Avaliações Hatches Toyota

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante… mas preço é irreal

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante... mas preço é irreal

O Toyota Yaris é o novo queridinho da marca japonesa. Apesar de já superar o volume de vendas do Etios, ainda não deslanchou no mercado nacional desde seu lançamento em meados de 2018.


Oriundo de um projeto para mercados emergentes, o Toyota Yaris, em sua versão hatch, não é novo lá fora, mas aqui foi uma medida necessária dada a concepção simplista e pouco atraente do Etios.

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante... mas preço é irreal

Com visual esportivo e jovial, o hatch da Toyota se coloca como um compacto superior ao irmão menor, embora compartilhe com ele diversos componentes, em especial os motores, sendo que o 1.3 de até 101 cavalos se mantém como exclusivo do Yaris hatch.


Nessa versão XL Plus Tech, o Yaris hatch adiciona um conteúdo melhor por preço bem salgado, como é costume na Toyota: R$ 71.790, aumentado recentemente. Saindo da zona do PCD, deixou de ser opção nesse segmento. O bom pacote poderia ser melhor, pois, nas escolhas, a Toyota deixou itens importantes de fora.

Por fora…

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante... mas preço é irreal

O Toyota Yaris hatch chama atenção por ter frente muito longa, dotada de faróis enormes e grade diminuta. O para-choque com boca bem grande e linhas suavizadas nas laterais também se destaca. Nas laterais, as rodas aro 15 até que são elegantes e não parecem tão pequenas como no sedã.

As colunas C são colocadas em evidência com revestimento escurecido, que serve para dar um ar mais arrojado ao hatch, que tem lanternas envolventes, unindo vigia e acabamento preto com a carroceria limpa. Retrovisores com piscas e maçaneta com botão de acesso estão incluídos, assim como antena no teto.

Por dentro…

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante... mas preço é irreal

Sem a esquisitice do cluster centralizado do Etios, o Toyota Yaris XL Plus Tech é bem mais tradicional e agrada pelo conjunto. Com exceção do volante sem expressão e regulagem de profundidade, que ainda mantém a alavanca do piloto automático, o restante não é ruim.

Não espere materiais soft touch e bancos em veludo como em compactos de 15 ou 20 anos atrás. Tudo muito simples e prático hoje em dia, tendo detalhes visuais apenas para remeter a algum luxo.

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante... mas preço é irreal

A instrumentação tem boa visibilidade e um computador de bordo realmente completo. Interessante são os botões de ajuste do relógio digital. Sim, parece que a Toyota tem enorme preocupação com o tempo. Aliás, até que a marca não demorou muito, dessa vez, em lançar algo novo no mercado.

A multimídia Toyota Play ainda não foi atualizada com os sistemas Android Auto e Car Play, como foi prometido pela marca. Sem GPS nativo nessa versão, só resta mesmo o espelhamento com smartphone ou conexão Wi-Fi com uma rede, que pode ser fixa ou móvel.

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Então, eis que vem uma ausência importante, a câmera de ré. O Yaris XL Plus Tech não tem nem mesmo sensor de estacionamento, acredite se quiser. Ele tem retrovisor eletrocrômico e até botão de partida com entrada presencial, mas nada de sensor de ré.

Só para lembrar, ele também tem ar-condicionado digital e o piloto automático. Luzes de neblina externas e o “obrigatório” pacote de controles de tração e estabilidade, além de assistente de partida em rampa.

Toyota Yaris XL Plus Tech 1.3 é interessante... mas preço é irreal

O espaço geral é bom, especialmente atrás. O Yaris XL Plus Tech ainda se faz notar no ambiente com um acabamento preto no teto e colunas, enquanto o banco traseiro tem até apoio de braço com porta-copos. O porta-luvas é bom, assim como o bagageiro de 310 litros.

Por ruas e estradas…

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Pesando 1.110 kg, o Yaris XL Plus Tech tem um desempenho mediano. O hatch da Toyota se apoia no motor 1.3 Dual VVT-i de quatro cilindros, que desde a chegada com o Etios, passou por duas atualizações, sendo a última para entrar no novo carro.

Como a Toyota não é nada ousada em motores, a receita continua sendo a mesma de antes: um aspirado simples e eficiente em sua proposta, sem surpreender ninguém. Entregando 94 cavalos na gasolina e 101 cavalos no etanol, ambos a 5.600 rpm, ele não poderia fazer melhor.

Seus torques de 12,5/12,9 kgfm só aparecem totalmente aos 4.000 rpm. Ou seja, o pequeno 1.3 só vai render bem em alta e olha que tem duplo comando de válvulas no cabeçote, que hoje em dia já não faz tantos milagres como no passado. A culpa é da tendência do downsizing.

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Assim, no dia a dia, o Yaris hatch 1.3 até que comporta bem em uso urbano, já que a transmissão CVT MultiDrive de sete posições virtuais, mantêm o giro nivelado em boa parte do tempo, reduzindo as desgastantes altas de giro características.

A linearidade ajuda no comportamento, que agrada para quem busca conforto e economia. Nosso consumo na cidade foi de 12,3 km/l de gasolina, o que é muito bom. Mas, nem por isso as saídas são lentas ou as retomadas em baixas são sofríveis. O modo manual do CVT só é bom quando se quer extrair um pouco mais do motor.

Claro, se houver necessidade de sair mais rápido, o giro vai subir sem delongas até a casa dos 4.000 rpm, quando o som do propulsor é nitidamente sentido. Na estrada, isso acontece com mais frequência, especialmente em subidas e ultrapassagens, onde a falta de força é perceptível.

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Não dá para passar apuros com o Yaris hatch 1.3 na estrada, mas também não é aquele carro que sobra com segurança. Na rodovia, conseguimos 14,3 km/l, o que poderia ser melhor. O comportamento na estrada é razoável, com ponteiro marcando 2.000 rpm a 110 km/l, o que mostra que poderia ser mais frugal.

A dirigibilidade agrada, sendo um carro confortável no cotidiano. A direção elétrica não tem ajuste de profundidade, mas sua calibração tem boas respostas. Só poderia ser um pouco mais leve em manobra.

Os freios também atendem bem, enquanto a suspensão tem um ajuste bem equilibrado entre conforto e estabilidade. O comportamento geral é elogiável, assim como o nível de ruído em rotações baixas. Contorna bem as curvas e, mesmo cheio, dá ao motorista uma sensação boa ao volante.

Por você…

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O Yaris XL Plus Tech é um bom intermediário entre a versão básica XL e a segunda mais completa, a XS, que tem motor 1.5 de até 110 cavalos. A Toyota adicionou um bom pacote, mas a ausência de câmera de ré e sensores é fortemente sentida.

Tem de tudo um pouco a bordo, mas ainda peca pelo ajuste da direção, assim como pelo volante simples demais e a tradicional alavanca de “cruise control” da Toyota, que dá um aspecto de carro velho.

O câmbio CVT agradou em suavidade e linearidade com seu seletor em escada, enquanto os bancos se mostram confortáveis. O conjunto é bom e deve agradar quem procura conforto, segurança e um pós-venda considerado bom.

