Chevrolet História Sedãs

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso
Corsa Classic

A gama da Chevrolet sempre esteve repleta de sedãs para todos os gostos, bolsos e necessidades. Desde o início da década, a marca oferecia modelos como o Corsa Classic, Prisma e Corsa Sedan, todos de porte compacto, mas que se diferenciavam pela motorização, recursos de conforto e segurança, espaço interno, modernidade, entre outros.

O mais simples deles era justamente o Chevrolet Corsa Classic (ou apenas Chevrolet Classic), que inclusive se posicionava como o modelo de projeto mais antigo da gama de três-volumes da marca.


Na realidade, o Corsa Classic nada mais é que uma versão rebatizada do Corsa Sedan, que chegou ao mercado brasileiro em janeiro de 1994.

O modelo mudou de identidade e passou a se chamar Chevrolet Corsa Classic em 2002, para se diferenciar da nova geração da família Corsa, que foi introduzida no mesmo ano e se destacava pela plataforma mais avançada, projeto bem mais moderno e uma série de recursos extras que o posicionou acima do sedã antigo.

Entretanto, um ano depois, a Chevrolet tornou a promover mudanças no registro do veículo, que passou a ser conhecido somente como “Chevrolet Classic”.


Sobretudo entre os anos de 2004 e 2005, o Corsa Classic se posicionava como um dos carros mais vendidos no mercado brasileiro. De janeiro a dezembro de 2005, o sedã popular da Chevrolet conseguiu se posicionar como o sedã mais vendido no País e o sexto modelo com maior volume de vendas no ranking geral.

No acumulado do ano, foram 67,6 mil exemplares emplacados, superando concorrentes como o Fiat Siena e o Ford Fiesta Sedan com uma vantagem expressiva de cerca de 20 mil e 30 mil unidades, respectivamente – naquela época, o carro mais vendido era o Volkswagen Gol, com 180 mil emplacamentos nos 12 meses do ano.

Chevrolet Corsa Classic – detalhes

Considerando também o velho Chevrolet Corsa Sedan, o Corsa Classic durou nada mais, nada menos que 21 anos no mercado brasileiro. E durante essas mais de duas décadas, o sedã foi oferecido numa mesma geração baseada na primeira versão do Corsa.

A primeira leva do modelo chegou ao País com a missão de substituir o Chevrolet Chevette e acabou conseguindo um sucesso acima do esperado, se posicionando como líder de mercado em seu segmento já no segundo ano de produção.

Na época, ele era um carro relativamente moderno, sobretudo pelo visual marcado pelas formas arredondadas e alguns recursos extras, como o motor 1.0 com injeção eletrônica de combustível.

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

Inicialmente, o Chevrolet Corsa Classic (como citado anteriormente) era praticamente uma versão rebatizada do Corsa Sedan. O visual era o mesmo, com a diferença do nome “Classic” ao invés de “Corsa” na tampa do porta-malas.

As formas do carro eram harmônicas, com pontos arredondados por todos os lados. O destaque eram os faróis com formato arredondado, formando conjunto com a grade central e também o para-choque que seguia a mesma linha.

Havia ainda janelas também com cantos ovalados e lanternas traseiras que seguiam o mesmo padrão dos faróis.

O interior também era o mesmo do Corsa Sedan, que inclusive era o mesmo presente no antigo Corsa Wind. O painel era marcado por formas mais retilíneas e bastante simplórias, com direito a uma barra horizontal com formato mais arredondado, que abrigava as saídas de ar.

Além disso, o volante tinha desenho um tanto quanto acanhado, com porção central “magra” demais e aro também bastante fino, sem muitos recursos para aprimorar a empunhadura das mãos do condutor.

Como já era de se esperar, o acabamento do Chevrolet Corsa Sedan também não apresentava qualquer refinamento, com plásticos por todos os lados e até diversas rebarbas nos encaixes das peças.

Afinal, pelo menos nos últimos anos, a intenção da Chevrolet era fazer um carro assumidamente barato. Por outro lado, como “inveja” a dezenas de carros atuais, o Classic tinha tecido em praticamente todo o painel das portas.

Fora isso, o espaço interno era adequado somente para quatro pessoas (ou cinco pessoas com certo aperto). Até mesmo o porta-malas tinha um tamanho bastante limitado para levar as bagagens dos ocupantes numa longa viagem, por exemplo.

