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Polo e Virtus ganham versão Sense para PCD a partir de R$ 69.990

Polo e Virtus ganham versão Sense para PCD a partir de R$ 69.990

A Volkswagen lançou uma versão específica para clientes PCD, a Sense. Ela estará disponível nos modelos Polo e Virtus a partir de fevereiro por R$ 69.990, valor que fica dentro do limite legal de R$ 70.000, onde a isenção fiscal é integral para este segmento, o que inclui ICMS, IPVA, IPI e rodízio em São Paulo. Segundo a VW, as vendas para consumidores portadores de deficiência cresceram 318% em 2018.


Apesar da versão ser a mesma, Polo e Virtus Sense apresentam motorização diferente. O Polo Sense 200 TSI tem motor EA211 1.0 TSI Flex com 116 cavalos na gasolina e 128 cavalos no etanol, ambos com 20,4 kgfm a partir de 2.000 rpm. O câmbio é automático de seis marchas com sistema Tiptronic.

Já o Virtus Sense MSI tem motor EA211 1.6 16V Flex com 110 cavalos e 15,8 kgfm com gasolina ou 117 cavalos e 16,5 kgfm no etanol. Porém, a Volkswagen divulgou em sua nota que a potência do mesmo chega até 120 cavalos. O câmbio também é automático de seis marchas.

Polo e Virtus ganham versão Sense para PCD a partir de R$ 69.990


De série os Polo e Virtus Sense vem com ar-condicionado, direção elétrica, vidros (one touch) e travas elétricas nas quatro portas, luzes de leitura dianteiras e traseiras, chave canivete com controle remoto, USB, suporte para celular com USB, multimídia Composition Touch com tela de 6,5 polegadas e sistemas Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink.

Além disso, a dupla carrega também controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, bloqueio eletrônico do diferencial, retrovisores com ajustes elétricos e tilt down, rodas de aço aro 15 polegadas com calotas, sensor de estacionamento traseiro, faróis de dupla parábola, entre outros.

Segundo a marca, os modelos Polo, o Fox e o Virtus foram os mais vendidos da VW nesse segmento, que se espera ter presença marcante dos modelos Gol (vice-líder de mercado em novembro) e Voyage, que agora dispõem do mesmo câmbio automático de seis marchas.

Polo e Virtus ganham versão Sense para PCD a partir de R$ 69.990
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Domenico Monteleone

    Se entendi bem no caso do Polo é a versão de entrada com motor TSI, já o Virtus me parece meio sem sentido, já que nada mais que é o MSI com outro nome. Ou também podemos esperar um belo aumentos para as outras versões em breve.

    • Faheina

      Alguém vai ter de pagar a conta

    • Roberto

      Claro que vai aumentar os preços, assim como foi feito com argo, alguém tem que pagar a conta pro governo das vendas pcd ne

  • Djalma

    Não dá para entender certas coisas que a VW faz.

  • O que deve existir de Lobby das montadoras para aumentar esse limite para uns R$100.000,00 não deve ser brincadeira.

    • Henrique Gouveia

      Anos de Lobby e ainda não conseguiram aumentar nada. Acho que realmente não tem o Lobby não.

    • SDS SP

      Daqui alguns anos, com 70k você mal vai conseguir comprar um Kwid com kit dignidade.

      • Roberto

        o cadeirante tudo bem, precisa de uma doblo ou de outro carro pra adaptar a cadeira de rodas, ja pra o resto o kwid ja estava de bom tamanho, ja que é apenas para locomoção

        • SDS SP

          Na verdade, o meu objetivo no comentário é indicar que à inflação vai corroer esse valor, daqui alguns anos não vai dar para comprar nada.

        • Danilo

          Aham, fala isso pra um cadeirante, ao invés de ficar digitando besteira! Kwid não cabe nem a roda da cadeira.

        • Enzo Giallonardo

          Você com certeza não é PCD nem tem pai, mãe ou irmão PCD e muito menos tem um Kwid, pra falar uma besteira dessas, já tentou colocar uma cadeira de rodas num Kwid?

