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Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade
Peugeot 206 Feline

Em meados de 2012, o segmento de hatches compactos sofreu um belo impacto com a chegada de modelos mais modernos.

Os atuais líderes Chevrolet Onix e Hyundai HB20 foram lançados apostando em visual mais atual, recursos mais modernos e ainda um interior mais bem-acabado para serem superiores aos então atuais Ford Fiesta, Fiat Palio e Volkswagen Gol.


Porém, anos atrás o Peugeot 206 conseguiu causar um impacto ainda maior numa categoria onde os consumidores tinham como referência também o trio Fiesta, Palio e Gol, além do Corsa e do Clio.

Se você olhar para o Peugeot 206, vai reparar que até hoje ele conta com um visual bacana. E foi justamente esse um dos principais diferenciais do carro na época, com formas mais bem planejadas e alinhadas com a gama mundial da empresa.

Ao lado do 206, os outros modelos da categoria pareciam ser velhos demais. Além disso, ele revolucionou pela ampla lista de equipamentos, com itens de conforto e segurança que são raramente encontrados até hoje em carros do mesmo patamar.


O Peugeot 206 foi responsável por ampliar a participação e melhorar a imagem da Peugeot no mercado brasileiro. O carro chegou inicialmente importado da França no ano de 1999, com um volume limitado de apenas 4,5 mil exemplares devido à alta do dólar e também pelo IPI elevado para carros fabricados fora do Mercosul.

Tanto é que pouco tempo depois ele passou a ser trazido da Argentina e, em 2001, ganhou a linha de produção na planta do grupo PSA Peugeot-Citroën em Porto Real, no Rio de Janeiro.

Contamos abaixo a história do Peugeot 206 no mercado brasileiro, ressaltando os principais pontos e detalhes da trajetória do hatch compacto da fabricante francesa em nosso País.

Confira:

Peugeot 206 – detalhes

Lançado como sucessor do famoso 205, o Peugeot 206 chamou a atenção logo de cara pelo visual bastante diferente do encontrado nos outros carros da mesma época. Desenhado pelo estúdio italiano Pininfarina, o modelo abandonou as formas quadradas de seu antecessor e apostou numa carroceria com formas mais suaves.

A dianteira do carro era mais agressiva, marcada pelos faróis ovalados interligados à grade que destacava o logotipo do leão da Peugeot. Já o para-choque tinha uma tomada de ar central cortada por um amplo “borrachão” preto.

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade

As laterais do carro tinham formas mais simples e limpas, mas ainda assim formando conjunto com todo o restante do desenho – as maçanetas e os retrovisores, por exemplo, tinham formatos parecidos.

Por fim, a traseira afirmava que as linhas realmente conversavam entre sim, com as lanternas parecidas com os faróis, bem como o para-choque com um amplo friso preto logo abaixo da tampa do porta-malas, esta com o suporte de placa.

Por dentro, as belas formas se repetiam. Tudo bem que o carro não era suprassumo em espaço interno, já que possuía somente 2,44 metros de distância entre-eixos e 1,65 m de largura, mas o painel tinha um desenho cativante e uma série de recursos que sequer eram encontrados nos concorrentes e, caso estivessem disponíveis, os consumidores precisavam pagar a parte por eles.

Entre esses itens, o painel de instrumentos completo com conta-giros e também o computador de bordo completo posicionado num layout separado no console central, este uma exclusividade das versões mais caras do Peugeot 206.

Além disso, algumas versões contavam até com freio a disco nas quatro rodas, algo raríssimo entre os carros compactos e até mesmo entre modelos mais caros (leia-se crossovers compactos) atualmente em nosso País.

Peugeot 206 – novidades com o passar do tempo

Facelift e fim do motor 1.0 em 2004

Apesar de se tratar de um carro com visual moderno mesmo anos após o seu lançamento, o Peugeot 206 recebeu o seu facelift de “meia-vida” em 2004. Estas foram as únicas mudanças visuais promovidas pela marca francesa na linha do carro (desconsiderando o 207, que foi considerado como um modelo inédito da marca).

