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Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

 

Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo


Os fabricantes de automóveis franceses sempre se uniram para fazer determinados produtos a fim de atender os requisitos de seu mercado automotivo ou do europeu. Isso também significa que alguns projetos alcancem êxito dentro e fora das fronteiras nacionais e destaque a indústria do país no cenário internacional.

A PSA Peugeot Citroën é um dos exemplos, pois o outro logicamente é a Renault. A fabricante francesa tem um renome internacional em termos de desenvolvimento de motor e na atualidade, seu nome – no caso da Peugeot – está intimamente ligado a alguns motores de marcas famosas, em especial com o uso de óleo diesel.

Recentemente, um motor que se destacou no cenário europeu por sua eficiência e tecnologia. Este é chamado internamente de EB, mas é comercialmente conhecido como PureTech. Trata-se de um motor de três cilindros com bloco e cabeçote de alumínio, que a PSA introduziu na gama de produtos da Peugeot, Citroën, DS e mais recentemente nas anglo-saxônicas Opel e Vauxhall.


Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

Família EB

A família de motores EB da Peugeot Citroën é composta basicamente por quatro motores, embora com duas cilindradas, mas sempre com três cilindros e tendo como características principais o baixo consumo de combustível, emissão de poluentes reduzida, boa performance e ótimo torque em baixas rotações.

A primeira versão é PureTech 68, sendo essa 1.0 litro (999 cm3) de 68 cavalos a 6.000 rpm e 9,7 kgfm a 3.000 rpm. Essa variante tem baixa emissão de CO2, inferior a 100 g/km e é oferecida em alguns modelos do grupo. A PSA poderia ter turbinado essa variante, mas a decisão foi pela versão de volume maior, a PureTech 82. Esta, por sua vez, apresenta volume de 1.199 cm3 e na versão de aspiração natural, tal como o 1.0, ela entrega 82 cavalos a 5.750 rpm e 12 kgfm a apenas 2.750 rpm.

O PureTech com 1.2 litro é oferecido também no Brasil, onde recebeu tecnologia flex com injeção indireta de combustível dotada de pré-aquecimento do etanol, facilitando assim a partida em dias frios. Na calibração para nossa gasolina (E27) e etanol (E100), o propulsor de três cilindros ganhou mais potência e torque, passando a ter 84 cavalos e 12,2 kgfm com gasolina, mas sem alteração na rotação de potência máxima, que continua em 5.750 rpm.

Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

Já o torque máximo continua sendo atingido a 2.750 rpm. Com exceção do motor EA111 1.6 8V da Volkswagen, o PSA PureTech 1.2 Flex é o motor aspirado pequeno que atinge seu pico de torque máximo em menor rotação. Com etanol, a potência sobe para 90 cavalos e o torque atinge 13 kgfm. Aqui, o motor equipa os modelos Peugeot 208 e Citroën C3, alcançando elevado nível de eficiência energética.

Tanto na Europa, quanto aqui, esse motor tem se mostrado promissor e vem recebendo diversas premiações por conta disso. O PSA PureTech possui o título de “Motor do Ano” na Europa, na categoria entre 1.0 e 1.4 litro, vencendo em 2015, 2016 e 2017. Mas, os prêmios não são referentes apenas aos motores aspirados da família EB. Os outros dois são turbinados e levam boa parte do crédito.

Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

PureTech Turbo

Centrado apenas no volume de 1.199 cm3, o PureTech Turbo possui duas versões de potência e torque, ambas com turbocompressor, injeção direta de combustível e intercooler. A missão do pequeno é substituir os longevos motores EC5 e EC8, sendo primeiro 1.6 – oferecido aqui nos modelos 208, 2008, C3, Aircross, Partner e Berlingo. O segundo é 1.8 de 136 cavalos, não vendido aqui. Os dois fazem parte da velha família TU, que está saindo de cena.

Como um bom complemento ao motor Prince, mais conhecido como THP, o PureTech Turbo chama atenção por ter alto torque em baixa rotação, além de performance de motor grande, mas com consumo de motor de entrada. No PureTech 110, o 1.2 turbinado oferece 110 cavalos a 5.500 rpm e 20,8 kgfm a 1.500 rpm. A outra versão é a PureTech 130, que naturalmente tem 130 cavalos a 5.500 rpm e 23,4 kgfm a 1.750 rpm. Ambos possuem versões com Start&Stop, que é o sistema de desligamento automático do motor com o carro parado e engatado.

