Avaliações Jeep Matérias NA SUVs

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

O Jeep Compass realmente caiu no gosto dos brasileiros.

Adjetivos como “sucesso” e “fenômeno” constantemente são usados para definir seu papel entre os SUVs, o segmento da moda no país.


Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

O modelo é líder absoluto no mundo dos utilitários. Em 2018, o Jeep Compass acumulou 60.284 unidades vendidas, mais de 11.300 unidades acima do segundo colocado, o Hyundai Creta.

Além disso, impressiona o fato de que o best-seller da marca superou facilmente modelos mais baratos, o que inclui o próprio Jeep Renegade. No fim das contas, o Compass ficou entre os 10 carros mais vendidos do Brasil em 2018, ano em que chegou a ser o 6º mais vendido em dois meses seguidos (maio e junho).


Tudo isso mostra claramente a preferência momentânea de quem quer entrar no segmento dos SUVs. Para entender em detalhes os motivos por trás disso, o Notícias Automotivas ficou durante várias semanas com um Jeep Compass Limited 2.0 Diesel AT9 4×4, cedido pela própria marca.

Essa avaliação com o modelo mais equipado da gama nos ajudou a ver tudo o que o Jeep Compass tem para oferecer. No final, tivemos algumas surpresas, algumas boas e outras totalmente inesperadas.

Um carro cheio de problemas, uma avaliação que demorou para começar

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

A expectativa inicial era avaliar o Jeep Compass nas primeiras semanas de dezembro, mas não foi bem isso o que aconteceu. Após retirarmos o veículo em uma concessionária de São Paulo (SP), notamos um barulho diferente nas rodas dianteiras. Além disso, o volante estava torto e puxando para o lado.

Como havíamos retirado o carro poucos minutos antes da concessionária fechar, não dava tempo de retornar e verificar qual era o problema. Por isso, a única alternativa era seguir viagem com cautela redobrada.

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

Não houve nenhum problema mais sério no caminho, mas logo cedo no dia seguinte entramos em contato com o departamento da FCA que nos cedeu o carro. A orientação foi levá-lo para a concessionária Jeep mais próxima e verificar o que estava acontecendo.

Feito isso, veio o laudo dos mecânicos da marca, que indicava a necessidade de trocar dois pneus (que estavam com pequenas bolhas) e o rolamento dianteiro esquerdo, além de fazer alinhamento e balanceamento.

Mas aí veio a pior notícia: a concessionária não tinha o rolamento e os pneus, sendo necessário encomendar esses itens.

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

Como não seria seguro rodar nessas condições, tivemos que deixar o carro parado na concessionária por 17 dias. Após esse longo período, conseguimos retirar o Jeep Compass apenas com o rolamento substituído, pois os pneus ainda não haviam chegado. Mas as surpresas ainda não haviam acabado.

Pouco depois, outro pneu (que a princípio não precisava ser trocado) apresentou um vazamento. De início, o painel de instrumentos indicava pressão baixa, o que se repetia mesmo após ser calibrado várias vezes.

Voltamos à concessionária e foi constatado um rasgo no pneu (que havia aumentado nos dias anteriores, por isso não foi percebido anteriormente). A FCA solicitou, então, que os 4 pneus fossem trocados, juntamente com todos os sensores de pressão.

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Essa história cheia de surpresas nos fez pensar sobre o uso adequado que um SUV deve ter. Mesmo sendo movido a diesel, e tendo tração 4×4, todos esses problemas foram ocasionados por uso severo, provavelmente em testes inadequados fora de estrada. Pelo menos esse foi o parecer técnico que recebemos na concessionária da marca.

Ou seja, será que vale a pena colocar o Jeep Compass em situações extremas, mesmo nas versões 4×4? É verdade que não sabemos o que aconteceu com esse carro antes de chegar às nossas mãos, mas essa parece ser a realidade com a maioria dos utilitários de tração integral vendidos por aqui: eles não são feitos para “aventuras” muito radiciais.

Apesar de tudo isso, recebemos um atendimento muito bom em todo o processo. O departamento da FCA que cedeu o carro reconheceu que ele deveria ter sido verificado antes de ser cedido para teste, e o gerente de pós-vendas da concessionária fez de tudo e mais um pouco para que os vários problemas fossem resolvidos.

Agora sim, depois de várias semanas, poderíamos começar os testes.

Finalmente, começamos a avaliação

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

Todo esse atraso não nos impediu de fazer a avaliação que havíamos planejado. A FCA prorrogou o período que ficaríamos com o carro, e isso nos deu a oportunidade de fazer várias viagens com o Jeep Compass, rodando um total de quase 3.000 km.

A versão cedida para essa avaliação, como já dito, foi a Limited 2.0 Diesel AT9 4×4, uma das mais caras da gama. O único opcional que o modelo não tinha era o teto solar panorâmico, que adiciona R$ 8.300 ao preço final.

Mesmo assim, era um modelo bem caro. Seu preço inicial atualmente é de R$ 176.990 (já com o aumento anunciado nesse mês), mas a versão avaliada ainda tinha o pacote opcional “Pack High Tech” (R$ 8.700), que adiciona piloto automático adaptativo, aviso de mudança de faixas, sistema de farol alto com comutação automática, aviso de colisão frontal, tomada auxiliar de 127 V, abertura eletrônica do porta-malas, banco do motorista elétrico (com 8 posições) e sistema de som Premium Beats de 506 W (8 alto-falantes + subwoofer).

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

Ou seja, o preço final da versão avaliada é de R$ 185.690, o que nos faz pensar até onde as montadoras vão chegar com seus preços absurdos aqui no Brasil.

Mas esquecendo um pouco os valores (se é que isso é possível), esse é um pacote de opcionais que realmente vale a pena. Com quase o mesmo valor do teto solar panorâmico, você levar vários itens interessantes, que vamos falar mais a fundo nessa avaliação.

Dirigir o Jeep Compass era agradável, tanto nos trajetos urbanos quanto nas estradas. O modelo é mais estável do que parece, e seu motor 2.0 turbodiesel de 170 cv dá conta do recado tranquilamente.

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Além disso, o visual do utilitário (especialmente nessa versão) agrada à maioria das pessoas. A combinação de cores, com o teto e as colunas em preto, aliada às rodas de 19 polegadas dão ao Jeep Compass um visual invocado.