    • Roberto

      Eles não quiseram aumentar o valor e sim aumentar as vendas, aumentou as doenças que tem direito e até não condutores obteve o direito.

      • Henrique Gouveia

        Tenho um amigo que tem deficiência e não consegue dirigir para realizar seus tratamentos diários na AACD. Seu pai dirige o carro para o levar para lá. Ele deve estar abusando mesmo…
        Quer trocar com ele? Ele tem direito ao beneficib e o pai dele e que dirige…

    • 1 Raul

      O governo não tem interesse nenhum, por se tratar de uma enorme renúncia fiscal.

    • Martini Stripes

      Na vdd a isenção já existe, o que acontece é que abaixo de 70k tem mais abatimento.
      Até Land Rover tem carro PCD.
      E no meu entendimento, não tem que subir não, acho bastante errada essa isenção da maneira como é feita.
      Uma pessoa que precisa de um carro adaptado, gastaria mais depois de comprar o carro para adaptá-lo. Ok, faz sentido isentar para um paraplégico por exemplo.
      Agora, quem tem hérnia de disco e precisa de um carro automático também tem desconto mas não tem necessidade de adaptar o carro.
      Encontraram uma brecha para comprar carro automático, e acho isso muito errado.
      Me sinto lesado como cidadão e indivíduo.

      • Henrique Gouveia

        Acho que você não entendeu pra que serve a isenção. Não é para cadeirante mas para todo caso de alguma deficiendefna locomoção.
        Vou contar o caso da minha mae que ajuda no entendimento.
        Minha mãe fez cirurgia de mastectomia para retirada da mama por conta de um câncer.
        Ela perdeu parte dos movimentos do braço e da força.
        No seu entendimento como o carro para ela não precisa de adaptação ela não deveria ganhar o benefício. Ou estou enganado?

        • Martini Stripes

          De acordo com sua descrição, ela não tem condições de dirigir, não está apta para dirigir. Por que precisaria do desconto?
          O amigo meu tem filho com Transtorno do espectro autista, e por isso, ele tem direito a comprar um carro PCD.
          Casos assim, entendo que é uma assistencia que eu como cidadão subsidio seus custos com tratamento, já que eu pago o imposto e o outro não, e por isso até tem uma certa moral cívica por trás.

          Contudo, como mensionei previamente, já encontraram uma brecha na lei, e virou a maneira barata de comprar carro automático. Sei de pessoas que tem uma vida normal, mas consegue um lado por causa de bursite e compra carro por PCD.
          Daí é osso né… por isso acho sim que deveria ser mais rigoroso o processo.
          Além de uma reforma tributária, claro.

          • Thiago

            Lógico que há toda uma questão emocional por trás da argumentação de quem entende ter direito ao benefício. Só que, com todo respeito aos sentimentos e vicissitudes de cada um, a avaliação teria que partir de elementos objetivos. Se minha deficiência ou de meu familiar torna significativamente mais difícil ou causa maior sacrifício em elevado grau em utilizar o transporte coletivo, em comparação ao cidadão comum, um subsídio estatal em um veículo se justifica, de modo a facilitar o acesso ao transporte privado por parte daquela pessoa. Caso contrário não. Essa é – ou deveria ser – a ideia. Só que o lobby do setor, buscando incrementar as vendas, conjugado com a índole de nosso povo, desvirtuou por completo a ideia. O que há de gente contando vantagem de ter “se dado bem” por ter dado um jeitinho de conseguir um carro como PCD… É triste, o Brasil é feito de castas e de lutas pela perpetuação de privilégios desde o Império; só a conscientização e educação do povo para mudar isso. Quem sabe um dia?

            • Henrique Gouveia

              @Ph4ntomf4:disqus a lei já trata desse entendimento. O benefício é dado as pessoas que por algum motivo tiveram sua mobilidade dificultada. Passa-se por uma banca de 3 médicos, fora a documentação que é feita para se conseguir o benefício.
              Assim como em todo processo existem as pessoas de caráter duvidoso que levam a ideia da lei do Gerson a frente.