Entre as novidades, o carro adotou faróis com lente lisa de policarbonato desde a configuração mais básica, enquanto as lanternas traseiras passaram a ostentar um novo layout com reposicionamento das luzes.

A lista incluiu ainda uma versão maior do logotipo da Peugeot, reposicionado na tampa do porta-malas. Fora isso, a gama de versões foi reposicionada com as novas variantes Sensation, Presence e Feline.

Por fim, o 206 deixou de ser comercializado com o motor 1.0 litro a gasolina, passando a contar somente com o 1.4 litro flex de até 82 cv, além do 1.6 litro flex. Com isso, enquanto a concorrência oferecia modelos 1.0, a Peugeot se sobressaia por dispor do 206 1.4, mais potente e eficiente e com preço equivalente.

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade

Versões com câmbio automático e até teto solar

Três anos após a chegada do modelo com novo visual e também do fim das versões com motor 1.0, a Peugeot passou a comercializar o 206 na versão Feline 1.6 com opção de câmbio automático de quatro marchas, praticamente o mesmo que equipava os carros mais recentes da marca até alguns anos atrás.

Esta configuração oferecia ainda alguns equipamentos extras, como o piloto automático – típico entre os modelos sem o pedal de embreagem.

Outra novidade foi a chegada do Peugeot 206 Moonlight, uma edição especial limitada a 3,6 mil unidades que tinha como base o modelo Presence e oferecia como diferencial o teto solar com acionamento elétrico.

Na época, o modelo era o único de seu segmento a oferecer tal item como equipamento de série. Havia ainda alguns outros recursos, como ponteira de escapamento cromada, capa dos retrovisores em fibra de carbono, bancos com nova padronagem de tecido, tampa do combustível tipo aviação e a opção de CD player com leitor de MP3 e entrada auxiliar.

Ele tinha preços que começavam em R$ 38,3 mil.

Séries e edições especiais

Peugeot 206 WRC: esta é a versão mais rara do Peugeot 206. O modelo WRC foi inspirada no modelo 206 GT com motor 2.0 litros ofertado no mercado europeu, mas neste caso com o conhecido 1.6 litro e alguns recursos extras para fazer referência aos modelos de competição, como para-choques exclusivos e alguns outros detalhes de acabamento diferenciados.

Peugeot 206 Quicksilver: oferecida até hoje nos carros da Peugeot, a série especial limitada Quicksilver também marcou presença na gama do 206. O modelo tinha rodas exclusivas de cinco raios, logotipos em alusão à configuração e decoração diferenciada no interior, com tapetes exclusivos. A primeira leva do carro chegou em 2001 com motor 1.0 ou 1.6 litro.

Peugeot 206 Techno: praticamente uma raridade atualmente, o Peugeot 206 Techno foi lançado na metade de 2003 como uma configuração mais equipada da linha. Ele oferecia recursos como sensor de estacionamento traseiro, sensor de chuva e faróis com acendimento automático, além de direção hidráulica, vidros e travas elétricas, retrovisores elétricos, sistema de som com CD player e comandos no volante, computador de bordo, entre outros. Ele tinha motor 1.0 ou 1.6.

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Peugeot 206 Holiday: para comemorar as cinco milhões de unidades do 206 hatch vendidas no mundo, a Peugeot lançou no Brasil o 206 Holiday. O carro estreou no fim de 2005 e tinha produção limitada a 3 mil unidades, todas com rodas de liga-leve exclusivas, faróis de neblina, adesivos em alusão à versão, sistema de som com MP3 player e controle remoto da marca Clarion, bancos revestidos em tecido exclusivo, faróis de neblina, vidros e travas elétricas e direção hidráulica. Ele podia contar com motor 1.4 ou 1.6 litro.

Família composta pelo hatch, perua SW e conversível CC

Na verdade, o Peugeot 206 fez tanto sucesso que logo constituiu uma família no mercado brasileiro. Logo no ano 2000, a marca passou a oferecer em nosso País o Peugeot 206 CC (sigla de “Coupé Cabriolet”), um conversível com teto rígido elétrico e carroceria de duas portas.

