pequeno de três cilindros acima da categoria onde geralmente os três pistões são mais conhecidos. Lançado inicialmente no Peugeot 208, o propulsor também está disponível no Citroën C3.



O compacto da marca parisiense ganhou mais um bom argumento para ser levado para casa. O Citroën C3 1.2 PureTech ficou não só bem mais econômico que a versão anterior, equipada com o já cansado 1.5 8V, mas tem também uma performance adequada para sua proposta.

Oferecido para avaliação na versão Tendance, andamos com etanol e conseguimos observar a frugalidade da nova opção. Custando R$ 53.590, o Citroën C3 nessa versão (a mais completa com o novo motor) veio com multimídia e ar-condicionado automático, que custam a mais R$ 1.850. De janeiro a setembro, o modelo vendeu 8.969 unidades.

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Por fora…

O Citroën C3 1.2 PureTech não difere da versão 1.5 anterior, exceto pelo pequeno logotipo referente ao motor, fixado na tampa do porta-malas. Elegante, o compacto leva o duplo chevron cromado integrado à própria grade. Nesta versão, felizmente as colunas são pretas e harmônicas, diferente de outras versões do modelo, sem pintura.

O modelo oferece faróis duplos, LEDs diurnos no para-choque, para-brisa panorâmico Zenith com acabamento cromado no teto, lanternas traseiras bipartidas, sensor de estacionamento e uma grande área envidraçada. As rodas de liga leve aro 15 polegadas com pneus 195/60 têm bom aspecto visual.

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Por dentro…

No interior, o Citroën C3 1.2 PureTech mantém o mesmo padrão já conhecido, que oferece materiais de qualidade adequada e texturas interessantes nos assentos. O painel tem cinco difusores de cor prateada e tonalidade tungstênio no pequeno console central.

Chama atenção a instrumentação bem distribuída, além de multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque. O dispositivo vem com Apple Car Play e MirrorLink, mas faltou o bom Google Android Auto, já que nem todo mundo tem os poucos dispositivos do segundo sistema e o navegador Maps é o mais confiável, depois do Waze.

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Sem navegador, a multimídia só oferece alguns serviços conectados com a Citroën e informações de condução. Apesar da tela ser touchscreen, o sistema ainda oferece comandos físicos de menu e volume abaixo do ar-condicionado automático, destoando em visual e ergonomia.

Falando neste último, o C3 tem comandos dos vidros elétricos inclinados na porta do condutor, o que não é muito ergonômico, assim como o velho comando de áudio na coluna de direção. Já poderiam ter incluído isso no próprio volante, assim como no irmão 208.

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Em compensação, o porta-luvas é grande e a área envidraçada é generosa, ainda mais com o para-brisa panorâmico Zenith com seus 80° de ângulo. Para-sóis retráteis reduzem a abertura para evitar maior exposição ao sol ou luminosidade, se os ocupantes desejarem. O conjunto tem uma trava para manuseio, que aparentemente não fixava a peça no veículo testado, mas sem qualquer prejuízo quanto à funcionalidade.

A altura interna é muito boa, deixando as cabeças bem longe do teto. As luzes de leitura ficam nas laterais. O espaço para as pernas de quem vai atrás é reduzido, infelizmente, mas esperado para um carro com 2,46 m de entre eixos e sem proposta de ser um monovolume.

Os bancos são confortáveis e apresentam textura agradável. O assento traseiro é bipartido e tem cinto central de três pontos, mas peca por não ter o terceiro apoio de cabeça. Já o porta-malas tem um bom volume (300 litros) e pode ser ampliado com o rebatimento do banco traseiro, garantindo assim melhor acomodação de bagagens e objetos grandes.

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Por ruas e estradas…

O novo motor 1.2 PureTech do Citroën C3 2017 faz parte de uma família que inclui unidades turbinadas na Europa – que esperamos aqui no Brasil – e conta com três cilindros. O funcionamento em condução é suave, enquanto em marcha lenta uma pequena vibração é sentida, mas nada que incomode.

O propulsor 1.2 tem boa disposição e torque em baixas rotações. Ele entrega 84/90 cv a 5.750 rpm e 12,2/13,0 kgfm a apenas 2.750 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. Essa força em baixa garante boas saídas e retomadas interessantes para seus números.

