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Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000
Hyundai Santa Fe

O Hyundai Santa Fe não é um dos SUVs mais vendidos no mercado brasileiro. Porém, lá fora ele desempenhou e ainda desempenha um papel importante dentro da gama da marca sul-coreana.

O Santa Fe foi o primeiro SUV da Hyundai, com estreia anunciada em meados dos anos 2000, e ajudou a fabricante a alavancar suas vendas, se posicionando como um carro de sucesso nos Estados Unidos.


Antes de tudo, vai uma curiosidade: o nome do Hyundai Santa Fe não tem nada a ver com religião ou algo do tipo. A identidade do carro tem como referência a cidade de Santa Fé, no estado de Novo México, nos Estados Unidos. Outro SUV da Hyundai que tem nome de cidade é o Hyundai Veracruz, cujo nome vem de uma cidade mexicana.

Hoje o Santa Fe está em sua quarta geração. No Brasil, a marca ainda comercializa a terceira geração do utilitário-esportivo médio em versão única de acabamento, capaz de levar até sete pessoas, com preço de R$ 179.990.

Todavia, a Hyundai CAOA (responsável pela importação do modelo) já testa a nova geração do Santa Fe e deverá lançar a novidade em breve por aqui.


Veja abaixo os principais detalhes da história do Hyundai Santa Fe no Brasil e no restante do mercado global:

Primeira geração do Hyundai Santa Fe em 2000

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Embora os SUVs tenham ganhado força na última década no mercado brasileiro, lá fora eles representam boa parte das vendas há um bom tempo.

O Hyundai Santa Fe de primeira geração, por exemplo, chegou em 2000 e se posicionou como o primeiro utilitário-esportivo da marca coreana e, ainda assim, conseguiu ser um sucesso em vendas.

Logo em seu primeiro ano cheio de vendas, o primeiro Santa Fe foi considerado um fenômeno em vendas. Na realidade, ele foi tão desejado que muitas vezes a Hyundai não conseguiu atender a demanda e entregar os exemplares com pontualidade.

Não bastasse isso, o Hyundai Santa Fe contribuiu para alavancar a imagem e a posição da Hyundai no mercado – naquela época, as coreanas não eram tão bem-conceituadas como hoje. Como estratégia, a marca ofereceu o SUV com um preço mais baixo para tentar impulsionar as vendas do carro. E funcionou!

Outra forma encontrada pelo fabricante foi oferecer um programa de garantia atraente. O Santa Fe tinha uma garantia de, pasmem, 10 anos ou 100 mil quilômetros rodados, o que acontecesse primeiro.

Devido a isso, o Hyundai Santa Fe teve todo esse sucesso e a Hyundai seguiu evoluindo após o lançamento do SUV.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

A primeira versão do Santa Fe foi construída a partir da plataforma do Sonata. Meio que uma controvérsia perto dos outros SUVs da mesma categoria que eram construídos a partir de chassis como as picapes. Outros veículos utilizando o mesmo conceito chegaram na mesma época, como o Ford Escape, Honda Pilot e Toyota Highlander.

Atualmente, o mercado de SUVs médios construídos sob plataforma de um carro de passeio está ainda maior e inclui ainda outros modelos como Ford Edge, Kia Sorento, Chevrolet Traverse, Nissan Murano, entre outros.

O Hyundai tinha dimensões generosas para a sua época. Ele mede 4,5 metros de comprimento, 1,82 m de largura e 1,67 m de altura, com entre-eixos de 2,62 m. O porta-malas, porém, tem capacidade para 440 litros.

Lá fora, ele foi comercializado nas versões de acabamento GL, GLS e LX, com duas opções de motorização. Os modelos mais básicos saíam equipados com um 2.4 litros de quatro cilindros, capaz de gerar 150 cv de potência, enquanto os mais caros trazia um 2.7 V6 de 180 cv, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades e tração 4×2 ou 4×4.

Esse motor V6 era considerado fraco demais para os mais de 1.670 kg do Hyundai. Dois anos depois, a marca anunciou o Santa Fe 2003 com um motor 3.5 V6 mais potente, com até 200 cv, e um novo câmbio automático de cinco marchas.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Nas versões mais completas, o Hyundai Santa Fe podia contar com recursos como ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, airbags, freios ABS, controle eletrônico de tração, controle de cruzeiro, destravamento das portas sem chave, partida do motor por botão, bancos com revestimento em couro, sistema de som com CD player, entre outros.

