Fiat Hatches História Populares

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)
Fiat Palio Fire 2014

O Palio Fire faz parte da estratégia da Fiat para oferecer carros relativamente um pouco mais em conta aos consumidores.

Ao invés de projetar carros pensados para serem modelos verdadeiramente de entrada, como acontece hoje com o Fiat Mobi, a marca vendia versões antigas de seus populares a preços menores. Isso aconteceu, sobretudo, com o Fiat Palio Fire.


O Palio Fire começou a ser vendido no ano de 2002 como uma estratégia da Fiat para oferecer um Palio mais acessível aos consumidores.

Para tal, ele trazia uma lista de equipamentos para lá de enxuta, sem ao menos para-choques sem pintura e cintos de segurança laterais traseiros retráteis (os cintos ficavam jogados no banco e precisavam ser ajustados manualmente).

Esse modelo básico foi mantido em linha por nada mais, nada menos que 15 anos. O motivo? Apesar de ser o mais simples da gama, o Palio Fire era um verdadeiro sucesso!


Para se ter uma ideia, o modelo respondia por mais da metade do volume total de vendas do Palio, superando a “geração” mais nova com sua gama de versões mais ampla, sendo que o Palio Fire tinha somente duas configurações, com duas ou quatro portas.

Tal estratégia foi usada também no Uno Mille, que foi mantido em linha mesmo após a chegada do Novo Uno. Outras marcas também tiveram a mesma ideia, como é o caso da Volkswagen com o Gol G4 e da Chevrolet com o Corsa Classic, por exemplo.

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Palio Fire – detalhes

Como deu para notar com os dados acima, a Fiat aplicou uma boa estratégia em sua linha ao oferecer o Palio Fire como um de seus populares mais em conta à venda no mercado brasileiro.

Não só por ofertar com usar um modelo já existente, mas com menos equipamentos, para chegar um preço menor, como também por usar uma das “gerações” mais aclamadas do Palio.

Na realidade, o Fiat Palio teve somente duas gerações no mercado nacional.

A primeira foi lançada em 1996 e foi comercializada até 2017, sendo que neste intervalo ela recebeu nada mais, nada menos que quatro reestilizações e alguns outros retoques entre elas. Já a segunda foi anunciada em 2011 como “Novo Palio” e saiu de linha no fim de 2017.

E uma das mais queridas do público foi a primeira geração em sua segunda reestilização, marcada pelos faróis com formato anguloso que casa bem com o restante do conjunto. Falando mais especificamente da última leva do Fiat Palio Fire, o modelo tinha um desenho bem acertado e um interior que abusava dos plásticos.

Entre os destaques, o Palio Fire contava com grade dianteira com detalhes cromados, faróis com componentes internos igualmente cromados, lanternas traseiras com lente escurecida e opção de rodas de liga-leve de 14 polegadas.

Todavia, maçanetas e retrovisores, por exemplo, não contavam com pintura na cor da carroceria.

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Um dos diferenciais do carro eram as portas com revestimento de tecido (mesmo que simplório demais), algo interessante frente ao Volkswagen Gol G4, por exemplo, que tinha os painéis de porta sempre de plástico de qualidade duvidosa.

Todavia, a Fiat optou por substituir esses painéis de porta com tecido por peças todas de plástico como tentativa de reduzir os custos de produção no último facelift do hatch popular.

O espaço interno do carro é adequado para quatro pessoas, graças ao entre-eixos de 2,37 metros. O túnel central elevado demais prejudicava a acomodação de uma terceira pessoa no banco traseiro.

Já o porta-malas acomoda algumas bagagens em seus 290 litros de capacidade, um volume equiparável a de hatches vendidos atualmente e superior até ao do novo Mobi, que comporta somente 235 litros.

O Palio Fire de entrada tinha uma lista de equipamentos para lá de enxuta, com somente airbags frontais, freios ABS, barras de proteção nas portas, coluna de direção com deformação programada, cintos de segurança laterais retráteis de três pontos, econômetro, retrovisor interno com função dia/noite, direção hidráulica, vidros verdes, rodas de aço aro 13 com pneus 165/70 R13, entre outros.

