Chevrolet Matérias NA Sedãs

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

O Chevrolet Vectra foi um dos sedãs de maior sucesso no Brasil. Entre as décadas de 1990 e 2000, ele se tornou um dos principais objetos de desejo no mundo automotivo para muitas famílias.

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)


O que contribuiu para isso? Entre seus principais atrativos estavam o visual inovador e os muitos itens de série, alguns inéditos no segmento.

Além disso, a versão esportiva Vectra GSi, presente na primeira geração, era reconhecida como um dos poucos esportivos de verdade disponíveis no mercado.

Mas o que fez o sucessor do Monza, outro sedã muito querido pelos brasileiros, se tornar tão popular?


Vectra – detalhes

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

O sucesso do Chevrolet Monza no mercado brasileiro era inegável, e isso tornava a chegada de seu sucessor algo ainda mais esperado.

A missão de ser um dos principais sedãs disponíveis no Brasil acabou sendo do Vectra, e ele certamente não decepcionou.

Sua primeira geração chegou por aqui em 1993, baseado no modelo que a Opel vendia no Velho Continente. Por lá ele substituiu o antigo Ascona.

Aliás, a mudança de nome era uma estratégia da marca: Vectra era derivado da palavra inglesa para vetor (vector), e seu objetivo era mostrar que o modelo era mais dinâmico e moderno.

As mudanças apresentadas surpreenderam e agradaram a muitos. Suas linhas eram mais suaves, enquanto seu coeficiente aerodinâmico era de 0,29, algo impressionante até hoje.

Já a linha de motores contava com opções entre 1,6 e 2,0 litros, incluindo motores a diesel, V6 e até com tração integral.

Modelo brasileiro também agrada

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

E claro que nem tudo isso viria para o Brasil. Por aqui, a primeira geração, ou Vectra A, chegou nas versões GLS, CD e a esportiva GSi, sempre com motor 2.0 (de 8 ou 16 válvulas).

Apesar das constantes e inevitáveis comparações com o antecessor Monza, ninguém podia negar que o Vectra entregava muito mais em termos de tecnologia.

Uma prova disso foi seu posicionamento inicial na linha da Chevrolet.

Como a marca ainda vendeu Monza e Vectra simultaneamente por alguns anos, o novo modelo ficou entre seu antecessor e o Omega, se colocando frente ao mercado como um sedã superior.

Por falar no sedã maior Omega, o Vectra trazia algumas soluções de seu irmão maior, o que era inédito para o segmento.

Elas incluíam ajustes do cinto de segurança (incluindo os de trás), cambio automático de 4 marchas, porta luvas refrigerado e destravamento das portas em caso de colisão.

O visual do modelo A, como dito, era mais suave que os sedãs anteriores da GM, o que agradou logo de cara.

Além de inovador, o desenho da carroceria era o resultado de muitos testes (1.500 horas em túnel de vento), o que também resultou numa excelente aerodinâmica.

O interior do primeiro Vectra vendido no Brasil também fez sucesso. Os bancos eram confortáveis (a vida a bordo lembrava o Omega), o espaço para os ocupantes era bom e o porta-malas levava 388 litros.

A versão de entrada GLS oferecia vários itens de série, como ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, banco do motorista e direção com regulagem de altura e freio a disco nas quatro rodas (toca-fitas e computador de bordo eram opcionais).

Já o Vectra CD trazia, além dos itens acima, regulagem elétrica dos faróis, toca-fitas, faróis de neblina, freios ABS e para-choques na cor da carroceria.

Na lista de opcionais havia, além do computador de bordo, teto solar elétrico e câmbio automático de quatro marchas (superior ao de três velocidades do Monza).

E quanto os brasileiros pagavam por tudo isso na época? O preço do Vectra CD completo girava em torno de 34.000 dólares, ou cerca de 128.000 reais hoje.

E claro que essa conversão assusta, mas na época o governo controlava a cotação, fazendo com que 1 dólar equivalesse a 1 real. A lista de espera pelo modelo comprova que seu preço era competitivo.

Vectra GSi – referência em esportividade e ícone dos anos 90

Havia ainda o Vectra GSi, um dos modelos mais marcantes vendidos por aqui. Seu visual se diferenciava pelos pneus de perfil baixo, novas rodas de 15 polegadas e defletor traseiro.

Além de vários itens de conforto, seu principal atributo estava sob o capô: o motor 2.0 16V de 150 cv (primeira injeção sequencial em carro brasileiro) o levava de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos, chegando a mais de 207 km/h de velocidade máxima. Tudo isso o tornava o veículo nacional mais rápido na época.

Mesmo assim, e graças à injeção eletrônica sequencial Bosch Motronic M.2.8, o GSi não era um carro gastão. Seu consumo médio era de quase 12 km/l, o que certamente agradava quem optava pelo esportivo.

Vectra – novidades com o passar do tempo

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Se o Vectra A demorou para chegar ao Brasil após ter sido lançado na Europa, a situação foi diferente com a segunda geração, ou Vectra B.

Seu lançamento na Europa ocorreu durante o Salão de Frankfurt, em outubro de 1995, e logo no ano seguinte a Chevrolet lançou o modelo por aqui.

E a primeira grande novidade, certamente, era seu visual.

O impacto foi tamanho que, na época, muitos disseram que o Vectra B foi o responsável por expor o envelhecimento dos concorrentes Tempra, Santana e Passat.

As linhas da carroceria eram mais arredondadas, num estilo elegante, e traziam uma aerodinâmica ainda melhor que o modelo anterior, com Cx de 0,28.

As inovações do Vectra B incluíam o desenho diferenciado dos espelhos retrovisores (praticamente uma marca registrada dessa geração), que seguiam os vincos do capô.

Além disso, o sedã foi o primeiro a trazer airbag duplo (o Tipo fez isso um dia antes, mas apenas para o motorista).

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

Outros detalhes que impressionavam no quesito segurança foram os pedais (que eram desacoplados em caso de colisão), os cintos dianteiros ancorados no próprio banco e a suspensão traseira multibraço.

O conforto também era elogiado, principalmente com as espumas mais densas no banco, o que evitava a fadiga em longas viagens.

A versão mais cara CD dava a ele itens até então inéditos nos modelos nacionais, como encosto de cabeça para os cinco ocupantes, comandos de áudio no volante e controle de tração.

Já a versão esportiva GSi, tão elogiada na geração anterior, foi descontinuada pela Chevrolet, que deixou para a configuração CD o motor mais forte 2.0 16V (que rendia 141 cv e 19,6 kgfm de torque).

Mas, apesar de tantos pontos positivos, o Vectra B também teve seu lado negativo.

As reclamações envolviam a falta do controle de neutro no câmbio automático (que gerava uma boa economia de combustível), os vidros elétricos apenas como opcionais no GLS e o volante sem ajuste de altura quando dotado de airbag.

Vectra GL aposenta Monza e GM lança novos motores

A Chevrolet levou o Monza até o limite, mas as novas normas de emissão de 1997 fariam o antigo sedã ficar caro demais. Por isso, a solução encontrada foi tirá-lo de linha e lançar uma versão de entrada do Vectra B para o seu lugar.

Assim nasceu o Vectra GL, que tinha o mesmo motor 2.0 do GLS. Sua lista de itens, porém, era menor, perdendo as rodas de alumínio, conta-giros, frisos laterais e encostos de cabeça traseiros, além de ter um acabamento mais simples.