Todavia, como nem tudo são flores, o visual do Santa Fe de primeira geração não era dos mais agradáveis. O SUV não chegava a ser feio, mas também não apresentava arrojo em nenhum dos ângulos. Se você reparar bem, pode analisar que o Tucson de primeira geração bebeu da mesma fonte do irmão maior.

As primeiras mudanças estéticas foram aplicadas no fim de 2005, como novidades para o Santa Fe 2006. Ele recebeu uma grade frontal mais encorpada, para-choques redesenhados, novas lanternas traseiras e painel de instrumentos redesenhado e mais completo.

Porém, um ano depois o Santa Fe de primeira geração abandonou o mercado para dar espaço para a segunda geração do Hyundai.

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Lançamento do primeiro Santa Fe no Brasil em 2001

Você não deve saber, mas o primeiro Santa Fe foi comercializado no mercado brasileiro. Ele chegou por aqui em meados do ano de 2001. Porém, como a Hyundai não tinha muita participação de mercado naquela época, você raramente vai se deparar com um exemplar do SUV nas ruas.

O Santa Fe chegou ao Brasil para enfrentar modelos como Toyota Hilux SW4 e Mitsubishi Pajero Sport – estes porém, SUVs de verdade por terem carroceria construída por chassi e não com estrutura monobloco. Seu preço era de cerca de R$ 105 mil.

Este modelo foi oferecido em versão única de acabamento, com motor 2.7 V6 a gasolina de 180 cv, câmbio automático de quatro marchas e tração 4×4 permanente. Entre os recursos, oferecia airbags frontais, freios ABS, bancos revestidos em couro, vidros, travas e retrovisores elétricos, faróis de neblina, teto solar com acionamento elétrico, ar-condicionado automático, entre outros.

Segunda geração do Hyundai Santa Fe em 2006

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Para dar continuidade ao sucesso do Santa Fe no mercado, a Hyundai apresentou a segunda geração do SUV durante o Salão do Automóvel de Detroit, em janeiro de 2006. Ele seguiu usando a mesma plataforma do Sonata (porém, da geração mais recente do sedã) e melhorou bastante em relação à sua primeira versão, sobretudo no quesito visual e acabamento interno.

Logo de cara, já dava para notar que o então novo Hyundai Santa Fe tinha um visual bem mais moderno e agradável. Fruto da identidade visual da Hyundai na época e do trabalho do centro de design da Hyundai em Irvine, na Califórnia (EUA). Ele foi o primeiro carro de produção projetado nesse estúdio.

A dianteira era marcada pela grade mais retilínea com dois frisos cromados e os faróis mais espichados. As laterais, por sua vez, tinham linha de cintura elevada e um vinco inferior. Já a traseira contava com lanternas seguindo o mesmo padrão dos faróis e uma boa área envidraçada.

O interior do carro, por sua vez, trazia um bom nível de acabamento para a época. As versões mais caras contam com um detalhe imitando madeira na porção central do painel. Este, inclusive, tem console central voltado para o motorista e uma série de botões como comandos do sistema de som e do ar-condicionado automático digital.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Ainda no interior, o Hyundai Santa Fe de segunda geração era marcado pelo volante de quatro raios, painel de instrumentos com três “relógios”, entre outros.

O Santa Fe foi o primeiro SUV da Hyundai a contar com a opção de bancos na terceira fileira, podendo acomodar até sete ocupantes em sua cabine. Na época, a marca coreana disse que 40% de todos os clientes de crossovers e SUVs exigiam os assentos no porta-malas.

Ele ficou maior que seu antecessor. Passou a medir 4,67 metros de comprimento, 1,89 m de largura e 1,79 m de altura, com entre-eixos de 2,7 m. O porta-malas manteve sua capacidade para 440 litros.

Na segurança, o novo modelo da Hyundai era equipado de fábrica com airbags frontais, laterais e de cortina (este último com proteção para os ocupantes das três fileiras), controle eletrônico de estabilidade, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, encosto de cabeça e cinto de três pontos para os cinco ocupantes, entre outros.

O interessante é que o Hyundai Santa Fe de segunda geração recebeu nota máxima de cinco estrelas nos testes de segurança do National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), organização norte-americana responsável pela segurança viária de lá.