O insulfilm colocado nessa unidade, o que não é comum em carros cedidos para avaliação, melhorava ainda mais o visual, mas atrapalhou um pouco ao dirigir (especialmente em relação ao para-brisa).

Por dentro, existem aspectos positivos e negativos. O acabamento é bom, com materiais de qualidade e bom encaixe. Muitos questionam o fato de vários componentes serem compartilhados com a Fiat, o que tornaria o interior mais simples. Mas, na prática, isso não é percebido quando você entra no Jeep Compass.

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Além disso, os vários comandos estão sempre ao alcance das mãos. Uma solução inteligente (que também aparece em modelos da Fiat) foi colocar os botões para controle do áudio atrás do volante, já que na frente não haveria espaço.

A central multimídia de 8,4 polegadas agrega todas as funções necessárias, incluindo o controle do ar-condicionado. Aliás, tudo pode ser alterado por comandos de voz, função acionada através de um botão no lado esquerdo do volante. No painel de instrumentos, o computador de bordo em TFT de 7 polegadas também apresentava todas as funções necessárias, incluindo a pressão dos pneus.

Por outro lado, notamos que o interior poderia ser mais confortável e ergonômico. Falando sobre a posição do motorista, por exemplo, o apoio de braço na porta é muito alto e incomodava nas viagens mais longas. Os bancos em si também poderiam ser mais largos, o que acomodaria melhor o corpo.

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No caso do passageiro havia ainda outro ponto negativo, pois o banco não tem regulagens elétricas. Isso parece estranho, pois é de se esperar que um carro de quase R$ 200.000 tenha regulagens elétricas nos dois bancos dianteiros, não apenas para o motorista.

Quem viajou no banco de trás (fizemos algumas viagens com o carro cheio) também achou o Jeep Compass apenas razoável em conforto. É claro que a maioria dos carros só acomoda 4 adultos e 1 criança, mas o desconforto citado era em relação ao banco em si, não apenas ao espaço lateral.

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Os ocupantes traseiros contam com tomada de 127 V e uma saída do ar-condicionado, mas ela parecia ineficiente quando havia cinco pessoas no carro. No final, apenas as pernas do quinto passageiro que ficavam geladas.

Apesar disso, o espaço para as pernas é bom, graças aos 2,64 m de entre-eixos. No caso do porta-malas, que conta com a facilidade de abertura e fechamento elétricos (através de botão na chave, no interior do veículo ou dentro do próprio porta-malas), a capacidade é de 410 litros, o que não é ruim.

Tecnologia é um dos principais atributos

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Tanto nas viagens como no uso urbano, a tecnologia presente nessa versão do Jeep Compass tornava tudo mais agradável e interessante, o que facilitava bastante a vida do motorista. Esse é, inclusive, um dos pontos destacados pela marca, que faz questão de mencionar que o utilitário é o primeiro carro semi-autônomo fabricado no Brasil.

Na estrada, por exemplo, vimos a eficiência do piloto automático adaptativo. Você seleciona a velocidade desejada e também a distância que o veículo deve permanecer dos carros à frente (são 4 níveis diferentes).

Se um veículo entrar na mesma faixa, o Jeep Compass diminui a velocidade. Assim que o veículo dá passagem, ele retoma a velocidade programada, tudo isso automaticamente.

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Mesmo sendo um sistema já conhecido por aqui, percebemos que o SUV é mais esperto para perceber que a pista está livre e retomar a velocidade programada. Após algumas centenas de km rodados, é incrível como esse sistema faz a viagem ser mais tranquila e menos cansativa.

Aliado a esse sistema, o Jeep Compass conta com o Sistema de Monitoramento de Mudança de Faixa para tornar a viagem mais segura. Usando uma câmera frontal, o utilitário detecta as faixas da pista e aplica um leve força contrária no volante caso o veículo comece a sair da pista.

Apesar de ser um sistema moderno e que aumenta a segurança dos passageiros, na prática ele torna a viagem mais cansativa, pois você sente o tempo todo que o volante está sendo levemente movimentado para um lado ou para outro.

Por isso, em nossas viagens optamos por deixar esse sistema desligado.

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Outro sistema interessante, focado na segurança, é o Sistema de Aviso de Colisão Frontal de Emergência. Com a ajuda de um radar e uma câmera, o sistema detecta a aproximação de qualquer objeto, não apenas outros veículos, e avisa o motorista através de alertas visuais e sonoros. Os freios também podem ser acionados de forma autônoma para evitar ou amenizar a colisão.

Mas o sistema que todos perguntavam ao andar no Jeep Compass era o Park Assist. Apesar de ser um item cada vez mais comum nos veículos vendidos por aqui, é incrível a quantidade de pessoas que nunca viu o sistema em funcionamento.

Além de matar a curiosidade de nossos passageiros, também testamos o quanto esse sistema era eficiente. Ele está disponível para vagas perpendiculares ou paralelas, e ainda ajuda o motorista a sair de uma vaga (apenas no caso das paralelas).

Nosso teste visava saber qual a menor vaga que o Jeep Compass consegue entrar sozinho. Utilizando outros dois veículos, fomos diminuindo o espaço até o sistema não conseguir detectá-lo.

No final, o Park Assist conseguiu atuar em vagas com no mínimo 5,30 m de comprimento, tanto para entrar quanto para sair (o SUV tem 4,41 m de comprimento).

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

E a lista de itens de tecnologia não para por aí. Nessa versão, e com esse pacote de opcionais, o Jeep Compass ainda conta com farol alto automático, monitoramento de ponto cego, partida remota (muito útil em dias quentes, pois liga o ar-condicionado) e sensores crepuscular e de chuva.

Além disso, o modelo ainda conta com ar-condicionado dual zone, central multimídia com tela de 8,4 polegadas e Android Auto (com Waze) e Car Play, freio de estacionamento eletrônico, faróis e lanternas em LED, direção elétrica, câmera de ré, bancos em couro, entre outros.

Motor diesel anda bem, mas é econômico?

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

É verdade que o motor 2.0 turbodiesel de 170 cv parece casar melhor com o Renegade, que é mais leve. Mas ele não deixa a desejar quando colocado no irmão maior. Em acelerações mais fortes ou retomadas, o Jeep Compass anda bem, mesmo totalmente carregado.