A capota do modelo levava 22 segundos para ser recolhida pelo sistema eletro-hidráulico a uma velocidade inferior a 10 km/h. Ele tinha o motor 1.6 litro e câmbio manual, além de recursos inéditos como bancos em couro, assentos com aquecimento, airbags frontais e laterais, freios ABS, sistema de som e ar-condicionado automático.

Outro modelo inédito foi o Peugeot 206 SW, a perua da gama. Ele chegou em 2005 e tinha visual um tanto quanto controverso, além de soluções como vidros laterais traseiros basculantes e maçanetas traseiras embutidas na coluna “C”.

Fora isso, ela contava com o menor porta-malas do segmento, com capacidade para apenas 313 litros (contra os 460 litros entregues pela rival Fiat Palio Weekend). Esta configuração foi ofertada também no modelo aventureiro Escapade.

Em julho de 2008, deu lugar ao 207 SW.

Fim de linha

Como um dos carros de maior sucesso no início da década, o Peugeot 206 se despediu do mercado nacional no fim de 2009. Ou seja, longos e consideráveis 10 anos após ter sido introduzido em nosso País.

Entretanto, antes mesmo do fim de linha do 206, a Peugeot já comercializava em suas concessionárias o 207. Sendo assim, para não continuar provocando uma “canibalização interna”, o modelo antigo abandonou os showrooms.

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade

Para ocupar o lugar do Peugeot 206, a marca passou a oferecer o Peugeot 207 X-Line, que na época custava R$ 29,8 mil em sua configuração com motor 1.4 litro flex de 82 cavalos, carroceria de duas portas e acabamento mais simples.

Alguns itens bastante básicos, como ar quente e desembaçador traseiro, eram de série a partir do modelo com carroceria de quatro portas, que tinha preço sugerido de R$ 31,6 mil.

Peugeot 206 – versões

Confira abaixo as principais versões (incluindo séries e edições especiais) oferecidas na linha do Peugeot 206 no mercado brasileiro:

  • Peugeot 206 Allure 1.6
  • Peugeot 206 CC 1.6 (conversível)
  • Peugeot 206 Feline 1.4 ou 1.6
  • Peugeot 206 Holiday 1.4 ou 1.6
  • Peugeot 206 Moonlight 1.4
  • Peugeot 206 Presence 1.6
  • Peugeot 206 Quicksilver 1.0 ou 1.6
  • Peugeot 206 Rallye 1.6
  • Peugeot 206 Selection 1.6
  • Peugeot 206 Sensation 1.0 ou 1.4
  • Peugeot 206 Soleil 1.0
  • Peugeot 206 SW 1.4 ou 1.6 (perua)
  • Peugeot 206 Techno 1.6
  • Peugeot 206 WRC 1.6

Peugeot 206 – preços

Confira os preços das principais versões oferecidas em série na gama do Peugeot 206:

  • Peugeot 206 Allure 1.6 duas portas: R$ 14.220 (2008)
  • Peugeot 206 Allure 1.6 quatro portas: R$ 15.640 (2007) a R$ 16.140 (2008)
  • Peugeot 206 CC 1.6 (conversível): R$ 31.030 (2001) a R$ 42.650 (2008)
  • Peugeot 206 Feline 1.4 ou 1.6: R$ 12.600 (2004) a R$ 15.400 (2008)
  • Peugeot 206 Moonlight 1.4 duas portas: R$ 14.600 (2007) a R$ 15.200 (2008)
  • Peugeot 206 Moonlight 1.4 quatro portas: R$ 15.400 (2007) a R$ 16.235 (2008)
  • Peugeot 206 Presence 1.6 duas portas: R$ 10.800 (2004) a R$ 14.640 (2008)
  • Peugeot 206 Presence 1.6 quatro portas: R$ 12.020 (2004) a R$ 15.035 (2008)
  • Peugeot 206 Sensation 1.4 duas portas: R$ 11.630 (2006) a R$ 14.760 (2010)
  • Peugeot 206 Techno 1.6: R$ 12.300 (2003) a R$ 16.900 (2008)

(valores obtidos em julho de 2018, com base na Tabela FIPE)

Peugeot 206 – motor, câmbio e desempenho

Ao longo de sua jornada no mercado brasileiro, o Peugeot 206 foi oferecido com três motorizações diferentes.