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Palio Fire – novidades ao longo dos anos

Lançamento do primeiro Palio Fire em 2002

Como sucessor do Palio Young, o Fiat Palio Fire foi anunciado em maio de 2002, passando a ser o Palio mais em conta da Fiat no Brasil.

O modelo nada mais era que um Young reestilizado, mas com o mesmo interior do modelo antigo e acabamento mais simples que o do Palio EX da época.

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Para ser o mais barato, o carro abria mão de alguns recursos. Ele contava com para-choques sem pintura, por exemplo.

Já itens como airbags frontais, freios ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros e travas elétricos e limpador traseiro eram opcionais.

O motor do Fiat Palio Fire era um 1.0 8V de até 55 cavalos. O carro podia ser adquirido pela internet com preço de R$ 14.650 na versão duas portas ou R$ 15.583 na quatro portas, já com frete incluso.

Na rede de concessionárias, os preços eram de R$ 14.900 e R$ 15.900, respectivamente.

Palio Fire 2004 com visual e interior de 1996

Em 2004, o Fiat Palio recebeu sua segunda reestilização.

Todavia, o modelo Palio Fire permaneceu sendo ofertado com o mesmo visual do modelo, bem como o interior usado pelo modelo desde 1996. Por a partir de R$ 20,8 mil, ele era comercializado com um motor 1.0 8V de 65 cv, câmbio manual de cinco marchas e carroceria de duas ou quatro portas.

Por ser o Palio “pé-de-boi”, o modelo Fire contava com itens como painel de instrumentos somente com velocímetro, hodômetro total e marcador do nível de combustível, para-choques sem pintura, retrovisores externos sem regulagem interna, cintos de segurança traseiros não retráteis, entre outros.

Linha 2007 com nova carroceria, mas interior antigo

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As primeiras grandes mudanças visuais do Palio Fire surgiram somente na linha 2007. O carro herdou o visual da terceira “geração” do hatch compacto, enquanto o modelo principal (mais sofisticado) adotava na mesma época sua quarta reestilização.

Por outro lado, o interior seguiu sem mudanças. A cabine do carro era a mesma do modelo antigo, com plástico no painel e uma boa área revestida de tecido nas portas.

Como opcional, contava com airbags frontais, freios ABS, vidros e travas elétricas, ar-condicionado, direção hidráulica e limpador e desembaçador do vidro traseiro.

Na época, o Palio Fire respondia por nada mais, nada menos que 60% do total de vendas do Palio no País.

Estreia do Palio Fire Economy em 2009

Seguindo os passos do Mille Economy, a Fiat anunciou o Palio Fire Economy em março de 2009.

O carro adotou algumas mudanças para promover maior economia de combustível, como painel de instrumentos com econômetro, um indicador analógico de consumo instantâneo de combustível.

Ele adotou ainda novas calibrações no motor e pistões e coletor de admissão renovados. Segundo a marca, o Palio Fire Economy ficou até 9% mais econômico que o anterior.

O modelo passou a contar também com para-choque com parte inferior na cor cinza, nome “Economy” na tampa do porta-malas e grade dianteira na cor da carroceria.

Fora isso, os preços ficaram mais em conta em cerca de R$ 700, passando para R$ 24.290 para o Palio Fire Economy duas portas e R$ 25.860 para o Palio Fire Economy quatro portas.

Retoques estéticos no Palio Fire Economy 2011

Em maio de 2010, o Fiat Palio Fire Economy 2011 estreou com mudanças sutis.

O carro nas carrocerias de duas e quatro portas receberam direção hidráulica de série e também uma nova grade frontal superior cromada, nova tomada de ar frontal inferior, novas lanternas traseiras escurecidas, novas calotas, novo revestimento dos bancos e novos painéis de porta.

O carro adotou também um novo kit, o Celebration II, composto por vidros dianteiros e travas elétricas e ar-condicionado. Seu preço inicial era de R$ 26.570, passando para R$ 28.330 na versão quatro portas.

