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Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

Desde o início do ano, a Fiat investe pesado na linha Palio Fire. Como a fabricante italiana precisou aposentar o clássico Uno Mille, por conta da obrigatoriedade de airbags frontais a partir de 2014, o Palio herdou a função de veículo de entrada da marca. Com a nova missão, veio também a estratégia de mercado utilizada no antecessor.


Caso da versão Way, que ressalta a robustez do carro com uma estética levemente aventureira e suspensão elevada. E, pelo menos por enquanto, parece estar dando certo. De todos os Fiat Palio vendidos atualmente, 50% são da linha Fire. Destes, 30 % saem da fábrica com os adereços lameiros da configuração lançada no início de maio.

Em relação ao Palio Fire de entrada, a versão Way introduz molduras nas caixas de roda, grade frontal cromada com contorno em preto brilhante, faróis com máscara negra e canhões cromados, protetores inferiores de para-choques, retrovisores cinza metálico, rodas de aço com calotas de 14 polegadas, colunas centrais em preto fosco e a faixa decorativa nas laterais.

Além disso, a suspensão elevada em 1,5 centímetros aumenta a distância entre o hatch e o solo. Por dentro, o tecido dos bancos leva também a inscrição “Way” bordada e um novo quadro de instrumentos o diferencia do convencional Palio Fire pela presença do conta-giros.


Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

A mecânica é a mesma. A versão Way vem equipada com o motor conhecido 1.0 8V de 73/75 cv com gasolina/etanol, sempre a 6.250 rpm. O torque é de 9,5/9,9 kgfm com os mesmos combustíveis, respectivamente, a 4.500 giros. O trem de força é completado pela transmissão manual de cinco marchas.

Depois de alguns reajustes no valor, o Palio Fire Way agora parte de R$ 28.110 em versão única de quatro portas. Mas esse valor não contempla nenhum item de conforto. Ou seja, mesmo na versão aventureira, permanece a usura e a racionalidade.

De série, apenas indicador de nível de combustível e relógio digitais e retrovisores externos com comando manual interno, além dos obrigatórios airbags frontais e freios ABS com EBD.

Para tornar o carro um pouco mais interessante, itens como direção hidráulica, ar-condicionado, rádio, rodas de liga leve de 14 polegadas, vidros dianteiros e travas elétricos e faróis de neblina podem ser adquiridos como opcionais.

Com todos esses equipamentos, o preço sobe para R$ 35.045. Não chega a ser uma pechincha, mas este valor ainda mantém o modelo competitivo entre os hatches compactos no Brasil.

Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.0 8V de 73/77 cv e torque de 9,5/9,9 kgfm com gasolina/etanol no tanque deixa a desejar. As arrancadas são demoradas e é preciso esperar que os giros subam consideravelmente para que o propulsor responda bem ao acelerador. O zero a 100 km/h é feito em 13,6 segundos. Nota 6.

Estabilidade – De maneira geral, o Palio Fire Way é um carro correto, mas segue o padrão da Fiat de suspensão macia. Em velocidades rotineiras, o hatch da Fiat faz bem curvas e manobras. Quando a velocidade sobe, porém, as rolagens de carroceria são perceptíveis e convém respeitar seus limites. Nota 7.

Interatividade – O Fiat Palio Fire Way é bem simples. Portanto, são tão poucos os comandos que é difícil se confundir. O painel de instrumentos é completo, com conta-giros e marcador de temperatura, os retrovisores têm ajustes manuais com comando interno e o volante encorpado do modelo tem boa pegada. Já o câmbio carece de precisão nos engates. Nota 7.

Consumo – O InMetro testou uma unidade do Fiat Palio Fire Way 1.0 8V. O modelo obteve nota “B”, na classificação do segmento e “A” na geral. As médias que garantiram o resultado foram de 8,2 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 11,9 km/l no trajeto urbano e 14,6 km/l na estrada quando abastecido com gasolina. O consumo energético aferido foi de 1,67 mJ/km. Pela falta de desempenho, deveria ter um consumo melhor. Nota 7.

Conforto – O Palio Fire alia o tradicional acerto de suspensão do compacto da Fiat com uma altura mínima do solo acrescida em 1,5 centímetro. O conjunto absorve bem os desníveis do asfalto. Não sobra espaço, mas também não há apertos com quatro passageiros de estatura média. Já o alívio de peso comprometeu o isolamento acústico, que é insuficiente quando os giros sobem. Nota 8.

Tecnologia – A plataforma é basicamente a mesma da década de 1990 – teve apenas um pequeno reforço em 2004. O motor Fire é o mesmo do ano 2000. O carro também vem de série bastante despojado. Para ter um veículo com ar-condicionado, direção hidráulica, rádio com USB e MP3 e vidros e travas elétricas no banco dianteiro, é preciso pagar por fora. Nota 6.

Habitabilidade – Vendido apenas na carroceria com quatro portas, é bem fácil entrar no Palio Fire Way. Os porta-objetos são suficientes para transportar o que é preciso deixar mais à mão do motorista. Os vidros elétricos opcionais só contemplam as portas dianteiras, mas o porta-malas leva bons 290 litros, uma capacidade boa na categoria de hatches compactos. Nota 8.

Acabamento – Os plásticos rígidos e rugosos estão por toda parte, mas os encaixes são bem corretos. Os bancos exclusivos da versão recebem a inscrição Way bordada e têm seu charme. Não há luxos, mas o habitáculo tem uma atmosfera bem condizente com a categoria de hatch compacto de entrada do Palio. Nota 7.

Design – O Palio Fire Way segue basicamente o mesmo design do Palio Fire convencional, herdado do modelo lançado em 2004. Na versão Way, alguns elementos estéticos foram inseridos para dar um ar um pouco mais aventureiro ao carro, além de certa exclusividade na linha. Molduras nas caixas de rodas, grade frontal com pintura cromada e contornos em preto brilhante, faróis com máscara negra, protetores inferiores nos para-choques, retrovisores com capa cinza metálico e colunas centrais em preto fosco, além da faixa alusiva à versão nas laterais, melhoram bastante o visual “vintage” do Palio. Nota 7.