Além disso, deixa a condução mais prazerosa, podendo o condutor manter uma marcha mais adequada – há indicador de troca no painel – garantindo assim mais economia sem perda de performance. Já a partir de 2.000 rpm, é possível notar a disposição do PureTech em ajudar o motorista nessa missão.

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A transmissão manual de cinco marchas tem engates suaves e bom curso da alavanca, oferecendo relações em dia com a proposta do motor. Interessante também é notar que o indicador ordena trocas breves, que fazem o ponteiro cair bastante e mesmo assim, a condução não fica prejudicada com uma possível falta de força.

Rodando a 110 km/h, o ponteiro marca 3.400 rpm, exatamente como no irmão 208 1.2. Com bom comportamento ao dirigir, o Citroën C3 1.2 PureTech também é frugal, fazendo 11,1 km/litro na cidade e 12,3 km/litro na estrada. Os números ficaram bem próximos aos do Peugeot avaliado anteriormente (confira aqui a Avaliação NA do 208 1.2 PureTech).

Com direção elétrica bem leve e precisa, o Citroën C3 1.2 PureTech tem freios firmes, que seguram bem o compacto, mantendo bom equilíbrio nas frenagens mais fortes. A suspensão com ajuste mais voltado para o conforto.

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Isso é bom para absorção das muitas imperfeições que temos em nossas ruas e estradas, mesmo em pisos de terra, paralelepípedos e asfaltos destruídos. No entanto, a estabilidade fica um pouco prejudicada, apresentando inclinação lateral um pouco além do desejável. Ainda assim, o equilíbrio geral é aceitável para o dia a dia.

O nível de ruído a bordo é bom, já que o 1.2 PureTech apresenta um funcionamento linear e suave, graças ao conjunto de coxins bem eficiente e à concepção moderna do propulsor. Os pneus são de baixa resistência à rolagem, o que ajuda a reduzir também o barulho durante a condução, bem como a economia de combustível.

O campo de visão já é muito bom no C3, melhorando ainda mais com o Zenith, que é composto de três vidros colados e tem 1,35 m de comprimento. Os retrovisores são grandes e ampliam ainda mais a visibilidade durante as manobras. O banco do condutor tem ajuste de altura, assim como a coluna de direção e cintos de segurança dianteiros. No geral, o modelo se mostrou agradável de conduzir, notadamente na cidade.

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Por você…

O Citroën C3 1.2 PureTech em termos de condução – como dito acima – se mostra uma boa opção, assim como pela sua frugalidade. Com gasolina, o compacto provavelmente será muito mais eficiente, como dizem os números do Inmetro (14,8/16,6 km/litro em cidade/estrada). Mas mesmo quem é adepto do derivado de cana, não irá se decepcionar.

O conjunto de equipamentos é interessante no Citroën C3 1.2 PureTech, faltando poucos itens diante de sua proposta, que é intermediária, diga-se de passagem, embora seu preço seja alto: R$ 55.440 completo.

Ar-condicionado automático, multimídia com Car Play e MirrorLink, para-brisa Zenith, rodas de liga leve aro 15 polegadas com pneus de baixa resistência à rolagem, faróis de neblina, LEDs diurnos, Bluetooth, sensor de estacionamento, trio elétrico, faróis de neblina, USB/auxiliar e outros estão disponíveis nesse pacote Tendance, onde os dois primeiros são opcionais.

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No pós-venda, a Citroën vem com a campanha de R$ 1 por dia de custo de revisão. Ou seja, R$ 365 por ano. O valor é o mesmo para as outras duas revisões seguintes, com intervalos de 10.000 km, subindo para R$ 728 cada até 50.000 km e, por fim, R$ 884 aos 60.000 km.

No total, o custo alcança R$ 3.435. Não é o mais em conta do mercado, visto que muitos rivais se mantém bem abaixo de R$ 3.000. Até os 30.000 km, pelo menos, paga-se R$ 1.095. Os valores de cada revisão podem ser parcelados em quatro vezes sem juros. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem e com assistência 24 horas.