Ambos já atendem as normas Euro 6 e podem receber transmissões manuais de cinco ou seis marchas, além de automáticas com seis ou oito velocidades. A dupla é um pouco mais fraca que os motores que estão substituindo, mas isso é apenas em potência (6 cavalos para 1.6 e 1.8), mas a força disponível em baixa chega a superar o motor 2.0 usado anteriormente pela Peugeot, bem como a faixa de força plana que permite manter a carga máxima em um regime de rotação bem amplo, garantindo assim mais conforto ao dirigir e performance superior aos motores EC que estão saindo.

Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

Usado na Europa e na China, o PureTech Turbo só falta chegar ao Brasil, onde se espera que equipe o Citroën C4 Cactus, que chega ao país nos próximos meses. Mesmo na versão de 110 cavalos, o rendimento é muito superior ao 1.6 de até 118 cavalos e dará ao crossover o melhor de dois mundos: performance e economia.

Tudo isso com baixa emissão de poluentes. Também se espera que tenha tecnologia flex e que mais adiante equipe também o Peugeot 2008, assim como o 208 e Aircross. Na Europa, o PureTech Turbo é usado até em modelos médios, mas isso não deve acontecer aqui por conta do Prince THP. Na China, o motor entrega 136 cavalos e é chamado de THP, embora não pertença à família Prince. O mesmo ocorre com a atualização deste para o novíssimo 508, sendo chamadas as versões de 180 e 225 cavalos de PureTech.

Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

 

Veja na lista abaixo, alguns modelos que recebem o motor PureTech:

Peugeot

  • Peugeot 108 1.0 68 cv
  • Peugeot 208 1.0 68 cv – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv
  • Peugeot 2008 – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Peugeot 301 – 1.2 82 cv
  • Peugeot 308 – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Peugeot 3008 – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Peugeot 408 – 1.2 130 cv (China)
  • Peugeot 5008 – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv

Citroën

  • Citroën C1 – 1.0 68 cv
  • Citroën C3 – 1.0 68 cv – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv
  • Citroën C3 Aircross – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Citroën C4 Cactus – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Citroën C4 Picasso – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Citroën Grand C4 Picasso – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Citroën C4L – 1.2 130 cv (China)
  • Citroën C-Elysée – 1.2 82 cv

DS 

  • DS 3 – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • DS 4 – 1.2 130 cv
  • DS 4S – 1.2 136 cv (China)
  • DS 4LS – 1.2 136 cv (China)

Opel/Vauxhall 

  • Opel/Vauxhall Crossland X – 1.2 82 cv – 1.2 110 cv – 1.2 130 cv
  • Opel/Vauxhall Grandland X – 1.2 130 cv

Motor Peugeot PureTech 1.2 turbo

Futuro

Produzido pela Française de Mécanique, empresa local que produz motores para a PSA desde os anos 70, mas que também faz os motores Energy da Renault, situada em Douvrin, o PureTech também é produzido em Trémery, o que se deu bem recentemente. Fora da Europa, apenas Xiang Yang, na China, faz o propulsor. A demanda é alta e espera-se que atinja um milhão de unidades fabricadas até 2019. Ao lado do Prince (EP), a família EB compõe hoje a espinha dorsal em termos de motorização a gasolina da PSA.

Em realidade, as duas famílias sustentarão a gama híbrida futura, visto que a PSA abandonou a evolução dos motores diesel BlueHDi. O PureTech será fundamental não só na Europa, mas no Mercosul, equipando a nova geração de carros da Peugeot e Citroën na região. Por ora, a empresa francesa não estendeu o turbo para seu motor de 82 cavalos, mas pode faze-lo se as metas de emissão não forem alcançadas.

Da mesma forma, seguindo o caminho de sua conterrânea Renault, a PSA pode gerar até uma versão mais potente do EB, que poderia alcançar 160 cavalos ou pouco mais para substituir o 1.6 THP de 165 cavalos. Ou seja, haveria um 1.2 PureTech Turbo bem mais potente, mas a mudança poderia gerar um aumento necessário de volume, chegando a 1.3 talvez. Por ora, o Prince continua atuando de 125 a 275 cavalos.

 

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62 Comentários

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  • Os motores evoluem, nossos mecânicos continuam “arranca e fuça”.
    Devem ser poucos os aptos a dar manutenção nesses motores turbo.

    Lembro começo dos anos 2000 poucos sabiam dar manutenção correta nos cabeçotes 16V, e ainda hoje muitos não fazem direito

    • está certo, o carro é bom, o motor melhor ainda, e quando vem para o brasil as pessoas falam que não presta, ai quando voce vai ver é o cara que se diz mecanico e nunca tenta se atualizar só sabe mexer em motor de fusca e etc.