Nessa época, o mercado acentuou a reclamação em relação ao motor 2.0, que era lento em baixa rotação.

A solução para isso veio em 1998, com o lançamento dos novos motores de 2,2 litros. A potência subiu consideravelmente, tanto no 8 válvulas como no de 16V.

Junto a isso, a Chevrolet também adicionou volante com ajuste de altura (mesmo com airbag), retrovisor interno fotocrômico e ar-condicionado automático.

Primeira reestilização e versões especiais

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

O Vectra ganhou algumas novidades visuais na Europa em 1999, e logo elas também apareceram por aqui. Incluíam novos para-choques e lanternas (o que realmente o diferenciava do modelo anterior), além de saias laterais.

O problema era que a carroceria continuava com o visual anterior, que era bem arredondado. As novidades, mais retas, destoavam um pouco.

Nada que afetasse o visual como um todo, que continuava agradando no geral e ainda tinha recebido espelhos retrovisores maiores e repetidores de seta na altura dos frisos da porta.

O interior do Vectra B também foi melhorado, tanto no conforto quanto no espaço, e os freios ABS passaram a ter EBD.

Na mesma época a Chevrolet lançou a versão GLS, que tinha motor 16V e câmbio automático, e era quase tão equipada quanto a CD.

Logo a Chevrolet começou a lançar algumas séries especiais do Vectra. A primeira delas foi a Milenium, que foi uma jogada inteligente da marca.

Baseada na básica GL, a edição especial trazia rodas de alumínio, ar-condicionado e novo revestimento interno, e tudo isso a um preço muito convidativo. Tanto é que logo a marca traria novamente a mesma versão.

Outra série especial veio em 2001, batizada de Challenge (ela voltaria em março de 2002).

Baseada no Vectra CD, ela tinha motor 2.2 16V de 138 cv, inéditas rodas de 16 polegadas com pneus 205/55, escapamento com ponteira dupla, bancos em couro e faróis e lanternas fumês.

Finalmente, o modelo também foi lançado na edição limitada Expression, com ar-condicionado automático, volante revestido em couro e retrovisor interno eletrocrômico, tudo isso pouco antes do lançamento da nova geração na Europa.

O problema é que a Chevrolet não a trouxe logo para o Brasil, só fazendo isso em 2005, quando a edição Collection marcou a despedida da 2ª geração.

Terceira geração não faz o mesmo sucesso

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

Muitos consideram a segunda geração do Vectra como um dos principais sedãs já vendidos no Brasil. E os números comprovam isso: foram 313.035 unidades produzidas em nove anos.

Mas já era hora de mudança, e o Vectra C (terceira geração) trouxe as novidades necessárias.

Derivado do Astra alemão, o modelo lançado em setembro de 2005 veio com várias diferenças, como suspensão traseira por eixo de torção (inferior à anterior), novo motor 2.4 e um nível superior de equipamentos.

O visual do “novo Vectra”, como ficou conhecido, era inovador: muitos vincos, linha de cintura alta e um estilo mais moderno.

Mas sua chegada não foi, nem de longe, tão comentada quanto as versões anteriores, que realmente inovaram no segmento.

O modelo era vendido inicialmente nas versões Vectra Elegance e Vectra Elite (depois veio a Expression), sendo que a top de linha trazia o novo motor 2.4 16V de 150 cv, associado apenas a uma transmissão automática de quatro velocidades.

O nível de equipamentos era muito bom, incluindo retrovisores retráteis, disqueteira para seis CDs, limpador do para-brisa automático e teto solar elétrico (alguns como opcionais).

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

O interior foi um dos pontos mais elogiados do novo Vectra, pois tinha instrumentos mais bem iluminados, saída do ar-condicionado para os ocupantes traseiros e até apliques de madeira na versão Elite.

O porta-malas também era um destaque, com seus 526 litros e dobradiças pantográficas.

Com o tempo (e sem muitas novidades), ele teve o motor 2.4 apenas como opcional, e depois ele foi abolido.

Em seu lugar surgiu um 2.0 revisado, que chegou mais potente e mais econômico. Outra novidade apareceu em 2007, quando o Vectra foi lançado na versão hatch (nas versões GT e GT-X).

Ele foi o primeiro modelo nacional a vir com GPS (não integrado, mas um aparelho portátil preso ao para-brisa).

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

O problema dessa terceira geração estava, em partes, no próprio modelo. Suas novidades não empolgaram tanto o público quanto as outras havia feito.

Mas o pior estava na concorrência, pois Corolla e Civic competiam em outro patamar. No caso da versão hatch, simplesmente não houve tanta procura.

Com tudo isso, a chegada do Cruze em 2011 fez o que parecia inevitável e aposentou o Vectra, depois de 18 anos no mercado.

Mesmo assim, o sedã continua sendo um dos principais produtos da Chevrolet, mantendo uma fiel legião de fãs.

Vectra – versões

Vectra A (1ª geração) – 1993 a 1996

  • Chevrolet Vectra GLS
  • Chevrolet Vectra CD
  • Chevrolet Vectra GSi

Vectra B (2ª geração) – 1997 a 2005

  • Chevrolet Vectra GL
  • Chevrolet Vectra GLS
  • Chevrolet Vectra CD

Principais séries especiais: Milenium, Challenge, Expression e Collection.

Vectra C (3ª geração) – 2005 a 2011

  • Chevrolet Vectra Expression (2007 a 2011)
  • Chevrolet Vectra Elegance (2006 a 2011)
  • Chevrolet Vectra Elite 2.0 (2008 a 2011)
  • Chevrolet Vectra Elite 2.4 16V (2006 a 2009)
  • Chevrolet Vectra GT
  • Chevrolet Vectra GT-X

Principais séries especiais: Next Edition (como foi chamado o modelo reestilizado), Collection.

Vectra – equipamentos

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

Vectra A (1ª geração) – 1993 a 1996

Chevrolet Vectra GLS – motor 2.0 de 116 cv e 17,3 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas.

ITENS DE SÉRIE: Direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, barras de proteção nas portas, freio a disco nas quatro rodas, banco do motorista e coluna de direção com regulagem de altura.

OPCIONAIS: Toca-fitas e computador de bordo.

Chevrolet Vectra CD – motor 2.0 de 116 cv e 17,3 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas.

ITENS DE SÉRIE: Itens acima + freios ABS, toca-fitas, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina, para-choques pintados na cor da carroceria.

OPCIONAIS: Computador de bordo, teto solar elétrico e câmbio automático de quatro marchas.

Chevrolet Vectra GSi – motor 2.0 de 150 cv e 20 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas.

ITENS DE SÉRIE: itens acima + teto solar elétrico, saias laterais, spoiler traseiro, rodas de 15 polegadas.

Vectra B (2ª geração) – 1997 a 2005

Chevrolet Vectra GL – motor 2.2 8V de 123 cv e 19,4 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas.

OPCIONAIS: vidros e travas com acionamento elétrico, direção hidráulica e ar condicionado.

Chevrolet Vectra GLS – motor 2.2 8V de 123 cv e 19,4 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas.

ITENS DE SÉRIE: vidros e travas com acionamento elétrico, direção hidráulica e ar condicionado.

Chevrolet Vectra CD – motor 2.0 16V de 141 cv (depois 138 cv) e 20,7 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas.

