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Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2015/2016

toyota-corolla-xei-2015-2016-cinza-usado-semana-1-1024x768 Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2015/2016

Olá a todos, tenho 29 anos, ainda sem filhos, noivo, trabalho no judiciário, e venho escrever sobre o modelo que tenho usado no último ano e meio (19 meses de uso). Trata-se de um Corolla XEi 2.0 CVT Flex 2015/2016, adquirido no final de 2015. Carro este sobre o qual remonta acirrada polêmica, e estou aqui para dar minha opinião se valeu a pena ou não a compra do veículo.



Tenho críticas a fazer, algumas já anunciadas e conhecidas na internet, diante do relato de outras pessoas, e outras que ainda não vi comentários. Logo já adianto que gosto de experimentar carros diferentes, motivo pelo qual acabei decidindo por avaliar eu mesmo o tão falado Corolla, que desperta paixões e ódio de muitos.

CONSIDERAÇÕES GERAIS – compra e estado atual do carro

Preço de compra: R$ 86.500 (tabela à época: R$ 89.000 + pintura metálica cinza granito).

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Atendimento na primeira concessionária Toyota (loja do interior): abaixo do esperado. Feita a prática conhecida como empurroterapia, sugerindo-se ativamente (e insistentemente) a compra do carro por meio de financiamento, no qual incidiriam várias taxas e custos extras, como seguro de vida…

Cogitei entregar o carro antigo no negócio, o qual estava tabelado pela Fipe em R$ 35.000. Foi oferecido aproximadamente R$ 28.000 pelo carro. Por sorte, nesse meio tempo acabei vendendo o carro pela internet a um particular.

Atendimento na segunda concessionária (capital do estado): excelente, condizente com o valor desembolsado na negociação do produto. A compra com desconto foi feita nesta segunda loja visitada, à vista.

Outros veículos considerados à época:

Honda Civic LXR 2.0 AT: vendido com desconto, na iminência do novo. Preço de R$ 77.000 à vista. Bom negócio, mas optou-se pelo Corolla por questões subjetivas (já havia sido proprietário de um Civic, sendo que gostaria de experimentar outro veículo).

Novo Honda Civic 2.0 CVT: Ainda não estava disponível, mas o lançamento estava iminente. Tinha informação de que o carro viria mais caro, na casa dos R$ 100.000 (e de fato esse foi o preço da versão que interessava, a EX). Fora do orçamento.

Golf 1.4 Highline: vendido completo na casa dos R$ 100.000. Veículo de interesse, mas fora do orçamento. Golf 1.6 Tiptronic: desempenho abaixo do esperado. Havia informação acerca do Golf 1.0 TSI, mas ausência de câmbio automático tornaria a compra inviável.

Também estava sendo noticiado o Cruze 1.4 T, em vias de ser lançado. Pela má fama do Cruze anterior não tive grande interesse na espera. Posteriormente até fui checar o Cruze Hatch, mas me decepcionei com o acabamento interno. Ainda assim, talvez na época seria uma forte opção a se considerar em razão do motor mais potente.

Voltando ao carro em análise.

Quilometragem atual: 20.000 km. Duas primeiras revisões realizadas a contento, de maneira rápida, sendo o carro lavado, com o preço previamente indicado, sem “kit visibilidade, kit lubrificação” e coisas do gênero. Verificado superficialmente que de fato foram trocados os itens (filtro de ar, óleo etc).

Veículo utilizado normalmente no dia a dia (ruas de péssima pavimentação, cidade de interior. Atuo no judiciário e portanto há vaga fechada no trabalho. Em razão da função, faço corriqueiramente algumas viagens para substituir colegas em cidades vizinhas e idas rotineiras até a capital do estado. Também são feitas viagens de recreação e deslocamento até o aeroporto mais próximo. O asfalto varia muito, tendo rodovias de ótimo pavimento – geralmente pedagiadas – e outras nem tanto).

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O veículo não foi batido nem sofreu nenhum dano, somente riscos provenientes de batidas de porta, raspadas em estacionamento etc. Um pneu furado no período.

CONSUMO DE COMBUSTÍVEL – situações reais

Resolvi tratar do consumo inicialmente, pois é um ponto de grande interesse de muitos.

Disposições gerais: somente gasolina; Ar condicionado de uso intermitente.

Situação 1: uso em cidade de modo comedido – 8,0 a 8,5 km/L. Sempre dentro do indicador Eco.
Situação 2: uso em cidade apressado – 7,0 a 7,5 km/L, com acelerações mais rápidas.
Situação 3: uso em rodovia na casa de 90 a 100 km/h – 15,5 km/L. Acelerações contidas.
Situação 4: uso em rodovia imprimindo maior velocidade, na casa dos 120 km/h, chegando a picos de 130 km/h, com acelerações/ultrapassagens despreocupadas com consumo – 13 a 13,5 km/L.

PONTOS NEGATIVOS – críticas

Outro ponto de grande interesse: críticas ao famoso Corolla. E não são poucas. Vamos a elas.

1. Primeira e crucial: barulhos internos

Talvez alguns já tenham lido sobre na internet. O carro realmente apresenta barulhos no painel quando trafega em pavimento ruim. Eu fiquei chateado quando percebi isso logo nos primeiros 3 ou 4 mil quilômetros.

Por que não acionei a garantia? Simples, fiz pesquisas na internet e constatei inúmeras reclamações desse problema. Também verifiquei pessoas do exterior (EUA, Austrália, outros países da Améria Latina) relatando o mesmo.

Em suma, não solicitei garantia porque não queria esperar dias pelo desmonte do painel para não ver o problema solucionado, ou retornando em poucos dias, pois era isso que os proprietários relavatam acerca das suas experiências.

Vale registrar que no asfalto bom o carro é muito silencioso. Isola os ruídos externos, não apresenta ruídos de suspensão, o barulho da chuva não incomoda, o motor só se faz presente em acelerações muito fortes, enfim, o isolamento é bom. Peca na fixação do painel.

2. Iluminação não tão eficiente

O farol baixo do carro é mais fraco do que o dos meus carros anteriores. Parece uma configuração conservadora da Toyota, objetivando não incomodar os demais motoristas. Com outros carros era comum receber lampejos de pessoas reclamando, mesmo com a luz baixa. Com o Corolla isso nunca ocorreu.

3. Direção – vários pontos

3.1. Não gostei da resposta de direção do carro. No test drive, não pude perceber essa característica, que só verifiquei depois de vários km rodados. A direção do Corolla, elétrica, é lenta e não volta sozinha após curvas fechadas (como virar uma esquina). No modo Sport ela endurece, mas mantém a característica artificial da direção elétrica. Não sei como é um veículo de direção elétrica mais apurado, como uma BMW. Mas o acerto do Corolla não me agradou.

3.2. material que imita couro, usado no revestimento do volante, é de baixa qualidade. Muito inferior ao do Honda Civic e mesmo carros de valor menor. Poderiam ter caprichado mais, pois o “couro” dos bancos é de qualidade muito boa, acima da média, sendo perfurado na parte central, além do aroma agradável. Dizem também que a parte central é em couro legítimo.

3.3. Volante descentralizado. Sim, parece bizarro, mas tem o mesmo problema do Celta que tive nos tempos de faculdade. Não sei se isso é inerente ao meu veículo ou acontece com vários, ou todos. (vejam as fotos)

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4. Bancos e posição de dirigir – critério sujetivo

Num primeiro momento, gostei dos bancos, pois o couro cinza claro é muito bom. Eles também são macios.

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Mas após viagens longas, vi que gostava mais dos bancos do Civic, que tinham a característica de abraçar o corpo. Também achei a posição de dirigir um pouco alta para o meu gosto. E se baixar demais o banco a visibilidade fica prejudicada, pois nota-se que o projeto do carro é mesmo para que o motorista se sinta um pouco mais alto.

São coisas que só se percebe com o uso continuado, sendo difícil de avaliar no momento do teste. Fica o registro então, meio positivo e meio negativo. O revestimento é bom, mas a conformação dos bancos e a altura deles não me agradou tanto. Pode agradar a outros.

5. Central multimídia e amenidades

Primeiro que a central é completa, e isso é positivo. Mas ela merece críticas por ser lenta e despida de tecnologias como Apple CarPlay. Também não é a mais intuitiva de operar. Lembra mesmo os produtos eletrônicos da década passada.

Quanto às amenidades (alguns chamam de “perfumaria”), falta subida de vidros na chave com apenas um toque (só sobem se segurar o botão) e uma iluminação melhor no botão de travar/destravar portas.

Também vale criticar a “grelha” do cambio automático. A propósito, creio que os donos de Cruze sofram desse problema. Conforme se nota da foto (tirada propositalmente com flash), esse acabamento cromado de gosto muito duvidoso – diga-se que o black piano também é terrível, pois risca muito – reflete o sol e ofusca o motorista do carro. Absurdo.

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PONTOS POSITIVOS – Destaques principais: potência do motor, câmbio CVT e conforto de suspensão.

1. POTÊNCIA

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A potência do motor é adequada. Tem-se resposta condizente em acelerações para ultrapassagens na rodovia, sendo perceptível o ganho de aceleração desde baixas rotações (especialmente com modo Sport ativado – a ser tratado abaixo).

Também na cidade se nota vigor em baixo giro, o que favorece o conforto. É provável que seja inferior a um carro turbinado, mas não posso opinar, pois nunca dirigi um. Já dirigi veículos como i30 2.0 AT, S10 2.8 AT, Civic 1.8 MT e AT, Azera 3.0 AT, Golf 1.6 MT, Palio 1.8 MT, Astra 2.0 MT, entre outros.

Nesse contexto, posso afirmar que o Corolla 2.0 tem uma potência que não desagrada. Pelo contrário, o carro acelera muito bem.

2. CVT

Em específico na versão 2.0, com modo Sport, esse câmbio é uma grata surpresa. Havia o receio de que fosse um câmbio insosso ao dirigir, mas na realidade o câmbio proporciona conforto e agilidade. Vale registrar que o grande resposável é o botãozinho mágico:

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Como já foi dito, essa tecla acionada altera câmbio, acelerador e volante. Imagino que dirigir carros como Audi, que possuem modos de condução (inclusive ajustáveis) deve ser uma experiência legal, semelhante a ter vários carros num só.

Voltando ao CVT, ele proporciona sempre giros baixos, a não ser que seja totalmente exigido do acelerador. Na cidade, não se nota nada de errado com o CVT, pois pouco se ouve o motor e mesmo no modo normal ele faz as ditas trocas simuladas (ainda que de maneira sutil).

O conforto em trânsito é ôtimo. Ele vibra um pouco ao parar, mas nada que incomode. Tem a função creeping que ajuda em subidas (o carro não possui auto hold).

Dos veículos citados, relembro o i30 2.0 de 4 marchas, mostrando-se ora solto demais, ora berrando em giro muito alto, pelas escassas relações de marchas. O Civic 1.8 AT, por outro lado, era bem razoável. Mas o CVT me pareceu ainda melhor.

Saliento que não conheço outros veículos CVT, especialmente aqueles sem simulação de marchas, pelo que não posso opinar. Assim, na cidade, no modo normal, a programação do acelerador e câmbio se mostra lenta, privilegiando economia. Com o modo Sport, a direção se enrijece e o acelerador responde de maneira mais rápida.

Em aceleração forte, no modo Sport, as ditas trocas assemelham-se a um veículo automático comum. É bem interessante.

Resumindo: Na maior parte da viagem, a tão propagada chatice do CVT se mostra pura balela, pois se dirige com giro constante e baixo. Idem cidade. E ele traz a vantagem de elevar o giro imediatamente quando solicitado, sem indecisões.

A não ser pra quem deseje dirigir como se estivesse em uma corrida, reduzindo marchas antes das curvas etc. Aí recomendo um câmbio manual ou dupla embreagem.

3. Conforto

Outra das grandes características é o conforto da suspensão. Macia sem perder estabilidade. Superior ao Civic nesse quesito, que era estável porém duro. O carro flutua sobre as vias ruins. Realmente é um ponto muito positivo.

Agrega ao conforto o silêncio a bordo. Tirando o painel, o carro é isolado de ruídos externos. Realmente é agradável andar a bordo do veículo.

4. Robustez mecânica (baixo custo de manutenção)

É bem verdade que eu ainda usei pouco o carro. Mas vamos à ficha técnica.

Não possui a temida correia dentada; as velas são aquelas especiais que duram mais de 100.000 km (o motor inteiro é importado do Japão); não regula válvulas (o Civic a cada 40.000 km); tem estepe igual aos pneus normais, o que favorece o rodízio e reduz custos; o óleo do CVT se não me engano é trocado com 80.000 km (em alguns carros é feito com 40 ou 60 mil); o motor é em alumínio, o que mantém o líquido do arrefecimento por muito mais tempo (quando o bloco é de ferro o líquido “enferruja” rapidamente); não possui start/stop e outras tecnologias que elevam os custos de manutenção; requer troca de óleo anual (alguns carros são semestrais); o escapamento é em inox, pelo que não enferruja com o tempo; há poucos relatos de vazamentos de óleo, problema que acomete muitos outros carros, inclusive novos.

Em suma, só vou verificar e atestar com o tempo. Mas na teoria é pra fazer jus à fama.

5. POLÊMICA – desvalorização

Vemos sempre os donos da verdade dizendo que “carro não é investimento”. Calma lá. Meu dinheiro não dá em árvore.

Paguei R$ 86.500 nesse carro e hoje a Fipe indica R$ 79.000. Isso é bom. Nas lojas são vistos carros do ano do meu, mesma quilometragem, bem cuidados, anunciados a R$ 81, 82 mil. Além do mais, é fácil de vender. Experimentei isso com o Civic também.

Em suma, concordo que carro não dá lucro. Aliás, isso é bastante óbvio. Fiz a provocação no início do item apenas para chamar a atenção. Mas volto a dizer que já pagamos uma fortuna pelos carros, sendo que, se pudermos perder o menos possível, isso é válido.

Não foi o ponto que me fez comprar o carro. E eu compraria um carro que desvaloriza muito, caso gostasse dele. Mas é um dado relevante a ser levado em consideração.

Por isso, fica inclusive a dica: não caiam na pegadinha de que a frase “carro não é investimento” é sempre correta. Ela é dita justamente por quem vende carros (ou quem faz propaganda de carros na internet), justamente para convencer-nos a comprar sem se preocupar. Mas nosso dinheiro é muito suado para não ser levado em conta na compra de QUALQUER produto, seja ele um carro, celular, imóvel, roupas etc.

SALDO ENTRE PONTOS NEGATIVOS E POSITIVOS – eu voltaria a comprar o carro? Trocaria pelo novo (pós facelift)?

De antemão já dou a resposta: não compraria (não comprarei) o novo. Primeiro porque não quero trocar de carro antes dos 100.000 km. Segundo porque realmente os pontos críticos citados me deixaram insatisfeito, especialmente os barulhos.

Vale lembrar que o meu carro não tem ESC, embora tenha 5 airbags. Nunca senti falta desse acessório, mas conheço a sua importância. Tendo carteira desde os 18, nunca bati, e somente rodei na pista uma vez por conta de óleo, e isso há um bom tempo.

toyota-corolla-xei-2015-2016-cinza-usado-semana-9-1024x768 Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2015/2016

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Obs.: na foto acima se percebe o recolhimento elétrico dos retrovisores. É útil, mas poderia ser na chave.

