Matérias NA Mercado Peugeot

Por que os carros da Peugeot desvalorizam tanto? Será que desvalorizam mesmo?

Por que os carros da Peugeot desvalorizam tanto? Será que desvalorizam mesmo?

Atualmente ela vende os modelos 208, 2008, 408, 3008 e 5008, além dos comerciais leves Partner, Jumpy e em breve novamente o Jumper. Mas, há alguns anos atrás, a marca vendia por aqui diversos modelos, que iam do 106 ao 807. Primeira fabricante de carros a desembarcar no Brasil com um automóvel, isso em 1891, a Peugeot chegou de forma oficial ao mercado brasileiro nos anos 90.


Como uma das “newcomers”, ela ajudou a moldar o mercado automotivo brasileiro, que antes era centrado em quatro marcas que sobreviveram ao fechamento das fronteiras para produtos estrangeiros. Com chegada oficial em 1992, a Peugeot começou a vender seus carros importados da França num momento em que o consumidor começava a experimentar veículos com tecnologias mais modernas. Obviamente, nem todo mundo estava preparado para tanta sofisticação.

O problema, no início, não estava exatamente no produto, mas nos consumidores. Ainda cercados pela cultura dos carros das duas décadas anteriores, que estavam muitos anos atrás de seus semelhantes no mercado exterior, fez com que muita gente acreditar que poderia manter um carro importado como se fazia com um nacional. Por conta disso, muito gente deixou de fazer as manutenções necessárias em seus carros, buscando oficinas no mercado que não tinham a experiência nas tecnologias envolvidas, logo ficou evidente que os problemas começariam.

Por que os carros da Peugeot desvalorizam tanto? Será que desvalorizam mesmo?


Além disso, de forma geral, os carros importados não estavam exatamente adaptados ao clima e condições de rodagem no Brasil. Assim, duas coisas básicas começaram a falhar com o tempo (refrigeração e suspensão). Logicamente nem todo mundo enfrentou isso, mas mesmo aqueles que recorreram aos revendedores, parte teve problemas, pois os depoimentos na internet revelam que as peças eram caras e o serviço ruim.

As queixas contras as revendas se tornaram comuns e ainda hoje, fala-se muito mal de algumas marcas nesse quesito e a Peugeot não é exceção. Em 2001, a marca francesa abriu sua fábrica no Brasil, em Porto Real-RJ, junto com a irmã Citroën. A produção do 206 veio com algo inusitado, seu motor era de origem Renault. Com esta e a parisiense, elas formavam um trio de marcas francesas com a Peugeot.

Em depoimentos na internet, clientes começaram a reclamar do atendimento nas revendas e dos problemas nos carros. Como toda a reclamação coletiva ganha força, com ou sem fundamento, imediatamente a preocupação com pós-venda e com a manutenção dos veículos foram repassados ao mercado. A ideia de que o Peugeot 206 feito em Porto Real era um importado se espalhou, assim como a fama de ruim nos serviços de revisão e em defeitos do produto.

Com isso, o preço do Peugeot usado começou a despencar e a desvalorização acentuada se tornou uma característica infeliz da marca, que assim teve sua imagem arranhada profundamente no Brasil. Peças caras, problemas não resolvidos, clientes insatisfeitos, tudo somou para que a fabricante francesa entrasse em declínio diante do consumidor brasileiro, algo bem diferente da imagem vista na vizinha Argentina, onde hoje ela vende o dobro daqui.

Por que os carros da Peugeot desvalorizam tanto? Será que desvalorizam mesmo?

Dessa forma, os carros da Peugeot passaram a ser revendidos com preços abaixo do mercado, indicando alta desvalorização. Em termos de produto, o veículo da marca sempre teve diferenciais enormes de conceito para os carros vendidos pelas montadoras mais antigas e pelas japonesas ou coreanas, por exemplo. Mas, tratava-se de um produto feito para a Europa e que aqui não aceitava as condições que clima, pavimento e proprietários impunham.

Haviam reclamações quanto ao funcionamento com gasolina e excesso de alertas, algo bem diferente das marcas mais populares, que omitiam boa parte do que estava acontecendo com o veículo. Esse excesso de zelo em informar tudo ao condutor, irritou muita gente. Além disso, os carros não toleravam a má conduta de muitos clientes, que se retiraram da rede autorizada para fazer a própria manutenção. Fugindo de preços altos e mal atendimento, caíram na inexperiência de muitos profissionais independentes, que acabaram prejudicando ainda os carros, os clientes e a Peugeot.

Após mais de 10 anos, a Peugeot decidiu virar a mesa e criou diversas formas de mudar a imagem da marca, começando pelo descredenciamento de boa parte da rede autorizada. Os que restaram, passaram por uma reformulação, que unificou o pós-venda com a Citroën e obrigatoriamente as lojas.

Nacionalizou 208 e 2008, bem como criou um programa chamado Total Care, onde a marca descreve 10 compromissos com o cliente. Além disso, o Renova Peugeot promete pagar 85% da Fipe em carros usados da marca e estendeu o reboque gratuito para todos os donos de Peugeot com até oito anos de uso, estando ou não na garantia.

Mas e o consumidor? Em opiniões publicadas na internet, a maioria dos clientes atualmente se mostra confortável com o produto Peugeot e até com a nova rede autorizada, mas o estigma continua em muitos compradores. As alterações surtiram efeito e no ano passado a Peugeot vendeu 26.855 unidades, sendo a 11ª no ranking e à frente da Citroën e Mitsubishi. Até abril de 2018, a marca se mantém na mesma posição.

Por que os carros da Peugeot desvalorizam tanto? Será que desvalorizam mesmo?

Será que desvalorizam mesmo?

Cerca de um ano e meio atrás, fizemos um Top 10 sobre os 20 carros que mais se desvalorizavam no mercado nacional. Desse total, três modelos eram da Citroën e não havia nenhum Peugeot, o que surpreendeu alguns leitores. Na mesma época, outra pesquisa de mercado – Prêmio Maior Valor de Revenda, da agência Auto Informe –  apontou apenas o 408 numa lista de 38 carros com maior desvalorização.

O sedã perdia 16,90% de seu valor em um ano. O 208 se posicionou em 14º entre os que menos perdem com 9,4%. Na mesma pesquisa, realizada no ano seguinte, em 2017, o 208 perdia 10,8% em 12 meses, mas o Gol perdia 10,9%! Ou seja, no ranking dos 20 mais, o Peugeot ficou em 17º e o VW em 18º lugar. No caso dos SUVs, o 2008 ficou em sétimo lugar com 12,4% de depreciação, mas o Renegade ficou em nono com 12,7%.