Estreia da série especial Itália em 2013

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E como de costume entre todos os carros da Fiat, o Palio Fire também teve seu “momento de fama” com séries especiais lançadas pela marca.

Uma delas foi o Palio Fire Economy Série Itália, anunciado pela empresa em setembro de 2013 com preço inicial de R$ 31.580.

O Palio Fire Economy Série Itália tinha direito ao emblema da série especial nos para-lamas dianteiros e nos encostos dos bancos dianteiros, faróis com máscara negra e anel cromado, minissaias laterais, rodas de liga-leve de 14 polegadas, retrovisores e maçanetas pintados na cor da carroceria, faróis de neblina, vidros dianteiros com acionamento elétrico, ar-condicionado, direção hidráulica, entre outros.

Ele oferecia também comando interno para os retrovisores externos, cintos de segurança laterais traseiros retráteis de três pontos, apoios de cabeça no banco traseiro, porta-óculos e painel de instrumentos com conta-giros.

O motor era o conhecido 1.0 8V Fire flex, com câmbio manual de cinco marchas.

Série especial Palio Fire Rua em 2014

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Outra série especial da linha Fiat Palio Fire foi a “Rua”, que chegou em setembro de 2014.

O modelo, anunciado pós-Copa, contava com detalhes visuais e de acabamento exclusivos, além de uma lista de equipamentos de série mais recheada por R$ 33.080. Ele foi ofertado somente na carroceria quatro portas.

No visual, o Fiat Palio Fire Rua trazia os adesivos “Rua” nos para-lamas dianteiros, adesivos “Bandeira” nas colunas traseiras, faróis com máscara negra, lanternas traseiras escurecidas e revestimento em preto fosco nas colunas centrais das portas.

O interior oferecia painel de instrumentos com conta-giros e bordado exclusivo com o nome “Rua” nos encostos dos bancos dianteiros.

Ele era equipado de série com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros e travas elétricas, sistema de som com entrada USB, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, apoios de cabeça e cintos de segurança laterais retráteis de três pontos no banco traseiro, entre outros.

Novo visual e versão Fire Way 1.0 em 2014

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No ano de 2014, a Fiat lançou o Palio Fire 2014 com boas mudanças.

Carro de entrada da marca naquela época, ele estreou por a partir de R$ 23.990 na versão duas portas e R$ 25.990 na carroceria quatro portas e com direito a alterações sutis no visual, mas com novidades significativas no interior.

Ele perdia também o sobrenome “Economy”.

Por fora, ele adotou faróis com parte interna cromada e grade com frisos cromados. Já o interior adotou o mesmo painel do Siena EL, com tomadas de ar arredondadas (de gosto duvidoso) e formas redesenhadas.

Ele adotou ainda painéis de porta inéditos, bancos com forração exclusiva, volante herdado do Idea e um painel de instrumentos com elementos compartilhados com o Uno.

Seguindo os mesmos passos dos irmãos Mille Way e Uno Way, o Fiat Palio na versão Fire Way 1.0 chegou como uma proposta mais “aventureira” para a linha do hatch popular. A novidade foi anunciada em março do mesmo ano com preço inicial de R$ 27.860, sempre na carroceria quatro portas.

Entre os diferenciais, o carro contava com faróis biparábola com máscara negra, lanternas traseiras escurecidas, molduras nas caixas de roda, rodas de liga-leve ou calotas diferenciadas, adesivos na parte inferior das portas e suspensão elevada em 15 mm.

O interior trazia bancos com o nome “Way” bordado nos encostos dos bancos dianteiros.

Fim de linha em 2017

Para abrir espaço ao subcompacto Mobi, o Fiat Palio Fire foi descontinuado pela fabricante italiana no começo de 2017 no mercado brasileiro.

O modelo foi mantido na rede de concessionárias por alguns meses, como forma de zerar o estoque, e pôde ser adquirido com bons descontos frente aos R$ 30 mil pedidos pela marca na configuração mais em conta.