Mas vale lembrar que essa crítica do ESC não cabe mais, pois se não estou enganado agora todos os Corolla vêm com ESC e 7 airbags (à custa de maior preço, é verdade). Nesse passo, os bons pontos positivos não foram capazes de superar os problemas indicados. Porém, também não vejo a necessidade de me desfazer do carro, sendo o seu uso razoavelmente prazeroso.

E tem o fator de que talvez me renda à moda dos SUVs, optando por algum veículo nesse segmento. As ruas realmente estão muito mal conservadas, além de ser do meu interesse experimentar veículos diferentes, como já exarado logo no início do texto.

Sem esquecer um dado importante: pretendo adquirir um veículo turbinado na próxima compra.

Sendo o fim do relato, aqui vou abrir um tópico bônus: carros que gostaria de/pretendo adquirir na troca por este.

1. Trio alemão: BMW 320, Mercedes C180, Audi A4 (e Audi A3).

Primeiro que são carros muito desejados, potentes, bem acabados, e dão o gosto de usufruir de um veículo premium, o que é muito agradável. Quem não gosta de se presentear com bons produtos?

O problema é que esses carros, nas versões que em tese poderiam se adequar ao meu orçamento (leia-se versões de entrada), são mais meio pelados, pois deixam de lado itens aos quais já estamos acostumados (central, câmera de ré, GPS, couro, ar digital etc). E não são baratos… Nenhum deles tem teto solar na versão de entrada, alguns tendo banco de tecido (A3), outros mendigando um irrisório sensor de estacionamento (C180). No fim, parece que se está pagando muito pelo status e recebendo pouco em troca, com o que eu não concordo.

2. SUV médio-compacto (RAV4, Sportage EX, New Tucson, Tiguan, GM Equinox, Compass diesel, Q3 de entrada, GLA de entrada).

Talvez eu vá para esse segmento de carros. Tenho interesse nas novas Tiguan e Equinox, mas depende muito do preço. Gosto também da Q3 e GLA, embora estas padeçam do problema citado no item anterior. Suas versões interessantes ficam acima de R$ 150.000. Também me agrado do visual da Sportage, todavia, seu motor não é o mais atrativo. O Compass diesel parece legal, mas acho que o desempenho também fica aquém do esperado.

3. Picape diesel

Não é tanto meu uso, mas gosto de experimentar carros diferentes. Sei que se encontra a Ranger 2.2 AT por preços até interessantes, também a Amarok Trendline 2.0 AT, entre outras. Não tenho interesse (e nem condições de pagar) nas caríssimas Hilux SRX, Amarok Extreme, S10 High Country e outras. Seria mesmo uma experiência diferente ao volante.

4. Sedãs nacionais top de linha (Corolla, Civic Touring, Cruze LTZ, Golf Variant*, etc).

São carros bons, mas seus preços estão em níveis inacreditáveis. Todos os citados acabam saindo por R$ 110, 120, até 130 mil reais. Optaria por um modelo turbo preferencialmante Civic Touring ou Golf Variant (que não é sedã, mas se encaixa no segmento, sendo um carro muito interessante).

FINAL

Espero que o relato seja útil para quem tem interesse em saber mais sobre o carro, a partir do usuário real. É veradade que a km ainda é baixa, mas foi possível conhecer muito bem o veículo. E que também tenha servido como entretenimento a quem puder interessar.

Dispenso críticas odiosas, como “você poderia ter comprado um carrão importado usado nesse preço, burro”; “manada da Toyota, Maria-vai-com-as-outras, etc”, peço que guarde sua frustração com a vida para si. Críticas positivas e respeitosas são bem-vindas.

OBS.: Em tempo, gostaria de acrescentar que o engate é utilizado para rebocar uma moto aquática. É bom esclarecer isso, pois imagino que tal equipamento irá receber uma chuva de críticas.

O leitor pediu para não ser identificado.

4.0

  • Jackson A

    “você poderia ter comprado um carrão importado usado nesse preço, burro”

    Essa é clássica mesmo, kkk, de vez em quando me deparo com isso.

    Carros Premium:
    “O problema é que esses carros, nas versões que em tese poderiam se adequar ao meu orçamento (leia-se versões de entrada), são mais meio pelados, pois deixam de lado itens aos quais já estamos acostumados[…]”

    Passei pela mesma situação, não consigo me acostumar a carro pelado assim, já pensei em ir para um Premium mas sem os itens, não da certo.

    • Zé Mundico

      Rapaz, tem isso mesmo. Sempre tive carros “superiores” tipo CRV, Peugeot 408 e agora um Outlander. São carros completos e recheados de facilidades e babados.
      Uma vez precisei pegar emprestado o Logan da minha irmã. Em menos de 10 minutos eu já estava com dor de cabeça…..rsrsrsrs

      • Jackson A

        Eu tenho um Altima SL, quando fui testar o A3 um tempo atras… não da, achei muito ruim sair do meu carro pra aquele A3, sinto que sairia perdendo, faz mt falta os itens e confortos das versões completas, mudar pra um segmento mais caro e só ter como opção viável($) a versão peladona é algo que prefiro manter distancia.

        • Freaky Boss

          O Altima é um carro excepcional. Só quem conhece sabe.

          • 4lex5andro

            Nissan tem ótimos carros [em espaço, motor e equipamentos de série] em seu line-up, mas só a partir do Sentra e Kicks.

        • Leonardo

          Foi por isso que comprei um Fusion em vez de uma C180. Um estaciona sozinho o outro tenho que virar o pescoção para dar a ré. Não rola, chega dá uma coisa ruim no coração.

        • cepereira2006

          Este é um dos fatores que fazem as alemãs “premium” caírem mês a mês. Quem já tem um certo conforto não quer regredir, pegar carro sem sensor de estacionamento e outras coisas básicas que só estão em versões absurdamente caras.

          • Edson Fernandes

            E a Ford entendeu bem nisso. COlocar esses recursos no Fusion foi muito feliz porque rouba diretamente clientes de produtos premium. O cara releva qualidade de acabamento e até silencio abordo (aind que seja um elogio tbm do Fusion) para ter muitos recursos. Eu tbm faria essa escolha…rs

        • igomd

          Excelente carro, poderia fazer um relato da compra e convivência para o NA

      • leandro

        Pior eu que sou pobre e tenho isso tudo e mais um pouco num New Fiesta Titanium. Qualquer degrau acima, com os mesmos equipamentos, é o preço de dois do meu

      • Darwin Luis Hardt

        Estou em busca de uma outlander 3.0 2012. Antes eu queria uma CR-V, mas achei mais interessante pra mim ter o 4×4 com bloqueio diferencial. Daí busquei por outlanders e rav4. A Outlander se supera ainda e quase gasta a mesma coisa que a RAV4.

    • Lucas

      Podia mandar outra foto do volante, não entendi como ele está descentralizado na foto que tem na matéria.

      • Peter Bishop

        nem eu

    • Alfredo Araujo

      “O leitor pediu para não ser identificado.”
      hahahaha

      • Edson Fernandes

        Pediu para não citar o nome completo dele né? rs

        • SDS SP

          Esse aí eu já sei quem é; um leitor que foi banido há algum tempo e que às vezes da às caras com um outro perfil, faz uma meia dúzia de comentários e vaza. Reparou que ele mesmo já sumiu dos comentários deste tópico?

          Deve estar devendo alguma coisa…

          • Edson Fernandes

            O Mendes? Estranho, porque ele tbm deve ter mudado o ip dele (ou o ip de rastreio) pois o sistema qdo vc bane, vc não bane só o usuario.

            • SDS SP

              Isso mesmo, ele cria um novo perfil novo e pouco tempo depois o exclui.
              Banir não resolve, pois é fácil mudar o ip.

              • Edson Fernandes

                Bem, vou monitorar isso.

    • Yan Oliveira

      Cara, não sei se seria interessante pra você por conta do tamanho, além de ser baixo (tem que se preocupar MUITO com valetas, lombadas…)
      Mas um dos carros mais “interessantes” que dirigi nos ultimos tempos foi um Fusion Hybrid 2015. Consumo de 18,6km/l na cidade, completo como nenhum outro pelo preço e extremamente espaçoso e confortável. Não o trocaria por um premium de entrada de maneira nenhuma. E como você pensou nas C180 usadas…

      • igomd

        Dê uma pensada com carinho no Fusion 2.0 Ecoboost. Se o tamanho um pouco avantajado seria um problema para o seu uso, sua vaga de garagem e trabalho, por onde você anda.
        Talvez seja ruim para um morador de SP com vaga ruim e que deixa o carro na rua mas, e para você?

      • Edson Fernandes

        Pensa o seguinte… qto tempo vc fica com os carros que possui? Se isso significa menos de 10 anos, pense em um usado de 2 anos de uso e seria então + 8 anos de uso na sua mão ou 100000km como li acima.

        • Edson Fernandes

          Então daria para vc ter um hibrido. Dá para se pensar nisso.

          Claro que vc ja apontou interesse nos altinhos, mas é mais um exercicio para te colocar mais opções.

          Curiosamente, acho que dos altinhos compactos, falta muito pouco para o Kicks ficar mais aceitavel. Se tiver encosto de braço e controlador de velocidade, já fica muito interessante.

      • José Barbosa

        Aqui no Brasil, quero só ver o problema para trocar as baterias e ver se realmente valeu a pena o consumo de 18,6 km/l e se isto foi poupado pensando na troca futura…

    • Thales Sobral

      O carro premium ainda tem o porém dos “custos agregados” (seguro e revisões) bem mais altos que o de um carro como o Corolla.

    • leandro

      Cara, vc é juiz, compra logo um 0km e deixa sobrar mais usados pra nós simples mortais… Hehehe

    • Carlos Magno Souto

      Ótimo relato, tenho um Altis 2016, e antes tive um xei 2015, concordo com todas as suas criticas, foi bem fiel ao que o carro é de verdade.O casamento de motor e cambio é muito bom. O volante é bem torto mesmo, lembra o celta, é bem fácil de perceber, ate causa desconforto em longas viagens. O espaço do carro é muito bom mas a ergonomia não é boa, a posição de dirigir não agrada e os bancos nunca aparentam estar bem regulados. São varias pequenas falhas que aborrecem o dono, como falta de porta óculos no XEI, a iluminação de partes menores como o botão de destravar as portas. A sensação geral é que o carro não vale o que cobra e que a opinião de outros donos e do mercado de usados deve ter algo louco já que valoriza tanto um carro assim.

      • Edson Fernandes

        Agradeço a sinceridade e inclusive de quem tbm escreveu sobre a avaliação. Agora percebo e entendo que talvez o maior diferencial qdo se quer explorar a força seja acionar o modo Sport.

        Acredito que seja otimo ter um gerenciador que segura ou mantém em alto giro para uma retomada. No meu carro, eu tenho de usar o modo sequencial para caso precisar, ter o motor já cheio, caso contrário é necessário acelerar e “configurar” o RPM que vai me dar a força necessária para retomada.

        A questão de posição de dirigir eu penso que é o foco do carro: Um carro voltado a familia. O que isso quer dizer? Quer dizer que é um carro em que não haverá um apoio maior dos bancos para demonstrar na suspensão todo o conforto proporcionado. Ok, dá para melhorar e manter o conforto. Mas como é filosofia “Corolla de ser”, creio que desde sempre foi assim nesse produto.

        Curioso quando o @disqus_DIrloki634:disqus comenta da situação de reduzir a altura do banco: No meu carro é exatamente isso que acontece, se baixar muito, é ruim de se visualizar o que está a sua frente. (a frente fica muito alta)

        E agora para quem saiu de um Civic para um Corolla que sempre sente falta: Posição de dirigir. No Civic ele te veste, assim como considero no Jetta. No Corolla é como no Fluence: A preocupação se tornou em fazer todos no carro se sentirem bem sem pensar exatamente no prazer na condução em sí. Não é demerito eu dizer isso, mas parece que o foco na hora de desenvolver essa “parte” não foi a mais pensada.

        Entretanto, algo que eu posso dizer do fluence é que ele abraça o condutor e então desfaz um pouco dessa não preocupação, mas na altura é exatamente no comportamento do Corolla.

    • Charlis

      Mendes,
      Primeiramente parabéns pelo belo carro, e obrigado por dividir sua experiência (mesmo que isso custe ler alguns comentários impertinentes, mas faz parte da internet, rs).

      Eu passei por uma situação muito parecida com a sua.
      Há 3 anos atras compramos o Fusion Titanium FWD 2.0T, logo no mês de seu lançamento.
      Pagamos 99 mil reais (época boa, e faz apenas 3 anos, rs).
      Ficamos muito, mas muito atentados para partir pra um premium, mas o cérebro falou mais alto que o coração.

      Pois bem,
      Este ano o coração falou mais alto.
      Vendemos o Fusion no particular, e partimos pra uma 320i seminova, 1,5 de uso, menos de 20.000 km.
      Comprada da CSS BMW, com garantia total de 2 anos (acho que isso encorajou um pouco), com um preço, que daria pra comprar um Corolla XRS.

      Realmente, ela vem com bem menos itens de frescuras, que o Fusion (e também que nosso outro carro o Jetta TSI Highline).
      Não tem câmera de ré, ela não conversa com você (igual o Fusion), não tem teto solar (igual o Jetta), não esquenta os bancos, entre outros detalhes.

      Mas meu amigo… quando você senta nela, posição baixa, volante pesado, distribuição de peso 50%/50%, esterçamento com alteração na cambagem, câmbio ZF, é só colocar no modo Sport+ e deixar a tração traseira te empurrar, não tem itens de frescuras que fazem você sentir saudade ou falta, sinceramente.
      A qualidade de construção e os materiais são supremos, até o cheiro do couro (sintético) é diferente, rs.
      Dirigir esse tipo de carro, pra quem realmente é apaixonado, é uma experiência única e apaixonante.

      Consumo de combustivel, a BMW bate o Civic e o Corolla.
      Seguro, não teve muita alteração, não chegou a 500 reais a mais, porém é cidade de interior.

      Aonde que o bicho vai pegar, apenas nas revisões e manutenções.
      O Corolla e o Civic são absurdamente baratos.
      O Jetta já é mais caro. Na BMW/Mercedes, e afins… ai o buraco é maior ainda.
      Porém, no Jetta, eu já tenho comprado os itens de desgastes tudo nos USA, saem por 1/3 do preço.
      Essa semana mesmo comprei o jogo de pastilhas dianteiro, paguei 60 dolares, aqui no BR nas CSS está por 882 reais, se chorar cai pra 700 reais, rs.

      Mas, como eu comecei descrevendo ela, quando você da a partida, tudo isso vale a pena.
      De tudo que eu falei dela, serve também pra Mercedes C180 que você citou, com algumas características diferentes, perde em coisas, ganha em outras, cabe ao gosto.

      Claro, tem que gostar muito de carro/dirigir pra compensar o crime.