No Top 10 dos carros com maior desvalorização, publicado em abril, não havia nenhum modelo da marca. Então, atualmente, os carros da Peugeot não estão mais tão desvalorizados assim, embora seja possível encontrar modelos a venda abaixo do preço de tabela Fipe.

Por que os carros da Peugeot desvalorizam tanto? Será que desvalorizam mesmo?
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186 Comentários

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    • Tive um 3008 que rodei até os 93 mil km. Acredite ou não, os preços das peças na peugeot estão mais honestos que em todas as outras montadoras.

      Só para exemplificar, troquei o par de amortecedor do 3008 antes de vender, onde cada um custou R$ 600,00. Mesmo preço que a audi está cobrando por uma fucking bieleta para o meu atual A3. E não é pq é audi não, se vc for cotar na VW os preços não serão muito diferentes.

      • Sabe quanto custa um cabo de embreagem de Uno Mille na concessionária? 250 reais.
        E o paralelo da loja de autopeças? 20 reais.
        Todas as peças vendidas em concessionárias são caríssimas e isto vale inclusive para Chevrolet e Volkswagen.

        Mas e porque todas cobram assim nestes preços surreais em carros fora de linha?
        Simples, elas são obrigadas por lei a fornecerem peças para carros fora de linha por um período razoável (uns 10 anos) e aí começa algo que não deveria existir: o governo regulando o mercado e os fabricantes arrumando um jeitinho.
        O que poderia ocorrer é uma mudança de mentalidade dos fabricantes e botarem os seus produtos a venda em lojas de autopeças e deixar o mercado se auto regular, pois a demanda já existe.

        • Acho que se não houvesse obrigatoriedade de fornecimento ocorreriam 2 coisas:
          1 falta de peças
          2 peças mais caras.
          Não que essa regra tenha grande influência hj, mas foi criada uma cultura de mercado, e se deixasse de existir obrigatoriedade a renovação cada vez mais constante de modelos seria incentivada, para prejuízo de nós, pobres brazucas.

          • Concordo que a ideia da lei foi legal: proteger quem compra um veículo que está saindo de linha hoje.
            Na prática quando o carro sai de linha as peças sobem de valor absurdamente justamente para você não comprar deles e o estoque ficar bem enxuto, mas dentro da lei.
            O mercado sempre dá um jeito de fugir desta responsabilidade, novamente dentro da lei, e isto ocorre porque não há demanda para certas peças.
            Não estou querendo defender o fabricante, mas na cabeça de vento de seus diretores eles adotaram a lógica que não é bom vender auto-peças de baixo volume de vendas e que o foco deles está centrado em vender carros novos.
            Já na nossa cabeça de consumidor, eu quero comprar aquela peça para resolver o problema, não quero pagar caro e quero qualidade.
            Nesse hiato, aí entram os fabricantes paralelos para atender a demanda e aí é outro mundo que aparece, uns prestam outros não.

            Como resolver isso? Dificil né?
            Enquanto isso vamos pagando quase mil reais em coxim original de motor de Civic 2007, uns mil reaisre pouquinho em conjunto de juntas de Marea Turbo e 900 reais no par de coxim da suspensão do C3 ou 206 antigos pois não tem coisa boa no mercado de peças paralelas.

  • Boa matéria, mas Fipe não é mais parâmetro para desvalorização. Se você pesquisar os Peugeot seminovos a venda, vai ver que a maioria fica abaixo da Fipe e desvaloriza bem mais que seus rivais, um ou outro foge disso.

    • O fato é que Citroen é muito mais difícil de vender que o Peugeot, que teve um bom momento quando foi lançado o 206, que estava à frente de outros carros da mesma categoria que eram vendidos por aqui na época. Depois do falso 207, a coisa degringolou. Agora está vendendo pouco, assim como a Citroen.

    • A quantidade de pessoas que odeiam anuncios de carros pela tabela Fipe está só aumentando. Eles aprenderam a fazer a famosa pergunta “-Qual o valor minimo?”,, aí se você estiver precisando de vender o carro seja lá o motivo,, precisará dar um desconto no seu usado.

  • Hoje sou proprietário de um Honda civic geração 10, contudo, antes do Civic eu tive um peugeot 208 por 3 anos, e posso falar com propiedade, excelente carro, acima de vários populares que estão em nosso mercado. Também posso dizer q quando fui vende lo não vi essa desvalorização q tanto se falam , na época paguei 49 mil e depois de três anos vendi por 38.500, ou seja, dentro da normalidade. Minha opinião hoje em dia vale a pena ter um 208, n posso falar dos demais veículos da Peugeot, pois n conheço.

  • Sempre bati na tecla que a ojeriza que o brasileiro tem pela PSA nada mais é que exagero e muito achismo. Na minha família imediata(pais e irmã), de 2001 a 2012 tivemos 3 Citroëns(Xsara Picasso, Xsara Hatch, C3) e um Peugeot (206sw) e todos eles passaram BEM LONGE de serem carros problemáticos e de revenda difícil. Alguns modelos de marcas renomadas deram muito mais trabalho e raiva. Hoje tenho um 2008, dois anos e meio de uso, 50 mil kms rodados, e zero problemas, manutenção apenas a preventiva.

    Agora, a Peugeot tem que parar com essa onda de fechamento se concessionárias a torto e direito. Dizem que estão descredenciado quem não cumpre com a nova política de pós-venda da marca mas com isso estão deixando consumidores na mão sem sequer uma oficina credenciada. A concessionária aqui de Natal, onde a francesa estava desde 1995 ininterruptamente, que já era a única que restava no RN, fechou agora no início de 2018 e quem quiser manter a garantia dos carros tem que percorrer mais de 400km ida e volta até a Peugeot mais próxima, em Cabedelo, no estado da Paraíba. Meu veículo tem garantia de 6 anos devido a uma ação promocional da marca na época que comprei e estou pensando seriamente em não manter ou até me desfazer dele. Como disse, gosto do carro e da marca, mas o tiro está saindo pela culatra, muitos proprietários estão insatisfeitos, não com os carros, mas com essa nova mania da PUG e em vários lugares do Brasil.

  • Acredito que até o ano de 2013 os carros desvalorizavam muito nos dois primeiros anos, depois disso entrava na média. A exceção era (e ainda é) o 408, que continua a perder acima da média nos anos seguintes.
    O 208 e 2008 usados estão aí pra provar que isso não acontece mais, uma rápida busca já dá pra notar essa mudança.
    Eu comprei um Peugeot (Meu primeiro – antes tive carro de 6 marcas) em 2011, o dono anterior tinha pagado 47.000 em 2008, comprei por 24.000, hoje, quase 8 anos depois meu carro no mercado de usado é vendido por 17.000,00. Acredito que foi um bom negócio, fora isso é um carro que não me deu dor de cabeça e já rodei quase 100.000 km com ele.

