Antigos Peruas Populares Volkswagen

VW Parati: história, gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

Com a importante missão de substituir a Variant, a perua da Brasília, a Parati tinha que mostrar que não era apenas mais um derivado do Gol, e sim um carro destinado a entrar para a história como uma das peruas mais amadas do país.

VW Parati: história, gerações, motores, equipamentos (e detalhes)


Paraty

Assim como o Gol, que foi nomeado com base no esporte mais famoso do país – o futebol, com a Parati não poderia ser diferente. O nome veio da homenagem a cidade litorânea do Rio de Janeiro, famosa por suas feiras literárias, Paraty.

O nome tudo tem a ver com a perua, que oferecia espaço e conforto para todos os ocupantes.


VW Parati: história, gerações, motores, equipamentos (e detalhes)

Perua caixinha

Baseado na primeira geração do Gol de 1980, e com a mesma mecânica do sedan Voyage, a Parati usava o motor quatro cilindros em linha de 1.5 litro e 65 cavalos. As primeiras versões vinham apenas com opção de carroceria de duas portas, o modelo só ganharia as quatro portas em 1998, na sua segunda geração.

Com suas linhas retas e visual limpo, ela conquistou o mercado, e toda a geração “Rock n’ Roll”. Foi campeã de vendas em 1984, deixando para trás nomes consagrados do ramo de station wagons como Chevrolet Marajó, Fiat Panorama e Ford Belina.

Um ano antes, a perua ganhava um novo motor 1.6 litro que era compartilhado com o Passat.

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O motor tinha ignição eletrônica, dois carburadores, e mudanças na taxa de compressão, fazendo com que o motor fosse capaz de desenvolver 81 cavalos, o que o fazia ser o motor mais potente a venda na época. O novo motor era acoplado a uma caixa de câmbio de 4 velocidades com função “Overdrive” que oferecia uma maior economia de combustível.

Em 1984 o Gol GT dividia seu motor 1.8 litro de 99 cavalos com Voyage e Parati, que usavam a caixa de 5 velocidades com trocas de marchas bem mais distribuídas, do que as do antigo câmbio de 4 velocidades.

Nessa mesma época, tanto a Parati quanto o Voyage, ganham novos faróis com desenho que deixava suas frentes mais baixas, e novas lanternas traseiras, que eram meramente maiores, seu interior não recebia mudanças nesse ano.

Parati = Fox Wagon

Ainda nos anos 80, a Parati conhecia o mundo, pelo menos parte dele. Era a vez de ela ir para os Estados Unidos acompanhado do Voyage, que recebiam o nome de Fox e Fox Wagon – sim o mesmo nome que a Volkswagen usa desde 2003 no modelo que conhecemos hoje.

A Parati de exportação tinha o quadro de instrumentos semelhante ao do Santana, com conta giros e iluminação por pequenos leds. O modelo foi exportado para ser a versão de entrada da Volkswagen na América do Norte, que tinha modelos como o Golf por exemplo.

Foi campeão de vendas por um curto espaço de tempo na categoria de carros de entrada. Em 1988, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, o mundo conhecia a nova versão de luxo esportiva da Parati, a versão GLS, que vinha acompanhado do motor 1.8 litro a álcool do Voyage de importação, que tinha 96 cavalos.

O modelo, apesar de ter sido apresentado em 1988, só teve suas vendas iniciadas em 1989.

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Durante a Autolatina a Parati ofereceu uma versão com motor CHT de origem Ford.

O motor 1.6 litro foi rebatizado de AE 1600 – Alta Economia – e tinha 76 cavalos, o que não era muito se comparado ao motor de exportação do Voyage, mas esse motor não tinha como objetivo a potência, e sim a economia de combustível, e torque em baixas rotações.

Já nos anos 90, a Parati oferecia uma gama interessante de motores e pacote de equipamentos. No Salão do Automóvel de São Paulo de 1990, a Parati ganhava o mesmo padrão de acabamento da linha Gol e a frente chamada de “chinesinha” – mais arredondada, mais ainda tinha toda a carroceria quadrada.

