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Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90

Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90

Alguns carros marcaram época e deixaram saudades, seja por seu design ou por alguma inovação que trouxeram em seu lançamento. E não tem como elaborar uma lista assim aqui no Brasil e deixar o Chevrolet Corsa de fora.


Com várias versões e vida longa no mercado brasileiro, o modelo deixou saudades em vários entusiastas. Com uma enorme família, várias carrocerias e muitas edições especiais (incluindo um dos poucos esportivos de fato que a marca lançou por aqui), o Corsa foi um elemento importante na linha da montadora.

Mas essa história não começou em nosso país, onde tivemos a partir da segunda geração do modelo. Para entender um pouco mais de sua trajetória, vamos falar sobre como ele surgiu em outro mercado, o europeu.

A necessidade fez surgir um compacto de sucesso

Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90


Tudo começou com a crescente necessidade das montadoras por carros compactos, especialmente na Europa. Com o trânsito começando a ficar caótico, as vagas de estacionamento cada vez mais raras e o preço do combustível que não parava de subir, as marcas começaram a enxergar a possibilidade de lançar modelos que se adequassem a esse cenário.

Com a Opel, subsidiária da General Motors no Velho Continente na época, não foi diferente. O Kadett era o menor modelo em sua linha no final da década de 1970, mas algo ainda mais compacto era necessário. Assim surgiu o Corsa (que em italiano quer dizer corrida), produzido em Zaragoza, na Espanha, e que teve sua primeira geração lançada na Europa em 1983, mesmo ano do surgimento do grande rival Fiat Uno.

Era um modelo compacto, com boa parte do desenho do próprio Kadett (geração D), com versões de três ou cinco portas e motores bem econômicos, com opções 1.0, 1.2, 1.3 e 1.4, além do 1.5 diesel. Mais tarde apareceu a versão esportiva GTE, que vinha com propulsor 1.6 de 100 cv. Além da Opel, a Vauxhall também comercializava o Corsa na Inglaterra, mas com o nome Nova.

A história do Corsa no Brasil

Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90

A chegada do modelo por aqui só ocorreu na década seguinte, já em sua nova geração. Depois de manter o mesmo desenho na Europa por 10 anos, estava claro que a marca precisava inovar bastante, e foi isso que aconteceu. Desenhado pelo japonês Hideo Kodama, o novo Corsa (agora com esse nome na maioria dos mercados) foi apresentado no início de 1993, e nada nele lembrava a geração anterior.

Diferente do modelo inicial mais quadrado, a segunda geração do Corsa tinha linhas curvas por toda a carroceria, o que foi surpreende e bem aceito pelo público (o modelo chegou a ser o mais vendido do mundo em 1999).

Agora o Corsa era fabricado em várias plantas: além da fábrica espanhola de Zaragoza, ele também saía das linhas de produção europeias em Azambuja (Portugal) e Eisenach (Alemanha). Mas não parava por aí, pois o Corsa começou a aparecer também na África, na Oceania, na América do Norte e do Sul, incluindo o Brasil.

Seu lançamento em terras brasileiras ocorreu por motivos um pouco diferentes dos europeus. É verdade que os modelos compactos estavam se popularizando, mas o que fez a montadora norte-americana correr atrás de algo novo por aqui foi a briga com a rival Fiat.

Enquanto a marca italiana empolgava o público com o lançamento do Uno Mille e seu motor 1.0, a Chevrolet perdia espaço com o Chevette Júnior, que foi um fiasco nas vendas. Ter algo novo para não perder mercado não era mais uma possibilidade, mas sim uma necessidade.

Assim apareceu o Corsa, lançado em fevereiro de 1994, que chegou para mostrar como as coisas podem mudar rápido no mundo automotivo. Se antes a Chevrolet perdia feio a briga com os concorrentes no segmento, agora eram eles que pareciam ultrapassados frente ao Corsa.

As inovações começavam no desenho, bem mais moderno que os rivais, passavam pelo interior agradável (que até hoje parece ter qualidade superior aos atuais populares) e terminavam no motor, que apresentava a injeção de combustível para o mundo dos 1.0 (apesar de ter desempenho criticado na época).

O sucesso, apesar de alguns pontos negativos, foi muito grande. Algo que deixa isso claro era o quanto os brasileiros estavam dispostos a pagar na época. Com preço inicial fixado em US$ 7.350, o mesmo dos rivais por causa do acordo do carro popular, o Corsa chegou a ser vendido com até 50% de ágio, o que elevava seu preço para mais de US$ 11.000!

Tudo isso só podia render muitas outras versões, além da inicial. Com os anos foram aparecendo outras opções da carroceria com três portas (com melhor acabamento, esportiva, etc) e também outras versões, com carrocerias diferentes (como a GL de cinco portas e o sedã). E, é claro, a versão picape.

Pickup Corsa: uma ideia fora do sério

Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90

Era assim que a Chevrolet anunciava seu mais recente lançamento, a Pickup Corsa, em 1995. A propaganda dizia que “melhor do que ter muitas ideias na cabeça, é colocar tudo em prática rapidinho”, destacando o motor 1.6 com injeção eletrônica (com 79 cv e 12,9 kgfm de torque, o que o levava a 100 km/h em 13,6 segundos) e a capacidade de carga do modelo, que era de 575 kg inicialmente.