Custo/benefício – O Fiat Palio Fire Way com quatro portas tem preço inicial de R$ 28.110, sendo que pouco mais de R$ 1 mil correspondem aos adereços aventureiros. Nesse gênero de configuração, o Way só tem como rival o Volkswagen Gol Track 1.0, que custa completo “salgados” R$ 40.177 – bem mais que os R$ 35.045 do hatch da Fiat. Mas, mesmo em relação a outros modelos de entrada, o Palio Way tem uma certa vantagem. O que chega mais próximo em custo/benefício é o Ford Fiesta Rocam, que custa a partir de R$ 31.740, ou R$ 3.600 a mais, mas já vem com ar-condicionado, direção hidráulica, alarme, travas e vidros dianteiros elétricos e faróis de neblina. Com os mesmos itens, os dois praticamente empatam. Nota 7.

Total – O Fiat Palio Fire Way 1.0 8V somou 70 pontos em 100 possíveis.

Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

Impressões ao dirigir – Poucas emoções

O grande chamariz do Fiat Palio Fire é seu preço inicial, de R$ 24.950. Mas para chegar na versão com estética aventureira Way, a conversa começa em R$ 28.110 – soma-se aí cerca de R$ 2 mil por ser quatro portas e pouco mais de R$ 1 mil pelos adereços.

No caso da unidade testada, com todos os opcionais disponíveis para o modelo, a etiqueta de preço chega a R$ 35.045. Visualmente, é sem dúvida mais atraente que sua configuração “civil”. O visual e a suspensão elevada dão ao hatch um aspecto mais robusto e, ao mesmo tempo, despojado.

E ajudam a disfarçar a idade avançada do Palio Fire.

Tudo no carro é simples, mas bem correto. O painel de instrumentos tem boa leitura, os comandos estão bem posicionados e, de maneira geral, é bem fácil se instalar no habitáculo. Exceto pela falta de ajuste de altura no volante e nos bancos, o que prejudica tanto motoristas altos quanto baixos.

A visibilidade é boa na frente e compatível com a maioria dos hatches compactos na traseira. Os plásticos se espalham por todos os lados, mas sem folgas nos encaixes.

Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

Posto em movimento, o Palio Fire Way demora a responder às pisadas no acelerador. Saídas de sinal e retomadas de velocidade deixam a desejar.

Ao se exigir um pouco mais, além da aparente falta de força – o torque máximo de 9,5/9,9 kgfm com gasolina/etanol só aparece a 4.500 rpm –, o barulho invade a cabine de forma incômoda. Em ladeiras mais íngremes, o modelo exige várias reduções de marcha.

De maneira geral, o hatch de entrada da Fiat faz bem as curvas e manobras. Quando a velocidade sobe, porém, as rolagens de carroceria aparecem – são até mais perceptíveis na configuração Way, talvez pelos 1,5 cm a mais de altura do solo desta versão.

Mas nada que transmita insegurança. De qualquer forma, não se pode esperar qualquer esportividade do modelo. O Palio Fire não foi feito para valorizar a emoção, mas sim a razão. Mesmo com a roupa “off-road” de sua versão Way.

Fiat Palio Fire Way 1.0 incorpora estilo aventureiro ao visual datado

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Ficha técnica – Fiat Palio Fire Way

Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 999 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro. Injeção multiponto e acelerador eletrônico.

Transmissão: Manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.

Potência: 73/75 cv com gasolina/etanol a 6.250 rpm.

Torque: 9,5/9,9 kgfm com gasolina/etanol a 4.500 rpm.

0-100 km/h: 14/13,6 segundos com gasolina/etanol.

Diâmetro e curso: 70,0 mm X 64,9 mm. Taxa de compressão: 12,1:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson e braços oscilantes inferiores transversais. Traseira com eixo de torção.

Peso: 967 kg em ordem de marcha

Pneus: 175/65 R14.

Freios: Discos ventilados na frente e a tambores atrás. ABS de série.

Carroceria: Hatch em monobloco com duas ou quatro portas e cinco lugares. Com 3,83 metros de comprimento, 1,63 m de largura, 1,45 m de altura e 2,37 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais.

Capacidade do porta-malas: 290 litros

Tanque de combustível: 48 litros.

Produção: Betim, Minas Gerais.

Data de lançamento: 1996. Reestilização: 2003, 2004 e 2007.

Itens de série: airbags dianteiros, freios ABS, rodas de aço de 14 polegadas, moldura nas caixas de rodas, protetores inferiores de para-choques, colunas centrais em preto fosco, faixa exclusiva com inscrição “Way” nas laterais, indicador de nível de combustível e relógio digitais e conta-giros no painel de instrumentos.

Preço inicial: R$ 28.110.

Opcionais: ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, trava elétrica, rádio com suporte MP3/WMA e entrada USB integrada no porta-luvas, rodas de liga leve de 14 polegadas, limpador traseiro e faróis de neblina.

Preço da versão avaliada: R$ 35.045.

Por Auto Press

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187 Comentários

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          • Vc leu o que ele escreveu?
            “Mais recente, MAIS REQUINTE” onde que o UP! tem mais requinte? só na versão de 42 mil.

            Além disso tem outra coisa, o pessoal reclama dizendo que o carro ta velho etc mas desde que se renove totalmente não há problema nenhum, vide o “coroa de flores” tb conhecido coo Corolla que foi lançado nos anos 60. Alguém reclama da idade dele ou que tem que aposentar?