Com boa performance para um motor pouco acima de 1.0 e economia, o Citroën C3 1.2 PureTech se mostra uma boa opção para quem quer um veículo que também ofereça conforto, prazer ao dirigir e estilo. Vale conferir.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Citroën C3 Tendance 1.2 PureTech

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 3 em linha Flex
Cilindrada – 1199 cm³
Potência – 84/90 cv a 5.750 rpm (gasolina/etanol)
Torque – 12,2/13,0 kgfm a 2.750 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão – Manual de cinco marchas

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 13 segundos (etanol)
Velocidade máxima – 175 km/h (etanol)
Rotação a 110 km/h – 3.400 rpm
Consumo urbano – 11,1 km/litro (etanol)
Consumo rodoviário – 12,3 km/litro (etanol)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Barra de torção
Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambor traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 15 com pneus 195/60 R15

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 3.944 mm
Largura – 1.708 mm
Altura – 1.521 mm
Entre eixos – 2.460 mm
Peso em ordem de marcha – 1.110 kg
Tanque – 55 litros
Porta-malas – 300 litros
Preço: R$ 53.590 (versão avaliada: R$ 55.440)

Galeria de fotos do Citroën C3 Tendance 1.2 PureTech 2017:

5.0

  • mauricio

    muito economico, pode apostar que faz 20km/l na gasosa.

    • what_the_hell??

      Geralmente, os dados do Inmetro são bem melhores que a realidade na Cidade (a menos que vc more numa cidade sem semáforos e trânsito); e um pouco piores que a realidade na estrada (salvo se vc andar acima de 120km/h, em média).
      Mas eles ajudam bastante para vc comparar um modelo de carro com outro, já que os testes são realizados em condições idênticas entre si.

      • DougSampaNA

        Inmetro faz os testes onde , dentro do autodromo de interlagos? Os numeros deles dificilmente batem com a realidade do dia a dia..

        • Correção: nunca bate… rs. Gostaria de saber onde se arruma uma “cidade padrão Inmetro”… kkkk

          • CharlesAle

            Talvez Brasilia, por ser plana(não sei, to chutando rsrs)..

            • Em horários específicos ou feriados e fim de semana, sim, Brasília garante ótimos números de consumo. Mas nos dias de semana em horário de pico, aquilo lá é um inferno, você não faz ideia… rs.

          • DougSampaNA

            Rolei de rir… Muito boa.. 👏👏

        • Mauro Schramm

          Os números do INMETRO são úteis para comparar diferentes modelos testados na mesma metodologia.

        • CharlesAle

          Andei lendo no “opinião do dono” sobre o 208 com o novo motor puretech…E há algumas pessoas bem desapontadas com o consumo..Não foi nada do que imaginavam..

          • Antonio Carlos Costa

            Tenho um 208 1.2 já com o motor amaciado. Aqui em São Paulo faço 12 km/l no etanol em média 34 km/h sem trânsito à noite ida e volta do trabalho. Já cheguei fazer 13! O tanque fecha na média 11 km/l. Claro que o motor pure tech não faz milagre em trânsito pesado, ruas íngremes, lombadas e valetas. Cada caso é um caso: topografia da cidade, trajetos curtos, modo de dirigir, qualidade do combustível e etc.

            Estou satisfeito com o carro e principalmente com o motor, muito bom.

        • Ricardo Blume

          Não tem como simular uma cidade em um padrão 100% igual ao que temos portanto, o que vale é o mesmo circuito para todos os modelos testados. Já conseguimos ter um comparativo entre eles e uma ideia do consumo.

      • Anderson Lemos

        Na verdade, os números do INMETRO são bem piores que a realidade em 90% dos casos, tanto em cidade quanto em estrada. Mas, servem para comparar modelos uma vez que os parâmetros são os mesmos. Já tive 6 carros depois que surgiu a tabela e todos com consumo superior ao informado.

        • what_the_hell??

          Acho que vc trocou o referencial. Os consumos do INMETRO são bem MELHORES que a realidade! A menos que vc goste de pagar mais em combustível! :)))) Vc mesmo disse que seus carros tem consumo superior ao informado

    • Edson Fernandes

      Faz sim. Eu já cheguei a fazer no motor 1.4, 22km/l de gasolina.