Nas dimensões, o carro ostentava 4,15 metros de comprimento, 1,6 m de largura e 1,43 m de altura, com distância entre-eixos de 2,44 m. O porta-malas, por sua vez, contava com capacidade para 390 litros.

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

O carro era ofertado em duas configurações, sendo a mais básica dela com um motor 1.0 litro flex de quatro cilindros, que conseguia desenvolver potência máxima de 72 cavalos e torque máximo de 9 kgfm, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas.

Já o modelo topo de linha escondia sob o capô um propulsor 1.6 litro de quatro cilindros a gasolina, com até 92 cv e 13 kgfm, e inclusive com a opção de transmissão automática de quatro velocidades (que iremos falar mais adiante).

Chevrolet Corsa Classic – novidades com o passar do tempo

Versão com câmbio automático

A opção de transmissão automática não é uma novidade recente entre os carros de porte compacto. O Chevrolet Corsa Classic passou a oferecer tal recurso no início de 2005.

A versão com câmbio automático, que antes era uma exclusividade de modelos luxuosos, fez do Corsa Classic o carro automático mais em conta do País. Ele chegou por R$ 36,8 mil iniciais, podendo chegar a R$ 42,5 mil em sua configuração topo de linha, e durou até meados de 2006.

O Corsa Classic automático oferecia o motor 1.6 litro de 92 cavalos e 13 kgfm, acoplado a uma caixa Aisin AS13-4 (herdada do Vectra) de quatro velocidades. Este modelo conseguia acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 13 segundos.

Entre os recursos, o modelo mais completo oferecia ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas e até airbag duplo. Na época, a marca ressaltava que tal configuração foi projetada para o público com deficiência física, que pedia por carros automáticos mais acessíveis.

Motor 1.0 mais potente e econômico

No fim de 2008, a Chevrolet passou a equipar o Classic com o motor 1.0 VHCE (Very High Compression), que recebeu aprimoramentos para ficar mais potente e econômico, passando a desenvolver 78 cavalos de potência e 9,7 kgfm, contra os 72 cv e 9 kgfm da linha anterior.

Além disso, para aumentar a autonomia, o tanque de combustível do carro teve sua capacidade ampliada de 47 para 54 litros.

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

Reestilização

Em 2010, a Chevrolet anunciou a chegada da primeira reestilização do Corsa Classic – ou a segunda, considerando que o Corsa Sedan foi reestilizado em 2000.

O modelo ganhou formas inspiradas no Chevrolet Sail comercializado pela marca em países como China, Chile e Peru, além do México (onde ele era vendido como Chevy C2), e foi anunciado por aqui como linha 2011. Além de alterações estéticas, ele recebeu mudanças no pacote de opcionais.

Na parte visual, o Chevrolet Corsa Classic 2011 recebeu formas alinhadas com os modelos mais recentes da marca. A dianteira foi marcada pelos novos faróis com formato mais pontiagudo, capô com desenho mais marcante, para-choque com formas mais limpas e uma barra inferior que percorria toda a peça e uma grade dianteira divida em duas partes e com filete cromado.

Ele recebeu ainda novas calotas e novas rodas de liga-leve, lanternas traseiras horizontais que invadem a tampa do porta-malas, capa dos retrovisores e maçanetas pintadas na cor da carroceria e repetidores de seta nos para-lamas dianteiros.

Por dentro, as novidades eram menores, com direito apenas a um novo grafismo para o painel de instrumentos e novo tecido para os bancos. A lista de equipamentos do carro era bastante enxuta, com direito apenas a preparação para som e desembaçador do vidro traseiro.

Como opcional, ele podia receber vidros dianteiros e travas elétricas, alarme, direção hidráulica, ar-condicionado, direção hidráulica e protetor de cárter.

A única versão disponível era a LS, com motor 1.0 litro flex de até 78 cavalos e câmbio automático, que tinha preço inicial de R$ 28,3 mil.

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Oferta de airbags e freios ABS

Apesar da oferta de airbags frontais nas primeiras versões do Chevrolet Corsa Classic, a fabricante norte-americana deixou de oferecer tal recurso de segurança por um bom tempo na gama do sedã popular.

