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Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

A história do Corsa Sedan no Brasil certamente representa um dos maiores sucessos na indústria automotiva, e a sua longa trajetória em nosso mercado contribuiu (e muito) para isso.

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)


Sua missão não era das mais fáceis: substituir o Chevette, que teve mais de 1 milhão de unidades produzidas ao longo de seus 20 anos de história por aqui. Logo de cara, porém, deu pra perceber que o Corsa (um produto mais moderno) daria conta do recado.

Veja quais foram os motivos por trás disso, e como se comportou no mercado brasileiro o sedan que ficaria por mais de 21 anos sendo produzido.

Vamos aos detalhes:


Corsa Sedan – detalhes

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

O Corsa Sedan era aguardado com muita expectativa no Brasil. Quando a família Corsa chegou, seu visual moderno para a época rapidamente o tornou objeto de desejo para muitos dos brasileiros.

Isso ficou evidente na rapidez com que a Chevrolet lançava novas versões (em média, uma a cada três meses).

E uma das mais aguardadas era exatamente a versão sedan, que traria de volta uma opção com bom espaço no porta-malas, algo que o hatch claramente não tinha. Os engenheiros da marca trabalharam rápido, e em 1995 o Corsa Sedan foi lançado no Brasil.

Assim que chegou, o modelo foi muito bem aceito pelo mercado. Seu visual harmonioso, que incluía uma traseira pensada pela Chevrolet do Brasil, e o bom espaço interno oferecido eram alguns dos seus principais pontos positivos.

E quando pensamos que ele foi o sucessor do Chevette, vemos que o avanço foi enorme, em todos os aspectos.

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

O porta-malas também entregava um bom espaço, com seus 390 litros (e os bancos ainda podiam ser rebatidos, algo raro na época).

Aliás, olhando a lateral do Corsa Sedan vemos um acerto da Chevrolet, que aproveitou a posição recuada das rodas traseiras do modelo hatch e manteve o mesmo entre-eixos no sedan. No final, o três-volumes era apenas 30 cm maior.

A diferença na carroceria fez surgir a coluna C, que marcava a suave queda do vidro traseiro e trazia uma nova terceira janela lateral.

Com o mesmo visual arredondado do Corsa hatch, o sedan tinha um estilo harmonioso, como se fosse um carro pensado do zero.

De início, o Corsa Sedan chegou em duas versões, GL e GLS. A mais requintada oferecia faróis de neblina, travas e vidros elétricos e pneus 185/60 R14, com o opcional dos freios ABS, ar-condicionado e direção assistida (esse último também disponível para a versão de entrada). O modelo sempre vinha com os para-choques na cor da carroceria.

O motor usado, nas duas versões, era o 1.6 de oito válvulas.

Esse propulsor era mais moderno do que o usado na versão picape do Corsa, pois tinha a nova injeção multiponto (MPFI). O resultado ficava claro quando se dirigia o Corsa Sedan: 92 cv e 13 kgfm de torque (disponíveis logo aos 2.800 giros).

Sua condução era, ao mesmo tempo, agradável para o dia a dia e vigorosa quando necessário.

O conjunto, que ainda contava com uma transmissão manual de cinco marchas, levava o sedan de 0 a 100 km/h em 11 segundos, chegando a uma velocidade máxima de 182 km/h.

Corsa Sedan – novidades com o passar do tempo

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

Com as boas vendas do Corsa Sedan, a Chevrolet continuou investindo em novidades que mantivessem o três volumes num bom patamar em relação à concorrência.

Uma das primeiras foi a adição, em agosto de 1997, da transmissão automática Aisin de quatro marchas à linha. Essa opção estava presente na versão GL, tornando-o um dos modelos automáticos mais acessíveis do mercado.

Mas o rumo era mesmo em direção aos motores 1.0, e a Chevrolet não demorou para apresentar essa opção na linha do Corsa Sedan.

Em março de 1998 ele foi lançado na Corsa Wind, mas entregando acanhados 60 cv. Houve alguma reclamação em relação ao desempenho, especialmente quando carregado com cinco ocupantes e bagagem, mas nada que atrapalhasse suas vendas.

Apesar da pouca potência, o Corsa Sedan 1.0 era oferecido com um preço muito interessante (bem abaixo do modelo 1.6), o que obviamente contribuiu para seu sucesso. Além disso, logo a Chevrolet “resolveu” o problema das arrancadas lentas por encurtar a primeira marcha.

Empurrado pela concorrência (especialmente a VW, que lançou Gol e Parati com motor 1.0 mais potente), logo o Corsa Sedan foi apresentado na versão 1.0 16V, em abril de 1999.

O propulsor equipava a versão Super e tinha injeção sequencial e sensor de detonação, entregando 68 cv e 9,2 kgfm de torque.

Outras novidades apresentadas na mesma época incluíam a opção de airbag para o motorista e um novo volante de três raios, que passaria a equipar toda a linha do Corsa.

Na parte mecânica, todas as versões também passariam a contar com mudanças na calibragem da suspensão e nova antena incorporada ao para-brisa.

Novo motor a álcool e um mega recall

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

Na virada do milênio, o Corsa Sedan passou a contar também com um motor 1.0 a álcool, que rendia 64 cv.

Já em setembro vieram algumas mudanças visuais, incluindo novos para-choques, lanternas redesenhadas e faróis com lente de bicarbonato. No final do mesmo ano a Chevrolet decidiu aposentar a versão GL, passando a oferecer seu motor 1.6 8V com a versão Super.

