Chevrolet História Sedãs

Monza tubarão: anos, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Monza tubarão: anos, versões, motores, equipamentos (e detalhes)
Chevrolet Monza tubarão

O Chevrolet Monza pode ser considerado como um dos carros mais emblemáticos da marca norte-americana no mercado brasileiro. Assim como dezenas de outros carros da gama, o Monza foi um projeto de origem Opel (neste caso, derivado do Opel Ascona) e se posicionou como um veículo de sucesso no País.

Entre as suas versões, o famoso Monza Tubarão é lembrado até hoje e foi considerado um dos modelos mais curiosos da gama.


A história do Chevrolet Monza no mercado brasileiro teve início no ano de 1982, mais precisamente no mês de abril, quando a marca iniciou a produção do carro na versão hatch de duas portas. O modelo foi vendido por seis anos em configurações com motores 1.6 litro e 1.8 litro, ambos em posição transversal e com tração dianteira, com potência de 73 cv e 86 cv, respectivamente.

A versão sedã estreou em 1983 nas carrocerias de duas e quatro portas. Este modelo foi um sucesso de vendas, sendo que a versão sedã de duas portas foi a preferida do público – algo curioso, visto que atualmente não há nenhum sedã de duas portas à venda no Brasil, o que demonstra as mudanças sofridas pelo mercado com o passar do tempo.

Ele fez tanto sucesso que logo em julho de 1982 já havia alcançado o volume de 10 mil unidades produzidas. Além disso, foi o carro mais vendido no Brasil por três anos consecutivos (1984, 1985 e 1986) e conquistou uma série de títulos como o carro do ano.


Monza tubarão: anos, versões, motores, equipamentos (e detalhes)

Chegada do Monza tubarão em 1991

Porém, o Monza tubarão conseguiu se destacar mesmo tendo sido lançado quase 10 anos após a chegada da versão original do carro. Muitos curtiram o novo visual mais atual do carro, enquanto outros acabaram ficando decepcionado devido à falta de harmonia do novo conjunto – em especial pela dianteira mais arredondada, fugindo do padrão mais retilíneo das laterais e da traseira.

Na realidade, este apelido foi usado para designar a linha reestilizada do Chevrolet Monza, que foi anunciada em 1991 como a gama com as maiores modificações da linha do sedã.

O saudoso Monza tubarão foi anunciado em que o mercado brasileiro estava bastante acirrado. Naquele ano, o então presidente Collor anunciou o início das importações de automóveis para o nosso País e, assim, com a chegada de diversos outros modelos para o segmento, o médio da Chevrolet se tornou obsoleto.

As principais alterações estéticas no Chevrolet Monza 1991 se concentraram na dianteira, que foi totalmente redesenhada e ficou mais pontiaguda, lembrando a face de um tubarão – daí o apelido do carro.

Ele teve como inspiração o Chevrolet Omega, lançado em 1986 no mercado europeu e em 1992 no Brasil.

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Na dianteira, o Monza tubarão exibia um layout mais largo e arredondado. O destaque ficava para o novo conjunto de faróis, agora com peças maiores e mais espichadas para as laterais, formando conjunto com a pequena grade com dois filetes. O capô tinha um formato mais abaulado e ostentava o logotipo da Chevrolet.

Além disso, o para-choque adotou um formato mais volumoso e em sintonia com o restante do conjunto. Ele ostentava uma espécie de borrachão na cor preta em toda a sua extremidade, além de uma outra tomada de ar na parte inferior e os faróis de neblina retangulares nas extremidades.

A traseira também adotou alterações consideráveis. As lanternas horizontais foram substituídas por peças maiores em formato vertical, ocupando boa parte da proporção vertical traseira. Já a tampa do porta-malas passou a ostentar um formato mais limpo, com um frisso inferior na cor cinza. O suporte de placa passou para o para-choque, que também foi redesenhado acompanhando a peça da dianteira.

No entanto, não houve qualquer alteração na lateral, tudo isso para reduzir os custos de projeto e de produção.

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Tais alterações renderam um aumento de 12,7 centímetros no comprimento total do Monza tubarão. Isso fruto da dianteira rebaixada e alongada em 8,5 centímetros e da traseira alongada em 4,2 cm.

O sedã da Chevrolet passou a contar com 4,49 metros de comprimento, 1,66 m de largura e 1,34 m de altura, com entre-eixos de 2,57 m. Já o porta-malas passou para 565 litros, ante os 510 litros ofertados pela linha anterior.

Na parte mecânica, o Monza tubarão estreou com melhorias no conjunto de suspensão (incluindo novos amortecedores, molas e outros reajustes), mudanças no radiador e aprimoramentos na direção hidráulica.

A nova linha do Monza 1991 estreou nas versões de acabamento SL, SL/E e Classic. O topo de linha Monza Classic tinha como opção o motor com injeção eletrônica multiponto L-Jetronic, algo caríssimo na época e, então, bastante raro entre os Monza’s de hoje em dia. O Monza Classic MPFI oferecia ainda um painel digital exclusivo.

Por outro lado, apesar das mudanças drásticas no visual externo e no conjunto mecânico, o Chevrolet Monza 1991 não recebeu quaisquer alterações relevantes em seu interior. O painel seguiu o mesmo da linha anterior, bem como o desenho dos instrumentos e dos demais componentes internos.

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Monza tubarão ganha injeção eletrônica EFI

Uma das principais novidades do Monza tubarão após a sua reestilização foi a chegada dos motores com o sistema de injeção eletrônica digital EFI. Tal novidade foi anunciada no fim de 1991, deixando o Monza tubarão carburado à venda por pouco tempo no mercado.