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A imagem da Toyota é outro atrativo por causa da valorização, mas o preço de quase R$ 72.000, faz qualquer um pensar em alternativas. Como exemplo, o Polo Comfortline Tech II custa R$ 72.415 e tem conteúdo superior, isso sem contar o motor 1.0 TSI de até 128 cavalos e muito mais tecnologia.

Então, a sensação clara é de que o Yaris XL Plus Tech poderia ser algo melhor.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Toyota Yaris XL Plus Tech 2019

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, flex

Cilindrada – 1.329 cm³

Potência – 94/101 cv a 5.600 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 12,5/12,9 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – CVT com mudanças manuais na alavanca

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 11,8 segundos (etanol)

Velocidade máxima – 170 km/h (etanol)

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 12,5 km/litro (gasolina)

Consumo rodoviário – 14,3 km/litro (gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 15 com pneus 185/60 R15

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.145 mm

Largura – 1.730 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.490 mm

Entre eixos – 2.550 mm

Peso em ordem de marcha – 1.110 kg

Tanque – 45 litros

Porta-malas – 310 litros

Preço: R$ 71.790 (versão avaliada)

Toyota Yaris XL Plus Tech 2019 – Galeria de fotos

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Nota média 3.5 de 11 votos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Audeny Junior

    o que seria um “volante sem expressão”?

    • Ricardo

      Não tem olhinhos, nem boquinha, tipo um emoji…. :)

      • Audeny Junior

        hahahahahahaha!!!! boa!!!

    • Verdades sobre o mercado

      acho que o termo correto seria um “volante de visual datado”

      • JOSE DO EGITO

        Esse CLUSTER nao me é estranho,acho que algum JAPONES pulou o muro da RENAULT !!

      • Audeny Junior

        pois é… deveriam se ater a avaliações mais objetivas, sem juízo de valor…

    • Diego

      Engraçado que este volante é o mesmo do Corolla! e do Corolla ngm fala que é sem graça.

      • Retrato do Papai

        O corolla é um carro tão sem graça que esse volante acaba ficando esportivo nele

      • invalid_pilot

        Pessoal tem fetiche no volante do Gol/Jetta apenas – Toyota pode fazer essas paradas de boa porque é carro de luxo para o Bananeiro médio (Mesmo o Etios e Yaris kkkk)

    • Nicolas

      Toyota faz carro para rodar 10 anos sem defeitos e acaba saindo um carro robusto mas sem graça. O usado acaba sendo valorizado exatamente por essa característica de durabilidade, o sem graça acaba sendo deixado de lado pois já está usado. Com essa característica formaram uma legião de Toyoteiros, só trocam o ano de carro. Sofisticação colocam no Lexus. Não faz meu perfil, nunca tive Toyota e nem penso em ter um.

      • JOSE DO EGITO

        E essas caracteristicas que vc citou acontece no mundo todo ,resultado?! TOYOTA lider mundial de vendas

  • Oswaldo Bustani Jr

    Muito caro mesmo !!!

    • Airplane

      Essa versão XL Plus Tech é a de pior relação custo/benefício.

  • Sergio

    nessa categoria acho que o que tem de melhor cxb é o polo

    • Danilo

      E olha que o Polo também está caro pra caramba!

      • Verdades sobre o mercado

        Mas no conjunto da obra (olhando apenas os atributos do produto) tem o valor bem mais condizente com o que oferece/apresenta.

    • Paulino Lino

      Concordo!

  • DINEIROO

    Carroça!

    • Leo

      Tem carroça que é melhor que isso aí.

  • Danilo

    Além de caro é o terror pra que tem TOC, o volante é levemente desalinhado ao painel e o console central é levemente desalinhado ao câmbio. Percebi isso logo que entrei no carro. O console/câmbio não incomoda tanto, mas o volante/painel é bem estranho (na foto não dá essa impressão toda).
    EDIT: O motor 1.3 deixa muito a desejar juntamente com o CVT.

    • Nutz Nutz

      O Corolla (2015 ao 2019) tem o mesmo defeito de desalinhamento do volante em relação ao motorista e painel. Este foi o terceiro motivo por eu não ter comprado outro Corolla. O primeiro motivo foi a multimedia extremamente lenta e o segundo foi o motor defasado. Acabei optando pelo Jetta 2019.

  • Willian Félix

    Entre o 1.0 turbo e o 1.3 aspirado. Fico com o beberrão e antigo, pois sei na prática que com manutenção regular e troca de óleo correta passa dos 300mil km fácil, já os turbinados, mesmo com manutenções corretas, mal chegam a 150mil km, sem dar problema na turbina.
    Agora quem compra carro pra trocar com até 3 anos. Tem varias opções atraentes.

    • Lucas

      Quem sabe nos anos 90 você estivesse certo.

      • Nanico_41

        deve ser daqueles que não usam celular com medo de ter cancer no cérebro.
        cada coisa que eu vejo….

        • Willian Félix

          Uso bem o celular, e tenho dinheiro pra comprar seja o Xiaomi top de linha ou o Iphone Xs. A grande diferença minha que tenho a experiência de ter usado um turbinado que me deu dor de cabeça e vários aspirados que só me deram manutenção básica. Quando tu tiver dinheiro e usar o produto, no meu caso uso muito carro, ando em média 50 mil km ano, vc vai ver o que estou dizendo. As vendas mostram justamente o que eu falo. Carros aspirados vendem muito, mais muito mais que os turbinados.

          • Rafael Alves Dos Santos

            Não defendendo os carros turbinados mas proporcionalmente existem bem menos carros turbinados a disposição do consumidor, logo, vão vender menos. Eu já tive problemas em um carro aspirado com 120 mil km, logo eu não deveria mais confiar nos carros aspirados e usar só carros turbo agora? Acredito que vc não tenha dado sorte somente. Carros turbo já existem fora do Brasil a muito tempo e são extremamente confiáveis. Finalizando, um carro turbo tem o elemento turbina e periféricos a mais do que um carro aspirado, logo é um item a mais com uma probabilidade de gerar algum defeito, quanto mais simples o motor, menos peças, menos coisas para dar defeito (o que justificaria sua escolha por carros não turbinados).

            • Willian Félix

              Sim, tem menos carros turbinados, mais pegue o Compass aspirado com seus concorrentes turbinados, o próprio Polo que não passa de 5mil vendas mensais e a Grande maioria são 1.6. Veja o caso dos sedãs, tem vários turbinados bons e não vendem metade do que vende o Corolla. Problemas todos os carros vão ter um dia, porém problema relacionado ao motor, são poucos com pouco tempo de uso. Foi uma decepção grande com a turbina do Up Tsi.
              E o mercado Nacional a vida útil dos carros são longas, por isso essa questão de durabilidade. Se fosse trocar sempre, compraria o mais tecnológico sempre.

              • Rafael Alves Dos Santos

                Fora que acredito que em 10 anos a maior parte da oferta de carros 0km serão de turbinados, híbridos e elétricos, os naturalmente aspirados como conhecemos hoje hoje estão com os dias contados.