Para 92, a Parati, ganhava motores da linha Gol com catalisador e uma placa de identificação na traseira, para se adequar às novas normas legislativas. Como últimas novidades dessa geração, a Parati ganhava em sua versão GLS o mesmo motor 1.8 litro de 99 cavalos.

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Parati G2

Foi apenas em 1996, que a Parati ganhava uma nova carroceria mais arredondada como no Gol “bolinha”.

Ainda com apenas duas portas, o modelo apostava na esportividade e na cor de lançamento um vermelho para chamar a atenção do público mais jovem. Sua nova versão GLS, agora trazia um novo motor 2.0 litros de 109 cavalos e vinha dotado da injeção eletrônica.

Além do novo motor, a Parati passava a oferecer pela primeira vez, direção hidráulica. Ainda em 96, a Parati recebe a nova versão GTI, com injeção eletrônica multiponto, e tinha o mesmo calombo no capô igual ao do Gol GTI, por conta do novo cabeçote do motor de 16 válvulas.

Em 1998, a Parati ganhava finalmente as quatro portas, que era um pedido já antigo dos consumidores. A marca alegava que na geração antiga, havia problemas estruturais que impediam de a perua vir com a opção de quatro portas. Um novo motor 1.0 16 válvulas era ofertado junto com o opcional de air-bags.

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No Salão do Automóvel de São Paulo de 1996, a Volkswagen apresenta o conceito EDP II – Engenharia Desenvolvimento de Produtos e o “II” era uma referência ao EDP 200 de 1996 – que era uma Parati estilizada com faróis de perfil mais baixo, duplos e com grade fechada, evocava ainda mais o espirito esportivo da perua.

No mesmo ano, a Parati perdia a liderança para sua rival – a Fiat Palio Weekend.

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Parati G3

Já em 1999, a Parati acompanhava o Gol com a reestilização que lhe renderia a alcunha de “3ª geração”, mas não passava de uma profunda revitalização na mesma carroceria de 1996.

Nessa mesma geração, a Parati recebia um novo motor turbo, 1.0 16 válvulas com 112 cavalos e 15,8 kgfm de torque. Isso tudo após 5 meses ter estreado no Gol.

Ela ainda ganharia uma nova versão chamada de Crossover que tinha suspensão mais alta em 2,7 cm – e como a maioria dos SUVs de shopping de hoje, sem tração integral, mas com o visual que evocava esportividade e um espírito aventureiro.

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O modelo recebeu o moderno – para a época – motor 1.8 litro TotalFlex de 103 cavalos na gasolina e 106 cavalos no álcool, com 15,5 kgfm de torque.

No interior, o desenho do painel de instrumentos era diferente das outras versões, por conta do novo desenho do velocímetro e conta-giros. O pomo da alavanca do câmbio, era cromado e o volante vinha revestido de couro.

De série, a Parati Crossover trazia ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, banco do motorista com regulagem de altura, entre outros itens de série. Em agosto do mesmo ano a Volkswagen lançava a versão flex da Parati “City” – a versão mais em conta e mais pelada da gama.

Para agosto de 2004, a Parati despede-se da versão com motor 1.0 16 válvulas e turbo. Uma nova versão chamada de Plus, agora era ofertada com o motor 1.6 TotalFlex, e com garantia de três anos para motor e câmbio.

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Parati G4

Em 2005, a Parati ganhava sua “4ª geração”, que acompanhava o Gol, e a Saveiro.

O Voyage só voltaria na nova geração do Gol de 2008. Novos faróis, grade e lanternas novas faziam parte das melhorias cosméticas para a linha da Parati. Um novo interior também podia ser visto no modelo, que agora tinha aparência mais espartana e simplória.

Uma nova versão, que muito lembrava a antiga Crossover, agora chamada de “Track & Field” foi lançada e limitada a 4400 unidades. Esse lote era equipado com duas opções de motor, o 1.6 ou o 1.8, ambos flex.