Além disso, a novidade trazia rodas de 14 polegadas e vários opcionais, como ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de alumínio e travas e vidros elétricos.

Apesar de falar de sua capacidade de carga, o que se viu na época foram propagandas voltadas para um público que não desejava usar a picape apenas para o trabalho, mas também para o lazer, graças ao visual que empolgou tanto quanto a chegada do próprio Corsa.

Visualmente, a frente não mudava em relação ao Corsa em sua versão inaugural no Brasil, enquanto a traseira tinha lanternas parecidas com a versão Wagon.

O tamanho era de 4,10 metros de comprimento (com distância entre-eixos de 2,47 m), 1,29 m de largura e 1,49 m de altura. Já a parte mecânica tinha, além do motor citado acima, algumas alterações na suspensão (recalibração na dianteira e com molas semi-elípticas na traseira).

Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90

Com o tempo a picape foi sofrendo algumas alterações. Uma das mais rápidas foi exatamente no conjunto mecânico, com a substituição por um motor 1.6 mais potente, de 92 cv. Depois, em 1998, a capacidade de carga foi aumentada em 25 kg, chegando aos 600 kg de carga útil. Além disso, outras versões especiais começaram a ser oferecidas no mercado brasileiro.

A primeira foi a Champ, em alusão à Copa do Mundo de 1998, que era vendida na cor verde escuro (inclusive nos para-choques), rodas de liga leve de 14 polegadas, pneus 185/60 e detalhes decorativos.

Depois de ser reestilizada, a Pickup Corsa recebeu a versão ST, que também ganhou uma série especial: a Rodeio, que fazia alusão à festa em Barretos (SP). Além de detalhes decorativos, essa opção trazia rodas de alumínio de 14 polegadas e bolsa e boné como brindes.

Haviam também a versão Furgão, que chegou em meados de 2000 e era destinada apenas a frotistas (mas com baú montado por uma outra empresa), e a opção Sport. Veja abaixo por quanto tempo cada uma foi vendida por aqui:

Pickup Corsa (1995-2003)

  • Versão GL (1996-2000)
  • Série especial Champ 98 (1998)
  • Versão ST (2001-2003)
  • Série especial Rodeio (2001)
  • Série especial Sport (2003)

O modelo acabou saindo de linha após a chegada da Montana, em 2003. Se a versão inicial da picape Corsa não batia de frente com a concorrência, mas empolgava os jovens e quem procurava algo para o lazer, a Montana veio para incomodar Strada e Saveiro, como chegou a fazer em alguns anos. Mas depois acabou perdendo o fôlego, sendo substituída pela geração de visual controverso que temos hoje.

Pickup Corsa: a história da picape redondinha dos anos 90
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  • Louis

    Pickup Corsa já virou lenda , mas sua concorrente da época Strada continua vendendo firme e forte, com alguns plásticos pendurados a mais.

    • Kiyoshi Yamashiro

      A Pickup Corsa foi ressuscitada com a atual geração da Montana, já que a base é a mesma

      • Luciano RC

        Sim… a Montana do Corsa era bem melhor, na plataforma C. A Montana do Agile vem da plataforma B… a mesma do Corsa das imagens.

        • Kiyoshi Yamashiro

          Estranho a decisão da Chevrolet em basear o Agile e a Montana em uma plataforma ultrapassada, quando podia usar a plataforma do Corsa C, a desculpa era a crise que acabara falindo a matriz, mas foi equivocado e o mercado não perdoou, tanto que o Agile só durou 5 anos, já a Montana ainda resiste por causa das vendas diretas

          • Luciano RC

            Não… o problema foi que o projeto do Agile só aceitou a plataforma B. A Chevrolet disse que até tentou fazer na C, mas teve problemas estruturais. A plataforma era boa demais para o lixo que estavam fazendo.
            Como o Agile fez sucesso, ela aproveitou para basear a Montana nele. E hoje, vende muito bem pelo lixo que é… vende 1 mil unidade de um carro que tem uma versão e não oferece nada de vantagem

  • Nunca mais vi..

  • Marcelo Amorim

    Em casa tínhamos uma GL 97,cinza chumbo,roda de liga aro 14 e um aerofólio original bacana(rodas iguais a da vermelha da propaganda na matéria),na época nao existia fiscalização,andávamos eu e meus primos na carroceria,meu pai sentava a bota,andava a 160 km/h e até mais que isso(quanta irresponsabilidade),mas são momentos que lembro com felicidade,nao voltam mais.

    • André

      Ainda bem que esses momentos nao voltam, seriam muito arriscados. Rsrsrs

    • Ernesto

      Eu tive uma GL, também 97, mas verde escuro. Gostava muito dela. Fiz boas viagens para Balneário Camboriú principalmente, outras para Jaguariúna (gostava de rodeio na época). E a bichinha andava muito. Fiz algumas loucuras que hoje não faria nunca, mas na época, moleque, era legal.