ITENS DE SÉRIE: Computador de bordo, banco do motorista com ajustes de altura e lombar, rádio/toca-fitas com antena elétrica, faróis e lanterna de neblina, trio elétrico, abertura elétrica do porta-malas.

OPCIONAIS: Bancos em couro, teto solar elétrico e transmissão automática de 4 marchas.

Vectra C (3ª geração) – 2005 a 2011

Chevrolet Vectra Expression – motor 2.0 de 127 cv e 19,6 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades.

ITENS DE SÉRIE: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, alarme.

OPCIONAIS: airbag duplo.

Chevrolet Vectra Elegance – motor 2.0 de 140 cv e 19,7 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades.

ITENS DE SÉRIE: ar-condicionado automático, direção assistida, trio elétrico, rodas de alumínio de 16 polegadas, alarme com ultrassom, ajuste de altura para o banco do motorista, banco traseiro bipartido com encosto de cabeça para os três ocupantes, volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisor interno fotocrômico, faróis de neblina e abertura elétrica do porta-malas.

OPCIONAIS: airbags frontais e laterais, freios ABS, computador de bordo, piloto automático, rádio com CD e controles no volante, limpador do para-brisa automático.

Chevrolet Vectra Elite – motor 2.0 140 cv e 19,7 kgfm de torque ou 2.4 16V de 150 cv e 23,7 kgfm de torque, com câmbio automático de quatro velocidades.

ITENS DE SÉRIE: todos os itens acima (incluindo os opcionais) + revestimento interno em couro, retrovisores com rebatimento elétrico e sistema de áudio com disqueteira para seis CDs.

OPCIONAIS: banco do motorista com ajustes elétricos, rodas de 17 polegadas e teto solar elétrico.

Vectra – preço

Vectra A (1ª geração) – 1993 a 1996

  • Chevrolet Vectra GLS – entre R$ 9.236 (1994) e R$ 10.844 (1996)
  • Chevrolet Vectra CD – entre R$ 9.800 (1994) e R$ 10.900 (1996)
  • Chevrolet Vectra GSi – entre R$ 10.622 (1994) e R$ 11.451 (1996)

Vectra B (2ª geração) – 1997 a 2005

  • Chevrolet Vectra GL – entre R$ 11.512 (1997) e R$ 17.139 (2003)
  • Chevrolet Vectra GLS – entre R$ 11.948 (1997) e R$ 18.240 (2004)
  • Chevrolet Vectra CD – entre R$ 11.360 (1997) e R$ 19.167 (2004)

Vectra C (3ª geração) – 2005 a 2011

  • Chevrolet Vectra Expression – entre R$ R$ 23.686 (2007) e R$ 29.499 (2011)
  • Chevrolet Vectra Elegance – entre R$ 23.695 (2006) e R$ 32.550 (2011)
  • Chevrolet Vectra Elite 2.0 – entre R$ 27.757 (2008) e R$ 37.259 (2011)
  • Chevrolet Vectra Elite 2.4 16V – entre R$ R$ 24.324 (2006) e R$ 30.333 (2009)
  • Chevrolet Vectra GT – entre R$ 25.848 (2008) e R$ 30.092 (2011)
  • Chevrolet Vectra GT-X – entre R$ 26.296 (2008) e R$ 31.416 (2011)

(Valores em junho de 2018, com base na tabela FIPE)

Vectra – motor, câmbio e desempenho

A linha do Vectra A teve, inicialmente, duas opções de motor 2.0. A primeira tinha 116 cv e 17,3 kgfm de torque, e equipava as versões básica e intermediária.

Já a esportiva GSi contava com 150 cv e 20 kgfm de torque. As duas opções eram associadas a um câmbio manual de cinco marchas.

Passando para sua segunda geração, ele teve como destaque o motor usado na versão CD. Era um propulsor 2.0 16V de 141 cv, que mais tarde passou a oferecer 136 cv.

O torque era de bons 19,6 kgfm (depois caiu para 19,2 kgfm), o que lhe dava uma aceleração de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos, com máxima de 210 km/h.

O problema das respostas lentas em baixa rotação foi resolvido com a chegada do motor de 2,2 litros, que rendia 123 cv e 19,4 kgfm na versão de 8 válvulas.

Sua aceleração até os 100 km/h era feita em 10,6 segundos, e a velocidade máxima era de 195 km/h.

Já o 2.2 16V teve um ganho discreto de potência (passou de 136 para 138 cavalos), sendo que a diferença foi mais sentida no torque, que pulou de 19,2 para 20,7 kgfm.

A aceleração de 0 a 100 km/h era feita em 10 segundos, enquanto a máxima era de 205 km/h.

Finalmente, falando sobre o Vectra em sua terceira geração, o principal motor certamente era o 2.4 16V, que rendia 150 cv e 23,7 kgfm de torque.

Seu desempenho poderia ser ainda melhor, se não fosse o câmbio automático de apenas quatro marchas. Com isso, o tempo de aceleração até os 100 km/h era de 10,5 segundos, e a velocidade máxima ficava em 206 km/h.

Vectra – consumo

Vectra: guia completo (versões, motores, equipamentos, etc)

O consumo da primeira geração do Vectra, que podia ser abastecida apenas com gasolina, era de 9,3 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada.

Já a versão GSi tinha um consumo urbano de 9,9 km/l e rodoviário de 13,9 km/l.

A linha de motores aumentou em sua segunda geração, e o Vectra passou ter médias de 9,3 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com o motor 2.0.

Se equipado com o motor 2.2, o sedã fazia médias de 8,4 km/l e 12,9 km/l. O câmbio automático fazia o consumo do modelo (equipado com motor 2.2) subir, ficando na casa dos 11,6 km/l na estrada.

O motor 2.4 16V, que passou a adotar o sistema flex, tinha médias urbanas de 5,3 km/l (etanol) e 7,5 km/l (gasolina), enquanto na estrada ele fazia 6,9 km/l (etanol) e 9,5 km/l (gasolina).

Vectra – manutenção e revisão

A mecânica do Vectra, especialmente em sua terceira geração, era elogiada por ser fácil e razoavelmente barata. A extensa rede de concessionárias também colaborava para os elogios nesse quesito.

Usando como base o último modelo vendido, com motor 2.0 e ano 2011, o custo total de manutenção até os 60.000 km é de R$ 3.328. Veja abaixo os valores de cada revisão:

  • 10.000 km – R$ 212,00
  • 20.000 km – R$ 516,00
  • 30.000 km – R$ 580,00
  • 40.000 km – R$ 476,00
  • 50.000 km – R$ 732,00
  • 60.000 km – R$ 812,00

Vectra – ficha técnica

Motor (GSi)

2.0 16V

Tipo

Dianteiro, Transversal e Gasolina

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.998

Válvulas

16

Taxa de compressão

10,5:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

150 cv a 6.000 rpm

Torque Máximo

20 kgfm a 4.600 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e sólido (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independentes, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 15 polegadas

Pneus

195/60 R15

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.432

Largura (mm)

1.706

Altura (mm)

1.370

Distância entre os eixos (mm)

2.600

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

520

Tanque (litros)

57

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.235

Peso bruto total (kg)

1.755

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,29

 

Motor

2.4

Tipo

Dianteiro, Transversal e Flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

2.405

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

150 cv a 5.200 rpm

Torque Máximo

23,7 kgfm a 4.000 rpm

Transmissão

Tipo

Automático de quatro marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e sólido (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independentes, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 17 polegadas

Pneus

215/45 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.618

Largura (mm)

1.728

Altura (mm)

1.458

Distância entre os eixos (mm)

2.703

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

450

Tanque (litros)

58

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.405

Peso bruto total (kg)

1.855

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,32

Vectra – fotos

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Nota média 4.3 de 6 votos

Viny Furlani

Viny Furlani

Formado em Gestão de Negócios, trabalha no segmento automotivo há mais de 15 anos. Em 2009, passou a escrever avaliações e notícias sobre carros, totalizando mais de 2.000 artigos, em vários sites. Além das matérias escritas para o NA, também cuida das mídias sociais do site.