                • Paulo Lustosa

                  Errou, a Mazda é uma das poucas que ainda apostam em motores aspirados a gasolina.

                • Willian Félix

                  É um ótimo negócio para as montadoras, vida útil dos automóveis cada vez menor (necessitando que o comprador troque de veículo num período menor), maior manutençao, complexidade de fazer a manutenção só em concessionária. É a tendência de todas as montadoras. Olhando o aspecto financeiro é esse o caminho.
                  Tenho um brother que tem um mercado em cidade pequena, comprou uma F-1000 carroçeria de Madeira, ano 87 por 38Mil, uma l200 outdoor 2009 tá em média 35 mil bem conservada. Dois veículos utilitários bons, um descartável outro ainda com pelo menos 10 anos de uso pra trabalho.

                  • Paulo Lustosa

                    L200 se for aquela 2.5 com bomba injetora eletrônica é a maior bomba já vendida pela Mitsubishi no país.

                    • leomix leo

                      Essa gosta de oficina.

                    • Paulo Lustosa

                      Fale não, vizinha daqui de casa tem uma L200 dessas, acho que é a quarta ou quinta vez que vai ter que ir pra bombista pra fazer de novo a bomba injetora.

                    • leomix leo

                      Aqui em minha cidade acha unas lisinha de chaparia e linda de pintura, o medo esse pegar é esse aí.

                    • Paulo Lustosa

                      Da bomba injetora dar problema, tem a GM Eletrodiesel que fica na Pedra do Descanso, e tem Chaparral Diesel, que mexeu no motor da S10 há 15 dias, que fica no tomba, perto do viaduto pro caminho pra São Gonçalo. Chaparral se não me engano ele converte esses motores pra bomba injetora mecânica. Perde um pouco de potência por ter pressão menor e o acelerador eletrônico, mas a confiabilidade do sistema mecânico é bem superior.

                    • leomix leo

                      Feliz por achar um conterrâneo aqui no N.A. 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

              • Verdades sobre o mercado

                Grande maioria do Polo vendido é TSI, não 1.6 ou 1.0 aspirado. O motor turbo é mais sensível a combustível ruim e tem que colocar o óleo correto, senão realmente dá problema, mas tem Cross up TSI com mais de 300.000km sem precisar mexer em nada.

                • Paulo Lustosa

                  Certamente já trocou retentor da turbina dele pra não danificar os rolamentos… é normal de todo carro turbinado mesmo a diesel fazer manutenção periódica na turbina.

                  • Nanico_41

                    Cara, a turbina do up não tem rolamento…

                    • Paulo Lustosa

                      Se a turbina não tiver algum tipo de rolamento, o rotor dela vai girar aonde? Bronzina que não é.

            • Apesar de ser leigo creio que a manutenção básica negligenciada , como troca de óleo dentro do prazo e tipo especificado pelo fabricante, tende a dar mais problemas em carros com motor turbo. Acho que usar um óleo fora das recomendações gera maiores problemas em motores turbo. É como um carro com suspensão à ar, em nossas estradas esburacadas tende a dar mais problemas que uma suspensão tradicional de mola.

          • invalid_pilot

            “Tenho dinheiro pra comprar seja o Xiaomi top de linha ou o Iphone Xs”

            Desculpa ai senhor millionaire !

            • Willian Félix

              Hahahaha, bem que gostaria de ser, porém o cara colocou como se não soubesse de tecnologia. Como disse, eu gosto de produtos tecnológicos. Por isso compramos um Up Tsi pra minha esposa, e a experiência não foi boa, e pelo que pesquisei são muitas reclamações pra um carro com pouca venda. Já o carro que eu uso com 14 anos e mais de 300km tá intacto o motor.
              Venda de carro no Brasil vai além de tecnologia. Se tiver tecnologia e durabilidade esses produtos novos vão se dar bem, se não vamos ver Ônix, Corolla e Hilux reinando por uns anos.

              • invalid_pilot

                Foi meio ba ba k essa frase, sorry bro

            • Nanico_41

              Ridículo o comentário né?
              Queria entender a lógica do raciocínio dele.

          • RodrigoABC

            E pro causa de um caso se conclui todos, adora essa característica do brasileiro…..

          • Nanico_41

            Em nenhum momento eu questionei sua capacidade financeira em comprar um carro, mesmo pq isso não me interessa em nada.
            Acontece que eu já estou no 5º carro turbo em casa sendo três 1.4, um 1.0 e um 1.6 nos últimos 5 anos e seu argumento vai contra tudo o que eu tive de experiência até agora. Já vc só teve um.
            Escolha melhor as suas palavras e não venha querer dizer se eu tenho ou não dinheiro para fazer alguma coisa. Aliás dinheiro deve ser muito relevante pra vc, talvez por alguma frustração não resolvida. Recomento tratamento psicológico.

      • Willian Félix

        Posso estar errado em generalizar, agora minha experiência com o Up Tsi da minha esposa, uma porcaria, tive prejuízo na turbina com 118mil km, 5 mil de prejuízo, vendi logo depois. Tenho um Siena Hlx antigo motor GM 1.8 com 320mil intacto. Próxima vez que comprar um turbinado, só se for pra trocar com 2 anos.

      • Paulo Lustosa

        A turbina é obrigatório dar manutenção aos 100 mil km pra não dar problema logo em seguida. Quem tem carro com motor turbodiesel há anos sabe que a única peça do motor que gosta de dar problema quando passa dos 100 mil além da bomba de alta (antigamente era a bomba injetora), é a turbina, e se for VGT com controle de alívio eletrônico, o gasto é mais alto ainda.

        • Roberto Dias

          É aquele negócio, o motor turbo necessita de um cuidado mais próximo do que o aspirado. Cuidando bem, não tem erro…

          • Paulo Lustosa

            Sim, e ainda vou complementar: motor turbo não pode faltar combustível em hora alguma, se faltar, funde o motor.

            • Gutemberg Ferreira

              De onde vc tirou essa informação ? Nos passe a fonte, por favor…

              • Paulo Lustosa

                Pergunta a qualquer preparador e a qualquer oficina mecânica que mexe com carro turbinado. Não pode faltar combustível hora alguma quando tiver pressão positiva, se não a temperatura interna da câmara de combustão sobe de forma súbita a ponto de fundir o motor.

                • Gutemberg Ferreira

                  Acho que vc não entendeu, Paulo. Gostaria de ver o argumento técnico, baseado em fatos (com suas respectivas fontes), que sustentam a sua afirmação de que ‘motor turbo não pode faltar combustível em hora alguma, se faltar, funde o motor’.

                  Vou continuar aguardando.

                  • Paulo Lustosa

                    É simples, com pressão positiva entrando no pistão, aumenta demais a temperatura comprimida, e o combustível lá dentro querendo ou não diminui a temperatura da mistura de forma a continuar a temperatura necessária pra não fundir as peças do motor. Dando falta de combustível, a temperatura interna nos cilindros passa de 1000 graus e funde o motor. Simples assim, experiência que já fundiu motor turbinado pela bomba de combustível ter queimado em percurso rodoviário.

