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Os diferentes tipos de lâmpadas para faróis de carros

chevrolet-onix-2017-farol Os diferentes tipos de lâmpadas para faróis de carros

Os faróis são itens essenciais de todo automóvel. Desde os primórdios do veículo automotor, mesmo que abastecidos por velas, querosene ou óleo de baleia, seja como for, os primeiros carros sempre precisaram deste dispositivo para vencer a escuridão e com a eletricidade, o farol se tornou parte indivisível de qualquer carro.



Com o passar dos anos, os faróis foram evoluindo com os carros e hoje apresentam diversas tecnologias que os fazem não só iluminar o caminho dos automóveis, mas também identificar objetos, outros carros, pessoas, ciclistas e até animais na via, orientando o motorista da melhor forma possível sobre o que está à frente.

Assim, hoje em dia não existe apenas dois ou três tipos, mas diversas lâmpadas ou dispositivos projetores de luz para os carros. Das mais simples às mais sofisticadas, vamos abordar todas elas nesta matéria. Porém, alguns sistemas de iluminação são partes integrantes de conjuntos óticos complexos, tais como os faróis full LED ou com matriz em LED ou Laser, por exemplo.

Nesses casos, não é possível adquiri-los de forma independente do conjunto ótico desenvolvido para eles. Nos demais, lâmpadas à venda no mercado podem ser adquiridas separadamente para substituição por defeito ou mesmo para aumentar a potência de iluminação do veículo, como se tornou comum nos últimos anos, chegando a ser criada lei para coibir abusos por parte dos consumidores que adicionam lâmpadas inapropriadas e que acabam por ofuscar outros motoristas.



Basicamente, as lâmpadas para faróis de carros se dividem em halógenas, super branca, LED e xênon. Cada uma delas possui intensidades de brilho diferentes, cores e também custos variados. Elas também apresentam especificações para diversos modelos de automóvel e muitos deles não estão preparados para receber determinada potência de iluminação. Por conta disso, o consumidor precisa verificar se o carro pode ou não dispor daquele conjunto de luzes que se está pensando em colocar. Indevidamente, pode gerar multa e apreensão do veículo.

O que diz a lei?

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A resolução 692/88 do Contran determina que as lâmpadas tenham entre 40W e 60W de potência para um sistema elétrico de 12 volts. No caso de veículos com sistema elétrico de 24 volts, esse limite é de até 75W. Já a intensidade de cor, que é medida em Kelvin, varia de 2.800 a 3.000 K em lâmpadas halógenas (amarelas) e 4.200 K em Super Branca. Com exceção das cores citadas, nenhuma outra pode ser adicionada ao conjunto ótico. É comum ver carros com luzes azuis ou de outra tonalidade, mas eles estão infringindo essa lei federal, que é considerada infração grave com multa e retenção do veículo.

Mas, não para por aí. Nos últimos anos, uma série de alterações na lei tornaram alguns tipos de lâmpadas proibidas em um primeiro momento e depois liberadas, causando muita confusão nos motoristas. A resolução acima é a mais antiga à respeito dos faróis, mas de 1988 para cá, muita coisa mudou, especialmente nos últimos 10 anos. Antes da resolução 292/2008, os faróis de xênon, por exemplo, podiam ser instalados apenas mediante um Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Com esta resolução, quem instalou farol de xênon pôde regularizar o dispositivo até 2 de junho de 2011, quando uma nova resolução entrou em vigor. Esta é a 384/2011 que proíbe a instalação de farol de xênon nos carros. Só estão autorizados os carros regularizados antes de 2011 e os que vêm de fábrica com o dispositivo. A multa para a irregularidade é de R$ 195,23 com cinco pontos na CNH e mais retenção do veículo.

Xênon

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Esta lâmpada usa o gás de xenônio para ampliar a intensidade de cor, abrangendo um espectro de 6.000 K a 15.000 K, por exemplo, mas a partir de 3.000 K (quente) pode ser usado em faróis de neblina ou luzes diurnas. Em veículos que saem de fábrica com essa lâmpada, geralmente se usa 5.000 K. Do branco puro de 5.000 K até o ultra roxo de 15.000 K (fria), passando por tons azulados refletidos no asfalto, a variação de intensidade de cores de luz nos faróis de xênon é enorme. Na internet, chega-se a vender lâmpadas de 30.000 K e com cores diversas, proibidas por lei.