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Detalhes externos e internos passavam a impressão de ser um modelo mais aventureiro do que as versões comuns. Nessa mesma linha, veio a versão Surf, que resgatava o nome de uma versão usada nas primeiras gerações do modelo.

Com o declínio das vendas e o lançamento da nova linha do Gol em 2008, a Parati foi perdendo espaço dentro da gama, viu seu substituto nascer do Volkswagen Fox, que foi apresentado em 2003.

A versão perua do Fox – SpaceFox – foi apresentada em 2005, como sucessor natural da Parati. E em 30 de junho de 2012, a Parati se despede da linha de produção de Taubaté, depois de cerca de 925 mil unidades vendidas. Ela infelizmente não acompanha os irmãos Gol e Voyage em sua nova geração de 2008, o que deixa um vazio na gama Gol e no coração dos admiradores da pequena perua.

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Séries especiais da Parati

Assim como tantos outros modelos dentro da gama Volkswagen, a família Gol teve inúmeras séries especiais, e aqui vamos listar algumas delas, para que fique em nossas recordações.

Parati Plus – 1983

As primeiras gerações e versões da Parati e do Voyage, vieram acompanhadas da sua primeira série especial, a Plus de 1983. Tanto na perua como no sedan, os modelos eram equipados com para-choques, grade e retrovisores na cor da carroceria – algo inédito na época – faróis de neblina e rodas de alumínio. Ambos dispunham da mesma versão de motor 1.6 refrigerado a água.

Parati Plus – 1989

Na nova versão agora em 89, a perua que tinha a mesma frente quadrada com a reestilização, ganhava novos faróis de neblina e uma nova cor, preta que acompanhava a versão especial.

Parati Club – 1989

Nessa série especial, as melhorias cosméticas, eram limitadas a grade da cor da carroceria, rodas de alumínio de 13 polegadas e faixas laterais.

Parati Surf – 1995

Na última versão antes da troca de geração – quadrado para bolinha – a Parati ganhava uma nova série limitada chamada Surf. Faróis que agora eram de longo alcance, retrovisores pintados na cor da carroceria, lanternas em fumê faziam parte do conjunto estético da nova versão. Novas rodas de aro 14 completavam o design geral do veículo.

Parati Atlanta – 1996

Em alusão as Olimpíadas que aconteceram na cidade americana de Atlanta, na Georgia nos Estados Unidos em 1996, a Parati ganhava novas calotas com desenho inédito e faróis duplos.

Parati Club – 1997/1998

Para essa nova versão da série Club, a Parati agora trazia um novo motor 1.8 litro, e novos equipamentos, como rodas com design mais despojado e sem calotas, e faróis de neblina. Um adesivo alusivo a versão estampava a traseira do veículo.

Parati Summer – 2000

Apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo de 2000, a nova linha Gol chegava a geração “III”. Com essa nova geração, foi apresentado uma nova série especial chamada Summer, que tinha sido lançada apenas em 1993 para a Saveiro. Nessa nova versão, a Parati vinha com faróis com máscara negra e molduras decorativas. O motor para o modelo era o 1.0 de 16 válvulas.

Parati Fun – 2001

Para 2001, a linha Gol, Saveiro e Parati, ganham a série Fun, que tem como destaque, cores vivas, como tons de azuis e vermelhos. Outro destaque, eram as máscaras dos faróis que acompanhavam a cor da carroceria. Novas rodas de 14 polegadas e faróis de neblina acompanhavam o conjunto. A perua, utilizava o motor 1.0 16 válvulas.

Parati Evidence – 2002

Já com seus últimos respiros antes de trocar drasticamente de estilo, a perua ganha a versão Evidence, que tinham poucas diferenças em relação ao modelo normal. As opções de motor eram o 1.0 16 válvulas turbo e o 1.8.