  • fschulz84

    Para mim, é o expoente da GMB durante a fabricação de modelos de origem Opel e pós-Opel.

    Não que o Cruze seja um carro ruim, muito pelo contrário, mas a GM pra mim perdeu totalmente a mão e a identidade após o fim da fabricação dos modelos derivados da alemã…

    • Deadlock

      O Vectra legal foi o de segunda geração, tive um de cor igual ao da foto. Depois perderam a mão no design. Os japoneses vieram e dominaram completamente o segmento de sedans médios.

      • Henrique12

        O último Vectra foi prejudicado pela febre Civic/Corolla, e também pelo Astra que era uma relativa novidade e roubou muitos clientes.

    • 1 Raul

      Me lembro como se fosse hoje, indo numa concessionária com meu pai em 1997 para ver um GLS. Na época custava aproximadamente 28 mil reais, muito acima do orçamento.

      Em 2000, numa condição melhor, meu pai pegou um astra GLS, que ers bem mais barato, sem perder o sonho pelo vectra.

      Em 2007 comprou um vectra elegance e foi a maior decepção. O carro tinha o câmbio longo, pesadão, era muito manco. Virou uma grande decepção.

  • Gilberto Silva

    Pra mim um dos sedans mais lindos e cobiçado uma vez já produzido no Brasil, e que o New Civic matou sem piedade!

    • FearWRX

      Sonho até hoje com um CD manual com teto solar, ar digital e controle de som no volante, pena que os que acho estão sambado ou quando acho estão em outro estado.
      Uma pena também a versão perua nunca ter vindo pra cá, bem como o Astra Cupê (não o hatch), se tivesse a Vectra Caravan com certeza estaria com uma dessas agora mesmo, que carro maravilhoso.

      • leandro

        Tive um CD completo de tudo que pode imaginar, ano 2000… o carro estava perfeito… de colecionador praticamente… vendi na tabela sem choro, me arrependo até hj :(

        • VCD 2.0 16V

          Esse foi meu caso também, até me arrependo de ter vendido meu vcd2000 manual. Hj tenho um 2009 elegance, e posso afirmar que foi um tiro no pé, trazer o Opel astra como um Vectra, o astra foi bom, mas não tanto qto o Vectra. Mas minha despedida trise mesmo foi a do meu primeiro Vectra 1997 2.0 16v, o carro andava muito, mas muito mesmo, vi muito hatch esportivo da época pelo retrovisor, sempre ficando menores hehe, principalmente em alta.

      • Janderson von Neumann

        Sei do meu ex -Vectra que está a venda, até ia comprar ele de volta, tá igual ao dia que vendi, muito novo, pena eu não poder ficar com ele por falta de espaço, mas torço para alguém comprar ele e cuidar dele como ele merece, só que é automático, mas tem teto-solar, som premium, rodas 16, bancos em couro cinza claro, etc….é o mais top de todos os Vectras, e muito lindo, branco com aquele teto, aquelas rodas, nossaaa. que carro.

    • Charlis

      Cara, acabei de mandar exatamente essa frase, em outras palavras, dando um share nessa noticia num grupo…
      Concordo 100%.
      Vectra B foi o carro mais lindo e cobiçado dos 2000s… o Golf (com sua charmosa chave canivete) também roubou a cena.

      Ai veio a Honda, e destronou todos!
      Uma nave espacial, maravilhosa, com painel futurista, volante pequeno, direto (mais direto que de uma F430), pedal saindo do assoalho… suspensão Double Wishbone… Sensacional!!!

      Tive a sorte de ter o New Civic logo em 2006, manual, preto, com a anteinha shark da BMW que ficava perfeita nele… coisa linda demais!

      []s

    • Pedro Cunha

      Não foi o civic, mas sim a própria GMB que aniquilou-se do segmento quando optou por um projeto coreano de baixo-custo(Cruze) em detrimento da evolução natural do Vectra que era o Insígnia.
      O Cruze não é ruim, mas é apenas um produto sem atributos tecnológicos relevantes e que apresenta apenas “mais-do-mesmo”.

      • Fábio Henrique

        Claro q nao, tanto o ‘verdadeiro’ vectra c quanto o insigia eram de categorias acima, nunca concorreram com civic e corola

        • Realista.com

          Aqui no Brasil Vectra era médio e Astra também.
          Vectra concorria com Corolla e ainda levava fumo.

      • Lorenzo Frigerio

        O Cruze na verdade é um Astra.

      • Realista.com

        Faltou apenas estudar um pouquinho sobre o Cruze antes de postar esse comentário.
        Cruze estaciona sozinho, se mantém na faixa sozinho se você cochilar e apita para você acordar, tem alerta de colisão frontal, um motor hiper moderno, um dos mais rápidos do mercado, econômico, é o mesma plataforma do Opel Astra Europeu, é um carro que você não precisa da chave para nada, ele liga pelo botão no painel, abra e fecha pelo botão na maçaneta, Se você deixar o carro no sol e não quiser entrar no carro quente, liga pelo lado de fora por um botão na chave e ai o ar condicionado gela automaticamente na programação que você deixou.
        Você entra no carro e está gelado, tem assistente de partida em rampa e mais UM MONTE de tecnologia que o Vectra nunca teve e você vem falar que não tem atributos tecnológicos relevantes.
        É todo carro que tem as tecnologias do Cruze LTZ2?
        Claro que não.
        Como assim mais do mesmo?
        Que eu saiba não existe carro voando ainda
        O que eu acho é que existe muto saudosismo do Vectra.
        Vectra morreu e pronto.
        Vectra aqui era concorrente de Corolla e Civic, era médio e os caras vem falar de Insígnia.
        E a terceira geração do Vectra era beberrão e manco.
        Tinha que tirar de linha e pronto.
        Não tem nem como comparar um Cruze, principal mete o turbo com o Vectra.
        Na minha opinião nem tem motivos para chororô, pois o Cruze é muito superior em motor, conforto, consumo, tecnologia embarcada, espaço interno e segurança,

        • Wilson Junior

          Como nosso amigo disse ” O Cruze não é ruim, mas é apenas um produto sem atributos tecnológicos relevantes e que apresenta apenas “mais-do-mesmo”.”
          Nada demais num mercado super competitivo como é o de hoje.
          Com o preço nas alturas, vai ficar de coadjuvante como já vem a muito tempo….
          Esses itens que você acha serem super “tecnológicos” o Fusion estreiou em 2013 e o Focus em 2014.