Ele foi avaliado numa colisão frontal e lateral contra barreiras deformáveis e também em testes de capotamento. Além do Santa Fe, os modelos Tucson e Veracruz também receberam cinco estrelas nos crash tests.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Lá fora, o carro podia ser equipado ainda com monitoramento da pressão dos pneus, teto solar elétrico, sistema multimídia com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas e navegador GPS, sistema de som com amplificador e subwoofer, faróis com acendimento automático, câmera de ré, chave presencial, partida do motor por botão, acabamento interno em couro, entre outros.

Sob o capô, ele escondia um motor 2.7 V6, dotado de comando de válvulas variável, capaz de gerar 190 cavalos de potência e 25,5 kgfm de torque. Esta unidade trabalhava com um câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades.

Havia também um 3.3 V6 Lambda, com 245 cv e 31,2 kgfm, sempre com transmissão automática de cinco marchas. Como opção, ofertava o sistema de tração integral controlado eletronicamente.

A linha do Hyundai Santa Fe com facelift surgiu em 2010. O carro recebeu uma nova grade com barras horizontais e verticais, novas lanternas traseiras e rodas de liga-leve redesenhada. Ele passou a contar também com sistema multimídia com conexão Bluetooth. Nos EUA, a marca deixou de oferta-lo com a opção dos sete lugares para deixar espaço para o Veracruz.

Na gama de motores, ele adotou os novos 2.4 de quatro cilindros e 3.5 V6, mais potentes e eficientes, com câmbio manual ou automático, ambos com seis marchas.

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Lançamento do segundo Santa Fe no Brasil em 2006

O novo Hyundai Santa Fe não demorou muito para chegar ao mercado brasileiro. Foi lançado por aqui no fim de 2006 em versão única, equipada com motor V6, câmbio automático e tração nas quatro rodas. O SUV tinha preço na casa dos R$ 120 mil a R$ 130 mil e se destacava por contar com os sete lugares no interior.

Sob o capô, ele carrega um motor 2.7 V6 de 24 válvulas, que consegue desenvolver 200 cavalos de potência, a 6.000 rpm, e 25,5 kgfm, atrelado ao câmbio automático de quatro marchas e sistema de tração nas quatro rodas controlada eletronicamente.

O modelo saía de fábrica com airbag duplo, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, controle de estabilidade, controle de tração, direção hidráulica, banco traseiro reclinável e bipartido, piloto automático, vidros, travas e retrovisores elétricos, ar-condicionado automático digital de duas zonas, volante multifuncional com regulagem de altura, sistema de som, entre outros.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Esta segunda geração recebeu o facelift em abril de 2010. O carro passou a ostentar uma grade frontal redesenhada, novos para-choques, rodas de liga-leve de 18 polegadas com novo desenho, faróis e lanternas com novo layout interno, entre outros.

Ele adotou também novos detalhes de acabamento interno imitando fibra de carbono, além de recursos como ar-condicionado automático de duas zonas, bancos dianteiros aquecidos, assento do motorista com ajustes elétricos, sensores de luz e chuva, seis airbags, teto solar elétrico, câmera de ré, bancos em couro, sistema de som mais potente e sensor de estacionamento traseiro.

A principal alteração foi a adoção do motor 3.5 V6 no lugar do antigo 2.7 V6. Mais potente, gera 285 cv e 34,1 kgfm, e está associado ao novo câmbio automático de seis marchas. O preço do carro na época era de R$ 110 mil para o modelo de cinco lugares.

Terceira geração do Hyundai Santa Fe em 2012

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A terceira geração do Santa Fe foi apresentada em 2012 e é a atual versão do utilitário-esportivo à venda no Brasil. Ele foi apresentado durante o Salão do Automóvel de Nova York, em abril, e estreou em duas configurações diferentes: Sport, com entre-eixos mais curto e cinco lugares, e Grand Santa Fe ou Santa Fe XL (dependendo do mercado), com entre-eixos alongado e até sete lugares.

O visual do novo Santa Fe também ficou bem mais arrojado e marcante que o da antiga geração, seguindo a mesma linha de outros modelos da marca, como Elantra, i30, ix35, New Tucson e HB20. A dianteira adotou faróis com recorte mais moderno e uma grade hexagonal mais ampla, além de para-choque com entrada de ar com moldura preta.

Já as laterais passaram a exibir uma linha de cintura ascendente e conjunto de janelas com formato diferenciado, além de uma série de novos vincos. A traseira, por sua vez, adotou lanternas mais afiladas invadindo a tampa do porta-malas e novos vincos. No Grand Santa Fe de sete lugares, a traseira é mais encorpada e tem lanternas exclusivas.