Pelos problemas citados no início da matéria, nos limitados a fazer esses testes apenas em áreas urbanas e nas estradas. Mas a impressão que fica é que o SUV também se sai bem em situações fora de estrada.

Mas o que dizer de seu consumo de combustível? A verdade é que a economia maior aparece na estrada. Em viagens por estradas mais tranquilas, onde não era necessário fazer muitas ultrapassagens, o Jeep Compass conseguiu médias entre 13 km/l e 14 km/l.

Avaliação: Jeep Compass Limited Diesel e suas muitas surpresas

Mesmo em estradas de pista simples ou mais sinuosas, a média não caiu muito. Em uma de nossas viagens fomos até a turística Monte Verde (MG), cujo acesso é por uma estrada desse tipo. Mesmo com cinco ocupantes e ar-condicionado sendo usado o tempo todo, a média foi de 12,1 km/l.

O problema maior aparecia nos trechos urbanos. O anda e para de uma cidade derruba as médias do Jeep Compass, uma situação que pode ser ainda pior nas grandes capitais.

O melhor consumo que conseguimos foi de 9 km/l, mas a média ficou entre 7,5 km/l e 8 km/l. Lembrando que sempre abastecíamos com o diesel S-10, como indicado para esse motor.

Conclusão

O período que ficamos com o Jeep Compass nos ajudou a entender algumas de suas qualidades. O porte do SUV agrada ao dirigir e ainda chama atenção nas ruas, mesmo sendo um modelo que vende tanto no Brasil.

Os itens de segurança e tecnologia também são outro ponto forte, mas isso se limita às versões mais caras. Aquelas que representam mais dentro do mix de vendas do modelo talvez tenham uma dificuldade maior para justificar seu preço diante da concorrência.

Existe ainda outro ponto que ficou muito claro nesse teste, diferente do que vemos nas ruas: o Jeep Compass é uma opção muito melhor nas versões a diesel.

Essas versões do SUV tem um motor mais moderno (esqueça aqueles motores barulhentos, pois esse diesel é bem silencioso), câmbio automático de 9 marchas (contra 6 velocidades das versões flex) e um torque de 35,7 kgfm logo a 1.750 rpm.

Mesmo assim, as versões flex ainda vendem mais. E o motivo é bem simples: o preço.

Na versão Longitude, a diferença entre as versões flex e diesel é de R$ 29.000, enquanto na Limited ela sobe para R$ 30.000. Mesmo com tantos pontos positivos, não é fácil encarar essa diferença e optar pelas versões 4×4.

De qualquer maneira, o Jeep Compass continua nadando de braçadas no mercado brasileiro, e isso parece que não vai mudar tão cedo.

Jeep Compass – Fotos

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Nota média 4 de 7 votos

  • Domenico Monteleone

    FCA cuida muito mal dos carros de imprensa, dia desses vi no Top Speed uma Toro que tinha sido repintada nas coxas, serviço de fundo de quintal. Também mostraram um Cronos bem judiado.

    • El Gato!

      Top Speed é um dos canais que acompanho regularmente, e não encontrei esse vídeo. Pode me mandar o link? Fiquei curioso. Grato!

      • Dherik

        Foi no canal Backstage, que agora não é mais do Top Speed.

        • El Gato!

          Ah sim, então por isso que não encontrei. Eu já sabia da mudança no canal, mas não assisto o tal Backstage porque aquele outro menino é insuportavelmente chato.
          Enfim, valeu pela resposta, Dherik.

          • Whering Alberto

            Mudança que, para mim, só prejudicou a qualidade dos canais. Nem o Top Speed é bom como era antes, nem o Backstage é bom como era antes. Eles se complementavam até que bem. Deixei ambos um pouco de lado. A Giu Brandão, embora muito entusiasta, faz avaliações bem coerentes.

            • Itamar

              verdade, a dupla era boa, porém o Eduardo era extremamente arrogante com o Leozitor.
              Aquele video de teste de pista foi lamentável.

              Top Speed vacilou naquele video com os caras do Manual do Homem Moderno, que sequer conheciam o basico sobre carro.

              Mas reforçando o que o amigo disse, os dois sairam perdendo.

              • Whering Alberto

                Uma pena. Começaram ótimos…

                Que vídeo foi este de teste de pista? Não lembro.

                • Itamar

                  Cara, o titulo do video é: Pilotamos BMW M3 X5M M240i e Mini JCW no autódromo de Interlagos!

                  Se não viu, veja e passe raiva com os xiliques rs

            • Francisco Helio

              Gosto da Giu Brandão, apesar de ser um pouco expansiva nos videos, mas faz excelentes avaliações.

              • Whering Alberto

                Éeeeeeee kkkkkk acredito que o jeito particular dela cativa a galera kkk

            • Marcelo Ecosta

              Assisti 3 ou 4 vídeos desses moleques e nunca mais. Esse canal nunca foi bom. Infelizmente a facilidade da internet deu fama a muita gente que não sabia do que estava falando. Há muitos canais melhores quando se trata de avaliar carros, só não tem o mesmo acesso a lançamentos que alguns ligados a donos de concessionárias.

              • Whering Alberto

                Eu só acompanho o Camanzi, além da Giu Brandão. O Acelerados é divertido, mas não curto muito o formato deles. Quais outros canais de avaliação você conhece (e valem a pena ver)?

            • D34D P00l

              Concordo com vc em ambas informações. Separados eu achei o Leozitor meio sem carisma, monótono, e o Eduardo é meio mala quando ta sozinho.

          • Mayck Colares

            Concordo hahahah. Aquele Dudu não deixava o Léo falar. Mas o Léo acabou perdendo o brilho sozinho.

    • Raimundo A.

      Bem, o fabricante tem cuidar, mas os avaliadores deveriam dar exemplo e não judiar de algo que não pertencem a eles. Se as montadoras fizessem igual as locadoras que fazem um belo pente fino para arrumar pretexto para cobrar mais de quem alugou, duvido que certos avaliadores, “os imprensa”, abusariam na condução como vejo alguns divulgados no YouTube fazendo excedendo limites de circulação, trafegando em alta velocidade em vias não pavimentadas, etc.

    • Murilo Soares de O. Filho

      O pessoal que avalia também não cuida…é complicado.