Com essa alteração, o Chevrolet Monza tubarão se tornou o primeiro carro no mundo a contar com injeção eletrônica digital de combustível em um motor movido a combustível vegetal (etanol). O carburador foi substituído em todas as versões pelo sistema de injeção eletrônica Rochester TBI monoponto, conhecido também como EFI (de “Electronic Fuel Injection”).

Esta medida foi anunciada para colocar o Monza dentro dos padrões da segunda fase do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores).

A injeção eletrônica usada pelo Monza contava com um microprocessador, diferente da injeção L-Jetronic do Monza Classic, que tinha controle analógico. Havia também um controle dos mapas de ignição.

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O Chevrolet Monza com motor 1.8 litro EFI de quatro cilindros e oito válvulas, movido a gasolina, passou a desenvolver 99 cavalos de potência, a 5.600 rpm, e 14,6 kgfm de torque, a 3.000 rpm. Esses números representam um aumento de 3 cv e 0,3 kgfm em relação ao modelo anterior.

O modelo 1.8 EFI movido a álcool passou para 99 cv e 16 kgfm, ou 4 cv e 0,9 kgfm a mais que antes.

Já o Chevrolet Monza 2.0 EFI a gasolina, também com quatro cilindros, oito válvulas e injeção eletrônica, passou para 110 cavalos de potência, a 5.600 rpm, e 16,6 kgfm de torque, a 3.200 rpm, enquanto o anterior contava com 99 cv e 16,2 kgfm.

No caso do Monza 2.0 EFI a álcool, os números subiram para 116 cv e 18 kgfm.

Ainda no ano de 1991, a linha ganhou o Chevrolet Monza Classic SE. A nova versão estreou com motores com injeção eletrônica multiponto (MPFI) ou injeção eletrônica monoponto (EFI). Ele era equipado com painel de instrumentos digital e computador de bordo de série. Havia ainda a opção de freio a disco nas quatro rodas. Tal configuração durou até 1993.

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No ano de 1993, o Monza recebeu novas alterações, como a adoção de faróis com lentes branca e alguns recursos extras, como faróis e banco do motorista ajustáveis em altura, freio a disco nas quatro rodas, retrovisor interno eletrocrômico e cintos de segurança de três pontos no banco traseiro. O Monza Classic MPFI ganhou freios ABS.

Em 1994, o Chevrolet Monza acompanhou o restante da gama da marca (como o Corsa, o Vectra e o Omega) e passou a contar com as versões GL e GLS, substituindo os modelos SL e SL/E, respectivamente.

Um ano depois, em 1995, o Monza 1.8 parou de ser ofertado em nosso mercado. Deste modo, o Chevrolet podia ser encontrado somente com o 2.0 litros, indicando um possível fim de linha devido à redução da gama de versões.

No mesmo ano, o Chevrolet Monza na linha 1996 abandonou a carroceria duas portas e também as versões com transmissão automática. Sendo assim, ele passou a contar somente com duas versões: GL 2.0 e GLS 2.0.

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Séries especiais do Monza tubarão

Fora isso, o Chevrolet Monza tubarão ofereceu diversas séries especiais – usando da mesma estratégia de oferecer versões exclusivas e inéditas para tentar se alavancar novamente no mercado. A primeira delas foi a série Barcelona, anunciada em 1992 como forma de homenagear as Olimpíadas de Barcelona (foto acima).

O novo Chevrolet Monza Barcelona contava com poucas diferenças em relação à sua versão de base, a SL, com direito a somente a pintura Prata Argenta na carroceria, rodas de liga-leve com desenho exclusivo (que no ano seguinte foram herdadas pelo Monza SL/E) e frisos laterais indicando a série especial comemorativa.

Entre os equipamentos, o carro oferecia poucos equipamentos, como preparação para som com quatro alto-falantes e antena, apoios de cabeça dianteiros vazados e pintura dos espelhos retrovisores e molduras laterais externas na cor da carroceria.

O Monza Barcelona 1992 foi comercializado com os motores 1.8 litro e 2.0 litros, a gasolina ou etanol, com injeção eletrônica de combustível.

A Chevrolet ofereceu ainda a série especial Chevrolet Monza 650 1993. Este modelo surgiu para celebrar o número de 650.000 exemplares do Monza fabricados em território nacional. Para comemorar o marco, o modelo especial foi produzido sempre com carroceria vermelha e, em relação ao seu modelo de base Monza SL, contava apenas com acabamento diferenciado e alguns equipamentos extras oriundos do Monza SL/E.

Neste caso, o Monza 650 foi comercializado com os motores 1.8 ou 2.0 EFI.

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Já em 1993, foi a vez do Chevrolet Monza Hi-Tech (foto acima) começar a ser vendido no mercado nacional. Este foi o primeiro e único Monza brasileiro a contar com freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS (antitravamento) de série. Além disso, ele contava com painel de instrumentos digital, computador de bordo e motor 2.0 com injeção eletrônica EFI.

Todavia, o Monza Hi-Tech é considerado uma verdadeira “mosca branca” no mercado nacional. Afinal, a marca fabricou somente 500 unidades do carro, todas elas com carroceria na cor azul.

Houve também o Chevrolet Monza Class, baseado no Monza SL. Ele se destacava pela boa relação custo-benefício, com direito a alguns equipamentos adicionais do Monza SL/E. Tal configuração era ofertada com motor 1.8 EFI ou 2.0 EFI e saiu da linha de produção sempre com a carroceria pintada num tom de cinza.

O último modelo especial da linha foi o Chevrolet Monza Club (foto abaixo), que estreou em 1994. Equipado com motor 2.0 litros com injeção eletrônica EFI, o carro foi anunciado para celebrar a Copa do Mundo de 1994. Ele contava com carroceria pintada na cor Vermelho Schumann, painel com novos grafismos e cor e um novo volante.