Com um facho de luz extremamente elevado, um farol de xênon desregulado pode simplesmente cegar e não ofuscar um motorista vindo em sentido contrário. Por conta disso, a fiscalização observa exatamente os exageros para coibir a prática de se instalar esse equipamento de forma indevida.

LED

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Diferente do xênon, as lâmpadas de LED ainda podem ser instaladas mediante a regularização através do Certificado de Segurança Veicular (CSV), mas a resolução 667/2017, publicada em maio do ano passado, proíbe sua instalação no farol, sendo liberado apenas para os faróis de neblina.

Para isso, é necessário que a instalação seja feito por um profissional especializado e que a lâmpada seja permitida por lei. Nesse caso é emitir uma luz branca ou amarela, sem exceções. Se isso não for possível, é necessário retirar o dispositivo, pois o veículo pode ser multado e retido pela fiscalização.

O projeto de LED, como o nome diz, usa diodo emissor de luz para intensificar a iluminação do conjunto ótico mediante o uso de um reator, mas as mais modernas dispensam isso. Embora seja uma tecnologia muito antiga, só mais recentemente os carros passaram a adota-la. Isso começou com as chamadas DRL´s ou luzes diurnas, que ganharam contornos iluminados para estética e em alguns casos com a finalidade de substituir o facho baixo do farol durante o dia. Inclusive, nesse caso, a lei permite que se circule pela estrada durante o dia com esse dispositivo ligado.

Depois o LED passou a figurar no facho baixo e depois no alto, chegando mesmo ao full LED, que é um conjunto com vários diodos de luz atuando de forma individual ou grupos, dependendo da tecnologia. Mas nesse caso, seu nível de sofisticação é tamanho que somente o conjunto completo do farol pode ser adquirido. Os preços variam muito, sendo equiparáveis aos de xênon em muitos casos. Tudo depende da marca e da intensidade de luz. Geralmente essas lâmpadas são oferecidas com 6.000 K. A vantagem é que consomem pouca energia.

Super Branca

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A lâmpada Super Branca é bastante comum e ajuda a ampliar a visibilidade em carros que possuem faróis bem fracos, como os halógenos mais antigos e amarelos. Elas precisam estar de acordo com as normas do Inmetro e precisam ser instaladas conforme indicado no manual do proprietário.

Caso seja necessário ferramenta, precisa ser a especificada pelo fabricante do veículo. Esse tipo de luz tem brilho intenso e chega a ter efeito de xênon. No mercado, chega-se a ver ofertas entre 4.200 K e 8.500 K, esta última bem popular. Não é necessário o Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Halógena

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Esse é o tipo mais comum de lâmpada automotiva para faróis. Algumas chegam a 3.500 K e a cor amarela é comum, sendo incandescentes. As Super Brancas, por exemplo, também são halógenas, mas possuem cor e brilho mais intensos. Ela é barata e usada largamente na indústria automobilística ainda hoje.

Existem diversos tipo, identificados pela letra H, mas possui baixa capacidade de iluminação, tanto em automóveis quanto em motocicletas. Por conta disso, muita gente acaba partindo para a Super Branca, que basicamente não exige modificações no corpo do farol e a instalação é exatamente igual.

Para quem busca originalidade do veículo, o manual do proprietário traz a especificação exata do tipo de lâmpada halógena que o modelo necessita. Em todos os casos, o proprietário deve cuidar para que o conjunto ótico esteja bem regulado, regularizado (se for o caso) e em pleno funcionamento.

 

 

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  • leandro

    Alguém tem usado apenas o DRL nas rodovias? Desde que comprei a nova Eco não ligo mais os faróis. Receio que um dia vai chegar uma multinha

    • Raimundo A.

      Quando criaram a legislação para ligar os faróis baixo em rodovias, não estava claro se as luzes diurnas poderiam ser usadas, mas outra regulamentação confirmou que sim, pois antiga já considerava sua utilização como alternativa ao farol baixo.

      A questão é se o veículo tem mesmo luz diurna e não é adaptada (não serve porque entra em legislação de alterações exigindo vistoria e registro no documento, se a fiscalização funcionar neste caso) ou assinatura visual/luz de posição.

      O EcoSport tem luz diurna em LED, o Renegade e o Duster tem halógenas. Se ocorrer multa por usar apenas o DRL, está errada devendo ser cancelada. O chato é abrir o processo para questionar e usar as legislações corretas, matérias divulgadas pela mídia para embasar.

