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Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2015/2016

toyota-corolla-xei-2015-2016-cinza-usado-semana-1-1024x768 Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2015/2016

Olá a todos, tenho 29 anos, ainda sem filhos, noivo, trabalho no judiciário, e venho escrever sobre o modelo que tenho usado no último ano e meio (19 meses de uso). Trata-se de um Corolla XEi 2.0 CVT Flex 2015/2016, adquirido no final de 2015. Carro este sobre o qual remonta acirrada polêmica, e estou aqui para dar minha opinião se valeu a pena ou não a compra do veículo.



Tenho críticas a fazer, algumas já anunciadas e conhecidas na internet, diante do relato de outras pessoas, e outras que ainda não vi comentários. Logo já adianto que gosto de experimentar carros diferentes, motivo pelo qual acabei decidindo por avaliar eu mesmo o tão falado Corolla, que desperta paixões e ódio de muitos.

CONSIDERAÇÕES GERAIS – compra e estado atual do carro

Preço de compra: R$ 86.500 (tabela à época: R$ 89.000 + pintura metálica cinza granito).

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Atendimento na primeira concessionária Toyota (loja do interior): abaixo do esperado. Feita a prática conhecida como empurroterapia, sugerindo-se ativamente (e insistentemente) a compra do carro por meio de financiamento, no qual incidiriam várias taxas e custos extras, como seguro de vida…

Cogitei entregar o carro antigo no negócio, o qual estava tabelado pela Fipe em R$ 35.000. Foi oferecido aproximadamente R$ 28.000 pelo carro. Por sorte, nesse meio tempo acabei vendendo o carro pela internet a um particular.

Atendimento na segunda concessionária (capital do estado): excelente, condizente com o valor desembolsado na negociação do produto. A compra com desconto foi feita nesta segunda loja visitada, à vista.

Outros veículos considerados à época:

Honda Civic LXR 2.0 AT: vendido com desconto, na iminência do novo. Preço de R$ 77.000 à vista. Bom negócio, mas optou-se pelo Corolla por questões subjetivas (já havia sido proprietário de um Civic, sendo que gostaria de experimentar outro veículo).

Novo Honda Civic 2.0 CVT: Ainda não estava disponível, mas o lançamento estava iminente. Tinha informação de que o carro viria mais caro, na casa dos R$ 100.000 (e de fato esse foi o preço da versão que interessava, a EX). Fora do orçamento.

Golf 1.4 Highline: vendido completo na casa dos R$ 100.000. Veículo de interesse, mas fora do orçamento. Golf 1.6 Tiptronic: desempenho abaixo do esperado. Havia informação acerca do Golf 1.0 TSI, mas ausência de câmbio automático tornaria a compra inviável.

Também estava sendo noticiado o Cruze 1.4 T, em vias de ser lançado. Pela má fama do Cruze anterior não tive grande interesse na espera. Posteriormente até fui checar o Cruze Hatch, mas me decepcionei com o acabamento interno. Ainda assim, talvez na época seria uma forte opção a se considerar em razão do motor mais potente.

Voltando ao carro em análise.

Quilometragem atual: 20.000 km. Duas primeiras revisões realizadas a contento, de maneira rápida, sendo o carro lavado, com o preço previamente indicado, sem “kit visibilidade, kit lubrificação” e coisas do gênero. Verificado superficialmente que de fato foram trocados os itens (filtro de ar, óleo etc).

Veículo utilizado normalmente no dia a dia (ruas de péssima pavimentação, cidade de interior. Atuo no judiciário e portanto há vaga fechada no trabalho. Em razão da função, faço corriqueiramente algumas viagens para substituir colegas em cidades vizinhas e idas rotineiras até a capital do estado. Também são feitas viagens de recreação e deslocamento até o aeroporto mais próximo. O asfalto varia muito, tendo rodovias de ótimo pavimento – geralmente pedagiadas – e outras nem tanto).