            • O Palio Fire é o mesmo lançado em 1996. Não tem nada haver com o Corolla que só tem igual ao modelo original o nome. Quanto a requinte em um modelo de entrada. Você só pode estar brincando. E sim um projeto 20 anos mais novo é muito melhor que um antigo feito especialmente para “países em desenvolvimento”.

              • Exatamene o Corola nada tem haver com aquele lançado em 1966.
                Mas aí te pergunto, vc sabia que quando o Palio foi lançado o projeto dele, plataforma, foi feito p/ q mesmo dentro de 20 anos depois ele ainda fosse moderno?
                O que eu chamei a atenção é q as pessoas não se ligam do projeto, da modernidade dele ou não mas pegam apenas idade e pronto, já não serve.
                Já vi gente aqui dizendo que o Duster era velho, e olhe que ele foi lançado em 2010.

                • A Plataforma do Palio Fire é um projeto adaptado da primeira geração do Punto. E seus resultados mostram que ele não é moderna. Tanto que na Europa ela não é usada há muito tempo. Se o Palio Fire custasse menos digamos a partir de 20 mil, chegando no máximo há 28. Tudo bem. Mas não é isso que acontece. É um projeto que já teve seus custos de desenvolvimento pagos. É isso, o mesmo vale para Classic, Celta, Clio e Fiesta Rocam. Assim como o Gol G4.
                  Quanto a como as pessoas compram é outra coisa. E por muitas delas ainda estaríamos com projetos da década de 80. Mas pagando muito caro.

                • O Palio tem 3 estrelas no Latin NCAP, o up! tem 5, só daí já dá pra ver a diferença. Mas acho que o acabamento interno, o tamanho e o design do up acaba afastando os compradores.

                  E um projeto novo não é necessariamente melhor que um projeto antigo, mas no caso do up sim.

                  • O acabamento interno e espaço não foge muito da categoria. O March tem mais espaço para os passageiros mas tem 20 litros a menos no porta-malas. Celta e Uno não são maiores. Então não vejo isso como o problema. O preço apesar de ser mais moderno acho que afasta ainda.

                    • Olha, nunca entrei no up, e além das fotos, só olhei o interior de um carro estacionado. Equipado com o essencial, creio que o up seja uma escolha melhor, mas se for uma versão pé-de-boi, o Palio ganha disparado.

                    • O up fora algumas versões que tem painel pintado na cor da carroceria. Não tem diferença. No painel aparece o conta-giros e o rádio. Mas não há diferença em acabamento. Entrei na básica com rádio e na High up. Plástico duro por toda parte mas bem montado e sem rebarbas. Gostei do barulho ao fechar as portas. Já esse Palio eu não conheço. Já que o painel não é o mesmo de quando esse desenho de carroceria foi lançado.

                    • Já vi esse novo interior, visualmente é mais bonito e funcional do que o painel anterior. Mas quanto a qualidade do material, tenho a impressão de que caiu.

                      O Palio tem um barulho seco ao fechar as portas, o meu mesmo (2009) só fecha com força, isso em todas as portas. Às vezes dou carona pra algumas pessoas, e nunca conseguem fechar a porta de primeira.

                      Já no novo Palio, pude perceber que a porta fecha bem macia. O Fiesta Rocam também, se não me engano. Na época que eu estava olhando, o up ainda não tinha sido lançado. Com esses aumentos, acho que vou passar mais uns 2 anos com o meu

                    • A qualidade dos materiais de acabamento interno, em especial no revestimento do painel, caíram visivelmente com relação ao modelo anterior. Trazer o Palio para o nível de preços do Mille teve seus custos para o consumidor, não há dúvida.

                    • Então era o seu, ou é ruim nos Fire, pq a Weekend Stile da minha mãe era bem macia

                    • Quer saber o barulho da porta do Palio? Pega uma geladeiras…. Rança todas borrachas da porta e fecha. Vai ouviu um barulho seco… Com palio firme eh ainda pior… Kkk trabalho com Palio a 4 anos… Trocados a cada 18 meses. Ele assumiu a jeitao “pau para toda obra” do Uno… E toda dureza e desconforto veio junto.

                    • tive um modelo ELX 2006 que era um carro mto bom!
                      vendi pq nao tinha AR nem AB2 e ABS

                    • O Up! tem características de montagem que superam de longe o Palio, sem dúvidas. O fechamento de portas dele se compara a carros da categoria dos médios, o que denota esmero no projeto e fabricação. Mas nesse nível de mercado de entrada não passa de meia-dúzia de gatos pingados os consumidores que notam essas qualidades. Os mais de 10% de diferença no preço de ambos pesam muito na escolha final.
                      E convenhamos: o design do Up! não pode ser chamado de feio, mas é bem controverso. Ele passa a sensação (falsa, diga-se de passagem) de que é um carro de menor porte que seus pares de mercado e possui detalhes que remetem visualmente a se achar que ele é um carro menos requintado até que o Palio. As pinturas aparentes nas portas (as do Palio são integralmente de tecido), a falta dos difusores centrais, o design do painel muito austero… pode ser solução de engenharia, mas que aos olhos do consumidor mais comum exala “economia” na produção, isso é inegável.

                    • Isso, dos plásticos sem rebarbas tem na Spacefox/Fox antes da frente igual a toda linha, menos fusca e up, mas é um carro de mais de 50 mil reais! Pra um de entrada, ta ótimo, mas um de exorbitantes 52k é um absurdo

                    • Sim, porque quem vai pegar um carro dessa categoria, geralmente, ta se fodendo se o carro tem 3 ou 10 estrelas no NCAP, se faz 12 ou 13km/l na cidade…

                    • Isso mesmo, até porque o NCAP é pouco divulgado. Quem acompanha as notícias sabe as notas e a importância dela, mas uma pessoa normal talvez nem saiba que esse programa exista. Acho que devia ser obrigatório colar um adesivo informando a nota no teste, como já acontece com a etiqueta de consumo do Inmetro.