        • Pedro Cunha

          Todas “tecnologias” citadas por você são comuns em mercados desenvolvidos, só são “especiais” ou “diferenciais” num mercado pobre e atrasado como o nosso. Sua “reflexão” sobre o quê eu escrevi antes só reafirma que o brasil vai sim continuar atrás, bem atrás dos mercados de ponta.
          E além do mais, se estudar um pouquinho mais de eletrônica vai perceber que “estaciona sozinho” ou “abre, fecha e liga com um toque de botão” não são coisas tão grandiosas assim. É que nossa origem indígena ainda prevalece e a grande maioria continua se impressionando com miçangas e espelhos ou como preferir: Multimídias e “botõezinhos mágicos”!

    • Wilson Junior

      Pois é kkkk
      Um dia da caça outro do caçador.
      Agora o Corolla nada de braçada….Civic lá no fim da fila, junto com outros sobreviventes kkkkk

  • vi.22

    a segunda geracao foi um sucesso absoluto e objeto de desejo para um mtos e mtos brasileiros, foi extrema incompetencia da GM nao dar continuidade ao sucesso do carro em novas geracoes, caminho inverso da TOYOTA com corolla, que nas primeiras geracoes nao empolgou e hj e o seda campeao de vendas no brasil e no mundo…

    • Matthew

      Mas a GM adotou exatamente a estratégia das japonesas. O Vectra era um sedã de porte médio-grande, enquanto Civic e Corolla são médio-pequenos (compactos nos EUA). Até 2002 a Chevrolet tinha amplo domínio no segmento. Apesar do motor 2.0-8v de 110 cv ser antiquado perante os multi válvulas de 1.6 e 1.8 litro das japonesas, ainda assim tinha uma tocada mais agradável. O jogo só veio a virar quando a Toyota lançou o Corolla Brad Pitty, com comando VVT-i, que aí sim colocou o Família II em xeque. O Vectra já tinha 6 anos de mercado, nova geração na Europa que nunca chegou aqui, quando começaram a fazer a transição para o Astra, que ganhou versões cada vez mais sofisticadas nos anos seguintes (culminando no Elite na linha 2005).

      Os carros equivalentes ao Vectra hoje seriam o Opel Insignia/ Chevy Malibu, Honda Accord e Toyota Camry. Portanto, acho que nenhuma delas fez algo de extraordinário. Simplesmente reposicionaram sedãs médio-compactos como modelos de “alto luxo” das respectivas marcas. Essa foi a grande sacada: vender Corolla a preço de Camry. Aliás, o Cruze foi concebido para enfrentar os concorrentes japoneses no mercado norte-americano.

      • 1/2 URSO 1/2 CÃO

        Exatamente, e diria ainda que o Cruze está no lugar do Astra aqui.

        • Matthew

          Sim, sem dúvida alguma o Cruze é sucessor do Astra. Quis enfatizar que se algum modelo equivalente ao Vectra existisse nos dias de hoje, seria como o VW Passat — um sedã de padrão europeu versus sedãs compactos pensados pra serem baratos nos EUA. No fim ficamos com o compacto japonês de “baixo custo” a preço de modelo médio-grande europeu.

          • Realista.com

            Quanta viagem.

  • Murilo Ramos

    Vectra B – um dos melhores Sedans médios ja fabricados e vendidos no Brasil. Como adorava viajar nele, confortável ,acabamento ótimo e muito bom de guiar.

    Saudades da Opel…

    • Marcelo Amorim

      Tive um GLS 97,realmente um carro excelente,o acerto era acima da média.Baixar o volante,o banco e guiar numa BR era muito gostoso.

  • Maycon Farias

    Matéria excelente.

  • Razzo

    Saudoso Vectra de 2ª geração, só necessitava de um motor mais moderno como o Ecotec disponibilizado no Chile.

  • Andrew B.

    Vectra A. O melhor dos anos 90. 140km/h com 5 pessoas parecia estar em um avião.

  • Robinho

    Pra mim, primeira e segunda geração são Tops, a terceira geração nunca gostei.

  • João Paulo Leite Santos

    Matéria muito boa e como vectreiro que sou (CD 97 e GT-X 2010), sou crítico da GM em relação ao desvinculação da OPEL e posterior venda pra PSA. Os anos 90 marcaram um período de evolução e alinhamento da GM com o mercado europeu e praticamente colocou as outras montadoras pra ralar, não só pelo Vectra que praticamente envelheceu os concorrentes, como também a linha Corsa e Astra, além da S10 que apesar ser de origem americana era uma inovação em pickups pra época. Eu particularmente percebo como a GM veio decaindo em qualidade. Meu Vectra 97 tem acabamento mais esmerado e superior ao 2010 por exemplo. Foi um tiro no pé não ter trazido o verdadeiro vectra C alemão. A GM pode ter ter alguns dos seus carros entre os mais vendidos, sendo o onix campeão, mas não significa que tenham a qualidade de tempos atrás e uma tela multimídia no painel não é sinônimo que alta tecnologia, a propósito, enquanto até a VW vem aposentando seus motores antigos, a GM ainda equipa seus carros com motor de Corsinha 95 e está migrando pra se tornar um tipo de montadora chinesa em mercados emergentes. Saudades da Opel.

  • Faheina

    vectra B …no ano de 2000 era o capricho
    o acabamento. Ainda melhor q de muito carro até hj

    • Elizangela Oliveira

      Um carro eu que gostaria de ter ainda hoje.

  • Phantasma

    O Vectra B era lindo por fora e por dentro. Esse painel e esse voltante na minha opinião são mais bonito do que muito carro moderno. Não parecem ter sido desenhados 22 anos atrás.

  • Vitor

    O Vectra da segunda geração se tornou um clássico no Brasil. Me lembro que no fim dos anos 90 esse carro vendia muito, mesmo sendo um carro caro pra maioria dos consumidores brasileiros.
    Corolla e Civic na época não tinham vendas tão expressivas.
    Na verdade o Vectra da segunda geração foi o último sedã brasileiro que dominou seu segmento.

  • Guilherme Gimenes

    a grande realidade eh que o vectra foi rebaixado de posto no Brasil .. a ultima versão nao era o Vectra mais, era o Astra, ou seja, pegaram um carro inferior e venderam como superior.. (nos EUA, o vectra GTX nada mais era que o SATURN ASTRA, veiculo de baixo custo).. bom mesmo eram os primeiros..velhos tempos

    • RPM

      Exato….o último Vectra foi uma gambiarra para o nosso mercado,com Civic e corolla atuais na época,foi a pá de cal no astrão remendado…

    • Kiyoshi Yamashiro

      A última versão foi uma porquice da Chevrolet, acabou com a reputação do carro, e pra piorar lançaram na mesma época do Civic

    • VCD 2.0 16V

      Exatamente.

  • Vinicius

    Carrão da po#@a !

    • Fanjos

      …tu pisava ele voava, tu freava ele ancorava e eu lá dentro a me debater!

      • VCD 2.0 16V

        Kkkk, poucos ganhavam do vectrão em alta, alguns Mareas, omegas 3.0, ee outro com motores grandes de verdade, nnã aqueles A3 q fumavam rapidinho qdo usados no mesmo regime dos Vectra. O tempo bão demais da conta sô. Apezin turbo nem falo nada, só serve pra arrancar e dar gasto no dia seguinte.

  • Supernescau

    Os valores do Vectra C estão errados. Paguei R$ 52.900 em um Expression 2010, com valor base de R$ 49.900 incluindo 2 air-bags frontais por mais R$ 3 mil.

    • el punidor

      Estes valores são os de hoje, usados. Me lembro que no lançamento, em 2005, um Elite 2.4 custava inacreditáveis 80000 reais.