      []s

      • Edson Fernandes

        É que o Fusion pode lhe trazer para um mundo de recursos não esperados em um carro, por isso ele é sempre citado. Para mim em especifico, o controle de velocidade adaptativo seria fantastico. Só para citar um exemplo.

        Agora como já dirigi a ex 320i de meu cunhado, te digo… colocar no modo esportivo dela te dá outro mundo do que é um real modo esportivo…rs

        Ainda que não seja a variante voltada a esportividade da BMW, para nós meros mortais, é extremamente divertido tocar ela esportivamente. Ela roda sobre trilhos em qualquer condição e não canta pneu e muito menos joga o carro arrastando para o lado. Isso é impressionante.

        • Edson Fernandes

          O unico problema dos dois é na quntidade de recursos….rs

          Sinto falta desses terem mais itens. Entretanto o A4 ainda tem versões mais recheadas. No meu caso se assemelha ao seu: Teto solar (que possuo no meu carro) e park assist, não faço questão.

          Agora o ACC (controle adaptativo de velocidade) esse eu já usei e te digo que é uma benção no transito…rs

          Mas na estrada é melhor porque freia e acelera. Até ajuste de direção tem no Fusion para vc ter ideia, ele é chato pq precisa ter pintura de faixa perfeita no chão, mas funciona. Mas é um recurso que vc usa para dizer: “olha que legal!” e depois não usa.

          Outro que usaria porque está ali, é do sensor de ponto cego (brilha no retrovisor), acho que para o tamanho do carro é muito bom. Sem contr que outros recursos que eu utilizaria com força seria aquecimento / refrigerção do banco…rs

          Mas enfim, só quis dar ideias mesmo…rs

      • Alencar Souza

        Fatou tudo, eu acabei partindo para um golf tsi 1.4 dsg, mexicano, tem 7 air bag, 7 marchas, esp, teto solar, (versao confortline) mas capado das frescuras, que dispenso para meu modo de uso, detalhe tirado em 2016 da agencia 3 anos de garantia, preço fipe 68.500,00 Realmente o DSG em modo sport o baixo peso e 25 kilo torque, é uma maravilha da tecnologia, Penso ficar muito tempo com o carro, pois com nível melhor de desempenho e tecnologia terei investir no minimo o dobro. Quanto ao corrola, é simplesmente carro mais vendido do mundo. disparado.

    • Edson Fernandes

      Todos passam…rs

      Uns porque comprou um Corolla, outros porque comprou carros ditos como mico de mercado…rs

      Ou seja… todo carro é ruim sempre na cabeça de alguém…rs

      Mas sobre os carros premium: Se um dia eu viesse a morar numa casa em que pudesse dispor de 5 vagas pelo menos, eu teria na ordem: Um sedan para viagens (como eu tenho hoje), um compacto para rodar na cidade (só depois de eu adquirir uma casa e quero no interior de SP), um carro preparado para track day e por fim um “importado” premium para me divertir num desses. Mas considero inviavel porque as versões desejadas fogem do orçamento ou teria que ser um com mais de 5 anos de uso. (e provavelmente passado por mais de 1 dono).

      Ou seja… seria a mesma situação que a sua…rs

    • Edson Fernandes

      Opinião sobre o C180: (dirigi o modelo que tinha o motor 1.8 turbo)
      O acabamento é BEM superior aos sedans médios generalistas. Tudo no carro inspira qualidade. O tecido das portas, maciez do painel, do encosto de braço e do volante, tudo diferenciado. A costuma é mais grossa e vc percebe no rodar a solidez. No caso da C180 que ue estava, os amortecedores eram magneticos, então mesmo na buraqueira, ela era um tapete.

      Incrivel a estabilidade e muito divertido o ronco que passa a cabine ao esticar as marchas. Instiga a acelerar.

      Coisas bizarras de epoca: O cambio para trocas sequenciais é para os lados. Direita aumenta marcha e esquerda reduz, muito ruim e certamente seria um ponto adicional para só andar em Drive.

      O espaço da C180 era ruim para os demais ocupantes (tenho 1,87m) devido a tração traseira e o enorme tunel central. Mas claro que me cativou, ainda mais com o interior em cinza claro, com cor externa azul. A que eu dirigi tinha a central multimidia que não era touch e era opcional (R$10000), sensor de estacionamento com camera de ré (tinha sensor dianteiro tbm, valor do opcional R$8000) e por fim, ela tem freio de mão no pé. Exatamente em cima do descanso de pé (que achei horrivel pelo risco de poder pisar sem querer ali).

      Mas a condução, o silencio a bordo e a maciez de rodagem me cativaram, além da grande estabilidade e ronco qdo rodando esportivamente. Na pratica, pensando em recursos e acabamento, o primeirp é aceitável e o segundo é espetacular. Outro nivel mesmo de acabamento.

      Já voltando aos recursos, creio que vc mediria o tanto de coisa que poderia ter em um carro de mesmo valor e é aí que mora o problema, porque outros produtos ofertam mais.

      E apesar de ser divertido, o seguro e a manutenção são bem caros. Nessa hora, eu me imaginaria com muitas saudades dos meus carros anteriores…rs

      Ou seja, carro premium pra mim, tem que ter mais recursos que carros genralistas para pelo menos considerar a compra e compreender o porque pagar mais por uma manutenção. Como não é essa a realidade, acabo em pensar optar pelos crros generalistas.

  • Davi Oliveira

    Bom o relato! Bem completo. Mas eu ainda acho que…
    “você poderia ter comprado um carrão importado usado nesse preço, burro”; “manada da Toyota, Maria-vai-com-as-outras, etc”,
    Kkkkkkkkkk

  • donthavejournalistjaps

    eu gosto do Corolla e Civic

    • João Cagnoni

      Gosto é gosto. Eu não gosto de nenhum dos 2, mas acho que carro muitas vezes é questão de apenas se simpatizar. Mas se você vier falar que Corolla e Civic dão menos manutenção, vamos discutir por horas rsrsrs

      • Bruno Silva

        Mas dao mesmo. O C4 Lounge foi um lixo no teste da Quatro Rodas, e quantidade de relatos no YouTube e Reclame aqui do C4 proporcionalmente são bem maiores que do Corolla.

        • João Cagnoni

          Não vou discutir a diferença de um C4 THP para um Corolla, me desculpe.

          • Ernesto

            Mas a sua experiência não é com C4 2.0? Ou você tem um THP para compartilhar a experiência?

            • João Cagnoni

              Esqueci que preciso ter rodado 10 anos com todos os carros do mundo pra comentar aqui. Se eu falar algo do C4 2.0 você vai me ouvir?

              • Ernesto

                Bom, estamos falando especificamente de C4 THP. Qual a sua experiência nele? Andar algumas vezes? Com isso você não pode saber pontos importantes como consumo, manutenção, problemas corriqueiros, etc. Ou você consegue? Se consegue, qual o segredo?

                • João Cagnoni

                  Ernesto, qual é a chance de alguém ter um C4 THP e um Corolla na mesma garagem pra poder opinar dos dois? Eu já andei em ambos os carros e tenho essa ótica para oferecer. Não vou te ajudar em pontos sobre manutenção, problemas corriqueiros e etc, mas tendo outro carro da Citroen eu posso te dar uma luz nesse sentido.

                  • Eu posso… rs
                    C4 THP com quase 50 mil km rodados e 3 anos de uso: O Consumo é bem parecido com esse que o amigo do texto do Corolla desta matéria relatou: coisa de 7 no trânsito urbano pesado; até 9 no trânsito urbano leve; 14 rodando na faixa de 90-100 em rodovias; 11 a 13 rodando a 120 em rodovias.
                    Manutenção: preços ok quando comparadas às revisões do Jetta que eu tinha, com a diferença que no C4 é uma por ano, no Jetta eram duas. É preço da tabela de revisões da Citroen mesmo, variando de 500 a 800 reais até os 60 mil km.
                    Problemas corriqueiros: não os tive. Nenhuma lâmpada queimada sequer.
                    Serviços em garantia: o carro veio com um ruído muito discreto quando se esterçava o volante para um lado e outro em manobras, tipo um rangido. Tinha também um ruído incômodo nos primeiros segundos após uma partida com o motor frio. Como o carro completa 3 anos esse mês, solicitei um mês atrás na concessionária a avaliação dos problemas. Trocaram peças nas polias do motor e algo na direção (nem sei o que foi – deram um aperto em sei lá o que aos 30 mil, mas não resolveu muito – com a troca ficou tudo ok), deixando tudo ok.
                    Caí em um buraco muito grande com o carro tendo em torno dos 10 mil km (até danifiquei um pneu). Após isso o carro começou a ter um barulho de algo batendo na suspensão (no início muito discreto, depois foi aumentando). Aos 20 mil km trocaram os amortecedores dianteiros em garantia.
                    A bateria original durou dois anos, os pneus foram trocados por volta dos 30 mil km (o treadwear dos Michelin que vieram no carro é muito baixo). As pastilhas de freio, se não me engano, foram trocadas na 3ª revisão.
                    E foi isso aí que o carro teve. Não há ruídos internos significativos e nada que não esteja funcionando perfeitamente. Pretendo ficar com ele mais uns 2 ou 3 anos.

                  • Ernesto

                    Pois é. Andar de vez em quando e já achar que um carro é melhor que o outro pode te levar a ter conclusões precipitadas, já que ter um carro implica (meu caso) considerar outros pontos importantes como manutenção, índice de problemas, revenda. Dinheiro para mim não dá em árvores. Se só pensasse como você hoje eu poderia estar andando de Focus Titanium 2016 e provavelmente muita dor de cabeça com o atendimento péssimo da Ford, talvez problemas no câmbio powershift e dificuldades em revendê-lo.

            • Gabriel M. Vieira

              Eu tenho um C4 THP Exclusive desde Fevereiro 2015 (Flex) e posso dizer que é um carro muito bom. Tem seus pontos fracos (suspensão, principalmente – eu particularmente não tive), mas o atendimento da CCS que eu levo meu carro em SP Capital é excelente. De pontos fortes: Powertrain, conforto, estilo (subjetivo). É meu carro de uso diário, está com quase 40.000km.

              Em tempo: Sou administrador do C4 Lounge Club no Facebook e temos mais de 2.000 membros lá. Já vimos de tudo um pouco. Não dá pra dizer, evidentemente, que é um carro perfeito (nenhum é, óbvio). Mas ele tem muito mais qualidades do que problemas.

              O meu Exclusive tem teto solar, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, sensor de ponto cego, CMM com GPS, etc… rebatimento dos retrovisores, chave com sensor de presença, 6AB, ESP, ASR, Couro, Teto, etc. Na época paguei 85k. Hj deve valer uns 50 (se valer isso). Comprei já sabendo disso. Ainda fiz um retrofit nos faróis pra instalar projetores (não tinha como opcional em 2015). Fiz remap da ECU.

              Consumo diário: Etanol – 7.5 km/l / Gasolina – 10.5 km/l. Trecho misto. Na estrada já fiz 16 km/l, mas na cidade com trânsito pesado já fiz 7 km/l com gasolina (com etanol eu não sei).

              Somente revisões de 10.000, 20.000 e 30.000km na CCS (ainda em garantia).

              Se eu compraria outro 0km? Não. Os Exclusive de hoje custam – completos – mais de 105 mil reais. Não vale a diferença. E além disso, não tem mais os sensores dianteiros, de ponto cego e rebatimento de retrovisores. Padrão BR: Preço sobe, cai a qualidade.

              • Giuliano Luchetti

                acredito q nao seja um problema total d suspensão…oq pega são as bieletas dos braços independentes q folgam com a buraqueira e começam a bater…o conjunto d modo geral é muito bom…

                • Gabriel M. Vieira

                  Pode ser que sim, mas a PSA troca os componentes em garantia na maioria dos casos. Eu estou muito satisfeito com o meu. Ainda fico com ele mais uns 3 anos.

                • Edson Fernandes

                  No Corolla isso costuma ocorrer em coxim do motor. Eles estouram com pouco tempo de uso.

              • Alencar Souza

                Serio, para quem é jovem, e tem pressa, um c4 desses, com remap, 6ab, é tudo de bom. Parabens!

                • Gabriel M. Vieira

                  Hehehe obrigado! O remap transforma o carro, sem dúvida! Mas o que mais me agrada é o consumo, que melhorou bastante. O carro é muito bom, sou suspeito pra falar…

          • Bruno Silva

            Claro que não tem comparação. Por isso o Corolla vende 11 vezes mais.

            • João Cagnoni

              Não vou cair nessa, Bruno. Pode tentar!

              • Edson Fernandes

                João só olhar o que ele te falou: Donos do carro falando.

                Pronto, ele tem base agora para ver que não é só achismo. Peças Citroen? Vamos colocar o C3 na jogada e completar a familia Citroen? rs

                Essa coisa de peças caras, suspensão isso ou aquilo, mostra na pratica quando o cara é realmente dono de Citroen, que não é bem essa realidade citada, mas enfim…

                Agora como dono de Fluence (olha! outro frances problematico!) tenho curiosamente os mesmos parametros de consumo…rs

                Queria mostrar qdo andei tecnicamente com o carro e fiz 17,5km/l…rs

            • MMM

              Por essa lógica o Onix é o melhor carro do Brasil.

        • Giuliano Luchetti

          bom, em meio a resenha…tive um C4 hatch 2010 e troquei por um C4 Lounge…nunca tive custo alto com manutenção com o c4h, e fiquei quase 7anos…agora com o C4L só vejo evoluções para o modelo anterior reduzindo ainda mais a “suposta teoria d q carro francês isso e aquilo” q já achava furada com o modelo anterior…quando fui atras d veículos para trocar, não encontrei nada q fosse mais completo q o Citroen na categoria ou q tivesse tudo aquilo q eu ja tinha no outro…o único ponto q tenho a reclamar do C4L é com relação aos auto falantes e midia q são d baixa qualidade, mas q logo foram substituídos por um novo conjunto JBL e Caska…

          • Gabriel M. Vieira

            Boa! No meu caso coloquei um sub pequeno na mala e um módulo de potência. O que faltava eram os graves.

            • Giuliano Luchetti

              pensei tb no sub flat da JBL…mas no final ficou sem mesmo, mas não senti muita falta pq oq mais incomoda é a limpeza do áudio q sai abafado, sem profundidade e restrito pelo próprio auto falante d fabrica…mas no seu caso acredito q ficou redondinho o conjunto…bacana

              • Gabriel M. Vieira

                Eu ia colocar um kit 2 vias e um sub flat, mas testei um “stage 1” com o Sub + Módulo e já melhorou muito… então nem mexi mais. Ficou legal sim. E o seu é um THP né? Qual versão? Procura lá no Facebook o grupo Citroen C4 Lounge Club, tem mta coisa bacana!

          • MMM

            Eu tive um C4 hatch 2.0 automático 2009 e era muito bom, exceto o volante que sempre achei de plástico muito duro e com aquele cubo fixo, não dava pra por couro pra dar uma amenizada.

            Infelizmente fui trocar de carro em 2011 e a Citroën continuava com os mesmos carros. Troquei na época em um Cruze e tbm só me deu alegrias.

  • D’Agostin

    Excelente relato. De acordo com todos os apontamentos!

  • predadordemarea .

    Relato maravilhoso.