  • Os carros da Peugeot são esteticamente harmoniosos e tecnologicamente interessantes, mas o problema está exatamente no pós-venda. Não é raro as revendas apresentarem penduricalhos caríssimos nas revisões, peças que não estão em estoque, peças idênticas que variam de preço conforme o modelo, etc.

    Além do fato de que, algumas lojas da marca, ou desvalorizam muito ou nem aceitam os próprios veículos na troca por um novo, ou semi-novo.

    Investir numa marca assim, é complicado.

    • JCosta, posso afirmar que a Peugeot não é mais assim como você cita (ao menos da minha cidade, Joinville/SC).
      Extremamente honestos, qualquer revisão/manutenção deixam o cliente com carro reserva, preços justos e empenhados em deixar o cliente 100% satisfeito.
      Se for comparar com a VW (meu pai tem um Up Tsi), a Peugeout está dando um banho em pós-venda. Na VW está completando 1 mês que caiu o retrovisor interno e ainda não arrumaram. Também deixamos na 2a feira para revisão de 10000 km e deveria ficar pronto na terça (iriam arrumar o retrovisor tbm..!). Hoje é quarta e o carro ainda não está pronto.

      • O atendimento do concessionário mudou muito e está bom. O problema é que as peças (muitas só tem na peugeot) são absurdamente caras e não tem em estoque. Estou com problema faz duas semanas e meia, sendo que desde semana passada está parado na concessionária em avaliação. Solicitei carro reserva e não havia disponibilidade. Especialmente o motor THP é uma porcaria em termos de manutenção, cheio de problemas que exigem a troca de peças caras. Kit de Correia, tampa de válvulas, válvula termostatica entre outros. Os carros oferecem itens de segurança, conforto e tecnologia que outros carros não oferecem pelo mesmo patamar de preço. No entanto, quando a manutenção sai do básico, já era… provavelmente meu próximo carro não será um peugeot.

      • Concordo. Meu pai sempre foi cliente da Ford, quase me matou quando
        comprei um 308. Onde moro tem muito buraco e ele teve folga na direção
        detectada na revisão de 30mil km, a última… eu nem sabia! Foi pedido a
        peça como pendência da garantia e trocada após um mês sem custo. O belo
        Focus teve o mesmo problema com mesmos 30mil km, na última revisão a
        palavra da Ford veio como Desgaste Natural por uso, alegaram que o carro
        enfrentava muitos buracos e desgastou como a suspensão também. E mandou
        um super mal feito orçamento, rasurado a mão algumas coisas, só R$2.100
        o conjunto de suspensão dianteira que minha mãe pagou e trocou… e
        R$9.522 a caixa de direção que não foi trocada. Fim do ano minha mãe
        vende o carro pq não vai dar esse valor num conserto. Aí eu perguntei a
        ele (não podia deixar passar)… situações idênticas e a minha marca
        péssima foi honesta e a sua bela Ford te enfiou a faca? Resposta…
        nunca mais compro outro dessa marca! E olha que foi bem mais caro
        que meu 308. Continuo na Peugeot, to super contente com os carros e o
        atendimento.

      • Corroboro com seu relato! Sou de Floripa e eu tive um C4 Lounge e por mais que eu tenha alguns pontos a falar sobre o carro, já sobre a concessionária eu não tenho nada a reclamar. Muito diferente do que eu tenho hoje (VW Up! TSI), que vem me dando mais dores que cabeças (muito mais) do que o C4 Lounge e sem falar no pós-venda péssimo que é da VW. OBS: Já tive Jac Motors e o pós-venda era melhor até que o da VW.

    • Rapaz, tive um 408 por 5 anos, vendi agora, enquanto estava na garantia (3 anos) e fazia as revisões na css, nunca me empurraram nada na hora da revisão, só perguntavam se queria fazer a básica ou a recomendada, sempre fiz a básica, com preço tabelado pelo site da Peugeot… Quando acabou a garantia, fiz as revisões normalmente por fora e não tive dificuldades em achar peças de reposição… Gosto muito do design dos Peugeot, tanto é que peguei um 2008

  • realmente, muito se falava sobre a “tropicalização” mal feita pela Peugeot, onde a suspensão não era adaptada para o nosso solo lunar, assim como os componentes do motor sofriam com a nossa mijolina. Eu acredito que, hoje, isso já tenha mudado. O pós venda também tem sido constantemente elogiado, algo impensável anos atrás.
    Bom… eu nunca tive Peugeot. Mas hoje, teria fácil um 3008 zero km ou um 508 seminovo.

  • Meu cunhado tem um 308 e é só elogios ao carro. A cc tb é boa. O problema é que o 308 é estigmatizado e sofre com a alta desvalorização. Ele quer vender o carro porém está bem desanimado em relação a isso.
    Peugeot que desvaloriza pouco é só o 208 e 2008. Tava de olho num 2008 Griffie THP usado e desvalorizou relativamente pouco. Isso me anima, gosto da Peugeot pois são carros belos, bem equipados e de bom custo x benefício. É um pecado a marca ser má vista por causa do passado conturbado. Pelo menos ela está tentando reverter a situação do pós-venda, coisa que algumas marcas que estão a meio século no Brasil não estão nem aí (certo Ford?).
    Teria um 2008 THP sem problemas hoje. Gostaria sim de testar essa “nova Peugeot”.

  • Meu falecido avô teve 4 Citroëns (2 ZX 2 Xsaras) e 1 Peugeot 307. Os carros eram maravilhosos! Ele fazia revisões nas concessionárias e os carros NUNCA deixaram ele na mão! No pós venda, agente não conseguia entender pq as marcas tem essa fama. Ele sempre dizia que era muito bem atendido nas concessionárias e os preços não eram nada exorbitantes! É muita injustiça a PSA ter esse estigma no Brasil. São duas marcas aclamadas no exterior.

  • O Carro é bom, superior aos equivalentes nacionais, melhor equipados.
    As peças são mais caras, e para vender é mais difícil, aí tem que baixar o valor.
    Mas me recuso a andar com um carro que não me agrada por causa do valor de revenda.

  • Eu espero que voltem a desvalorizar, pq eu to de olho em um desses novos 3008 quando começarem a chegar nas revendas de seminovos. Acabei de trocar de carro, mas já estou planejando a proxima compra, daqui 3 anos.

    • Mas não é muito pequeno não, cabe muita coisa pelo formato dele, não tem as caixas de rodas ocupando espaço demais. Pra mim o pior da marca é a quantidade pequena de CSS, só ver o Renegade vendendo bem e sem porta malas praticamente. O problema é o trabalho para viajar, gastar com hospedagem, alimentação, tempo, faltar trabalho… pq a depender do estado que mora só tem uma concessionaria.