Com isso, apenas o Corsa Sedan continuaria sendo vendido na versão GLS 16V, mas por pouco tempo. Logo a linha perderia todas as opções 16V (tanto do 1.0 como do 1.6), já que a nova geração do Corsa estava por vir.

Todas essas novidades, porém, ficaram em segundo plano logo depois. A Chevrolet anunciava um enorme recall para todos os Corsas (incluindo todas as versões, carrocerias e motorizações), abrangendo mais de 1,3 milhão de unidades.

O motivo era preocupante: havia um problema nos cintos de segurança, com o risco de eles se soltarem em caso de colisão. Com o chamado, as unidades envolvidas receberiam um reforço na sua ancoragem, o que resolveria o problema.

A chegada da nova geração

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

O novo Corsa já circulava na Europa há algum tempo, pelas mãos da Opel, mas nada do renovado modelo chegar por aqui. Foi apenas dois anos depois, em março de 2002, que a nova geração finalmente foi lançada no Brasil.

Seus preços na época variavam entre R$ 20.995 (1.0 sedan) e R$ 30.600 (1.8 sedan).

Diferente da geração anterior, o novo Corsa foi apresentado logo de cara em duas versões de carroceria, o que incluía a opção sedan (novamente, exclusiva para o Brasil). O que não mudou foi a recepção dos brasileiros ao seu visual, que agradou tanto quanto o Corsa anterior.

Seu design estava em conformidade com os últimos lançamentos da marca na Europa, com exceção da dianteira, que foi desenhada por aqui (e adotada em outros países depois).

No geral, suas linhas estavam menos arredondadas e mais agressivas, com vincos bem pronunciados. Isso também ajudou a melhorar seu coeficiente aerodinâmico, que passou para 0,30 Cx.

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

A lateral do novo Corsa Sedan apresentava uma linha de cintura mais alta, e o entre-eixos ficou 5 cm maior (com 2,49 metros). A traseira lembrava bastante o novo Vectra europeu, tendo lanternas maiores e a placa posicionada no para-choque.

O interior do novo Corsa Sedan também apresentava muitas melhorias.

Apesar de vários componentes conhecidos, por estarem em outros modelos da marca, os ocupantes tinham novos controles dos vidros elétricos, travamento automático das portas, destravamento à distância (e em dois estágios) e até teto solar elétrico, algo inédito na linha (no modelo GSi o sistema era manual).

A diferença entre as versões 1.0 e 1.8, no interior, estavam no painel de instrumentos (com fundo branco na versão mais potente) e no painel central (que recebia aplique em prata no 1.8).

A posição de dirigir ficava melhor, já que o novo modelo não tinha a caixa de roda afetando a posição da perna esquerda do motorista.

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

O espaço interno do Corsa Sedan também melhorava, tanto para os ocupantes quanto para as bagagens.

No banco traseiro, que ainda tinha uma largura apenas razoável para três ocupantes, o espaço para as pernas ficava mais generoso. O porta-malas também aumentou, passando de 390 para 432 litros.

A linha de motores do novo Corsa (para as duas versões, hatch e sedan) tinha duas opções. A primeira era o já conhecido propulsor 1.0 8V, que ficava mais potente, entregando 71 cv e 8,8 kgfm de torque.

A outra era o motor 1.8 de 102 cv e 16,8 kgfm. Ambas eram equipadas com uma transmissão manual de cinco marchas.

Um detalhe curioso no lançamento do novo Corsa foi a apresentação do sistema Autoclutch, que consistia num câmbio manual que dispensava o uso da embreagem.

Esse componente era opcional (por R$ 1.400 na época) para a versão 1.0 em 2002, mas logo saiu de linha.

E o Corsa antigo?

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

Muitos esperavam que a chegada da nova geração do Corsa Sedan tirasse de linha a anterior, mas parece que a GM não compartilhava dessa ideia.

O sucesso do modelo inicial, e a possibilidade de ter uma opção mais acessível em sua linha, fizeram a marca optar pela continuidade do primeiro Corsa Sedan.

A única mudança viria em seu nome: primeiro Corsa Classic, e depois apenas Classic.

O modelo continuou sendo vendido com os motores 1.0 VHC e 1.6, tendo ainda (até 2006) a opção da transmissão automática para o motor maior.

Tudo continuou igual até 2010, quando o Classic recebeu uma atualização no seu design. Essa reestilização trazia novo visual para a dianteira e traseira, baseada no modelo Sail, que saía de linha na China.

Fim da linha

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

Em setembro de 2016, depois de 21 anos no mercado, o Corsa Sedan (agora chamado de Classic) saía de linha. Foram cerca de 1,5 milhão de unidades vendidas, o que comprovou seu sucesso e estabeleceu um novo recorde entre os três volumes no Brasil.

Depois disso, o Classic ainda continuou sendo fabricado na Argentina. No Brasil, o novo sedan de entrada da marca seria o Prisma Joy, que mantinha o visual antigo para ter um preço competitivo.

Mesmo assim, a diferença entre ele e o Classic era grande na época: R$ 32.670 contra R$ 42.990.