Entre os equipamentos de série, o novo Monza Club oferecia direção hidráulica, vidros e travas elétricas, vidros verdes, acabamento interno com tecidos exclusivos, rodas de alumínio, entre outros. A série especial também ofertava alguns opcionais, como ar-condicionado, volante com ajuste de altura e cinto de segurança traseiro de três pontos para os três ocupantes.

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Fim de linha do Chevrolet Monza no Brasil

Foi em março de 1996 que os brasileiros conheceram a segunda geração do Chevrolet Vectra, que havia sido lançado no mercado europeu somente seis meses antes. Este modelo, conhecido como “Vectra B”, chegou para substituir o Vectra A e também o Monza. Porém, o Monza não foi substituído de imediato.

Com a chegada do novo Vectra, o Chevrolet Monza perdeu a versão topo de linha GLS e passou a ser ofertado somente na configuração de entrada GL.

Todavia, em 1997, entraria em vigor a terceira fase do Proconve. Para se enquadrar, o Monza precisaria receber uma série de alterações mecânicas, como um sistema de injeção eletrônica multiponto e catalisador. Tendo em vista que ele já respirava com a ajuda de aparelhos, a Chevrolet resolveu abandona-lo de vez.

A Chevrolet tratou logo de lançar o Vectra GL, uma versão de entrada do seu novo sedã médio que inclusive já se posicionava como campeão de vendas.

E em 21 de agosto de 1996, o Chevrolet Monza foi descontinuado. A última unidade saiu da linha de produção da General Motors em São Caetano do Sul (SP) após 14 de seu lançamento. Durante todo esse tempo, 857.810 unidades do Monza foram fabricadas no território nacional.

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Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Ricardo Santos

    Eu até gosto da frente do Tubarão, mas a traseira sempre achei medonha.

    • Felipe Gonçalves

      Tenho um e a traseira também não ”me desce” muito kkk

  • rodrigosr

    Presidente Fernando Henrique Collor??? Corrige lá, produção!

    • leitor

      Isso mesmo. Tem que separar as tragédias porque juntas destruiriam o país de uma vez só.

      • Verdades sobre o mercado

        Considerar o governo FHC uma tragédia é ridículo… apesar de todos os erros foi nos 2 governos FHC que o Brasil finalmente teve uma moeda estável e as bases de uma economia decente para se governar e investir. Em tempo: também é ridículo chamar os 2 governos Lula de tragédia, ainda que pese os mais variados crimes e a sorte do preço das commodities, mas TODOS (ricos e pobres) evoluiram, já o governo Dilmanta… esse sim foi uma tragédia.

        • Filipe Augustus

          Eu já penso que o FHC deu certo por causa do plano Real que teve muito mais força do que todos imaginavam, culpa do Gustavo Franco que além de idealizador comandou o Banco Central na época com maestria, e do Itamar que ajudou tudo isso, o FHC foi um aventureiro que aos 45 do segundo tempo decidiu falar que ia ser presidente, não tiro alguns méritos dele, ou talvez nem tenha méritos, talvez a equipe que ele tinha era tão competente que mesmo sem ele fazer nada o Brasil foi pra frente, como dizia o Bolsonaro em 1999, ele sabia que o Fernando Henrique ia entregar o Brasil pro Lula em 2002 o qual o Eneas compartilhava da mesma opinião, enfim, penso que o FHC foi um erro que mesmo querendo tomar algumas medidas socialistas e protecionistas, acabou dando certo naquela época!

          • Verdades sobre o mercado

            Bolsonaro é um falastrão, ainda mais em 1999. Lula antes do período eleitoral em 2002 ainda era visto mais como uma figura folclórica de esquerda que tentaria sua 4a eleição do que uma possibilidade real de se tornar presidente. Quanto ao mérito do governo FHC (assim como do Lularápio) me refiro à governo como equipe e não apenas aos mandatários. Ambos entre trapalhadas, roubos e manobras visando o próprio umbigo e/ou de grandes fizeram o país evoluir, já a Dilmanta foi a presidente (ou seria presidanta ?) que recebeu o país nas melhores condições e entregou (aliás tiram dela, caso contrário seria ainda pior) pior do que recebeu.

            • Miguel

              Não podemos esquecer que no governo FHC as turbulências econômicas foram tantas que surgia uma Argentina aqui e ano que vem tinha Russia, Tailândia, etc.
              Lendo notícias da época, a gente sabe que enfrentar essas turbulências logo depois do plano real, sem reservas, dependendo de dólares e FMI não deve ter sido mamão com açucar…rss
              Ao contrário do Luladrão, que teve a sorte de pegar o leme com a economia de vento em popa, mas também distribuiu renda, embora de maneira não muito eficiente, porque a renda não foi lá muito distribuída entre os pobres (se é que me entendem…). Mas teve seus méritos.
              Dilma foi um desastre total.

              • Verdades sobre o mercado

                Perfeito !

              • alemãoVP

                Não sou eleitor nem do Lula e menos ainda do PT em geral, porém é preciso termos memória… Não me parece que uma inflação de 12%, uma SELIC de 25% em dez/2002 e um dólar a R$ 4 em set/2002 sejam sinais de uma economia de vento em popa, especialmente depois das crises da Rússia e da Ásia.. é preciso ter os números na mão pois já vi esse comentário em outros lugares e nós brasileiros temos mania de tomar certas coisas como verdade sem analisar os números… entretanto concordo com todo o restante do seu comentário,

                • Miguel

                  Sim, óbvio que nada no Brasil nunca está às mil maravilhas, mas do ponto de vista econômico, eu não quis dizer que o país estava arrumado, mas que ele também não precisou usar uma contabilidade “criativa” pra mudar os rumos da economia.
                  Sem os choques externos pra atrapalhar nosso crescimento, ele pôde se concentrar em fazer o PIB acontecer..

