História Honda Motos

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

O sucesso da Honda Biz fez a fabricante japonesa expandir sua presença no segmento de scooters e motonetas no mercado brasileiro com outros modelos inéditos, como é o caso do Honda Lead 110 e do Honda PCX 150.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)


O primeiro scooter da Honda a chegar ao Brasil foi justamente o Lead 110, que fez sua estreia por aqui em maio de 2009 com preço sugerido de R$ 6.250.

O modelo se destacava justamente pelo câmbio automático do tipo CVT (continuamente variável), típico dos scooters e que oferecia um conforto extra sobretudo no ambiente urbano.

Anteriormente, a opção mais versátil disponível na gama era a Honda Biz, que conta com um câmbio semiautomático, onde o condutor não precisa acionar a embreagem para realizar as trocas de marcha.


Apesar de toda a versatilidade, o Honda Lead 110 não era um dos mais indicados para o território nacional. Uma das grandes desvantagens do modelo eram as rodas pequenas de 12 polegadas na frente e 10 polegadas atrás, além da suspensão de curso curto.

Ou seja, você podia ficar facilmente atolado em buracos característicos nas ruas do nosso País.

Estréia do Honda PCX no Brasil

Eis que a Honda lançou em abril de 2013 um novo modelo para o segmento. Assim como o Lead 110, o novo Honda PCX 150 estreou oriundo do mercado europeu e, portanto, se destacava por uma série de recursos que até então não estava disponível em qualquer motocicleta da mesma faixa de preço.

Por a partir de R$ 7.990, o Honda PCX 150 se destacava frente ao scooter menor e mais antigo pelas rodas de 14 polegadas, motor mais potente, visual mais imponente e uma série de recursos.

O preço era também bastante próximo ao da Biz 125 EX, que custava pouco menos de R$ 6,9 mil.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

Na lista de equipamentos, o novo Honda PCX contava com sistema de freios combinados CBS (Combined Brake System), sistema ACG (Alternating Current Generator) que une o motor de arranque e um gerador de energia e sistema start/stop “Idling Stop System” que desliga o motor quando o scooter estiver parado em marcha lenta após três segundos.

E a estratégia da Honda em oferecer um scooter maior e mais moderno deu certo! De abril a dezembro de 2013, o modelo foi o segundo mais scooter vendido no mercado nacional, atrás somente do Lead 110, com 8.366 emplacamentos.

Já no acumulado de 2014, o Honda PCX desbancou até mesmo seu irmão menor e ficou com a primeira posição entre os scooters, com 19.560 exemplares comercializados.

Em 2015 o modelo conseguiu vender ainda mais, com 22.896 unidades. Já em 2016, foram 22.539 modelos vendidos.

No ano de 2017, porém, o Honda PCX 150 ganhou um rival da própria Honda, o SH 150i, que é ainda mais sofisticado e traz até chave presencial. Ainda assim, o modelo não passou a vender menos. Muito pelo contrário: vendeu ainda mais e manteve na liderança com 28.049 unidades, contra 2.458 vendas do novato.

O motivo de todo esse sucesso do Honda PCX no mercado nacional se deve a uma série de fatores.

Confira:

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

Honda PCX – detalhes

Nos grandes centros ou até mesmo em cidades pequenas, se locomover a bordo de um automóvel pode ser algo inviável devido aos custos elevados.

Uma motocicleta tem, obviamente, dezenas de desvantagens (como a segurança), mas é bem mais prática, capaz de andar no meio dos corredores de um congestionamento e, ainda, consumir bem menos combustível.

E é aí que o Honda PCX aparece como um modelo ainda mais interessante.

O scooter oferece toda a praticidade de uma motocicleta comum, mas oferece uma tocada mais confortável tanto para o piloto como o garupa, tem um espaço sob o banco para acomodar um capacete e/ou diversos objetos, câmbio automático do tipo CVT que torna o andar mais cômodo e até mesmo uma tomada para carregar o seu smartphone.

Além disso, o Honda PCX é um scooter moderno e praticamente alinhado com o modelo oferecido no mercado europeu.

As linhas do Honda são agradáveis e têm como destaque a ampla carenagem frontal, que traz um farol avantajado com iluminação em LED e uma bolha na cor preta para contribuir em parte da aerodinâmica.