Parati Track & Field – 2005

Acompanhando o Gol em sua “4ª Geração”, a parati recebe sua última série especial limitada a 4400 unidades. Dotada de suspensão mais alta, e detalhes com cores diferentes, a Parati se preparava para dar o adeus, que viria em junho de 2012.

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Além dessas séries especiais, o modelo assim como Voyage e Gol foram exportados para vários países e receberam inúmeros nomes e motorizações. Como por exemplo, nos anos 90, quando Voyage e Parati foram vendidos como linha de entrada da Volkswagen nos Estados Unidos e Canadá com nome de Fox e Fox Wagon.

Já para nossos Hermanos, a Parati de segunda geração era chamada de Gol Country, e tinha opções de motores a diesel. Para o Peru, Chile e Guatemala, o sedan Voyage era vendido como Amazon.

Para o México, Gol e Parati, ganhavam um nome que é muito conhecido dos brasileiros – Pointer – que para nós era a derivação hatchback do Logus, para os mexicanos Pointer era o Gol e Pointer Wagon – a nossa Parati.

Mais de 2 mil modificações foram feitas para que o Voyage e a Parati fossem vendidas na América do Norte. Um novo ar-condicionado, e uma suspensão mais macia eram itens essenciais para os consumidores.

Os câmbios também receberam uma atenção especial, e um novo câmbio de 5 velocidades foi empregado nos modelos em 1988. O Fox ficou em solo canadense até 1992, e até 1993 nos Estados Unidos.

A versão wagon, se despedia em 1990. Ambas as versões do Fox, também foram comercializados no Iraque, no Oriente Médio, substituindo o Passat que era exportado até meados de 1988, porém os modelos foram descontinuados com o início da Guerra do Golfo em 1990.

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Futuro

Desde que a Volkswagen parou de fabricar a Parati em 2012, a única opção dentro da linha era partir para um modelo maior, que agora é derivado do Fox, a SpaceFox. A nova perua que nasceu em 2005, guarda muito das semelhanças estéticas do Fox e de suas soluções inteligentes de aproveitamento de espaço.

Com o facelift que recebeu em 2010, a SpaceFox estava alinhada não só ao Fox, como a gama internacional da Volkswagen. Atualmente a perua conta com apenas uma versão, e somente uma opção de motorização.

Devido à grande canibalização por conta dos SUVs e Crossovers, as peruas como a Spacefox andam perdendo espaço. Se o consumidor quiser uma perua, ou ele precisa olha com carinho para os seminovos ou partir para um patamar acima dos R$ 100 mil, ondem ficam as novas gerações da Volkswagen Golf Variant, Passat Variant, Audi A4 Avant, Mercedes-Benz C 180 Estate entre outros modelos.

Caso contrário ele vai ter que desembolsar cerca de R$ 66 mil para levar para casa a versão 2018 da SpaceFox com motor 1.6 8 válvulas de 101 cavalos e transmissão automatizada iMotion.

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SUV é o futuro

Dado a baixa demanda por veículos familiares derivados de carros de passeio, o mercado agora só tem olhos para eles, o SUVs.

E com a Volkswagen não poderia ser diferente, mesmo sem ter um concorrente para brigar com Honda HR-V, Hyundai Creta, Nissan Kicks, Ford EcoSport entre outros players, ela já planeja um novo modelo que deve vir da base do novo Polo ou na próxima geração do Gol que está marcada para 2020, que a que tudo indica, terá a companhia do Voyage, Saveiro e um novo SUV.

Vamos torcer para que ao menos eles resgatem o nome da Parati, assim como fizeram com o Voyage em 2008. Ou em última estância, vamos rezar para a padroeira das peruas perdidas, que a nova geração do Gol a ser lançada em 2020, não só resgate o nome, mas como a carroceria que fez e faz tanto sucesso.

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Kleber Silva

  • Vitor

    Segmento em extinção atualmente. Porém nos últimos anos de venda dela o número de vendas já era pequeno.
    As SW grandes e pequenas deixaram saudades pra muitos, vemos não só no Brasil pessoas pedindo a volta desses veículos em detrimento dos SUV´s ou simplesmente como uma alternativa de compra.