          • Joãozinho

            É que as pessoas precisam de ídolos.

            Os militares em 64 afastaram o comunismo.
            O FHC estabilizou a economia.
            O Lula enriqueceu os pobres.
            A Dilma ferrou com tudo.
            O Temer encaminhou para a recuperação.
            O Bolso vai matar todos os bandidos, conter a ditadura gayzista, abolir o marxismo cultural…

            Eu fico pensando o que será do próximo…

            A criatividade fica em aberto

            Talvez Tiririca esteja velho, mas seu filho Tirullipa tem chances.

            • Antonio Falm

              Se o bolso vai matar os bandidos, já pode começar em casa por causa do laranjal…

        • leitor

          Foi uma grande tragédia. Por sinal foi o maior cabo eleitoral de Lula. O maior cabo eleitoral da anta. Todos muito bem aliados.

      • Filipe Augustus

        Já pensou? Luiz Inácio Henrique Collor da Silva! Hahahahahaahhahah

        • leitor

          Se colocasse Roussef Temer no fim… seria o fim do Brasil.

      • Gran RS 78

        Mas não se esqueça se não fosse o Collor, ainda teríamos um mercado fechado, e provavelmente ainda teríamos o Monza sendo vendido por aqui com pequenas mudanças.

        • Verdades sobre o mercado

          penso que Collor apenas foi quem deu a canetada, os estudos para abrir mercado certamente já estavam bem avançados quando ele assumiu, se não fosse ele seria o próximo presidente…

          • Gran RS 78

            Não iremos saber nunca isso, pois o Itamar pediu para a VW voltar a fabricar o velho Fusca, então não dá para saber o que se passa na cabeça das pessoas.

            • Fernando Gabriel

              E lembro que era montado sem auxílio de máquinas, demonstrando o atraso na produção, assim como era a Kombi, conhecida como “Velha Senhora”. Olhando com saudosismo, é bacana, mas estes carros são atrasos tecnológicos.

        • leitor

          A única coisa boa que fez.

          • Gran RS 78

            Concordo com vc.

        • Joãozinho

          O Collor não merece nenhum tipo de glória.
          Ele afundou os projetos de automóvel desenvolvidos no Brasil.

          Simplesmente jogou a Gurgel no lixo e entregou benefícios fiscais à Fiat, VW, Ford e GM.

          E mais: até hoje a União paga as dívidas do Plano Collor (de quando ele catou o dinheiro das poupanças)

          • 4lex5andro

            O saldo não foi bom, mas esquecer o {pouco} de bom que o governo ”collorido” fez, é negar a história; foi sua gestão a responsável pela lei de criação do sus, regulamentação de ingresso no funcionalismo público e quebra da reserva de mercado no país, que proíbia as importações {não só em matéria de carros o Brasil estava atrasado, em matéria de computadores e eletro-eletrônicos também}.

            Foi em sua gestão também que algumas estatais como a Caraíba Metais, a Celmar e a Cia. Nacional de Alcális, foram privatizadas, desonerando por esse lado, o bolso do contribuinte.

            Mas como não conseguiu combater a inflação {tentou fazê-lo do modo mais desastroso com a contenção compulsória do M1}, além das velhas práticas clientelistas típicas, o saldo foi negativo e seu governo não tinha como seguir em frente.

            • Joãozinho

              Interessante seu comentário, mas privatização sempre tenho um pé atrás.
              É bom por um lado e ruim pelo outro. Não há unanimidade.

      • FocusmanBA

        Petista detected…

        Quem viveu no Brasil nessa época, sabe que o Itamar/FHC tiraram o Brasil da lama que havia entrado após o período do governo militar.

    • jfontes

      Só faltou o “da Silva” para completar o desastre.

      • leitor

        Da Silva Roussef Temer… Assim a América Latina desceria pelo ralo.

        • Matheus Girelli

          ta querendo explodir o mundo?

          • Verdades sobre o mercado

            só se adicionasse o Chaves Maduro…

            • leitor

              Kim Jon Ahmadinejad

              • MauroRF

                kkkkkkkkkkkk.

              • Matheus Girelli

                Faltou Komeini Bin laden e Hussen

        • Ander33x

          “América Lacratina”.

  • leitor

    Estilo de carrão para a época mas quem andava no banco de trás estava mais apertado que num Uno da Fiat.

    • JOSE DO EGITO

      E pensar que esse motor ainda esta entre nos ,em carros 2019

      • Benino Brites

        Se não me engano o família II do Monza morreu com o último Vectra. O família I do Corsinha, esse sim, ainda é montado no Onix, Prisma, Cobalt, Spin e Montana.

        • SDS SP

          Morreu na S10 flex 2.4L.

        • Paulo Lustosa

          morreu na s10 2.4

  • leitor

    Já sonhei com um conversível, mas do modelo anterior. Hoje não mas pra época ficaria legal.

    • 4lex5andro

      Não teve Monza conversível da GMB, só o Kadett; esse variante foi feito por uma reformadora de SP, a Envemo, muito bonito por sinal.

      • Andrew B.

        Kadett Bertone.

      • leitor

        Eu sei. O que eu queria era um Monza preparado, adaptado. Como outros modelos que se via nos filmes mais antigos.

  • leitor

    Que motores fracos!!!

    • Marcelo Ecosta

      Você tem que idade?

      • Cebobina

        huehue nem precisa perguntar. Imagina quando ele descobrir os motores diesel aspirados da D20 e F1000.