As carenagens laterais do Honda PCX apresentam recortes com detalhes côncavos por todos os lados e o piloto tem as pernas divididas por um túnel central. Essa característica pode desagradar os donos do antigo Lead 110, que tem o “assoalho” totalmente plano, permitindo levar objetos (como sacolas) no meio das pernas, por exemplo.

Já o banco do Honda PCX tem dois níveis e o garupa conta com pedaleiras retráteis e ainda alças com suporte para um bauleto. Aliás, os dois ocupantes parecem estar sentados em uma cadeira, com o tronco mais ereto e as pernas flexionadas.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

A traseira segue o desenho de padrão esguio da dianteira, com lanterna com formato pontiagudo e piscas logo abaixo, todos em LED.

Independente da versão, o Honda PCX sai de fábrica com uma tomada 12 volts no porta-objetos (localizado logo abaixo do guidão) para carregar o celular ou utilizar um GPS.

Há ainda um compartimento porta-volumes debaixo do banco, que pode ser aberto por meio de um botão e tem capacidade para 25 litros.

A respeito da segurança, o Honda PCX traz desde os modelos mais antigos o sistema CBS (Combined Brake System) de freios combinados. Com ele, caso o piloto acione somente o manete do freio traseiro, parte da força de frenagem é enviada também para a roda dianteira. A Honda diz que esse recurso faz com que a frenagem seja mais eficiente e segura.

Outro item bastante interessante é o Idling Stop System, conhecido também como start/stop. Como comentamos acima, esse recurso interrompe o funcionamento do motor de maneira bastante silenciosa e praticamente imperceptível ao permanecer em marcha lenta por mais de três segundos.

Ao acionar o acelerador, o motor volta a funcionar instantaneamente, inclusive sem nenhum ruído de partida.

O painel de instrumentos do Honda PCX é analógico e digital e exibe informações como velocímetro, marcador de combustível, hodômetro total, luzes espias da injeção eletrônica, medidor de combustível e sistema de parada automática, relógio digital e até computador de bordo com consumo médio e instantâneo de combustível entre percursos.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

Honda PCX – novidades

Lançamento em abril de 2013

O lançamento do Honda PCX 150 no mercado brasileiro aconteceu em abril de 2013, com chegada à rede de concessionárias prevista para maio do mesmo ano. O modelo foi comercializado com preço inicial de R$ 7.990.

E já no seu primeiro mês cheio, em junho, o Honda PCX conseguiu se posicionar como o scooter mais vendido do segmento. Na época, seu concorrente mais próximo era o Dafra Citycom 300, um modelo maior, mais potente e que custava quase o dobro do preço do Honda, de R$ 14.190.

O Honda PCX é fabricado na unidade da Honda em Manaus, no estado do Amazonas. Todavia, a produção é feita via CKD (Completely Knock-Down), com componentes importados da Tailância, como o motor, transmissão, pneus, sistemas de iluminação e painel de instrumentos.

O quadro, a carenagem e a pintura são produzidos por aqui.

Nova versão Honda PCX 150 DLX

A Honda passou a oferecer em outubro de 2014 a nova versão DLX na gama do PCX 150. O scooter na nova configuração se diferenciava pela pintura em preto fosco, formando contraste com as rodas de liga-leve com pintura dourada, além dos logotipos prateados e vermelhos.

O PCX 150 DLX tinha preço sugerido de R$ 8.990, o que representava uma diferença de R$ 390 em relação à versão Standard nas cores branco e preto perolizados, disponíveis naquele ano por R$ 8.600.

Esta fora a primeira novidade do scooter após o seu lançamento no País.

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Facelift e outras novidades

Em outubro de 2015, o Honda PCX 150 produzido no território nacional recebeu suas primeiras novidades.

O scooter adotou um visual alinhado com o modelo comercializado no mercado europeu, com direito a um novo farol dianteiro com formato redesenhado e iluminação em LED, perdendo o friso superior cromado e a estrutura que avançava sob a bolha dianteira.