O modelo ficou mais comprido, mais baixo e mais largo que seu antecessor, com a mesma distância entre-eixos do anterior, de 2,7 metros. Ele passou a ostentar 4,69 m de comprimento, 1,68 m de largura e 1,88 m de altura.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Já no interior, o novo Hyundai Santa Fe seguiu a nova identidade visual da marca e ganhou um desenho bem mais ousado no painel e no restante das peças. O console central ficou mais envolvente, com uma nova profusão de botões e a central multimídia no topo, além das saídas de ar em formato de “C”.

O acabamento interno do SUV também ficou mais refinado. Fora isso, ele ficou mais espaçoso, com quase 4 cm a mais no espaço para as pernas dos ocupantes dianteiros e 4,5 para os ocupantes da terceira fileira.

No mercado europeu, o novo Santa Fe foi vendido com um 2.4 GDI a gasolina de até 193 cv e um 2.2 litros turbodiesel, capaz de gerar 200 cv e 44 kgfm. Ele ofertou ainda um outro 2.0 turbodiesel, com 150 cv e 39 kgfm. Ele tinha câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas, e tração dianteira ou 4×4.

Já em outros mercados, ele herdou o motor 3.3 V6 Lambda do Azera, com injeção direta de combustível, acoplado a um câmbio automático de seis marchas e sistema de tração AWD.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Lá fora, o carro recebeu recursos como faróis xênon, controle de cruzeiro adaptativo, aviso de saída de faixa, sete airbags, assistente de partida em rampas, controle de descida, rodas de liga-leve de 19 polegadas, seletor de modos de condução, ar-condicionado automático de duas zonas, direção elétrica, sistema multimídia com navegador GPS, sistema de som Infinity com 550 watts, entre outros.

O facelift de meia-vida do Hyundai Santa Fe estreou nos EUA em fevereiro de 2016. O SUV médio recebeu uma grade frontal mais ampla e marcante, luzes de condução diurna, para-choques redesenhados e lanternas com nova disposição de luzes.

Ele adotou também recursos como sistema start/stop e frenagem automática de emergência com detecção de pedestres.

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Lançamento do terceiro Santa Fe no Brasil em 2013

A terceira geração do Hyundai Santa Fe chegou ao Brasil no primeiro semestre de 2013. Importado na Coreia do Sul, o modelo foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano anterior, e chegou em duas versões. A primeira, para cinco ocupantes, custava R$ 135 mil, enquanto a segunda, para até sete pessoas, tinha preço de R$ 155 mil.

O Santa Fe para o mercado brasileiro chegou com o motor 3.3 V6 Lambda, capaz de desenvolver 270 cavalos de potência e 32,4 kgfm de torque, com câmbio automático Shiftronic de seis marchas e tração 4WD nas quatro rodas.

Ele era equipado de fábrica com rodas aro 18, bancos revestidos em couro, sistema multimídia com DVD player, navegador GPS, conexão Bluetooth, oito alto-falantes, um subwoofer e dois tweeters, chave presencial, partida do motor por botão, bancos com ajustes elétricos, freio de estacionamento elétrico, painel de instrumentos com tela TFT, ar-condicionado automático digital de duas zonas, entre outros. Como opcional, oferecia o teto solar panorâmico.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

Já em fevereiro de 2014, o Hyundai Grand Santa Fe para se posicionar como a configuração de sete lugares da linha (substituindo o Santa Fe convencional de 7 lugares) e ocupar o lugar deixado pelo Veracruz. O carro tinha o mesmo motor 3.3 V6, mas custava a bagatela de R$ 187 mil.

A lista de equipamentos seguia o mesmo padrão do Santa Fe normal, mas com direito a outros itens de série como teto solar panorâmico, ar-condicionado automático digital de duas zonas com saídas para a terceira fileira de bancos e bancos dianteiros aquecidos.

O Grand Santa Fe saiu de cena em abril de 2017. Na ocasião, a Hyundai deixou de vender também o Santa Fe de cinco lugares. Agora há somente o Hyundai Santa Fe de sete lugares, que custa R$ 174.900.

Quarta geração do Hyundai Santa Fe em 2018

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A atual e quarta geração do Santa Fe foi apresentada no Salão de Genebra, em março de 2018, e se prepara para chegar ao Brasil. O novo modelo já é vendido lá fora e se sobressai pelo visual ainda mais moderno que o da antiga geração, com destaque para os faróis em “dois andares” e a ampla grade frontal.