  • RPM

    Pô….poderia ter comprado um carrão usado etc e tal….kkkkkk

    • João Cagnoni

      Isso é só uma opinião. Eu não vejo vantagem alguma em carro 0km. Mas também não pretendo convencer ninguém a mudar de idéia, eu só não compro. O que me deixa um pouco inquieto é quem compra carro popular 0km por 50k em 60x pq fala que não tem dinheiro, isso não entra na minha cabeça.

      • José Antonio Dos Santos Barbos

        Posso te explicar porque comprei um 0 km de 27k (30 com acessórios) em 36x quando estava quebrado: chegou uma hora que valia a pena pagar caro mas ter a certeza de que nada quebraria, dando alguma previsibilidade orçamentária. E comparando carro por carro, digo que hoje um basicão de entrada por 40k nem está tão caro assim, pela mesma vantagem, e o que foi incorporado, notadamente em segurança.

        • João Cagnoni

          Não entendo esse raciocínio. Existem carros usados na faixa de 15k oferecendo até mais do que populares 0km de 40k. Quer dizer que você acha que o carro usado pode custar mais de 25k em manutenção? Minha esposa está tirando carta, compramos um 206 Feline 1.4 2004 por 12k à vista para ter como segundo carro. Estou gastando mais 1k pra fazer toda a suspensão dianteira, não gosto do carro batendo ou com barulhinhos. Gastei mais 2 dias arrumando uns trecos (barulho inteiro, ponteiro do painel zuado, protetor de cárter batendo, revestimendo do porta-malas batendo). Ah, também comprei 2 pneus (R$340 com montagem, Pirelli Formula 185/65 R14). No mais, o carro é 1.4, tem DH, ar condicionado, retrovisores elétricos, rodas de liga leve, sensor de chuva, farol automático, conta-giros com um painel branco e lindo, 4 portas… Sei lá, eu pelo menos gosto de mecânica, costumo resolver os problemas do meu carro no mesmo dia. Tem gente que por causa de 1 desses problemas vende o carro e fica com raiva. Vai de cada um mesmo. Mas quem não se importa com manutenção vai sempre ter um carro ruim, não importa a marca. Até carro 0km sem manutenção está sujeito a problemas em pouco tempo. Eu mesmo já tive problemas com um Palio 0km, que por causa de 1 riscado no parachoque (que eu confesso que encostei no poste rsrsrs, mas bem devagar), se recusaram a arrumar alguns defeitos de fábrica do carro.

          • Alessandro

            O carro zero da uma previsibilidade de manutenção isso é fato. Usando seu exemplo voce comprou um carro com 13 anos de uso, a chance de achar um carro com essa vida util em boa condição sem ter sofrido uma batida grande é muito baixa, nao sao todos que sabem procurar um carro e ver os problemas alem q a manutenção é frequente afinal tudo tem vida util e começa a dar aqueles defeitos chatos que sao normais em carros mais antigos como um conector que quebra ou uma borracha pois está ressecada pelo tempo de uso e dependendo da borracha vc fica com o carro na rua por um problema de 5 reais.
            carro zero nao é garantia que nao vai ter defeito mas vc tem uma segurança a mais e vc nao precisa ser um expert para conseguir comprar. e se a pessoa vai financiar os juros de carros usados chegam a ser o dobro do zero e no final fica até custando o mesmo.

            • Fernando Oliveira

              Note que o João falou que Pug 206 seria para ser seu segundo carro… Entendo que “segundo carro”, não seria para uso diário e intenso, até porque para este propósito ele já dispõe de um veículo bem mais novo. Até concordo com a questão da manutenção frequente, devido a idade do carro (já passei por isso e me trouxe uma baita dor de cabeça), no entanto, não vejo vantagem em contrair uma dívida para adquirir um carro 0km, só pela “previsibilidade da manutenção”. Sabemos que na vida real, não é assim que funciona, pois imprevistos acontecem: Doenças, acidentes, desemprego podem ocorrer, prejudicando as finanças das pessoas. Banco/Financeira não quer saber os motivos dessa inadimplência e não pensará 2x em lhe tomar seu 0km… Neste caso, é melhor seu usadinho de 13 anos de uso quitado. Além disso, quem quer ou precisa ter um veículo, deve entender que o mesmo é uma máquina e que poderá dar problema independente de 0km ou usado e com isso deve ter uma reserva financeira para estes imprevistos.

            • José Barbosa

              Muito bem observado. E não sei se é a idade que deixa a gente medroso, ou o aumento da criminalidade, hoje em dia, dependendo de onde o carro quebra, e dependendo do que você está carregando, um defeito pode custar muito caro.

          • MMM

            Claramente vc tem tempo para esse tipo de coisa. Demorei 15 dias pra ir buscar o último carro que comprei por falta de tempo. Imagine fazer todas essas coisas.

            • Edson Fernandes

              A falta de tempo é terrivel mesmo. Eu infelizmente preciso no meu:
              – Trocar novamente o oleo da transmissão (rodei praticamente 30000km da ultima troca, mas desses 30000km, posso contar horas no transito que acrescem em cima disso)
              – Trocar bobina
              – Trocar bateria (está chegando o fim da vida util da atual)
              – Fazer rodizio de pneus

              Como está fazendo FALTA ter tempo para os dias certos para deixar o carro no mecanico. E estou preocupado com isso.

              • José Barbosa

                Outro problema sério, não citado, é que dependendo do problema que o carro dá, até você achar alguém que saiba exatamente o que é e quanto vai custar é só prejuízo. Exemplo: no meio de uma viagem você vê a luz da injeção acender: para no mecânico ele fala que são as velas. De fato, você troca e o alerta apaga. Anda um tanto, a luz volta a acender. Nem vale a pena, dependendo do caso, voltar toda aquela distância para brigar para ver se consegue o dinheiro de volta. Carro antigo tem estas chatices, e acho que no Brasil, dado o nosso mercado, custa muito caro, se comparado com outros mercados em que o usado é, sim, significativamente mais barato que o zero e está mais alinhado ao custo de uma manutenção completa.

                • Edson Fernandes

                  Isso é uma realidade. O cara precisa ter tempo para deixar tudo em ordem. Eu gostaria de um compacto para fazer as minhas atividades. Mas considerando os gastos adicionais em outros pontos, não vejo valer a pena.

          • José Barbosa

            Como você bem disse, gastou 12k num 206 para ser o SEGUNDO carro, não o primeiro. Carros devem ser medidos por quanto custam efetivamente, ou seja, quanto você pagou para comprar, subtraído do quanto você consegue vender, dividido pelo tempo que ficou com ele. Seguros ficam absurdamente mais caros à medida que o carro envelhece e os seguros populares são ainda muito limitados. E o principal ponto é confiabilidade: um carro mais velho tende a ter pequenos problemas que não incomodam para um segundo carro para rodar na cidade, mas tendem a ser um problema, por exemplo, em viagens longas. Além de que determinados modelos sofrem com quebras constantes e peças caras. Tanto é assim que frotistas, taxistas, empresas, dentre outros, preferem manter carros mais novos em suas frotas, havendo todo um plano de gestão e manutenção. E a questão não é nem gostar/entender de mecânica, porque mesmo para quem gosta (e eu sou destes), às vezes não há tempo, ou ocorre um contratempo quando você realmente precisa do veículo.

            • João Cagnoni

              Meu primeiro carro é ano 2007 e tem 140 mil km (um C4 Pallas), nunca me deixou na mão. Além da manutenção “preventiva” onde se troca óleo e essas coisas, existe a preditiva, onde vc tenta prever tudo que possa quebrar no carro. Eu faço essa segunda. O resultado é que meu carro, mesmo 2007 e pesando 1400kg (um C4 Pallas), não tem nenhum barulho interno ou qualquer coisinha quebrada, por mínima que seja. No 206 não é diferente. Hoje estou trocando as “borrachas” após a compra, ou seja, tudo que for de borracha no carro eu troco. Acho essencial pra um carro 2004. Apesar de ter pago 12k, pretendo gastar uns 2~3 mil nessas manutenções. Por enquanto só gastei 500 reais. Vale cada centavo. As versões Feline da Peugeot e Exclusive da Citroen são um show. Eu não consigo imaginar um carro 0km por menos de 50k com a mesma qualidade. É verdade que existem franceses sucateados aos montes rodando por aí, mas não são os meus. Eu gosto de conversar com meus carros e saber o sentimento deles. Dizem por aí que os PUGs e carros da Citroen tem vida própria, mas se você fizer eles felizes eles te fazem mais ainda. E daí que a revenda é ruim? É um casamento com muita felicidade. Existem C4 Pallas à venda por 23 mil por aí, mas o meu não está à venda, nem mesmo por 30~40 mil, pois com esse valor eu não compro outro carro igual. Meu pai gostou tanto do carro que está comprando um pra ele esse mês.

            • João Cagnoni

              Pra ter carro usado é necessário ter uma boa mentalidade. Existem dezenas de oficinas boas aqui em SP e que fazem revisão de verdade.

  • Gabriel M. Vieira

    É bacana ler um relato imparcial e detalhado assim. Eu não gosto do Corolla, mas aprendi bastante com o seu post. Parabéns!

  • Zé Mundico

    Excelente relato, bem objetivo e focado no essencial.
    Considero o Corolla um carro “normal” e sem maiores surpresas. O problema é que cobra muito pelo pouco que oferece. Mas aí é uma decisão pessoal que reflete o bolso do comprador.
    Quanto ao câmbio CVT, compartilho da opinião do proprietário, pois sabendo usar é uma maravilha.
    E para o próximo carro, sugiro um SUV. Quando casar e tiver filhos, vai entender porque.

    • João Cagnoni

      Eu acho que um sedan médio comporta muito bem uma família com até 2 filhos, o porta-malas do meu carro supera e muito o que chamam de “SUVs” hoje (Renegade, Duster, etc), isso sem contar na dinâmica e segurança do carro em precisar desviar de um obstáculo ou alguma frenagem de emergência.

      • Louis

        Problema do sedan é o formato do porta-malas, o que limita muito. Se for mala grande, dificilmente cabem 3. Se precisar carregar algo mais alto, não cabe.

        • Sidney Rufino

          Aí é melhor comprar um caminhão baú hehe.

          Brincadeira….

          • Louis

            Tenho uma Livina, vou te falar, é quase um caminhão hehehe

            • Sidney Rufino

              Tenho um Sonic sedan…

              Levo carrinho de bebê, banheira, malas… levo até a sogra às vezes. kkkk

        • João Cagnoni

          O que, por exemplo? Eu não costumo transportar um sofá no meu carro. Cabem malas de todos os tipos.

          • Louis

            Na Livina, já transportei fogão, cadeiras kkkkkk
            Claro que não é sempre, raramente preciso deste espaço, mas é bom ter a comodidade de só retirar o tampão e caber o que quiser no carro.
            Mas em termos de formato do carro, o sedan é o que eu mais gosto.

            • João Cagnoni

              Já transportei cadeiras também sem nenhum problema. Quando eu precisar carregar um fogão, você me ajuda?

            • T1000

              Já transportei um fogão no porta malas de um clio.
              vcs choram demais, não precisa de um sedan pra isso!

        • Mr. Pennybags

          Um fator que limita o porta mala dos sedans é o tatanho da abertura (boca) do porta-mala. Tem modelos ocm uma mala gigante mas não passa uma caixa 60cmx60cm aí o cara leva a caixa no banco…

          • José Antonio Dos Santos Barbos

            A meu ver, a única vantagem do sedan é em termos de dirigibilidade: os hatches têm a traseira solta demais. Fora isto, não há vantagem para levar tralha, e caímos neste problema da tampa.

          • Edson Fernandes

            Caso do meu… a boca eu considero estreita. Quer piorar? O meu tem abertura pescoço de ganso… o que ajuda a não caber o que poderia senão tivesse esse tipo de “solução”.

      • Ernesto

        Renegade nunca teve como referência o seu porta-malas, pelo contrário, é o seu calcanhar de aquiles, junto ao motor 1.8 Etorq.

        • João Cagnoni

          Por isso mesmo digo que um SUV nem sempre tem porta-malas maior.

          • Ernesto

            É que você citou como exemplo o Renegade. Se citasse HR-V, Kicks, Tracker, o porta-malas destes é bem similar ao de sedãs médios.

            • João Cagnoni

              O meu sedan médio tem porta-malas de 580L (um C4 Pallas). HRV tem 437L, Kicks 432L, Tracker 306L.

              • Ernesto

                E eu pensando que você tinha um C4 Lounge…o C4 Pallas é um carro bem queimado no mercado, hein? Principalmente pelo câmbio automático…

                • João Cagnoni

                  Sim, é bem queimado no mercado. Um carro que sempre foi bem visto foi o Gol.

                  • Giuliano Luchetti

                    este “mercado” viu…quando o carro foi lançado, ninguém tinha suspensão independente, não tinha o pacotão ABS/EBD/ESP/TCS/BAS, tbm não tinha os RDS no volante, oq dirá multimídia plug&play no painel original (PS: no meu tive q mandar importar na época e vinha com fundo azul por causa da versão “vitesse” )…entendeu pq o mercado queima??? queimaram todos os outros Citroen q vinham com a suspensão eletrônica lembra??? pois é…mercado feijão com arroz não gosta d salmão entende…OBS: tive um C4H completo e troquei por um lounge tbm completo…

                    • João Cagnoni

                      Pois é. A diferença do C4 para outros carros 2007/08 é gigante. Naquela época, nem Corolla 2.0 existia.

                  • Ernesto

                    Já tive Gol há muitos anos, mas hoje é um carro que não me atende. Quanto ao C4, o Lounge eu até teria, mas o Pallas eu fujo! E olha que eu quase comprei um 0km em 2010. Por sorte não fiz isso.

            • Alessandro

              HRV e Kick Ok mas o porta mala do tracker é bem pequeno deve ser menor que do ecosport.

              • Ernesto

                Fui olhar o Tracker e não achei o porta-malas dele tão pequeno assim.

                • Alessandro

                  Renegade 260
                  Portal malas do tracker 306L
                  Ecosport 362

                  Só ganha do renegade bem pequeno tamanho de hatch compacto como o sandero e argo.

                  Eu desisti do tracker a um tempo atras por causa disso.

      • Edson Fernandes

        Olha, o que eu tenho visto analisando os comentários (nisso é bom porque vc como moderador tira uma media…rs) é que a facilidde pela altura dos bancos de retirar e colocar filhos, não só pela instalaçaõ da cadeira ou porta malas, contam pontos. No sedan é necessário abaixar não ficando na posição ideal.

        Como eu nõ gosto de carros altos, não preciso e não quero ter filhos, entõ ajuda, mas são prioridades que mudam na hora que a pessoa considera esse ponto mais um item de conforto na pratica.

    • Artur Barbosa

      Concordo com o seu ponto de vista, no meu caso o carro alto também ajuda bastante na hora de acomodar o bebê na cadeirinha (minha coluna agradece). Sem contar que o formato do porta malas é muito melhor para transportar as traquitanas.

