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Teste do Corsa Classic Flexpower 1.0

A General Motors já distribui as primeiras unidades do Corsa Classic 1,0 VHC Flexpower, versão bicombustível do seu sedã mais em conta.

A nova motorização substitui as antigas VHC a gasolina e MPFI a álcool, esta responsável por mais de 65% das vendas do modelo dentro do estado de São Paulo. E a novidade chega por R$ 24.990,00, preço divulgado pela GM e sujeito a alterações.


Teste do Corsa Classic Flexpower 1.0

O Classic 1,0 VHC Flexpower utiliza o mesmo propulsor que equipa o Celta desde julho. Esta variante do propulsor não tem as melhorias empregadas na linha Corsa, que o fazem chgar a 79 cv de potência.

Com álcool no tanque de 47,8 litros (1,8 a mais que no antigo), o Classic rende 72 cv de potência e 9,0 m.kgf de torque a 3.000 rpm. No Celta são 70 cv e o mesmo torque, porém a 200 rpm mais, potência menor, devido ao sistema de escapamento mais restritivo. Com gasolina os números são, na ordem, de 70 cv de potência e 8,8 m.kgf, às mesmas rotações. A taxa de compressão de compressão é a mesma do motor VHC movido somente à gasolina: 12,6:1.


Segundo os dados divulgados pela GM, o Classic Flexpower acelera de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos e atinge 163 km/h de velocidade máxima quando utiliza álcool. Se a opção for por gasolina, os números, na ordem, são de 14,8 segundos e 161 km/h.

Os números de consumo não são mais divulgados, contudo, a empresa revelou autonomia de 612 quilômetros com álcool (média de 12,8 km/) e 851 quilômetros com gasolina (média de 17,8 km/l). Os números se referem à utilização em estrada.

Teste do Corsa Classic Flexpower 1.0

Em relação as versões, tudo fica como estava. A básica Life traz vidros verdes, desembaçador do vidro traseiro, cintos de segurança dianteiros com regulagem em altura e traseiros laterais de três pontos retráteis, calotas, entre outros.

A intermediária Spirit adiciona direção assistida, aquecimento e frisos laterais. Já a topo de linha Super inclui ar-condicionado, vidros dianteiros e travas com acionamento elétrico, alarme, carcaça dos retrovisores, maçanetas e frisos laterais na cor da carroceria, entre outros.

Melhorou. Ele foi testado em simulações de estrada, serra e em diversas condições de asfalto. Comparado ao antigo 1,0 a álcool, houve ganho em desempenho. Os 8 cv que de potência que a versão flexível ganhou foram notados em todas as condições. Abastecido somente com gasolina, o desempenho não mudou.

A curta relação de marchas do modelo não mudou com o motor flexível e dá agilidade nas saídas. A suspensão do compacto mantém o compromisso com o conforto, e filtra relativamente bem as irregularidades do solo sem, contudo, ser mole demais. Para condução urbana e uma ou outra incursão rodoviária, o Classic dá conta do recado.

O espaço interno é suficiente para uma família pequena e o porta-malas pode acomodar 390 litros de bagagem. O nível de acabamento pode ser considerado bom frente a concorrentes até mais caros, como o Fox e o Fiesta. As portas possuem revestimento em tecido, ainda que inferior ao utilizado nos bancos. Os plásticos são comuns aos outros populares: rígidos e não muito agradáveis ao toque.

Se você está de olho em um destes modelo de entrada – segmento onde concorrem Mille, palio Fire, Gol e Celta – olhe com carinho para o Classic.

Apesar de ter o mesmo desenho há dez anos, possui quatro portas de série, porta-malas maior e, segundo o presidente da GM do Brasil, Ray Young, produção garantida até 2010, pelo menos.

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