Ele é também maior que a geração anterior, com 8 cm a mais no comprimento, 6,6 cm no entre-eixos e 1 cm na largura.

A lista de equipamentos está mais recheada. Nas versões mais caras, o Santa Fe 2019 entrega head-up display, sistema multimídia com Android Auto, Apple CarPlay e tela de oito polegadas, carregador wireless para smartphones, sistema de frenagem de emergência com detecção de pedestres, assistente de prevenção de colisão traseira, alerta de esquecimento de crianças na segunda e terceira fileiras, alerta de tráfego cruzado, entre outros.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

O motor é um 2.0 turbodiesel de 150 cv ou 185 cv, com câmbio manual de seis marchas ou automático de oito velocidades e tração dianteira ou nas quatro rodas. Há também um 2.4 Theta II a gasolina de até 190 cv, com transmissão automática de seis marchas e tração nas quatro rodas.

No Brasil, o novo Hyundai Santa Fe chegará ainda em 2019. Porém, ele deve oferecer um 3.5 V6 aspirado de 280 cv e 34,3 kgfm, com câmbio automático de oito marchas e tração nas quatro rodas.

Hyundai Santa Fe: a história das quatro gerações desde 2000

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Nota média 4 de 5 votos

  • Andre Studart

    Carro legal, tinha um custo x benefício bem bacana para época, tempos de i30 a 49mil reais

    • Kania

      Se você quiser olhar – ” Dumbo 2019 ” – com linguagem de legenda completa disponível Agora aqui: GOGOSERIES1.BLOGSPOT.COM

  • Bruno Alves

    Temos uma 2.4 2012 em casa desde zero. O carro não é ruim, mas é muito inferior em itens de série se comparado as 3.5.
    O que peca nesse carro, comparado a outros Hyundai’s é o acabamento. O interior de uma Santa Fe, perto de um Azera 2011 chega a ser vergonhoso. O Azera é caprichado em cada mínimo detalhe, já na Santa Fe é tudo plástico, ainda que de boa qualidade, mas é cheia de ruídos chatos. No painel por exemplo, ou do cinto de segurança do passageiro que é um saco. Outro ponto negativo do meu carro é esse motor 2.4 que bebe igual V8.
    Mas algo que é muito positivo, é o fato que esse carro, já com 8 anos de fabricação, nunca nos deu um problema sequer. Nada. O carro é extremamente confiável.

    Já quanto a manutenção. Eu digo uma coisa. Se você não ganha uma fortuna por mês e quer ter um carro de luxo vá de carro coreano. São carros de grande confiabilidade e o custo para se manter se equivale a qualquer médio nacional. Gasto em média R$ 1.800,00 de manutenção básica por ano com esse carro, seguindo tudo que o fabricante manda, sem fazer economia porca. Compare o preço de se manter uma Mercedes, BMW, Audi equivalentes…

    • Marcelo Amorim

      Ano passado quase comprei uma V6 branca 2012 com interior caramelo,achei o desempenho bastante positivo,tinha lido que a Sorento 2.4 bebe muito,logo a Santa Fé tbm,ja que é o mesmo motor.

    • EDU

      Tive uma Santa Fe 2009 e uma Veracruz 2008 tempos depois peguei uma Sorento 2.4 e me arrependi amargamente , Fraca e beberrona , Comprei uma Edge limited 2013 que tenho ate hoje mas confesso que sinto falta da duplinha da Hyundai

      • afonso200

        veracruz é um tanqueeeee

    • afonso200

      exato, tenho azera 2011, e a Santa Fé 2010 top que andei, os plasticos pintado de prata dao um tom de coisa feia, sei la,,,, mas é para o mercado americano,,,,,, o bom que tem muita segurança

    • Domenico Monteleone

      E no geral o acabamento não melhorou, a que estava exposta no último salão tinha uns gaps de montagem dignos de um carro popular.

    • Unknown

      Bom feedback, amigo! Obrigado por nos compartilhar esta experiência com o seu veículo.

  • Esqueceram de mencionar que tivemos o SantaFé 2.4 no Brasil também.

  • Domenico Monteleone

    Tive bastante contato com uma 3.3 2010, era um canhão! Essa geração vendeu bem pq tinha ótimo Cxb. o Roncão do v6 era lindo de ouvir.

  • fsjal

    A segunda geração envelheceu bem. Acho bonita até hoje.

    • Unknown

      Concordo! Lindona!

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