      • DougSampaNA

        Uau..Edsão..eu no máximo tirei no fitinho 1.4 cvt gasolina 20,25 km/l na média de 100/110 na estrada.. 👏👏👏

        • Edson Fernandes

          O do C3 vai depender obviamente do tipo de estrada. E andando a 80-90km/h. Curioso é saber que não é exatamente a faixa de melhor rendimento do motor (ele em quinta nessa situação gira em torno de 2000 a 2500rpm) e é o ponto onde ele tem menor consumo. Já em 110km/h ele está em 3100rpm… proximo do pico de torque: 3250rpm. Nesse regime ele trabalha muito bem sem necessitar de reduções porém o consumo obviamente aumenta.

          Como eu sou o tipo de pessoa que não liga tanto para o consumo, andava sempre no limite das vias… e era muito comum fazer no minimo mais de 17km/l na estrada com gasolina. Mas se quisesse uma condução mais economica era comum atingir 19km/l. Aí vai depender da forma de pisar no acelerador, forma de também realizar as reduções de velocidade sem uso do freio (desaceleração) e por aí vai.

          No passado eu tinha mais “paciencia” para isso, hoje em dia eu ando no limite de velocidade desde que obviamente seja seguro.

        • Daniel

          Ninguem bate meu Br 800 e os 25,5km/l!!! B)

  • 1945_DE

    HÉ!!!!!!!!!! Desempenho bem adequado para o tiozinho de 80 anos. 0 a 100 Km em 13s.

    • Louis

      aoww piloto de fuga

      • Franklin Diego

        kkkkkkk

      • Rmx

        Olha que a possibilidade do perseguidor estar com coisa ainda pior é grande. E o piloto pode até conseguir!!!!

      • fschulz84

        hu3

      • kkkkkk. Queria ver um “garoto” desses sobreviver nos anos 90. 13 segundos no 0-100 era número quase de esportivo nacional. kkkk.

        • Carlos

          Aahhh, os anos 90… que saudade. Palio motor Fiasa, gol 1.0 cht com 49cv, chevette junior 1.0, fiesta motor endura com 53cv. Naquela epoca, se a gente emparelhasse no semaforo/farol com um carroceiro, era capaz de levar aperto se o cavalo fosse saudavel. Fora os sufocos pra arrancar junto com Brasília, fusca, kombi 1300, 1500… eram comuns na minha regiao carros 1.0 com adesivo no vidro escrito “0 a 100km/h em 15… minutos!”

          • Verdades sobre o mercado

            Inicio dos anos 90 eu tinha Gol AP 1.6 álcool, 0 a 100 em 11,5s, andava junto com Uno 1.6R a gasolina(potencias equivalentes) cheguei a colocar 190 no velocímetro no plano sem carro na frente (maior arrasto), o que devia ser uns 175 de Velocidade real. GOL GTS e GTI faziam 0 a 100 na casa dos 10s. Tempos diferentes dos.de hoje…

  • Franco da Silva

    Por 53000 o desempenho não pode ser “adequado”. Desculpa. Conheço bem o carro (versão 1.5), tem um na família; sei das qualidades e dos defeitos. É o típico carro que está uns 10.000 acima do preço (e nem estou considerando que, no Brasil, todos os carros estão uns 20.000 acima do preço).

    • Por 53 mil hoje você leva o que pra casa? Dê uma investigada e vai se assustar. O preço é caríssimo, mas está até em conta dentro do que você acha no mercado de hoje.
      Até pode achar um carro com desempenho mais que “adequado”, mas que vai lhe entregar conteúdo e acabamento longe do que o C3 oferece. Quem sabe um Up! TSI…

      • Lucas086

        Vou responder, por 53 até 55 tem Fox Highline, Fiesta Sel, Punto Essence, quem gosta, Hb20 e até o 208, acho o C3 um pouquinho caro, devia custa 50 conto a Tendance, podia até vender mais.