Com isso, o Fiat Mobi passou a se posicionar como o automóvel mais em conta da Fiat.

Naquela época, o modelo subcompacto era oferecido por R$ 31,9 mil.

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Palio Fire – versões

  • Fiat Palio Fire 1.0 2002
  • Fiat Palio Fire 1.0 2007
  • Fiat Palio Fire Economy 1.0 2009
  • Fiat Palio Fire Economy 1.0 2011
  • Fiat Palio Fire Economy Série Especial Itália 1.0 2013
  • Fiat Palio Fire 1.0 2014
  • Fiat Palio Fire Way 1.0 2014
  • Fiat Palio Fire Série Especial Rua 1.0 2014

Palio Fire – preços

  • Fiat Palio Fire 1.0 duas portas: de R$ 11.022 (2003) a R$ 24.549 (2016)
  • Fiat Palio Fire 1.0 quatro portas: de R$ 12.175 (2003) a R$ 28.640 (2014)
  • Fiat Palio Fire Economy 1.0 duas portas: de R$ 15.292 (2009) a R$ 20.769 (2014)
  • Fiat Palio Fire Economy 1.0 quatro portas: de R$ 17.904 (2009) a R$ 24.163 (2014)
  • Fiat Palio Fire Série Especial Itália 1.0: R$ 24.592 (2014)
  • Fiat Palio Fire Série Especial Rua 1.0: R$ 28.227 (2015)
  • Fiat Palio Fire Way 1.0: de R$ 28.419 (2015) a R$ 32.810 (2017)

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Palio Fire – motor, câmbio e desempenho

O motor usado pelo Fiat Palio Fire é um 1.0 litro flex de quatro cilindros em linha e oito válvulas (duas por cilindro), pertencente à família Fire.

Esta sigla é referente a “Fully Integrated Robotised Engine”, utilizada pela marca italiana para designar sua primeira família de motores fabricados em sua nova linha de produção dotada de robôs.

Este propulsor “mil”, utilizado também em outros modelos da gama (como o Uno Mille) e encontrado até hoje em carros 0 km da Fiat, como é o caso das versões de entrada do Mobi e Novo Uno.

Ele entrega no Palio Fire uma potência máxima de 73 cavalos com gasolina e 75 cv com etanol, a 6.250 rpm, e torque de 9,5 e 9,9 kgfm, respectivamente, a 4.500 rpm.

A unidade é dotada de injeção eletrônica multiponto, comando de válvulas simples no cabeçote e correia dentada, além de taxa de compressão de 12,15:1.

O 1.0 8V Fire flex do Palio Fire trabalha juntamente com uma transmissão manual de cinco velocidades, com embreagem monodisco a seco, e tração dianteira.

De acordo com dados informados pela Fiat, o Palio Fire consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 13,4 segundos. Já a velocidade máxima é de 157 km/h.

Porém, vale ressaltar que esses números podem variar bastante conforme as condições e também o motorista.

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Palio Fire – consumo

O Fiat Palio Fire não se posiciona como uma das referências no quesito economia de combustível. Entretanto, ele pode agradar àqueles que buscam por um automóvel que não costuma pedir por tantas idas ao posto de combustível.

Ainda conforme os dados declarados pelo fabricante, o Palio Fire entrega consumo de 8,8 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada com etanol. Já com gasolina, as médias são de 12,3 km/l e 15 km/l, respectivamente.

Palio Fire – manutenção e revisão

Segundo o site da Fiat, a revisão do Palio Fire custa R$ 204 na de 10 mil km ou 12 meses, R$ 444 na de 20 mil km ou 24 meses, R$ 684 na de 30 mil km ou 36 meses, R$ 592 na de 40 mil km ou 48 meses e R$ 424 na de 50 mil km ou 60 meses.

Ou seja, as revisões do Fiat Palio Fire são adequadas para sua categoria e faixa de preço.