  • João Cagnoni

    Você comete o mesmo erro de outros donos de carro japonês: avaliam a desvalorização em percentual ao invés de valores absolutos. Seu salário é um percentual ou um número fixo? Pois bem, agora perceba que por se tratarem de carros bem caros, você está perdendo muito dinheiro com a desvalorização. Farei uma crítica ao seu carro que também vale para o meu (eu tenho um C4 2.0): Eu não compro mais carro sem turbo. Nada a reclamar do meu, mas depois que andei no C4 THP, não vejo mais graça nenhuma em carros aspirados. Portanto, os únicos médios que podem entrar aqui em casa são: C4L, 308, Golf 1.4t (ou GTI heheheh), Cruze 1.4t (coloque aqui outro carro turbo que eu tenha esquecido, menos o Civic que tem preço de helicóptero).

    • G.Alonso

      “O leitor pediu para não ser identificado” —> Está escrito no final da matéria. kkkkkkkk

      • G.Alonso

        É verdade.

    • João Cagnoni

      Eu fico desconfortável em falar mal do bem dos outros, acho que é falta de educação e é por isso que surgem tantas brigas aqui no NA. Vou me calar sobre o Corolla. Sobre os carros turbo, acho que nem tem tanta diferença de final, a potência final do THP é parecida com o meu, mas o carro é muito rápido em retomadas e em giros menores (graças ao torque maior em baixos giros), na minha opinião foi uma revolução que aconteceu com os carros, talvez só um pouco menos importante do que os híbridos e elétricos. Os motores estavam sem novidades há décadas, apesar de terem existido carros turbo na década de 90, eles não eram calibrados para baixos giros e só alguns carros possuíam.

      • João Cagnoni

        O turbo moderno é menor que o de antigamente. Ele não entrega tanta potência, mas prioriza o torque. Eu cantei a bola aqui no NA que o novo Civic Turbo (Touring) seria mais rápido que o Civic SI de geração anterior, mas muitos me xingaram nos comentários e falaram que eu estava louco. O Civic aspirado 1.8 e 2.0 sempre tiveram pouco torque, por isso brincam tanto que o up TSI anda mais que ele (e qual carro não anda?). Sobre o Corolla, a Toyota já declarou estar trabalhando em um motor turbo, acho que não vai demorar pra chegar. Isso é inevitável. Querendo ou não, o Corolla turbo e com ESP vai vender igual pão quente.

        • Wanderson Bonifacio

          Acho que não. A próxima geração do Corolla vai ser híbrida e acho que só as versões mais caras terão motor(BMW) turbo

        • Edson Fernandes

          Olha… vai depender de variaveis. O Civic turbo comparando com o 2.0 SI, tem situações interessantes: Talvez o unico aspecto mais rapido do Touring seja no 0-100. Qualquer retomada cheia a considerar o alto giro do Civic e que a resposta do motor está sempre nos altos giros, certamente as retomadas e velocidade final seja a favor do SI (e são 192cv vs 173cv). Já no arranque a vantagem pelo torque em baixos giros aliado ao cambio CVT podem ajudar (ainda que ele seja relutante ao começar o movimento das polias).

          Já diria que ficaria bem equilibrado se houvesse uma versão manual com esse motor 1.5 turbo.

          • João Cagnoni

            Parece que não é só até os 100 km/h não… Eu já acelerei do lado de um Civic SI da geração anterior (2.0), ele tem menos torque que o meu, ele andou bem pouca coisa na frente, mas acho que foi mais por causa do peso inferior do que pelo motor. O Civic Touring anda bem mais. https://www.youtube.com/watch?v=qoJ5vd-7Yhc

            • Edson Fernandes

              Tem sim, 17,3kgmf a 4500rpm se eu não me engano. Mas gira até 8500rpm… e isso faz diferença.

              Sinceramente, se um SI andar bem fortedo lado do Pallas ele deixa um caminhão de diferença. Mas olharei seu video em casa.

              • João Cagnoni

                O meu tem 21,6 a 4000rpm. Entre os 2.0 aspirados, só perde em torque para o novo Focus. Não deixa um caminhão não… Uma vez um Golf 1.4t disparou na minha frente. A maioria dos turbos fazem isso, mas o SI realmente me decepcionou.

                • Edson Fernandes

                  Olha, apesar do torque, a configuração de motor do SI se pisar forte deveria fazer uma enorme diferença.

                  Mas só vendo na pratica. (eu preciso ver seu video)

                  • João Cagnoni

                    Não faz… O C4 anda muito na frente do Civic comum. Novamente enfatizando, o Civic SI anda mais que o C4, porém a diferença é menor do que parece. Um Golf 1.4t anda muito mais.

                    • Edson Fernandes

                      Olha eu sempre vi rachas de Golf 1.4 TSI com o Civic SI e o segundo faz o primeiro ter pena. Ele anda bem, mas o Civic some na frente. Por isso me chamou atenção vc ter dito isso.

                      Mas enfim… vamos brincar de super trunfo aqui, porque pra mim nem ligo tanto assim para ter o melhor desempenho em um carro…rs

      • Gabriel M. Vieira

        Vou me intrometer na conversa… hehehe

        O que o João Cagnoni falou é muito verdade (na minha opinião). Depois de dirigir um carro turbo, os carros aspirados parecem estranhos no comportamento. Eu tenho um C4 THP desde o começo de 2015, e toda vez que tenho que dirigir um aspirado eu fico meio angustiado. Questão de hábito. Na estrada a segurança que um motor turbo proporciona é bastante relevante. Eu quando escolhi migrar para o turbo, escolhi inicialmente o Golf TSi. Mas, ao fazer o TD no Lounge, o conforto e o preço menor me fizeram fechar com a Citroen (meu primeiro da marca, aliás).

        Eu particularmente não gosto de Corolla, mas não tem como tirar os méritos do carro. Na minha visão, todos os sedans médios vão atender os clientes mais diversos. Todos têm seus méritos e defeitos (o próprio Lounge é um carro super pesado, e com histórico de problemas de suspensão bastante conhecidos). No mais, eu gostei bastante do relato. Parabéns!

        • Mr. Pennybags

          Cara, imagine eu que vim de um Golf TSI e de um C4 THP e peguei um fluence. Além de aspirado ainda é CVT. E o cvt dele é uma lesma a curva de torque é terrível. Mas o Fluence não é de todo mal, deveria vir com tarja vermelha e ser vendido nas farmácias, pois é um excelente remédio para insônia.

          • Gabriel M. Vieira

            Kkkkkkk conforto é bacana, mas vir de um turbo pra um aspirado com CVT é um tanto desesperador.. .Mas.. nos acostumamos com tudo! :-)

            • Mr. Pennybags

              Tá difícil de acostumar, viu! Já to de olho no Polo e rezando fortemente para que venha com 1.0T AT6 ou 1.4T AT6 com preço camarada.

              • Gabriel M. Vieira

                Olha, preço camarada… eu já acho difícil. Mas um 1.0 TSi com AT6 com o peso do carro deve ser sensacional. O problema é que deve vir custando aquela bagatela dos atuais… tá fod@!

                • Edson Fernandes

                  É que deve não.. será! E pode botar aí… sairá mais caro que o Argo sporting AT6.

                  • Gabriel M. Vieira

                    Surreal… Mas eu concordo! Vai empurrar o Golf ainda mais pra cima!

                    • Edson Fernandes

                      Eu já acho que o Golf foi empurrado para cima. Ele já se organizuo para receber o Polo. O fato é que o Polo terá versão a preço de Golf, mas o golf já recebeu aumento de preços para isso.

          • Uislei

            Isso mesmo. Tive um e na estrada eu tinha que ter cuidado, senão eu dormia.

          • Edson Fernandes

            Nossa de um C4 THP e Golf TSI para o Fluence?

            Ok… eu tbm sou dono de um… mas sempre me imagino saindo dele para um C4 e não o inverso…rs

            No seu caso, eu só usaria na estrada o modo sequencial para não ficar mal. Eu que já acostumei extrair potencia de baixo giro, estou acostumado…rs

            • Mr. Pennybags

              Qdo vendi o C4 tava indo morar no exterior. Na volta tive q recomeçar a vida e não queria arriscar de pegar um carro mais caro por que além a patroa pesar a mão na mobília da casa eu queria ficra com um pouco de cascalho guardado (medo da crise). O Fluence (usado) tem um cxb imbatível.

              Estou com ele há 6 meses exatos e tô me acostumando na marra, pq não me disponho a pagar o que pedem nos carros… Agora estou mirando em carros de categorias “inferiores”. Ia de Cross UP! TSI, mas sem cambio AT fica difícil. Vamos ver se o Polo vai trazer o AT no 1.0T.

              • Edson Fernandes

                Dureza mesmo os carros inferiores. Um que acompanho de perto é o 208. Esse aí tem tido boa revenda.

                Mas gostaria de no futuro pensar em um AT6.

      • Wanderson Bonifacio

        Qual você prefere: um Mustang 3.7 V6 aspirado ou um 2.3 4cil. turbo?

        • João Cagnoni

          Mustang Ecoboost 2.3, sem dúvidas. Eu sei que parece estranho, mas ele é bem mais forte que o v6. Uma boa (exagerada) comparação seria você me perguntar se eu prefiro o Golf 1.0t ou o 1.6 aspirado, o 1.0t é muito superior ao 1.6.

          • Wanderson Bonifacio

            O Ecoboost é mais potente e tem mais força, mas dependendo da proposta do carro, um motor grande e aspirado é mais prazeroso de dirigir. Entre os motores pequenos sem dúvidas os motores turbos são mais eficientes: no consumo, desempenho e prazer em dirigir. Talvez só a Mazda e a Subaru tenham motores aspirados pequenos tão eficientes quanto os turbos.

            • João Cagnoni

              Acho que você está falando isso para a pessoa errada… Admiro muito o ronco de um v8, mas prefiro um Tesla na minha garagem. Não entendo quem compra um Mustang v6 ou Ecoboost, por pouco a mais leva-se para casa um v8 de quase 500 cavalos. Quem dera se houvesse um v6 híbrido ou turbo por esse valor, seria melhor ainda. Eu não entendi a sua colocação sobre a Mazda e Subaru, praticamente todos os carros deles são turbo. Um Impreza WRX STI é um dos meus sonhos.

              • Wanderson Bonifacio

                O V6 tem potencia parecida ao do Ecoboost. O V8 já é bem superior.
                O MX-5, tem motores aspirados e é um dos carros mais divertidos do mundo, segundo alguns especialistas tipo: Jeremy Clarkson. E a Subaru tem o BRZ(Toyota GT 86) que, se não me engano, usa o mesmo motor boxer do WRX, só que aspirado. E que também dizem ser muito gostoso de dirigir.

                • João Cagnoni

                  Não senhor, o v6 tem quase 20% a menos de torque que o Ecoboost, além de potência inferior. O número “2.3” parece pouco pra quem não conhece o motor. O BRZ é bem pior que o WRX STI.

                  • Wanderson Bonifacio

                    Eu entrei no configurador da Ford dos EUA. O Mustang V6 Fastback custa US$ 25.185 e o Ecoboost Fastback, US$ 26.195. Mesmo com toda a superioridade, o Ecoboost custa só mil dólares a mais que o V6. E mesmo andando menos e bebendo 2x mais que o Ecoboost, acho que os americanos preferem o V6.

                    • João Cagnoni

                      Sim, não dá pra entender…

                    • Wanderson Bonifacio

                      Dá sim. O norte americano gosta de motorzão e com a gasolina barata, o consumo não é um empecilho…

                    • João Cagnoni

                      Motorzão que anda menos. Eu também não ligo muito pra consumo.

                    • Edson Fernandes

                      Dá para entender, porque americano acredita que o motor maior tbm é mais doradouro. Por isso preferem motores maiores.

                      João dá uma lida do porque o GT40 da Ford é famoso e vc vai entender porque americano cultua muito a opção de motores grandes.

        • Gabriel M. Vieira

          Ah, no caso eu tô falando de carros “civis e atingíveis” hehehe. Se pudesse escolher algum carro “pica grossa” desses, aí o céu é o limite. Eu sempre vou colocar em primeiro lugar carros turbo na minha lista de opções. Por isso que o segmento de SUVs (pseudo) me deixa meio desanimado. Com exceção da Tracker, nenhum desses menores tem opção turbo. Os que possuem (Diesel, e agora a “All New Mega Fuckin Tucson”) são muito caros. Continuo com o meu por enquanto.

          • Wanderson Bonifacio

            Ele disse que não vê mais graça em motores aspirados… só quis dar um exemplo de motor aspirado dirigível. rsrs
            Mas claro que nesses tipos de carros: SUV compacto/médio, sedan médio… um motor turbo se encaixa melhor.

          • Edson Fernandes

            Tem o 2008 THP…rs

        • Mr. Pennybags

          Turbo sem dúvidas! Agora quem canta melhor é o Pavarotti 3.7 V6….

        • Wanderson Bonifacio

          Nos EUA é tranquilo ter um V8. Com a gasolina a US$ 0,50/litro e de qualidade, da pra usar o carro no dia-a-dia tranquilamente. Já no Brasil… prefiro nem comentar!

          • Edson Fernandes

            Tranquilo ter um V8 fazendo 2km/l no transito? Nem tanto …rs

            O pessoal usa bastante o que consideramos sedans medio grnde porque aí já faz entre 7 a 9km/l.

    • dsralves .

      João, pra você ver como é gosto né, eu não ligo nem um pouco de voltar para um carro aspirado.
      Tenho um Golf Highline 1.4 2015, quando estava procurando testei outros dois turbinados (um Citroen DS4 THP e um Audi A1 1.4) e digo que, salvo os benefícios do consumo (meu carro hoje já faz quase 11km/litro em trecho urbano no Rio) até hoje não acostumei com o delay dos motores turbo.
      Não adianta, se o carro não estiver com um giro razoável vai demorar um pouco até acordar mesmo com o pé no fundo.
      É claro que é questão de como se dirige, mas, enfim, pro meu estilo, ainda prefiro um motor de alta litragem torcudo.

      • João Cagnoni

        Você já andou no Golf 2.0 aspirado pra ver a desgraça que está dizendo?

        • dsralves .

          Mas aquele 2.0 é antigo e de pouca potência.
          Me refiro, por exemplo, ao motor 2.0 de injeção direta do Focus (e que vai chegar agora o Ecosport) ou do Creta/Elantra atuais.
          Veja, não estou dizendo que são melhores, apenas que eu não teria qualquer problema de um próximo carro com esses motores, especialmente pro meu uso essencialmente urbano, gosto da tocada que conferem com pouco pé no acelerador e rápida resposta.

          • João Cagnoni

            Nunca vi essa resposta rápida e torcuda do Focus que você ta falando… heheh

          • Edson Fernandes

            Mas apesar do turbo lag, vc teria um carro com respostas inferiores no aspirado. Na minha opinião, o que deve te incomodar é a sensação do tudo ou nada do turbo em si.

            Apesar de atuarem cedo, esse lag em que vc recebe toda a potencai de uma vez incomoda a alguns. Eu já vi relatos assim no clube do Golf. Outro que ouvi muito reclamação mesmo desse comportamento era o Linea T-Jet. Como a atuação começava em 2200rpm, antes disso eles sentiam um motor 1.4 “comum” (obvio né? rs) e qdo o turbo atuava, sentiam um “tranco” pela força adicional do turbo. Não imagino um tranco,mas imagino esse comportamento. Agora, será que não é conjunto? Já dirigiu por mais tempo o DS4 por exemplo para tirar essa conclusão?