  • dallebu

    Na prática usaram a base da Opel Combo europeia http://auto-database.com/images/opel-combo-1996-pics-116048.jpg.html

  • Matafuego

    Deixou de ser produzida como Pickup Corsa e voltou novamente com o nome de Montana (de segunda geração).

    • Piston head

      *Monstrana

      • 1/2 URSO 1/2 CÃO

        “Monstrana” somente a derivada do Ágile, porque a Montana derivada do Corsa C era muito bacana

        • Piston head

          Sim. Por um momento não me lembrei da picape do Corsa C, me referia a cria do Agile com certeza.

        • Luciano RC

          A Conquest 1.4 foi a melhor que teve… andava bem, carregava bem e não bebia. Era um carro ótimo para quem carregava peso e queria um modelo legal para o final de semana.

    • Hugo Victor

      “O modelo acabou saindo de linha após a chegada da Montana” …que a Chevrolet nem se deu ao trabalho de investir muito e usava até a mesma lanterna traseira, só com o acrílico remodelado.
      http://i268.photobucket.com/albums/jj13/rodrigoferreiradossantos/modifcar01.jpg

      • Matuska

        Genial do ponto de vista de fabrica: só muda um detalhe é consegue mais uma sobrevida na peca. Igual os Gols G5/6/7 que o painel dianteiro muda mas os forros de porta não.

  • Cleidson

    Quais foram as versões do Corsa que tiveram câmbio AT? Só a sedan?? Pq o chevette teve at em todas a família.

    • Jaderson

      Não recordo Corsa com cambio AT.

      • Luciano RC

        O Sedan 1.6 8V tinha como opcional. Era raro de ser vendido e achado (até hoje é mosca branca).

      • 1/2 URSO 1/2 CÃO

        Foi oferecido oficialmente somente nas versões sedan GL 1.6 a partir de 1997 e posteriormente já com o nome Classic de 2003 a 2008 com motor também 1.6. Porém, por curiosidade, uma vez fui num encontro de carros e havia em exposição um exemplar versão GL hatch 02 portas, ano 99 se não me engano, que segundo informaram foi produzido apenas 6 unidades sob encomenda.

        • Edson Fernandes

          Incrivel! Porque nunca vi o hatch com automatico. Interessante.

          • Luciano RC

            Eu vi um 4 portas, mas tinha sido carro de PCD. Acredito que foi feito sob encomenda.

          • 1/2 URSO 1/2 CÃO

            Sim também achei muito interessante e dada a raridade, lógico que estava na mão de um colecionador. Outros detalhes que me lembro é que era completo com A/C, DH, TID, retrovisores eletricos, Cd player com display remoto, rodas e etc,

        • Tommy

          Eu já vi um Hatch duas portas com airbag, não me lembro de detalhes porque faz muitos anos, mas aquele volante parecido com o do Astra e que também era usado no Tigra estava lá

          • ALVIN_1982

            Era o GSI, possivelmente.

          • Fabiano Navas

            Todas as derivações da família Corsa tiveram airbag motorista ou duplo e freios ABS como opcionais, a partir da linha 1999. O GSI nunca teve opção de airbag no Brasil. À época, esses itens eram muito apreciados nos modelos de exportação.

        • Fabiano Navas

          Inicialmente, e estranhamente, a versão de lançamento do Corsa Sedan automático era somente a GL 1.6 (96 modelo 97). Com o lançamento dos motores 1.6 16V para o sedan e perua, em 1999, a linha passou a contar também com a GLS 1.6 8V automática (sedan), e as demais GLS 16V mecânicas (sedan e perua). Com o primeiro facelift (2000), surgiu também o Hatch 5P GLS (um tanto raro). Todos duraram até 2001, quando a família foi desmantelada e lançaram o pobre e feio Celta também. Já como linha 2002, surgiu o Classic 1.0, 1.6 e 1.6 8V automático (sem versões específicas, mais pobre e somente com poucos opcionais). Em 2004, com o lançamento dos nomes de versões (família Life, Spirit e Super para Classic e Celta / Joy, Maxx e Premium para Corsa Novo / Comfort, Elegance, Elite para Astra e Vectra / Colina, Tornado e Executive para S10 e Blazer) é que surgiu o Classic na versão Super 1.6 Automático, que durou até 2006, quando finalmente foi descontinuado, deixando um segmento carente por muitos e muitos anos, até a chegada dos automatizados em 2009, mais ou menos, de outras marcas).

    • Luciano RC

      Que eu me lembre, somente o sedan foi oferecido, mas já vi um hatch 4 portas que foi PCD.

  • Tochio

    Não acho que fez tanto sucesso assim !!

  • Pedro154

    Isso sim era legal. Várias opções de carrocerias, versões, cores… hoje é só o feijãozinho com arroz, tudo muito engessado.

    • Edson Fernandes

      Alias, o Corsa tinha muitas cores a disposição mesmo.

      • Luciano RC

        O Corsa foi o carro que teve mais opções no mercado. Pode-se dizer que alguns são mosca branca.

        • Edson Fernandes

          Ele e o Palio. Incrivel como essa leva de 1994 a 1998 teve opções. Alias o Marea qdo lançado tbm tinha uma paleta para um carro considerado medio, extensa.