        • Eng Turbo

          Ou da Hilux 2.8L Diesel do inicios dos anos 90

        • Racer

          Pouca potência…mas muito torque. O Maxion aspirado tem 92cv…

      • leitor

        55 anos.
        Estou me baseando nessa parte do texto:
        “O modelo foi vendido por seis anos em configurações com motores 1.6litro e 1.8 litro, ambos em posição transversal e com tração dianteira, com potência de 73 cv e 86 cv, respectivamente.”
        Mas se não são, desculpa aí por não saber!

        • RodrigoABC

          Imagina o dia que descobrir que os 1.0 na epoca tinham cerca de 45cv….. desculpa, tenho pena de voce

          • leitor

            Tive um desse. E já que tem pena e me ajuda a pagar uma prestação do meu Compass. Uma só. Não dá nem R$3.000,00. Sem pressa, é só pra adiantar mesmo.

            • RodrigoABC

              kkkkkkk não obrigado. O compass daqui (comprado em lançamento e zero problemas, só pra constar) não deve nada a ninguém.

        • Marcelo Ecosta

          Então, deveria saber que eram as potências médias para a época, entre as melhores disponíveis. O AP 1.8 da VW tinha 88 cv de potência, o 2.0 do Tempra em 1992 tinha 99 cv, os 1.0 da primeira metade dos anos 1990 tinham entre 45 e 50 cv. O Monza não era fraco para seu tempo, além de logo receber o motor 2.0.

          • Anderson Trajano

            Certíssimo Marcelo, a galera ainda perde tempo discutindo …

          • leitor

            Na época eu não sabia dessas coisas. Estava mais ligado nos cc. Lembro-me sim que os motores 1.0 tinham reclamações nas retomadas de velocidade e subidas. Mas valeu pelas informações.

  • SDS SP

    Em 1996, meu tio comprou um 0km. Modelo GL (bem pelado) e pagou 16 mil reais na época.

    • Cebobina

      Valor corrigido na data final R$ 91.410,22 ( REAL ) de 1996 pra agora. Preço de Corolla.

      • SDS SP

        Pra você ver que apesar dos pesares, os nossos carros melhoraram.

        • 4lex5andro

          Tem de comparar com o que os carros de mesma categoria na época podiam oferecer.

          Daí se poderá concluir o quanto melhoraram. No contexto do mercado interno, é lógico que sim, mas e comparado a sedãs de mesma categoria nos mercados desenvolvidos?

          • SDS SP

            Hoje temos mais opções e carros um pouco mais alinhados com o que temos lá fora.

      • Ricardo

        Para mim esses valores corrigidos não têm na a ver!

        • Alberto Rigattoni

          Você pode “corrigir” o valor assim também:

          O salário mínimo em 1996 era R$ 112,00. R$ 16.000,00/112 = 142,86 Salários mínimos pra comprar este carro na época.

          Hoje o salário mínimo é de R$ 998,00 * 142,86 = R$ 142.574,28.

          • Navaman

            O SM era muito baixo e houve ganho do poder aquisitivo dele. Lembro que a meta em FHC era atingir os 100 dólares.
            Mas os carros melhoraram sim. Era bem mais difícil comprar um sedã médio do que hoje. O Monza já foi “carro de barão”.

            • Alberto Rigattoni

              Felizmente para todos nós houve este aumento no poder aquisitivo, ainda que muito aquém do que deveria ser, por N motivos que nem cabe na discussão, mas as vezes as pessoas são um pouco nostálgicas e esquecem destes detalhes.

            • 4lex5andro

              Isso foi um número propalado na mídia da época, mas depois o Banco Mundial estruturou um método melhor de aferir a força da moeda que é o PPC, melhor do que se converter diretamente pra dólar.

          • Unknown

            Ou seja, dá para comprar um carro muito superior, com os mesmos ~143 salários mínimos…

            • Alberto Rigattoni

              Sim, com certeza, o poder de compra do SM aumentou, felizmente, ao longo destes anos.

          • Hugo Leonardo Dos Santos

            Acho que não chegaria a tudo isso, hoje o Monza estaria abaixo do Cruze nos seus 80/95 mil

            • Alberto Rigattoni

              Sim, nem entrei no mérito do carro em si e em como ele seria precificado hoje. Concordo com a sua visão que seria um carro mais ou menos na faixa de preço que citaste.
              Apenas corrigi o valor, usando o SM como parâmetro, para ter uma ideia de como era caro este veículo em sua época.

            • Jorge Castro

              estaria no mesmo patamar pois no seu lançamento era oque tinha de melhor no mercado de medios

          • Ricardo

            A impressão que eu tenho é que na época os carros eram mais baratos, mas mais difíceis de comprar, pois não tinha os financiamentos enganosos de hoje.

            • Verdades sobre o mercado

              Sua impressão está errada. Os carros eram mais caros (pagavam IPI de 25% eram considerados artigos supérfulos), hoje pagam 7 a 11%, exceto os acima de 2.0). Os financiamentos eram mais curtos e as taxas de juros eram bem mais altas.

              • Ricardo

                Sim! Alguém na família ter carro 0km era raro, mas acho que o motivo não era por serem mais caros que hoje!

                • Unknown

                  Era um dos principais motivos, com certeza. Além do menor poder aquisitivo, em geral, como exemplificou o colega @rigattoni:disqus

                  • Ricardo

                    Isso nos anos 80. Já nos anos 90, quando lançaram os carros populares, eram bem mais baratos que hoje em dia, lembro bem, R$ 8.000 e carros top eram R$ 45.000. Era bem mais fácil juntar R$ 8.000 na época do que R$ 35.000 hoje.

                    • Unknown

                      Você está se baseando em percepção pessoal. O colega exemplificou da melhor maneira, que é comparando o salário mínimo de cada época e, sendo assim, os carros eram sim, mais caros do que hoje em dia.