      • Kiyoshi Yamashiro

        Verdade, tinha um vizinho meu que, em 2006, pagou 85 mil reais em um Vectra Elite, o mesmo valor do Civic EX, mas ele só não comprou o Civic por causa do ágio

      • Supernescau

        Entendi.

    • VCD 2.0 16V

      Quando?

  • Razzo

    “Já o Vectra CD trazia, além dos… câmbio automático de quatro marchas (superior ao de três velocidades do Monza).”

    –> Teoria Geral da Relatividade.

    “O impacto foi tamanho que, na época, muitos disseram que o Vectra B foi o responsável por expor o envelhecimento dos concorrentes Tempra, Santana e Passat.”

    –> Tempra era tão ou mais moderno que o Vectra B.

  • Razzo

    “O consumo da primeira geração do Vectra, que podia ser abastecida apenas com gasolina, era de 9,3 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada. Já a versão GSi tinha um consumo urbano de 9,9 km/l e rodoviário de 13,9 km/l.

    A linha de motores aumentou em sua segunda geração, e o Vectra passou ter médias de 9,3 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com o motor 2.0. Se equipado com o motor 2.2, o sedã fazia médias de 8,4 km/l e 12,9 km/l. O câmbio automático fazia o consumo do modelo (equipado com motor 2.2) subir, ficando na casa dos 11,6 km/l na estrada.”

    –> Como foi salutar o programa de etiquetagem veicular do INMETRO/CONPET de padronização de consumo, não sendo mais necessário confiar nos dados dos fabricantes. Meu Vectra 2.2 fazia na estrada 9 Km/l com gasolina.

    • Paulo Reis

      Ia comentar isso, impossível este motor fazer 13 km/l na estrada, é muito otimismo, acho q nem á 60 km/h em quinta marcha, com leve declive, faria isso rsrs. Tive um kadett e, sei bem como é o família II, vivíssimo até hj.

    • leandro

      Cara, meu Vectra 2.2 AT 16v na estrada fazia 14 com AC ligado e 15~16 km/l com ele desligado… (velocidade padrão de estrada com piloto ativado)
      Mas quando o assunto era cidade, sem chance… era 7.5 ou 8 na melhor média…

      • Razzo

        Cara, isto era em queda livre ? Tem muito carro 1.6 que não faz isto na estrada…

        • leandro

          Não, era estrada mesmo.. percurso normal… retas, subidas, descidas…
          A 110 por hora o giro era em torno de 2500 rpm… rodava liso, sem esforço…
          Eu mesmo não acreditava… mas medi na bomba diversas vezes e batia com o CB…
          Mas igual falei..quando chegava na cidade… esquece… se transformava em um V12 kkkkk

          • 1/2 URSO 1/2 CÃO

            Leandro, meu antigo Vectra 2000 2.2 16v At fazia essa mesma média sua. Era excelente na estrada. Diferente do meu atual 2006 2.0 At que faz no máximo 11 na estrada.

            • leandro

              O 2.2 16v na estrada rodava lisinho né? Tinha muito motor sobrando… giro baixinho mantendo nos 100-110 km/h…
              Pessoal n bota muita fé…rs
              Mas soh na estrada…cidade..esquece!

      • FREDRED

        Bem milagroso esse consumo heim amigão.

        • leandro

          Eh nada! Na estrada o 2.2 16v faz acima de 14,15 fácil…pode ver aí a galera que já teve confirmando.. n eh lenda não kkkk

      • Janderson von Neumann

        Assino embaixo, tive dois com motorização 2.2 16v, só que um câmbio manual e um câmbio automático, e ambos eu conseguia boas médias, no manual mais ainda, cheguei fácil a 16, 16 e meio km/l, já o automático era fácil médias na casa de 14, 15 km/l em estrada, já na cidade a conversa era outra, mas também não era ruim, fazia sempre 8, 9 km/l na cidade com ar ligado.

        • André Rossato

          Não faz 14 na estrada nem 8 na cidade. Como o pessoal exagera ou mente mesmo. Tive um Vectra CD 2003 zero km e fazia muito menos que isso

      • VCD 2.0 16V

        Tinha uma grande diferença no consumo do 8v para o 16v. A fama de beberrão foi devido essa realidade, pois o 8v vendeu muito mais, daí a descrença de que teve vecVec econômico na rodovia, e só rodovia mesmo.

  • Joaquim Grillo

    Eu ja achei o acabamento do ultimo modelo uma porcaria desenho e estilo

    • Retrato do Papai

      porque na verdade nao era um vectra haha

  • V12 for life

    Além disso, o sedã foi o primeiro a trazer airbag duplo (o Tipo fez isso um dia antes, mas apenas para o motorista).

    Lembro que era para o Palio ter sido o primeiro Fiat, más quando descobriu o lançamento do Vectra a Fiat correu para oferecer no Tipo.

  • Dod

    No conjunto geral da obra eu considero o Vectra B o melhor carro já feito no Brasil. Saudade eterna do CD 96/97 cor de vinho tirado zero que minha mãe teve, nunca vou esquecer o dia em que ele chegou lá em casa, na época eu tinha 8 anos e passei o resto do dia dentro do Vectrão, encantado com o interior, sonhando com o dia em que dirigiria ele – dia que nunca chegou, sonho de infância frustrado.

    Curiosa era a versão GL, pelada como um Corsa Wind 2p básico. Uma tia comprou um em 1998, sem ar condicionado, sem vidros elétricos, sem travas elétricas, sem nada. Tinha rodas de ferro com calotas parciais e o banco traseiro não tinha encostos de cabeça.

  • Paulo Roberto Chaves de Freita

    A GM pagou pelo seu maior erro! Tentou enganar seus clientes trazendo o Astra europeu e tentou empurrar como se fosse Vectra no Brasil. Quando os interessados viram, que o Vectra C era um produto inferior ao B na Europa e no Brasil estavam empurrando gato por lebre procuraram outras marcas. Para completar a Honda lançou o New Civic, que foi um marco em matéria de sedã, assim como o Vectra tinha sido anteriormente. Desde então a GM tenta correr atrás do prejuízo e não consegue. Quem não teve competência teve que abrir para a concorrência.

    • VCD 2.0 16V

      Falou tudo.

      • Anonimous

        Também acho … Em set/1998 tirei um Vectra CD 2.2 16V 1998/1999 … excelentes recordações!!!! … inclusive, conheci minha atual esposa na mesma época … fizemos memoráveis viagens a bordo do mesmo … era sonho de consumo de muita gente … realmente, a GM, como sempre, bobeia demais!!! … haja vista o lançamento da Trailblazer nos dias de hoje… se tivesse competência, teria tudo para desbancar a SW4, que, no meu entendimento só tem fama e preço!!! … Abs.

  • Pietro

    eu como estudante de design de produto da época, gostava MUITO desse retrovisor que vinha do capô… achava aquilo sensacional. (modelo da segunda geração)

    • Lorenzo Frigerio

      Aquilo foi tirado dos Camaro/Firebird de de 93 a 2002.

