
Depois de um reparo, um proprietário passou a lidar com um contraste incômodo: um farol voltou ao branco nítido, enquanto o outro ficou amarelado e evidente.
O caso começou quando uma colisão danificou a luz diurna do lado do passageiro em um Lamborghini Urus de primeira geração, segundo o técnico responsável.
O profissional corrigiu o problema e recuperou o brilho branco e “limpo” que o conjunto deveria exibir de fábrica, pelo menos naquele lado.
A partir daí, o farol do lado do motorista, que não recebeu intervenção, passou a parecer ainda mais amarelo por comparação direta, destacando a diferença.
De longe, o contraste pode até passar despercebido, mas de perto a assinatura luminosa fica desigual e muda a leitura estética da dianteira.
O técnico afirma que o amarelado vem de uma falha conhecida dentro do conjunto, ligada ao posicionamento dos módulos de LED na carcaça.
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Segundo ele, os LEDs ficam muito próximos do tubo guia de luz, e o calor constante acaba “queimando” a ponta desse caminho óptico.
Com o tempo, o resultado deixa de ser um DRL branco e definido e passa a ter um tom mais quente, amarelado, que denuncia envelhecimento prematuro.
Em carros comuns de uso diário, seria o tipo de detalhe que muitos ignorariam, mas em um Lamborghini a expectativa de perfeição costuma ser inflexível.
As fotos publicadas geraram discussão intensa, com gente dizendo que, nesse patamar de preço, a simetria visual deveria ser requisito básico e não “luxo”.
Outros ponderaram que o efeito é sutil e só incomoda quando o olhar procura, mas o cliente teria evitado até fotografar a frente do SUV.
Para o técnico, a solução ideal seria trocar os dois faróis para garantir que a cor e a intensidade fiquem perfeitamente iguais.
O problema é que seguradoras tendem a rejeitar a troca em dobro quando apenas um lado foi atingido, mesmo que o outro esteja visivelmente diferente.
Com cada conjunto custando entre US$ 5,000 (R$ 24.800) e US$ 7,000 (R$ 34.800), aprovar as duas peças vira um argumento caro e difícil.