                    • Ricardo

                      Salário médio diz muito mais do que salário mínimo. O custo de vida aumentou muiiiiito mais do que os falsos índices de inflação! Um AP que custava 70 mil hoje custa R$ 700.000, isso não é só inflação.

                    • Unknown

                      Concordo, mas o salário médio do brasileiro não diminui tanto assim, a este ponto de superar esta diferença.

          • 4lex5andro

            Melhor metodo em se tratando de preços internos no Brasil, preço do carro-bem/salário mínimo.

  • Piston head

    Durante a infância costumava achar que o tubarão era um Monza mais ”novo”, a inocência não deixava ver a gambiarra. Mas a frente não é tão ruim.

    • Fábio Henrique

      Idem, eu fui descobrir agora q é uma reestilizacao. Jurava q era uma geracao nova. Mas eh justificável, hj em dia nenhum carro cresce 12 cm em um facelift. E pra mim o tubarao sempre foi mais bonito.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Ah saudade do SL/E prata duas portas 93 do meu pai. Foi o carro que mais gostei até hoje. Boas lembranças

    • MauroRF

      Os SLEs 91/92 tinham um acabamento bem legal, um banco aveludado preto com listras brancas transversais, eu achava aquilo bonito. Já no 93 a padronagem dos tecidos mudou.

      • Hugo Leonardo Dos Santos

        Mais pela nostalgia mesmo, se eu pudesse comprava um 93 de novo igual o que tivemos. Deixaria todo original

        • MauroRF

          Ah, pela nostalgia, vale sim, e muito, a pena!

  • MauroRF

    Eu já gosto mais do tubarão do que os anteriores a 1990. Meu preferido era o Classic MPFI azul 92, esse que tem a foto do Fittipaldi.

    • El Gato!

      Idem!!! Lembro a primeira vez que vi este carro pessoalmente, no estacionamento de um supermercado. Fiquei dentro do carro enquanto meu pai fazia as compras, e o Monza estacionou do lado. O supermercado existe até hoje. Bateu um saudosismo agora!

      • MauroRF

        Bons tempos, né? Sou meio suspeito em falar de anos 90, pois os vivi intensamente (foi bem no período da minha adolescência). Hoje, com 42 anos, sinto bastante saudade daquela época, das festas/baladas, dos carros daquele tempo (a molecada na escola falava muito de carro naqueles tempos). E esse Classic azul-claro eu achava lindo, principalmente o MPFI com o painel digital.

        • afonso200

          Hoje em dia as molecada . Só sabe de central multimidia. De conexao USB. …. Do carro. Motor em si. Nao sabem mais nada.

  • MauroRF

    “O topo de linha Monza Classic tinha como opção o motor com injeção eletrônica multiponto L-Jetronic, algo caríssimo na época e, então, bastante raro entre os Monza’s de hoje em dia.”. “Monza’s”? Não se usa apóstrofo para designar plural em português, corrijam aí.

  • Jônatas Abreu

    Quem quiser uma palhinha é só comprar um Cobalt que é o mesmo motor até hoje com alguns penduricalhos …..

    • Gran RS 78

      Se o Cobalt tivesse o motor 2.0 do Monza ou do antigo Astra, seria bem interessante.

      • Gustavo

        Sem dúvida, esse motor chegou a ter 140 cavalos no Astra. Cairia bem no Cobalt e na Spin.

        • Fernando Gabriel

          Muito mais silencioso e robusto este motor, o único problema era a conta no posto, mas talvez com as tecnologias de hoje em dia, ficaria melhor e talvez levasse o selo Eco…kk

    • Mr. On The Road 77

      É outra família de motores, mas valeu a piada. kkkk

    • mjprio

      Motor do Cobalt e família I , não?

  • Vamos combinar, sentimentos a parte, em 1991 eles já estavam tirando água de pedra… o Vectra já estava desde 1987 na Europa e nos EUA o Cavalier já tinha sido reestilizado um ano antes. Falando na frente alongada, é curioso como a maioria das divisões da GM que utilizaram Opels como base alongaram o focinho deles, todas as divisões norte americanas alongaram a frente dos carros baseados no Opel Ascona inclusive a Isuzu como o Aska, depois a Holden espichou ainda mais a frente no Camira, que quase parece uma versão intermediária entre o nosso Monza antigo e o de 1991, aí a Daewoo fez o Espero como uma releitura do Camira e também alongou o focinho do Kadett para fazer o Racer / Pontiac Lemans de 1993, a Holden fez algo semelhante com o Opel Senator A no Commodore VL e com o Senator B no Commodore VN, depois a Daewoo reciclou o Commodore VL e seus motores para fazer o igualmente focinhudo Daewoo Prince Ace. No fim todos acabaram ficando bem com a frente alongada. Mas dentre os carros da mesma raiz do Monza, os Cavalier de 1991 e o Buick Skyhawk de 84 foram os de design frontal mais harmonioso com o restante da carroceria.

    • Gran RS 78

      Nem precisa se basear na Europa, pois o Vectra já existia desde 1993 no Brasil, e já dava um banho de modernidade no Monza naquela época.

      • Mr. On The Road 77

        O Vectra A dava um banho de modernidade sim, mas saiu de linha antes do Monzinha…

        • Pois é, o karma dos importados no Brasil, uma hora o imposto abaixa, de repente aumentam e acabam com eles… como o Vectra A era montado com peças importadas da Alemanha, ficou muito caro de se manter, o visual era mais moderno, mas o povo ainda tinha a cabeça fixa em carros duas portas e o apego emocional ao Monza.

          • Verdades sobre o mercado

            O Vectra A já estava programado para morrer no Brasil ao final de 95(nada a ver com ser muito caro de se manter ou produzir) pois a GM já tinha programado a fabricação da 2a geração no Brasil, simples assim. Quanto a 2 x 4 portas também não procede pois o movimento de forte aumento nas vendas de veículos 4 portas nos sedans médios começou a partir de 87/88, de forma que já no final da carreira era muito raro (e difícil) de se vender Monza 2 portas (eu era vendedor GM nesta época).