              • Thiago

                Sei exatamente o que trata a lei, Henrique, e dos procedimentos necessários. Não é disso que eu falei. Vou te citar um exemplo de que algumas hipóteses para mim simplesmente não justificam: quem tem próteses, por exemplo, apenas por ter tem direito. Conheço gente que tem prótese que corre mais do que eu. E não é especialmente penoso para essas pessoas que me refiro fazer uso do transporte coletivo (no sentido de ser mais do que para uma pessoa normal – na verdade é frequentemente penoso em nosso país, infelizmente). Não estou avaliando o caso de sua mãe, tanto que não me referi especificamente a ele – não me manifestei diretamente na sua postagem. E não posso opinar sobre a situação dela, acredito pelo que você citou que ela tem limitações significativas de mobilidade. Mas eu mesmo tenho bursite crônica, e acharia um absurdo total adquirir carro por PCD, já que não compromete em nada minha mobilidade no que se refere aos deslocamentos que tenho que fazer.

                • Henrique Gouveia

                  Quem tem uma prótese não tem uma dificuldade motora? Pensa bem no que você acabou de escrever.
                  Porque não amputa sua perna e usa uma prótese pois assim não vai ter dificuldades de usar transporte segundo sua própria afirmação. Acho que falta compaixão no mínimo. Afinal de contas, vai levar uma vida normal.
                  Não deve ser nada penoso não, até porque a movimentação de um corpo é o mesmo com prótese sem prótese.

                  Em relação ao caso da minha mãe uso como exemplo pois pode parecer que ela não esteja numa cadeira de rodas e não tenha uma deficiência.

                  • Thiago

                    Pensa bem no que você acabou de escrever?? LEIA VOCÊ o que eu escrevi antes de falar bobagem. Tenho muito mais compaixão com isso do que a maioria das pessoas. Olha o que eu escrevi: “Conheço gente que tem prótese que corre mais do que eu”. Você sabia que próteses INTERNAS, como a de joelho, também dão direito ao benefício? Há pessoas que tem redução de mobilidade, mas há outros que ficam super bem, a ponto de participar de corridas extenuantes para pessoas sem preparo físico. Não me referi a amputação, não precisa agredir os outros mandando amputar os membros. Você está pessoalizando seus argumentos, atacando o autor ao invés de contrapor raciocínio. Paro por aqui.

                    • Henrique Gouveia

                      Vamos ver se fica mais fácil com a citação do seu texto…

                      “…E não é especialmente penoso para essas pessoas que me refiro fazer uso do transporte coletivo…”

                      Se você não sabe próteses internas de joelho e quadril dificultam muito a mobilidade. Fora a quantidade de fisioterapia que a pessoa tem que fazer para se acostumar e reaprender a andar por exemplo com a nova prótese. Nunca que uma prótese ficará igual ou melhor do que o próprio corpo da pessoa.

                      O que me referi sobre a você amputar seu corpo não foi de modo algum ofensa. Apenas coloquei o argumento para se colocar no lugar do outro. Porque não colocaria já que fica tão bom que poderia até praticar exercícios físicos extenuantes?

                    • Thiago

                      Não adianta você citar se você não consegue compreender. Pessoas que me refiro = pessoas que colocaram próteses que conheço que NÃO tiveram limitações após. Há pessoas que colocam e tem limitações. Há pessoas que colocam e não. As que NÃO tem perda de mobilidade não tem por que, a meu ver, se valerem disso. E a elas que me referi. Isenção fiscal não deve ser concedida como caridade, e sim com objetividade. Seus argumentos são emocionais e desprovidos de conhecimento técnico. Só consegue me mandar amputar e colocar próteses (o que faria com certeza, se precisasse). Você quer justificar o que ocorreu com sua família, e em momento algum me referi a ela. Bem, já tinha falado que ia parar e não cumpri minha palavra. Insisti para esclarecer para outra pessoa que venha a ler – de você já desisti. Vou me benzer antes que você mande eu serrar outra parte do corpo com toda essa capacidade argumentativa que lhe é peculiar… Fique à vontade, agora decididamente irá falar ao vento… Já disse tudo que tinha para dizer, inclusive aos outros.