  • Eu tinha um C3 e era um carro fantástico pelo preço (principalmente considerando que comprei ele usado). Mas infelizmente os mecânicos daqui não sabem e não querem saber mexer nesses carros, e ter que depender de concessionária implica em gastos altissimos para qualquer problema besta. E mesmo os mecanicos independentes, mesmo não sendo aquela Brastemp, cobram mais se seu carro é PSA. Na minha opinião esse é o grande problema atualmente dos carros deles.

    Acabei trocando meu C3 porque qualquer ida a oficina saía uma fortuna. Hoje tenho um UP, que é um carro bem bacana também, mas o C3 deixou saudades.

        • “Na minha opinião esse é o grande problema atualmente dos carros deles.”

          a PSA não tem culpa se a grande maioria dos mexânicos só sabe mexer em fire/ap/ea111/monzatec

          • O estranho é que o motor do C3 principalmente se for o 1.4/1.5 8v era de concepção simples tanto qto esses que vc citou. Me assusta pensar que ele seja mais caro ou complicado de mexer.

            Pra mim isso é descaso do mecanico que não faz devida manutenção, mas sim é um mexanico. Ok que eu moro em SP, mas eu DEMOREI depois que um mecanico mudou de dono, para encontrar outro local de qualidade. Para se ter ideia, ninguem conseguia na epoca do Uno, deixar o carburador no ponto.

            Quando encontrei esse mecanico, ele me mostrou o motivo: Era “apenas” a entrada de combustivel que ao invés de entrar combustivel numa linha pequena, tinha um buraco de uma moeda de 1 real. O que acontecia? Entrava muito combustivel, enxarcava a vela, dava excesso e entupia. Obviamente o carro morria toda vez que ficava em marcha lenta.

            Ele trocou uma peça e foi resolvido. Depois desse que era um Uno (e nem tem a desculpa de motor moderno, era carburado!), foi um C3, Xsara e finalmente um Fluence.

            • Muito hoje em dia ao meu ver é qualificação do mecânico, por anos tivemos um Swift 93/94 e conhecíamos três mecânicos de confiança, dois não quiseram mexer no carro por ser 3 cilindros naquela época e apenas o último que topou o desafio, deixamos o carro com ele por dias para ele abrir, entender como funcionava, ele ainda foi atrás de tutoriais na internet… Isso em 2010/11

              Hoje vive com a oficina cheia, abre as portas quando esvazia e entra o próximo cliente.

              Pessoal na região até brinca que ganhou na Mega pois só vêem a oficina com as portas fechadas.

          • Cara, na vdd ela tem um pouco de culpa!kkk
            Só não sei se é assim até hoje, mas até pouco tempo atrás a PSA não liberava detalhes nem dava treinamento para mecanicos de fora da empresa. Eles regulavam especificações e detalhes de modo a dificultar que os reparos fossem feitos fora da CSS.

  • A matéria esqueceu de mencionar que o que ajudou a derrubar e muito a Peugeot foi a transformação de 206 em 207, com a super falada participação de 150 engenheiros nesse trabalho.
    Essa gambiarra é uma das maiores responsáveis pelo momento em quem a empresa se encontra hoje.

    • Tá, mas ainda assim, apesar da “decepção”, 207 brasileiro ainda era, na sua época, um ótimo custo x benefício diante dos concorrentes, uma vez que custava como Gol, mas oferecia muito mais.
      Eu mesmo tenho um há 7 anos (o carro já tem 9) e não me arrependo nem um pouco de tê-lo escolhido com a grana que tinha na época. O carro é confortável, bem acabado e me trata muito bem até hoje.
      Manutenções preventivas em dia, claro.

      • O 207 foi o que fez a imagem da marca cair.

        Apesar de ter uma nova frente, traseira e principalmente o interior, foi uma estratégia errada da marca.

        Era preferível ter mantido o 206 com novos detalhes e mais equipado.

        • Mas foi o que aconteceu. O 207 é o 206 com nova frente e interior.
          O erro maior foi tê-lo chamado de 207, mas porque a Peugeot tinha tradição de mudar o “nome” a cada geração.
          A VW fez o mesmo (ou pior) com o Golf.
          Em outra situação a Chevrolet trouxe o Astra com nome de Vectra… e ngm falou nada.

          • Pois é, talvez se tivesse mantido o 206 a abordagem seria outra.

            Como está a manutenção do seu hoje em dia?

            Existe alguma peça específica ou particular do modelo que é mais cara ou complicada de achar?

      • Não questiono a boa qualidade dos Peugeot, nem o quanto eles aguentam; simpatizo bastante com a marca e teria um sem problema.
        O grande erro foi a estratégia que eles usaram na época.

    • Lembrei exatamente desse episódio. Eu tinha amigos que estavam interessados no 207 na época. Quando descobriram que era apenas um 206 maquiado, desistiram de comprar na hora e ficaram extremamente indignados pela tentativa da Peugeot de enganar os brasileiros. O resultado desse episódio foi que até hoje têm raiva da marca.

      • Foi um belo erro da Peugeot ainda que ela mudou o nome. Mudou frente, traseira e interior, foram mudanças significativas.

        Hoje em dia só consigo ver algo similar com o Duster novo e antigo apesar de manter o mesmo nome.

    • Esse mês troquei de carro. Tava tendendo muito para um 207 top de linha, apesar de estar ciente de todas as reclamações, muitas delas sem fundamentos, queria arriscar. Acho o carro muito bonito tanto externamente quanto internamente.
      O que me fez desistir de última hora foi saber que a base toda do carro é a mesma que o 206, um carro bem antigo.
      Mas sou fã da marcar, acho que as novas gerações vieram para ficar. Será um trabalho de longo prazo para dar confiança aos novos clientes

  • Adoro um desvalorizado, já tive vários franceses. Em janeiro comprei um 408 allure 2.0 manual 2012 por 26.000,00 e reservei 3.000 para manutenção preventiva. Dou valor pro meu suado dinheiro, cansei de jogar dinheiro na lata do lixo com carro zero. Ter que dispor uma alta quantia(bem alta) pra adquirir e perder um horror nos primeiros anos. Fora seguro e ipva que é sobre o valor do bem em certos aspectos.
    Não tenho pressa pra vender e o carro está em excelente estado de conservação.

    • Tom Costa, compartilho da sua opinião. Meus últimos carros foram fora de linha, mas que são excelentes em tudo. Hoje tenho uma Santa Fé 2012 3.5 V6 de 7 lugares e um Tiida 2012 completo. São carros que me atendem em conforto, segurança, potência e prazer de dirigir. Ahh, também tenho um Mobi, que estou vendendo. Comprei zero, mas não quero mais!!!!

