
A febre de personalização chegou ao ponto em que o carro já começa a parecer um console, e a Hyundai resolveu testar esse limite no Kona 2027 vendido na Coreia do Sul.
A marca anunciou atualizações de ano-modelo focadas em “customização”, incluindo um pacote visual chamado Black Exterior, novos temas animados no cockpit digital e até um preço de entrada ligeiramente menor.
A versão Kona Black Exterior é oferecida somente na cor Abyss Black Pearl e combina o tom com rodas de liga leve de 18 polegadas e acabamento externo todo escurecido.
Grade, emblemas, protetores inferiores, detalhes dos para-choques e molduras laterais passam para o preto, enquanto os para-lamas permanecem na cor da carroceria para manter contraste.
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Quem não quiser esse visual ainda pode escolher os kits de carroceria padrão e N Line, disponíveis com pintura sólida ou duas cores, mantendo a estratégia de múltiplos estilos na mesma linha.

No interior, a Hyundai não mexeu em estofamento e acabamentos, mas abriu a porta para “skins” do painel digital via BlueLink Store ou aplicativo.
Isso permite alterar a aparência do quadro de instrumentos e da central multimídia de 12,3 polegadas com personagens como Pikachu e Ditto, além de nomes locais como Pororo, Tayo e Zanmang Loopy.
Há também um tema especial do Hyundai Pony, descrito como homenagem ao primeiro carro produzido em massa na Coreia do Sul, e que é oferecido sem cobrança.


Os temas digitais chegaram a outros modelos coreanos há poucas semanas e, no Kona, cada pacote custa 29.900 won (US$ 20, R$ 100) para uso vitalício.
O ponto sensível é que o acesso à BlueLink Store exige assinatura depois que o período de teste gratuito termina, adicionando uma camada de custo para quem quiser explorar as funções conectadas.
Na parte mecânica, a linha foi mantida com opções a gasolina, híbrida e também versões de EVs, mas o Kona Electric não pode receber o pacote Black Exterior.
O motor 2.0 aspirado entrega 150 cv, o 1.6 turbo rende 199 cv e o híbrido 1.6 soma 141 cv, preservando a variedade sem mudanças anunciadas em transmissão.


No Kona Electric, a Hyundai oferece duas potências, de 135 cv e 204 cv, associadas a baterias de 48,6 kWh e 64,8 kWh para atender a diferentes perfis de uso.
A Hyundai também reorganizou versões e equipamentos para baixar o preço inicial em 490.000 won (US$ 330, R$ 1.700), levando o Kona Modern a 23,60 milhões de won (US$ 16,000, R$ 81.300).
Só que, para chegar lá, itens antes padrão como couro sintético, iluminação interna em LED, retrovisor eletrocrômico e saídas de ar traseiras viraram opcionais ou ficaram restritos a versões superiores.
O Kona Hybrid caiu 590.000 won (US$ 400, R$ 2.000) e agora parte de 28,96 milhões de won (US$ 19,600, R$ 99.600), enquanto o Kona Electric segue em 41,52 milhões de won (US$ 28,100, R$ 142.800).
Na gama, a versão 1.6 Turbo H-Pick aparece como “meio-termo” com navegação na tela de 12,3 polegadas, ar dual zone, rodas de 18 e sensor de chuva por 26,47 milhões de won (US$ 17,900, R$ 91.000).
Acima, o Turbo Black Exterior custa 31,37 milhões de won (US$ 21,200, R$ 107.700) e o topo N Line chega a 31,99 milhões de won (US$ 21,600, R$ 109.800), consolidando a aposta em estilo e conteúdo digital.
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