    Mas será que ainda há mercado suficiente para a volta desses veículos? Ou seriam veículos destinado a um nicho de mercado.
    Comparo com a situação das cores disponíveis nos carros. Muitos reclamam que os carros são Brancos, Pretos e Cinzas, mas compram carros Brancos, Pretos e Cinzas mesmo quando existem outras opções.

    • Louis

      Eu acho que haveria mercado para perua, desde que fosse um segmento abaixo dos médios atuais. Por exemplo, perua do Polo e do Yaris, na faixa de R$ 70k a R$85k.

      • Ducar Carros

        Ou do Argo (Cronos SW). Lembrando que a perua abasteceria não só o Brasil, mas a Argentina também, e lá tem uma demanda maior para carros deste tipo, visto o sucesso da Suran/Spacefox lá.

      • A antiga toyota filder tinha vendas até razoável.

      • Pedrov154

        Polo Variant (nova Parati), Yaris Fielder e Argo Weekend seriam ótimas opções. Poderiam apostar em visual aventureiro e suspensão elevada para tentar ao menos fazer os fãs de crossovers virarem o pescoço no showroom das concessionárias.

    • JCosta

      O mercado de SUVs (e crossovers) ainda terá um longo tempo de supremacia. Tem, naturalmente, o papel das SW e com um pouco mais de robustez (sacrificando a estabilidade). Isso sem falar na ergonomia, no meu ponto de vista, que é muito melhor num veículo um pouco mais alto que as peruas.

      • Leandro

        Defina “robustez”. Kicks, HRV e cia possuem suspensão off road?

        • heliofig

          Não, mas tem rodas e pneus maiores e de uso misto, bem melhores para enfrentar os buracos das ruas.

          • Leandro

            Você sabe o que é um pneu de uso misto? Nenhum deles tem isso.

            Já viu o pneu e o aro do HRV para falar uma coisa dessas? As rodas são R 17 pneu 215/55.
            O Variant tem 205/55R16 (opcional: 225/45R17). A unica vantagem desses carros é a distância para o solo, o resto não leva vantagem. Vocês acham que comprando um Kicks estão comprando um Land Rover, hahahaha

            • heliofig

              Hahahaha

        • JCosta

          Certamente os SUVs e Crossovers como Kicks e HRV enfrentarão alagamentos, buracos e outras situações análogas com mais desenvoltura e menor risco de avaria que uma perua.

          • Leandro

            Minha nossa, você já viu o pneu e o aro do HRV para falar uma coisa dessas? As rodas são R 17 pneu 215/55.
            O Variant tem 205/55R16 (opcional: 225/45R17). A´unica vantagem desses carros é a distância para o solo, o resto não leva vantagem. Vocês acham que comprando um Kinks estão comprando um Land Rover, hahahaha

            • Phantasma

              Posso falar do meu caso, tenho um Renegade flex aro 16, se não me engano é 215/65 R16 e o pneu é bem robusto, antes tinha um Fox com 195/65 15 e garanto que agora sofro bem menos em valetas, caneletas entradas de garagem e etc… quanto a outros SUVS eu desconheço, não posso opinar.

              • Leandro

                A questão nesse caso é pela altura do solo e acerto da suspensão. Você saiu deu um carro de eixo de torção para um multit link.

    • Rodrigo

      ALGUÉM SABE A VERSÃO DESSA PARATI DA 1º FOTO???

      MEU COROA TEVE ESSA PARATI, SE NÃO ME ENGANO ERA UMA SERIE ESPECIAL, EU FICAVA BRINCANDO DE DIRIGIR O CARRO PARADO HAHAHAHA………. TINHA UNS 6 OU 7 ANOS.

      • Vitor

        Pelo jeito é uma Parati Plus 1986.
        Pesquise “Parati séries especiais” na internet e você verá algumas fotos e mais informações.