          • Luciano RC

            Mas o Corsa nem era só cores… eram versões, motores e acabamentos. Hoje, consegue achar Corsa até cor de berinjela.

            • Edson Fernandes

              Bom, mas o Palio tbm tinha… isso que eu estou dizendo.

              Eram 3 cores azuis, 2 vermelhas, 2 marrons, 1 bege, 3 pratas (que um parece azulado), sem contar as opções (ou versões) de interior.

              Motores inicialmente 1.5 e 1.6 16v e depois 1.0 mpi.

              Se observar o Corsa… 1.0 EFI, 1.4 EFI e depois 1.0 mpfi e 1.6 mpfi (exceto a picape pelo que já disseram ter tbm o 1.6 EFI por um periodo).

              Aí ambas as empresas andaram no meio de tudo isso dando mais versões para os carros. Mas perceba que há uma similaridade mto grande entre Palio e corsa no que se diz a versões. E o Gol então sobre motorização?

              1.0 8v, 1.0 16v, 1.6 8v, 1.8 8v, 2.0 8v, 2.0 16v e 1.0 16v turbo (na geração dita G3), sendo no quadrado 1.6, 1.8 e 2.0 (posteriormente tbm 1.0), era opção pra burro…..rs

              Mas a VW sempre foi xarope qto a interior e ter mtas cores.

              • Luciano RC

                O Gol bolinha e o G3 tiveram muitas versões mesmo… desde o 1.0 8V até o 2.0 16V. Eita época viu.

      • Pedro154

        Sim sim! Ia desde um verde menta até roxo.

  • Ricardo

    Corsa é um dos piores carros que já dirige, junto com Celta, Uno e Pálio, um carro que o banco atrapalha a manopla de câmbio não pode ser levado a sério.

    • Paulo Júnior

      O banco atrapalha a manopla de câmbio, como assim?

      • Ricardo

        Quando vai engatar a segunda marcha a manopla encosta no banco, fora os engates super longos e imprecisos.

        • Edson Fernandes

          Ricardo, minha irmã teve um Corsa 1997 e um amigo um 1994 (primeira leva com motor EFI). Tirando que o Corsa dele era realmente manco (e ele chegou a colocar rodas do Astra GSI…), essa parte das trocas de marcha, nunca raspou a alavanca.

          Além do que, esse Corsa tinha subchassi e barra estabilizadora frontal (depois de 2001 ele perdeu a barra estabilizadora, o Celta perdeu inclusive o subchassi), além do motor 1.0 mpfi ser “elastico” (na verdade eram pistoes de curso longo que deixavam o comportamento de um carro com marcha sem fim) era muito confortavel a sua epoca e um dos melhores compactos.

          Na epoca em que ele foi lançado até 1996, não tinha carro que batia ele (o proprio gol apesar da geração bolinha, a segunda, era um Gol comum com um tapa em relação ao quadrado, ainda que tenha muitas melhorias). Foi uma epoca em que a Chevrolet teve que atualizar as suas motorizações e veio de encontro com um carro bem agradavel.

          Tanto que o Palio qdo surgiu, lembra exatamente o sucesso do Corsa: Bom rodar, motor “elastico”, acabamento do interior superior aos comapctos atuais (esses modelos tinham em toda porção da porta um tecido, além do encosto ser emborrachado, exceto o Gol que era plastico desde sempre, com alguma porção de tecido).

          Enfim, para a epoca, podemos dizer que em materia de compactos, ele se destacava. Mas todos eles sem exceção principalmente falando do hoje, tem posição torta de dirigir. Mas para a epoca, era o que tinhamos entre os compactos de melhor. Tempo depois veio o Clio e depois 206 que aí sim vinha um nova geração de carros mais modernos.

          • Mr. On The Road 77

            O Corsa quando lançou era muito melhor de dirigir que o Gol e o Uno da época. O Fiestinha espanhol também era muito bom. O Clio argentino já era um pouco melhor.
            Já o Clio brasileiro e o 206 eram bem superiores. Eram de uma nova época dos compactos (fim dos anos 90 e início dos anos 2000).

            • Edson Fernandes

              Sim sem duvidas.

              Mas só quem conhece essa epoca para dizer isso. Quem não conhece e teve apenas um carro e não pode andar nos demais, não saberá e por vezes irá dizer algumas inverdades.

          • Verdades sobre o mercado

            Quanto a barra estabilizadora ela não vinha em todos os Corsas. Se não me engano apenas a partir da versão Super. Nos Wind só vinha se equipado com ar-condicionado. Fui vendedor de css VW de jul/94 a jan/96 e depois fui para GM. Com a adoção do 1.0 MPFI no Corsa era muito fácil ganhar venda do Gol Bolinha com o motor 1.0 CHT, já que o Corsa era mais bem acabado, interior mais agradável, e o motor mais forte. Só com a adoção do 1.0 MI é que o Gol passou a dar mais trabalho.

          • Fernando Bento Chaves Santana

            Realmente o acabamento dos Corsinhas era muito bom e isso repercute até hoje no mercado de usado: O interior dos Corsas sempre está em melhor estado do que os dos Palio, Gol e Uno do mesmo ano. Os Fiestas são um caso a parte de tão ruim quase sempre estão caindo aos pedaços.