  • David Diniz

    Reza a lenda que existe um Vectra B aqui no Brasil com motor 1,616v e 2 vectra B com motor V6…

    • VCD 2.0 16V

      Putz

  • leandro

    Tive dois Vectras B…

    Mas meu xodó foi um Vectra CD ano 2000/00, motor 2.2 16v Automático,TOP de linha com AC Digital, duplo airbag, disqueiteira e subwoffer de fábrica, controles de som no volante, teto solar, bancos em couro, piloto automático, retrovisor fotocrômico, regulagem elétrica do farol e mais uma salada de coisas… tudo funcionando perfeitamente…

    O carro era ano 2000, e em pleno 2015 estava em estado de 0, vendi pelo preço de tabela com 110mil km rodado…! Todos opcionais funcionando perfeitamente, 99% original, pois o 1% foi o xenom no neblina que troquei.

    Foi também um dos carros mais fortes que dirigi, só perdia na estrada para Jetta… de resto, encarava muita gente grande… o botão S no cambio era o botão do capeta… quando ele era acionado, o carro se tornava um cão raivoso!

    Saudades do melhor carro que tive… e olha que já tive Focus Titanium completo…

  • Kiyoshi Yamashiro

    O design do Vectra B é atemporal, meu pai teve um GLS 2.2 16v automático, uma pena na terceira geração ter sido transformado em um Astra Sedan

  • Tive um da primeira e um da segunda geração. Carros realmente muito bons, a despeito de a manutenção em concessionárias na época era simplesmente inviável.
    O de primeira geração era “mais carro” que o da segunda, apesar de que o ganho visual tenha sido exponencial. O da primeira geração passava uma maior sensação de robustez em termos de montagem. O da segunda foi submetido a um processo que visava dotá-lo de mais “esportividade”, com endurecimento da suspensão e encurtamento do câmbio, o que o levou a um aumento considerável no consumo.

    • Mauro Schramm

      O câmbio longo era uma das coisas que eu gostava no meu Vectra GLS 1995.

      • Isso. O meu primeiro era exatamente um GLS 95. O segundo um GLS 97.

  • Eduardo Brito

    Meu pai tem um dessa versão especial GLS com cambio automático ano 2000. É um bom carro.

  • Mauro Schramm

    Matéria bacana. Me trouxe à lembrança as boas memórias deixadas pelo Vectra GLS 1995 que tive.

    Com relação à terceira geração vendida por aqui (a de 2005), discordo da matéria quando diz que este tivesse visual inovador. Muito pelo contrário: perto da arrebatadora segunda geração, o modelo ficou sem graça. O mesmo vale para o interior da terceira geração, que apresentava, na minha opinião, um visual pobre e com materiais que transpareciam baixo custo.

  • Vitor Malheiros

    Meu pai teve os três modelos. Um CD do modelo A – ano 95, CD do modelo B ano 2000 e um modelo C Elegance – 2006. Herdei dele o CD ano 2000 e ficamos um período com os Modelos B e C lá em casa. O modelo B é um dos melhores carros que minha família já teve. Macio, fazia um consumo urbano em torno de 10 km/L, completão e com um belo desenho. Lembro que minha mãe, que não entende muito de carro, fazer comparação falando que achava o modelo C era pior que o B.
    Também achava isso, inclusive o acabamento do modelo C era muito pobre para o valor do carro.
    Inclusive, quando troquei o meu modelo B, peguei um Golf sportline Mk 4,5 que achei um carro inferior ao meu antigo Vectra B.
    Enfim, um carro que deixou saudades.

  • 1/2 URSO 1/2 CÃO

    Tive as 03 gerações do carro. A primeira, era um GLS 2.0 1995 com opcionais do CD, o destaque do carro era um acabamento primoroso internamente com veludo por todo lado. O Segundo foi um CD ano 2000 2.2 16v AT, o destaque desse era o espaço interno, agradável de conduzir, excelente suspensão e design irretocável. O Último, um Elegance 2.0 AT 2006 que ainda está comigo ainda onde destaco os itens de segurança como 04 airbags e desenho muito bonito mas não tão confortável quanto o segundo e nem tão primoroso como o primeiro, devido talvez porque na realidade ele é um astra europeu com promoção de patente aqui no br.

  • Marcio Souza

    A geração do modelo lançada em 96/97 foi algo que dificilmente acontecerá nos dias de hoje. O estilo do veículo impactou o mercado na época. Esse Vectra era uma dos mais vendidos, ficava entre os 10 primeiros.

  • Janderson von Neumann

    Linda matéria, me deu arrepios…sou Vectreiro de carteirinha, ajudei inclusive a montar o clube desse carro quando a internet e a febre de clubes de carros engatinhava ainda, me lembro que começamos com umas 5 ou 6 pessoas num grupo de bate papo numa lista do Yahoo, isso em 2003 mais ou menos, para só depois virar o Vectra Clube e após o Clube do Vectra que se mantém vivo e forte até hoje.
    O Vectra foi e sempre será uma paixão, pra mim aqui foi mais, uma paixão e uma obscessão, aqui em casa a gente sempre teve GM, e sempre Chevette pois o bolso não dava pra mais, quando lançaram o Kadett foi paixão a primeira vista e fizemos das tripas coração pra comprar um, depois seguimos sonhando com o Monza, foi aí que a GM lançou o Vectra A que logo se tornou o nosso novo sonha, mas de novo o bolso estava apertado, para amenizar compramos um Monza GLS 96 dos últimos zero km, mas a cabeça continuava no Vectra, aí mal compramos o Monza e a GM lançou o novo Vectra B, nossa , cheguei a ficar doente pois queria um de qualquer jeito…
    Em janeiro de 2000 chegou a hora de trocar o Monza (excelente carro, só quem dirigiu um Monza vai entender o que falo) e o escolhido era um Vectra CD, mas novamente faltava um pouquinho de $$ e compramos o lançamento na época que era o Astra sedan GLS 2.0 16v, pelo menos tinha o motor do Vectra, kkkk…chegou 2001 e troquei um Kadett 98 que era o segundo carro de casa por um Vectra CD 99 branco semi novo, completo menos teto e couro, nossa, que carro, no dia que peguei ele rodei até gastar quase todo o tanque de gasolina, aí sim, foi a realização de um sonho, que carro, era perfeito, simplesmente perfeito em tudo, lindo, confortável, seguro, econômico (sim, vcs. leram certo) , equipado, etc…, se tornou minha segunda pele, parte de mim, ia para a faculdade com ele, era meu amigo, meu companheiro fiel, nunca deu um problema sequer, a paixão só aumentava…
    Por causa desse Vectra o Astra ficou em segundo plano, ninguém usava ele, todo mundo só queria usar o Vectra, tanto é que vendemos o Astra com 11 mil kms apenas para comprar outro Vectra CD, dessa vez um top full, com todos os opcionais e automático, branco, lindo, com teto-solar, bancos em couro cinza claro, som premium, etc… era um 2003/04, era lindo chegar na garagem e ver os dois brancos juntos lado a lado…
    Lançaram o Vectra C e fomos convidados para o coquetel de lançamento, bah, chorei de emoção ao ser um dos primeiros aqui em Porto Alegre a chegar perto de um, apenas poucas pessoas foram convidadas pela GM para em um dia especial entrar em uma caixa preta tipo container onde ali dentro estava guardado a sete chaves o novo Vectra, logo esse seria o meu novo sonho…
    Em 2007 foi a vez de me despedir do meu companheiro, o CD 99, compramos um Elegance top com todos opcionais zero km, de cara notei que não tinha a mesma qualidade, era mais um Astra mesmo, mas mesmo assim o carro era muito lindo, porta malas enorme, acabamento um pouco inferior ao B mas não é tudo isso que falam até hoje dele, é um bom carro…
    A paixão era tanta que no facelift do Vectra C em 2010 compramos mais um , dessa vez um Elite top zero km, fiquei conhecido aqui no meu bairro como o cara que tinha 3 Vectras na garagem ao mesmo tempo, kkkk…, cansei de ouvir fofoquinhas do tipo , bah cara, compra um posto de gasolina, tu é rico pra pagar manutenção desses carros, etc…., digo, pura inveja, olho grande e falta de informação, os Vectras nunca deram manutenção a não ser troca de óleo e filtros, velas, etc…, coisas básicas, combustível nunca foi o problema, já que é fácil fazer 13 km/l ou mais na estrada, dá pra fazer 9 km/l tranquilo na cidade com ar ligado, ou seja, nada de coisa de outro mundo como falam…
    Em 2012 a GM numa jogada errada decidiu enterrar o nome Vectra, acabar com um carro que tinha um enorme potencial se fosse bem trabalhado pela marca, mas preferiu deixar a Opel de lado que tanto ajudou a GMB, deixou sim uma legião de víuvas da Opel como criticam alguns, sim, sou uma delas, kkkk, com muito orgulho.
    Fui novamente convidado para o lançamento do Cruze, e dessa vez não senti nada, nem aquele friozinho na espinha, estava começando ali a perder a paixão pela GM…
    Ficamos ainda mais 3 anos com os 3 Vectras, até tomar uma decisão errada e vender 2, vendemos o B 2003 e o Elegance 2007, o primeiro com 50 mil kms apenas e o Elegance com 7 mil apenas, ficamos com o Elitão zerado e partimos para a Ford, hoje temos em casa um Focus Titanium plus, um Fiesta e um Fusion ambos Titanium , são excelentes carros sim, modernos, tecnológicos, lindos, etc…., mas lá no cantinho ainda está um pedaço da minha história , ainda guardo com carinho um Vectra , não é o ícone, um B, mas é um Vectra ainda , um Vectra C ano 2010 com apenas 27 mil kms, zero km quase, que não vendo e não troco, sei que o meu ex Vectra B está a venda, quase igual ainda, até com plástico no carpete, mas não tenho espaço pra mais um ou para dar o carinho que deveria dar pra ele, tomara que alguém compre ele e cuide dele como relíquia que é e sempre foi e sempre será, pois carro igual não existe.
    Termino esse livro com a velha frase de sempre, Vectra, vc. vai entender quando tiver um !!!