                    • Gutemberg Ferreira

                      Isso aconteceu com vc ?

                    • Paulo Lustosa

                      Sim, aconteceu comigo e tive que desembolsar 13 mil pra refazer o motor.

              • Paulo Lustosa

                4 – Olho no combustível:
                Evite rodar com pouco combustível no tanque abaixo de ¼. Isso assegura que a bomba elétrica consiga puxar combustível suficiente em condições com curvas, subidas ou descidas. Andar na “reserva” facilita trazer sujeira depositada no fundo do tanque, causando entupimento dos injetores e desgastando a bomba de combustível. Com o motor funcionando, fique de olho no manômetro de pressão do combustível ou hallmeter (que mede o combustível já queimado). Ao menos sinal de mistura pobre (pouco combustível na mistura ar/combustível) ou de queda na pressão do combustível tire o pé do acelerador e descubra qual é o problema. Falta de combustível na mistura causa grandes danos ao motor turbo que pode fundir por excesso de temperatura.

                Fonte: Página Topcars no Facebook. Outro que fala isso também é o ADG da High Torque.

    • Freaky Boss

      Se for comprar para ficar 10 anos com o carro ou rodar muito eu concordo com vc.

    • Louis

      Como eu comprei carro pra ficar 10 anos, isso pesou. Fui de Toyota 1.5.

      • JOSE DO EGITO

        ETIOS ???

        • Louis

          Golf = Up? Ambos 1.0 tsi

    • Retrato do Papai

      ainda bem que esse tipo de pensamento não manda no mercado… com essa mentalidade atrasada ainda estaríamos usando carburadores até hoje

      • Willian Félix

        Será? Vamos ver os carros mais vendidos…
        Sedas médios. Corolla aspirado
        Hatch compactos. Ônix 1.0 4 cilindros
        Picape média: Hilux mesmo com o motor mais fraco.
        Posso te dar mais exemplos.
        Aqui no Brasil carro, até pelo valor que custa, é quase um bem durável. Em nenhum momento menosprezei a tecnologia, eu adoro, porém não são motores de confibialidade alta, e estou comentando por experiência própria. Vá no site reclame aqui ou blogs de carros e veja as reclamações dos donos do Up Tsi(sem ser fã boy), é um número alto pela quantidade de vendas. Se eu tivesse poder aquisitivo pra trocar de carro a cada 3 anos, certeza que sempre seria o mais tecnologico.
        Porém, quando se compra um carro novo, tem outros fatores determinantes também.

        • Thales Sobral

          Carro é bem durável em qualquer parte do mundo… Acho que você quis dizer que aqui no Brasil o pessoal trata carro quase como investimento.

          • Willian Félix

            Correto.

      • Paulo Lustosa

        Se for pra rodar muitos anos e uma elevada quilometragem por ano, o motor turbinado requer mais manutenção, maior exemplo disso são os carros a diesel, que de 100 em 100 mil km tem que fazer manutenção na bomba de alta (antes era a bomba injetora) e na turbina, e em motor turbo com injeção direta não é muito diferente, tem que fazer manutenção na bomba de alta e na turbina também, caso não faça, a turbina se desgasta e quebra, e no carro a gasolina turbinado, dá a temida falta de combustível caso a bomba de alta perca a pressão, aí o motor corre risco de fundir.

        • Willian Félix

          Meu sogro tem uma S10 2015 já o motor 200cv Diesel, fez a última revisão em garantia maio de 2018, 110mil km, e simplesmente só fizeram o básico, óleo e filtros, e averiguação de componentes de desgaste. Essas manutençoes em periféricos do motor só ficou sabendo em oficinas paralelas. Nem a própria marca fala nessas manutenções, pode ver o plano de revisão da S10, não existe.
          O cara que é leigo e acha que é só trocar o óleo, quando quebrar e entrar no fumo, nunca mais volta pra marca, e ainda sai falando mal.

          • Paulo Lustosa

            Por isso a minha velhinha S10 2002 eu faço manutenção com mecânico de confiança, pois em concessionária nem averiguação de válvula pcv e de rotor de palheta da bomba injetora fazem.

            • Edson Fernandes

              Paulo, algo que tem me assustado é a necessidade de troca mais cedo da bomba de alta de motores turbo. Carros com pouco mais de 40000km rodados. Algumas vezes com dono chato colocando combustivel de qualidade e a bomba abrindo o bico. Tem alguma explicação para isso?

              • Paulo Lustosa

                Deve ser que a bomba de alta não está vindo com o banho de níquel que é necessário para a passagem do etanol nos casos dos veículos com injeção direta e flex, já que o etanol, mesmo sendo ou hidratado ou anidro misturado a gasolina, tem poder de corroer alumínio e ferro, e a bomba de alta tem liga de aço com alumínio, o que deve estar gerando desgaste e consequentemente fica sem pressão devido a corrosão, fato curioso que também aconteceu com os carburadores nos primeiros veículos movidos a etanol, que não tinha banho de cromo e níquel nos carburadores, e consequentemente davam problemas mais cedo que o normal e às vezes tinha que substituir o carburador pelo grau de corrosão. Nos motores diesel eu sei que as bombas de alta geralmente dão defeito por falta de lubrificação proveniente do uso do diesel S10 nos veículos anteriores a 2013, quando o diesel S10 não era obrigatório, já que a bomba de alta de diesel, além de ser maior, ela tem a bomba de palheta pra aumentar a pressão igual como era nas bombas injetoras rotativas, que por isso, S10, Frontier, Ranger e Hilux anterior a 2005 não podem rodar em hipótese alguma com diesel S10. Acredito que com o tanto de problema com essa bomba de alta dos motores flex de injeção direta, ou eles melhoram a qualidade e confecção da bomba, ou abaixem o valor da bomba e diminui o seu intervalo de substituição assim como ocorre com a bomba de combustível do tanque, que tem seu intervalo de substituição.

    • André Luis Versiani

      Carro turbinado dada maior complexidade e quantidade maior de itens e componentes mecânicos tende a quebrar mais mesmo, normal.Claro que hoje em dia a engenharia está cada vez mais refinada e os motores Turbo estão com durabilidade maior, mas eu também ainda prefiro um bom motor aspirado, a linha TSI dá muita bronca, os Evoque também vivem dando pau na turbina.

      • Thiago

        Evoque que fuma a turbina são as de motor ford 2.0 ecoboost.
        Para caber no cofre do motor do jeito que a LR queria e economizar custos, eles trocaram o coletor de metal (original ford) por um de plástico.
        Por isso que fusion tem o mesmo motor e não dá problema na turbina, aliás, meu pai tem um 140 mil km e zero problema de motor, agora a caixa está no fim, patinando na 4 e 5 marchas.

