Subaru WRX 2022 deve chegar com 300 cv – STI indo para 350 cv

Subaru WRX 2022 deve chegar com 300 cv - STI indo para 350 cv

O Subaru WRX 2022 está sendo aguardando com expectativa em muitos mercados e provavelmente aqui no Brasil também, caso a CAOA mantenha sua importação.


O sedã esportivo da marca japonesa deve chegar anabolizado com um boxer de quatro cilindros 2.4, segundo a revista japonesa Goo-Net, que não citou as fontes, mas diz que o bólido chegará com 300 cavalos.

Essa cavalaria é para a versão padrão, que terá a companhia obrigatória do Subaru WRX STI, que nesse caso, terá algo em torno de 350 cavalos. Pelo menos no primeiro, a opção CVT será mantida, mas ambos privilegiarão a caixa manual de seis marchas.

O propulsor 2.4 é o FA24D, que substituiu o antigo FA20D e vem com o sistema de injeção D-4S da Toyota, o mesmo usado pelo MA20FXS dos nossos Corolla e Corolla Cross.

Assim, com injeção direta e indireta, o sistema atua no FA24D com um turbocompressor. Nos Subaru BRZ e Toyota GT 86, ele entrega 235 cavalos e apenas 25,5 kgfm. No Subaru Ascent os números são maiores no FA24F, que alcança 264 cavalos e 38 kgfm.

Subaru WRX 2022 deve chegar com 300 cv - STI indo para 350 cv

Então, podemos imaginar o WRX com pelo menos 40 kgfm de torque em seus 300 cavalos e algo perto de 45 kgfm com 350 cavalos. Seja como for, o sedã esportivo terá força suficiente para decolar velozmente.

Além disso, a tração S-AWD estará disponível como sempre, com diferencial traseiro de deslizamento limitado e um gerenciamento de dinâmica de condução avançado.

Já visto em flagrantes nos EUA, o Subaru WRX 2022 terá um volumoso duto de ar sobre o capô, bem como saias laterais e um defletor de ar sobre o porta-malas, sendo até certo ponto discreto.

Com quatro bocas de escape, o WRX 2022 terá ainda um difusor de ar bem vistoso na traseira. Bem, no WRX STI, é só observar na projeção japonesa.

Embora o motor tenha aumentado de tamanho, provavelmente ele ficará mais econômico e terá menor emissão de CO2. O motivo é que os propulsores maiores mostram menos esforço que os menores em cargas elevadas, fato que fez algumas marcas subirem seus volumes, como a VW fez com o 1.4 TSI, passando-o para 1.5 TSI, por exemplo.

[Fonte: Goo-Net]

 

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.