    • Louis

      Esse cara do Backstage é um exemplo, quando está testando os carros dos outros acelera como um maluco mesmo dentro da cidade. Se atravessar um animal ou criança na frente, já era… Agora no carro dele, anda como uma vovó, nem chuva quer pegar.

      • Racer

        Isto mesmo. Ele fez um teste com um Renegade Diesel, e estava feito louco em uma estrada de terra…..Destrói com tudo, já que o carro não é um off-road preparado, daí é culpa do projeto…..Mas é o projeto de motorista.

      • Itamar

        falou um monte do consumo do Polo, mas parecia que tinha um bloco no pé do acelerador.
        Agora o Cooper dele se alguém estiver resfriado, não entra no carro rs.

      • Everton de paula

        Fato. Certa vez vi um vídeo desse canal e achei o garoto prepotente demais. Andava muito rápido colocando em risco demais motoristas. Mandei um polegar pra baixo e nunca mais vi nada desse backstage.

  • Léo Dalzochio

    Um belo SUV com escrotas rodas aro 19 e pneus perfil fita isolante.

    • Murilo Soares de O. Filho

      Acho o pneu de perfil muito baixo impróprio para o uso fora do asfalto.

      • Racer

        Com o estado das nossas ruas, até na cidade é impróprio.

  • Elder Walker

    Esse é um carro que adoraria ter, pensando no meu uso predominante em estradas e com viagens longas, inclusive para outros países da América do Sul. O que me desanima é justamente o excesso de problemas apresentados, aparentemente uma falta de robustez ou confiabilidade do projeto ou das peças adotadas. E, principalmente, os relatos de péssimo (mas péssimo mesmo) pós venda da marca. Se até um carro cedido para a imprensa, que deveria impressionar e causar boa impressão, apresentou problemas e demorou duas semanas para resolver, imagine o de um consumidor final… pobre coitado!

    • Raimundo A.

      Sua queixa procede, mas aí eu me questiono se alguns da imprensa abusam demais da avaliação, coisa que dono não faria, e na hora do reparo, a prioridade são os clientes que pagaram para ter o produto e não quem vai avaliar, é uma propaganda barata, só que pode esperar.

      • Elder Walker

        Aí que está o problema. Nessa matéria, os jornalistas relataram que pelo menos o atendimento foi bom e houve esforço do concessionário para tentar resolver o problema. Se pesquisar pelos relatos de “opinião do dono”, verá uma quantidade assustadora de críticas de donos reais que buscam a autorizada em garantia e se deparam com péssimo atendimento, como se pedissem um favor para a Jeep.

        • O problema é aguardar 17 dias por um jogo de rolamentos. É complicado, imagina se vc precisa do carro para trabalhar.

          • Elder Walker

            Exatamente! E na vida real, de um simples consumidor, esses 17 dias viram 30, ninguém te responde nada com clareza… tenho vários amigos com carros da marca que reclamam bastante do pós venda.

      • Nicolas

        Normal esses problemas. Jeep é a segunda pior marca de carros nos EUA há anos, só perde para a Fiat, de acordo com a consumer reports.

    • Racer

      O mau estado certamente foi causado pela mesma “imprensa” que testou antes…. A falha foi não terem revisado antes de passar para o próximo testar. Não é deles….daí fazem de tudo, com a desculpa do “teste”…

  • th!nk.t4nk

    Boa avaliação, parece um SUV compacto honesto (apesar de bem simples). Fico imaginando se no Brasil as pessoas tivessem acesso a mais veículos a diesel. Creio que seria um caso de amor absoluto. Um bom exemplo é o Passat com o 2.0 TFSI vs. 2.0 TDI. Apesar da versão a diesel ter menor potência, na prática ela anda muito mais. Aceleraçoes mais vigorosas, retomadas bem mais rápidas. O carro responde muito melhor no dia-a-dia. No papel a versão a gasolina parece até um pouco melhor, mas na prática é completamente diferente. E tudo isso com o diesel consumindo bem menos, e sendo praticamente tão silencioso quanto a versão a gasolina.

  • LArtur

    “Ou seja, será que vale a pena colocar o Jeep Compass em situações extremas, mesmo nas versões 4×4? É verdade que não sabemos o que aconteceu com esse carro antes de chegar às nossas mãos, mas essa parece ser a realidade com a maioria dos utilitários de tração integral vendidos por aqui: eles não são feitos para “aventuras” muito radiciais”

    Tai a diferença entre um SUV e um Crossover!!!

    • Baetatrip

      Pois é!
      se acham a msm coisa, mas nem é!
      nem confio Compass… que adora dar problemas… fiat é fiat

    • Incitatus

      Pra isso tem a Trailhawk, mais alta e com pneus adequados.

      • LArtur

        Mesmo carro, mudam detalhes

  • Abdallah

    Esse carro merecia um motor turbo, iria ficar muito melhor do que esse aspirado, e diesel 4×4 pra q? Nao vejo sentido sendo que 99% compra pra andar na cidade e desfilar em shopping.

    • Thiago

      Bem, o carro testado é um turbo diesel…

      • Abdallah

        Sim eu sei… mas comentei sobre o flex.. abrcos.

    • ALAN_PR

      Se você atentar pelos custos, um motor flex turbo ficaria com mais potência, mesmo torque e poluiria muito menos. Esse motor gera 191 g/km já o 2,0 TSi por exemplo, tem 220cv 35,7 kgfm e gera 153 g/km

    • Mário Leonardo Pires

      Bora ler a matéria meu povo!

    • Ganso

      Tem 4×4 por causa da legislação. Pra ter motor diesel tem que ter capacidade de carga acima de 1000 kilos ou ter tração 4×4.

      • Abdallah

        Sim querido, eu sei disso o que eu estou tentando expressar é que esse carro com motor turbo ficaria muito mais interessante e barato do que o modelo a diesel, ainda mais para um carro que provavelmente é usado 99% dentro das grandes cidades.

  • Raimundo A.

    O Compass Limited é um fora de estrada para trechos urbanos esburacados. Essas rodas aro 19 com pneu de perfil baixo nunca serão adequadas a via de terra, com lama, em velocidades altas recebendo todo o tipo de impacto. E isso serve de exemplo para SUV de marcas premium que ofertam de forma similar rodas e pneus em versões mais caras. A maioria dos donos não deve transitar em situações realmente off road e se abusarem vão sentir no bolso caríssimas rodas e por tabela pneus com avalias.