Todavia, para se antecipar à obrigatoriedade do airbag duplo e freios ABS para carros de passeio conforme a legislação do nosso País, o Corsa Classic voltou a ofertar tais itens em agosto de 2012. Entretanto, naquela ocasião eles eram oferecidos em pacotes opcionais.

Em 2012, os interessados pelo Chevrolet Corsa Classic com airbags frontais precisavam pagar R$ 1.172 a mais pelo pacote opcional PDC.

Já para incluir também os freios antitravamento, a marca pedia R$ 4.834 pelo pacote PDA, que incluía ainda direção hidráulica, ar-condicionado, alarme, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas e alerta sonoro de faróis ligados. Ele partia de R$ 25.786, mas alcançava os R$ 31,5 mil com todos os opcionais.

Porém, a partir de 2014, tanto o airbag como os freios ABS passaram a equipar o Chevrolet Corsa Classic como itens de série, assim como todos os outros automóveis de passeio e utilitários comercializados no Brasil.

Lançamento da série especial Advantage

Como a última grande novidade para a linha do Corsa Classic, a Chevrolet anunciou em março de 2014 a chegada da nova série especial Advantage, que já havia sido ofertada na gama dos modelos Celta, Cobalt e Spin.

O modelo tinha preço inicial de R$ 34.170 e se destacava por equipamentos de conforto, aparência e conveniência.

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

A lista de equipamentos do Classic Advantage incluía rodas de liga-leve de 14 polegadas, sistema de som com entradas USB e auxiliar e conexão Bluetooth, display no console central (com dados de temperatura externa, data e hora), detalhes de acabamento na cor Cinza Aquarium no painel central, nos botões de buzina do volante e na alavanca de câmbio, adesivos de coluna, retrovisores pintados na cor preto brilhante, emblema Advantage posicionado na parte inferior das portas dianteiras e molduras laterais na cor da carroceria.

Havia ainda airbags frontais, freios ABS com EBD, direção hidráulica, ar-condicionado, vidros dianteiros com acionamento elétrico e funções “um toque”, antiesmagamento e fechamento automático pela chave, travas elétricas, alarme antifurto, porta-revista no encosto do banco do passageiro, entre outros.

O motor era o 1.0 litro flex de 78 cv e 9,7 kgfm, com transmissão manual de cinco marchas.

Fim de linha

Depois de longos 21 anos e mais de 1,5 milhão de unidades comercializadas (o segundo sedã mais vendido da história do País, atrás apenas do Fusca), a Chevrolet, enfim, decretou o fim de linha do Corsa Classic em agosto de 2016.

Na realidade, não foi bem um fim de linha, e sim o fim das importações do modelo da fábrica de Rosário, na Argentina. O Classic seguiu sendo produzido por mais alguns meses por lá para abastecer o mercado local.

O modelo deixou de ser comercializado devido à defasagem frente aos modelos mais recentes da fabricante norte-americana e também às vendas cada vez mais baixas – nos oito primeiros meses do ano de 2016, o modelo chegou a emplacar somente 11 mil exemplares, contra os 122 mil carros comercializados em 2010.

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

Desde então, o sedã mais em conta da marca em nosso mercado passou a ser o Chevrolet Prisma Joy, a versão mais simples da gama do modelo. Naquela época, o carro custava R$ 42.990 e contava com o motor 1.0 litro flex de 80 cv com câmbio manual de seis marchas.

Chevrolet Corsa Classic – versões

  • Chevrolet Corsa Classic Super 1.6
  • Chevrolet Corsa Classic Spirit 1.6
  • Chevrolet Corsa Classic Spirit 1.6 AT
  • Chevrolet Corsa Classic Life 1.6
  • Chevrolet Corsa Classic Super 1.6
  • Chevrolet Corsa Classic LS 1.0
  • Chevrolet Corsa Classic Advantage 1.0