            • A gente falava que mesmo assim o Monza continuou em linha depois dele porque ainda vendia mais. A GM deveria ter substituído o Monza por um Vectra A nacionalizado, do GL até o CD ao invés de ficar cainhando tecnologia pra gente.

              • mjprio

                Vendia bem pra PJ.

        • Gran RS 78

          Saiu de linha não, ele ganhou uma nova geração em 1997.

          • Verdades sobre o mercado

            na verdade em 1996 (março para ser mais exato), linha 97.

            • MauroRF

              Isso mesmo. Virou o Corolla da classe média naquela época. E convenhamos, o Vectra B era muito lindo para sua época.

              • Verdades sobre o mercado

                Chegou a vender 10.000 unidades mensais, em um mercado bem menor, mas obviamente que a variedade de opções eram bem reduzidas e quase não tinha SUVs.

        • MauroRF

          Principalmente o GSi, sonho de consumo de muita molecada naquela época.

  • Ricardo

    Sempre achei o Monza feio, esse tubarão então, vixeeee!

  • Marciofilho Santos

    Quem escreveu essa matéria nao deve ter idade pra ter visto o lançamento, o carro era bem bonito, vendeu muito, o modelo durou 5 anos, estava bem alinhado com o que o mercado oferecia, não entendi a recepção ruim

    • Caulazaro

      Sim, era lindo na época.
      Todo mundo babava.
      Os forros de porta eram grossos, o que não se via nos carros anteriores no Brasil.
      Para nosso país na época, era de excelente padrão.

      • mjprio

        Era tempo em que bancos e revestimentos de porta eram aveludados. Muito bom

    • Verdades sobre o mercado

      Com certeza… nesta época disputavam Monza, Tempra e Santana/Versailles, e o Monza ia muito bem, mas com a chegada do Vectra no final de 1993 (eliminando a versão Classic) e depois com a chegada da versão GL do Vectra (2a geração) em 1996,o Monza perdeu sentido, e a GM fez bem finalizar sua produção. Foram 14 anos, melhor que o Kadett que também foi bem, mas durou apenas 9 anos (foi aposentado pelo Astra em 1998).

  • Eng Turbo

    Eu ja tive um modelo desses, SL 1993 1.8L. Era um carro absurdamente simples, porém muito confortavel, com um bom torque em baixas e sem potencia em alta. Bebia mais do que andava, porém deixou saudades. A suspensão era muito macia

  • Alexandre

    O painel na parte a frente do passageiro recebeu um acabamento ondulado em formato de retângulo no lançamento ,e se manteve. Se não me engano foi a única diferença na parte interna do carro.

    • Gustavo

      Em 93 o console foi alterado ficando mais arredondado. Em 96 ele ganhou forração acolchoada no painel tb. Os volantes mudaram em 86, 88, 91 e 95. As séries especiais Class, Hi-Tech e Club usavam o volante do Classic que era diferente do SL/E. As forrações de porta eram diferentes na linha 91 em diante.

  • Filipe Augustus

    Esse Monza com a placa CEK8830 que está nas fotos é um 96/96 GL ele foi o ultimo Monza fabricado, ele até uns 4 anos atrás estava aqui em São Caetano zero km na Primarca a venda, me falaram que ele foi vendido por 30 mil reais!

    • MauroRF

      Dessa eu não sabia, interessante saber. Sou de Santo André e levo meu carro na Ford Mix, ao lado da Primarca, mas nunca soube desse Monza.

      • Filipe Augustus

        Ele ficou um bom tempo exposto no showroom, depois ficou nos fundos lá da Primarca, até venderem ele, ele era de propriedade do dono da Primarca ou gerente algo assim!

  • Bikudin

    O carro é bonito o problema era a injeção analógica q dava muito problema, principalmente o movido a alcool, o motor não tinha uma marcha lenta perfeita, vivia falhando

    • Verdades sobre o mercado

      Meu pai teve um Classic 92 à alcool e nunca deu dor de cabeça (ficou com ele por 5 anos).

      • MauroRF

        Esse Classic a álcool era o EFI ou MPFI? Se eu não estiver enganado, só tinha EFI a álcool, mas pintou a dúvida agora. Meu pai teve uma Ipanema SL 93 1.8 a álcool que andava bem e não deu nenhum problema de injeção enquanto esteve conosco.

        • Verdades sobre o mercado

          MPFI só à gasolina. O Primeiro MPFI à alcool surgiu no Omega 2.0 em 1993 (se não me engano modelo 94).

          • MauroRF

            Valeu pela informação! Na época, eu achava os veículos GM os mais tecnológicos e modernos (e eram mesmo).

            • Verdades sobre o mercado

              Bem a injeçãpo multiponto surgiu com o VW Gol GTI e logo em seguida apareceram em uma versão do Monza Classic (acho que era o 500 EF) e no Santana GLSi. O cabeçote 16v apareceu mais ou menos na mesma época no Tempra.

        • Felipe Gonçalves

          Tenho um Monza GLS 94/95 EFI álcool com 27.000Km originais. Até o momento sem problemas também hahaha

          • MauroRF

            Quer vender não? hehehehe Você tem uma raridade em mãos. Meu sogro teve um GLS 95/95 a gasolina igual ao da primeira foto.

            • Felipe Gonçalves

              De jeito nenhum haha! O meu é semelhante ao da primeira foto também. Só a roda que é levemente diferente (é diamantada)! Gosto demais do carro e o carros atuais só me fazem inveja com segurança e consumo kkk Quanto aos equipamentos, acho bem farto: Direção Hidráulica, Vidros Elétricos, Retrovisores Elétricos, Retrovisor Eletrocrômico, Volante Escamoteável, Disco nas 4 Rodas, Cinzeiro e até as luzes acho interessante (tem uma no meio do carro e as de leitura, tanto no banco da frente e atrás).