        • Paulo Lustosa

          Coletor de escape obrigatoriamente é de aço, e a turbina do Evoque é diferente da turbina do Fusion, tanto é que o cabeçote é até diferente e de fornecedores diferentes, que enquanto o Fusion usa turbina Borgwarner-KKK igual a de veículos da VW, a Evoque usa uma variante diferente da Borgwarner com coletor integrado a turbina, o que vive dando pau direto na caixa quente. Se o coletor fosse de plástico, na primeira acelerada ele iria derreter.

          • Thiago

            Realmente o coletor da evoque é aço inox e não de plástico como falei.
            Já o do fusion e da volvo XC60 T5 é de ferro fundido.
            Várias empresas vendem essa peça de ferro fundido para a evoque.
            Apenas complementando, existem vários carros que usam coletor de plástico a bastante tempo, existe uma matéria sobre isso na revista quatro r… de 2016.

            • Paulo Lustosa

              mas o coletor de plástico é na admissão, não? coletor de plástico na admissão eu to ligado que tem um tempo já

        • Edson Fernandes

          A caixa esta patinando com 140000? mas é porque seu pai andava sempre de pé pesado?

          Porque não é normal uma transmissão durar tão pouco.

          • Thiago

            Sim, desde os 105.000 km isso começou a ocorrer. Já foi trocado o óleo da caixa (em concessionária) e não adiantou.
            Antes surjam comentários do tipo que não foi feita manutenção adequada, o carro foi comprado zero km e possui TODAS (todas mesmo, são 14 carimbos) as revisões feitas na mesma concessionária onde o carro foi comprado. O uso do carro é essencialmente urbano com bastante trânsito, nunca foi a track days onde é comum esquentar o óleo da caixa e entrar em modo de emergência. O uso do carro é normal, se nota a caixa patinando apenas na estrada, pisando mais de 50% no acelerador.
            Se não me engano essa caixa do fusion deve ser a mesma caixa da Volvo XC60 T5 da geração anterior que é de origem ford (assim como o motor ecoboost) e também dá problema.
            Minhas experiências:
            1 – Ecosport XLT 1.6 2005, vendida com 235 mil km (3 embreagens com trocas com 63 mil km, 145 mil km e 210 mil km)
            2 – Fusion 2010 V6 AWD, caixa quebrada com 50 mil km
            3 – Focus mk2 titanium 2.0 automático de 4 marchas, caixa quebrada com 83 mil km
            4 – Fusion 2013 ecoboost FWDcom 140 mil km, caixa apresentando trancos na 4 e 5 marchas desde os 105 mil km
            5 – Calibra 1994 duas trocas de embreagem (não recordo os km)
            6 – Golf (um mk3 e dois mk4) e 307 nunca troquei a embreagem
            OBS.: TODOS os carros acima foram comprados zero km (exceto o calibra, mas ele foi comprado com 10.000 km, na garantia de fábrica, dentro de uma concessioária GM de propriedade do próprio dono da concessionária)
            TODOS os carros sempre receberam manutenção em concessionária de acordo com o manual do proprietário.
            No calibra eu pisava bastante, admito, mas o motor dele te instigava, andava bastante e era econômico.
            Acredito que em matéria de motor aspirado 2.0 só o motor do civic SI 2.0 aspirado de 8ª geração o supere.

            • Edson Fernandes

              Legal. Que chato esse problema. E pensar que eu tenho um Fluence CVT com 107000km rodados e o maximo que faço é trocar o oleo da transmissão.

              Já troquei com 55000km e a outra com 88000km (é a cada 40000km e eu reduzi um pouco a segunda por rodar mto na cidade, nos manuais americanos e japones do conjunto motor e cambio da Nissan recomenda se necessário a troca. Como o meu tinha o zunido, eu fui lá e troquei o oleo).

              Agora apenas com 120000km.

              Meu medo com a Ford é justamente essas transmissões, já que cogitei a compra de um Fusion V6, ainda que eu rode em cidade e estrada, eu não sou de pisar muito não.

              Ainda que o Fusion tenha sofrido desgaste severo por uso no transito, como o carro está em ordem, essa caixa nunca deveria dar problemas.

              Imagino eu que com os carros que vc teve problemas e devido a fazer revisão na concessionaria, ela irá arcar com os custos né?

              • Thiago

                Hoje tenho um civic G10 com CVT e ele está ok, mas o carro ainda não está nem com 30.000 km.
                O fusion V6 AWD esse que o meu pai teve foi do primeiro lote de importação que veio com problema na transmissão (mesma transmissão da captiva V6 se não me engano) em quase todos. A transmissão foi trocada sem custo (acho que a nota da fábrica era de R$35.000,00 reais), mas a caixa de transferência (responsável pelo AWD 4X4) não foi autorizada a troca e o meu pai marchou com R$7.500,00. No dia que o carro ficou pronto ele comprou um fusion 2013 ecoboost FWD (não queria mais problemas com AWD) na mesma concessionária.
                O calibra a primeira embreagem foi trocada em garantia, mas o dono da concessionária, ex-dono do carro era amigo do meu pai e isso facilitou as coisas (nos anos 90). Confesso que nesse carro eu acelerava bastante e isso encurtou a vida útil da embreagem.
                Na ECO XLT 1.6 2005 disseram que era embreagem de fiesta e que durava menos (60.000 km era a expectativa para uso urbano com trânsito – condição de uso considerada severa) por causa do aumento de peso do carro. Deram desconto apenas, acho que saiu por uns R$800,00 reais aproximadamente a troca.
                No focus eles também sabiam que essa caixa de 4 marchas dava problema, mas a ford se fazia de loka e não autorizava a troca, apenas autorizavam a “retífica” feita em oficina terceirizada. Autorizei a “retífica” e vendi o carro no mesmo dia em que ficou pronto. Dei adeus à ford e comprei o civic G10 EX-L.
                No fusion 2013 ecoboost FWD eles estão negociando um desconto na troca por outro fusion hybrid 0 km (com caixa CVT).
                Sobre o fusion: é um carro legal, muito confortável e potente, com bastante luxo e tecnologia.
                O que não gosto do carro: o tamanho dele (acho muito grande) e a dinâmica do carro muito anestesiada (nisso civic é bem melhor, com direção mais direta).
                Prepare-se para um consumo elevado, quem diz que o carro é econômico está faltando com a verdade. Andando “meio” forte na estrada fez 8,5 km/l. Se andar a 100 km/h no piloto faz 10,5 km/l com o carro carregado.
                Os farois não iluminam nada (resolvido no facelift onde colocaram farois de LED) e a frente, meio e traseira raspam bastante (melhorado no facelift).
                O freio do carro é mediano para o peso.

                • Edson Fernandes

                  Eu dirigi o Fusion hibrido do meu tio, a sensaçaõ de altura é clara. Isso vc raspa sem dó. O do meu tio mesmo tinha marca de raspado por todo canto do carro (na parte inferior). Sobre as transmissões, que triste ver tantos problemas.

                  Eu realmente abriria mão de Ford também. Foi como eu disse, eu to com um carro com 107000km(agora 108000) e felizmente sem problema algum. Sobre o consumo do Fusion: Isso me faria pensar na compra do hibrido mesmo. Anda bem, é super economico e não falta potencia. Mas já avise teu pai que ele sentirá em relação ao 2.0 turbo com total certeza.