      • Zero só compro moto, sempre tive kawasakis. A desvalorização é muito baixa, comparado com carros. Acho uma loucura um popular de 50.000 e um médio de mais de 100.000. Isso é muito dinheiro pra um bem móvel que dá despesa e desvaloriza horrores.

    • Existem casos e casos. Peguei recentemente um 206 automático e reservei os mesmos R$ 3.000,00 para aquela “geral”. Gastei R$ 1.800,00 trocando tudo o que dá problema, e meu amigo mecânico está avaliando se é ou não recomendável fazer uma manutenção preventiva no câmbio que ficaria em R$ 1.000,00. A despeito das diferenças, na faixa de preço e uso que queria, o que há de mais próximo era o Honda Fit, que teria que pagar mais de 1/3 a mais e é menos prazeroso para dirigir.

    • Eu também amo os com fama de desvalorizado kkkkkk
      Tenho carros melhores e pagando bem menos.
      Não sei se é sorte minha ou apenas estorinhas que contam… mas nunca tive “casamento” com eles.
      Sempre foi anunciar e em poucos dias eles já foram com dono novo.

      • Em Belém a linha Peugeot e citroen é muito, mas muito desvalorizada. A fipe era 32.000, pra ter uma ideia. Com a transferência paguei 27.000. Gastei até agora 1.500, o cara já tinha trocado pastilhas, discos, pneus, fluidos e filtros. Troquei correia dentada, fixos, bateria e um sensor abs da roda traseira. Falta resolver algumas buchas de suspensão e direção eletro-hidráulica que está fazendo uns estalos e tem uma pequena folga, além do canister, que está deixando entrar na cabine vez ou outra cheiro de combustível. Fiz também um recall da linha de combustível.
        Dentro o estado dos bancos e acabamentos é quase de carro zero.

        Bem cuidado o carro pra idade, só coisas de desgaste natural com problema.

  • A peugeot mudou radicalmente tanto a venda, como a hora da manutenção(pós-venda ), eu comprei um 308 usado, de um diretor da peugeot, ainda na garantia, e a concessionária, na hora de revisão eles olhavam e trocava todas as peças(Inclusive alguns que era plástico que eu reclamava) a ultima vez que eu tive um problema com radiador do meu carro que furou eles me emprestaram uma 2008.(Agora a peugeot esta com PEUGEOT TOTAL CARE que passou de 2 dias emprestam carro reserva) Coisa que nenhuma concessionaria faz..
    Acabei comprando na hora uma 2008, pagaram super bem no meu 308, e os vendedores muito atenciosos, e fora que a uma pesquisa de satisfação que questiona tudo (ate enche o saco) para saber como foi!

    Eu escutei isso de uma pessoa próxima que a peugeot, a mesma mudou e que um publico de classe diferenciada, as lojas todas mudaram e que não se adaptou e obteve muita reclamação eles fecharam. Eu não tenho reclamação sobre a mesma, e olha que tive 3 VW e um 1 FIAT

    • que passou de 2 dias emprestam carro reserva): tive problema com carro em garantia e me disponibilizaram outro na localiza sem cartão, so precisei encher o tanque

    • Tb tive a mesma experiência, VW e FIAT, e jamais troco a Peugeot por elas. Tinha um 308, e troquei pelo 2008 também, pagaram muito bem no meu carro e acho o 2008 um carro fantástico! 3 anos sem problema algum e o atendimento é maravilhoso! Tudo que reclamo é prontamente atendido, guincho sem custo e sem limite, peças em garantia sem chateação, tudo que precisei utilizar fui feliz. Recomendo demais a marca de uns anos pra cá!

    • Só uma curiosidade. O carro era realmente de um diretor da Peugeot? Digo isso porque se o carro tinha placa de Porto Real – RJ e começava com L, esse carro poderia ser na verdade carro de imprensa.
      Aqui em Floripa a alguns anos atrás eu achei em uma revenda de seminovos um Peugeot 308 THP Griffe 15/16 e estava interessados. Mas o carro tinha placa LSD-8336 Porto Real-RJ. Fui pesquisar o carro e achei quase 5% do valor do carro em multas a pagar. Sem falar que ao rodar identifiquei coisas “estranhas” e no caso não comprei e avisei que era carro de imprensa. O vendedor nem me procurou e nem perguntou mais nada.
      OBS: Esse carro tem matéria na Auto Esporte, VRUm e acho que até aqui no NA.

  • Já tive VW, FIAT e Peugeot e digo com propriedade, todos desvalorizaram iguais. O Bravo desvaloriza mais que o 308, o que o brasileiro tem que perder é a mania de comparar um carro como o 2008 com o Gol. E começar a pensar no valor de revenda e no valor de compra também, um 2008 completo você pega na Concessionária por 85mil, revende um 2016 abaixo de um Renegade ou HRV sim, mas coloque tudo que o Peugeot tem por 85mil no HRV… vai ser 100mil reais! Esse valor não vai ser ganho na revenda nunca! Isso que o povo não consegue enxergar. Quando comprei em 2013 o 308 meu cunhado comprou um Bravo e minha mãe um Focus, em 2016 fomos vender… e para contrariar todos que falaram que eu era maluco pq era marca mal vista no interior, eu fui quem consegui maior valor na revenda e foi o mais barato zero! Acho que o povo do brasil sofre com o disse me disse, não tem, nunca tiveram e repetem algo que desconhecem ou já está mudado. São resistentes a novidades, a aceitar mudanças e adoram rotular! Bom para quem é feliz com os carros da marca, eu não tenho o que reclamar, tenho um 2008 e o carro é fantastico, 3 anos sem problema algum, só coisas pequenas e todas resolvidas pela Concessionária que atende SUPER bem, pós venda hoje ótimo, creio que dificilmente deixo a marca, só se tiver que ir para populares mais baratos que a marca não tem aqui.

  • Tenho um Peugeot 408, só elogios.
    Depois que descobri o caminho dos carros franceses, nunca mais compro de outra “nacionalidade”.
    Melhor que o Civic e o Corolla em todos os aspectos. Mais confortável, anda mais, bebe menos e custa 2/3.

    • Queria saber em qual planeta o 408 é mais confortável que um Corolla, e outra, 408 bebe mais que o Corolla seja 2.0 ou 1.6 THP, só puxar tabela do Inmetro e ver.

        • Também testei e toda imprensa, revistas etc. Nunca vi ninguém achar o 408 mais confortável que o Corolla. E consumo tem uma coisa chamada Inmetro, só pegar a tabela, o 408 é C e o Corolla nota A em consumo.