A motocicleta adotou ainda uma nova bolha dianteira, com recorte côncavo nas laterais superiores (ao invés do recorte convexo do anterior), assoalho com novo formato, rabeta redesenhada com formato mais esportivo, alçadas do garupa com novo desenho e preparação para receber suporte do bauleto, novas lanterna e piscas traseiros, entre outros.

Ainda entre as novidades, o Honda PCX 2016 passou a contar com painel de instrumentos redesenhado, computador de bordo, pisca-alerta, tomada 12V para carregar celulares e outros equipamentos eletrônicos e assento com novo formato sem a divisão entre o piloto e o garupa.

O Honda passou também por alterações mecânicas, com amortecedores traseiros mais resistentes aos impactos e motor menor, passando de 152,9 cm³ para 149,3 cm³, enquanto a potência foi de 13,6 cv para 13,1 cv e o torque de 1,36 kgfm para 1,41 kgfm.

O aparato manteve o câmbio automático do tipo CVT, bem como o sistema start/stop e os freios CBS de frenagem combinada.

Além disso, o Honda PCX ganhou um tanque de combustível maior, passando de 5,9 litros para 8 litros de capacidade.

Na ocasião, o Honda PCX 150 2019 ficou mais caro. A versão Standard subiu de R$ 9.267 para R$ 10.299 e a DLX de R$ 9.687 para R$ 10.699.

Novas cores e preços mais baixos

A linha 2017 do Honda PCX fez a sua estreia nas concessionárias em outubro de 2016. Porém, como de praxe entre as motocicletas da marca japonesa, o modelo recebeu somente novas opções de cores.

A partir daí, o scooter passou a contar com as tonalidades prata fosco e cinza metálico na configuração Standard. Já o topo de linha PCX DLX assumiu um papel mais refinado na gama, com pintura em tom de marrom perolizado, formando contrastante com o couro do banco e parte da carenagem em um tom mais claro.

Porém, essas mudanças não aumentaram os preços do Honda. Pelo contrário, ele ficou mais em conta para acirrar ainda mais a briga com o novo concorrente Yamaha NMax, também dotado de um motor 150 cc.

O Honda PCX passou a ser comercializado por R$ 10,3 mil na versão de entrada e R$ 10,8 mil na topo de linha. Essas cifras representaram uma redução de cerca de R$ 300 frente à tabela anterior.

A marca destacou ainda o fato de ser a única motocicleta da categoria até 200 cc a contar com garantia de três anos, sem limite de quilometragem, e mais sete trocas de óleo grátis.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

Inédita versão Sport

Embora o Honda PCX 150 seja uma motocicleta assumidamente urbana e voltada ao conforto e praticidade, a Honda resolveu oferece-lo em uma versão com apelo “esportivo”. Batizado de PCX Sport, o modelo estreou em novembro de 2017.

Por R$ 11 mil (ou R$ 500 a mais que a versão Standard), a nova configuração do Honda PCX se diferencia pela combinação de cores, composta por um cinza fosco e detalhes em vermelho e branco nas carenagens. O vermelho estava presente em frisos e também nas alças para o garupa.

Segundo a fabricante japonesa, essa novidade foi anunciada para atender consumidores que buscavam por um modelo mais personalizado, além de clientes proprietários de motocicletas de alta cilindrada, como uma motocicleta para ser usada no dia a dia.

Linha 2018 com novas cores

As últimas mudanças na gama da Honda PCX aconteceram em setembro de 2017. A linha 2018 do scooter foi anunciado somente com novidades da paleta de cores, com direito à nova tonalidade Azul Escuro Perolizado para o modelo Standard.

Além dele, o modelo conta com o Prata Fosco também na configuração de entrada. Já o DLX, que segundo a marca é indicado “para aqueles que buscam um modelo com mais exclusividade e sofisticação”, manteve a pintura Marrom Perolizado em dois tons “devido a sua boa aceitação no mercado”.

A nova linha do Honda PCX 2018 tinha preço inicial de R$ 10,3 mil, podendo chegar a R$ 10,8 mil na variante DLX. Todavia, como você pode reparar no tópico abaixo, os preços do scooter já estão ainda mais altos.