        • concordo, e trazer um motor novo com muita tecnologia para o brasil ,significa quem tem dinheiro vai fazer a manutenção corretamente, e os que não tem irão levar para o zé da esquina fuçar e vai gastar o dobro. Brasileiro tem que aprender a entender melhor as coisas no geral, tem muitas pessoas que são ignorantes que tem por exemplo um manual de instrução ou no proprio objeto está escrito a função por exemplo,mas ele tem a preguiça de ler e sempre vai perguntar para o outro

        • Fora que motores com tecnologia diferenciada começam a sofrer é na mão dos próprios donos, vide: Marea, Gol 16v, Tempra e tantos outros. Não cuidam do carro e depois que estraga começam a canibalizar, como nos Gol em que o turbo-compressor era jogado fora. Além de que depois que o carro sai da mão do primeiro dono geralmente é adquirido por unha de fome que não consegue bancar o carro, aí a desgraça é certa.

          Presencio toda hora gente chegando na oficina e chorando valor de M.O e peças. Hoje em dia quem mora em grandes centros não passa dificuldade pra manter o carro que for, basta 5min de pesquisa na net e cascalho.

          A questão da mão de obra é válida. É um mercado sem muita regra pra adentrar, o que deveria ser obrigatório é uma formação técnica, ou prova de proficiência, e todos os profissionais terem seu registro junto aos Crea’s, tudo funcionando conforme as regras da ABNT, com fiscalização, é um sonho que eu tenho. Já vi muita cagada monumental, afinal qualquer um pode se auto intitular mecânico automotivo, diferentemente do ramo da manutenção aeronáutica, onde há regras.

          • Tem, verdade ou não, uma versão que reza que no Marea houve erro da própria Fiat na recomendação de manutenção, no concernente a quilometragem.

            Mas de resto é por aí, cabeçotes quatro-válvulas e motores turbo sofrem na falta generalizada de atualização na qualificação nas oficinas do país, sem falar na sofrível qualidade do combustível brasileiro.

            Não por acaso as css cobram valores extorsivos nas manutenções mesmo quando dentro dos prazos..

  • Tenho um 308 1.6 aspirado e gosto bastante do carro.
    O ponto negativo fica por conta do peso do carro e o torque não ser condizente.
    Apesar de ser um modelo já cansado, espero muito que a Peugeot introduza esse 1.2 turbo no atual 308, onde se beneficiaria com mais torque e claro melhor consumo.
    Quanto as críticas de carros franceses, não tenho do que reclamar do meu 308. Não ganho nada de nenhuma marca mas comparado a carros da Ford e Fiat que já tive, o Peugeot me surpreendeu na qualidade do carro, tanto em acabamento quando na mecânica.
    80 mil km e nunca tive problemas.

    • Meu amigo, bom ver um legitimo dono dando seu real depoimento quanto a satisfação pelo carro. Quem critica francês é que não teve e vive naquela de ouvi falar, claro que teve sim alguns casos ruins e tal, mas hoje estes carros não estão aquém do que temos no cenário nacional automotivo, fui por muitos anos dono de um PSA sem surpresas ingratas e pertento voltar logo!

    • Pug e citroen os carros são bons, os brasileiros e mecânicos que não, o povo critica carro que nao tem, os mecânicos não se especializam e falam que o carro é importado e que não mexe com carro assim. Os carros são bons sim

    • Também tenho um 308, mas o THP. Não tenho do que reclamar. Já tive um 206 SW (meu primeiro carro), Corolla e Fox. Este último, de longe, a pior coisa que já fiz na vida foi comprá-lo.

    • Vou mais longe. Tenho aqui em casa, uma 206 SW Feline AT, ano 2008 que possui 90000 km. Possui todos opcionais e se encontra em perfeitas condições, seu ferramental e estepe nunca foram usados e a mantenho com troca de óleo dentro da norma e sempre trocando óleo, filtro de óleo, filtro de combustível e do ar condicionado ( uma diferença de preço tão boba que compensa), mania que tenho e que nos nossos dois carros nunca tiveram quaisquer problemas de injeção ( tenho um Polo Sedan 2008 com 120000 km no mesmo estado). Suas revisões foram feitas até 50000 km nas CSS Peugeot daqui do Rio (várias) e nunca tive problemas no atendimento e tão pouco nos serviços prestados e depois disso num mecânico de confiança. Seu interior mais parece de um carro 2015, impecável. Antes dela, tive um C3 2006, que também não me deu nenhum problema e foi vendido com 50000 km. Carro precisa de dono, apenas isso…