                • Edson Fernandes

                  Eu dirigi o Fusion hibrido do meu tio, a sensaçaõ de altura é clara. Isso vc raspa sem dó. O do meu tio mesmo tinha marca de raspado por todo canto do carro (na parte inferior). Sobre as transmissões, que triste ver tantos problemas.

                  Eu realmente abriria mão de Ford também. Foi como eu disse, eu to com um carro com 107000km(agora 108000) e felizmente sem problema algum. Sobre o consumo do Fusion: Isso me faria pensar na compra do hibrido mesmo. Anda bem, é super economico e não falta potencia. Mas já avise teu pai que ele sentirá em relação ao 2.0 turbo com total certeza.

                  • Thiago

                    Sim, falei isso para ele que o hybrid seria mais fraco de motor, mas como o uso do carro é 95% urbano, com bastante trânsito, onde raramente se consegue chegar a 100 km/h, ele falou que preferia abdicar da potência e ganhar no consumo. Vi uns reviews e disseram que ele anda semelhante a um corolla, o que não é tão ruim, até porque o foco do fusion é no conforto mesmo e não na esportividade.
                    No civic G10 2.o CVT sinto que decepciona um pouco o motor em relação ao resto carro que remete à esportividade.
                    Na estrada realmente faz a diferença, mas como ele viaja com o carro 1X no ano, então ele calculou que não vale a pena para ele.

                    • Edson Fernandes

                      Olha… o motor elétrico te anima em um arranque. Se vc sair forte com o carro, vc em um primeiro momento não espera que ele tenha aquela performance que é muito aceitavel.

                      Vc só vai notar o uso do motor a combustão emviagens. Grande parte do tempo ele andará no motor elétrico. E te digo… é mto bom para quem não espera tanta performance.

                      Sobre o Civic CVT: Eu acho que o ajuste da Honda para privilegiar a economia, acaba cortando mesmo o barato da esportividade.

  • Munn Rá : O de Vida Eterna

    Tanta ” lenha lenha ” para ser lançado aqui ( desde que era um ” simples ” carro conceito ) para isso ?

    Irreal não é somente o preço dele, e de vários outros carros, ! Irreal é o mercado automotivo brasileiro

  • invalid_pilot

    Preço irreal como todo carro, especialmente Toyota

  • Christian Balzano

    Não é queridinho de ninguém, não vendeu nada esse ano. Não incomoda nem de perto Argo e Polo. Carro tailandês da geração passada, maquiado de Corolla. Só um besta quadrada pra comprar qualquer versão desse carro.

    • Ernesto

      Besta eu acho que é quem acha que tem autoridade para dizer o que o outro faz com o dinheiro dele.
      Eu não tenho esse carro e também acho caro, mas chamar a pessoa que escolheu esse carro de besta quadrada, aí não!

      • Christian Balzano

        tenho direito de achar qualquer pessoa que faz o mal uso do dinheiro um besta quadrada.

        • Ernesto

          Falou o consultor financeiro de todo esse pessoal. KKKKKKKKKKK!!!!

  • 1945_DE

    Interessante para quem aceita ser enganado na cara dura. Esse carro não passa do Etios maquiado. E a Toyota arrancando dinheiro dos desavisados e lucrando rios de dinheiro.

    • Airplane

      O Yaris é o “new Etios” só que com outro nome. Os motores 1.3 e 1.5 são os mesmos do Etios. A plataforma também é a mesma. Só mudou a “carcaça”.

      • Paulo Lustosa

        que por sua vez é o mesmo do yaris europeu

        • Airplane

          O Yaris europeu tem acabamento melhor que o dos “emergentes”.

          • Paulo Lustosa

            Plataforma de monobloco é uma coisa, desenho e acabamento interno é outra.

            • Airplane

              Sem dúvida são aspectos distintos.

        • Verdades sobre o mercado

          nem a carcaça é a mesma, compare, o europeu dá a sensação de ser menor e o desenho parece mais harmonico.

          • Louis

            Já eu acho o europeu mais feio, e não compraria justamente pelo tamanho bem menor. Eu comprei o Yaris por ter um tamanho quase de um hatch médio.

          • Paulo Lustosa

            Plataforma de monobloco é uma coisa, desenho e acabamento interno é totalmente diferente.

        • Marcelo Martins

          Não, o Yaris brasileiro é derivado do Tailandês !!

          • Paulo Lustosa

            Que por sua vez é derivado do Toyota Vios, que é derivado do Yaris europeu/Vitz japonês

    • Louis

      Então eu tenho um Etios com desenho mais sofisticado, 7 airbags, teto solar, chave presencial, sensor de chuva e crepuscular, retrovisor fotocromico, farol projetor, lanternas em Led, retrovisor rebatível, cambio Multitronic do Corolla… Se o motor é o mesmo, isso não me incomoda, visto que o desempenho é suficiente.

  • Louis

    Engraçado que todo mundo gosta de enfatizar que o Yaris foi desenvolvido em um mercado “emergente”, mas ninguém fala nada do queridinho Hyundai Creta, que também foi desenvolvido para emergentes.

    • Dherik

      É que quando isto fica muito aparente, pega mal, rs. Ou talvez a expectativa em cima do Yaris seja muito maior.

    • Freaky Boss

      povo de site especializado desse tipo aqui implica com Toyota e isso às vezes impede de enxergar as coisas de uma forma completa.

    • Filipo

      Creta também é “jabuticaba” para mercados emergentes, mas ao menos utiliza plataforma do antigo Elantra.
      No entanto, para mim ele não é queridinho. Eu não gosto do Creta por 3 motivos: porque acho bem feio, porque seu acabamento é pobre e principalmente porque não gosto de crossovers e/ou SUVs.

      • Louis

        O Yaris usa mesma plataforma do Yaris europeu, apesar dos tamanhos distintos.

        • Filipo

          Negativo! O Yaris asiático e brasileiro utiliza a plataforma XP150, do Toyota Vios, enquanto o Yaris europeu utiliza a XP130.
          É parecido com o que ocorre com Sandero e Clio europeu. A M0 Dacia e a B da Renault nasceram juntas, tem até algumas coisas em comum, mas são bem diferentes.

        • Marcelo Martins

          O Yaris brasileiro é derivado do Tailandês !!

    • MonHoe

      Talvez pq o Creta tenha a plataforma do Elantra, um produto desenvolvido pra mercados mais exigentes e o Yaris é feito na plataforma do Etios

    • Christian Balzano

      Creta é outra geringonça. Sub-produto, um Tucson piorado para mercados emergentes.

  • Freaky Boss

    Quanto ao desempenho / consumo, esse carro está bem posicionado no mercado…Estou vendo o povo xingando mas ele está bem posicionado.