        • O 208 1.2 fica em faixas de preço semelhantes ao C3 com equipamentos semelhantes.
          O HB20 1.0 completo fica na faixa do C3 1.2 com nível de equipamentos semelhante. O Fox Highline tem preço de partida na mesma faixa do C3, mas com a velha e conhecida “manha” da VW de colocar os equipamentos em pacotes de opcionais. Com nível de equipamentos semelhantes aos do C3 de 53 mil, o Fox passa dos 60, pode conferir.
          É aquilo, se o foco estiver só no desempenho, até que se pode optar pelo Fox. Mas carro, ao menos em minha opinião, é bem mais que exclusivamente desempenho. Cada consumidor tem suas prioridades.

          • Edson Fernandes

            A não ser que ele queira então optar pelo motor 1.6 da PSA tbm… (ainda que para o C3 só automatico e enquanto existe o 208 manual).

          • Lucas086

            Longe de defender o Fox, mas esse negócio de opcionais da VW não serve para nada, eles só vendem o completo, que é sensor estacionamento dianteiro/traseiro, rodas, neblina, controle de tração… e tem desconto na tabela, apesar de que o C3 em minha cidade estão sendo oferecido por 43,990 o Origine. Mas que nem vc disse, o que importa é as prioridades, eu sou mais o 208 que o C3, mas o C3 chega a vender mais.

  • André

    Em se tratando de Citroen, para ser competitivo deveria custar no máximo uns 45 mil.
    Do jeito que está, vai continuar vendendo quase nada.

    • João Cagnoni

      Alguns insistem em perpetuar o preconceito. Nessa faixa de preços vai comprar o que? Onix e HB20?

    • Daniel

      Clientes Peugeot Citroen são seletos, Pessoas que gostam de carro… Não sao pessoas que querem apenas um meio de transporte. Querem se sentir bem dentro de um auto. Imagine vc financiar um carro, ficar X anos aturando a falta de qualidade de acabamento … Só para quem n curte carro mesmo

  • Mr. On The Road 77

    O grande problema desse carro é o 208. Ainda mais agora que a PSA unificou várias concessionárias. Entrar num C3 e, após, num 208, faz você querer pagar a diferença entre eles.
    Apesar disso, historicamente, vende mais que o 208.

    • fschulz84

      Acho que mesmo se tratando do mesmo grupo, a Citroen tem aceitação levemente superior a Peugeot.

    • DougSampaNA

      208 é lata de sardinha perto do C3, isso faz a diferença!

  • Mr. Car

    O “problemão” do C3 é que existe o 208, he, he!

  • SDS SP

    Um bom carro, mas como faz parte de uma marca pouco difundida, não vende.
    A versão com o motor EC5 deve receber em breve a tão esperada transmissão AT6.

  • ViniCarvalho77

    Impressão minha, ou tem peça enferrujada no motor? :)

  • Fanjos

    C3 não tem volante multi funcional não?

    • Kid Nero

      Volante multifuncional prá que num carro desses?

    • AugustoSeide

      Não, os comandos ficam numa haste atrás do volante.

      • Fanjos

        Humm…já é algo que mostra como o projeto é antigo, mas…….it’s something

        • Edson Fernandes

          E mesmo assim nessa versão NÃO TEM controle de velocidade de cruzeiro (o 208 tem)

  • Kid Nero

    Com alguma boa vontade, podemos até dizer que seja um compacto premium, pelos acessórios e pelo bom acabamento, superior a média.
    Só tem manual?

    • AugustoSeide

      1.2 sim. Automático só o 1.6.

      • Ailton Junior

        O polêmico 1.6 automático de 4 marchas

  • Hugosw

    Esse carro deveria tem um câmbio de 6 marchas manual com um 6ª marcha sendo mais longa com função overdrive, também seria muito bem vindo um câmbio CVT para atender a demanda de câmbios automático em carros econômicos. Coisa que o mercado brasileiro está carecendo e muito.

    • Edson Fernandes

      Conhecendo a PSA, prevejo um cambio AT convencional. Sobre o cambio MT: Concordo plenamente! Daria para usar um cambio de 6 marchas e ampliaria a economia de combustivel.