    • Tive um 308 2.0 manual Allure com teto, ar digital e bancos de couros fora os demais mimos da época. Comprado em 2013 com 7mil km ficou em minhas mãos até os 73mil km. E não tive nem uma dor de cabeça. Cara andava muito, era um pouco mais duro por conta do aro 17 e suspensão estilo Peugeot, mas o problema não é o carro. E sim nossas ruas porcas mesmo. Ponto um pouco negativo, motor consumia mesmo, mas nada fora da realidade de um 2.0 16v. E comparado aos seus concorrentes na época, não perdia em nada, bem pelo contrário. Toda via fui proprietário de um 307 1.6 pack completão (meu melhor carro até hoje) onde era potente pra época e pro modelo assim como super econômico e novamente comparado a concorrência era superior nos itens dele, foi só alegrias também. Tive dois audi a3 turbo, um manual e outro automatico. Só me deram dor de cabeça. E hoje tenho um a3 1.8 aspirado e manual completooo onde peguei na troca do 308. Por hora to feliz com ele sem me incomodar e excelente carro pra ser 2003 com custo baixíssimo. Mas to analisando uma troca pra algo mais atual. Porém tá difícil hoje em dia nosso mercado… Mas tenho a maior vontade de comprar um 308 THP

      • Nos vizinhos onde, comparando com o Brasil, há m.o. relativamente preparada e gasolina superior, são Uruguai, Argentina, Chile.

        Não por acaso, sem estigmas, os PSA são muito bem aceitos nesses países.

    • Boa tarde amigo. Também possuo um 308 com motor THP a Gasolina há 4 anos e também não tenho o que reclamar dele, possui ótimo acabamento, carro fora da média dos nacionais e o Motor THP, maravilhoso!!! Pena que nossa gasolina, com 27% de álcool, não ajuda muito.. Enfim, só alegrias com ele. Esse motores Pure Tech são muito bons, são um pequeno grande motor. Espero que a PSA atualize seus modelo com essa gama de motores.

  • Temos um 208 1.2 em casa. Pena que não consigo mandar foto, mas uma das medições do computador de bordo ficou sem zerar por 1400 km. Consumo médio de 11,2 de etanol (uns 30% estrada, o resto cidade). Fora que ele é bem esperto de baixa rotação, comparado ao Ka 3 cilindros.

    • Tive um 1.2 e fazia na cidade 13 km/l na gasolina, sem muito esforço (ar ligado e sem economizar no acelerador). O desempenho também era satisfatório. Queria muito ver o PureTech turbo aqui no brasil.

      • Tenho um DS3 e eu faço a média de 14 a 15km/l em trecho misto com transito moderado (30% cidade e 70% estrada). Com transito pesado (pois moro em São Paulo e a “estrada” que me refiro é a Marginal Tiete e um trecho da Castelo Branco até Alphaville) cheguei a fazer 12km/l.

        Isso que eu não tenho o pé leve e não resisto a uma aceleradinha ou outra no bichinho que, por sinal, anda muito com esse motor THP e a caixa de cambio manual de 6 marchas.

      • Fiquei com um Peugeot 208 1.2 Puretech por uma semana. Eu conseguia médias de 15km/l na cidade de forma fácil, enquanto eu fazia 14 a 14,5km/l no meu Up! TSI. O 208 era bem acordado e tinha um consumo excelente, se mostrando um ótimo City-car. Eu só imaginava como seria o 208 com o Puretech 130.

    • Mais uma prova do quão desatualizada é segmentaçao de imposto no Brasil. Um motor 1.2 que consome menos que um 1.0, mas ainda assim o governo taxa mais. Pra um país com relevo tão acidentado, o mínimo deveria ser entre 1.2-1.4 litro mesmo.

    • Não tem 1.0 que ande junto a esse motor, o torque dele maior e disponível já em baixa faz toda a diferença, se você dirigir e ninguém dizer que tipo de motor que está no cofre ele te passa a impressão de ser um motor maior, algo como 1.4 ou 1.5, tanto é que em comparativos a diferença pro 1.5 que substituiu é quase nula, é sem dúvida um ótimo motor e que este tipo de cilindrada 1.2/1.3 deveria ser incentivada ao invés de taxarem por cilindrada como fazem, é muito mais seguro e prazeroso de dirigir um motorzinho pequeno e disposto como ele.