          • Não? Tá precisando ler um pouquinho, hein…


            https://motorshow.com.br/uma-opcao-francesa/
            https://www.carrosnaweb.com.br/resultcompara.asp?modelos=1072-1176
            http://jornaldocarro.estadao.com.br/carros/focus-sedan-x-408-x-civic-x-corolla
            https://quatrorodas.abril.com.br/testes/peugeot-408-bem-equipado-espacoso-e-esquecido/
            http://www.comprecar.com.br/revista/comparativo-novo-toyota-corolla-x-peugeot-408-thp/

            Enquanto tu lê, vou ver mais uns Corollas aqui no meu retrovisor.
            Boa sorte, quando terminar aí avisa.

            • Amigo, suspensão do 408 sempre foi mais rígida, tanto é que era um dos pontos mais criticados do carro (a Peugeot modificou isso na reestilização). Sobre consumo, Inmetro tá aí, só pesquisar.

              • >testei os dois
                >suspensão é um dos pontos mais criticados
                >inmetro

                Vai dormir cara, tá passando vergonha.
                Peugeot 408 é muito mais carro que o Corolla e custa 2/3 do preço.
                Aceita que dói menos.

                E btw, a suspensão do meu é bem na medida certa. Não é macia suficiente a ponto do carro sair nas curvas. Nem dura o suficiente pro carro tremer. Ele é muito, muito bem acertado.

                Consumo: 9 na cidade, 15 na estrada com o cb setado pra 110 km/h. 1.6THP com gasolina podium.
                Pega essa, Corolla.

                (Mas sim, de fato o 2.0 com AL4 é super beberrão).

                • Passando vergonha? Quem tá inventando mentira aqui é você. Aliás, você nem leu os comparativos que mandou, já que o Corolla foi mais econômico em todos eles. Não só isso: “No banco traseiro, o Corolla leva ligeira vantagem no conforto, pois o desenho mais moderno de abertura das portas e posição dos bancos, acomodam os passageiros de melhor maneira. ” “Aqui fica claro, que se a escolha for pela economia e conforto, o Corolla é a melhor opção. ”. São trechos tirado da mesma fonte que você supostamente leu.

                  • Cara…o corolla é um carro espartano. Pelo preço q vc pega um corolla de entrada capado, vc compra um 408 completo de tudo.

                    Não tiro com isso o mérito do carro da toyota. Mas o q o colega cita acima é a pura verdade.

            • Tem mais, enquanto vc vê Corolla pelo retrovisor, eu vejo Corolla vendendo nos Estados Unidos e Europa (prova da sua qualidade), não só isso, como também vender 20 vezes mais que o 408 aqui no Brasil e ser carro mais vendido do mundo. 👍🏻 passar bem.

              • Vender nos Estados Unidos não é um bom argumento. Até porque lá o Corolla é um carro tão básico que é considerado carro de *entrada*, e custa o preço de um Gol.
                Pra chegar no Brasil e um monte de jacu pensar que tá andando de carrão…

              • Cara, Corolla têm décadas de história. Tudo isso conta a favor da marca Toyota, lógico.

                Atuação de mercado também, qualquer modelo que venda bem nos EUA vai ter números melhores de outro modelo que não atua no mesmo mercado.

                Povo precisa abrir a mente.

                Só falta falar que motor 3 cilindros e turbo não presta…

  • Boa reportagem, mas esse título… Somente quem chega ao fim do texto pode compreender onde você quis chegar, gerando mais um falso testemunho sobre o tema

  • Minha esposa já teve um 206 , 307 e agora o 208 2013 1.5 e já rodou 100.000km com ele, ela trabalha longe roda 100km por dia, o 208 é sem comparação o melhor deles, nesses 5 anos com ele só trocou um suporte do motor e a válvula termostática além da manutenção normal (óleo, fitros pastilha e correia), a suspensão está aguentando firme até hoje com amortecedores originais, o consumo também está ótimo, na casa dos 12,5 km/l gasolina no trajeto misto. Realmente a peugeot evoluiu bastante, os modelos anteriores eram mais problemáticos.

  • Meu primeiro carro foi um golf (pra quem é fanático por hatches médios como eu o golf dispensa apresentação) depois tive um i30 (esse foi decepção) agora estou com um 308, por incrível que pareça, comprei com 12k km pelo preço de um etios, agora está com 55k km e problemas 0, ainda tenho saudades do golf (talvez por ter sido meu primeiro carro) racionalmente falando o Peugeot foi o melhor (custo X benefício, designer) recentemente fui na ccs e o novo 3008, mesmo não curtindo SUVs, o carro me fisgou, só quem tem ou teve um Peugeot sabe o quanto a marca é injustiçada, ainda assim vou torcer pela desvalorização so essa vez pra pegar um 3008 futuramente, como afirmou um amigo num comentário acima.

  • Ou seja, por A+B, a culpa de tudo o que aconteceu com a marca é dos consumidores, uma vez que os ogros do trânsito Brasileiro pegam um carrinho de passeio e já acham que estão num SUV 4×4 ou num Monster Car para lança-lo em cima de buracos. Típico… BR nunca soube lidar com produtos importados, que carecem de um cuidado maior, inclusive, nem mesmo com os ‘cascas grossas’ feitos especificamente para o nosso mercado, eles tratam bem… Final das contas, a culpa é sempre da montadora (embora ela tenha sim certa culpa, não se pode dar a totalidade da culpa apenas para um lado).

  • Um grande amigo meu comprou um 408 THP, adorei o carro, falei que se ele ficasse por uns 2 anos e fosse bom eu queria um, porém com aproximadamente 25 mil km começaram os problemas, bomba ed combustível, pane elétrica, luz de motor acendendo, o carro passava mais na mecânica que andando. Ai decidiu trocar por um Civic com 1 ano a mas, até o momento sem problemas. Desisti de investir na Peugeot.

  • Sou muito fã da Peugeot, gosto muito dos modelos e não pensaria duas vezes em ter um, embora, mesmo que eu tivesse o dinheiro Hoje para comprar um carro, iria para a concorrência, e o motivo é simples: Não tenho interesse nenhum em SUVs, e como ela acabou com os Sedãs, teria que ir em outra mesmo.

  • “Com isso, o preço do Peugeot usado começou a despencar e a desvalorização acentuada se tornou uma característica infeliz da marca, que assim teve sua imagem arranhada profundamente no Brasil. Peças caras, problemas não resolvidos, clientes insatisfeitos, tudo somou para que a fabricante francesa entrasse em declínio diante do consumidor brasileiro, ”

    –> Fez a cama, agora durma nela !

    Isto sem contar a estúpida decisão da PSA de manter o defasado câmbio AT4 no mercado nacional para desovar estoque por anos, enquanto a concorrência já fornecia algo bem mais moderno, AT6.