    Não vejo com falta de resistência, mas configuração inadequada a certos tipos de uso. Para uma maioria que só vai transitar em vias urbanas e rodovias pavimentadas, pneus de perfil menor vão ajudar na aderência e eventualmente passar sem dificuldade em condições moderadas no fora de estrada. Acima disso, sábio é trocar o conjunto de rodas ou mesmo escolher outro tipo de veículo.

    • Incitatus

      A montadora vende o que o cliente pede. A maioria quer rodão, eles vendem.

  • Andre Luiz Melo

    Por coincidência fui ontem na Jeep e tinha este modelo. Na semana anterior tinha ido na BMW ver a X1.
    A BMW X1 é maior em entre eixos,largura, e comprimento, somente menor (3 mm) na altura.
    Não vou nem comparar o status da BMW que dá de GOLEADA neste Compass.
    Itens de série a mais da X1: banco elétrico, além do pneu run flat que não troco por nada (a menos que você se arrisque a ser assaltado , ou morto atropelado- como correram com amigos de trabalho- trocando pneu).
    O acabamento do Compass perde feio da X1, principalmente quanto a aparência de durabilidade e qualidade.
    A X1 está vindo com as 3 primeiras revisões GRÁTIS.
    Únicas vantagens hipotéticas do Compass: tração 4×4, porém , eu, assim como 99% dos compradores de SUVs não pretendo usar o carro em trilhas, além da hipotética economia do diesel , porém elas se equivalem em consumo, e a gasolina (Campinas) estou colocando em posto BR por $ 3,74 a comum e a $ 3,99 a Grid. Só que o Compass diesel leva uma surra da BMW EM DESEMPENHO.
    Vamos ao que parece interessa, aos PREÇOS: Compass diesel 18/19 me ofereceram por $ 178.000,00
    BMW X1 18/19 por $ 169.000,00 na GP, e $ 182.000,00 na X line ( tem a mais teto panorâmico, rebatimento do retrovisor e fechamento/abertura do porta malas elétricos, além de detalhes de acabamento e rodas)
    Obs: Antes que alguém desavisado pergunte, a 2019 tem sensor dianteiro e traseiro, câmera de ré e Park Assister.
    Jamais imaginei chegar o dia de ver um Compass custando o mesmo de uma BMW….

    • tiago

      Pneu Run on flat é pra quem tem muito dinheiro, A CLA do meu cunhado precisa trocar pneu com muita frequencia, porque aparecem bolhas nos mesmos, segundo a Concessionária por culpa das ruas esburacadas.

      • Andre Luiz Melo

        Amigo , também tenho uma CLA com aro 18. Já tive bolha tanto no Run Flat como no comum. O problema são os perfis baixo do pneu (40) . Pneus de perfil baixo são mais suscetíveis a bolhas e apresentam desgaste maior, ou seja , DURAM BEM MENOS.
        A principal diferença entre o Run flat e o comum não é na banda de rodagem e sim na lateral do pneu que é reforçado no Run Flat, se fez bolha no run flat certamente faria num comum.
        Tem uma reportagem na quatro rodas , acho que dezembro sobre isso.

        • Michel Murad

          Vou discordar do colega, respeitosamente. Mas NMHO pneu runflat só presta se você mora na Europa ou nos EUA. Aqui no Bananal é um bela droga. Minha finada 320 tinha e depois de estourar pela segunda vez em buracos da rodovia, botei 4 pneus “normais” e passei a levar um estepe também. A lateral reforçada do RF deixa ele muito mais suscetível a bolhas e rasgos ou estouros do que os NRF. A solução dos RF é muito boa, mas não para nós que moramos no bananal, infelizmente.

          • GPE

            Pois Aqui em casa foram 85mil KM rodados e ZERO bolhas ou problemas com ru flat 225/50 r17 na 320i.
            Furou uma vez apenas pq o carro caiu num buraco gigante. O detalhe é q nao precisou parar o carro. Apenas seguir viagem tranquilamente

            • Michel Murad

              Você pode ser considerado sortudo. Participo de um tópico sobre a série 3 (HT fórum) já há uns dois anos e dentre os vários participantes mais da metade já se incomodou com os run flat, na grande maioria das vezes pelas péssimas condições das vias. Volto a repetir, não é um problema do pneu, mas do local onde ele é usado.

              • GPE

                E nem achei a 320i f30 um carro duro por causa dos runflats. Fico imaginando como seria seu rodar com um pneu comum (q é mais macio)

      • Andre Luiz Melo

        E já tive carros com pneus comuns , incluindo aro 13, com pneus com bolhas, estourados, rasgados, além de rodas de liga trincadas ou quebradas, roda de aço empenadas ou amassadas.
        Ande na faixa da direita da pedagiada SP 101 em pleno estado de São Paulo e verás o crime contra o automóvel.
        Não precisa ser run flat ou de perfil baixo, para ter o carro destruído

    • th!nk.t4nk

      Quando vi a foto ali em cima do banco sem regulagem elétrica no Compass, num carro dessa faixa de preço, deu até uma vergonha alheia da Jeep ter a cara-de-pau de oferecer isso. Olhando as fotos do acabamento, nota-se que é o interior de um modelo semi-popular. Só colocam um couro pra disfarçar mesmo.

      • Gran RS 78

        Discordo sobre o acabamento, que é muito bom, pois o painel é inteiro emborrachado, assim como as laterais de portas. O maior pecado mesmo foi não ter ajustes elétricos para o banco do passageiro e memória para o banco do motorista.

        • th!nk.t4nk

          Mas existe painel de plástico duro nessa faixa de preço? Se tiver, seria realmente o cúmulo.

          • Gran RS 78

            New Tucson, IX35 e Sportage utilizam painel sem soft touch.

            • Bruno Silva

              New Tucson e Sportage são emborrachados sim, somente ix35 usa plástico rígido.

              • Gran RS 78

                Vc está certo. Somente o IX35 possui painel de plástico duro.

        • Verdades sobre o mercado

          Ajuste elétrico para o passageiro até nem vejo tanta necessidade, mas memória devia ser obrigatório em banco elétrico. Se não tiver memória melhor nem ser elétrico.

    • Louis

      A maior vantagem que vejo no caso do Compass diesel talvez seja na menor desvalorização, ainda mais sendo diesel. Mas acho que nesta categoria de preço isso é assunto secundário.