          • Matuska

            Amigo, o Corsa só não foi ter Subchassi na segunda geração?

            • Dp Som

              Sim, acredito que o Edson confundiu, corsa 97 não tinha subchassis, quem tinha era o Fiesta 97…

    • Lucas086

      Em casa teve vários corsas, de varios motores e anos… saudade do veludo dos corsas millenium. Acho até hoje um vom popular, macio, confortável, relativo espaço.

      • Ricardo

        Os mais top acho que são um pouco melhores, mas os básicos são um lixo, nunca vi uma manopla e posição de dirigir tão ruim.

        • Lucas086

          A posição era um pouco enviezada mesmo, e o trambulador meio ruim, mas o carrinho era gostoso de guiar. Muito macio e confortável

          • nbj

            Em casa tivemos um Corsa Wind 1998 1.0 MPFi de uso da minha esposa. Era muito econômico! Fazia mais de 18 km/l na estrada. Mas era lerdo demais! Na cidade tudo bem, mas na estrada era até perigoso na hora de ultrapassar. Preferia o Uno ELX 1.0 eletronic 1995 de meu uso. Gastava mais, mas era bem ligeiro para a motorização.

            • Lucas086

              E mais lento era o Efi kkkk

      • Geraldo Xavier

        o estofado dessa série era lindo

  • Augusto Brum

    Posso estar enganado, mas acho que a pick up Corsa é a única versão que existe com motor 1.6 EFI.

    • Verdades sobre o mercado

      A reportagem afirma que ela foi lançada com motor de 79cv em 1995. Ingressei na rede Chevrolet em janeiro de 1996 e o motor aplicado era o 1.6 MPFI de 92cv, nem sabia que existiu motor 1.6 de 79cv, certamente EFI e realmente único modelo com este motor, visto que o Corsa Hatch trocou o 1.4 pelo 1.6 em 1996 e já era o MPFI de 92cv

      • Edson Fernandes

        Como eu disse ao Augusto, minha cunhada tem um Corsa 1.6 EFI no hatch. Tanto em documentação como no cofre do motor tem sigla EFI.

    • Luciano RC

      Sim… o 1.6 8V. Não era um primor em potencia, mas sim em durabilidade e consumo. O motor era ótimo para a época.

    • Edson Fernandes

      Minha cunhada tem um Corsa desses até hoje com motor EFI 1.6 (Corsa GL). Ele tem direção hidraulica, vidros e travas.

      E é um hatch…rs

      • Gil de Piento

        Estranho, porque o hatch GL foi lançado como 1.4 EFI e depois toda a linha adotou o 1.6 MPFI. Pode ser uma alteração não original ou simples troca de logotipos por algum proprietário.

        • Edson Fernandes

          Bem…. essa minha cunhada tem desde 0km e já levou no seguro 3 vezes por batida. Não acredito em troca de motor mas…. rs

      • Augusto Brum

        Esse carro dela é uma relíquia hein hahaha, nunca vi na vida, mas uma vez aqui no trânsito de Porto Alegre eu vi um Corsa GL verde que era 1.6, fiquei espantando pois é meio difícil de ver carros 2p mais completos. Uma das coisas que eu acho bacana das versões mais completas é que embaixo do porta-luvas tem uma espécie de prateleira pra guardar objetos. Meu sonho é um dia comprar um Corsa Classic e aos poucos ir transformando ele na versão GLS ou se eu tiver sorte um dia comprar um Corsa GLS hatch ou sedan bem conservado, amo demais.

        • Edson Fernandes

          E pensar que tem um vizinho que tem um Corsa GLS verde 1.6 16v completinho…. esse eu namoro desde sempre…rs

          Mas esse da minha cunhada hoje está muito surrada. Ela não cuida bem do carro mas ele serve bem a ela. Para vc ter ideia, ela anda com os amortecedores dianteiros estourados. Se eu um dia fosse comprar, seria a preço de nada para deixa-lo inteiro. Ele de lataria ta muito feio.

          Precisaria de uma reforma extensa para deixar da forma que eu gostaria. Eu não sou a favor do que vou dizer, mas acho que eu faria um retrofit no painel para mudar a iluminação que é direta (sub o painel) para indireta, acho que ficaria mais interessante (sem tirar a originalidade).

          O dela por ser GL tem inclusive conta-giros que eu acho bem bacana.

          • 1/2 URSO 1/2 CÃO

            Tive um GSI 1995 vermelho, vendi a cerca de 3 anos. Tem fotos dele nesse link: https://goo.gl/photos/CjNUCN2zWK2LphqW8

            • Edson Fernandes

              Lindo! Inclusive tem a borracha de proteção dianteira! Algo raro nesse estado e estando no carro!

              Só uma pena o processo de construção da carroceria do Corsa desse periodo levar esse desalinhamento entre paralama e parachoque. Pois o carro é sensacional.

              Eu só andei na SW com o motor 1.6 16v, mas adoraria rodar no hatch GSI. Ele realmente tem visual mais esportivo e sendo vermelho, perfeito!