  • pedro rt

    e pensar q a citroen vai continuar com esse carro sem graça e expressao por aqui enquanto na europa tem uma nova geracao muito interessante e q NAO VIRA pro BR…

    • CharlesAle

      A PSA já espalhou pelos 4 ventos que a América Latina não é lucrativa..Então, esquece investimentos em novos produtos..Vai empurrando com a barriga só Deus sabe até quando..

      • Daniel

        Seria muito lucrativa se ela tratasse os clientes com respeito.
        Todos os que eu conheço que tiveram Citroën, amaram os carros, mas odiaram o pós-vendas. (eu inclusive)
        Revisões caras e demoradas (demora pra começar a mexer no carro, se é que mexem!), não deixam o proprietário acompanhar. Algum problema em garantia? Senta e chora… Nunca tem a peça é ficam te fazendo de palhaço.
        Dai fica difícil comprar PSA denovo…
        Só pra ter uma idéia, estávamos entre o 2008 e c3 aircross para meu pai. Depois da sacanagem que fizeram comigo com o C4, compramos um Corolla para meu pai

        • Robson Oliveira

          Tenho um C4 e sempre fui bem atendido, como sou chato com meu carro só levava pra revisão se buscasse no mesmo dia, tive problema com um bico de injeção que tinha uma falha intermitente e um sensor do abs, nos dois casos eu busquei o carro e 2 dias depois levava lá e trocavam a peça na hora, sempre fiquei na oficina acompanhando o serviço.

          • Daniel

            Me fala 6 numeros entre 01 e 60 ai!
            Olha, não dá pra dizer que foi um caso isolado pq fui pessimamente atendido em Macaé, Niteroi, Curitiba e Campinas. Fiquei duas vezes 1 mes sem o carro (e nada de carro reserva).
            NUNCA DEIXAM ACOMPANHAR O SERVIÇO.
            A vez que precisou trocar a borracha da porta e os para-sóis (não leva 15minutos) fiquei das 7:30 até as 14:30! (E isso pq liguei para o SAC pra registrar reclamação.
            A ultima revisão, cheguei no horario marcado (9:30) e tive que esperar até as 18:30! Ainda mentiram pra tentar me arrancar dinheiro (dizendo que tinha lampadas queimadas, que a pastilha não ia aguentar até a proxima revisão – com mais da metade do material).
            E, infelizmente, eu não estava sozinho. Como passei o dia na concessionaria, conversei com diversos outros clientes, todos insatisfeitos, esperando que a Citroen arrumasse o carro pelo menos pra poder passar a bomba pra frente.

            repito: os carros são otimos e apaixonantes… mas o pós-vendas é um verdadeiro pesadelo!

            • Robson Oliveira

              Eu ja tive problemas na gm e honda , mas na Citroen nunca, como disse pelo contrario , sempre fui bem atendido e olha que sou chato pra caramba, quero saber tudo e acompanhar o que estao fazendo , sempre fiquei dentro da oficina conversando com os mecanicos , ate fiquei amigo de um e converso com ele pelo whats. Ja fui em 2 css e o tratamento foi igual , mas cada css tem seu atendimento , talvez ai no Rio sejam do mesmo dono e o atendimento seja igual . Não da para generalizar , é o mesmo que eu dizer que passei raiva na Honda e GM e dizer que tudo é uma bosta .

      • Daniel

        Sabe de nada inocente…

  • Diego

    Fora o fato da desvalorização absurda por ser um Citroen, tem um pós venda precário, já tivemos na família um C4 Pallas comprado 0km, primeiro e último da marca, pura dor de cabeça, carro ficou parado por dias na concessionária por falta de peças, acabamos vendendo com muito custo, qualquer marca que você fosse negociar torciam o nariz por ser Citroen e depreciavam ao extremo, particular também não conseguimos vender, só depois que deixamos em consignação numa agência de automóveis de um amigo da família que foi vendido, isso com baixa quilometragem. Não recomendo esta marca.

    • Daniel

      Idem!

  • Ricardo Blume

    Meu carro tem dez anos, acreditem, e se os preços continuarem subindo como estão, vou ficar mais dez com ele.

    • Louis

      O meu também tem 10 anos! E fiz uma revisão pesada nele (gastei R$ 6k) para ficar mais um bom tempo. Pelo menos mais 4 anos eu fico.