      • Bruno Silva

        Nem isso. A X1 desvaloriza muito pouco, e o Compass por ter muitos pacotes e opcionais, acaba desvalorizando também (isso não é levado em conta na revenda).

        • Gran RS 78

          A X1 desvaloriza pouco? Comprei a minha usada por 125 mil em 2015 e vendi em 2018 por 78.500,00. Entreguei em uma concessionária em Campinas, que a mesma vendeu por 84 mil reais um mês depois. Era um S-drive 20i GP com teto solar panorâmico, branco pérola em excelente estado e com somente 41 mil Km. Muitas lojas me mandaram ofertas ridículas, e algumas nem ficavam com o carro.

          • Bruno Silva

            Você teve a geração anterior, não é parâmetro. A geração nova desvaloriza bem menos. Em 2016, uma X1 de entrada era vendida por exemplo por 159.950, um modelo usado mais barato a venda aqui no RJ por exemplo, tá 130mil, menos de 20% de desvalorização em quase 3 anos de uso, hoje o modelo semelhante tá 169mil.

            • Gran RS 78

              A geração nova foi lançada por 164 mil reais. Hj uma 2016, aqui no Estado de São Paulo vc acha por 124 mil reais, lembrando que esses preços são para a venda, portanto se vc for dar de entrada em uma concessionária, eles irão pagar muito menos que isso. Hj uma X1 Okm está sendo oferecida por 191 mil reais, preço completamente fora da realidade.

              • Bruno Silva

                X1 sempre foi vendida com algum desconto, chegou a ser vendida por 149.950. Aí a mais barata em ccs está 125mil, a desvalorização não é alta, na geração antiga podia ser, a nova não. Hoje a de 191mil é encontrada sempre por menos.

    • Charlis

      Não há o que comparar.
      Eu nem teria perdido meu tempo indo na Jeep.

      []s

  • Lucas086

    Prefiro o Compass diesel com o aro 18, a distância entre o pneu e o Para lama fica muito grande, sem falar que o pneu perfil muito baixo. E a avaliação retrata bem o carro, o carro é bom, na estrada andando em velocidade de cruzeiro se consegue excelentes consumo, e com os pneus certos, surpreende em uma trilha leve. Acabamento correto tbm, sem falar nos bônus e descontos que a Jeep concede.

  • João Senff

    Tivemos uma Compass longitude flex ficamos com ela 7 meses na mesma época um linea absolute a Compass fazia 5 a 7 km/l de gasólida no dia a dia e o Linea de 5 a 6 km/l no etanol . Com o aumento de combustível procuramos algo mais económico pegamos um 3008 Griffe Pack 2019 faz 10 km/l na cidade e absurdos 18km/l na estrada e um Ford ka SE 1.0 que faz 12km/l na cidade na gasolina e 23km/l na estrada sempre andando a 90 a 100 km/h. Foi as melhores troca que fizemos.

    • Raimundo A.

      Caro, você mora onde para conseguir médias tão altas, principalmente no Ka? Deve ser onde há mais de um acesso, sem trânsito, onde um é plano e o outro, para economizar, com longos declives usando o freio motor. Eu sei que o Ka é econômico, mas para ter esse nível, deve ser com ar desligado, só você e pisando no acelerador como se fosse uma pena.

      • João Senff

        Raimundo em ambos os carros usamos o ar condicionado o tempo todo inclusive a noite. O uso dos carros são em Curitiba no etanol o ka faz 7.7 km/l então uso ele apenas na gasolina no litoral catarinense ele faz 8.5 na gasolina mas aqui o transito não anda nunca. Mas em Curitiba faz tranquilo 11km/l . Sempre que saio de casa tento bater meu recorde de economia. Mas minha mulher em ambos os carros gasta mais que eu.

  • Tibúrcio

    Que texto controverso!
    “O carro é confortável, mas não é tão confortável assim”, “a ergonomia é muito boa, mas não é tão boa assim”, “o sistema não deixa a viagem cansativa, mas é meio cansativo”, “o acabamento é muito bom, mas nem tão bom assim” …
    Deu a entender que tinham que procurar o que reclamar nesse carro!
    Mesmo pegando resto de teste para avaliação!

  • Alvarenga

    Bom, a versão avaliada não é a mais indicada pra fora de estrada, basta ver os pneus que usa. Os danos mostrados parecem mais fruto de acidente do que de mau uso.

  • Bruno Silva

    Preço de X1 e Tiguan R-Line, nem em sonho trocaria essas duas por esse carros.

    • Gran RS 78

      Para quem quer um modelo a diesel, eles tbm não trocariam por nenhum desses que vc citou.

  • Cristiano

    Um jornalista amigo meu que já trabalhou para um jornal aqui da região no caderno sobre carros, disse que sempre cuidou dos carros que recebeu para avaliar, mas mesmo quando aconteceu um incidente, na época a fábrica não quis que ele pagasse o prejuízo, mesmo tendo assinado um termo de responsabilidade. Talvez por esse motivo uns e outros se sentem à vontade para abusar dos carros emprestados. O Limited não é o mais apropriado para off-road radical, embora, claro, pelas suas características deva suportar um esforço maior que outros SUV. Mesmo assim o erro nesse caso foi terem entregue o carro sem uma verificação prévia.

  • Mario

    Tenho um Longitude flex, com 14 mil km, usados na maioria em rodovias. Até agora o carro está ótimo, único problema é o alarme que vive disparando pelas madrugadas, e a css não conseguiu sana.

    • Itamar

      te falar que passei por isso por tres noites seguidas, fui ver era um inseto dentro do meu carro passando na frente do sensor.

      Mas acredito que o seu esteja assim faz tempo, não tem inseto que aguente rs.

  • TijucaBH

    Dois itens me chamaram bastante atenção:

    17 dias com o carro parado aguardando peça mesmo sendo um carro de frota imprensa da propria montadora??? MEU DEUS!! E se fosse um carro de um cliente “comum”, quanto tempo será que ele teria que esperar?