Honda PCX – versões

  • Honda PCX 150 Standard
  • Honda PCX 150 Sport
  • Honda PCX 150 DLX

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Honda PCX – preços

  • Honda PCX 150 Standard e PCX 150 DLX: de R$ 7.645 (2013) a R$ 10.630 (2018)
  • Honda PCX 150 Sport: R$ 10.655 (2018)
  • Honda PCX 150 Standard: R$ 11.990 (0 km)
  • Honda PCX 150 Sport: R$ 12.490 (0 km)
  • Honda PCX 150 DLX: R$ 12.490 (0 km)

Honda PCX – motor e câmbio

Na motorização, o Honda PCX pré-facelift contava com um propulsor OHC (Over Head Camshaft), 153 cm³, quatro tempos e arrefecido a líquido, com direito a alimentação por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection).

Ele conseguia gerar potência máxima de 13,6 cavalos, a 8.500 rpm, e torque máximo de 1,41 kgfm, a 5.250 rpm.

Todavia, o modelo com novo visual recebeu alterações mecânicas, com o motor reajustado para 149,3 cm³, potência de 13,1 cv, a 8.500 rpm, e torque de 1,36 kgfm, a 5.000 rpm.

Em ambos os casos, há o câmbio automático CVT (V-Matic), que dispensa a troca de marchas por parte do piloto.

Ainda a respeito da mecânica, há no Honda PCX suspensão dianteira com garfo telescópico com curso de 100 mm e suspensão traseira com sistema de duplo amortecimento e curso de 85 mm.

O Honda PCX oferece também rodas de 14 polegadas com pneus 90/90-14M/C 46P na dianteira e 100/90-14M/C 57P na traseira e freio a disco dianteiro com diâmetro de 220 mm e cáliper de duplo pistão e freio traseiro a tambor de 130 mm.

Como de praxe entre as motocicletas, a Honda não divulgou dados de desempenho e de consumo do Honda PCX.

Porém, segundo alguns testes, o scooter consegue atingir velocidade máxima de cerca de 115 km/h. Já o consumo médio fica em torno de 40 km/l, o que permite uma autonomia superior a 300 km.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

Honda PCX – manutenção e revisões

A manutenção do Honda PCX é bastante descomplicada, seguindo o padrão das outras motocicletas da linha da Honda. As peças podem ser encontradas com facilidade, bem como um mecânico apto a reparar algum defeito do scooter.

Para manter a garantia de três anos, a Honda solicita que o proprietário faça as revisões periódicas do modelo. Há fornecimento gratuito de óleo genuíno da marca em sete revisões, neste caso a partir da terceira revisão.

Honda PCX – concorrentes

Há ainda outras boas opções de scooters disponíveis nesta faixa de preço do Honda PCX no mercado brasileiro. O primeiro deles é outro Honda, no caso o SH 150i, que parte de R$ 12.950 e oferece motor de 14,7 cv e 1,40 kgfm, câmbio CVT, freios ABS, rodas de 16 polegadas, chave presencial, start/stop, computador de bordo, iluminação em LED, entre outros.

A lista inclui também o Yamaha NMax 160, com 15,1 cv e 1,5 kgfm, câmbio CVT, freio a disco nas duas rodas com ABS, painel totalmente digital, conjunto óptico em LED, entre outros. Seu preço é de R$ 11.990.

Por fim, a Dafra tem o Citycom 200i, com motor de 13,86 cv e 1,41 kgfm, câmbio CVT, rodas aro 16, tomada USB, freios CBS, entre outros, por R$ 10.690. Outra opção é o retrô Fiddle III, com motor de 124,6 cm³, 10,3 cv e 0,87 kgfm, lanterna em LED, tomada USB, freios CBS, entre outros, por R$ 11.390.

Honda PCX scooter: versões, anos, preços, motor (e manutenção)