                      Ah, e um carro só é considerado seguro a partir de 4 estrelas. (Fonte: https://www.noticiasautomotivas.com.br/latin-ncap-respostas-as-perguntas-mais-frequentes/)

            • O Corolla foi lançado nos anos 60, porém teve várias gerações ao longo do tempo. No caso do Celta ele é o mesmo carro desde sempre com mudanças nos para-choques e painel.

            • Enquanto as fábricas puderem aproveitar a mesma linha de produção, moldes, peças… vai fazer. O objetivo de qualquer empresa é ter lucro e diluir seus investimentos. Melhor ainda quando essa receita dá certo e o produto fica décadas no mercado com pequenas modificações.

          • Certo. Mas 3 mil em um carro que vale 24 é dinheiro pra caramba. Podemos dizer que nosso mercado é ainda desprovido de maturidade, que não dá a devida bola para valores ligados à segurança passiva, mas pra quem vai entrar no mundo do carro zero km, 12,5% de diferença pesa.
            O consumidor olha para o Palio Fire, olha para o Up! e pensa: “poxa, vou economizar 3 mil e vou ter um carro que vai me levar pra lá e pra cá com mais ou menos o mesmo requinte, o mesmo conforto, com desempenho semelhante”, e leva o Palio. No Brasil, poucos são os que são bem informados, que discutem nuances dos carros à venda como vários de nós aqui. Muito difícil que seja dado o real valor a qualidades que não estão a vista do consumidor, como é o caso das 5 estrelas no crash test do Up! Apesar de ser uma atitude deplorável, no nosso país a maioria tem a mentalidade de que ” não compro carro pensando em bater o danado”, esquecendo-se que isso está muito além de nosso controle.
            Não me entenda mal, eu partilho da opinião de que seria vantagem levar um Up!. Mas em termos de requinte, status, equipamentos e prazer ao dirigir, os dois (take Up! 2p e Palio Fire) disputam a mesma fatia de mercado. Pra quem quer uma categoria acima ou mais equipamentos, é pagar 10 mil a mais, mesmo que seja em um Palio Way equipado ou em um Move Up! com um nível razoável de acessórios.

            • Concordo com seu ponto de vista. Infelizmente isso acontece. Espero que up como o Ka mude esse tipo de pensamento. Por mim até entendo que o Palio Fire continue no mercado. Mas seu preço deveria ser de 20 até uns 28 mil no máximo completo.

              • Após muito penar com um Voyage 1.0 que fundiu o motor com menos de 30.000km (além das 29 visitas a VW por infindos motivos), me vi “tendo que” (leia: contrariado) comprar um Palio Economy OKm financiado inteiro, para poder investir o dinheiro da venda do Voyage em uma construção. Sim, estava contrariado pois minha mãe teve a primeira versão do Palio Fire em 2000, que eu simplesmente abominava. Beberrão, lento, barulhento, câmbio horroroso, enfim, tudo de ruim. Qual não foi minha surpresa, ao encontrar um carro superior em TUDO a todos os 1.0 que já tive na vida. Macio, roda macio como um carro maior, estável, anda muuuito, parece até 1.6 (é o 1.0 mais rápido que já dirigi – já tive 206, Celta VHC, Gol G4, Voyage EA) e ainda é super econômico (mas há de se priorizar: desempenho vs economia, para isso há o econômetro no painel). Enfim, ontem, depois de 2 anos, virei 80.000km no carro, andados ‘no limite’ e sem dó. Rally em estrada de terra, só viajo a 180/190 nas rodovias, passando em lombadas e obstáculos sem parar, cavalos de pau, rachas – andando 100% no limite, mesmo. Sem vergonha de confessar. O fato é que o carro continua durinho como zero, sem barulhos, e a única coisa que fiz agora com 75.000km foi trocar a correia dentada e as pastilhas de freio. SÓ! Ou seja, de Hater voraz da marca Fiat, hoje me curvo e entendo o seu domínio no mercado nacional. Todos criticam, mas até o considero um carrinho bonitinho (bem mais que Uno, Gol G4 e até Agiles, Nissans e Renaults da vida) além de inquebrável e, hoje, muito maduro ‘projetisticamente’ falando. Apesar da carroceria ser a mesma do modelo lançado em 1996, é outro veículo, totalmente aprimorado tecnicamente em relação à primeira versão, em todos os âmbitos: suspensão, câmbio, motor, freios e por aí vai. E o motor Fire, pouco tem a ver com o lançado em 2000 (procure no Google as diversas etapas de aprimoramento do projeto desse motor através dessa década). Enfim, criticar é fácil. Há de se entender alguns porquês na prática. Tenho alguns sonhos automobilisticamente falando, mas esse querido e companheiro Palinho decidi que NUNCA irei me desfazer, pois me fez entender muita coisa, agora, filosoficamente falando; desde o porquê de nunca julgar baseado-se num pré-conceito instalado, até mesmo a compreensão de ter que vivenciar a humildade na prática (e não só no discurso), por não ter outra opção.

                • O câmbio dos 1.6 16v dos primeiros era ótimo, acho que era diferente do 1.0, que inclusive, segundo a quatro rodas, o da Weekend Stile, que minha mãe teve, era melhor que da Parati GLSi, Corsa GLS e Escort GLX, além do motorzão torque de 106 cv e 15,1 kgfm! Aquilo sim era carrão! Acabamento em veludo nos bancos e painéis das portas, trio elétrico, ajuste de altura dos faróis, só devia o A/C, que nunca fez falta… e era bem suave…
                  Depois ela pegou uma Spacefox Comfortline… um choque! Acabamento todo de plástico duro (bem montado, mas material de baixíssima qualidade, e que faz um barulho lazarento de alto quando sai do asfalto), recall, hoje mesmo começou um ronco de Kombi a ar e perda de potência! Amanhã vamos levar pra ver.
                  Falam e falam que VW é durável, que não da oficina. Depois disso, VW nunca mais! E bebe! Bebe muito! (8km/l gasolina/cidade)…

      • O Celta está saindo de linha. Afirmo isso por que tenho um consórcio para ter uma carta de crédito extra na hora em que for trocar o meu carro, o que pretendo fazer no fim do ano se a loucura dos preços diminuir um pouco, e essa semana a GM entrou em contato comigo comunicando que o meu consórcio estaria mudando para a carta de crédito de um Onix devido ao fim da linha do Celta.