Nos primeiros anos, o modelo ofereceu em suas versões de entrada o motor 1.0 litro de quatro cilindros a gasolina, capaz de entregar potência máxima de 70 cavalos e torque máximo de 9,5 kgfm, associado a uma transmissão manual de cinco marchas. Este conjunto era capaz de levar o carro aos 100 km/h em 14,4 segundos e atingir uma velocidade máxima de 160 km/h.

Já a opção intermediária, que anos depois se tornou a configuração mais em conta da gama do Peugeot 206, era composta pelo 1.4 litro flex de quatro cilindros, também com câmbio manual de cinco marchas.

Tal unidade consegue entregar até 82 cavalos de potência e 12,6 kgfm de torque. Com este propulsor no capô, o 206 acelerava de 0 a 100 km/h em 12,1 segundos e alcançava máxima de 174 quilômetros por hora.

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade

Por fim, quem buscava por um desempenho extra tinha à disposição o Peugeot 206 1.6, que se posicionava como o modelo mais caro da gama e tinha ainda a opção de transmissão automática de quatro velocidades.

O 206 1.6 tinha um motor flex de quatro cilindros e 16 válvulas, com até 113 cavalos e 15,5 kgfm. Com o câmbio manual, o carro acelerava aos 100 km/h em 10,5 s e atingia 198 km/h, enquanto que com a transmissão automática os números eram os mesmos, segundo dados da marca francesa.

Peugeot 206 – consumo

A respeito do consumo de combustível, segundo dados informados pelo fabricante, o Peugeot 206 em versões equipadas com motor 1.0 litro a gasolina e transmissão manual conseguia rodar 9,4 quilômetros com um litro de combustível na cidade e 15,5 km na estrada.

Os números entregues pelo Peugeot 206 1.4, disponível somente com câmbio manual, eram ligeiramente inferiores. Bicombustível, este motor conseguia entregar consumo de 7,6 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada quando abastecido com etanol e 10,7 e 14,2 km/l, respectivamente, com gasolina no tanque de combustível.

Já o Peugeot 206 1.6 entregava números de consumo parecidos com os do Peugeot 206 1.4. Ele conseguia fazer 7,5 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada com etanol e 10,3 e 14,2 km/l, respectivamente, com gasolina.

Isso, claro, com a transmissão manual. O modelo Peugeot 206 1.6 automático tinha números inferiores, com 7 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 9,5 e 12 km/l, respectivamente, com gasolina.

Peugeot 206 – manutenção e revisões

Embora tenha sido arduamente criticado no início por ser um modelo importado e de marca um tanto quanto desconhecida, o Peugeot 206 se consolidou no mercado e hoje é possível encontrar peças do carro com bastante facilidade.

Além disso, o Peugeot 207 (que nada mais era que uma versão reestilizada do 206), mais recente, divide centenas de componentes com o modelo antigo.

No momento da publicação desta matéria (julho/2018), a Peugeot não disponibilizava qualquer informação sobre os preços das revisões de seus veículos no Brasil.

Porém, segundo uma tabela anterior, a marca cobrava R$ 3.674 pelas seis revisões de 10 mil a 60 mil km do Peugeot 207 com motor 1.4 ou motor 1.6. Sendo assim, caso você leve o seu 206 até uma concessionária, deverá pagar um preço parecido pelas revisões.

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade

Entretanto, vale lembrar que os carros da Peugeot costumam apresentar um problema crônico na suspensão. Ela apresenta barulhos frequentes e são poucos os mecânicos que conseguem corrigir tal defeito de maneira definitiva.

Logo, vale a pena dar uma olhada no conjunto de suspensão do Peugeot 206 caso você esteja buscando por um no mercado de usados.