Chevrolet Corsa Classic – preços

  • Chevrolet Corsa Classic Super 1.6 – entre R$ 13.344 (2002) e R$ 14.465 (2004)
  • Chevrolet Corsa Classic Spirit 1.6 – entre R$ 13.825 (2005) e R$ 17.426 (2009)
  • Chevrolet Corsa Classic Life 1.6 – entre R$ 14.444 (2005) e R$ 15.481 (2007)
  • Chevrolet Corsa Classic Super 1.6 – entre R$ 14.877 (2005) e R$ 17.416 (2009)
  • Chevrolet Corsa Classic LS 1.0 – entre R$ 18.697 (2010) e R$ 29.360 (2016)
  • Chevrolet Corsa Classic Advantage 1.0 – entre R$ 26.691 (2014) e R$ 28.293 (2015)

(valores em julho de 2018, com base na tabela FIPE)

Chevrolet Corsa Classic – motor, câmbio e desempenho

O Chevrolet Corsa Classic foi ofertado com duas opções de motorizações, sendo que a partir de 2005 ele passou a oferecer somente o 1.0 para não canibalizar as vendas do Corsa Sedan 1.4.

Até meados de 2008, havia o 1.0 litro flex de quatro cilindros, capaz de gerar 70 cavalos com gasolina e 72 cv com etanol, a 6.400 rpm, e torque de 8,8 e 9 kgfm, respectivamente, a 3.000 rpm, com câmbio manual de cinco marchas.

O Corsa Classic 1.0 acelerava de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos e conseguia atingir velocidade máxima de 163 km/h.

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Porém, a partir do fim de 2008 ele passou a contar com o 1.0 VHCE, mais potente e econômico, com 77 cv com gasolina e 78 cv com etanol, a 6.400 rpm, e 9,5 e 9,7 kgfm, respectivamente, a 5.200 rpm, atrelado ao câmbio manual de cinco velocidades.

Com isso, o Classic 1.0 passou a acelerar de 0 a 100 km/h em 13,6 s, enquanto a velocidade máxima subiu para 166 km/h.

No caso do Corsa Classic 1.6, havia uma unidade de quatro cilindros e oito válvulas movida somente a gasolina, com 92 cv a 5.600 rpm e 13 kgfm a 2.800 rpm, combinada a uma transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades.

Com esta última, o sedã da Chevrolet alcançava os 100 km/h em 14,5 segundos e máxima de 160 km/h.

Chevrolet Corsa Classic – consumo

A respeito do consumo, o Corsa Classic 1.0 registrava 7,4 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada com etanol e 10,4 e 13 km/l, respectivamente, com gasolina. Já o Corsa Classic 1.6 AT entregava consumo de 9,8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada com gasolina.

Chevrolet Corsa Classic – manutenção e revisões

O Corsa Classic é aquele tipo de carro que praticamente todo mecânico consegue consertar, devido à mecânica de concepção bastante simples e também o fato de que o modelo compartilha centenas de peças com outros carros antigos da marca, como o próprio Corsa hatch da geração anterior e também o Celta e o Prisma.

Corsa Classic: conheça a história e os detalhes do sedan de sucesso

Conforme consta no site oficial da Chevrolet, o Corsa Classic de ano/modelo 2009 com motor 1.0 tem revisões de 10 mil km a 60 mil km, totalizando seis idas à concessionária, com preço total de R$ 3.184.

Já o Corsa Classic 2016, também com motor 1.0, tem as seis revisões por R$ 3.448. Já as quatro revisões entre 70 mil km e 100 mil, os valores totais são de R$ 2.560 e R$ 2.752, respectivamente.

Chevrolet Corsa Classic – ficha técnica

Motor

1.0

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

999

Válvulas

8

Taxa de compressão

12,6:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

78 cv a 6.400 rpm

Torque Máximo

9,7 kgfm a 5.200 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Não assistida (mecânica) ou hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 14 polegadas

Pneus

175/65 R14

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.152

Largura (mm)

1.608

Altura (mm)

1.436

Distância entre os eixos (mm)

2.443

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

440

Tanque (litros)

54

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

905

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,35

 

Motor

1.6

Tipo

Dianteiro, transversal e monocombustível

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.598

Válvulas

8

Taxa de compressão

9,4:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

92 cv a 5.600 rpm

Torque Máximo

13 kgfm a 2.800 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Independente, braço arrastado

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 13 polegadas

Pneus

165/70 R13

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.056

Largura (mm)

1.608

Altura (mm)

1.436

Distância entre os eixos (mm)

2.443

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

440

Tanque (litros)

48

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.040

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,35

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