Além disso, a manutenção do carro também é relativamente barata e descomplicada, ainda mais pelo fato de ser um carro com bastante tempo de mercado e por compartilhar diversos componentes com outros carros da marca.

Palio Fire: detalhes, versões, motores, consumo (e manutenção)

Palio Fire – ficha técnica

Motor

1.0 8V Fire Flex

Tipo

Dianteiro, transversal e bicombustível

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

999

Válvulas

8

Taxa de compressão

12,15:1

Injeção eletrônica de combustível

Injeção multiponto

Potência Máxima

75 cv a 6.250 rpm

Torque Máximo

9,9 kgfm a 4.500 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco velocidades

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Não assistida ou hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço ou liga-leve de 13 ou 14 polegadas

Pneus

165/70 R13 ou 165/75 R14

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.827

Largura (mm)

1.634

Altura (mm)

1.433

Distância entre os eixos (mm)

2.373

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

400

Capacidade do porta-malas (litros)

290

Tanque (litros)

48

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

930

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,33

Palio Fire – galeria de fotos

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Nota média 4.6 de 5 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Fanjos

    Meu primeiro carro foi um Palio G2 2000/2001
    Primeiro e ultimo Fiat, depois nunca mais.

    • Maycon Farias

      Eu tive um Uno 93 em 2008 e depois nunca mais também. O único carro que eu compraria dela é o 500 ou Toro.

      • Daniel Muhamad Abdel Martello

        Eu sempre achei bem honestos o Palio e o Uno, muito melhor que a linha 1.0 da VW (pré 2012), linha 1.0 ford, e na minha humilde opinão, se equiparando em qualidade dos 1.0 da GM à época.

    • Hodney Fortuna

      Esse Palio é o meu segundo Fiat. Meu segundo e último carro da marca!

  • Lucho

    Um dos carros básicos mais bacanas. Apesar de arcaico, passa mais robustez e segurança que o Mobi. Era querido dos frotistas. Baixo gasto com manutenção. O velho Fire atendia bem os anseios do público que o possuía.

    • Phantasma

      Com certeza, Palio com carroceria projetada a 22 anos ainda é mais digno que aquilo que chamam de Mobi.

  • RPM

    Eu lí rápido o título….”Palio fire: História de terror”

  • Ricardo

    O principal problema de Uno e Pálio é a ergonomia, uma M, posição de dirigir é uma B, posicionamentos do volante, pedais e manopla são um lixo. Outro problema são os motores em baixa, muito fracos, depois que embalam até que vão, mas até lá … Única vantagem é que o Uno é resistente.

    • Matheus

      Além das saídas de ar condicionado centrais lá embaixo, que gelam o joelho dos ocupantes da frente…

      • ViniciusVS

        Saída de ar baixa era uma característica daquela época.

        Estranho é o Polo em 2018 ser assim

    • Matuska

      Medonho. Realmente pessoal comprava pela fama de ser resistente e manutenção barata. E só.

  • GM tb está com essa estratégia com Onix joy

  • Phantasma

    foi o princípe das empresas de telefonia. Já dirigi vários carros dessa linha Palio (Fire, Strada, Siena) e o que eu detestava são aquelas pedais molengas, estranhos, talvez com o tempo se acostume, mas eu achava uma porcaria.

  • tiago

    Tive um 08/09 “completo”, foi um excelente veículo, na época seus concorrentes eram o celta e gol GIV.
    A manutenção foi sempre preventiva e barata, em 5 anos rodei mais de 100 mil km gastei pouco e nunca fiquei na mão.
    De críticas, faltava o conta giros e as saídas do ar ficavam muito baixas.

  • Dod

    Perto do Mobi o Palio Fire parece um carro de luxo.

  • Joaquim Grillo

    Tive dois e posso dizer muito melhor que Gol que também tive

  • Maycon Farias

    Se houvesse novas gerações e não facelift sobre o mesmo carro de 96 talvez estaria ainda no top 3. Um nome forte mas a Fiat morreu na praia com ele.”Ele contava com para-choques sem pintura, por exemplo” , tempos sombrios no passado, me lembro que quase todos compactos tinham para-choques sem pintura pra economizar*

    • T1000

      Não acho tão sombrio, eu preferiria para choques sem pintura pq risca muito.