Corsa Sedan – versões

  • Chevrolet Corsa Sedan GL (1995-2001)
  • Chevrolet Corsa Sedan GLS (1996-2001)
  • Chevrolet Corsa Sedan Wind (1999-2005)
  • Chevrolet Corsa Sedan Super (1998-2002)
  • Chevrolet Corsa Sedan Classic Spirit (2005-2009)

 

  • Chevrolet Corsa Sedan Joy (2005-2007)
  • Chevrolet Corsa Sedan Maxx (2004-2011)
  • Chevrolet Corsa Sedan Premium (2005-2012)

 

  • Chevrolet Classic Life (2010-2016)

Corsa Sedan – preço

  • Chevrolet Corsa Sedan GL – entre R$ 8.920 (1995) e R$ 12.835 (2001)
  • Chevrolet Corsa Sedan GLS – entre R$ 9.627 (1996) e R$ 13.131 (2001)
  • Chevrolet Corsa Sedan Wind – entre R$ 10.014 (1999) e R$ 13.699 (2005)
  • Chevrolet Corsa Sedan Super – entre R$ 9.650 (1998) e R$ 12.257 (2002)
  • Chevrolet Corsa Sedan Classic Spirit – entre R$ 13.912 (2005) e R$ 17.368 (2009)

 

  • Chevrolet Corsa Sedan Joy – entre R$ 14.267 (2005) e R$ 16.290 (2007)
  • Chevrolet Corsa Sedan Maxx – entre R$ 13.330 (2004) e R$ 22.194 (2011)
  • Chevrolet Corsa Sedan Premium – entre R$ 15.665 (2005) e R$ 23.023 (2012)

 

  • Chevrolet Classic Life – entre R$ 18.629 (2010) e R$ 29.216 (2016)

(Valores em junho de 2018, com base na tabela FIPE)

Corsa Sedan – motor, câmbio e desempenho

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)

A linha de motores do Corsa Sedan tinha, inicialmente, o bom motor 1.6 de 92 cv e 13 kgfm de torque, que trazia um aumento de potência em relação ao mesmo propulsor usado na versão picape.

Com ele, o modelo tinha uma velocidade máxima de 182 km/h e chegava aos 100 km/h em 11 segundos.

Depois apareceu a versão 1.6 16V, que entregava 102 cv e 14,8 kgfm de torque. Seu desempenho era melhor, com aceleração de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e máxima de 185 km/h.

A moda dos 1.0 fez com que o Corsa Sedan também entrasse para o mundo dos populares, adotando esse motor. Ele tinha 60 cv em sua primeira versão, subindo para 68 cv com a chegada do Super 16V.

O tempo necessário para alcançar os 100 km/h era desanimador: 17,6 segundos.

A nova geração do Corsa também trouxe atualizações mecânicas. Agora, o três volumes contava com um propulsor 1.0 de 71 cv e 8,8 kgfm de torque.

Isso foi alcançado graças aos pistões e anéis de menor atrito, além da elevada taxa de compressão (12,6:1).

O desempenho anunciado na época para o Corsa Sedan 1.0 era apenas razoável (apesar de estar próximo dos números vistos no Celta), com aceleração até os 100 km/h em 15,5 segundos e máxima de 157 km/h.

Os outros dois motores disponíveis no modelo eram o 1.4 de até 105 cavalos e o 1.8 de 102 cv, que era baseado no antigo 1.6 usado pela família.

Com curso longo, o torque era privilegiado, ficando na casa dos 16,8 kgfm (logo aos 2.800 rpm). Isso também permitia alcançar a velocidade máxima de 179 km/h em quarta marcha. O tempo para sair da imobilidade e chegar nos 100 km/h era de 10,9 segundos.

Corsa Sedan – consumo

Inicialmente equipado apenas com motor 1.6, o Corsa Sedan apresentava um consumo médio de 11,8 km/l, abastecido com gasolina.

Com os motores atualizados apresentados junto com a nova geração, o consumo melhorou um pouco, mas ainda ficava abaixo do esperado.

O modelo 1.0, de 71 cv, tinha médias de 12,3 km/l na cidade e 16,6 km/l na estrada. Já o 1.8 fazia 11 km/l em trechos urbanos e 16,5 km/l nos trechos rodoviários (números não muito longe dos obtidos com o motor menor).

Corsa Sedan – manutenção e revisão

O Corsa Sedan não tinha muitas reclamações em relação à sua manutenção. Os custos de peças e serviços eram relativamente baratos, e podiam ser facilmente encontrados.

Por outro lado, as revisões nas concessionárias eram um pouco mais salgadas.

Usando como base um dos últimos modelos fabricados da nova geração do Corsa Sedan (ano 2012, motor 1.4), temos os seguintes custos (valor total até os 60.000 km chega a R$ 3.448):

  • 10.000 km – R$ 176
  • 20.000 km – R$ 500
  • 30.000 km – R$ 652
  • 40.000 km – R$ 400
  • 50.000 km – R$ 892
  • 60.000 km – R$ 828

Já o Classic, que seguiu sendo vendido até 2016, tem custos de revisão um pouco mais baratos, que totalizam (até os 60.000 km) cerca de R$ 3.408:

  • 10.000 km – R$ 204
  • 20.000 km – R$ 564
  • 30.000 km – R$ 548
  • 40.000 km – R$ 484
  • 50.000 km – R$ 960
  • 60.000 km – R$ 648

Corsa Sedan – ficha técnica

Motor

1.6

Tipo

Dianteiro, Transversal e Gasolina

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.598

Válvulas

8

Taxa de compressão

9,4:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

92 cv a 5.600 rpm

Torque Máximo

13 kgfm a 2.800 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independentes, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 14 polegadas

Pneus

185/60 R14

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.026

Largura (mm)