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O veículo não foi batido nem sofreu nenhum dano, somente riscos provenientes de batidas de porta, raspadas em estacionamento etc. Um pneu furado no período.

CONSUMO DE COMBUSTÍVEL – situações reais

Resolvi tratar do consumo inicialmente, pois é um ponto de grande interesse de muitos.

Disposições gerais: somente gasolina; Ar condicionado de uso intermitente.

Situação 1: uso em cidade de modo comedido – 8,0 a 8,5 km/L. Sempre dentro do indicador Eco.
Situação 2: uso em cidade apressado – 7,0 a 7,5 km/L, com acelerações mais rápidas.
Situação 3: uso em rodovia na casa de 90 a 100 km/h – 15,5 km/L. Acelerações contidas.
Situação 4: uso em rodovia imprimindo maior velocidade, na casa dos 120 km/h, chegando a picos de 130 km/h, com acelerações/ultrapassagens despreocupadas com consumo – 13 a 13,5 km/L.

PONTOS NEGATIVOS – críticas

Outro ponto de grande interesse: críticas ao famoso Corolla. E não são poucas. Vamos a elas.

1. Primeira e crucial: barulhos internos

Talvez alguns já tenham lido sobre na internet. O carro realmente apresenta barulhos no painel quando trafega em pavimento ruim. Eu fiquei chateado quando percebi isso logo nos primeiros 3 ou 4 mil quilômetros.

Por que não acionei a garantia? Simples, fiz pesquisas na internet e constatei inúmeras reclamações desse problema. Também verifiquei pessoas do exterior (EUA, Austrália, outros países da Améria Latina) relatando o mesmo.

Em suma, não solicitei garantia porque não queria esperar dias pelo desmonte do painel para não ver o problema solucionado, ou retornando em poucos dias, pois era isso que os proprietários relavatam acerca das suas experiências.

Vale registrar que no asfalto bom o carro é muito silencioso. Isola os ruídos externos, não apresenta ruídos de suspensão, o barulho da chuva não incomoda, o motor só se faz presente em acelerações muito fortes, enfim, o isolamento é bom. Peca na fixação do painel.

2. Iluminação não tão eficiente

O farol baixo do carro é mais fraco do que o dos meus carros anteriores. Parece uma configuração conservadora da Toyota, objetivando não incomodar os demais motoristas. Com outros carros era comum receber lampejos de pessoas reclamando, mesmo com a luz baixa. Com o Corolla isso nunca ocorreu.

3. Direção – vários pontos

3.1. Não gostei da resposta de direção do carro. No test drive, não pude perceber essa característica, que só verifiquei depois de vários km rodados. A direção do Corolla, elétrica, é lenta e não volta sozinha após curvas fechadas (como virar uma esquina). No modo Sport ela endurece, mas mantém a característica artificial da direção elétrica. Não sei como é um veículo de direção elétrica mais apurado, como uma BMW. Mas o acerto do Corolla não me agradou.

3.2. material que imita couro, usado no revestimento do volante, é de baixa qualidade. Muito inferior ao do Honda Civic e mesmo carros de valor menor. Poderiam ter caprichado mais, pois o “couro” dos bancos é de qualidade muito boa, acima da média, sendo perfurado na parte central, além do aroma agradável. Dizem também que a parte central é em couro legítimo.

3.3. Volante descentralizado. Sim, parece bizarro, mas tem o mesmo problema do Celta que tive nos tempos de faculdade. Não sei se isso é inerente ao meu veículo ou acontece com vários, ou todos. (vejam as fotos)

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4. Bancos e posição de dirigir – critério sujetivo

Num primeiro momento, gostei dos bancos, pois o couro cinza claro é muito bom. Eles também são macios.

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Mas após viagens longas, vi que gostava mais dos bancos do Civic, que tinham a característica de abraçar o corpo. Também achei a posição de dirigir um pouco alta para o meu gosto. E se baixar demais o banco a visibilidade fica prejudicada, pois nota-se que o projeto do carro é mesmo para que o motorista se sinta um pouco mais alto.