              • jvfig

                Isso é pra condutor-PCD, que tem que tirar CNH adaptada. Pra não-condutor é infinitamente mais fácil, mais rápido e com bem menos rigor

          • Henrique Gouveia

            De acordo com minha descrição ela teve perda de força motora mas ainda tem relativa força. Talvez não tenha visto os laudos, e assim não possa dar um diagnóstico correto. E sim, segundo 3 médicos que ela passou para tirar a carta de PCD está apta a dirigir desde que tenha um carro com direção hidráulica e câmbio automático.
            Seu amigo tem o direito, e deve usufruir de tal se assim achar necessário, assim como minha mãe que não usa cadeira de rodas, fez mastectomia e tem direito pois ainda tem condições de dirigir.

            Contudo, deveria tomar cuidado quando fala, pois coloca pessoas que tem direito e que o usam com respeito aos demais. Contudo se em seu ciclo de amizades ou parentes existam casos de pessoas desonestas, acredito que como bom cidadão deva os denunciar.

            Sabe porque uma bursite dá direito ao carro com desconto? Justamente porque é um problema que acaba afetando a mobilidade da pessoa e está previsto na lei

            Uma pergunta bem sincera. Topa trocar a mastectomia, uma bursite, uma condromalacia ou outra causa de doença que diminua sua mobilidade por um desconto subsidiado por você? Pensa na vantagem, uma mastectomia e ganha desconto no carro.

            Me conta como ficaria mais rigoroso o processo já que acha que tem que ser mais. :D

            • Martini Stripes

              Vc leu o que eu escrevi?
              Até entendo que em casos assim, temos uma responsabilidade moral e cívica, e é compreensível.
              Mas e aos vários PCDs que usam o artificio de LER para comprar um carro automático sem impostos? Me sinto sim lesado.
              Não conheço um que fez uso errado do benefício. Mas sabemos sim que tem muitos que vem se paroveitando das brechas.
              É um tema muito polêmico, pessoa faz cirurgia no joelho, consegue um laudo, compra com desconto mas continua jogando bola e tendo uma vida normal. Me sinto sim lesado.
              Sempre é assim, pessoas que usam corretamente sofrem pq tem os Gerson da vida.
              Mas assim, ainda acho complicado, pensando numa situação mais liberal, acho o imposto alto, sempre sou lesado. E se sua mãe teve cancer de mama, sinto muito, o melhor que deveriamos ter era uma saúde de qualidade.
              Será que os movimentos limitados de sua mãe poderiam causar um acidente? Ele poderia mesmo dirigir? Se pode, não vejo por que ter desconto. Entende?
              É polêmico, mas dependendo de como avaliarmos, sempre vai ter um porquê para ter desconto, e logo todos teremos descontos.
              posso alegar que transporto a avó de 90 anos de minha esposa, e preciso de um carro. E poderia mesmo, se eu provar que transporto consigo uma parte das isenções, mas não acho correto.
              Acho sim o sistema falho.

            • Martini Stripes

              Como ficar mais rigoroso?
              Muito simples. Critérios objetivos. Por que vc precisa de um carro adaptado?
              Me prove, e apresente a modificação com nota fiscal e vistoria. Caso de cadeirante.
              Se você tem uma limitação de movimento, prove que continua apto a dirigir, se sim, haverá uma restrição em sua CNH onde só pode dirigir um veículo como solicitado. Assim como quem tem de dirigir com óculos. Se não tem que gastar dinheiro adaptando o veículo não tem pq ter desconto.

              Consolar sua mãe com isenção de imposto me parece correto e revoltante ao mesmo tempo. Estou num conflito interno neste momento. hehehe
              Imagine o tanto de gente que teve alguma doençca que também gastou uma nota e não tem desconto?