1.608

Altura (mm)

1.387

Distância entre os eixos (mm)

2.443

Capacidades

Capacidade de carga (litros)

390

Tanque (litros)

46

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.035

Peso bruto total (kg)

n/d

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,35

 

Motor

1.0

Tipo

Dianteiro, Transversal e Gasolina

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

999

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

68 cv a 6.000 rpm

Torque Máximo

9,2 kgfm a 4.000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 13 polegadas

Pneus

165/70 R13

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.026

Largura (mm)

1.608

Altura (mm)

1.387

Distância entre os eixos (mm)

2.443

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

450

Tanque (litros)

46

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

955

Peso bruto total (kg)

1.405

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,35

 

Motor

1.8

Tipo

Dianteiro, Transversal e Flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1.796

Válvulas

8

Taxa de compressão

10,5:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

114 cv a 5.600 rpm

Torque Máximo

17,7 kgfm a 2.800 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independentes, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda de 14 polegadas

Pneus

185/60 R14

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.170

Largura (mm)

1.646

Altura (mm)

1.432

Distância entre os eixos (mm)

2.491

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

460

Tanque (litros)

44

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.117

Peso bruto total (kg)

1.577

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,30

Corsa Sedan – fotos

Corsa Sedan: detalhes, versões, preços, consumo (e manutenção)
Nota média 4.3 de 7 votos

Viny Furlani

Viny Furlani

Formado em Gestão de Negócios, trabalha no segmento automotivo há mais de 15 anos. Em 2009, passou a escrever avaliações e notícias sobre carros, totalizando mais de 2.000 artigos, em vários sites. Além das matérias escritas para o NA, também cuida das mídias sociais do site.

  • Murilo Ramos

    O Corsa GLS da primeira geração tinha acabamento bem bacana para ápoca, melhor que muitos populares de hoje!!!

    • Verdades sobre o mercado

      Realmente era bem bacana, mas ele não era popular, então sua comparação não faz sentido. Na verdade teria que se comparar ao acabamento do Prisma LTZ (o qual não posso opinar) para fazer um comparativo de épocas.

      • Murilo Ramos

        Tanto o Prisma LTZ de hoje quanto o Corsa GLS na época são populares sim, independente da versão….

        • Verdades sobre o mercado

          Popular na época o Corsa Sedan não era. Popular na época era Corsa 1.0, Gol 1000, Mille, Palio 1.0, Fiesta 1.0, Clio 1.0

        • Fabão Rocky

          A única coisa q n é popular nesses carros é o preço.

    • V12 for life

      Não so no lançamento, tive um Classic Life 2004 que tinha volante e lateral e parte de trás dos bancos em couro, coisa que o Costa C não tinha.

      • Fabiano Navas

        Na verdade, você não tinha um acabamento em couro no volante nem na parte traseira dos bancos.
        Eu trabalhava em concessionária GM na época e lembro bem que houve uma redução de custos absurda com o lançamento da linha Classic 2004, onde os bancos, que antes eram totalmente em tecido, passaram a ter partes traseiras em courvim (um tipo de plástico que imita couro), bem mais barato de produção e de menor qualidade.
        Lembro de mais alguns itens, que foram retirados à época: cinzeiro e acendedor de cigarros, parabrisa com faixa degradé, frisos laterais, soleiras de portas interiores (item que ficou restrito somente aos com câmbio automático), apoios de cabeça traseiros com regulagem de altura (passaram a serem costurados junto ao banco traseiro inteiriço e fixo), opção de vidros traseiros elétricos, opção de retrovisores elétricos, acabamento de trilhos dos bancos entre outros itens que não me lembro mais.
        Agora quanto ao volante em couro, o único Corsa antigo que teve, foi o GSI. Impossível um Life, que era o mais básico de todos, vir com esse item.
        Esse mesmo acabamento em courvim tosco, passou a equipar os recém lançados Corsa novo, numa limpeza de itens que fizeram nos carros da GM na época. O Corsa novo perdeu a opção dos vidros elétricos traseiros (ficando restrito aos Premium 1.8), a opção do teto solar elétrico (tanto hatch quanto sedan 1.0 ou 1.8), cinzeiro e acendedor de cigarros, faixa degradé do parabrisa, pqp na traseira, opção de luz de leitura traseira, alarme com ultrassom (o sistema elétrico passou de uma arquitetura super tecnológica igual da Meriva, para uma mais simples, igual do Astra – que era mais antigo). Já reparou que a chave do 2003 era igual da Meriva, e que a partir disso passou a ter igual do Astra? Por isso também, a antena de teto migrou da traseira para frente… e assim vai!

        • Fabão Rocky

          Cara, infelizmente a GM comete umas gafes dessas. Me lembro q meu pai comprou um Corsa hatch 1.0 completão em 2003 e ele tinha vidro elétrico nas 4 portas c/ opção de bloqueio dos vidros traseiros, faixa degradé do parabrisa, pqp na traseira, opção de luz de leitura traseira, alarme com ultrassom, temporizador do limpador do pára-brisa, a luz interna desligava lentamente (n sei o nome desse equipamento), etc. Hj tenho um Corsa Premium 1.4 2009 e n tem nada disso mais.

        • Matuska

          Sobre o sistema elétrico, inclusive nos manuais do Corsa B da época era citado o sistema BSM (nao tenho certeza da sigla) que estava disponível quando equipado com Airbags e ABS e permitia configurar por exemplo, a velocidade em que as portas eram travadas.