        • Rodrigo

          Exatamente, era essa.

          Meu coroa gosta tanto desse carro, que até hoje ele tem uma Parati, 1990, tem uns 7 anos anos que ele não dirige mais ele não conseguiu renovar carteira, mas até hoje ele liga o carro, 2x por semana, lava e vai no posto encher pneu. Ninguém convence ele a vender o carro.

          • Vitor

            Alterei meu comentário acima. O modelo é esse, mas o ano não tenho certeza, como disse deve ser de 1984.

        • MauroRF

          Isso mesmo, Plus, com a roda de liga. Meu pai teve uma 1984. O câmbio era de 4 marchas, mas a que tivemos era “câmbio longo” (essa inscrição “câmbio longo” vinha logo abaixo do nome “Parati” prateado colado no painel mais ou menos na posição do passageiro dianteiro.

      • Marcelo Alves

        Eu fazia a mesma coisa quando tinha 6 anos e meu pai comprou um Gol Atlanta 1.6, na época eu gostava da cor vinho e então ele decidiu comprar o carro nessa cor… Até hoje eu lembro daquele carro em detalhes, dos faróis bi-parabola, retrovisores na cor do carro, do adesivo Atlanta, nunca esqueci hehehe!!

      • VGA

        Meu pai teve uma identica a da foto, na cor chumbo, comprada em março de 1985, o primeiro ano com motor AP 1600, à álcool, com rodas de liga, faróis de neblina e com desembasador, limpador e lavador traseiros, se não me engano os únicos diferenciais que a versão plus acrescentava à versão LS; a top era a GL. A diferença para o motor anterior, MD 270, era gritante, principalmente nas arrancadas. Porem, a quinta marcha fazia falta em viagens pelas estradas. Anos mais tarde ele vendeu para um tio meu.

    • Correção: segmento extinto na prática. Os modelos que estão aí hoje não vendem pro café da manhã e em breve estarão fora de linha.
      Você tem plena razão: não adianta ficar reclamando que não há peruas no mercado. Elas não vendem e as empresas não vivem de sonhos, vivem de dinheiro, e dinheiro vem das vendas. Hoje só se aceita os ditos SUV’s compactos, carro via de regra mais lucrativos para as empresas, por se utilizarem de tecnologia dos carros de entrada e passarem status de médios.

  • Lucas Fernando

    As SW sempre me fascinaram, porém nunca tive uma. Infelizmente é um segmento que está acabando e não acredito em voltar a crescer, a tendência é SUV (que eu também gosto).

    A Parati teve muitas versões pra lá de interessantes, as que eu mais gosto são: GTI 16v (Bola e G3), GLS 2.0 e Crossover 2.0. De design, ao meu ver, a G3 é a mais bonita de todas.

    • Ernesto

      Tive uma Parati 1999/2000, motor 2.0, prata. Linda! Com rodas aro 15” originais, completa. Chamava muita atenção mesmo!
      E andava bem! Na época, moleque, viajava muito de São Paulo para Santa Catarina.
      Infelizmente roubaram ela. Deixou saudades…

  • Mauro Schramm

    Um produto que realmente marcou época.

  • Phantasma

    Que lindeza essas duas projeções.

    • Renato Duarte

      o photoshop deles deve estar bem atualizado… rsrsrsrsrs

    • Yuri Lima

      Traseira do atual, mas frente do G4

  • Osni Duarte

    Corrijam a informação, por favor. A Variant surgiu bem antes da Brasília, pois era versão perua do VW 1600 Sedan, mais conhecido como “Zé do Caixão”. Depois, com a saída de linha deste, continuou até 1976 como irmã do VW TL 1600. Somente de 1977 em diante foi fabricada em plataforma exclusiva, não sendo derivada de outro modelo da VW, sendo que dentre outras diferenças, era o único VW a ar vendido no Brasil com suspensão dianteira Mc Pherson. Tinha um rodar muito suave e ótimo acabamento interno, além de ter espaço de sobra.