    Outra coisa é o que eu sempre falo, principalmente nos carros da BMW. Rodas exageradamente grandes são impraticáveis aqui no Brasil. Um Compass 4×4 com rodas aro 19 além de ficar feio, parecendo carro de rapper americano, ainda deixam os pneus muito sensíveis a buracos e até mesmo aqueles “brucutu” (tipo olho de gato maio) que fazem divisão de pista. Nao precisa ser aro 16 que nesse carro iria ficar muito pequeno, mas entre 17 e 18 polegadas já está de bom tamanho (variando de acordo com a versao) pois conciliam bem design conforto e resistencia a danos.

    • Racer

      Isto reflete o gosto mais pelo design do que pela função, que move a maioria dos consumidores. E as montadoras dão corda…. Rodas 17, dependendo do perfil do pneu…e olhe lá.

      • TijucaBH

        Acho que a 18 que vem na versão longitude ainda tá no limite pra esse carro. Particularmente eu acho feio sub com rodas enormes no melhor estilo hot wheels rsrs

        • Racer

          O problema é que o perfil do pneu reduz proporcionalmente ao aumento da roda…. Parece um rolinho de fita isolante mesmo. Qualquer carro minimamente apto a encarar uma estrada de terra (não é off-road), precisa de pneus um pouco mais altos.

      • D34D P00l

        Concordo com você, mas tem casos, como no Yaris, que o carro fica muito feio por causa das rodas pequenas.

        • Racer

          E o Yaris fica feio mesmo, é fato.

  • Racer

    “Essa história cheia de surpresas nos fez pensar sobre o uso adequado que um SUV deve ter. Mesmo sendo movido a diesel, e tendo tração 4×4, todos esses problemas foram ocasionados por uso severo, provavelmente em testes inadequados fora de estrada.”

    Primeiro: ter 4×4 não é o único atributo para ser um off-road. É um engano quem compra um carro com pneus de uso mais para cidade, achar que pode exagerar em entradas ruins. Um XC60 é tão 4×4 quanto um Renegade ou Compass, mas nem por isto acham que é para off-road.

    Segundo: os carros são extremamente mal trados por quem testa. Tem um guri com um canal no Youtube que fez um teste com um Renegade Diesel, cedido pela FCA….Estava dando um “pau” federal em uma estrada de terra, mostrando que não sabe nada do que “teoricamente” está testando e falando. Pedindo para arrebentar o carro e se acidentar.

    Vergonha é a ccs não ter as peças em estoque. Ficar parado por causa de pneus?

  • kravmaga

    Resumindo, um carro que mesmo com motor diesel torcido e tração integral não serve para uso off road, tem entre-eixos e espaço interno igual ou inferior ao de qualquer sedã médio, é caro, consome muito, usa pneus mais caros pelas dimensões deles e ainda tem seguro e manutenção mais caras por ser diesel.

    Sinceramente, não compraria esse carro. Para usar mais em estradas asfaltadas, qualquer sedã médio bem mais barato cumpre essa função melhor. E para uso off road mesmo, além de ter tração 4×4, tem que ser jipe ou picape com chassi.

  • Filipo

    Quase R$ 190.000,00 num Compass? Que loucura! Há tempos venho falando que a FCA no Brasil vem colocando o Compass a preço de Cherokee… Mas o povo segue comprando. Um veículo pequeno (4,41m), ainda que todo equipado, custar mais que uma Equinox Premier, Tiguan Allspace R-line e CR-V Touring, quando na verdade, esse espaço era pra estar sendo ocupado por seu irmão Cherokee, é bizarro.
    Mas “segue o jogo” na Banânia!

    • Gran RS 78

      Amigo, vc está comentando a respeito do Compass a Diesel, que no Brasil vc não compra nenhum suv similar nesse preço e com esses equipamentos do modelo testado pelo NA. Os Compass que mais vendem, são com motor flex, e custam entre 110 até 125 mil reais, preços menores que os principais concorrentes diretos.

    • Charlis

      Concordo 100%.
      Mas nem nos sonhos eu gastaria R$ 190 mil em uma Compass, rs.
      Da pra pegar uma Tiguan zero (126K) ou um belo de um sedan nessa faixa (Civic Touring ou Jetta R-Line), e ainda sobra mais de 60 mil reais, que da pra escolher um belo brinquedinho usado pro offroad.

      []s

  • ALAN_PR

    Essa versão não me agrada, muito cara.

    Tiguan 350 é muito mais negócio, motor de 220 cv, torque de 35,7 kgfm, poluí menos, anda mais e leva mais gente se necessário.

  • Piston head

    Dá até calafrio ver esses pneus num carro deste tipo. Esse interior não é compatível com a fortuna cobrada, não posso opinar sobre montagem ou coisa assim, mas a impressão a primeira vista é de coisa barata. Esse painel é super sem graça, putz. Acho o Renegade um projeto mais interessante, inclusive.

    • Guilherme Boing

      Também concordo que o painel é feio. Parece bagunçado, e o black piano em volta da central me pareceu bem pobre, destoou. A aparência dos couro dos bancos também achei péssima, dá a impressão de velho.

  • Elizangela Oliveira

    Park assist que precisa de 90cm a mais que o carro para fazer o serviço? Só pra quem é ruim de braço mesmo. Um sensor ou uma câmera inutilizam esse equipamento caro!

    • Fabio

      Não concordo. 90 cm a mais são 45 na frente e 45 atrás, espaço necessário para manobrar com tranquilidade.

    • Marcus

      Também imaginava que o software trabalhasse com uma margem inferior. Se for pra precisar de quase 1 metro em relação ao carro, qualquer sensorzinho de 200 “mirréis” resolve. O motorista precisará de menos espaço, mas ainda com boa segurança. No mais, tirando a questão da opção pela comodidade (que é super válida), quem não consegue manobrar com uma diferença de quase 1 metro em relação ao carro nem deveria ter conseguido tirar CNH. Não à toa vejo recorrentemente brações ralando carros alheios ao estacionarem.

  • Bruno

    Fiquei espantando com o consumo por ser a diesel. Meu Jetta TSI de 211 CV tem as mesmas médias. Sei que são categorias diferentes, mas já tive ranger e chegava a 16 na estrada e 11 na cidade .

    • Edson Fernandes

      Eles normalmente rodam em uma região com bastante sobe e desce. Certamente o Jetta teria um consumo inferior.

      Mas… o que vale é para ti. Se para ti é economico, melhor se manter e economizar dinheiro em pensar em comprar um carro a diesel.