Peugeot 206 – ficha técnica

Motor

1.0

Tipo

Dianteiro, transversal e monocombustível

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.360

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

70 cv a 5.500 rpm

Torque Máximo

9,5 kgfm a 4.000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Não assistida (mecânica)

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Independente, braço arrastado

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 14 polegadas

Pneus

175/65 R14

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.835

Largura (mm)

1.652

Altura (mm)

1.432

Distância entre os eixos (mm)

2.442

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

500

Tanque (litros)

50

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

937

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,32

 

Motor

1.4

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.360

Válvulas

8

Taxa de compressão

10,2:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

82 cv a 5.250 rpm

Torque Máximo

12,6 kgfm a 3.250 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Independente, braço arrastado

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 14 polegadas

Pneus

175/65 R14

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.835

Largura (mm)

1.652

Altura (mm)

1.432

Distância entre os eixos (mm)

2.442

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

500

Tanque (litros)

50

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

937

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,32

 

Motor

1.6

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.587

Válvulas

16

Taxa de compressão

11:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

113 cv a 5.750 rpm

Torque Máximo

15,5 kgfm a 4.000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas ou automático de quatro marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e disco sólido (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Independente, braço arrastado

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 14 polegadas ou liga-leve de 15 polegadas

Pneus

175/65 R14 ou 185/65 R15

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.835

Largura (mm)

1.652

Altura (mm)

1.432

Distância entre os eixos (mm)

2.442

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

500

Tanque (litros)

50

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.027

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,32

Peugeot 206 – galeria de fotos

Peugeot 206: história do hatch que cativou pelo visual e modernidade
Nota média 5 de 3 votos

  • Marcos Souza

    Sempre achei um carro lindo.
    Tinha um conhecido meu(bem mala por sinal) que tinha comprado um da primeira leva de 1.0 16v. E todo dia ele vinha falar que o carro dele fazia 21km/l na estrada. Pode até fazer, pq realmente o carro é econômico, mas o cara era chato…

    • dallebu

      Depende em quais condições, só motorista, ar desligado talvez. Eu tinha um igual e fazia uns 15 km/l na estrada, 100~110 km/h, ar ligado.
      Pra época entre os 1.0 era muito econômico, mas hoje em dia faço quase 16 km/l num New Fiesta 1.5 nas mesmas condições, mais pesado e bem mais potente.

      • Deadlock

        Em descida de serra pode ser.

    • Matuska

      Já fiz 17 num C3 com motor 1.4 porém entre 30 e 60 km/h andando igual uma vovó.

      • Unknown

        No C3 Puretch atual, faria bem mais, com toda certeza!

    • Unknown

      Sempre tem estes que se consideram os mais espertos e conseguem extrair números surreais de consumo, para tentar justificar a “superioridade” do produto adquirido.

  • Dod

    O design do 206 é uma verdadeira obra prima. Mesmo vinte anos após o lançamento continua belo, agressivo na medida certa.

    • 1 Raul

      Destaque para o comercial de televisão dele, onde batiam e lapidavam outros carros até virar um 206.

    • Deadlock

      Sonho de consumo de jovens na época, nos fez ver que poderia haver vida mais interessante fora das 4 grandes…Pena que estragaram o sonho e estão hoje lutando para sobreviver.

  • Marcus Fumagalli

    O carro que criou a expressão “design francês”.
    Fui o feliz proprietário de um e o carro, tirando os grilos internos que eram motivo de crítica de praticamente todo dono de 206, só me deu alegria. Bonito, econômico, esperto, revisões justas para a época. Meu sonho absoluto era um 206 cabriolét mas começou ficar muito violento onde moro e andar de conversível era meio andar com uma placa na testa pedindo p ser assaltado.
    Mas o 206 teve e sempre terá um lugar especial na minha lista de carros, pena que os que vejo circulando hoje estão todos MUITO acabados.
    Mas aí a Peugeot inseriu o 207 (206,5) e matou o que era perfeito.