    • Racer

      É isto mesmo. Nem a Variant II pode ser chamada de sw da Brasília.

  • Fabão Rocky

    Pegaram uma Parati G4 e fizeram montagem mto mal feita no ms paint. A frente larga e desproporcional c/ a carroceria mais estreita e na traseira enxertaram a traseira do Voyage. Visto q a Parati sempre usou lanternas da Saveiro, pegasse então a traseira da Saveiro e a lateral e a frente do Voyage q a montagem sairia até melhor. E da antiga Parati aproveitava somente a janela atrás da porta traseira.

  • Razzo

    A VW largou a SpaceFox a sua própria sorte, nada de investimento nesta perua (assim como os demais fabricantes em decorrência do fenômeno SUV). Podia ao menos aplicar o motor 1.6 16v EA211 e câmbio AT6 como o Gol receberá, para dar uma sobrevida à SpaceFox.

    • Ricardo

      Nunca conseguirei enxergar a SpaceFox como perua.

      • Ernesto

        O que ela seria então?

        • Ricardo

          Van, monovolume, altinha, sei lá, menos perua.

  • Fabão Rocky

    Bons e velhos tempos das belas peruas. Omega Suprema, Tempra SW eram lindas. Parati GLS era uma das mais bonitas da categoria. Infelizmente brasileiro tem aquele vício de criar estereótipo como por exemplo:

    Perua = carro de funerária
    Sedã = carro de tiozão
    Hatch = carro de boy
    Suv = carro de aventureiro descolado

    • Ricardo

      SUV = carro de mulher e de mané

      • FearWRX

        SUV: carro do maridão c*rno

    • Leandro

      Grandes aventuras nas rampas dos shoppings, rs

    • Ducar Carros

      Tiraria só o aventureiro da SUV, é carro de descolado, rs.

      • Fabão Rocky

        Eu tbm tiraria carro de aventureiro e descolado tbm, mas infelizmente é assim q a grande massa enxerga. Depois dizem q brasileiro é apaixonado por carro.

        • Será que só eu acho que uma pessoa de fato descolada simplesmente não teria carro algum, usaria aplicativo e outras formas de locomoção como bicicleta kkkk.

      • Fabão Rocky

        Eu tbm tiraria carro de aventureiro e descolado tbm, mas infelizmente é assim q a grande massa enxerga. Depois dizem q brasileiro é apaixonado por carro.

  • Ricardo

    Parati GTi 2.0 16v 1998/9 branca pérola. Meu sonho de consumo até hoje.
    O mundo dá voltas, um dia essa maldita modinha SUV acabará e a Parati retornará!

  • 1945_DE

    Dentro da sua proposta para o mercado em sua época, fez um excelente trabalho. A minha preferida era a 2.0L 16v GIII.

  • heliofig

    A Parati nunca teve dois carburadores. Sempre teve 1 carburador duplo.
    E em 1984, tinha duas opções de câmbio: o normal de 4 marchas e outro, também de 4 marchas, porém chamado de 3+E, que equivalia a um 3 marchas com overdrive, com relações bem mais longas (quase um 3 marchas com quinta rsrsrs). Não era só diferencial alongado, mas relações reescalonadas. Essas versões tinham uma placa escrita “Câmbio Longo” no painel.

    • MauroRF

      Isso mesmo! Meu pai teve uma Plus 1984, vinha escrito “câmbio longo” abaixo do nome “Parati” prateado colado no painel dianteiro. O que eu lembro é que as marchas eram bem longas, e a quarta parecia uma quinta de um câmbio normal de 5 marchas. Meu pai disse que isso deixava a Parati mais lerda, mas que ela gastava menos que as de quatro marchas normal. A cinco marchas só veio em 1985 na LS e na GLS, a S continuava com quatro marchas (e algumas LS chegaram a sair com quatro também).

    • Racer

      Pois é…dois carburadores nunca teve. Não sei de onde tiraram isto .