  • Do jeito que coisa vai nos preços de combustível jaja o consumo ficará no TOP dos itens de compra de um carro.

    Eu rodo em média 15.000 km por ano… vou arredondar pra 10 km/litro já que rodo muito em SP Capital.
    10km/l = 1.500 litros por ano / ou R$ 5.700,00 (Gasolina a R$ 3,80)
    12km/l = 1.250 litros por ano / ou R$ 4.750,00 (Gasolina a R$ 3,80)
    13km/l = 1.153 litros por ano / ou R$ 4.381,00 (Gasolina a R$ 3,80)

    Ou seja, se eu trocar meu carro de 10km/l por um de 13km/l, economizarei R$ 1.300,00 ao ano ou R$ 7.800,00 em 6 anos, tempo que pretendo ficar com meus carros em média.

    E quanto mais cara a gasolina, mais pesa essa conta…
    É algo a se levar em conta com certeza!

    • Aqui em Brasília a gasolina mais barata é R$ 4,30. E rodo mais ou menos o mesmo que você. Ou seja, preciso ver isso com urgência na próxima troca de carro.

    • Eu já usei motores antigos 1.6, 1.8, 2.0, tive ate um 1.0 das antigas (Corsa efi), estou usando 1.0 atuais, e afirmo; se não aparecer um motor médio com consumo excepcional, prefiro continuar nos 1.0.

  • Em minha opinião o C4 Cactus não chega com esse 1.2 Turbo infelizmente. Porém se fosse lançado com 1.2T seria excelente para mexer no mercado daria um folego a mais principalmente nos modelos atuais da PSA aqui no BR.

    • Inicialmente, o 1.2 PureTech era importado segundo a PSA daqui. Não sei se já o fazem e sabem que sua variante turbo seria interessante, mas alegam investimentos altos para tornar flex, legislação ambiental que precisa de melhor definição, contexto da concorrência, etc.
      Outra é que tem o 1.6 aspirado flex a custo menor. Então, ao meu ver, para reduzir custos, o 1.2 T só faria sentido se fosse para substituir o 1.6 aspirado, porque nos médios o bloco 1.6 THP virou padrão.
      Baseando apenas na concorrência, muitos veículos continuam usando motores aspirados, então neste ponto não haveria motivos para ter o 1.2 T.
      Por fim, ainda pesa no caso da PSA, certa rejeição dos consumidores por produtos de origem francesa. Ter o 1.2 T aqui seria um destaque para consumidores afins dessa origem e outros não apegados a marcas, o que parece ser uma fatia pequena. Por se tratar de Mercosul, também analisar os mercados vizinhos sobre a receptividade, melhor que a daqui.

    • Ajustando as versões, equipando o carro e colocando o 1.2 Turbo com o AT6, venderia muito bem. Mas a Gestão da PSA no Brasil é pior que a JAC. Diretoria e CEO péssimos.

  • Bem tenho um 208 com o 1.2 e acho ele apenas OK o meu anda 90% em cidade e não faz as médias divulgadas o meu faz uns 10km/l no Etanol em transito baixo ou moderado se pegar muito transito faz 8km/l a 9km/l; na gasolina nunca passou dos 12km/l e acho que ele não esta 100% adaptado a nossa Mijolina pois ele soluça e tem dificuldade de ligar as vezes principalmente de manhã, já testei diversas gasolinas e postos e nada (todas ruins).

    Sei lá andando com ele no dia a dia pegando subidas, pegando rodovias da a sensação que o motor é subdimensionado para o carro, que ele é muito grande e pesado para esse motor ele é maior que o Punto que eu tinha anteriormente (sobra menos espaço na garagem e preciso fazer mais manobras para colocar ele).

    Outro ponto a se destacar que de fato ele tem a arrancada em 1º marcha “bem forte” porém devido ao escalvamento é só isso ele da um “tranco” na saída e depois a força some isso torna ele pouco prazeroso de dirigir, muito menos confortável principalmente na cidade onde tem muitos farol, buraco, ruas estreias e o anda e para é constante ai você está parado precisa andar só um pouco e se não controlar bem a embreagem ele da um belo tranco em todos que estão dentro balançam igual gado; ainda sobre o cambio (sei que o foco é o motor) ele é bem ruim e impreciso, raspa marchas o tempo todo a ré é sempre.