      Deve-se tomar cuidado e ignorância, preguiça, etc, de certos proprietários sobre ter a certeza que o veículo tem luz diurna ou assinatura visual/posição e a mesma está ativa no PC de bordo se for configurável. O Toro Freedom tem luz de posição, cuja intensidade é menor como são versões mais caras do Onix e Prisma, Argo e Cronos por exemplo. Ela não serve como luz diurna e é notado pela intensidade menor, aí precisa ligar o farol baixo. Claro, vai depender agente ter noção dessa diferença. Quando o DRL existe e é configurável, deve-se programá-lo para acender ao ligar o motor, pois se estiver desabilitado, o dono vai achar que está ligado.

      O que eu tenho notado depois que essa legislação foi aplicada é o excesso de lâmpadas acesas no veículo, o que pode gerar multas também, desgaste prematuro e em dias quentes, noto aumento de temperatura em vias urbanas. Mesmo nos centros urbanos, não rodovias, os condutores estão com os faróis ligados, provavelmente com receio de sofrer multa ainda que não trafegue onde é obrigado ou porque transita em locais obrigatórios ou não deixando sempre ligado.

      Tem sido comum eu ver veículos sem DRL, mas tem farol de neblina, com esta e a luz baixa ligada. Quando há o DRL é pior ainda, pois não apenas esta com a luz baixa e luz de neblina também estão acionadas. Acender a luz de neblina sem condição necessária gera multa. Tem gente pecando pelo excesso.

      • leandro

        Isso fora a quantidade de gente andando com farol alto ligado para disfarçar o baixo queimado

        • Raimundo A.

          Com certeza, e já topei com alguns. Ruim, também, é lâmpada de xenon no projetor para neblina. Tem gente que não liga o faro baixo e acha que o de neblina tem alcance maior quando só espalha a luz para lateral. Quem vem no sentido contrário e está mais próximo, é ofuscado pela intensidade do xenon. Não ajuda a ver mais a distância e atrapalha quem vem no sentido oposto ao se aproximar.

          • Edson Fernandes

            Pelo que parece ao menos em SP e aos arredores, a policia tem atuado bem para fiscalização desse itens. E é na hora que precisa tirar.

            Vej onos grupos o pessoal revoltado com isso…rs

      • Túlio Ribeiro

        Tem também os que possuem carro com DRL em led, mas logo que entram na estrada já ligam a LANTERNA (acham que ela é o “farol baixo” do carro). Ai o led diminui a intensidade, e a função vai por água abaixo (Audi, BMW, Range Rover, etc)…

        • leandro

          Tem também uma galera que quer ligar só o farol de neblina, mas pra isso precisa ligar a lanterna…. Aí o DRL vai pra intensidade baixa

          • Edson Fernandes

            Na verdade a lei é para vc ficar mais visivel aos demais e não a falta dela.

            E ajuda até a dar uma falta de noção de distancia que causa mais segurança. Eu mesmo ando de farol baixo 100% do tempo (meu carro não tem DRL). Te digo que por diversas vezes as pessoas que iriam entrar com tudo na sua frente, ficam receosas, a não ser aqueles imprudentes que jogam sem dó.

            • Catucadao

              na verdade mesmo foi somente para pegar dinheiro da população com multas.

              • Edson Fernandes

                Pra mim que sempre andei com meus carros em farol baixo em qualquer situação, não via dar em nada.

                Além do que, o carro fica mais visivel mesmo. Mas enfim, nesse aspecto eunão fico preocupado.

              • RRodrigo Souza

                Foi feita essa lei para o carro ser visível mais rapido, quem não seguir a lei deverá levar multa mesmo. Se é obrigatório o uso de farol baixo , qual a dificuldade de uma pessoa ligar o farol? qual a dificuldade de entender que um farol baixo não é luz de posição(lanterna) que não é farol de neblina,vejo muitos pessoas que anoite anda com o carro todo apagado, tipo 22:00 da noite tudo escuro e o carro todo apagado, tão pensando que é policia para andar sem iluminação nenhuma?

                • Catucadao

                  porque é perca de tempo…. farol nunca foi segurança de dia, aqui não é Russia que tem neblina de densidade fortíssima… resumindo somente pra pegar dinheiro mesmo

    • Edson Fernandes

      O seu tipo de DRL é valido. Pois ele ilumina bem. Mesmo caso do C4 Lounge por exemplo.

      Em casos como do Onix e 208 atual (que é uma assinatura em Led), ela não serve porque é estetico e não como proposta de DRL. Eu acho ridiculo o cara criar uma assinatura que é em LED e já não aproveitar para ser um DRL.