          • Augusto Brum

            Aqui na família o pai já teve um Corsa 0km, comprou na Brozauto um modelo 1999 verde 4p 1.0 MPFI, ele tinha os para-choques pretos, tinha desembaçador, limpador traseiro, ar quente menos ar condicionado e direção hidráulica, também lembro que o pai mandou instalar alarme, ar condicionado que gelava bem e um toca-fitas Pioneer e eu gravava fitas pra ouvir no carro kkkkk E nossa, aquele carro era excelente, na época nós éramos 4 na família, daí em 2000 nasceu meu irmão caçula e mesmo sendo compacto o carro serviu muito bem pra gente, era bom de andar, o motor era ágil pra um 1.0 e eu lembro que ficava admirando o carro, eu achava ele lindo demais! Daí meu pai vendeu ele com mais de 100000 km e com 4 ou 5 anos de uso ainda muito bem conservado, sinto muita falta desse carro e quando eu vejo um na rua mal cuidado me corta o coração… kk

            • Edson Fernandes

              E eu que vejo o ex Corsa da minha qdo vou para SBC? era um Corsa 1997 Mpfi roxo igual a configuração do teu pai (exceto que ela não instalou nada por fora… exceto insulfilm…rs), mas… hoje todo detonado. Rodas diferentes, pintura toda na massa (onde tem pintura), parachoque todo desalinhado… uma pena.

              E meu primo que vendeu meu Uno 1995 ELX para um rapaz que o tem até hoje… me treme a base de pensar anquele carro…rs

              • Augusto Brum

                Desculpa pela demora em te responder, mas eu entendo muito bem o teu sofrimento, é muito ruim quando carros bons desse tempo não são bem cuidados, ainda mais as versões raras, as vezes tem gente que nem sabe o valor da versão do carro que tem na mão kk Eu quando vejo uma raridade eu abordo a pessoa e elogio o carro, lá na escola aonde eu tô fazendo um curso de mecânica industrial tem um cara que tem um Santana Sport 93/94 que tá muito bem conservado, fico admirando sempre kk

      • Verdades sobre o mercado

        O carro dela é 95/96 ? Creio que seja algum carro que não foi comercializado pela rede de css. Provavelmente uma série inicial que tenha sido produzido para testes e vendido como ex-frota da GM, pois comercialmente não existiu Corsa 1.6 EFI, pulou direto do 1.4 EFI para 1.6 MPFI

        • Edson Fernandes

          Entendi. Bem, ela pegou 0km na epoca.

          Mas devo lhe dizer que eu era muito novo para acompanhar nos detalhes a geração. Sei que o dela fica a sigla EFI. Será que talvez em uma manutenção do motor tenham trocado a tampa e por ela ser leiga não ter reparado?

          Porque como ela já sofreu com batida, a parte de troca dos logotipos não é dificil…

          • Verdades sobre o mercado

            É uma hipótese, mas tem também a possibilidade de uma pequena série destes carros terem sido vendidos na rede de css mesmo. Veja o documento do carro, se a potência for de 79cv é um EFI, se for 92cv é MPFI, creio que talvez tenha até a sigla (EFI ou MPFI) na descrição do modelo no documento do carro.

    • Augusto Brum

      Respondendo aos dois amigos, dessa eu não sabia, sempre achei que o 1.6 só tinha injeção MPFI e os 1.0 e 1.4 tinham EFI, que depois acabaram virando MPFI (1.4 MPFI no Celta), devem ser muito raros esses modelos com motor 1.6 EFI, eu fiz esse comentário pois logo depois que eu li essa matéria eu fui dar uma pesquisada numas picapes Corsa usadas daí fiquei curioso por ter achado uma 1.6 EFI.

  • Lucas086

    Lembro da Sport Prata, como era bonita a pestinha kkk

    • Luciano RC

      Essa dai é difícil de achar hoje… os Playboy acabaram com ela.

      • Lucas086

        Justo, acabaram com elas, mas eram lindas.

        • Luciano RC

          Eram mesmo… a Montana Sport 1.8 também era linda.

          • Lucas086

            E era boa de andada

            • Luciano RC

              Pena que essa sim bebia bem… tive uma aqui na empresa e foi complicado viu.

              • Lucas086

                Bebia mermo, mas era torcuda, andava bem. Hoje é dificil encontrar uma bem cuidada

                • Luciano RC

                  Era torcuda demais… andava bem. Dava pra manter o giro bem baixo.

  • foraTemerGloboTrumpBrexit

    GM ainda usa motor corsa

    • Edson Fernandes

      Usa motor Familia 1 mesmo. Motores alias, que se quiser potencial de mexer neles, pode ganhar tamanho. Mas sim, é o mesmo motor com melhorias e mudanças.

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Com este desenho simples para mim foi a picape pequena mais bonita – até mais do que a primeira Montana, que fica em segundo lugar.

    Poderiam voltar a fazer uma picape com cerca de 4m, motor 1.0 e caçamba com volume próximo ao da Strada CE e capacidade para 400kg. Se tiver preço na faixa dos carros de passeio 1.0 de entrada, entre 35-45k, seria perfeito para quem circula pela cidade com pouco peso, como aqueles prestadores de serviços de telefonia.