      • kkkkkkkkkk vindo da FIATbr voce acha isso antigo? até pouco tempo atras saia de fabrica zero KM o tal do UNO Mille fire cujo o projeto vinha direto dos anos 80, não fosse a tal obrigatoriedade das bolsas de ar, ele nunca iria sair, assim como Kombi. Pelo menos a VW trouxe o UP! algo realmente moderno e não ficou remoendo projetos. Ela poderia muito bem deixar o Gol g5 1.0 basico no mercado, mas resolveu inovar. Ponto para VW nesse quesito.

      • Eu não criticaria esse “vovô” aí não. Apesar de tudo, ele continua um excelente automovel pelo o que é cobrado. O mesmo se aplica ao Palio Fire, apesar de concordar que se ele fosse ao menos uns 2k mais barato fazer mais sentido. Se todos aqui comprassem carros pensando em bater eles, então porque tem gente que conseguiu rodar 12 anos e mais de 170,000 km num Palio Fiasa quase pelado? (E vendi o meu com dor no coração…)

    • Essa versão é RIDÍCULA… mas na configuração peladona com AC e mais nada é um excelente meio de transporte, um produto bem razoável e com mercado garantido. A Fiat seria estúpida se o tirasse de linha.

    • Que isso amigo agora que a FIAT esta esquentando as turbinas, e vai lançar o Palio 1000 3 cilindros(900cilindradas) para concorrer com o fox 3 cilindros 900 cilindradas,..ai voçe vai ver os dois subindo a serra de Petropolis…………

      • Comprei sim. Estou plenamente satisfeito com o carro. Suspensão mais alta e adequada, melhor que aquela que bate seco do HB20. Motor melhor que o do Clio/March na minha opinião. Carros de $50 mil são todos de plástico duro também. ;) Não quero carro de luxo. Enfim, qual carro você tem?

        • Motor melhor que o do Clio? Sem chance. D4D tem mais potência, mais torque, e está em um carro mais leve que o Palio, além de ser mais econômico.

            • Perdoe me discordar mas Palio e March andam praticamente juntos. Já viajei bastante com um Palio Fire 1.0 e um Novo Palio Attractive 1.0 e os dois são bastante lentos. O March consegue ser sensivelmente melhor na cidade, não o dirigi na estrada.

        • Parabéns pela aquisição, porem compra-se um carro que foi lançado em 2004(se não me engano) com a suspensão mais alta, com uns detalhes “off road” e grade e para-choques mais “atuais”.

          Não estou aqui para falar oque você deve ou não comprar, o dinheiro é seu e você gasta onde quiser. Só acho na minha opinião que não vale nem um pouco apena.

          A proposito tenho um Clio 1.6 Dynamique 2005 com 110cv.

      • assim como tem tonto que compra ”GOL” falando que é melhor carro, vw tem a mecânica boa mas acabamento pelo amor de deus,..sem falar no pouco espaço interno….
        sinceramente acho que esse palio fico bonito, eu tinha a versão anterior não tive nenhum problema com o carro, hoje tenho o Novo palio….

        • Não compara o Gol G5 com esse treco aí vai… Palio 1996 contra gol 2007.. acabamento e Fiat só podem estar na mesma frase se acompanhados da palavra péssimo (eu já trabalhei la dentro e eles mesmo sabem que é um lixo)… o Gol pode ate ter aparência simples mas a qualidade é muito superior…

          • Opinião amigo. eu já tive oportunidade de dirigir vários modelos VW…
            sinceramente acho o acabamento muito fraco pelo fato de não ter nenhum diferencial. não tem algo que agrade o olhar, nao sei em questão de material. se é melhor falando de durabilidade talvez. quem garante que não é o mesmo. mas todos os carros que dirigi inclusive zeros. não me agradaram, tanto pelo fato de acabamento como o péssimo posicionamento de volante. essa é minha opinião sobre isso…

            • Companheiro, vc esta confundindo desenho do painel com acabamento. Desenho é subjetivo, você pode não gostar do estilo mais conservador que os alemães adotam nos seus veículos, entretando é inegavel que a volks tem bons encaixes e materiais de boa qualidade levando em consideração a categoria. Não é o melhor, mas sem duvida é muito superior ao que o palio apresenta, mesmo na nova geração.

                • Eu vejo, e concordo com o Danilo..

                  Você está confundindo acabamento com design.

                  Volks não tem mais acabamento de Gol Caixa ano 90 e MUITA coisa mudou desde lá!!

                  Se for assim, até o Ford Focus virou lixo se comparado com seus próprios modelos atuais, porque meu cunhado tem um Focus Sedan 2000 e alguma coisa, ele tem um monte de forro anti-ruido, acabamento emborrachado anti-ruído, um monte de mimo e o carro quase não faz barulho interno sendo um puta de um dinossauro.. é de fazer inveja!

                  Algunas montadoras “melhoraram um pouco” o acabamento, e as outras “pioraram um pouco”, justamente para se adequarem ao “mercado”, ou seja, essa “falta de acabamento” a que você se refere se expande a TODAS as montadoras, uma vez que querem cada vez mais reduzir custos e também peso nos automóveis, usando assim materiais mais leves e obviamente de pior qualidade (também acho isso uma pena, pois pagamos o mesmo preço por acabamentos cada vez piores).