    • Geraldo Xavier

      Todo em veludo. Uma delicia

    • André Luis Versiani

      Era a versão topo de linha de um modelo popular, ela tinha acabamento muito bom mesmo, antigamente as montadoras caprichavam mais nas versões top de linha, vide Vectra GL e CD, Santana CL e GLSi entre tantos outros, hoje em dia o carro é mais equipado mas não passa aquele luxo nas versões Top, basta ver um Ka+ SE e um SEL ou Corolla XEi e um Altis, quase iguais, diferenças muito sutis.

      • ViniciusVS

        Quem quer luxo tem que comprar um carro de luxo né?

        Buscar sofisticação em carro popular é de fato algo absurdo, linha popular é CxB e praticidade. Um carro de entrada com AB, ABS, Vidros elétricos, Direção hidráulica e ar condicionado de série é bem melhor que um carro de entrada antigo com direção mecânica, manivela na frente e o mesmo acabamento porco…

    • Dod

      Dava de dez a zero nas versões topo de linha dos compactos de hoje em acabamento, os bancos eram uma delícia, as quatro portas eram quase que totalmente forradas em tecido aveludado, até ajuste de altura dos cintos traseiros ele tinha. Não se escutava plásticos batendo e falando nos plásticos, eram todos de excelente qualidade. Minha irmã teve um Corsa GLS hatch 2000/2000 completinho, essa versão no hatch era quase um ET de tão incomum, na época eu era pré-adolescente mas ainda lembro do acabamento primoroso e da cara de espanto quando alguém sabia que ele tinha airbags e ABS, que eram opcionais. Nunca vou esquecer da garagem lá de casa nessa época, o Corsa GLS dela dividindo espaço com o Vectra CD e a Blazer Executive dos meus pais…saudades do tempo em que a Chevrolet brasileira ainda PRESTAVA!!!

    • T1000

      não há acabamento que resolva a dor nas costas que dava dirigir qualquer carro da linha corsa pqp que sofrimento!

  • Joaquim Grillo

    O motor 1.0 MPI antes do VHC era uma porcaria não passava de 120 mil km sem ter que fazer cabeçote ou bloco era queimar óleo ja era

    • Matafuego

      TIve um, 1998, que passou numa boa.

      • Robinho

        Eu tbm, chegou a 160.000…

    • Renato Duarte

      em rodovias,, tive muita facilidade de chegar aos 175km/h,, um amigo conseguiu colocar no dele 180km/h. Tudo isso com motores 1.0

    • Louis

      O meu passou dos 120 mil km sem baixar óleo, isso que ainda fiz uma gambiarra convertendo para álcool. Motor valente e econômico.

    • Lucas Fernando

      Minha namorada tem um Corsa Wind ano 96, agora com mais de 280 mil KM começou a queimar óleo (diz o mecânico que trocar os anéis já resolve), motor original ainda.

      • Joaquim Grillo

        Geralmente esse motor tem que fazer cabeçote e fazer cabeçote muda a taxa de compressão tem que mexer no motor também ja tive dois um 98 e outro 2002 ambos rodei até cansar

    • Janduir

      Eita amigo… minha cunhada tem um 1.0 mpfi 1997 com quase 170k sem abrir o motor. Compramos de unica dona com 90k e pra sorte a dona fazia as revisões num bom mecânico que se preocupava com aditivo radiador e fluido de freio. A única vez que a deixou na mão foi por bateria. Em compensação meu sobrinho comprou um 1999 sem manutenção e teve de fazer cabeçote, pois estava corroído por falta de aditivo.

  • Alexandre TRE

    Graças a Deus acabou

  • zekinha71

    Nasceu bonito, com os 3 volumes corretos, nada de gambiarra pra caber o porta malas, mas morreu todo esquisito e feio por causa das plásticas incoerentes, material interno de péssima qualidade, se continuasse em linha ia virar um carrinho de pedreiro.

    • Alvaro

      Puxa falou tudo, o porta-malas do Corsa Sedan original era pequeno comparado a concorrência (no meu ver, atendia perfeitamente as bagagens de uma família c/ 1 filho) mas o desenho era muito harmônico e correto. O GLS 16V c/ rodas de liga, achava um charme só.

      Hoje em dia, a tendência do mercado é que porta-malas desses sedãs compactos comportem pelo menos 500L, sai umas gambiarras com o 3º volume muito pronunciado em relação a dianteira curta. Na minha opinião particular, acho muito bonito o Polo, mas o desenho do Virtus poderia ter ficado melhor com uma traseira mais curta. Idem ao Ka Sedan.

    • Fábio Henrique

      Sim, era todo proporcional, aí hj em dia vejo a Ford e a Fiat com seus produtos que dão até agonia de ver na lateral de tão desengonçados

    • ViniciusVS

      O Classic fazia a sua função que era ser um meio de transporte barato, tinha bom porta malas e espaço interno ok para a categoria, vale lembrar que no fim da vida em preço ele brigava com Mobi e QQ e sem dúvidas era melhor que os dois.

  • REDDINGTON

    Essa última versão que veio da China matou o carro, muito feio. Não precisava existir.

  • Augusto Brum

    A produção brasileira do Corsa sem dúvida era a melhor, com o passar do tempo quando os Classics começaram a vir da Argentina eles ficaram bastante simplificados, o meu pai teve um Corsa Hatch 4 portas 1999 e tinha o acabamento muito bom mesmo sendo uma versão 1.0 com kit dignidade, quando eu entrei num Classic atual eu percebi que muita coisa mudou, o tecido das portas e bancos que eram muito bons nos antigos, ficaram muito simples e os plásticos do painel ficaram duros e secos. Mas mesmo com essa simplifcação os Classics atuais são ótimos carros, eu teria um fácil pois eu sou um grande fã da linha Corsa.