    • Edson Fernandes

      A Fiat está fazendo o Mobi pickup. Mas a ideia dele é ter o motor 1.3. Acho que um motor muito mais fraco só prejudicaria o consumo qdo ele com carga. Falo isso porque eu já dirigi uma Fiorino 1.0 cheia de coisas de pet shop e te digo: Era ruim, manca mesmo, perigosa (o peso apesar de respeitar o limite que a Fiat diz, a fiorino nas curvas tinha uma tendencia bem estranha de arrastar puxando pela traseira) e ficava muito beberrona.

      Me lembro de ter que fazer algumas entregas com ela entre são Bernardo e Santo André e gastar incriveis 1/4. Local onde eu com meus carros (inclusive 2.0), de longe não gasto nem meio 1/4. Ok que os motores atuais estão melhores, mas não gostei da experiencia e sempre procuraria um picape sempre acima do motor 1.0. (que fosse o 1.3 ou 1.4 das fabricantges).

      • Kiyoshi Yamashiro

        Mas esse motor 1.3 Firefly é bom, e é ideal para uma pickup compacta, já que tem uma boa entrega de torque em baixas rotações

      • Fernando Bento Chaves Santana

        Tudo indica que o Mobi picape substituirá ao menos as versões mais baratas da Strada e deverá ter os mesmos ter os mesmos 4,4m. – talvez até conserve o nome Strada.

        A Fiorino 1.0 era realmente um carro muito submotorizado, com potência entre os 55-60cv e para uma carroceria mais pesada que a do Uno, foi um improviso – tanto que ficou pouco tempo no mercado.

        As picapes pequenas hoje tem cerca de 4,4m, e ha a possibilidade de que fiquem maiores se confirmado que o porte intermediário a Oroch for repetido pela próxima Saveiro. Assim acredito que exista a possibilidade de criar picapes com 4m ou 4,1m para explorar, como disse acima, o público que precisa de um veiculo de carga leve e a ágil na cidade. Este carros seriam destinados ao nicho dos mini-VUC chineses. Penso que um motor 1.0 moderno com cerca de 70 ou 80 cv e torque máximo perto das 3000rpm possa ser adequado a esta proposta, mas só funcionará se a picape for pequena e leve.

        • Paulo Lustosa

          Eu acho que a “picape mobi” será a nova Strada

        • Edson Fernandes

          O problema é na hora de carregar peso. Esses VUC 1.0 são pessimos. Eles só tiveram entrada em nosso mercado porque eles não entram com rodizio de caminhões e por isso são usados. Porque antes da chegada deles, o que tinha mta saida para essa finalidade eram os HR100 e Bongo diesel.

          • Fernando Bento Chaves Santana

            O preço daquelas porcariazinhas, cerca de 30k há mais ou menos de 8 anos, também era muito convidativo quando as picapes pequenas custavam no mínimo 10k mais caro. Foi pena os produtos terem qualidade ruim e os importadores oferecerem pós-venda ruim e simplesmente sumirem deixando gente na mão. Sobrou apenas a Lifan, dos quais vejo por aí uma ou outro unidade e a Effa, que nunca vi nas ruas. E este nicho ainda está aberto visto que o custo de aquisição de manutenção de um VUC tradicional é muito mais alto. Resta saber se é atrativo para algum fabricante.

            • Edson Fernandes

              Sem duvidas. Acho que se souberem comercializar, vale a pena. Mas poderiam incluir ummotor 1.5 que não é tão mais caro aos chineses, ainda que a aliquota no Brasil deixe o preço mais alto tbm.

    • Verdades sobre o mercado

      Nâo faz o menor sentido lançar pick-up compacta com motor 1.0 pois o IPI de comerciais leves não muda se for 1.0 ou superior, ou seja, não teria vantagem significativa de impostos que justificassem o 1.0. O custo de produção de um motor 1.0 não é tão menor que um 1.3 (Apesar de os novos motores 1.0 terem um cilindro a menos), sendo que o rendimento dos dois é praticamente o mesmo com vantagens significativas em desempenho para o 1.3.

      • Fernando Bento Chaves Santana

        Bem observada a questão das alíquotas de IPI. Mas e as dimensões? Vc acha que haveria espaço para picapes com cerca de 4m como as antigas picapes pequenas dos anos 90?

  • Edson Fernandes

    A Montana com base no Corsa C só deixou de ficar interessante com a retirada do motor 1.8. Ela vendia muito bem com essa opção de motor. Mas verdade seja dita: Demorou MUITO para a Chevrolet depois do motor 1.6 8v e 1.6 16v, lançar um novo motor intermediario para os carros e isso talvez também tenha ajudado. Pois esse motor 1.8 é ideal para a finalidade da picape.

    • Luciano RC

      O motor 1.8 dava a ela força para carregar muito pelo, mas o motor 1.4 chegou num momento ótimo. E era muito bom para o carro.
      Tive uma na empresa e fazia milagres. Não bebia, andava bem e carregava bem o peso. Era linda… o ar dela gelava como nenhum outro carro.