    • Realmente a PSA cometeu erros mas vem consertando de maneira interessante.

      Enquanto isso nos temos nos lançamentos recentes, Captur com AT4, Etios com AT4 mas ninguém reclama tanto pois não é Peugeot ou Citroen…

  • Meu 207 vale hoje quase a metade do que paguei (semi-novo) há 7 anos atrás (mas ainda não penso em vendê-lo).
    Se eu me arrependo? Nem um pouco.
    Há 7 anos ando num carro confortável e bem acabado (mais que os concorrentes na mesma faixa de preço da época).
    Tive que tocar de mecânico (tinha VW e quando troquei o cara foi bem sincero em dizer que não mexia em Peugeot), mas achei um bom que nunca me rendeu “voltas” pelo mesmo problema. Com a preventiva em dia, nunca tive grandes surpresas também.

  • Temos um Civic e um 2008 em casa, ultimamente o atendimento de pós-venda da Peugeot está dando de 1000×0 no da Honda aqui na minha cidade. Assim que tiver a chance venderemos nosso Civic e passaremos pra outra marca. Muita gente reclama de pós-venda da Peugeot por conta do disse me disse, sem nunca ter tido um carro da marca, até hoje foi um dos melhores atendimentos que tive em concessionária e pretendemos continuar na marca.

  • Tive algumas decepções com o meu 208 como produto(barulhos internos, suspensão por vezes barulhenta). Porém, a rede autorizada me surpreendeu. Sem empurroterapia, cumprindo prazos e preços, além de funcionários muito atenciosos.

  • No Top 10 dos carros com maior desvalorização, publicado em abril, não havia nenhum modelo da marca. Então, atualmente, os carros da Peugeot não estão mais tão desvalorizados assim, embora seja possível encontrar modelos a venda abaixo do preço de tabela Fipe.
    Basta dar uma olhada em anúncios na internet, os preços dos PUG usados, da ate medo!
    A marca pode fazer o marketing que quiser, eu não caio mais!

  • Aqui em BH nos anúncios de semi-novos isso mudou nos modelos atuais.

    Aqui o 2008 esta depreciando o qse mesmo que um eco ou duster.

    E o 208 tb não se acha barato…

    Sei destes pq estou acompanhando atualmente procurando uma oportunidade mas não tá aparecendo.

  • A desvalorização dos Peugeot e Citroen se deve ao enorme número de versões e lambança que fazem com estas. Explicando melhor, quando comprei meu Tendance, a versão só vinha como manual e para-brisa zenith, hoje a versão Tendance é encontrada automática com ou sem para-brisa e manual com ou sem para-brisa! É a mesma estratégia da Ford, cada modelo possui milhares de versões e com o passar dos anos se põe e se tira itens de conforto destas versões.
    Agora pega um Chevrolet: LS, LT, LTZ e agora essa Premier. O carro nasce e morre com pacotes fechados, não estou dizendo que são bons, pelo contrário a linha da PSA é superior a da Chevrolet na minha visão mas a Chevrolet sabe vender carro e a PSA não!

    • Eu não vejo isso como problema, apesar de achar confuso e de que deveriam sim seguir a linha da GM como você mencionou.

      Desvalorização fora da média hoje para a PSA é apenas para modelos mais antigos, gerações passadas.

      As gerações atuais não contam com esse problema.

      • Eu vejo pq isso faz uma meleca na FIPE, quer dizer eles só tentam trazer cliente pra concessionária mas eu vejo que não alterar versões é uma forma de fidelização!
        PSA, Ford e Fiat fazem isso com seus automóveis, a diferença é que a Fiat vende tanto mas tanto que ela meio que “pode” fazer isso pq as pessoas continuam comprando. E coincidentemente as 3 tem uma desvalorização mostra.

  • Realmente hoje em dia, a Peugeot e Citroen, mudaram muito, e pra melhor. Além dos carros não apresentarem tantos problemas, o pos venda esta show. Agora com esse carga tributária nossa e um baixo poder aquisitivo das pessoas, realmente fica difícil comprar carros sem pensar no valor da revenda. Por isso a maioria compra carros , tipo efeito manada. Infelizmente.

    • PSA com os modelos novos, gerações novas não sofrem dessa desvalorização toda.

      Só não compra PSA hoje quem não tem uma css próxima, ou não entende do produto, ou ainda tem receio por passar boa parte da vida ouvindo coisas ruins sobre a marca.

  • Estou no meu sexto francês (1 ren, 4 peug e 1 citr) e não penso, de maneira alguma, em trocar de marca. Os mimos nas versões completas são muitos, assim, não quero abrir mão disso. A única coisinha chata talvez seja a fragilidade das buchas de suspensão, mas não é algo tão caro e é fácil resolver. Já roube que os novos modelos (208, 2008, 3008) não sofrem mais desse problema.

  • Mas a fama de manutenção cara e falta de peças ñ era infundada,e até hj a manutenção é mais cara q a média
    O estranho é q pra mim as francesas tbm tem diferenças entre elas.Considero a PSA como veículos mais requintados,bem diferente da Renault q parece mais espartana.

    • É por conta da Renault na verdade ofertar produtos Dacia no Brasil.

      Ela viu la em 98 que Brasileiro não compra produto bom. Só compra produto regional baratex.

      AÍ com a Dacia foi só sucesso.

        • Despojados em simples?

          Eles eram nivelados por cima com os nacionais, Renault ainda oferecia airbag duplo de série numa época que nem se discutia a obrigatoriedade disso.

          Fato é que das francesas a Renault foi a mais rápida em entender que brasileiro curte projeto regional e de baixo custo, aí trouxe a Dacia, hoje vende mais por conta dessa movimentação rápida.

  • Vai sofrer mesmo. Só tem 2 carros hoje(208,2008) pra disputar mercado pois pra alguém arriscar a mudar não adiantar colocar um carro de 150k como 3008 que não vai, a fama da peugeot é ruim, o carro pode não ser, mas a fama é. E mesmo assim demorou pra colocar um cambio novo no 2008. Não adianta, quem quer disputar mercado tem que fazer diferença mesmo. Tem que colocar motor turbo, cambio cvt, 50 airbags, Multimidia com tudo quanto é tipo de sistema operacional, tem que pagar até churrasco. Pra vcs terem idéia de como não é fácil competir em nível acima de 100k, vejam que tem muita gente que paga 130k em civic e corolla mas não paga em BM e Mercedez, por que o cara olha o preço de um amortecedor e o alemães custam 10x mais. Com a peugeot foi a mesma coisa, vendia carro “normais” com preço de peça absurda e péssimo atendimento.