  • Na época do lançamento esse carro causou o mesmo impacto que o HB 20 da Hyundai quando foi lançado. Dentro do segmento era a frente comparado aos concorrentes. Pena que a Peugeot não sobe dar continuidade (assim como a Honda não soube criar uma versão para dar continuidade ao New Civic ) . Vamos ver se a Hyundai consegue um substituto a altura do HB 20 (e já está chegando a hora pra isso) .

    • Dod

      O novo HB20 deverá ser bonito e provavelmente continuará vendendo bem, até porque é um carro com excelente reputação no mercado, mas não deverá causar o mesmo impacto do original quando foi lançado. Carros que são “divisores de águas” no que tange ao design geralmente perdem o apelo estético quando mudam de geração, vide o 206 e New Civic, como você próprio citou. Outros exemplos são o Vectra B, o Corsa B e até o primeiro Palio: todos eles tiveram seus desenhos aclamados na época do lançamento, viraram sonho de consumo de muita gente mas isso se perdeu na mudança de geração ou face-lift, e os primeiros modelos continuaram como referência.

      • MauroRF

        O mesmo vale para o primeiro Focus.

    • Gomes

      Acho que a Hyundai será colocada à prova com HB20. Se ela conseguir um sucessor de sucesso, vai no embalo, senão vai acontecer o mesmo que a Peugeot

  • dallebu

    Era um carro a frente do seu tempo. Tive um 2002 1.0 16V Soleil (tem até relato no NA) que além dos clássicos ar condicionado, direção hidráulica e vidros e travas elétricos, tinha airbag duplo (com desativação do passageiro), regulagem elétrica da altura dos faróis, regulagem de altura da direção e do banco do motorista, ancoragem isofix nos bancos traseiros e no banco dianteiro, telinha no painel com escrito qual porta estava mal fechada, limpador de para-brisa variava a velocidade de varredura conforme a velocidade do carro e tinha um esguicho que pulverizava a água no para-brisa, tinha para-brisa atérmico, o limpador traseiro acionava sozinho ao engatar a ré, tinha comandos de som no volante, cinto de 3 pontos e encosto de cabeça para os 5 ocupantes, entre outras coisas que não me lembro.

    • F Amc

      Tive um Rallye ano 2000 que era completíssimo também, até desembaçador nos retrovisores ele tinha. Depois do Rallye (que era importado), tive outro 206, sendo esse um Moonlight (meu primeiro carro 0km). Os dois foram excelentes carros e me deixaram saudades, mas meu sonho de consumo mesmo era a versão GTi do 206, que infelizmente não veio para o Brasil, mas tinha na Argentina.

  • Geraldo Xavier

    Quase comprei 1 moonlight. Mais aí na negociação a patroa ficou grávida e optei por um corsão sedan por ser maior e ter mais espaço de mala e interior. Achava lindo o monlight e 3 meses depois a Peugeot lançou o 207.

  • Eduardo Sad

    A Peugeot teve a faca e o queijo na mão… Assumiu uma imagem de valor agregado e futurista com esse carro. Teve a oportunidade de se tornar um grande player em nosso Mercado. No entsnto, erros estratégicos fizeram com que se perdesse…

    • 💀GHOC💀

      Essa é a verdade, a começar pelo 207, que só existe no Brasil e alguns países da América Latrina, que na verdade é o primeiro facelift do 206, felizmente o brasileiro aos poucos vai deixando de ser burro mesmo que lentamente

      • Fernando

        Mas até que o 207 vendeu bem. Claro, poderia ter sido melhor, mas em todo canto que vou, sempre tem alguns rodando…

  • Phantasma

    Me lembrei da Hoggar, um dos carros que mais era zoado aqui, e, com alguma razão.