            • dsralves .

              Dirigi pouco tempo o DS4, só um curto test drive, mas em pista com boa velocidade. Senti a mesma coisa.
              Já estou mais do que adaptado, tanto que meu sonho de consumo é um Golf GTI. Talvez com o motor 2.0 TSI a sensação seja quase imperceptível. Esses motores 1.4 e 1.6 turbinados é que dificilmente não apresentam.
              Uma tocada que me agradava muito, por exemplo, era o motor 2.5 no antigo Jetta, aquilo ali pra mim era um paraíso hehehe.

              • Edson Fernandes

                Bem… então eu imagino que vc usava muito o modo Sport dele…rs

                Pois em D ele adorava se manter em rotação super baixa e atrapalha um pouco as retomadas na cidade. Mas a sinfonia daquele motor, era uma coisa linda!

      • Gabriel M. Vieira

        Sobre o delay, realmente é algo muito ruim. Mas vc se acostuma. Eu fiz o remap no meu e agora ele tá praticamente 100%, fica bem mais esperto.

        • T1000

          po comprar um carro 0km pra depois ficar atras de oficina para fazer adaptações é osso

          • Gabriel M. Vieira

            Mas eu não fiz o remap pra isso, fiz pra ganho de potência mesmo rsrs

          • Edson Fernandes

            Remap ser uma adaptação? Bem… se isso significar melhorar o mapa da injeção, respostas do motor, ter um cambio mais responsivo? Sim, é uma adaptação não necessarimente pensada para tornar o carro um esportivo. Mas pode melhorar muito certos comportamentos de fabrica que nem sempre são os mais acertados.

            Outro ponto que melhora bastante é o lag do acelerador eletronico.

      • Guedes

        Eu to com um Golf 1.4 tem 3 meses e não vejo esse delay todo não. Existe, de fato, mas o kick down e a facilidade com que o carro desenvolve depois me faz esquecer esse milésimos de segundos de delay.

      • Lucas086

        Meu primo saiu de um Civic Exl 2017 pra um golf desse, highline 2015 prata pacote exclusive, e a diferença de desempenho é gritante, o golf anda muito, ele mesmo ficou impressionado, sem falar na economia, onde o civic fazia 8,5 ele quase 11 no golf… e não relatou esse delay todo.

        • Guedes

          Pois é, eu tbm não entendi que diacho de delay é esse. é um delay mto tolerável, nada que irrite

          • Lucas086

            E o carro é muito bom, ele saiu pq precisava de dinheiro, rodou 5 mil km com o civic e esse golf tem 50 mil, mas ele não sente falta do civic em nada… sem falar na economia, mimos e tal, o tal delay eu nunca sentir, a turbina enche muito rápido, muito forte.

            • Guedes

              Exato. Eu to apaixonado pelo carro, não dá vontade de parar de dirigir. Na estrada então, um espetáculo.
              E olha que o meu é um Highline Standard, sem pacotes, mas mesmo assim, o carro é fenomenal.

              • Lucas086

                Tem um amigo que tem um manual dos primeiros que chegaram, saiu de aracaju e foi buscar em são paulo, não vende, não troca, nada… O carro, em qq versão, é espetacular, fenomenal mesmo.

          • Edson Fernandes

            Guedes funciona assim: Quando se tem um motor turbo, a depender do tamanho da turbina, configuração de motor entre outras coisas, podem te dizer se o carro responderá com uma faixa de torque mais plana (ou seja, com uma força em um periodo mais plano de entrega) pode lhe auxiliar em ter mais força. Esse é o emprego do downsizing: Lhe dar força em baixos giros.

            Só que o turbo tem uma faixa de atuação. E essa faixa pode variar, porém para o downsizing tem sido atuar entre 1200 a 1500rpm. Há alguns porém que se iniciam em 1800rpm.

            Dito isso, pense na seguinte situação: Você está em um aclive acentuado e precisa de força para vencer aquele aclive. Só que como vai sair da imobilidade, isso quer dizer que vc sai com o torque abaixo dos 1500rpm (golf) e então ao acelerar o turbo precisa “encher” para lhe entregar a sobrepotencia. Não necessariamente o turbo lag ocorre nessa situação, mas é uma delas, onde o o turbo está enchendo (em outras palavras, começa a atuar com a mistura maior de ar para uma queima mais rica) e então vc tem o torque disponivel. Imagina agora vc fazer isso no transito e ter uma resposta que começa com força “baixa” e em um instante, vem todo o torque devido a atuação do turbo… é isso qeu acontece… e etnão o motivo do tal turbo lag.

            Agora, dizem que isso reduziu bastante com a VW incluir o cambio tiptronic no lugar do DSG.

            • Guedes

              Obrigado pela explicação, Edson, mas eu já sabia o que é turbo lag!!

              No Golf, porém, como você disse, o torque é entregue muito cedo, por isso eu não percebo esse lag que o rapaz tá falando.

              Motores em ponto morto já trabalham aos 1000 RPM normalmente. Entregar todo torque aos 1500 RPM é fantástico, eu não sinto lag nenhum, eu não entendo do que ele esteja falando.

              • Edson Fernandes

                Atualmente os carros começam na faixa dos 750rpm em lenta. Mas ao sair com o carro, é sempre acima de 1200rpm. Eu teria de dar minhas impressões já que conheço pouco o rodar do Golf.

                • Guedes

                  No meu antigo UP TSI eu sentia isso só em subidas: pra sair com ele em ladeira era um parto, o carro não desenvolvia, tinha que pegar o macete.

                  Mas no GOLF com câmbio DSG nunca tive problemas com esse lag. Só se o GOLF dele for manual e tenha essa diferença por conta do câmbio.

    • Alexandre

      Só que você se esqueceu que a inflação nesse curto período bateu algo em torno de 16% (pra chutar baixo)…

    • Jackson A

      Eu já usei dos 2 mundo, e sinceramente, acho turbo ou aspirado algo irrelevante, prefiro olhar para outros itens.

    • Leonel

      Ué, cadê o Jetta aí? Tu ainda têm duas opções, 1.4T e 2.0T he he he

      • João Cagnoni

        Verdade! Faltou o Jetta! E seria uma das minhas primeiras opções.

    • Miguel

      Ainda falando de gosto por sedãs, tem o Alfa Giulia Quadrifoglio vindo por aí…
      Dizem que ele não tem jetlag. HAHAHAHAHA.

  • adrielmenezes

    Estava entre Corolla, city e golf. Pelo preço de aquisição e manutenção versus o que ando, vou vender o atual e andar de Uber

    • João Cagnoni

      O Uber estava com uma propaganda estimulando as pessoas a trabalharem no celular ou computador enquanto estão dentro do carro, assim conseguem ter lucro com a viagem. Bem interessante essa idéia.

      • Deadlock

        A propaganda do carro autônomo também irá dizer isso.

        • Edson Fernandes

          Quando houver esse tipo de carro, eu pelo menos me imagino no transito dormindo ou estudando algo….rs

    • Mr. Pennybags

      Se eu morasse numa cidade grande faria isso com certeza!

  • Gostei do seu relato, bem explicativo e coerente. Analisou todos aspectos do carro, não deixando se levar apenas por “pós-venda maravilhoso e carro inquebrável”. Parabéns!

  • Leonel

    A questão dos premium não é somente o fato de ter uma lista de equipamentos inferior (modelos de entrada) mas também o custo para se manter um. Revisões, seguro, cesta de peças e etc. A priori, se encontra materias de maior qualidade, acabamento e etc, mas todos estes custos influenciam (ou deveriam) na compra.

    Considero que você foi bem racional ao adquirir seu veículo. Por curiosidade, o VW Jetta não despertou seu interesse?
    Parabéns pelo relato e bom proveito com o carro.

    • Leonel

      Haha ! É o famoso “top of mind”. De qualquer forma, não adquiriu um carro ruim e quando for vender, será fácil, sabemos como brasileiro venera a Toyota. Até você completar os 100 mil KM, mais opções interessantes vão aparecer hehe…

      Ao menos, é o que eu espero, já que pretendo trocar o meu ano que vem ou 2020 (espero eu rss).
      Abraços @disqus_DIrloki634:disqus .

  • Fabricio Guassaloca

    Acredito que a proposta do Corolla nunca foi o público de 29 anos, corrijam se estiver enganado. Mas creio que o mais assertivo neste caso seria ter esperado um pouco mais. e ter pego um outro carro.

    • Wanderson Bonifacio

      Pelo contrário, fez a melhor compra possível. Na época não tinha dinheiro pra comprar o carro desejado, então optou pelo carro que tem a menor desvalorização e a melhor revenda. Ele vai ficar com o carro um bom tempo, sem dor de cabeça e vai vender rápido e a preço de tabela.

      • Alessandro

        Fui nessa linha tambem fui comprar um carro de 60 mil, nao dava para comprar 0km pois estava caro queria pouco rodado, poderia pegar C4, fluence, sentra entre outros desses que seriam ótimos mas em caso de venda seria um parto, acabei pegando um city EXL pois é um carro bom relativamente economico, falta um pouco de potencia é verdade mas nada demais, atende minha demanda de espaço agora (criança chegando) e com esse mercado maluco que a qualquer hora vc perde o emprego posso vender ele rapidamente pois essa versão é muito procurada no mercado de usados e tem poucos a venda, demorei quase 2 meses para achar o meu.

  • Diego

    Sem dúvida que o Corolla é um bom carro, assim como Civic, são japoneses e de boa qualidade. O problema é o saudosismo exacerbado de alguns que possui o veículo. O Corolla não é o carro perfeito , e o pior é caro demais pelo o que oferece, simples.

    Aliás, parabéns pelo relato , tenho certeza que alguns lunáticos aqui meio que se decepcionaram pela opinião imparcial , é difícil não defender o que é seu, o egocentrismo de alguns não permite isso, é algo realmente complicado.

    • Ernesto

      Nunca vi alguém dizer que o Corolla é um carro perfeito. E ser caro pelo que oferece, isso quem deve decidir é quem opta por comprá-lo, não o zé mané que acha que sua opinião importa para a decisão alheia.

      • Lucas

        Mas a opinião alheia importa sim, ou esse blog jamais existiria. Revistas e sites especializados também seriam extintos e o relato do dono do Corolla não serviria pra nada. Aliás, se você acha que opiniões fundamentadas de terceiros são dispensáveis, está no lugar errado, amigo – TUDO aqui gira em torno de opinião.

        • Ernesto

          Não importa para quem tem opinião própria.

          • Edson Fernandes

            Posso eu estar errado, mas se vc só vai ter opinião se vc se basear em alguma coisa.

            Seja um Corolla ou um Cerato por exemplo, nem sempre vc dirigirá todos os carros para dizer qual mais lhe agradou. Além disso, se vc é do tipo que tem uma marca em mente, vc deixa de olhar as demais. Então as vezes sua tomada de decisão foi por influencia em alguma leitur que vc fez ao invés de simplesmente ir lá e testar o carro.

            • Ernesto

              Digo opinião levando em consideração o que você acha mais importante. Aqui tem gente que fala que tal carro é melhor por isso ou aquilo, só que você acha mais importante outros pontos. Então como que a opinião desse terceiro será importante para a sua tomada de decisão? O rapaz aí em cima diz que o Corolla é caro pelo que oferece e isso acontece com frequência. Se as pessoas se baseassem nessa opinião, que é a de muitos aqui, o Corolla venderia metade do que vende. Ou nem isso.

              • Edson Fernandes

                Ah sem duvida.

                Então eu peço desculpas porque entendi o contexto errado me imaginando num mundo até maior de analises lidas, testes, etc.

    • Diego

      Exemplos da sua avaliação são os quais “desmistificam” todos esses saudosismos e “contos” criados tanto pela mídia atrelada ao “acordo” financeiro das grandes poderosas fabricantes e das pessoas que criam o estado de superioridade, conforto ou invulnerabilidade em relação a determinado produto, isso para mim já é o suficiente.

      Aos que abdicam da razão, honestidade e verdade em prol do mito, falso e ilusório não há explicação em serem referentes e reconhecidos. Exime-os.

      A verdade é que é lamentável , falamos de um veículo de locomoção que tem a sua função transcendida exageradamente por terceiros em todos os aspectos, bom ou ruim deve ser julgado por seu real propósito e isso meu amigo foi o que você fez sem exagero.

    • Edson Fernandes

      Penso eu que sua análise não foi aquela do tipo: “Meu carro é um Toyota e Toyota é Toyota…”

      Por isso a visão da sua análise foi muito boa. Vocêpegou um “Corolla” mas avaliou ele como um carro de seu uso. Quis citar sua escolha e a fez. Perceba que teve até certas chacotas pelo seu proprio texto, mas o pessoal compreendeu sua compra.

      Essa é a diferença que existe entre “o dono” de um carro e posta sobre as impressões dele, daquele que o carro é totalmente perfeito, está em lua de mel e que venera a marca sem questionar nada. Optou por mostrar os pontos considerados fortes e fraco além de citar sua opinião se trocaria por outro.

      Alguns aqui acham que há uma torcida que se vc não gostou é um odiador e se gostou é um amante da marca. Esses são prejudiciais e deturpam a realidade da escolha em minha opinião.

      Eu mesmo tinha MUITA curiosidade de ver alguem avaliando dessa forma. Nem sempre é possível avaliar por testes profissionais, porque infelizmente, está arraigado que o brasileiro quer de toda a forma um carro com rodar esportivo.

      Isso me irrita muito, porque a analise fica parcial, onde se cita o aspecto de rodar mas sem mostrar determinados detalhes de convivencia a bordo de um produto. Na minha conclusão, vejo que carros 2.0 aspirados apesar de tecnologias que podem vir para melhorar potencia e consumo, ainda assim não fazem milagres. O meu consumo na pratica com o Fluence é identico, me forçando a acreditar que faz muito sentido dado que a ficha técnica, forma de extraçaõ de potencia é parecida. O mais legal é ter uma noção do rodar e tbm como é esse rodar depois de um tempo de uso. Enfim, acabei falando do que vc respondeu agor, mas abri sobre sua avlaiação…rs

      • Edson Fernandes

        Mas é isso que acontece hoje com as fabricantes. Porque a Chevrolet vai realmente melhorar seu Onix se o consumidor não exige isso?

        Porque a Toyota vai mudar o Etios se o consumidor aceita bem o produto?

        Veja, não estou dizendo que são ruins, mas se tem pontos a melhorar, ela só iria se o carro deixar de ser aceito (e o Etios começou assim).

        O Corolla precisou fazer as mudanças e acertou na melhoria. Eu acho que o XEi atual poderia recebr algumas coisas do Altis atual, pois o preço subiu para isso.

        Mas se o consumidor concorda que esse posicionamento está bom para o que o produto oferece, porque ela vai reduzir o lucro? Então não é uma critica aos donos, mas sim a aqueles que defendem essas coisas.