  • Faheina

    Dos ar-condicionados mais eficientes e geladores do mercado até hj

  • Pedro Henrique

    20.995 = 2002 adicionando os índices de inflação registrados pelo banco central até 2018 ficaria
    22.947 = 2003 índice de inflação de 9,30% a.a.
    24.691 = 2004 índice de inflação de 7,60% a.a.
    26.096 = 2005 índice de inflação de 5,69% a.a.
    26.915 = 2006 índice de inflação de 3,14% a.a.
    28.116 = 2007 índice de inflação de 4,46% a.a.
    29.775 = 2008 índice de inflação de 5,90% a.a.
    31.058 = 2009 índice de inflação de 4,31% a.a.
    32.894 = 2010 índice de inflação de 5,91% a.a.
    35.032 = 2011 índice de inflação de 6,50% a.a.
    37.078 = 2012 índice de inflação de 5,84% a.a.
    39.269 = 2013 índice de inflação de 5,91% a.a.
    41.786 = 2014 índice de inflação de 6,41% a.a.
    46.245 = 2015 índice de inflação de 10,67% a.a.
    49.154 = 2016 índice de inflação de 6,29% a.a.
    50.604 = 2017 índice de inflação de 2,95% a.a.

    hoje com 50 mil reais você compra um prisma joy, com air bag, ar condicionado, direção elétrica, desembaçador do vidro traseiro, vidro elétrico dianteiro, trava elétrica e alarme anti furto por 47.790.

    • Murilo Ramos

      Excelente análise…

    • Anderson Trajano

      Boa. A impressão é que a abertura do mercado e a chagada de grandes concorrentes, fizeram o nosso mercado amadurecer um pouquinho e exigir ao menos um kit dignidade nos carros, pois nas décadas de 90 e 2000 um mísero limpador traseiro era opcional.

  • Louis

    Tive um 1999 1.0 60cv na juventude, viajei várias vezes com 5 dentro e mais bagagem, nunca passei sufoco por isso, só conhecer o carro que tem e analisar a hora certa de ultrapassar.

    • Marcos Souza

      Ou seja, nunca… Rsrs
      Brincadeira, amigo

    • Janduir

      Eu viajei uma vez com um casal de amigos num Corsa Hatch 4 portas 1998 1.0 mpfi pelado de SP pra uma praia longe (depois do RJ). Meu amigo quase não passava de 100km/h. Fizemos quase 18km/l gasolina

  • Fabão Rocky

    N.A, essa matéria está incompleta. Faltou colocar aí o motor 1.4 tbm, lançado no Corsa por volta de 2008.

  • Fabão Rocky

    Tenho um Corsa sedan Premium 1.4 2009, apenas 69 mil km rodados, uma jóia rara. É um carro bastante robusto, mecânica simples, manutenção barata e apesar de n ter a fama como os Toyotas da vida tem, ele não quebra. Meu pai teve um Premium 2005 e ficou c/ ele por 5 anos. O Corsa deixou saudades e até hj n vi a GM fazer um carro c/ um design tão bonito qto o dele. O Corsa hatch então é o q eu sempre chamava de perfeição do design! O único pecado do Corsa é o alto consumo de combustível.

    • Robson

      Eu tenho um Hatch Premium 1.4 2008, atualmente com 130.000KM, esse motor na cidade com transito pesado como São Paulo é bem beberrão, mas na estrada é ótimo, já cheguei a fazer 16.5KM/L em uma viagem a Foz do Iguaçu, mas de maneira geral em estrada consigo entre 13 e 15km/l (sempre Gasolina) com AC ligado o tempo todo e seguindo o fluxo, 80, 100, 110km/h, só abusando do pé mesmo quando necessário. Agora na cidade… 6,5 no etanol e nunca passei de 9 na gasolina (sem usar ar condicionado, usando reduz um pouco). Outra coisa que sempre me chamou atenção, é como o comportamento do carro muda abastecido com gasolina, ele parece perder bem mais que os 6 CV que a GM declara (105 etanol e 99 Gasolina), e em torque então nem se fala… A questão da suspensão também é um “problema” digamos assim, ela é até robusta no Corsa C, mas quando precisar mexer prepara o bolso que é um pouco mais caro que a média (tipo a bandeja de suspensão com buchas fixas, estourou tem que trocar tudo). Tirando esses detalhes, é um carro muito bom, estou com o meu há 9 anos e zero vontade de trocar.

      • Anderson Trajano

        Meu sogro tem um Premium 1.4 2012 com 60 mil km guardado na garagem kkkk. Eu gosto tanto do carro dele que eu mesmo faço as manutenções. Baita carro, muito bom de guiar, motor redondinho (apesar de gastão em algumas situações). Ele tem alguns detalhes que para a época eram diferenciais como computador de bordo, ajuste de altura do banco do motorista, farois de neblina, abertura automática do porta malas entre outras.

        • Robson

          É um baita carro, pena mesmo a GM ter desistido, porque foi uma baita fase deles com esses carros origem Opel. E só uma correção, o TID do painel, infelizmente não é um computador de bordo, apenas mostra data, hora e temperatura (e musica se o rádio for original). Essa é uma bola fora.