    A revista 4 rodas testou o Yaris hatch XL 1.3 contra Polo, Argo (1.8?), C4(1.6) e peugeot (1.6), HB20 (1.6).
    No consumo na cidade o Yaris ficou empatado com o polo em 1o lugar.
    Já na performance (retomada, sobretudo) se não me engano fica em 3o , perde para o Polo e fica logo atrás do Argo, mas nada mal.
    E no preço não está tão fora também.
    Ou seja, o Polo é melhor de fato mas olhando esse segmento e o mercado NACIONAL não sei qual é o lixo que tantos enxergam nesse carro…
    Yaris está bem posicionado em consumo, desempenho , robustez, espaço interno, etc.

    E eu já dirigi esse carro. O câmbio CVT do corolla que está nele de fato é muito bom e para cidade grande esse conjunto está bom.

    • Louis

      O maior pecado do Yaris é não vir com 4 air-bags de série, a meu ver. Por isso, a única versão que me interessou foi a de 7 air-bags.

      • Freaky Boss

        Pra mim também o airbag lateral num carro de 65 mil é ítem que eu procuro. Faz falta. Pena a toyota não ter colocado.

    • Bernardo Figueiredo

      Ah na rodovia um desempenho a mais nunca cai mal. Uso um HB20 1.6 desde 2014. Bebe, mas anda.
      Agora ir pra um carro 1.3 pagando 71mil não sei não. To fora. Esse motor 1.3 devia ficar só no Etios. Mas pelo que vejo o Yaris vai ser o novo ”corolla” e ferro no nosso bolso como tudo aqui na bananalandia.

      • Freaky Boss

        cilindrada de motor não é tudo, mesmo comparando motores aspirados. Câmbio influencia muito, peso do veículo, etc. Tanto que no teste da 4 rodas alguns números de performance do yaris 1.3 foram equivalentes ou melhores do que o do HB20 1.6

        • Carimbo

          Essa sua informação não procede. Tudo bem vc querer defender o produto que gosta mas só para citar um indicador, o hb20 faz o 0 a 100 em 9 segundos manual e 10,6 automático, enquanto o yaris faz em 12. Não vou colocar os testes de retomada mas a partir dai dá para ter ideia que os motores possuem um gap de potência. Inclusive o yaris 1.3 pesa mais que o hb20.

      • Louis

        O Yaris 1.3 deve andar mais que o Renegade 1.8. E o meu Yaris 1.5 anda mais que o Compass 2.0 flex.

        • Retrato do Papai

          Um patinete elétrico anda mais que o renegade 1.8… Sinceramente duvido muito que o yaris 1.5 ande mais que o compass 2.0, o 0 a 100 do yaris 1.5 é ok mas a máxima dele é muito baixa, até o meu fox 1.6 com o velhaco ea111 tem máxima bem superior (e não sei se anda mais que o compass)

    • invalid_pilot

      Problema do Yaris é custar 72k sendo um Etios Sedan 1,3 com melhor acabamento.

      Se custasse uns 8k a menos seria mais honesto pelo que entrega

  • Freaky Boss

    Pra mim uma opção melhor do que essa é o XL CVT sem esse pacote tech plus. Mais barato mas o que perde para mim não faz tanta falta (como o ar digital).

  • HugoCT

    Vo de Argo obrigado, por 55 mil.

    • Verdades sobre o mercado

      o foda é não ter um AT “de verdade”

  • A soma 1.3 + CVT é pra te deixar muito puto e passar raiva. É o tipo do carro que você puxa para fazer uma ultrapassagem em uma via de mão dupla, o giro sobe, e o carro leva anos pra desenvolver. Para a cidade, achei muito bom, justamente pela suavidade do CVT. Agora para viajar…

    • Miguel

      E aquele barulho de enceradeira??? Socorro! Kkkkk

      • Paulo Lustosa

        cvt da toyota simula 7 marchas, é o mesmo cambio do corolla

        • Miguel

          Nunca andei em Toyota, só em Honda. E não gostei…

          • Paulo Lustosa

            Honda realmente não tem simulador de marchas, então é sempre aquela monotonia, ao contrário do Toyota, que pensa que está num automático convencional a modo de ter modo sequencial.

        • Isso mesmo, simula. Mas na minha opinião o CVT é chato demais… tanto da Toyota como da Honda. Anda na HRV por exemplo, meu Deus, vc pisa, o giro vai nas alturas e aquela m…. n sai do lugar! Eu já não entendia pq as pessoas compravam HRV (talvez pelo status somente, e pela marca). Depois que eu dirigi uma, aí sim não entendi mais nada!

          • Paulo Lustosa

            Minha experiência com o CVT da Toyota foi totalmente o oposto, motor responde prontamente ao comando pra acelerar. Passei 15 dias com um Corolla 18/19 XEi emprestado e o câmbio aproveita muito bem o motor, tanto é que ele anda bem próximo ao Jetta 1.4 TSI, que tem um excelente motor, mas mal aproveitado pelo câmbio AISIN de 6 marchas, que é um automático convencional, e projetado por uma subsidiária da Toyota. O Honda, já andei em um Fit e não gostei.

  • Paulino Lino

    Jamais seria minha opção de compra porque não consigo achar esse carro bonito nem interessante por nenhum ângulo. Todavia eu respeito quem gosta e compra.

    • Pedrov154 #BrasilADT, DeusADT.

      Eu até acho a frente legalzinha, o problema é a traseira.

  • Domenico Monteleone

    Esse carro é bonito por partes: se você olha só a frente, só lateral ou só traseira é legal. Se você olha tudo junto fica muito desarmônico. Outro ponto é que a Toyota foi mais esperta que a VW e fez o interior cinza escuro, que disfarça melhor a simplicidade dos plásticos. Vw tocou cinza claro no Polo, ressaltando a má aparência do material.

    • Verdades sobre o mercado

      A Spin anterior também era bonita “fatiada”, mas o conjunto era horrível. Quanto ao interior, perfeito, o tom escuro ameniza a aparÊncia ruim dos plásticos.

    • Edson Fernandes

      Eu acho que a escolha não fica retida apenas na cor, mas também no visual do interior.

      Querendo ou não, esse contraste de interior escuro com cluster em tom azul ajuda demais a criar um aspecto mais moderno. Fizeram isso no facelift de Fit e City: Ou seja, nem a versão DX (ou personal para PCD) é cor ambar, pois o visual azul dá um toque de interior mais caprichado, ainda mais que as empresas estão utilizando o tal black piano como pintura interna. Já aVW…. se pegar até a versão MSI automatica, é tudo de uma mesma cor, uma cor cinza clara que visualmente cria um aspecto visual maior para enxergar detalhes, também é o mal: Pois o interior do Polo visualmente é pobre.

      Tanto que na versão Highline que tem black piano, se tem o opcional do AID e central de 8″, dá uma cara um pouco diferente ao paiel. Mas ainda assim o painel do VW é mto pobre comparado aos rivais diretos. (mesmo que ele seja bem completo em funções de bordo)

  • El Gato!

    É incrível como você pode pegar o título dessa matéria e substituir o modelo do carro pelo nome da maioria dos zero km vendido no tupiniquim, que casa bem igual.