        Poxa, me lembro muito bem de amigos que por conta do motor AP láaaaa atrás, endeusavam o Gol. Aí o carro do cara caia forro de porta, trinco da porta não abria a porta, motor apresentava problemas de funcionamento mas o cara tinha um “VW” e dizia ser robusto.

        Então por essas famas que o produto foi ficando do jeito que ficou. Eu tenho um Fluence. Sei muito bem de muitos defeitos dele mas sei das virtudes. Hoje ele me atende mais positivamente, mas não recomendaria um 0km nunca diante dos atuais rivais(e preço).

        Mas se o pessoal não fizer isso, as fabricntes continuarão assim.

  • Mr. Pennybags

    Parabéns pelo relato, amigo. Imparcial e sem fanatismo.
    Não curto Corolla, mas gosto de carro e teu depoimento foi bem bacana.

  • Lucas

    Eu tive um igualzinho ao seu, porém prata. O carro é simples, mas confortável, no entanto custa além do que deveria. O couro do banco do motorista manchou de azul da calça jeans, além de ter desgastado na aba lateral em poucos meses de uso, então o classifico como de baixa qualidade.
    O botão de rebater os retrovisores não é iluminado, forçando o motorista a tatear o painel até encontrá-lo (achei isso bem chato).
    A qualidade dos botões e acabamentos é bem fraca também, achei mal encaixados, basta comparar com os do civic até 2016. Parece que vão desgastar e saltar com o contato contínuo com os dedos (não posso afirmar porque o vendi cedo, com menos de 13 mil km).
    Um barulho vindo de trás do painel de instrumentos atormentava a minha vida também. Li que era um defeito de fabricação em alguns modelos dessa fornada 15-16 – vai saber…
    Outra coisa que me incomodava era a desvalorização perante ele mesmo, modelo 0km. Hoje em dia um carro igual sai por 101 mil reais! Se eu quisesse comprar um Corolla apenas dois anos mais novo, teria que desembolsar cerca de 22 mil, o que mostra que se toyotas não desvalorizam em frente à concorrência, perdem muito valor dentro da própria concessionária devido ao constante aumento de preços.
    Por outro lado, eu fazia 9 com litro tranquilamente na minha cidade, fiz uma revisão de uns 350 reais (bem barata) e o revendi em 3 dias.
    Entendo a proposta do veículo, mas não o teria de novo por cem mil reais de forma alguma. Talvez se custasse uns 20 mil a menos…
    Depois dele comprei um A4 Ambiente 2015 por pouca coisa a mais que os 79000 que peguei na venda. Um espetáculo de carro, você ia adorar. E uma dica: Fuja de Premium zero, não tem necessidade. Dá pra encontrar facilmente carros com dois anos de uso, na garantia e menos de 10 mil km (comprei o meu com 8 mil), já desvalorizados, revisados em concessionária, COMPLETOS e idênticos aos zero km. Pesou no bolso a manutenção na Audi, mas depois descobri uma oficina alternativa especializada em alemães aqui em Belém que cobra valor justo, então estou entusiasmado para comprar outro veículo do tipo (porém altinho) no fim do ano, já que me desfiz do Audi há 6 meses porque acabei precisando de uma caminhonete.

    Abraços.

  • Bruno Silva

    Gostei do relato. Hoje creio ser uma boa compra ainda, vem com bastante itens de segurança de série, e a lista de série não deixa em nada a desejar perto dos rivais. O Corolla anda bem e é econômico, manutenção tranquila, é o carro pra quem não quer dor de cabeça.

    • Ernesto

      Acho que você simplificou bem o porquê do Corolla vender bem.

  • Audi a5

    Parabéns pelo relato. Para quem “trabalha no judiciário e precisa substituir colegas” em Comarcas sem titular, como vc disse e tb é o meu caso, colocando carro na estrada direto, precisa de algo que lhe dê mais Paz do que emoção. Para isso comprei uma picape diesel usada, mas um corolla tb vai mui bem para esse fim.

  • Bill Guidoni Ferrari

    Tudo é uma questão de gosto, necessidade e poder de compra. Todos esses sedãs médios são bons. Mas cada um atende a um determinado público. O que falta em um tem no outro…. Questão de compra de importados ou usado ou semi novo é a mesma coisa. Tudo tem ponto positivo e negativo é só você medir o que é bom pra vc e fazer o negócio. Não criticar a escolha do outro que tem opinião diferente da sua.

    • Wanderson Bonifacio

      Parabéns pelo seu comentário.
      As pessoas têm necessidades diferentes, mas muita gente não entende isso.
      Já vi pessoas que compraram um hatch médio chamarem de burras as que compraram um SUV compacto.
      Que direito a pessoa tem de ofender a outra só porque não comprrou o tipo de carro que ela acha melhor?

  • Bruno Costa

    “você poderia ter comprado um carrão importado usado nesse preço, burro”

    É o que você mais vai ouvir. A galera esquece que uma 320i de 2011/2012 (mais ou menos o que você pagou no Corolla) dá muito mais gasto e é muito mais difícil de manter. O seguro é praticamente o dobro, as revisões na CSS podem chegar a 3x o valor, qualquer peça custa mais de 1k… Pra ter carro premium, tem que ter condições de ter um carro premium, não é ter o dinheiro pra comprar um e só isso. Pior é quem compra esses carros pra deixar sem seguro e sem fazer revisão em autorizada, aí é lambança em cima de lambança.

    Não compraria um Corolla como você, mas parabéns pela compra, o carro parece que vai te servir bem nesse meio tempo. Só deu uma chateada na parte que você disse que pode ir pro segmento de SUV, cara, não faz isso, por favor, não incentiva essa moda HAHAHA

    • José Antonio Dos Santos Barbos

      BMW é carro de alto custo de manutenção mesmo nos padrões americanos. No Brasil, se o cara quiser ser muito ousado, é Mercedes ou Audi básicos e olhe lá.

    • Cristiano Moreira

      Eu tenho um amigo que eh meio exibicionista e comprou uma 320 com uns 3 anos de uso. Adorava postar foto dentro do carro com interior todo bege, tals…
      Na primeira visita na concessionária, caiu a ficha com a conta e vendeu o carro logo em seguida.
      Comprou uma CRV semi-nova.

    • Edson Fernandes

      Essas BMW com motor 2.0 tem um problema sério na lubrificação por conta de nossa gasolina. Eu não cogitaria comprar as versões aspiradas.

  • Gostaria de sugerir dois SUVS que o Sr não citou mas acredito que sejam boas opções, Peugeot 3008 THP 1.6 165CV AUT6 e Subaru Forester XT 2.0T 240CV CVT -Symmetrical AWD e motor BOXER.

    • Edson Fernandes

      @disqus_DIrloki634:disqus

  • Cleyton

    Ótimo carro, e ainda tem revenda garantida e ótima reputação e fama de inquebrável como o Civic.

  • Robert

    Apenas para ratificar, vc provou no seu relato que o corolla continua a mesma porcaria de antes. Preços altos, pouco retorno e o famoso barulho do painel irritante. E olha que eu pensava que isso era coisa de carro 1000, mas o xei tá no mesmo nivel de degradação. Cometer o primeiro erro é normal, volta-lo a repetir é burrice, mas vc não cometerá esse vacilo como dito. Parabens pelo testemunho e pelas verdades que a toyota esconde!!

  • Leonardo Lima

    “e somente rodei na pista uma vez por conta de óleo, e isso há um bom tempo.” — então, amigo, o ESP tá lá pra te ajudar justamente nessas situações. Você nunca bateu, mas tem sorte de estar vivo, poderia ter sido diferente em um carro com ESP. Todas as suas opções de compra em 2015 tinham o equipamento, inclusive o Civic LXR que custava R$10 mil a menos. Sua escolha só se justifica se você relativizar a importância do ESP, o que seria uma abordagem muito equivocada.

    • Leonardo Lima

      Eu rodei em uma situação muito semelhante à sua. Carro popular, velocidade acima do prudente, pisei levemente no freio na hora errada e já era… rodei 360º e parei no acostamento da pista contrária sem bater em nada. Salvo pelo acaso, 100% culpa minha. No meu caso, sim, o ESP teria evitado o problema. Sabendo disso, naquele dia coloquei como meta pessoal comprar um carro com o equipamento. Cumpri essa meta e pretendo nunca mais voltar atrás.

      • Leonardo Lima

        Uma pesquisa feita na Austrália, onde o ESP é obrigatório desde 2011, concluiu o seguinte.

        O ESP reduz a ocorrência de acidentes:

        com carros de passeio em 25%,
        com carros 4X4 em 51%,
        com ferimentos a ocupantes de carros de passeio em 28% e
        com ferimentos a ocupantes de carros 4X4 em 66%.

        “Nenhum outro dispositivo de segurança ativa tem tamanho potencial para a redução de acidentes.” “O maior avanço em segurança automotiva após a introdução dos airbags”.

        Consigo entender quem diz que ESP não é panaceia, que nada substitui a prudência do motorista, mas daí a dizer que é desnecessário…

        • José Antonio Dos Santos Barbos

          ESP é superestimado, especialmente num sedan, que é o estilo de carroceria mais “na mão” que alguém pode ter. Tanto que, não por coincidência, chevette é o queridinho para quem quer aprender a dar cavalo de pau. Salvo, claro, se você quiser ultrapassar os limites ridículos de velocidade no Brasil. Mas dada a indústria da multa, a 80 km/h só dá para rodar em casos muito específicos.
          Aliás, nesta frase sobre os Air-bags, o ABS surgiu antes? Este, sim, me parece ser a gigantesca evolução em segurança ativa.

          • Leonardo Lima

            Superestimado? Talvez. Desnecessário? Nunca.

        • cepereira2006

          Gostei, comentário do ano. Segurança nunca é demais. Uma vez estava apressado e entrei meio distraído em um acesso a elevado em uma velocidade incompatível. O bicho deu um trancão, tipo um saculejão que me colocou na trajetória da curva bem certinho. Já achava importante antes de precisar, tanto que comprei o carro com o item. Depois de precisar então… Não compro mais carro sem ESP. É tipo um seguro, o melhor é nunca precisar usar. Mas se der m…, ele vai estar lá para ajudar.

      • Alessandro

        Oleo o ESP nao faz milagre, se for o caso de pegar so 2 rodas ou uma ele até consegue segurar mas se 3 ou 4 no oleo nao tem milagre a rodada é garantida, já peguei oleo em estrada na curva e so nao rodei pq estava devagar e passei reto indo parar no acostamento, mas quase cai na valeta.

        • Leonardo Lima

          Realmente, milagre é com Deus, mas vamos reformular o problema. Sabendo que a vida te oferece uma poça de óleo na próxima curva, prefere entrar nessa briga com ou sem ESP?

          • Edson Fernandes

            Se for mesmo oleo, pode ser com ou sem ESP, ele não vai te salvar de nada…

            Se for como sua situação de distração, ele irá atuar e te auxiliar a retomar a trajetoria. Já que citamos esse assunto, vou dizer do meu carro que o possui. Estava eu na rodovia Raposo Tavares e com uma certa distancia (nao ando colado no carro da frente) de um Celta. E eu percebia… o Celta na reta se distanciava porque acelerava e na curva frenagem forte.

            Então ficou naquela cena dele se distanciar e frenagem forte e eu me aproximava. Em uma das curvas, ele já estava no limite da via e eu mais proximo, só que ele no meio da curva não esperava a curva fechar mais e ele tomar um susto. Como a curva era para a esquerda, o carro naturalmente foi puxado para a direita em direção a mureta. O que o rapaz fez? Se desesperou e pisou com tudo no freio saindo de lado, esparramando de lateral e por pouco não teve um acidente. O que eu fiz? Na hora que vi pisei no freio… joguei pro sequencial (meu carro é automatico) e além da redução fui freando, em um determinado momento em que me aproximava fui freando mais forte e quando naquela situação freei pra valer (porque senão eu iria bater), senti a traseira saindo e pensei… “agora eu vou bater”.

            Nem tentei corrigir a trajetoria, achei que fosse sair de traseira ou que simplesmente enchesse em cheio o Celta. E que para minha surpresa, o carro deu uma rabeada rapida e corrigiu a trajetoria (senti a atuação da frenagem maior nas rodas da esquerda) e ao seguir depois do susto, vejo o computador de bordo indicando a atuação do ESP. (um icone de carro desgarrando)

            O cara do Celta joga pra direita pedindo desculpas e reduzindo velocidade e eu seguindo o rumo.

            • Leonardo Lima

              Será que não salva mesmo, Edson? Eu evitaria fazer afirmações categóricas assim. O resultado final (acidente evitado) depende de uma multiplicidade de variáveis (quantidade de óleo na pista, velocidade do veículo, diâmetro da curva, etc.), que não temos condições de aferir em uma discussão abstrata. Do mesmo jeito que não podemos garantir que ESP é salvação certeira, não podemos afirmar com certeza quais situações ultrapassam o limite do sistema. Talvez no meio da emergência, a mínima intervenção eletrônica já seja o suficiente para evitar o acidente por um fio. Quem sabe? O que podemos afirmar com certeza é isso: se tenho de enfrentar uma emergência, tenho (muito) mais chances de êxito com o ESP do que sem. Pra mim, isso já basta pra considerar o sistema imprescindível.

              • Edson Fernandes

                Vamos lá colocar uma situação mais usual em outros países: Gelo.

                Experimenta estar andando com um local em que o degelo começa a acontecer e cria-se uma camada fina de gelo. Nem o carro mais seguro do mundo com até mais tecnologias que o proprio ESP salva.

                Se vc pegar um trecho onde vc perca aderença de um dos lados do carro, a chance de conseguir algo pode acontecer, mas é incerta. Agora, se vc perde tração de um eixo? Vc vai rodar tendo ESP ou não.

                • Leonardo Lima

                  Curiosamente, o gelo é condição de pista que as fabricantes escolheram pra divulgar a tecnologia. Tá cheio de vídeos na web de testes do alce em lagos congelados na Suécia.
                  Mas aí a gente volta pras variáveis… São muitas as combinações possíveis de neve, gelo duro, gelo fino, degelo recente, etc. Qual combinação exata de tipo de gelo +velocidade +diâmetro de curva que ultrapassa o limite do sistema? O que não dá pra falar é que NUNCA o ESP vence o gelo, a prova disso são esses vídeos na web.

                  • Edson Fernandes

                    Sedisser desses videos e se basear neles apenas, podemos brincar de postar videos que tbm com ESP em uma condição que teoricamente seguiria os testes e o carro perde a tração…

      • Edson Fernandes

        No seu caso vc teria rodado igual. O ESP auxilia qdo há possibilidade de compensar alguma roda que perde ou está perdendo tração. Ele compensa na frenagem em outra roda que tenha contato com o solo. Se o seu caso foram as duas traseiras, nem ESP iria lhe ajudar. Seria mais no caso do Leonardo mesmo.

    • Rodrigo Alves Buriti

      Cara, tenho ESC nos três carros de casa.
      Mas uma coisa é certa, começou a rodar ele não faz milagres não….. até ajuda a evitar, porém depois de um certo ponto pode “rezar”.

  • Lucas086

    Gostei do relato, meio técnico, objetivo… não gosto do corolla, mas assumo que é um carro que quase todo brasileiro sonha: manuteção barata e boa liquidez, tanto em valor quanto em tempo para revender.