          • Maneco

            Tu tens ideia de quanto o teu amigo roda de um lugar para outro semanalmente para levar o filho autista na fonoaudiologia, psicopedagoga, terapia ocupacional etc, etc e o gasto que ele tem mensalmente com esses profissionais? Tens ideia do tempo poupado em favor do autista para seu desenvolvimento e a menor dificuldade de levar um autista num veículo não usando o transporte público ? Pergunta pra ele sobre isso e reflita!

            • Martini Stripes

              Vc leu o que eu escrevi?
              Até entendo que em casos assim, temos uma responsabilidade moral e cívica, e é compreensível.
              Mas e aos vários PCDs que usam o artificio de LER para comprar um carro automático sem impostos? Me sinto sim lesado.
              É um tema muito polêmico, pessoa faz cirurgia no joelho, consegue um laudo, compra com desconto mas continua jogando bola e tendo uma vida normal. Me sinto lesado de novo.

  • Anderson Trajano

    Lembro que no lançamento, era possível comprar um Polo Confortline com Tech II dentro desse limite dos 70K. Alguns meses depois a VW deu um tapa na cara de todo mundo e começou a desfazer os pedidos. Disseram que a partir daquele ponto só entregariam o carro com o Tech I (e pelo mesmo preço). Pois bem, agora criaram uma versão inferior ao Confortline de entrada.

    Pensando em revenda, quem se interessaria por uma versão confortline ainda mais capada que o de entrada ? Teoricamente, no mercado de usados, essas versões “sense” devem concorrer diretamente com as versões mais equipadas e por preço semelhante, já que a tabela não considera os opcionais.

    Talvez esses modelos PCD estejam caminhando para serem uma opção de compra mais racional mesmo, pensando apenas na economia dos impostos (IPI, ICMS e IPVA). Aquela “gordura” que outrora existia, onde os proprietários compravam com desconto e vendiam a preço de tabela, está cada vez mais distante.

    • 1 Raul

      Finalmente a VW acordou para esse mercado, mesmo com um produto capado. Pelo menos o tsi é muito bom.

    • Martini Stripes

      Eu acho bastante errada essa isenção da maneira como é feita.
      Uma pessoa que precisa de um carro adaptado, gastaria mais depois de comprar o carro para adaptá-lo. Ok, faz sentido isentar para um paraplégico por exemplo.
      Agora, quem tem hérnia de disco e precisa de um carro automático também tem desconto mas não tem necessidade de adaptar o carro.
      Encontraram uma brecha para comprar carro automático, e acho isso muito errado.
      Me sinto lesado como cidadão e indivíduo.

      • jvfig

        A isenção é plausível porque torna mais acessível carros de câmbio automatico para pessoas com deficiencias. Há de se ressaltar que na epoca de inicio da lei, os carros automaticos eram só os de segmento superior (sedã médio pra cima).

        Mas o que ocorre hoje é uma farra, para condutor deficiente existe um certo rigor pela pericia médica, mas o PCD não-condutor é facilimo de conseguir, basta apenas um laudo médico do médico assistente, que pode muito bem “florear” a condição da pessoa visando conseguir o laudo. Isso ocorre mais do que vocês imaginam.

        • Martini Stripes

          318% no último ano.
          Mercado PCD é o reflexo do jeitinho brasileiro.

          • 82_BD

            Cara, me desculpe. Do jeito que você escreveu, ficou parecendo que tem certeza que grande parte desse percentual foi em virtude do “jeitinho brasileiro”. Nem você e nem ninguém pode afirmar isso com exatidão. Já parou para pensar que grande parte desse aumento pode ter sido consequência de uma população mais ciente de seus direitos?

  • Paulino Lino

    Muito bem equipados para a faixa de preço que ainda terão as deduções dos impostos. Parabéns VW.

  • Razzo

    Sabia que o Polo 1.0 TSi Comfortline para PCD não iria durar muito…
    Provavelmente vai perder piloto automático (Pacote Tech I), rodas de
    liga, saídas de ar traseira e freios traseiros à disco…

  • Danilo

    Versão Sensentido!

    • Hendel Marques

      Isso mesmo. Bem non Sense.

  • A-MG

    Vamos combinar que tá mais pra No Sense.

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