São coisas que só se percebe com o uso continuado, sendo difícil de avaliar no momento do teste. Fica o registro então, meio positivo e meio negativo. O revestimento é bom, mas a conformação dos bancos e a altura deles não me agradou tanto. Pode agradar a outros.

5. Central multimídia e amenidades

Primeiro que a central é completa, e isso é positivo. Mas ela merece críticas por ser lenta e despida de tecnologias como Apple CarPlay. Também não é a mais intuitiva de operar. Lembra mesmo os produtos eletrônicos da década passada.

Quanto às amenidades (alguns chamam de “perfumaria”), falta subida de vidros na chave com apenas um toque (só sobem se segurar o botão) e uma iluminação melhor no botão de travar/destravar portas.

Também vale criticar a “grelha” do cambio automático. A propósito, creio que os donos de Cruze sofram desse problema. Conforme se nota da foto (tirada propositalmente com flash), esse acabamento cromado de gosto muito duvidoso – diga-se que o black piano também é terrível, pois risca muito – reflete o sol e ofusca o motorista do carro. Absurdo.

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PONTOS POSITIVOS – Destaques principais: potência do motor, câmbio CVT e conforto de suspensão.

1. POTÊNCIA

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A potência do motor é adequada. Tem-se resposta condizente em acelerações para ultrapassagens na rodovia, sendo perceptível o ganho de aceleração desde baixas rotações (especialmente com modo Sport ativado – a ser tratado abaixo).

Também na cidade se nota vigor em baixo giro, o que favorece o conforto. É provável que seja inferior a um carro turbinado, mas não posso opinar, pois nunca dirigi um. Já dirigi veículos como i30 2.0 AT, S10 2.8 AT, Civic 1.8 MT e AT, Azera 3.0 AT, Golf 1.6 MT, Palio 1.8 MT, Astra 2.0 MT, entre outros.

Nesse contexto, posso afirmar que o Corolla 2.0 tem uma potência que não desagrada. Pelo contrário, o carro acelera muito bem.

2. CVT

Em específico na versão 2.0, com modo Sport, esse câmbio é uma grata surpresa. Havia o receio de que fosse um câmbio insosso ao dirigir, mas na realidade o câmbio proporciona conforto e agilidade. Vale registrar que o grande resposável é o botãozinho mágico:

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Como já foi dito, essa tecla acionada altera câmbio, acelerador e volante. Imagino que dirigir carros como Audi, que possuem modos de condução (inclusive ajustáveis) deve ser uma experiência legal, semelhante a ter vários carros num só.

Voltando ao CVT, ele proporciona sempre giros baixos, a não ser que seja totalmente exigido do acelerador. Na cidade, não se nota nada de errado com o CVT, pois pouco se ouve o motor e mesmo no modo normal ele faz as ditas trocas simuladas (ainda que de maneira sutil).

O conforto em trânsito é ôtimo. Ele vibra um pouco ao parar, mas nada que incomode. Tem a função creeping que ajuda em subidas (o carro não possui auto hold).

Dos veículos citados, relembro o i30 2.0 de 4 marchas, mostrando-se ora solto demais, ora berrando em giro muito alto, pelas escassas relações de marchas. O Civic 1.8 AT, por outro lado, era bem razoável. Mas o CVT me pareceu ainda melhor.

Saliento que não conheço outros veículos CVT, especialmente aqueles sem simulação de marchas, pelo que não posso opinar. Assim, na cidade, no modo normal, a programação do acelerador e câmbio se mostra lenta, privilegiando economia. Com o modo Sport, a direção se enrijece e o acelerador responde de maneira mais rápida.

Em aceleração forte, no modo Sport, as ditas trocas assemelham-se a um veículo automático comum. É bem interessante.