      • Fabão Rocky

        Parabéns pelo Corsa Robson. O meu tem exatamente esse consumo aí q vc relatou. Porém na estrada, como n tenho paciência de andar a 90km, 100km por hora, faço em média de 12km/l. Mas dificilmente pego estrada c/ ele, meu uso é 90% na cidade e por isso tô pensando em juntar uma grana e pegar um carrinho mais econômico, mas confesso q gosto mto dele. Fora isso, c/ o passar do tempo parece q a gente vai enjoando um pouco do carro q a gente tem.

        • Robson

          Eu pensei em trocar também um tempo atrás, mas acabei optando por me deslocar de moto pela cidade durante a semana, ai agora não faz sentido trocar o carro, que apesar de faltar alguns “mimos” atuais, não me dá maiores dores de cabeça, me da prazer em dirigir e tem seguro barato, paguei na ultima renovação 950,00. Fora que a distancia de preço entre ele e um mais novo ficou bem grande com o passar do tempo, como o meu é daqueles que tem farol de neblina e rodas de liga de fabrica e tá todo originalzinho, meu plano atual é ir ficando com ele até se tornar um carro mais raro ou quem sabe até mesmo colecionável e ver no que dá.

          • Fabão Rocky

            Cara, o meu tbm tem rodas de liga (não originais aro 15) e milhas (adaptadas), faróis máscara negra, kit aerodinâmico original da GM. Tbm gostaria de ficar c/ ele mais tempo até se tornar mais raro, mas onde moro não tenho garagem coberta p/ guardá-lo. E daqui q ele valorize, acho q vai demorar mto. Tbm tenho moto p/ rodar durante a semana, mas como tenho filho pequeno, uso o carro tbm p/ sair c/ ele, passear, etc.

  • V12 for life

    Quando o Corsa C chegou o Classic perdeu o 1.6, que logo depois voltou na versão Millenium.

    • Fabiano Navas

      Negativo. O motor 1.6 durou sim até 2006, inclusive a automática. O Classic inclusive chegou a ter as versões Life, Spirit e Super 1.6.
      Ea versão Millenium (criada mundialmente pela Opel, para comemorar a virada do século em 2000), no Corsa nunca existiu 1.6. Somente a 1.0 e 1.0 16V, versão essa que durou até 2002.

  • Vinicius

    Esse carro sempre foi muito robusto. Manutenção simples, barato para comprar (em níveis de Brasil), fácil revenda e não dava dor de cabeça. Pena que ao longo do tempo foi simplificado (em questão de acabamento e oferta de itens) para custar menos. O motor 1.0 VHC E que equipou ele (Celta e Prisma também usaram) era um foguetinho para a época, já que o câmbio curto também ajudava. Acho até a hoje a segunda geração muito bonita.

    • Fabiano Navas

      E o automático era um foguetinho também!
      O câmbio de 4 marchas do Vectra antigo casava super bem com um carro leve e um motor elástico que era o 1.6 8v.
      Quem dera achar um bem conservado usado para comprar!!!

  • Lucas086

    Tivemos vários corsas na família ,os melhores foram um sedan gls 2000, uma wagon 98 se não me engano e eu gostava muito de um corsa super mpfi verde escuro que minha teve, acho que era 97… gostava também do último corsa de minha mãe, foi um Millenium, que carrinho gostoso de andar… um dos populares da época, deixa saudades até hoje.

  • Geraldo Xavier

    Tive 1 classic, 1 corsão hatch e 1 sedan. Excelentes carros. Só manutenção básica e de custo muito menor que a concorrência. Excelentes carros.

  • 1/2 URSO 1/2 CÃO

    Em 2012 estava procurando um segundo carro que fosse barato e completo para uso em dias de rodízio. Achei um Corsa sedan GL 1.6 ano 1997 automático completinho cor cinza com 37mil km originais e de único dono. Estava acima da fipe lógico, mas era uma raridade sem qualquer avaria, tudo original de fábrica. Pensa num carro excelente, econômico, barato, prático e com ótimo acabamento interno e que nunca deu dor de cabeça… pena que vendi, bateu uma tristeza agora.

  • Wendel Cerutti

    Tive um Classic 2006 durante 6 anos . Só meu deu alegrias .

  • Maycon Farias

    Se o fim do mundo fosse hoje eu iria morrer sem saber que esse carro teve cambio automático (Nunca vi e nem ouvi) Deve ser mais raro que o Palio Systematic da época.

    • Vitor

      Já vi um Corsa Sedã automático em Aparecida-SP.

    • André Luis Versiani

      Já vi alguns, até Chevette Automático original já vi, mas é raríssimo mesmo.

      • Fabiano Navas

        Chevette e Marajó automáticos já são raros… mas mais raro ainda é ver um Chevette 4 portas SL/E com ar condicionado e câmbio automático de exportação. É uma mosca branca, mas existem alguns no Brasil!

        • André Luis Versiani

          É mesmo, nunca vi.

    • Fabiano Navas

      Engano seu, amigo… o Palio CITYMATIC com certeza é muito mais raro de se encontrar, visto que só foi fabricado em 1999 e 2000, e nunca teve sucesso por ser 1.0 e ser um carro sem embreagem (exatamente como os Corsa Novo 2002 1.0 com AUTOCLUTCH). Enquanto o Corsa Automático foi fabricado por 9 anos (entre 1997 e 2006).