  • Rafael Ximenes Moreira

    O meu primeiro 206 foi do ano de 2003, era um Rallye 1.6 16v argentino. O carro era fantástico! Anos luz a frente da concorrência. Ele era cinza, tinha rodas de liga 14″, volante em couro, pedaleiras de alumínio assim como as maçanetas internas, ponteira de escapamento cromada, vistosos faróis de neblina, farois de parábola dupla com lentes em policarbonato como foram adotados no facelift de 2005. Além de ter apenas 2 portas que o traziam um certo charme de coupê, para-choques dianteiro e traseiro tinham desenho diferentes do resto da gama e também foram adotados no facelift, ao contrário dos paralamas dianteiros que eram mais largos, exatamente os mesmos encontrados no 206 CC. Em segurança, já trazia airbags duplos, cintos de 3 pontos e encostos de cabeça para os 5 ocupantes e freio a disco nas 4 rodas. O troquei em 2006 por outro 206, desta vez, um Feline 1.4 flex. O carro brasileiro perdia em acabamento, isolamento acústico e segurança (não possuia encosto de cabeça pro passageiro do meio, o cinto era subabdominal, freios a disco só nas rodas dianteiras). Também senti falta da força do motor 1.6 em detrimento do 1.4 que não era ruim mas não poderia se comparar com o de cilindrada maior. Em contrapartida, agora eu tinha 4 portas, ar condicionado automático digital, faróis e limpadores com acionamento automático, o som que lia CD’s de MP3 e tinham comando satélite, além de outros alarmes e indicadores. Os dois foram igualmente usados em ciclos urbanos e rodoviários e o grande senão deles foram a rede autorizada e o preço de revenda. Fora isso, foram só alegrias!

  • José Barbosa

    Meus dois palitos sobre este carro: no começo do ano, procurava um carro para a minha esposa, automático e compacto. A primeira opção era o Fit.
    Entretanto, os bons fits estavam acima de 23 mil, e achei um 206 muito bem cuidado, embora já com a quilometragem avançada. Paguei 15 mil mais R$ 1.000,00 de revisão completa, incluindo uma retífica do cabeçote (baixava muito a água).
    Estou muito satisfeito. O único senão é o desacostume com a suspensão duríssima. Nos raríssimos momentos que acho um bom asfalto aqui em Gyn, até entendo sua vantagem, mas para boa parte do seu uso urbano é um tanto sofrível, bem como o consumo é longe de alcançar os números prometidos. Mas assumo parte da culpa: o 1.6 é muito forte e com o baixo peso sinto que muitas vezes piso mais que o necessário. E é divertido!

  • Felipe S. Rangel

    Tive 03 Peugeots 206: Soleil 2003, Allure e Moonlight 2008. Ainda hoje gostaria de ter um CC ou um Feline Automático bem cuidado e original para guardar como item de coleção. Fecharia a coleção um com Escort XR3, um Kadett GSI, um Uno Turbo e um C4 GLX.

  • Comentarista

    Foi símbolo do ápice mas também explica a decadência da PSA no país. Design bonito mas com um pós-vendas horrível destruíram o que poderia dar certo. O caminho contrário seguiu a Renault, que está conseguindo se desvencilhar da imagem ruim de carros franceses.

  • TG

    Eu sou apaixonado por esse carro. Vendemos em 2002. Queria achar um bem cuidado antes do facelift(2000-2003) na linda cor azul recife pra guardar como coleção.

  • Ítalo Filizola

    Tive um Presence 1.4 2008. É o carro que mais me deixou satisfeito. Solteiro na época, atendia a todas as minhas necessidades. Fiquei 5 anos com o carro e nunca me deu problema. Por causa da beleza da versão que competia no WRC, foi que me fez preferir ele ao gol, na época (além da lista de itens de série).

  • Thiago Fernandes

    206 é um mito !

  • Geloseco

    Tenho um, Feline 1.6, 2005. Comigo desde 2009. Carrinho valente. Quanto a suspensão, é saber levar, nada de abusar em valetas, lombadas e afins. Bom carrinho. Acabamento está bacana até hoje. Ainda acho-o bonito perto dos atuais (visual envelheceu, mas ainda não acho ele feio perto dos moderninhos). Pensei em trocar e desisti. Só tranqueiras. Para pegar um realmente aos pés do meu leãozinho teria que voltar uma boa grana. Bom carrinho. Heroico. Não fala mal de ninguém. 😆😂

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