    • Gustavo Baeta

      Ando apenas com o DRL (durante o dia claro), pego estrada todos os finais de semana, até o momento não tive problemas.

    • No_Name

      Você não usando apenas o DRL a noite, sem problemas! Acredite se quiser, mas já vi isso…

    • RRodrigo Souza

      Leandro como informado é o farol principal que tem que está ligado, demais outros faróis ou DLR em rodovias pode vir a ser multado sim,

  • Japa palio adventure

    Com lâmpada super branca, não se enxerga nada na chuva a noite. Andar com farol ligado ou desligado, era a mesma coisa.

    • Raimundo A.

      Esse é o problema desse tipo de lâmpada perante xenon e LED. Ter temperatura de cor não quer dizer que emite certa quantidade de luz.
      Um farol que usa LED, projeto de fábrica, ou xenon, por emitirem mais luz, não tem prejuízo visual sob chuva como uma halógena tem por ser menos eficiente. Todavia, se a temperatura de cor do LED ou xenon for maior, tonalidades mais escuras, também não adiante emitir mais luz e esta por ter cor escura vai perder na capacidade de iluminar o seu entorno.

      • Edson Fernandes

        só um complemento, mas na pratica as luzes de led ou ditas “super led” na chuva tem pouca intensidade pois são lampadas de facho aberto, precisam muito de refletir em algo para parecerem fortes, mas na pratica sofrem.

    • RRodrigo Souza

      lâmpada super branca anoite na chuva não funciona mesmo , mas não é por isso que deverá andar com o farol apagado.

  • Louis

    Taí uma das coisas que mais me estressam em condução noturna, esses folgados que usam faróis totalmente irregulares, às vezes andam com farol alto ligado.
    Ainda bem que esses “Xenão” chingling queimam rápido, por isso ultimamente tem diminuído a quantidade de manolos rodando com isso.

    • Edson Fernandes

      Diminuiu MUITO. E eu agradeço ainda mais qdo queima do farol de neblina, porque como o facho fica concentrado, ele fica pior que qdo instalado no farol.

      Falando nisso, teve um dono de 208 que veio mostrar que o farol dele derretou por causa do sol…rsrs

      Tava nitido ao olhar que o derretimento foi devido ao aquecimento superior ao que o farol suporta… (fruto dos “xenão”)

      • RRodrigo Souza

        xenon esquenta menos do que uma lampada halogena, neste caso deve ter sido erro na instalação ou algum curto, meu carro eu utilizo led no farol e xenon no neblina, mas quando eu dirijo sempre ando apenas com o farol acesso em rodovias, na cidade ligo apenas nos horários que precisa, farol de neblina só ligo em momentos que eu realmente vou precisar aonde o farol principal não esta fazendo bem a função dele. Vejo que tem muitos doidos que andam na cidade nas ruas normais num calor danado ,aqueles dias mais ensolarados que o sol falta nos derreter , ai quando olha para a frente do carro xenon do milha ligado iluminando não sei o que

        • Edson Fernandes

          Então Rodrigo, isso depende da potencia utilizada. A lampada em sí pode até não aquecer tanto, mas se for mais forte que a original, pode trazer problemas. Outro ponto é que o reator que ficar por detrás da lampada, esse sim esquenta.

          Não é qualquer farol que suporta tal aquecimento. Mas… como o negocio é comprar dos mais baratos possíveis, especificação técnica é algo que a pessoa tbm não está interessada.

          Então coloca fora da especificação para o modelo em especifico e dá problemas.

          Nos Fluences de facelift, toda a carcaça do farol de neblina é de plastico. Usar xenon nele derrete a parte interna. Como não é vidro e sim policarbonato também a lente, ele derrete.

          O pessoal de Fluence que faz isso, compra do Duster que é de vidro e a carcaça tem mistura de plastico com ferros na sua estrutura.

          • RRodrigo Souza

            tem pessoas que exageram também no tempo ligado, mas entendo sim que tem neblina que o materiais sao ruizinhos para certas lampadas, uma coisa que vejo é muitos querendo colocar lampada de 100w nos carros, mas esquecem de ler que muitas fabricas colocam etiquetas informando máximo suportado 65w ou 75w ou proibido 100w. Ja vi muitos clientes de carros fiat de fabricação após 2002/ reclamando de choque termico nos milhas mas de fluence produto derretendo não sabia

            • Edson Fernandes

              E pense que na PSA as lampadas são de 55w….