      • Maycon Farias

        Ate corrigi o nome, eu lembrava que terminava com matic rsr. Mas então, confesso a você que nunca vi um Classic automático. Vou ate pesquisar porque fiquei curioso.

      • Maycon Farias

        Completamente chocado!!!! Quando pensava conhecer bastante sobre carro vi que não conheço nada. Kadett? omg. jamais nem em sonho pensei que tinha…

    • Janduir

      Nada, com certeza tem muito mais que o Citimatic. É só procurar em anúncios. Meu cunhado tem 1 e 2 clientes meu tem essa versão automática. Agora Citimatic, vi somente 1 até hoje

  • Vitor

    Carro com bom projeto que passa por muitos retoques, muitos facelifts, dificilmente fica melhor, pelo contrário, muitas vezes piora o carro.

    Carro é que nem trilogia no cinema. Se o filme é bom dificilmente passa pela terceira continuação sem perder o sentido.

  • Cezar Lopes

    Era tido como um pequeno Vectra quando lançado.

    • Fabiano Navas

      Verdade… era muito bem acabado, além de bonito para época!

  • klaus

    tive um hatch 1.0, fraquin fraquin…

  • Joel Oliveira

    Parabéns ao NA. Excelente matéria. Gosto demais dessas matérias com a história dos modelos. Essa está bem completa. Se querem uma sugestão, poderia seguir agora com a história do Prisma, que é o sucessor. Ou então do Chevette, o antecessor.
    Assim criaria uma série bem interessante de reportagens conectadas.

    Só acrescento que o Classic morreu com VHCE de 78 cv. E outra, a GM lançou o Prisma como seu substituto em 2006, mas o substituto só ensaiou sucesso mesmo a partir de 2013 com a nova geração (agora absoluta e repetindo o sucesso do Classic).

    • Fabiano Navas

      Verdade… ótima colocação. Aliás, um dos raros casos que o sucessor (Corsa C) acabou saindo de linha primeiro que o antecessor (Classic). Coisas de mercado brasileiro!

    • Obrigado amigo, estamos fazendo em ordem de procura das pessoas no Google, ainda vai demorar um pouco mas chegará no Prisma sim… por enquanto já temos a matéria completa do Prisma 2018: https://www.noticiasautomotivas.com.br/chevrolet-prisma/

  • Jossimar Pádua Júnior

    Eu posso ta equivocado mas acho que os preços de 2005 estão super baixos. Digo isso, pois na época minha mãe comprou um uno flex por 22.600,00 com kit visibilidade e ar quente e nada mais, lembro até hoje disso. O carro nao tinha nada, nem para-choques pintados, era tudo opcional. Se não me engano, o fiesta sedan custava por volta de 45 mil na versão 1.6

    • Fabiano Navas

      Lembro que vendi em 2006, um Classic automático sem ar condicionado por R$26.900,00.
      Foi um dos últimos a serem faturados, antes do lançamento do Prisma antigo.

      • Jossimar Pádua Júnior

        A diferença em pequenos milhares era grande na época ou pequena como é hoje?

  • Fabão Rocky

    Sinceramente essa reestilização no ano 2000 matou o Corsa de 1ª geração. Mto mais bonito o Corsa sem aqueles apelativos pára-choques c/ aquelas molduras das milhas “arreganhadas” deixando o desenho do Corsa mto desarmônico, diferentemente do Corsa antes da reestilização.

  • afonso200

    nao sabia que a primeira geraçao tinha cambio AT

  • marc west

    “lente de bicarbonato” rsrsrsrs

    O Corsa sedan realmente marcou em sua época.

  • Eduardo Sad

    Tive um Classic VHC-E 2009. Cumpriu sua função sem sobressaltos. Mas saudade… Saudade zero!

  • A grande – e única – vantagem do Classic e do Prisma antigo é que eles não dão trabalho, é ligar e usar.

  • Thiago Ramos

    Meu primeiro carro foi um Corsa da frota de imprensa da GM, modelo 99/00 a alcool. Aquele modelo azul do lançamento da reestilização e a raridade é que o modelo era alcool. haha era um foguetinho. Chegava tranquilo a 170 e em descida cortava giro em 5a marcha tranquilo, a 190km/h. Por ser da frota de imprensa era o mais completo, ar, direção, vidros/travas e retrovisor elétrico, rodas de aluminio originais aro 13′, airbag duplo e até volante revestido em couro. Em 2007, paguei 16k por ele, e fui feliz por bons 3 anos, até vender pro meu pai que ficou com ele até 2012. Fiz algumas melhorias poucas, troquei aquele painei com fundo branco pelo do modelo GLS, e coloquei as rodas do Vectra GLS de outro Corsa que tinha aqui em casa. Não posso reclamar do desempenho geral do carro, que era excelente na cidade e bem bom na estrada, mas por ser etanol e dos anos 2000, bebia bem mais que meu Fox Highline 1.6 16v bebe hoje, mas deu pouquissima manutenção enquanto estive com ele. Ainda tenho no meu quarto o painel de instrumentos dele hahaha… baita primeiro carro.

  • Fernando

    parabens pela materia. sensacional

  • Allexandro Ribeiro Röper

    “Já em setembro vieram algumas mudanças visuais, incluindo novos para-choques, lanternas redesenhadas e faróis com lente de bicarbonato.”
    não pode pegar chuva com esses faróis de bicarbonato porque eles podem efervescer.

  • Unknown

    1.8 com apenas 102 CV! Que motorzinho fraco!

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