    • Robson Oliveira

      Faz o certo, tirei o meu zero faz 3 anos e meio, não vou trocar tão cedo.

  • Anderson Trajano

    Na minha família já passaram os 4 grande players dessa categoria (50k/60K). Fiesta, Hb20, FOX e C3. O principal diferencial do Citroen é a dirigibilidade, muito melhor que nos outros. Pelo menos para quem gosta de maciez. Quem procura esportividade esquece. Tudo nele é feito para conferir conforto. Os bancos são largos e muito macios, o acerto de suspensão idem (o mais macio que dirigi), o motor entrega potência de forma linear, com relações de marchas longas (esse é um dos segredos da economia), o teto de vidro é bem bacana, entre outros atributos como o volante levíssimo em qualquer situação. Se você está acostumado com um VW por exemplo, vai sentir muita diferença. O carro é bom, sem dúvida, e só pode dizer algo quem já teve. Repetir coisas das internet como “papagaio” não acrescenta nada. O problema dele é o de todo PSA. A pequena rede concessionários espalhados pelo Brasil, faz com que a procura seja um pouco menor. O preço também não ajuda, mas isso não dá para reclamar pois os carros da Citroen/Peugeot nunca foram baratos. Mas pelo menos entregam um recheio interessante. O nosso era 2012 e vendemos em 2016 por 10% abaixo da tabela numa CSS. Totalmente dentro do média das outras marcas. Hoje colocamos no lugar um Focus 1.6 SE Plus, que tem a mesma pegada de maciez, mas o teto de vidro deixou saudades … rs

    • mauricio

      isso depende do carro

  • Leônidas Salazar

    Recall:

    O Grupo Volkswagen aciona três recalls nos Estados Unidos da América para modelos Golf, Audi A3, Golf GTI, Audi A6 e A7, Audi Q5 e Q7. No total são 281.500 veículos envolvidos que podem apresentar vazamento de combustível e potencial risco de incêndio, apesar de não tem nenhum caso relatado de problemas até então.
    O primeiro recall envolve modelos 2015/2016 do Volkswagen Golf, Golf Variant e Golf GTI, e também o Audi A3 1.8 TFSI com tração dianteira. Esses veículos têm sistemas de emissões evaporativas defeituosos, com vedação de borracha dentro de bombas de sucção no interior dos tanques de gasolina que foram montados com muita tensão.
    Como resultado, o gás pode permanecer dentro dos componentes em vez de ser bombeado para fora, fazendo com que o filtro de carvão ativado seja inundado o que resulta em cheiro gasolina no interior do carro.
    O problema também pode causar interrupção prematura no abastecimento em bombas automáticas de postos de combustível, e também vazamentos e respingos de gasolina.
    O segundo recall envolve o modelos 2007 a 2012 do Audi Q7 e modelos 2009 a 2012 do Audi Q5. Segundo a Volkswagen, uma parte da flange do tanque de combustível pode rachar, causando vazamento de combustível. O fabricante de automóveis alemão não encontrou a causa do problema ainda, mas os concessionários irão instalar faixas de borracha em torno da flange para proteger a bomba de combustível e substituir qualquer flanges danificadas.
    O terceiro e último recall envolve os modelos 2012 a 2013 Audi A6 e A7, com mangueiras de bomba de combustível que podem vazar por razões desconhecidas. O problema foi descoberto pela primeira vez pela Audi na sequência de pedidos de garantia relacionados com vazamentos de combustível em novembro passado.
    A montadora ainda não informou se modelos vendidos fora dos EUA também apresentam o problema, mas é necessário lembrar que todos os modelos relacionados nesses três recalls e vendidos no Brasil são provenientes das mesmas fábricas que abasteceram os EUA: México, no caso do Golf/Golf Variant e GTI; Hungia, no caso do Audi A3; Alemanha, para os Audi Q5, Q7, A6 e A7.

    Fonte: http://www car blog br/2016/10/vw-golf-e-audi-a3-a6-a7-q5q7-recall.html

  • GERALDO CÉSAR RODRIG

    Belo Hatch da PSA Citroen, aliás, a dupla 208 e C3 são os melhores em sua categoria.

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