          • Realmente não compara. Meu Voyage fundiu o motor com menos de 30.000km, o freio que não funcionava (por duas vezes acordei e o carro estava ladeira abaixo), motor bebia mais que Landau e andava igual a um Gurgel (quando ficava ligado, porque morria a cada minuto), entrava água pelo porta-malas, mofou e apodreceu o revestimento do carro inteiro, vazava água do sistema de ar-condicionado para dentro do carro, vidros/travas paravam de funcionar, barulhos por todo o habitáculo, etc, etc, etc, etc, foram 29 ídas à concessionária com muita revolta e dores de cabeça. Troquei por um Palio Economy 0Km há dois anos, que hoje está com 80.000km e NUNCA fiz absolutamente NADA no carro. É o 1.0 que mais anda que já dirigi (e menos bebe). É macio, gostoso de dirigir, inquebrável, continua firme e durinho, sem barulhos (e olha que judiei do coitado, pra valer). Um verdadeiro workhorse, guerreiro. Aliás, o acabamento do meu Palio Economy é bem superior ao ‘de prástico’ do Voyage.

            • 1 Voyage com problema… milhões de Palios Economy lixo iguais a esse andando por aí com pessoas dentro achando que estão em uma Ferrari… (eu tabem tenho um palio do novo sporting que só comprei porque com 15% de desconto de funcionário não havia mta coisa melhor, mas ele não deixa de ter seus aspectos vagabundos de todo Fiat como o acabamento porco já que nem o Bravo salva…)

              Não estou nem falando como consumidor e sim como alguem que já trabalhou na fiat e sabe exatamente como as coisas funcionam lá dentro. agora se vc quer se enganar paciencia…

      • Trouxa?! Vai morar em um interior com ruas e estradas de terra ruins e com muita poeira… Longe de qualquer autorizada. .. e aí Vc me diz qual escolha e melhor que esse carro…
        Essa é a realidade de mais gente… inclusive os compradores deste tipo de carro…

        • Em momento algum falei que o carro erá ruim! Como comentei anteriormente caso não tenha lido ” um carro que foi lançado em 2004(se não me engano) com a suspensão mais alta, com uns detalhes “off road” e grade e para-choques mais “atuais”. ”

          Acho que a Fiat e suas demais concorrentes devem ter um modelo mais alto para o uso de fins como o que você citou acima, porem em um carro mais atua!

          • Minha intenção é lhe mostrar que sua afirmação é totalmente equivocada ao afirmar que os compradores são trouxas …
            Se não há opções melhores somos obrigados a nos conter com O que temos…
            ” e melhor tomar mingau do que dormir com fome…”

            • Esse é o grande problema! Nós nos contentamos com o que tem, assim as montadoras deitam e rolam no nosso dinheiro suado!
              Se optar por não engolir esses veículos desatualizados e mascarados, as montadoras não iriam lucrar, se obrigando a tomar outra atitude.
              A + ou – um mês cogitei trocar de carro, sinceramente desanimei! O preço que pedem por exemplo por um gol, com um pouco mais de conforto (1.6, ar, dir, rodas de liga, etc) chega na casa das 45mil dilmas! O carro não é ruim! Porem 45 mil dilmas? Optei por aguardar alguns meses e comprar um Focus entre 2010-2013, que ira suprir as mesmas nescidades que o Gol com muito mais conforto e segurança!

              Se continuarmos engolindo esse valores absurdos por carros que não condizem com o respectivo valor seremos TROUXAS SIM!

    • No mundo corporativo pouca coisa está ligada a vergonha, amigo… rs
      O que vale é que o carro é vendido com lucro conveniente e possui bons números de venda, ponto final. Em uma empresa privada, vergonha é você vender produto com prejuízo ou que encalha nas prateleiras. A Fiat como empresa está “na dela”, assim como esteve por anos a fio com o Mille dos anos 80. Tem mercado para absorver o produto, esperta é a empresa que preenche o nicho. Já tem duas décadas que a Fiat aprendeu a fazer isso. O resultado é que ocupou a ponta das tabelas de vendas, e vai ser difícil retirá-la de lá.

  • Indo contra o que consta na matéria, o modelo citado e testado não tem, absolutamente, um preço competitivo com os demais de sua categoria. É um modelo ultrapassado, com visual bastante cansado.

  • Os preços deste carro são praticamente tristes…
    Com relação à aparência, podem até me malhar, mas este Palio por fora não está de todo mal não, seja neste Way ou no convencional. É bem mais atraente que o novo Palio ao meu ver….

  • É a mesma lógica do Palio Fire.
    Quem compra um Palio fire está em busca do menor preço possível num carro.
    Quem compra um Palio fire way está em busca do menor preço possível num carro… pseudo-aventureiro.

  • Até entendo as pessoas comprarem o Palio Fire por não terem condições de comprar um carro melhor ou até outros motivos, mas pra mim quem compra esse é totalmente desprovido de inteligência.

    • Gustavo esse é o de entrada, geralmente é o que vende mais mesmo, pra PJ, e pessoas que não querem investir muito num transporte mais caro, lembre-se que há outros gastos importantes nas familias de menor renda.

      • Entendo isso perfeitamente. Mas na minha opinião um usado seria mais condizente com essa condição. Fora que como coloquei acima. O up parte de 27 mil uma diferença pequena (se considerarmos as parcelas. Em um carro muito mais moderno e seguro, e tão pelado quanto. E com espaço interno menos de dois centímetros mais “fino” e com porta-malas 5 litros maior. Só para citar o “mais” odiado no momento.

          • Mas também não tem dinheiro para comprar e manter um 0km. Que comerá suas finanças. Só se coloca o pé aonde alcança. Não estou nem falando de modelos com 10 anos de idade. Quanto mais simples o carro mais fácil identificar problemas. E todos tem um amigo ou parente que pode indicar um mecânico. Ou estão vendendo um carro usado.