  • Gheorge Pessatto

    Tenho um Corolla Altis 15/16, também tirado 0km em dezembro de 2015. Quanto a desvalorização o meu sofreu absurdamente. Fipe quando comprei 103 mil. Fipe hoje 82 mil. Também 1 ano e 8 meses de uso.
    Quanto aos barulhos internos…cansei de levar na concessionária e nada resolver. Já foi desmontado o painel diversas vezes…por fim trocaram o painel inteiro. Nada adiantou. Depois passou a apresentar barulho no banco do caroneiro, que já foi “arrumado” várias vezes sem solucionar o problema.
    Tirando a parte de que a mecânica é confiável e manutenção barata…o carro não vale o investimento. Não compro outro Corolla, ainda mais com o valor atual de carro de luxo.

  • RED883

    Troquei de carro mais ou menos na mesma época, julho 2015. Cheguei a fazer o teste no Corolla, mas preferi, por 85K o Golf confortline com teto solar e pacote elegance.
    O Corolla é bom de andar, o botão sport dá uma melhorada, mas para o meu gosto, o Golf com o conjunto mecânico 1.4T+DSG saiu vencedor.

    • José Antonio Dos Santos Barbos

      Lembro de um colega que pegou o alemão 1.4 (acho que Highline) a 73k. Nem pedi para dirigir porque sabia que iria à falência, mas que baita carro, que anda muito e bebe pouco.

  • José Antonio Dos Santos Barbos

    A questão de comprar um carro (importado ou nacional) usado é, principalmente, procedência. Motorista brasileiro é um caso à parte. Já vi quem passava mais de dois anos sem trocar óleo, como confiar que vai pegar, por exemplo, um automático e tomar os cuidados básicos que uma caixa assim exige? Se fosse de alguém que conhecesse, aí sim pegaria de olhos fechados, pagaria até acima de FIPE. Mas no escuro, não dá. Se alguém desfaz de um carro, salvo raras exceções, é porque teve algo muito frustrante.

  • Carlos

    Excelente relato!!

  • Wanderson Bonifacio

    A fama do Corolla fez-se, não por ser um carro maravilhoso, e sim por ser competente e confiável. A maioria dos sedans das outras marcas em algum momento decepcionaram seus clientes: Marea, Jetta 2.0 8V, C4 Pallas, Vectra, Cruze 1.8, Focus PS… Quem já sofreu com um desses carros, dificilmente compra outro da mesma marca. O Corolla, e o Civic também, se mantém tanto tempo no mercado, vendendo bem, justamente por não ter havido nenhum problema sério que destruisse sua imagem.

  • Cincinato

    Chamar um cara de burro sem ter dinheiro na mão é inveja.
    Qualquer carro que você paga mais de 80 mil será uma boa escolha.

  • George Sousa

    Como faço para enviar o meu relato ?? Acabei de escrever o meu, um Ford Ka adquirido zero km em dezembro de 2014 que atulmente tem 93.000 km . Acho que ficou muito bacana o relato.

    • George Sousa

      A propósito seu relatao ficou ótimo. Temos um Corolla igual a esse seu em casa e concordo muito com suas opiniões a respeito dele..

    • George Sousa

      A propósito seu relatao ficou ótimo. Temos um Corolla igual a esse seu em casa e concordo muito com suas opiniões a respeito dele..

  • Vandeilson Pontes

    Boa noite, a única coisa que não entendi foi a questão da direção descentralizada, alguém poderia explicar melhor?

  • Lorenzo Frigerio

    Corolla é o arquétipo do carro anti-autoentusiasta. Talvez um Sentra tivesse sido uma melhor opção. Mas para mim teria de ser VW, provavelmente um Jetta 1.4 TSi.

    • Edson Fernandes

      E o Sentra é um carro para auto entusiasta?

  • vikey

    Parabéns pelo relato! Muito bem escrito! Leitura agradável demais

    Em minha opinião o Corolla é o que uma vez disseram no Acelerados:

    “O Corolla não é o melhor em nada, mas é bom em tudo que faz”

  • Fabricio

    Fusion awd… Vai nele como proximo… Garanto que vai gostar…

  • Guilherme Macieski

    Parabéns ao autor do post pela sensatez e discernimento. Também tenho um Corolla 14/15, adoro meu carro e concordo com absolutamente todos os comentários e impressões. Já ouvi também muita burrice do tipo “carro é bem de consumo”, “carro é descartável”, “eu não compro carro para os outros por isso não me preocupo com desvalorização”, “você poderia comprar um carro muito mais t…. com esse valor”, e por aí vai, penso que os que proferem estes comentários devem nadar em dinheiro, por que não está fácil ganhar dinheiro e manter as coisas hoje em dia, ou estão jogando dinheiro pela janela que vai lhes faltar algum dia.

  • Brenno

    Bacana o relato. Falou exatamente o que pensa do carro. Adoro meu MK5, mas sei que ele também não é perfeito.
    Como no momento minha situação não permite ir a um patamar de Civic e Corolla, optei por um Sedan já meio esquecido mas que me agradou bastante: Vectra B, ano 2001. Claro, é um carro já bem usado, com quase 20 anos e 140 mil km. Porém, dentro do meu orçamento de 15 mil é uma das escolhas mais racionais e felizes, porque não, que fiz. Sim, o 2.2 está anos luz atrás do 2.0 do Corolla kkk.
    Só complementando: um amigo meu tem um Corolla 2008. É um bom carro, extremamente confortável, e o câmbio de 4 marchas dá conta tranquilo. Porém, não sei se é característica de todo Corolla, mas acho muito anestesiado. Diria que o Civic tem o prazer em dirigir que busco, mas não tem o conforto do Corolla. Já o Vectra tem o prazer em dirigir do Civic e mais conforto.
    Hoje, acho que pra quem não pode superar a barreira dos 20 mil reais, tem boas opções como Vectra, Ômega, Focus, Bora e, porque não o Marea (desde que bem cuidado)?
    E hoje, se tivesse opção de 0km, iria de Golf 1.4 Manual.

    Abraço!

  • Migaojb

    Agradeço o seu relato! Muito cuidadoso e sincero. Vendi o meu carro há quase dois meses e até agora não achei um vendedor decente e que saiba o que está fazendo. Também faço atendimento ao público e sei o quão importante é dar uma boa prestatividade. Você me tirou muitas dúvidas sobre o corolla e câmbio CVT. Muito obrigado.

  • Lucas Nascimento

    O Jetta 2.0 TSI põe esse Vovorolla no chinelo no quesito esportividade e segurança.

    • Lucas Nascimento

      O Jetta 2.0 TSi que é o top de linha e tem 220cv e 35 de torque, 8 air-bags, suspensão mult-link, cambio de dupla embreagem de 7 marchas, está no site da Volks por R$ 99.900.

      E o Vovorolla Altis o top de linha, que tem 150cv e 20 de torque, e com suspensão com eixo de torção igual ao do Onix, está no site da Toyota por 110,000 Reais.

      E detalhe, O Jetta obteve 5 estrelas no Latin e EuroNcap.

      .

      • Charlis

        Aonde vende esse Jetta de 220cv e 7 marchas ?

        • Edson Fernandes

          E os 8 air bags? (tem de joelhos e eu não estou sabendo?)

    • Ailton Maschio Gomes

      Já começou…

  • Speed Racer

    Digamos que o vc fez um bom investimento no Toyota Corola, mas por ter apenas 28 anos acho que iria gostar de Jetta Highline com o seu 2.0T. Quem experimenta não resiste…

  • Janderson von Neumann

    Olha, achei boa a avaliação, mostra de forma clara e sucinta os pontos fortes e fracos do carro. Eu, tô falando eu mesmo, sou um ferrenho crítico da Toyota e do Corolla, eu não gosto do carro de jeito nenhum, acho até bonito externamente, internamente eu não gosto nem um pouco, outras coisas que me fazem não gostar dele é justamente o fato de ser caro e pouco equipado, falta muita coisa nele que eu não abro mão hoje em dia, por mais fúteis que sejam, tipo teto-solar, faróis direcionais, xenon, bancos com boa pegada, etc…., mas isso é gosto meu, se o colega está satisfeito com o carro isso é o que importa, a única coisa que me irrita é aguentar os fanboys falando que Corolla é pica das galáxias que não precisa nem trocar o óleo, não faz barulho algum, faz 22 km/l, chega a 300 km/h e tu compra ele por 100 mil usa por 3 anos e vende por 220 mil, ah não, isso não tolero. Agora falando sobre o tal desalinhamento do volante, é mais que natural, e digo com experiência própria, dos últimos carros zero km comprados aqui em casa, todos, isso desde 2008, absolutamente todos, vieram com o volante fora de centro, não sei o que fazem nas fábricas, pois foram nesse período, 1 Prisma, 2 Vectras e agora de uns 2 anos pra cá, em 2015 comprei um Focus e um Fiesta, e 2016 um Fusion, todos com volante desalinhado, não é sem geometria não, a geometria tá correta, pode-se largar o carro em uma reta que ele não puxa nada para nenhum lado, só o volante fora de centro, e eu como sou muito fresco com esse detalhe não tolero isso, pois eu sou daqueles que está andando numa via reta eu olho para o volante e tenho que ver o símbolo da montadora bem retinho e o volante alinhado, senão tira o tesão do carro, então, desde 2008 eu peguei uma prática que estou fazendo, tiro o carro 0Km, calibro os pneus pra ver se não é falha na calibragem que sempre vem incorreta da concessionária, se não adianta e o volante ainda tá torto eu vou na melhor auto-center que tem, aqui em Porto Alegre eu vou direto na Excelsior pneus, que tem alinhamento a laser 3D, peço apenas pra alinhar o volante, cobram 70 reais, e também já calibro os 4 pneus com nitrogênio, e fim dos problemas, é muito bom poder andar com um carro com o volante hiper retinho, não tem satisfação maior, e não me incomodo mais, aí alguém vai dizer, porque se comprou 0km não volta e reclama na concessionária?, porque ninguém sabe fazer isso direito, prefiro peder um pouco de $$ e levar num lugar top e ficar junto do que me estressar em concessionária e ficar pior, aém disso, onde vou eu fico sentado dentro do carro segurando o volante do jeito que eu quero, e o alinhador faz o resto, é a melhor coisa a se fazer, fica a dica.

  • Eduardo Kalisz

    Obrigado pela publicação, achava que eu era um azarado, também tenho um corolla xei 15/16, comprado 0 km, hoje com 13 mil km e compartilho dos mesmos pontos positivos e negativos que comentaste, mas o ruído interno de painel, bancos, forração e portas é muito além do que já vi em outros carros, a ponto de já ter ido mais de 8 vezes na concessionária para tentar sanar o problema, ficou no total em torno de 15 dias em oficina só para isto, melhora na hora e volta novamente com o tempo, acredito ser um problema de construção e não tem como resolver. Só o que tenho a dizer é que a Toyota nunca mais vai ver meu dinheiro novamente. Meu carro anterior era um honda city EX 13/14, também adquirido 0 km, com quem foi bem feliz, não tinha nenhum problema de ruído interno, só o motor um pouco ruidoso em altas rotações e suspensão dura para as ruas da minha cidade (Porto Alegre).

  • Matheus

    Ótimo relato! Mas é isso: sempre em algum aspecto, o carro vai ficar devendo, nos desfizemos do Hb20 (premium 16/16) por conta do consumo exorbitante. Vimos todos os carros até R$70.000,00 com cambio automático e sempre algum, iria ficar devendo algo para o Hb. Acabamos comprando um C3 Exclusive at6 17/18 (um dos carros com mais mimos e itens nessa faixa de preço) e dar a chave pro frentista na hora do abastecimento, fechar os vidros do carro antes de trancá-lo não ter repetidor de pisca na lateral e não rebater os retrovisores eletricamente, me deixa um pouco confuso, tirando o último item, todos são baratos e para um carro considerado “hatch premium” (não gosto dessa categoria) sem duvidas que deveriam vir.

  • Elinho Casagrande

    Corolla é um ótimo carro pra quem não quer emoções e despesas. Como meio de transporte eficiente e econômico, imbatível. Mas é muito caro pro que oferece.

  • Johnny Boris

    Grande avaliação. Vai ajudar muito a rapaziada.

  • MG

    O leitor que relatou deve ser juiz substituto no interior do Paraná.

  • Migaojb

    Eu novamente! O seu texto me encorajou a fechar negócio hoje sobre o meu novo carro. Valeu mesmo. Ajudou me muito.

  • GPE

    Isso sim é um relato (e nao um q teve aqui dias atrás).
    Sobre o desejo de ter algo do trio alemão, apenas o A3 é ridículo de pelado na versão mais barato.
    320 e c180 são bem completos. Um tem mais motor e o outro é mais moderno

  • Ivo Petris Jr

    Mendes, gostei muito do seu review. Como vc colocou como meta pra vc “proximo carro será turbo”, havia colocado a mesma para mim. Mas fui em busca de um carro de nova geração, pensando em reduzir a desvalorização devido a facelifts e modelos em fim de geração, portanto me ative a Corola, Civic e Cruze. Fui as compras tendo o Civic no coração, mas após os testes de dirigibilidade e a percepção de qualidade, cheguei na conclusão que o Cruze é o melhor custo benefício dos 3 e de “quebra” tem o turbo! Acabei comprando a versão LT por 89mil, e estou com 500km e o carro tem me surpreendido dia após dia. Esta versão deixa a desejar pela falta de algumas coisas que seriam basicas num carro de 90mil como farol de led, sensor crepuscular e de chuva, além da chave presencial. Todavia, observando o seu perfil e o seus gostos acredito que este novo cruze vá lhe agradar em cheio. Então fica aqui a sugestão: vá fazer um teste e me diga o que achou. Quem sabe a versão LTZ usada seja sua pedida? Fiquei na LT 0km devido a taxa zero do financiamento.e aceitar 2 carros no negocio por um bom valor em relação a Fipe.

    • Mauricio Antonello

      Nessa faixa de preço é a melhor opção, já deu uma olhada no Corolla GLI? tem o mesmo valor do Cruze, realmente uma vergonha.

  • Eduardo Edu

    Faz 10 anos que comprei um Corolla XEi 08/09 (nova geração). Carro bom. É o carro que mais sinto saudade. Costumo dizer que me acostumei com a felicidade da tranquilidade e passei-o para frente. Leve isso em consideração. Depois passei por dois Ford Fusion 09/10 e 13/13 Titanium) e agora um A4 Ambiente 17 depois de me decepcionar demais com a Ford que não tem a menor condição de lidar com o mercado “premium”. Atendimento na Toyota sempre foi exemplar. Na Audi também é bom, mas beira o puxasaquismo.

  • Peter Bishop

    A Fipe pode até ser 79, o que dá uma “falsa” ideia de pouca desvalorização. Contudo, quem procurar acha por 73 e na boa vai levar por 70/71. Então, me parece que a desvalorização é sim na média das demais.

  • Thiago Portela

    Texto muito bom!

  • Fernando

    Eu tinha um Corolla igual a esse. Troquei por um Cruze e me arrependi. Este Corolla é uma delicia de dirigir.

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