Honda PCX – ficha técnica

Motor
TipoOHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a líquido
Cilindrada149,3 cc
Potência máxima13,1 cv a 8.500 rpm
Torque máximo1,36 kgfm a 5.000 rpm
TransmissãoAutomática tipo V-Matic (CVT)
Sistema de partidaElétrico
Diâmetro x curso57,3 x 57,9 mm
Relação de compressão10,6:1
Sistema de alimentaçãoInjeção eletrônica PGM-FI
CombustívelGasolina
Sistema elétrico
IgniçãoEletrônica
Bateria12V – 5 Ah
FarolLED
Capacidades
Tanque de combustível/reserva8 litros
Óleo do motor0,9 litro
Dimensões
Comprimento x largura x altura1.931 x 737 x 1.103 mm
Distância entre-eixos1.315 mm
Distância mínima do solo138 mm
Altura do assento761 mm
Peso seco125 kg
Chassi
TipoMonobloco (underbone)
Suspensão dianteira/cursoGarfo telescópico/100 mm
Suspensão traseira/cursoDois amortecedores/85 mm
Freio dianteiro/diâmetroA disco/220 mm
Freio traseiro/diâmetroA tambor/130 mm
Pneu dianteiro90/90 – 14M/C
Pneu traseiro100/90 – 14M/C

Honda PCX – galeria de fotos

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Nota média 4 de 3 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • alemigav

    “mas é bem mais prática, capaz de andar no meio dos corredores de um congestionamento”
    Lembrando que isso é ilegal.

    • Diego

      Não é ilegal:
      …”O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não proíbe o uso de motocicletas entre as faixas de trânsito. Em 1997, o artigo 56 restringiria o uso das motos no corredor, porém, foi vetado pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso…”

      • alemigav

        Tenso, mas devia. Só passo raiva com gente passando entre os carros e quase raspando no meu retrovisor.

        • Diego

          Na verdade, o problema na nossa sociedade é educação…existe uma grande diferença entre trafegar no corredor a 40km/h e passar a 80/100 km/h… é muita irresponsabilidade do motociclista que anda assim…por isso que a de vez em quando a gente encontra um espalhado no chão. Detalhe que eu ando de PCX

  • Paulino Lino

    Tenho uma 2015 com 8 mil km e estou muito satisfeito. Peguei ela em janeiro desse ano com 5.500 km e a mesma faz médias de 35km/l (minha cidade é pequena e no freia e anda não consigo médias melhores)…. também devo levar em consideração a péssima qualidade da gasolina vendida em nosso país. Já possui duas Honda Biz+ (tiradas 0km em 2008 e em 2012) e considero a PCX muito superior em todos os quesitos.

    • Diego

      sim, tenho uma a 1 ano e meio e como pego estrada (Fernão Dias, Dutra, Anchieta) consigo chegar em médias de 40 km/l !!! claro que sem ultrapassar 100km/h… a moto não foi feita pra isso…

  • Fábio Prates Rocha

    Olhei para a PCX e discartei de primeira por não vir com freios ABS. Acabei levando uma NMAX 160 da qual sou muito satisfeito pela compra, exceto pela suspensão meio dura e desconfortável nas esburacadas ruas do nosso Brasil.
    Poderia ter analisando um pouco mais a SH 150i, mas de cara achei o designer um tanto cara de irmã maior da Biz e voltei para a idéia da NMAX. Venho de uma geração Honda e duas gerações Yamaha. Não tenho o que reclamar da marca… revisões a preço fixo, consumo, peças e seguro na média.

    • klaus

      NMAX 160 é melhor, estive namorando ela, mas descobri a NEO 125, que é muito legal, principalmente aquele “chão” onde já transportei muita coisa.

      • Marcelo Amorim

        Tive uma NEO e passei apenas 2 meses,rodei 1100 km,a moto é boa,só nao me agradou o barulho dos plásticos da frente batendo como uma moto ja velha.

  • Compro Vidro de Perfume Vaziou

    É legal e interessante, mas falta itens básicos e custa muito caro, ta que nem a Biz, que com o tempo vem perdendo seu proposito de moto de entrada, custando seus ridículos 7.700 na 110 e 10k na 125. Já andei em uma PCX e gostei, porem ainda peca

    • leomix leo

      Não sei se é por região, aqui na Bahia a Biz+ custa R$11.990 e a Pcx R$ 12.990.

  • Joacir

    “”Por fim, a Dafra tem o Citycom 200i””
    Não é Citycom é a cityclass , Citycom é 300.
    Ótima materia.

  • riano rodriguez

    A NEO tem o melhor custo benefício do mercado brasileiro, além de ser mais bonita (na minha opinião).

  • Marcelo Amorim

    Hoje estive vendo uma na ccs,ta 12k a normal e 12,5k a DLX ou Sport.

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