            • Mas 0km nao da manutencao amigo. Um palio desse faz revisao em 15 mil km e custa 250 reais e parcela em 3x. O cara vende o carro antes dos 30 mil. E barato demais manter.

        • De 24 para 27 mil twm diferenca. As vezes 100 reais na parcela pesa amigo.

          O cara precisa de um carro pra trabalhar, fazer mercado e cuidar da familia… qualquer real economizado ja e dinheiro.

          • Olha ou pesa ou não pesa. Se 100 reais pesam, como é fácil parcelar a revisão? E i combustível. Como eu disse. Na minha opinião se tá no limite está errado. Qualquer percalço e pronto. Carro zero normalmente não dá manutenção. Isso é verdade. Mas tem custos. Gasolina, seguro. Estacionamento. Mas o que eu vejo é o pessoal comprando sempre um pouco mais equipado.

            • Exatamente amigo… por ter toda essa manutenção e custo fixo, qualquer 100 reais a mais na parcela do carro pesa no bolso.

              Infelizmente nem todos pode escolher a vida que querem levar. Tenho um amigo q precisou comprar um Celta peladinho pra reduzir custo. Qualquer passeio, qualquer necessidade era um trabalho absurdo e um custo tremendo. Ele tem 3 filhos mais a esposa…

              Comprou o carro pra pagar 400 reais por mês e reduziu um custo absurdo. Perguntei pra ele pq nao comprou um outro e ele disse: amigo, a pastilha desse carro trocada é 40 reais, se fosse 80 ja ia pesar pra mim.

              Pra ele foi uma conquista e tanto… filho passa mal e ele vai de carro pro hospital. Trabalha todo dia de Onibus, mas agora pode dar um lazer e segurança a familia.

              Isso acontece com mais da metade da população… as vezes tem o carro, mas pra necessidades e nao para luxo.

  • Se for comprar um desses completo, bota mais R$ 1.000,00 e leve algo muito superior: R$ 36.000,00 é quanto estão pedindo aqui no Rio pelos últimos “old” March SV 1.6: simplesmente massacra esse Palio.

    • Falou e disse meu amigo , mas tem um detalhe o Brasileiro esta viciado em carro 1000 cilindradas e agora esta chegando os modelos 3 cilindros de 900 cilindradas(enceradeira)..

      • Mas já tem UP! com “completo” por 36 mil, levando um projeto muito mais moderno, seguro e eficiente. Claro que 42 miç é um assalto, ams que carro em versão top não é? lembre-se disso ,tem up! com ar, dh, trio e etc por 36 mil…as pessoas tem um [ódio pela VW e ficam procurando justificativas…

      • Os dois são caríssimos. Mas não podemos esquecer as quase duas décadas de diferença entre os dois projetos. Tanto de motor quanto plataforma. Fora o fato de um ser um projeto mundial e outro específico para os “países em desenvolvimento”. Quanto ao up qualquer valor acima de 35 o torna inviável na minha opinião.

  • sobre o carro, tristeza pagar 35k,

    sobre o texto, não sei se eu não compreendi, mas acho que falta alguma informação na parte:
    “Tecnologia – …………O carro também vem de série bastante despojado….”

  • Fazem falta as versões ELX 1.4 e HLX 1.8 e incorporar o ESSENCE 1.6 16V, a Fiat podia oferecer novamente essas versões, esse 1.0 8V manco não da conta do recado e esse asqueroso painel do uno mata o carro, antes vinha com o conta-giros e computador de bordo incluidos que dava um ar de beleza e destaque esse painel.

    • E pela “estética aventureira” podia ser oferecido com a versão HLX 1.8 pelo mesmo preço cobrado, ia vender igual a pão quente.
      Por cada Palio vendido pelo preço cobrado, é um tapa na cara, e com medalha de otário “honra ao mérito”, a Fiat gosta de fazer piada, e eu rio pacas com os deslizes da Fiat.

    • E pelo “estilo aventureiro” merecia a versão HLX 1.8 e o painel que todos conhecem que da um ar diferenciado.
      E pelo preço cobrado tem que ser jerico pra pagar o que é pedido. Eu rio pacas com os deslizes da Fiat, pois a mesma adora fazer piadas.

  • A Fiat dá desconto em vários carros, então desconsidero o preço de tabela. Acredito que seja possível comprar esse modelo por algo entre 32 e 33k. Como também é possível, por esse valor, comprar um up! (muito mais moderno) com os equipamentos de conforto, não enxergo racionalidade na escolha pelo Palio Fire Way. Se a questão é espaço interno, o ‘old’ Sandero tá em qualquer anúncio por R$ 32.990,00 em 36x na versão Expression 1.0 16v. E mesmo em relação ao Palio Fire comum, a Renault está oferecendo o Clio Expression 4p completo por R$ 28.990,00, a meu ver a melhor opção 0km prá quem tem um orçamento absolutamente espremido. Portanto, nesse momento, não acho recomendável a opção pelo velho Palio (embora reconheça que o mercado, por diversas razões, apresenta números que discordam do meu ponto de vista.

  • Considerando as restrições relatadas no aspecto conforto, acho estranho que receba uma nota 8 nesse item. Como nota, está bem perto de muito bom/ótimo.

    • Falei que concordaria com você em algo? Hahaha.. e fui proprietário de 3!
      Talvez eles se refiram a moleza da suspensão, mas isso para mim está longe de ser um item de conforto. Os bancos de popular fazem qualquer curva parecer um suplício com esse Palio.