              • Luiz Fabri

                Tenho problema com meus dois refletores de luz baixa, do New Fiesta 2013 em que coloquei a Osram SilverStar 2.0 e exatavamente acima das lâmpadas queimou, ou melhor, ficou azulado. Não foi erro de instalação nem, segundo a engenharia alemã da Osram (mandei as lâmpadas em garantia para SP e de lá para a Alemanha) problema nas lâmpadas então resta acreditar que o refletor é de um material de baixa qualidade.
                Nem sempre é a lâmpada…

  • Alexandre

    o problema do DRL, eh que muitas vezes, as pessoas esquecem de ligar os farois a noite dentro das cidades, pois ele ilumina um pouco e as luzes do painel ficam acesas,
    ja vi varios carros como cruze novo, andando na cidade apenas com o DRL

    • leandro

      Acendimento automático dos faróis é uma tecnologia tão barata que deveria ser obrigatória…
      Aumenta um sensor, um par de cabo e um relé. Não deve custar nem 50 dólares para a fabricante

      • Edson Fernandes

        Na verdade, o automatismo é feito pela central… nem precisa de fiação, mas de repente um botão adicional (ou melhor, um relê adicional) que simplesmente deixa automatico. Obviamente se for automatico com sensor, aí sim é como vc disse.

        Mas poderia ter um ajuste manual: Digo… não pelo condutor, para economizar em sensor, poderia ter uma configuração por hora. Já ajudaria muito, pois digamos que o horario configurado seria as 17:00, passou desse horario, farol baixo aceso.

        • leandro

          Um automatismo desse por hora não custa nada para o fabricante

          • Edson Fernandes

            Exatamente! Essa é a ideia. Não é possível que sensor e uma fiação para projetar automaticamente custem caro pela industria. Mas poderiam deixar manual para reduzir custo.

            Duvido que o consumidor perceberia isso.

            • RRodrigo Souza

              o jeito mais simples possível é a troca do relê para um que suporte a automatização e ter uma configuração para que nos horários 17:00 em diante como citado o farol baixo ligue automaticamente, isso seria muito simples . Mas eu ainda culpo muito os Brasileiros que fazem tudo errado, só começam a fazer alguma coisa certa quando é obrigatório, ou quando começam a levar multa e tem que tirar do bolso.

              • Edson Fernandes

                Pois é, tbm penso igual.

                Tem gente que acha que o DRL não serve pra nada…. mas a pratica mostra que seu olho “percebe” que tem uma luz apontando em sua direção e faz vc ficar mais atento. Tanto que eu ando com o farol baixo sempre ligado. (o meu carro não tem DRL)

    • Schack Bauer

      Verdade, e é culpa da lei do farol aceso. Antigamente, quando vc via o pessoal com o farol ligado, lembrava de ligar o seu. Agora como está todo mundo com o farol ligado, as pessoas nem se ligam que já virou noite.

  • Alexandre

    tenho um corolla com xenon de fabrica, é uma porcaria, vive queimando lampadas e o valor de uma lampada nova es uma fortuna;
    eu preferiria lampadas comuns

    • Raimundo A.

      Qual Corolla? Quando este veículo passou a ter xenon aqui, usava o mesmo bloco parabólico com lâmpadas halógenas. O alcance aumentava devido a maior eficiência do xenon, mas em termos de controle do facho, menos eficiente. Melhorou quando passou a usar projetor super elíptico, o popular canhão, que em seguida, salvo engano usou lâmpada de LED com formato das halógenas. Agora tem full LED usando técnica mais moderna com projetores.

  • Lucasss

    Bacana essa pauta sobre faróis. Em relação a eficiência e também beleza, os Multibeam da MB estão em outro patamar, imbatíveis.

  • Luiz M

    Está errado: “Já a intensidade de luz, que é medida em Kelvin”. Kelvin neste caso indica simplesmente a cor da luz, da mesma maneira que é indicado para lâmpadas residenciais, as de aproximadamente 6500K são mais brancas e as de aproximadamente 3500K mais amareladas. Quanto mais baixo mais tende ao infravermelho (amarelo, laranja, vermelho e, por fim, infravermelho). Quando mais alto mais tende ao ultravioleta (branco azulado, azul, violeta, ultravioleta).
    As resposta do nosso sistema visual devem mudar com a cor da luz, além da intensidade.
    A intensidade da luz, ou grandezas correlatas, é medida em unidades do tipo lúmen, luz, candela. Uma lâmpada residencial costuma trazer esta informação.