Resumindo: Na maior parte da viagem, a tão propagada chatice do CVT se mostra pura balela, pois se dirige com giro constante e baixo. Idem cidade. E ele traz a vantagem de elevar o giro imediatamente quando solicitado, sem indecisões.

A não ser pra quem deseje dirigir como se estivesse em uma corrida, reduzindo marchas antes das curvas etc. Aí recomendo um câmbio manual ou dupla embreagem.

3. Conforto

Outra das grandes características é o conforto da suspensão. Macia sem perder estabilidade. Superior ao Civic nesse quesito, que era estável porém duro. O carro flutua sobre as vias ruins. Realmente é um ponto muito positivo.

Agrega ao conforto o silêncio a bordo. Tirando o painel, o carro é isolado de ruídos externos. Realmente é agradável andar a bordo do veículo.

4. Robustez mecânica (baixo custo de manutenção)

É bem verdade que eu ainda usei pouco o carro. Mas vamos à ficha técnica.

Não possui a temida correia dentada; as velas são aquelas especiais que duram mais de 100.000 km (o motor inteiro é importado do Japão); não regula válvulas (o Civic a cada 40.000 km); tem estepe igual aos pneus normais, o que favorece o rodízio e reduz custos; o óleo do CVT se não me engano é trocado com 80.000 km (em alguns carros é feito com 40 ou 60 mil); o motor é em alumínio, o que mantém o líquido do arrefecimento por muito mais tempo (quando o bloco é de ferro o líquido “enferruja” rapidamente); não possui start/stop e outras tecnologias que elevam os custos de manutenção; requer troca de óleo anual (alguns carros são semestrais); o escapamento é em inox, pelo que não enferruja com o tempo; há poucos relatos de vazamentos de óleo, problema que acomete muitos outros carros, inclusive novos.

Em suma, só vou verificar e atestar com o tempo. Mas na teoria é pra fazer jus à fama.

5. POLÊMICA – desvalorização

Vemos sempre os donos da verdade dizendo que “carro não é investimento”. Calma lá. Meu dinheiro não dá em árvore.

Paguei R$ 86.500 nesse carro e hoje a Fipe indica R$ 79.000. Isso é bom. Nas lojas são vistos carros do ano do meu, mesma quilometragem, bem cuidados, anunciados a R$ 81, 82 mil. Além do mais, é fácil de vender. Experimentei isso com o Civic também.

Em suma, concordo que carro não dá lucro. Aliás, isso é bastante óbvio. Fiz a provocação no início do item apenas para chamar a atenção. Mas volto a dizer que já pagamos uma fortuna pelos carros, sendo que, se pudermos perder o menos possível, isso é válido.

Não foi o ponto que me fez comprar o carro. E eu compraria um carro que desvaloriza muito, caso gostasse dele. Mas é um dado relevante a ser levado em consideração.

Por isso, fica inclusive a dica: não caiam na pegadinha de que a frase “carro não é investimento” é sempre correta. Ela é dita justamente por quem vende carros (ou quem faz propaganda de carros na internet), justamente para convencer-nos a comprar sem se preocupar. Mas nosso dinheiro é muito suado para não ser levado em conta na compra de QUALQUER produto, seja ele um carro, celular, imóvel, roupas etc.

SALDO ENTRE PONTOS NEGATIVOS E POSITIVOS – eu voltaria a comprar o carro? Trocaria pelo novo (pós facelift)?

De antemão já dou a resposta: não compraria (não comprarei) o novo. Primeiro porque não quero trocar de carro antes dos 100.000 km. Segundo porque realmente os pontos críticos citados me deixaram insatisfeito, especialmente os barulhos.

Vale lembrar que o meu carro não tem ESC, embora tenha 5 airbags. Nunca senti falta desse acessório, mas conheço a sua importância. Tendo carteira desde os 18, nunca bati, e somente rodei na pista uma vez por conta de óleo, e isso há um bom tempo.

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Obs.: na foto acima se percebe o recolhimento elétrico dos retrovisores. É útil, mas poderia ser na chave.