  • CanalhaRS

    Esse monza era mais chinês que os carros chineses, kkkkk.
    GM já indicava o caminho das pedras e ninguém percebeu….

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Na época foi um sucesso

  • EDU

    Li bastante comentarios negativos sobre o Monza. Mas querendo ou nao foi um senhor carro para a epoca e se nao me engano o 1 carro de projeto mundial da gm feito no Brasil . Inclusive se nao me engano na ediçao de 91 da quatro rodas um Monza classic ganhou o comparativo feito entre ele e o Chevrolet Cavalier seu irmao de projeto dos EUA. Ate hoje quando vejo algum Monza conservado na rua lembro da minha infancia e vejo como ele foi um carrao para sua epoca a epoca aurea dos sedans da Chevrolet projetos da OPEL

    • Verdades sobre o mercado

      Chevette foi lançado antes e era mundial.

  • Racer

    Com certeza….o anterior era muito mais bonito. Faltava harmonia em tudo no tubarão.

  • Gustavo

    Eu gosto bastante dos textos do NA, mas esse me decepcionou um pouco pela falta de cuidado. Todas as fotos do interior são de modelos anteriores a 87. O Monza Classic SE surgiu em 89 ainda na geração anterior como uma evolução do Monza Classic lançado em 87. As séries especiais estão fora de ordem e foram Barcelona, 650, Class, Hi-Tech, Club e Club Copa. O Monza Club era vermelho, como o da foto e nada tinha a ver com a Copa. Depois veio o Club Copa, esse sim comemorativo da Copa de 94 e sempre em azul.

    • Verdades sobre o mercado

      O Classic foi lançado em 1986 (meu pai teve um AT3 que comprou com 4.000km que de tanto eu encher o saco dele por ser automático ele trocou em 8 dias :) ! ). A denominação SE foi adicionada na linha Chevrolet 88 sendo uma nova versão para o Chevette e apenas um apêndice no nome para as versões Classic(Monza) e Diplomata (Opala).

      • Gustavo

        Sim, vc tem razão. Mas o chevette SE é de 87, em 88 já tínhamos chevette SL e SL/E. Tivemos um SL/E 88 lá em casa.

      • MauroRF

        Isso mesmo, tivemos em casa um Monza Classic 87/88 que era SE. Inclusive vinha escrito isso no volante, que eu achava bonito. Já o Classic 86 e o 87 eram apenas Classic mesmo e tinham uma roda linda. Interessante que a roda do Classic 88-90 foi usada no tubarão SL/E 91-92.

        E coitado do seu pai, não deixou ele curtir o AT na época, rsrsrs, ele foi um homem à frente do seu tempo, tendo um AT na época em que quase ninguém queria ter. Ter um carro AT e quatro portas naquela época era ser considerado louco (e câmbio AT até não muito tempo atrás era algo condenável).

        Meu pai, em 88, chegou a ficar com um Diplomata 86 AT a álcool por 1 mês mais ou menos. Ele vendeu porque ficava irritado de ter que deixar o carro esquentando um bom tempo para sair. E eu lembro disso: enquanto o carro não esquentava, se tentasse sair, ele morria e fim. Nos manuais, ainda dava para ir levando com o motor frio, mas pelo menos nesse Diplomata AT, não tinha jeito: ou deixava esquentar ou ficava morrendo o motor ao tentar sair.

        Você trabalhou em CSS GM, né? Meu pai, quando tirava GM zero, tirava na Diasa de Santo André – SP. Hoje, por aqui, só tem a Vigorito. Achei o atendimento na Viamar, na vizinha São Bernardo, melhor, e não sei como é o atendimento na Primarca, na vizinha São Caetano.

      • 4lex5andro

        Saudades do padrão de luxo da Chevrolet em seus melhores tempos.

        Esse facelift da linha Monza em 88 foi a fase mais bonita do modelo.

        Os defletores nas lanternas traseiras deixaram o Monzinha idêntico ao Opel Monza/Senator da época e a grade dianteira ficou mais limpa sem perder a identidade.

        Nos nomes como comentado, as inscrições das padronagens distinguiam os modelos simples da marca {Chevette SL, SL/E e SE} dos top line {Monza SL, SL/E e Classic SE, além de Opala Comodoro SL/E e Diplomata SE}.

        Foi o último ano do modelo hatch, que a essa altura sobrevivia apenas na versão 2,0S, o Monza S/R. Melhor esportivo do país á época, em equipamentos, mas caro demais.

        O único ”porém” dessa geração foi a perda das rodas do Classic 86 {modelos diamantados, de liga leve, similares ás BBS usadas no Opel Senator}, as mais bonitas já usadas em carros nacionais.

        E quanto aos automáticos, todos os top line da época usavam caixa de três velocidades {não só o Monza, mas Santana e Del Rey também; depois que o Opala Diplomata ganhou a famosa caixa do BMW de quatro velocidades}.

  • Yuri Lima

    Uma correção: O Monza Club veio em duas opções de cores: vinho ou azul metálico. (nomes específicos das cores não me recordo agora).

  • jaburu camargo

    confesso eu sou apaixonado pelo monza hatch meu pai teve um modelo 82 cor preto meu tio teve um 84 preto e depois trocou por um monza hatch sr 87 prata era da hora era de excelente desempenho.

  • CezarR

    Não foi bem recebido? Não é disso que eu me lembro. Era um carro muito desejado pela classe B, assim como o Ômega pelas classes B mais perto da A.

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