      • Edson Fernandes

        A Montana era um absurdo mesmo o quanto gelava o ar! Foi o primeiro carro “depois de adulto” para eu conhecer o ar condicionado (eu já tinha um carro sem ar, então pra mim aquilo foi espetacular! e foi onde eu tive a certeza de precisar de um carro com ar)

        Me lembro como se fosse ontem, indo para Cubatão todos os dias e tive que pegar carona para fazer o trajeto. Em Cubatão com 33º, ao sair da empresa já começava a suar.

        E aí… ao entrar na Montana depois que ficou gelado, comecei a sentir frio. Eita sentimento bom foi aquele.

        Me lembro que logo mais qdo comprei meu C3, fiquei com medo de consumo, mas … andando na av Paulista com um calor de 29 graus (foi minha primeira vez com calor forte no carro), comecei a suar como se estivesse com o Uno. Pensei: Vamos ver como é isso e liguei o ar condicionado. Não precisa dizer que testei desligar o ar e depois voltar a ligar como foi…rs

        E desde então, sempre usei o ar.

        • Luciano RC

          Sempre usei o ar condicionado mais por segurança do que por conforto… porque até em dia de frio eu uso. Ando sempre ligado… meus carros só abrem os vidros para alguma necessidade externa (posto, pegar cartão em algum shopping, coisas assim).
          O ar da Montana era o melhor da frota da empresa. Até hoje o pessoal comenta.

          A Chevrolet sempre foi excelente em ar condicionado. Somente modelos importados conseguiram supera-los. O do Tracker que estou agora, humilha tudo o que já tive aqui em carros de passeio. O HR-V é digital, mas o analógico do Tracker congela o carro.

          • Edson Fernandes

            Olha, algumas pessoas reclamam no grupo do Fluence do ar condicionado, mas no meu, em Arraial do Cabo com 37 graus, em 10 minutos ele ficou geladinho. Só não foi mais porque rodamos coisa de 20 minutos por lá.

            MAS… percebo que a definição da Renault para o ar digital é diferente de outras marcas.

            Entretanto o ajuste digital é mais extenso. Ele pode ajustar de LO – 15,5 a 27 – HI. Então enquanto outros carros tem o ajuste feito para 22 a 23 graus para ficar “gostoso” o ambiente, no Fluence é entre 19,5 a 21.

            Eu mesmo em calorzão deixo em 19. Qdo não está calorzão é quase sempre 20 ou 21. E no frio, eu tbm ligo e penso igual a ti, aí uso no 21 ou 22…rs

            • Luciano RC

              Na Citroen, para ficar geladinho precisa manter entre 19 e 20 graus também e ainda ligar o traseiro no Picasso.
              No HR-V deixa no 21 graus que gela tudo. No Tracker, eu deixo na velocidade 1 e no mínimo. Fica gelado demais… as vezes acabo subindo um pouco a temperatura.

              • Edson Fernandes

                O mesmo acontece no Sandero viu. Se deixar no 1 já fica bem frio (pelo menos o modelo com motor 3 cilindros).

                Percebo que os modelos medios tendem a tentar trazer a temperatura mesmo que rapida de forma mais confortavel.

    • Paulo Lustosa

      Tinha as duas opções na baseada no Corsa C, a do Agile que infelizmente retiraram o motor 1.8, e verdade seja dita, a Montana baseada no Agile é hibrida com a parte frontal do Corsa B e a traseira da Montana baseada em Corsa C pra não usar a seção traseira da Pickup Corsa (Combo B).

  • REDDINGTON

    Essa bichinha era até bonitinha…

  • Mr. On The Road 77

    O melhor interior de todos os Corsas era do GL 1.4 de 1995. Era um veludo nos bancos e revestimentos, na frente e atrás, pegando toda a lateral. Tinha encostos que cabeça vazados que eu achava o máximo também…

    • 1/2 URSO 1/2 CÃO

      Era muito superior ao que temos hoje em dia nos “populares” com plastico por todo lado. Aliás, melhor que acabamento do GL, só o GSI.

  • João Holmes

    Eu me lembro que a demanda pelo Corsa foi tão grande que nunca se vendeu tanto Uno Mille. As pessoas desistiam de esperar na lista pelo Corsa e iam lá e comprava o Uno que tinha lançado a versão Eletronic.

  • Mr Tony

    Cheguei a ter duas, uma seguida da outra. Um tesão de carro, bem acabado, bom motor, fazia curvas muito bem. Nem acredito que deu lugar pra Montana e depois pra Monstrana…

  • Tommy

    Essas corsinhas são caras hoje em dia, uma bem conservada é rara e valorizadissima

  • Mauricio

    Nunca vi um painel de picape Corsa tão “completo” assim como o da foto. Não me recordo de ter visto alguma versão com aquele display no painel acima das saídas de ar….

  • Ricardo Blume

    Pick up de respeito e muito valente. Eu lembro que na época a molecada babava por ela. Para mim, somente o modelo wagon da família Corsa era mais bonito que a pick up.

  • salvibr

    Foi meu primeiro Carro, Corsa wind super 1995, Branco!!! saudades!! a pick up corsa era muito bacana!!!

  • Juro que li Hideo Kojima.

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