Mas vale lembrar que essa crítica do ESC não cabe mais, pois se não estou enganado agora todos os Corolla vêm com ESC e 7 airbags (à custa de maior preço, é verdade). Nesse passo, os bons pontos positivos não foram capazes de superar os problemas indicados. Porém, também não vejo a necessidade de me desfazer do carro, sendo o seu uso razoavelmente prazeroso.

E tem o fator de que talvez me renda à moda dos SUVs, optando por algum veículo nesse segmento. As ruas realmente estão muito mal conservadas, além de ser do meu interesse experimentar veículos diferentes, como já exarado logo no início do texto.

Sem esquecer um dado importante: pretendo adquirir um veículo turbinado na próxima compra.

Sendo o fim do relato, aqui vou abrir um tópico bônus: carros que gostaria de/pretendo adquirir na troca por este.

1. Trio alemão: BMW 320, Mercedes C180, Audi A4 (e Audi A3).

Primeiro que são carros muito desejados, potentes, bem acabados, e dão o gosto de usufruir de um veículo premium, o que é muito agradável. Quem não gosta de se presentear com bons produtos?

O problema é que esses carros, nas versões que em tese poderiam se adequar ao meu orçamento (leia-se versões de entrada), são mais meio pelados, pois deixam de lado itens aos quais já estamos acostumados (central, câmera de ré, GPS, couro, ar digital etc). E não são baratos… Nenhum deles tem teto solar na versão de entrada, alguns tendo banco de tecido (A3), outros mendigando um irrisório sensor de estacionamento (C180). No fim, parece que se está pagando muito pelo status e recebendo pouco em troca, com o que eu não concordo.

2. SUV médio-compacto (RAV4, Sportage EX, New Tucson, Tiguan, GM Equinox, Compass diesel, Q3 de entrada, GLA de entrada).

Talvez eu vá para esse segmento de carros. Tenho interesse nas novas Tiguan e Equinox, mas depende muito do preço. Gosto também da Q3 e GLA, embora estas padeçam do problema citado no item anterior. Suas versões interessantes ficam acima de R$ 150.000. Também me agrado do visual da Sportage, todavia, seu motor não é o mais atrativo. O Compass diesel parece legal, mas acho que o desempenho também fica aquém do esperado.

3. Picape diesel

Não é tanto meu uso, mas gosto de experimentar carros diferentes. Sei que se encontra a Ranger 2.2 AT por preços até interessantes, também a Amarok Trendline 2.0 AT, entre outras. Não tenho interesse (e nem condições de pagar) nas caríssimas Hilux SRX, Amarok Extreme, S10 High Country e outras. Seria mesmo uma experiência diferente ao volante.

4. Sedãs nacionais top de linha (Corolla, Civic Touring, Cruze LTZ, Golf Variant*, etc).

São carros bons, mas seus preços estão em níveis inacreditáveis. Todos os citados acabam saindo por R$ 110, 120, até 130 mil reais. Optaria por um modelo turbo preferencialmante Civic Touring ou Golf Variant (que não é sedã, mas se encaixa no segmento, sendo um carro muito interessante).

FINAL

Espero que o relato seja útil para quem tem interesse em saber mais sobre o carro, a partir do usuário real. É veradade que a km ainda é baixa, mas foi possível conhecer muito bem o veículo. E que também tenha servido como entretenimento a quem puder interessar.

Dispenso críticas odiosas, como “você poderia ter comprado um carrão importado usado nesse preço, burro”; “manada da Toyota, Maria-vai-com-as-outras, etc”, peço que guarde sua frustração com a vida para si. Críticas positivas e respeitosas são bem-vindas.

OBS.: Em tempo, gostaria de acrescentar que o engate é utilizado para rebocar uma moto aquática. É bom esclarecer isso, pois imagino que tal equipamento irá receber uma chuva de críticas.

O leitor pediu para não ser identificado.

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