        • Não tem nada a ver o motor do meu que é um sandero sce 1.0, mas o consumo do carro depende muito de vários fatores mesmo. No começo nunca cheguei a passar dos 11.5 km/l na cidade longe dos 14.2 km/l divulgados pelo inmetro na gasolina, depois comecei a pegar o jeito de dirigir ele e comecei a andar bem na maciota na cidade mesmo com trânsito não deixando o giro passar dos 2.500 nas trocas. Começou a passar dos 14 km/l, e no auge cheguei a 14.7 km/l na cidade dosando o ar condicionado. Esses motores 3 cilindros tem que pegar bem o jeito pra tirar o melhor consumo.

          • Eu tenho muito cuidado com as coisas, carros principalmente, já viajei com parentes dirigindo tranquilo e carro fazendo 10/11 kml, voltava dirigindo e fazia 13/14 kml, e olha que na minha família tenho fama de pé pesado! O Sandero tem indicador de troca de marcha, isso ajuda muito a economizar pois otimiza as trocas de marcha.

    • Quanto ao motor acho excelente, consigo médias altas, mas tem que conter o giro alto e arrancadas. Só não me acostumei ainda com a falta de torque abaixo dos 2.000 giros, pois antes tinha um 1.6 16v 4c. O meu câmbio arranhava as vezes a segunda e a ré. Reclamei na revisão dos 30.000 e trocaram quase todos os componentes da caixa (segundo a Peugeot). Mudou bastante, para melhor.

    • Não tem nada a ver o motor do meu que é um sandero sce 1.0, mas o consumo do carro depende muito de vários fatores mesmo. No começo nunca cheguei a passar dos 11.5 km/l na cidade longe dos 14.2 km/l divulgados pelo inmetro na gasolina, depois comecei a pegar o jeito de dirigir ele e comecei a andar bem na maciota na cidade mesmo com trânsito não deixando o giro passar dos 2.500 nas trocas. Começou a passar dos 14 km/l, e no auge cheguei a 14.7 km/l na cidade dosando o ar condicionado. Esses motores 3 cilindros tem que pegar bem o jeito pra tirar o melhor consumo..

    • Com todo o respeito, tenho a impressão de que você não se acostumou a lidar com o carro. Também tenho um 208 1.2, e confirmo as engasgadas por volta de 2.800 rpm (depois dos 10.000 ficaram bem raras e quase imperceptíveis, quando acontecem). O motor não emociona, mas é competente pra estrada e cidade (claro que pede reduções pra ultrapassar, ou em subidas muito íngremes), mas acho que está bem dimensionado. A sobre-força na arrancada em 1a. é devido a um atuador eletrônico que eleva a rotação (dos 850~900 da inércia) pra 1.200 rpm, proporcionando uma saída melhor. Não sei qual carro você dirigia antes, mas tive dificuldade no início de me adaptar da GM (Celta/Cobalt) pra PSA. A embreagem do Celta é bem curta, e a do 208 bem longa, mas depois que peguei o jeito, nada de trancos em situações normais, nem raspar a ré (essa é chata mesmo, demorei pra pegar). Mas é isso, o câmbio é bem diferente (não é justo), mas nada que impeça um bom uso do leão.

  • Na ótica de muitos aqui, a marca está errada ao por um 1.2T de apenas 110cv nos SUVs 3008 e 5008 e nas minivans C4 Picasso e Grand Picasso. Teriam que ter, no mínimo, 160cv, ou seja, o 1.6 THP que é ofertado nos citados ao virem para cá.
    Depois tem gente falando que o Renegade 1.8 é manco. Tá achando ruim, compra com o 1.6 E-torQ vendido no Reino Unido.

  • Tive um 208 Allure com Teto e Multimidea peguei o carro com 17000 2014 cheirando a novo, faia todas as manutenções em dia com 70000 fui obrigado a vender começou a se desfazer, infelizmente pra mim Peugeot não deu, antes tinha um C4 Pallas mesma situação , ja antes dele tive 2 Meganes Gran Tour sem problemas algum so alegria, enfim pra mim PSA so dor de cabeça , Renault so alegrias .

  • Mas a qualidade e confiança no nacional é a msma q no europeu?
    Motores franceses tem um certo histórico de motores problemáticos e custosos no reparo,e na falta de pecas de reposição.

  • Lembrando que são tendências de downsizing e não “esportivos” ouviram “manolos”????? O dia que pararem de esmerilhar UP TSi e Golf 1.4 TSI vai valer a pena investir em um modelo desses usado.. eu teria facil um Puretech desses em uma 2008

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