  • Murilo Soares de O. Filho

    Essa frente, qualquer totozinho, desalinha tudo…

  • CanalhaRS

    Esse carro deveria ter ficado na lugar do Etios (que deveria ser rebaixado de preço e ficar como popular de verdade).
    Aí sim, venderia muito.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    A matéria resume bem, preço irreal, mas não só essa versão, acho que todas. Deveria começar em R$ 57 mil no mínimo, essa versão XL plus tech pelo menos uns R$ 66 mil e a top de linha R$ 75 mil com rodas 16′

  • Pedrov154 #BrasilADT, DeusADT.

    Não sei como é o 1.3, mas dirigi um XLS 1.5 e achei bom, pelo menos no curto trajeto que eu fiz. É confortável e tem um conjunto suficiente para a cidade. Mas levando em conta que a concorrência apresentará versões mais fortes dos seus compactos, acredito que é muito importante que o Yaris receba o motor 1.8 de 144cv do Corolla. Além disso: rodas de 16” na versão de topo, freio a disco nas 4 rodas, 5 air-bags nas versões XL, XL Plus Tech e XS e uma central multimídia com Apple Carplay e Android Auto.

  • daRio

    pra mim é um etios diferentemente feio

  • Kaian Reis

    porque as multimídias da toyota não tem android auto ou apple carplay?

    • Edson Fernandes

      Da mesma forma que as centrais da Renault tbm não possuem: Seguram a atualização para lançar com produto atualizado para dizer que tem mais conteudo.

  • Paulo

    Matéria meio “a lá carblog”. O carro é caro. Mas que carro hj em dia não é?
    O Toyota não é besta e sabe muito bem o perfil de clientes que quer atingir. Tem a questão de pós venda, etc. O Polo é mais custo benefício sem dúvidas. Mas pro consumidor comum entram vários outros fatores em jogo.

    • MonHoe

      A questão é que na casa dos 70 mil até a Honda que é mais careira que a Toyota coloca pelo menos um 1.5

  • Netto

    O Fiat Firefly 1.3 8v, é muito, mas muito superior a esse 1.3 16v da Toyota.

    • T1000

      amigo não força a barra

      • Netto

        O 1.3 da Toyota é 16v e entrega 12,9kgfm, o firefly é 8v e entrega 14,2kgfm. O Firefly em uma versao 16v teria condições de entregar algo proximo de 16kgfm de torque, é uma grande diferença sim.

        • Paulo Lustosa

          Próximo a 16 não entrega, não tem como forçar… 1332 no máximo é os 14,2-14,5, o comando de válvulas do Firefly tem um comando de graduação bem maior que os dois comandos do motor 1.3 da Toyota, e gastando mais. Volume de torque é independente do tipo de cabeçote, depende mais de fluxo de gases, comando de válvulas, sistema de escape e acerto de injeção eletrônica.

  • Penguin*

    Não vale quanto pesa.

  • FREDRED

    Vejo bastante na rua, mas como a fábrica da Toyota fica aqui no lado, desconfio que a maioria seja de funcionários, igual ao Prius, vejo muito por aqui, muito mesmo, vi até um vermelho um dia, até que era simpático, mas olhei melhor e vi que era feio mesmo.

    • Ernesto

      Em São Paulo, Capital, vejo bastante.

  • Marcelo Martins

    Esse Yaris não passa de um Etios de segunda geração caríssimo !!

  • xtreme x

    100cv…manco..,R$72K.. caro pelo o que a concorrência oferece.

  • Everton Junior

    Cê tá doido

  • Marco

    Agora eu pergunto: QUAL carro da Toyota não é um ABSURDO de caro ???
    Esses japas da Toyota acham que dinheiro dá em árvore ou então somos todos otários. Muito embora se desse em árvore estaríamos todos lascados pq brasileiro adora acabar com tudo quanto é tipo de árvore. Não é à toa que o clima tá esse disparate e o calor matando todo mundo.

  • leomix leo

    Cada um faz o que quiser com seu dinheiro, eu iria de Golf Tsi, e o troco uma boa revisão, estaria em uma categoria superior e um produto muito superior.

    • Ernesto

      Mas seminovo, né?

  • Klebson Tinoco

    Pelos preços deveria ter motor 1.5 nas versões mais baratas, e 1.8 na mais cara. Volante sem acabamento de couro é economia de palito, assim como câmera de re, que custa 100 reais na Internet (não justifica o carro ter o sobrenome plus tech, sem câmera de ré). Mas as infelizmente as montadoras fazem essas economias de palito. Quando comprei um Focus GLX em 2010, paguei para a CSS botar farol de neblina antes de eu sair com o carro, e no dia seguinte fui em uma loja de acessórios, para colocar couro no volante (coisas que para mim o carro deveria ter, mas que não justificava eu ter que pagar 11.000 a mais para pegar a versão Titanium).

    • Edson Fernandes

      Até hoje eu não entendo porque ela não fez isso. Ela nunca iria canibalizar o Corolla, mas o Yaris precisa de uma versão mais forte. E eu achando que seriam motores 1.5 e 1.8 antes do lançamento…rs

      (e eu cogitava considera-lo como compra futura)

  • Marcio Souza

    70k numa jabiraca dessa? Acabamento interno pobre, estilo questionável e motor mediano. NUNCA!

  • Bruno Fernandes

    A Toyota tá é certa. E se fosse ela cobraria até 100 mil, já que tem brasileiro maluco que paga…

  • Guh MDNS

    Pode ser confortável, mas o design é insosso, essa frente e essas lanternas parecem carros conceito dos anos 90, o painel parece do começo dos anos 2000 e pra piorar não tem nenhum revestimento mais refinado, ou seja, é só marca em um carro sem graça.
    Não é porque os carros são desenvolvidos pra países emergentes que tem que ter design sem graça.

  • BuffyDawn Summers

    Paga quem quer. Se dependesse de mim, a Toyota (e Honda) fecharia.

  • Edson Fernandes

    Agora eu darei minha visão do carro:
    Independente do que foi dito na avaliação, acredit oque um ponto que pega ao consumidor é consumo. Nisso, o carro na versão 1.5 (que não é a avaliada) surpreende. Junto dele, apenas o March CVT são extremamente economicos.

    Só que como sempre, as versões que eu consideraria diante do que a Toyota colocou, é apenas as de motor 1.5 porque acredito que deva existir motor com alguma sobra de potencia. Dito isso, tem os itens esperads pela faixa de valor que tbm contariam.

    Mas por qual motivo naõ teria? Porque considero que apesar da tal confiabilidade, o carro entrega mto pouco. O que me faz levantar a questão de que realmente os atuais compactos valem o que custam por aquilo que oferecem. Mas minha primeira opção é o Polo pela cadencia melhor de itens de serie.

  • Renato Almeida

    Toyota cobra muito pelo pouco que entrega nos seus produtos. Uma empresa mundialmente muito conservadora e com medo de inovar. Estruturalmente seus carros estão uns 10/15 anos defasados. Creio que seja a próxima a perder mercado, assim como a Honda perdeu em 2018.

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