    • Luiz M

      O problema é que a lei limita a potência e não a intensidade da luz. A diferença entre a halógena e a xenon (e a LED também), além da cor, é a intensidade luminosa, visto que usa outra tecnologia e possui eficiência luminosa maior (mais iluminação para a mesma potência elétrica). É similar a comparar lâmpadas incandescentes com as fluorescentes.

    • Luiz M

      Pelo que entendo, a super branca também é halógena, porém uma evolução e com uma temperatura de cor um pouco maior.

    • VINÍCIUS FREITAS DE SOUZA

      Kelvin não é uma medida para temperatura ?

      • Luiz M

        Kelvin é uma unidade de temperatura, mas também é utilizada para cor da luz. Acho que é porque a cor que um material / gás emite está relacionada com a temperatura que atinge.. deve ser algo parecido, não sei ao certo.

      • RRodrigo Souza

        Kelvins é a medida de temperatura (cor) da lâmpada ou seja quanto menor o numero tende a ficar no infravermelho (amarelo, laranja, vermelho e, por fim, infravermelho). e quanto maior mais branca vai ficando até chegar no ultravioleta (branco azulado, azul, violeta, ultravioleta). e tem a medida de lúmens que é a intensidade do brilho vamos dizer assim para simplificar, quanto menor os lúmens menos iluminação terá, quanto maior mais forte ele iluminará , mas isso não significa que um produto com muitos lúmens terá uma boa qualidade e bom facho de luz (foco)

  • Ricardo

    A super branca não é proibida, ilumina melhor e não atrapalha outros motoristas. Isso mesmo?

    • Alexandre Volpi

      Em chuva/neblina elas não são muito eficientes.

      • Rodolfo

        No meu carro eu instalei a X-tremeVision da Philips. Ela é um pouco menos amarelada e ilumina mais que a lâmpada halógena comum. Já havia utilizado a DiamondVision, a CrystalVision e a BlueVision que tem luz mais branca/azulada mas realmente elas iluminam menos na chuva.

        • Alexandre Volpi

          Eu usava as Night Breaker, pois meu carro tem farol bem vagabundo e acho péssimo o esquema monoparabola + H4. Porém a alta das Night Breaker é bem azualada/branca e em condições de chuva me deixava muito na mão. Por isso voltei para as halógenas comuns.

          • RRodrigo Souza

            para chuva é melhor a lampada halogena tradicional mesmo.

      • Alexandre Maciel

        Em chuva/neblina elas são simplesmente péssimas. Desde minha última experiência com esse tipo durante uma chuva à noite eu voltei para as comuns, halógenas, e assim tenho permanecido.

    • RRodrigo Souza

      na chuva parece que está apagada, usava Osram no farol e no neblina ,

  • Edson Fernandes

    Se é uma coisa que eu não mexo é no projeto original do farol. Eu sei que o pessoal para um efeito estetico muda. Mas para meu uso, prefiro a funcionalidade ao visual. Tanto que meu carro com xenon original, é utilizado por vezes com o farol de neblina halogeno. E ilumina muito bem.

  • T1000

    Por favor corrijam o artigo, kelvin é temperatura de cor, não tem nada a ver com intensidade de luz!!

  • Sam_Van

    Ficaria contente se a polícia rodoviária conseguisse fiscalizar isso, tipo colocar um aparelho antes dos postos de fiscalização que detectasse alguma irregularidade. Assim poderiam abordar o veículo, e se confirmado alguma irregularidade, o condutor teria um prazo para regularizar o veículo e depois apresentar à um órgão competente, sendo autuado caso não o faça. Viajo bastante à noite e um farol irregular atrapalha muito, chegando a ser perigoso em muitos casos, principalmente quando juntam chuva+asfalto sem marcações.

  • Alexandre Maciel

    Apesar de hoje ocorrer com muito menos frequência, enquanto gostar de viajar à noite não saio das halógenas. Para mim são as melhores, principalmente quando começa a chover na estrada. Já usei super branca e esse tipo não é melhor do que as básicas em algumas condições. Xenon, só se tivesse farol do tipo projetor. Led? Só se vier de fábrica no carro.

  • Catucadao

    eu tenho xenon 10k nos milhas no farol normal e farol alto nunca deu problema.

    • RRodrigo Souza

      nunca deu problema para você ser parado é isso que está informando ? isso se chama sorte,pois tem locais que a fiscalização embaça.

  • Alexandre

    Passo Substituir a lampada de XENON que vem original no carro por lampadas de LED?

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