  • Andre Quesada Santos

    Tenho percebido um declínio nas avaliações do NA. Esse carro é excelente, essa versão com essas rodas enormes são desconectas a proposta do projeto. Meu sogro faz uso de um Compass Trailhawk onde reside, no oeste bahiano e o carro responde muito bem. Para quem sabe dirigir direito chega a fazer quase 1.000 km com um tanque de combustível. Sinceramente esperava mais dessa matéria. Não vamos deixar acontecer aqui no NA o que aconteceu com a publicação de carros da editora Abril.

  • Vandeilson Pontes

    Este carro é um sucesso de vendas e ninguém pode duvidar disto, fato. Eu entendo que se o carro realmente fosse tão ruim assim como muitos dizem, ele já teria sido descontinuado pela Jeep. Se vende bem é porque o projeto é bom. Hoje em dia os carros vem de uma linha de montagem, sempre vai ter o sortudo que vai pegar o premiado, não tem como fugir desta regra.

  • Guilherme Boing

    Por esse preço, o Tigual AllSpace R-Line é muito mais jogo. O espaço interno nem se compara, teto solar é R$4.000,00 contra os R$8.700,00 do Compass e ainda é 7 lugares. Mesmo na configuração de 5 lugares, há muito espaço para quem vai atrás.

  • Ricardo

    Para que tantas fotos!?

  • Natán Barreto

    Não tem motor diesel q justifique quase 200 mil reais nesse carro. Nessa faixa de preço tem Tiguan, Equinox e até Peugeot 4008 com muita tecnologia e motores turbo a gasolina que são até mais evoluções e potentes que esse diesel e até 7 lugares.

    Deixa o brasileiro ser trouxa mesmo. Tão fazendo com a Jeep a mesma coisa q fizeram com a Hyundai. Exaltaram e transformaram em luxo acessível pros emergentes tal qual Tucson e IX35.
    Aqui na Barra da Tijuca só se vê Compass

    • Guilherme Boing

      Nessa faixa de preço, tem o 5008. Nada justifica a compra de um Compass de 200 mil, na minha opinião. Outra coisa que eu não gosto no compass, é a aparência dos bancos… pelo menos pra mim, parecem velhos.

  • CezarR

    O que para mim um Crossover 4×4 (awd) deve ser capaz de oferecer? Deve ser capaz de transitar com certa tranquilidade em estradas de terra batida com seus problemas usuais, deve ser capaz de dar aderência nessas estradas quando molhadas, suplantando eventuais atoleiros leves, deve ainda ser capaz de vencer trechos íngremes de terra, enfim, um fora de estrada leve, capaz de levar seu proprietário a uma chácara ou sítio. Nesse sentido, tenho dúvidas da efetividade do Compass e tenho uma outlander 4×4 que me atende. Note-se, porém, que os pneus da minha Outlander são os mesmos Goodyear do Compass e apresentam os mesmos problemas.

  • André

    Quem viajou no banco de trás (fizemos algumas viagens com o carro cheio) também achou o Jeep Compass apenas razoável em conforto. É claro que a maioria dos carros só acomoda 4 adultos e 1 criança, mas o desconforto citado era em relação ao banco em si, não apenas ao espaço lateral.

    A minha sensação sobre isso é que o encosto traseiro do Compass é um tanto vertical demais, gerando certo desconforto especialmente em viagens. Os bancos do Creta, por exemplo, são mais inclinados para trás e isso agrega conforto, na minha opinião. Além disso, os pontos de fixação dos bancos dianteiros do Compass são um pouco invasivos, reduzindo o espaço para os pés de quem vai atrás.

  • Andre Venezuela

    Tenho a versão flex Night Eagle, há um pouco mais de 4 meses, e de tecnologia o carro realmente é bacana.
    Os problemas ficam por conta do motor fraco (que dá raiva), principalmente com gasolina e ar ligado. O carro falta chorar quando se tenta acelerar.
    Não ter banco elétrico é horrível pra quem é alto (1,89 no meu caso), e minha esposa tem 1,60. Ter que “punhetar” (desculpa a palavra) o banco TODAS as vezes me dá vontade de descer do carro e ir a pé.
    Outra ponto muito negativo é o fato, citado na matéria, da concessionária não ter peças de reparo. Estou a 2 meses esperando uma simples
    borda de farol de neblina. Que na minha versão é “piano black”.
    Tô com muito receio de quando for fazer a primeira revisão e ter que ficar 20 ou mais dias sem o carro, por falta de algo.
    Enfim, comprar o carro me deu arrependimento. Faça muita pesquisa e só compre com 100% de certeza do que está fazendo.

  • David Almeida

    Eu tenho um, desse mesmo modelo, com 8.500km rodados. Não vale a pena pagar 190 mil no carro, no meu caso paguei 140 na época, pois foi pelo PCD. Dos concorrentes, andei nos Q3 e 3008, Tiguan não tinha sido lançado. Gostei muito do 3008, mas a concessionária não ajudou, eram intransigíveis na negociação e me trataram com desdém, avaliaram meu carro para dar de entrada, na época, por 70 mil e a Jeep ofereceu 90. O Q3 era muito simples, a versão inicial custava 140 mil e não tinha nem saídas de ar traseiras. Acredito que o grupo FCA está fazendo é: vendas diretas. Os descontos são altos para pessoas jurídicas, PCD e produtores rurais e por este motivo colocam os preços lá em cima. Até agora o único estresse é um barulhinho que faz na coluna A do lado do motorista quando o carro está “frio”, pois quando deixo no sol o barulho desaparece. A CCS foi bem prestativa. Dito isto, nada a reclamar do Compass.

    • Renato Dias

      A Peugeot sempre foi péssima em negociação. Sinceramente, não sei o que ainda fazem aqui no Brasil. Depois de 2 carros da marca parti para a Jeep.

  • CanalhaRS

    Fica a impressão de ser um bom carro, mas que não vale nem perto do que pedem.

  • JFaria

    Algumas coisas me chamaram atenção…

    – Perfil de pneu muito baixo para um carro desse tamanho.

    – Carro top de linha sem pedaleiras de alumínio ?

    – Porta luvas muito mal projetado, sem locais comuns como: porta latas, porta caneta e outros nichos para guardar o que seja.

  • Edson Fernandes

    Mas aqui existe uma escassez de produtos a diesel que ele oferta. Talvez isso seja um forte apelo a economia de combustivel.

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