  • Tive a infelicidade de possuir um 207 automático, aquele maldito câmbio da porsche, e foi a pior experiência que já tive com carros, mas dentre os vários problemas de câmbio e ignição, o que me fez vender o carro foi a falta das pastilhas de freio, simplesmente não existiam no mercado pastilhas dianteiras, nem nos catálogos dos fabricantes, então fui trocar na própria concessionária e para minha surpresa eles pegaram uma pastilha do C4 e esmerilharam todas as bordas até entrar no grampo do 207, perdi total confiança em usar o carro, não se brinca assim com os freios, é a minha vida que está em risco. A concessionária utilzada na época nem existe mais.

  • Ouvi falar muito mal da suspenção do 206/207. Me disseram que além de não durar nada, o valor era um absurdo para se arrumar.
    Mas fora isso só escutei falarem bem do consumo e dos motores, principalmente do motorzinho Renault q um conhecido meu tinha orgasmos mentais e toda festa tinha q falar que fazia ” Mais de 20km/l…”
    Mas acho que esse estigma a Renault já deixou pra trás faz tempo e espero que a Pug consiga deixar pra trás também, seus carros parecem muito bons.
    Agora uma sugestão de pauta: pq não comentam o mercado frances? Ele é muito atípico pois os franceses não dão muito valor a carros novos. Vi um documentário em que um dos franceses mais ricos dirigia um Clio usado e riscado que tinha sido de sua mãe e os amigos dele também só tinham carros “velhos”…

    • Meu amigo fazia mestrado na suiça e andava num megane 2010 que ele disse que estava com milhares de km andando bem e era mais completo que qualquer carro zero feito aqui. Por isso os carros “velhos” de lá ainda estão rodando bem. A tecnologia que aparece por aqui agora já está rodando pelo menos 10 anos atrás por lá, além de serem muito mais eficientes que os daqui.

      • Sim, mas o que eu quis dizer foi relacionado a cultura. Poucos trocam de carro lá.
        Aqui o cara começou a ganhar um salário maior, já troca de carro pra ostentar! Lá eles gastam em comida e vinho

  • reportagem ridícula, sem fundamento, como podem denegrir a imagem de uma marca das mais confiáveis do mercado, o carro não quebra, econômico, confortavel, e outra o 206 foi um sucesso aqui, colou os populares no bolso, tive dois 206 e um 307, repito não quebra, econômico e conforto sem igual, manutenção todos tem, talvez as peças sejam 20% mais caras q outras marcas, porém difícil quebrar , como fazem uma reportagem deda sem nexo algum. Muito irritado com esse site.

    • Olha o naipe da sua inteligência, meu caro, a matéria está falando que os carros da Peugeot não desvalorizam tanto quanto se fala e você está aqui xingando o site exatamente pelo contrário… de certo não tem QI nem para ler a matéria toda…

  • Não defendo nem falo mal da psa, mas se for na conversa do mecânico do bairro todos estariam andando de fusca até hoje, pq isso mechanicos sabem arrumar.

  • O Grupo Peugeot Citroen abandonou o Estado do Amazonas, fechando TODAS as concessionárias. Quem tinha carro da marca ficou com um MICO na mão. Quer sejam pessoas físicas ou jurídicas, empresas que possuíam van da marca. Peugeot /Citroen é bomba.
    No Rio de Janeiro o Grupo SHC , representante da marca, para melhorar a péssima imagem, colocava funcionários para fazer falsos elogios para as empresas do grupo na internet, assim, não haveria como dar certo.

  • São carros legais. Teria um 208 facinho. O problema, aqui na minha cidade, é que ninguém quer Peugeot e Citroen. Na hora da revenda é que você se dá conta do problema que tem nas mãos.

    • Vou dizer o que um amigo meu falou, quem tem que se preocupar com a venda é vendedor, o dono do carro se preocupa em dirigir e curtir. Eu faço o mesmo que ele citou!

  • Espero que continue assim… logo logo posso pagar pouco por um 308 THP a preço de Fiat Uno pelado. Já tive um Peugeot 206 e me atendeu muito bem tanto que mesmo tendo um Nissan hoje , sinto muita vontade de ter um Peugeot. A realidade é que 70% dos haters da Peugeot e Citroen nunca sequer tiveram um…

  • A montadora fez muita m. Em 2001 um 206 felini tinha motor 1.6 16v freio a disco nas 4 rodas abs e airbag depois começou a depenar o carro colocou a porcaria do 1.4 8v e ainda estragou o desenho do carro. Muitos como eu na época queriam um elefante pra amassar a carroça que tinha e transformar num 206.

  • Sou dono de um 308 1.6 Allure com câmbio manual (joia raríssima hoje em dia) e estou satisfeito com o carro. Sensação agradável ao dirigir, acabamento de primeira qualidade, porta malas superior aos dos demais hatches médios. 43000 km bem aproveitados

    O problema é estar chegando a hora de fazer as manutenções preventivas do carro, e todos os gastos dele decorrentes. Pensamos, eu e minha esposa, em trocar o carro – mas, como já disse a ela, o Peugeot nos desacostumou – é muito mais carro que concorrentes como Virtus e Captur, por um preço extremamente convidativo.

    No final, é capaz de irmos testar o 2008, manual, e continuarmos na PSA. Coisas de quem gostou das “moscas brancas”.

    • Estava com um 2012/2013 com 35 mil kms…nunca me deu um probleminha sequer. Realmente é uma jóia rara. Paguei 54 mil nele novo. Vendi por 35 mil 5 anos depois agr em 2018. Peguei um 2008 allure 1.6 manual pra manter a tradição. Paguei 72 mil nele. Super satisfeito.

  • Sou Consultor Comercial de concessionária Peugeot em São Paulo-SP. Whats App 11-97110-2612 – Marco Aurélio
    Toda linha Peugeot com condições especiais. Atendemos clientes PCD modelos 208, 308, 408 e 2008. Ligue e confira!

  • Lembro dos meus tempos de mecânica que ouvi falar muito mal de Peugeot mas depois que passaram a aparecer 206 e 306 na oficina vi que não era nada demais, a verdade é que os mecânicos falavam mal porquê não conseguiam muitos fornecedores de peças paralelas para eles poderem ter lucros orbitantes nos serviços deles. A questão dos Peugeots mais antigos que davam alertas demais também era engraçado, eu achava legal, mas o público em geral não gostava, qualquer coisa achavam que era um problema gigante, sendo que bastava ler o manual pra saber que era algo simples.

    Se fosse reclamar de alguma coisa dos Peugeots da década de 2000 é somente algumas partes que eram de um plastico ruim (exemplo: coletor de admissão) no mais são carros muito bons. Desde o lançamento do 208 considero o melhor da categoria

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