    • invalid_pilot

      Argo é o Palio com outro nome

  • Douglas Biângulo

    Palio Fire com direção elétrica, essa pra mim foi novidade, ainda mais em 2014. Mas ainda acho Palio superior ao Mobi.

  • invalid_pilot

    Palio e Gol são dois modelos que sempre achei mais ou menos.

    Prefiria o Celta!

  • jvfig

    Tive um 2005 fire, cara de g2.

    Pra época até que era competente no que se propunha, e por ser monocombustivel (só gasolina), tinha consumo bem melhor que os equivalentes flex. Unico problema era a suspensão alta e mole demais, estabilidade era bem ruim em curvas.

  • Filipe Casagrande

    Tivemos um Palio 97 branco e um 99 metálico. Pra época, o carro era muito bom. Tinha um design diferenciado dos demais que ainda eram quadradão e era mais alto que o gol da VW e o fiesta da Ford, gostoso de dirigir. O problema era o consumo de gasolina, gastadorzinho

  • fabio silva

    Meu primeiro carro e único ate hoje, comprei no final de 2014 duas portas branco pé de boi mesmo, tinha nada, queria o siena el ou novo uno, mas como tinha pouco score e era novo demais 21 anos e por cima financiado, na verdade aceiraria qualquer um, estava precisando muito, tava vindo um filho e construindo família. no geral o carro agrada, viajaria com ele pra qualquer lugar do pais sem medo de quebrar

  • Hodney Fortuna

    Possuo um Fire Economy 2011/2012. Longe de ser econômico como a proposta diz é um carrinho até honesto no que entrega em termos de conforto! Acho sua dirigibilidade mais confortável que a do Celta mas em compensação sofre mais na estabilidade por ter uma suspensão macia demais. Mas a qualidade do acabamento interno é ruim. Os plásticos são de baixa qualidade e as saídas de ventilação central são péssimas! Já foram trocadas duas vezes e as aletas de ventilação voltam sempre a quebrar!
    O Mobi não é o substituto digno para o Palio Fire por ser um modelo internamente muito menor e não servir bem para uma família com 4 pesssoas (dois adultos e duas crianças). Porta malas superior em capacidade ao do Mobi por possuir 285 litros, coisa que o do Mobi deve oferecer, creio eu uns 200 litros.

  • Tenho um palio fire 2008/2009 completo, ar condicionado, vidros e travas elétricas, direção hidráulica, limpador traseiro, apoio de cabeça nos bancos traseiros com elevaçao de altura.
    Meu palio ja veio com um vazamento, suspeito eu que seja o câmbio, um mexanico trocou a caixa de direção sem necessidade, enfim, o carro tem pneus r14 175/65, o problema é que nunca tive um carro tão fraco na minha vida. Moro a beira de rodovias, quando entro no trevo, ja tenho que sair arrebentando na primeira marcha, (senao as carretas me atropelam), depois consigo dar uma toada mais suave até os 80/90/100 k/h. O problema é que o carro tem 66cv, saí de trás de um caminhão quando abriu a 3 faixa e o danado nao embalou, de 5 marcha joguei 3 e o motor quase explodiu, rsrs, fiz uma fila imensa (imagina o nervo dos motoristas que vinham atrás, muitos nao conseguiram apodar o caminhao quando ele voltou da 3 faixa, morri de vergonha! Hahahaha
    Agora eu lanço uma questão! Devo acelerar o bicho no talo na estrada, ou fazer a troca como alguns videos no youtube propõe? Trocar as marchas em 2.500/3.000 rpm (carro nao tem conta-giros).
    O carro com o ar ligado da cada cabeçada que falta quebrar meu pescoço, devido o acionamento e desligamento do mesmo de forma “automática”
    Tive classics VHC-E, pensem num diabinho pra andar.
    Me ajuda ai pessoal!
    Abraços.

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