    • Anjo da Justiça.

      Cada um é cada um.
      Sinceramente, não sei como uma pessoa acha graça em um Vectra e não acha num Cruze.
      Eu fui ver um Cruze 2018 na autorizada e me apaixonei.
      Não tem nem comparação, eu vejo Vectras na rua e não acho graça nenhuma.

      • Janderson von Neumann

        Se vc. ler atentamente meu comentário eu me referi ao primeiro Cruze, não esse atual, na época fui convidado para o coquetel de lançamento do Cruze e chegando lá não tive a mesma empolgação que pensava em ter, comparando o Vectra 2011 com o Cruze naquele ano de 2012 senti falta de itens que tinha/tenho no meu Vectra, mesmo sendo o Vectra C (Astrão) , faltava painel emborrachado, base das portas emborrachada, led de aproximação nos espelhos externos, pisca nos espelhos externos, palhetas do limpador do para-brisa eram de arco ainda !!!, faroís com lâmpadas H4 !!!, sem foco duplo, faltava porta malas e capô do motor com amortecedores, o acabamento interno não era aquilo que se imaginava, não tinha teto solar (e até hoje não tem ) na versão sedan, nem mesmo como opcional, o porta malas era bem menor que o Vectra, espaço interno era praticamente o mesmo, só diferenciava a largura maior, não tinha nem uma simples luzinha interna no porta luvas que era bem parecido a de um Celta, o computador de bordo do Cruze mesmo na versão LTZ era ridículo comparando-se com o do Vectra que tinha muito mais funções, enfim, eram diversos detalhes que pra algumas pessoas é frescura, mas para mim cliente GM que prestigiava a marca pelo excelente acabamento e diferenciais como opcionais, equipamentos e “frescuras” foi um balde de água fria conhecer o Cruze naquela época, imaginava chegar e encontrar um carro com tudo que tinha o Vectra e mais ainda, ou seja, sempre se pensa em progredir, e não regredir…
        Pontos positivos do Cruze sem dúvida era a motorização (que nem era tudo aquilo a mais, um simples 1.8 16v que tinha apenas 4 cvs. a mais que o Vectra) e controle de estabilidade e tração, além de central multimidia e um câmbio automático de 6 marchas, esse sim bem superior ao do de 4 marchas (mas mesmo assim de origem Toyota_Aisin, o mesmo do Corolla e bem robusto) , ou seja, em dias atuais um Vectra pode pelo menos ter uma central multimidia pra diminuir um pouco a diferença com o cruze, o meu Vectra tem por exemplo uma central bem superior a dele e até mesmo o do versão 2018, mas isso não vem ao caso, só sei que o Cruze versão 2012 até 2016 não encanta com aquele projeto de carro coreano de baixo custo, e isso que eu aluguei um pra tentar me acostumar e não consegui porque não gostei e batia tudo por dentro, além de ser beberrão, mais que o Vectra, por isso que parti para a Ford em 2015/2016.
        Não vou entrar no mérito do Cruze 2018 que vc. citou, pois esse sim é um carro melhor, mais tecnológico, esse Cruze novo vale sim a pena, porém ainda tenho minhas birras com a GMB, pois conheço o Cruze americano, e lá o padrão é superior, o Cruze USA tem som premium Pioneer, as rodas são lindas (melhores que as nossas e acho que aro 18) o acabamento é superior, tem teto-solar no sedan, motor 1.5 turbo (aqui 1.4), enfim, o Cruze de lá é melhor, porque não o nosso ?
        O dia que o nosso Cruze aqui melhorar consideravelmente penso em voltar, por enquanto pelo valor de um Cruze zero 2018 eu compraria outro Focus sedan Titanium que eu adorei esse carro mesmo, ou um Civic 1.5 turbo top, ou partiria para um Jetta ou algum outro sedan, por enquanto o Cruze não disputa vaga aqui na garagem, por enquanto.

  • PedroHenriqueSousa1111@gmail.c

    É um excelente custo beneficio além de ser lindo a versão sedan

  • Natán Barreto

    Uma correção, o Vectra d terceira geração não veio pro Brasil é o que veio foi o Astra hatch e sedã.
    Inclusive o próprio Astra não teve sucessor porque seu sucessor substituiu I Vectra.

  • A GM poderia vender muito mais com o nome vectra do que vende com o Cruze. Para mim poderia atualizar o design do modelo 2011 e aplicar um conjunto mais eficiente de motor/cambio. Seria perfeito. O Cruze é um carro sem sal, não é ruim longe disso, mas o vectra manda lembrança para ele.

  • André Rossato

    Algumas correções:
    1. O Monza teve câmbio automático de 4 marchas com bloqueio de conversor de torque de 1994 até o final da vida ( então é errado falar que ele só teve automático de 3 marchas).
    2. Existiu Vectra CD geração B com motor 2.0 8 válvulas de 2003 até seu final. Eu tive um.

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