    • FREDRED

      Pela tabela que tenho a relação mais longa que existiu foi Câmbio PS.

  • Davi Millan

    Não sei se é só eu, ou mais alguém está tendo essa impressão? Por mais que o segmento das sw esteja enfraquecido eu venho notando um aumento na presença delas pelas ruas, um aumento tímido, porém ainda um aumento. O que ando vendo de a4 avant e golf variant é bastante quando comparada a outros tempos, onde inclusive eu fui agora de Golf Variant. O segmento está dando uma avançada de leve ou todos os donos de sw estão se juntando para saírem aos mesmos lugares ao mesmo tempo?

    • Osni Duarte

      Tenho percebido isso também aqui na Alemanha…

  • zekinha71

    Na família tivemos a G1 em várias versões, cores e anos diferentes, e que acabaram sendo substituídas por várias Weekend, e as gerações seguintes não tivemos nenhuma, aliás da família Gol da G1 só não tivemos Saveiro, já as gerações seguintes só teve uma Saveiro G4 e uma G5, dos outros nada.

  • Felipe Junqueira Netto Branco

    Meu 1º carro foi uma Parati GLS 1.8 em 1.993, era uma beleza de carro….me lembro da placa dela, se a achasse em bom estado, com certeza compraria!

    • Ernesto

      Eu lembro da Parati que eu tive, uma 1999/2000, motor 2.0, prata, completa!
      E lembro da placa dela também. Mas infelizmente roubaram ela e provavelmente foi depenada.

  • Luis LC

    Tive uma Tour 2.0, andava muito

  • BenNovo

    Eu tive uma Parati CL 1993 e não tenho nenhuma saudade. Aquilo batia mais que carroça despencando morro abaixo.

  • Pedrov154

    Outra vítima fatal na moda SUV… é uma pena! Seria tão legal se a Parati renascesse como wagon do novo Polo. Mas claro que isso não passa de um sonho impossível de ser realizado.

  • Fernando Gabriel

    Um dos carros ao qual o valor de seguro era proibitivo, sendo mais caro até, que carros de categoria superior.

  • Cincinato

    Parati Summer e Parati Titan, desconhecia essas versões. Tanto é que eu vi poucas vezes a Parati G4.

  • afonso200

    em 30 de junho de 2012, a Parati se despede da linha de produção….lembro na epoca, a VW nem se pronunciou direito, ela nem vendia mais que 500un mes no final

  • Maycon Farias

    Bela carreira esse carro teve, o único problema foi a Weekend ter saído na frente com a moda de Adventure, foi a sentença de morte de todas as outras da categoria. A g1 tem algumas bem caras pra vender.

  • Luis Burro

    O q eu acho legal era q surgiram do recorte da carroceria do gol.

  • Marcio Lenz

    A primeira Parati bolinha duas portas era demais.

  • Augusto Brum

    Tá aí um carro que eu respeito, gosto de todas as gerações, mas pena que a VW empobreceu a Parati na “geração 4”. Eu lembro que quando eu fui no Chuí/RS, eu vi uma Parati G4 argentina (Gol Country) com painel de Gol G3 (deveria ter airbag) e volante com comandos de som, achei muito show de bola, pois era o que faltava pra ela, teria sido muito melhor se a VW tivesse modernizado o mesmo painel do Gol G3 na geração 4… Não que o painel da geração 4 seja 100% ruim, mas o acabamento foi bastante simplificado.

  • Bruno Guilherme Souza

    Eu tive uma da série especial Plus 1989, era meu xodó! Tenho saudades até hoje.

  • Natán Barreto

    Passat Variant não existe mais no Brasil. Perua agora só BMW, Audi, Mercedes, Volvo e o Golf Variant por mais uns dois ou três anos

  • Emilio

    Tem um erro na materia. A DH já existia antes da Parati G2 (ou bola).

  • catucadão

    os carros até 2005 ou 2006 eram muito legais

  • Ricardo Deisy

    qual a diferença da titan e track field?

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