        • Lembro de certa vez ter lido uma crítica em um portal automotivo, que falava de comerciais de carro. A crítica dizia que os comerciais levavam tudo para o lado lúdico, não explicando muito sobre o carro (Um dos exemplos que eles davam era da finada Corsa Wagon, que a GM definia como a mais jovial das peruas, sem explicar como ela teria ganho o “título”). Eu discordei parcialmente, porque embora DOHC, Injeção direta, multilink, comando variável… Não queiram dizer muito ao consumidor final, seria legal eles saberem a diferença de potência e economia em relação ao modelo anterior e aos concorrentes, melhoria de conforto, dirigibilidade… Mas esse comercial da Fiat.. De fato beira o surreal (Mais do que a propaganda faz supor). Já acharia despropositado para uma propaganda de brinquedos, mas a Fiat foi além. O final em si, acho ridículo o melhor elogio que ele poderia receber.

  • Em pleno século 21, não consigo entender como estes carros do século 20 ainda vendem…

    Deixar o Palio Fire como o modelo mais barato, tudo bem, agora ficar travestindo um dinossauro de aventureiro, já passa dos limites negativos do bom senso…

  • parei de ler em “a fiat investe pesado na linha palio fire” desde quando colocar uns adesivos e almentar uns centimetros na suspençao é investir pesado??? nao mudou nd é a mesma meleca de duas decadas atraz.

  • Meu pai tem um Palio Fire 2007. É um carro excelente. Não da problemas e é confiável.

    Mas a Fiat já deveria ter aposentado essa geração a muito tempo!

  • sei que não tem nada a ver com a matéria mas estivesse em uma concessionária hj e ouvi o gerente encomendando um corolla xli 2015, segundo o que eu ouvi o prazo era de 60 a 90 dias… vai vir mais pelado que esse paliozinho way ai kkkkkkkkkkk

    • Um colega de trabalho fez isso aqui também, comprou esse novo Corolla logo na primeira semana de vendas. Chegou abafando aqui, mais era essa mesma versão também ultra pelada, ao menos essa versão não tem mais as ‘super calotas’ kkkkkkk (salvo engano).
      Em pensar que ele tava com um Civic LXL de boa. Maixxxxxx

    • O meu medo é essa história que volta a acontecer. Por enquanto em casos pontuais. Carros com alguns meses de uso sendo vendidos pelo mesmo preço que o dono pagou. Porque o 0km já custa bem mais.

      • Pois é , vamos ver até onde isso vai . . . . . eu acompanho o mercado de usados todos os dias pois eventualmente compro e vendo uns carrinhos e só vejo o preço dos usados disparando . . . .

  • Por que a fiat lider de mercado nao lança um Palio 3 cilindros 800 cilindradas como a volks com seu Fox 3 cilindros, ai coloco os dois para subir a serra de Petropolis rs.rs.rs

  • Essas montadora tinham que criar vergonha na cara em oferecer esses 1000 cilindradas que so presta na reta e na decida pergunta se diretor da FIAT do Brasil anda nessa carroças?coloca esse carro para subir a serra de Petropolis, so se for so com o motorista com mais uma criança e e os dois em jejum!!

    • carro 1.0 não é feito pra viajar… nos que somos muito pobres mesmo e só podemos ter um unico carro… se eu tivesse grana teria meu 1.6 atual pra rodar na cidade e um 2.0 turbo só pra viajar

  • Realmente, se eu quero carro mais moderno, tem infinitas opções no mercado, agora, se eu quero um transporte de CxB aceitável, iria de Palio Fire. Celta, Clio e Fiesta são menos populares!!!

  • o externo é aceitável, nada de mais o interior que é medíocre com estes plásticos prateados saltando os olhos … no mais se tivesse um preço menor e mais equipamentos seria uma opção de entrada satisfatória . R$ 25.990,00 já equipado seria uma boa opção, acima disso é complicado disputar com outros .

  • 35 mil? com esse valor da pra ir de fiesta elza soares, que apesar de ser um projeto de 2002 (sendo que esse projeto do palio vem desde a decada de 90), e ser feio, vem bem equipado com um bom motor 1.6 debaixo do capo pelo mesmo valor que essa caixa de fosforos pelada da fiat.

  • Sempre gostei desse Palio, porém a Fiat errou feio nesse novo painel. Antes tivesse deixado o antigo, parece que reaproveitaram peças de outros modelos descaradamente. Basta olhar essas saídas de ar lateral que coisa destoante. E acho que custa um preço elevado por ser um projeto antigo com um motor que não vou nem comentar. Muitos mais negócio investir num up!(que também é caro) ou no próprio Fiesta como comentado na matéria.

  • Com esse valor final de R$ 35 pilas compro a Palio Nova.Carro bem melhor acabado.Que foi minha decisão na hora de escolher na troca do meu palio Fire 2003

  • Possuo um Palio Economy 2011-2012 e o mesmo é produzido em Córdoba, Argentina. Quanto ao carro, não achei o desempenho tão ruim como mensuraram na aceleração de 0 a 100km/h em 13,6 s. Quanto ao consumo o teste relatou que ele faz 8,2 km/l na cidade usando o etanol. Bem, o meu faz isso usando gasolina mas, por conta do uso do AC que faço constantemente.
    Estou na medida do possível satisfeito com o meu carro, menos o consumo que considero muito alto para o motor.

  • Era melhor ter matado esse Palio Fire e baixar os preços do New Palio e lançar a versão Way
    é ridículo dois palios, dois gols, dois fiesta, é pra aposentar o projeto antigo mas as montadoras debocha com o povo.

  • 18 anos depois, finalmente, o Palio (original) cumpre sua missão de substituir o Uno (original). Alguém ainda acha que não tem nada esquisito em nosso mercado?

    E por falar em esquisitices, qual seria o motivo dessas versões cheias de plástico preto no acabamento externo e suspensão levantada terem apelo de venda?

  • Apesar de ser um carro tecnologicamente ultrapassado, pra quem quer comprar um carro zero, num preço “popular”, ainda ter uns centímetros a mais do solo, vale a pena. A fiat tem esses carrinhos toscos, mas duram muito e a manutenção é fácil e barata.

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