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Carro da semana, opinião de dono: Chevrolet Celta Energy 1.4

celta-energy-1 Carro da semana, opinião de dono: Chevrolet Celta Energy 1.4

Estou aqui para mostrar as minhas impressões sobre um dos meus carros, o Celta Energy 1.4 2004. Comprado por mim há mais de dois anos, se trata de um carro com uns bons anos de vida e mostra virtudes e pequenas rugas da idade.



Comprei-o em março de 2010 com 57000 km rodados de um amigo e já o conhecia, mas não o reparava. Me parecia um Celta como qualquer outro. A ideia inicial era o de segundo carro da família, onde atenderia as demandas urbanas e aprimorava os hábitos de minha mulher no volante, por se tratar de um carro pequeno e de manutenção barata.

Pouco rodado e de segundo dono, decidi por ele fácil, pois quanto mais velho o carro, mais difícil de encontrar em bom estado no mercado de usados. E a procedência foi um fator determinante para que eu fechasse o negócio. O fato de este ser um exemplar raro entre os celtas – motor 1.4 – me chamou a atenção.

celta-energy-2 Carro da semana, opinião de dono: Chevrolet Celta Energy 1.4

Ao conviver inicialmente com o mesmo, notei a vantagem deste motor, pois o desempenho é bem melhor que o de outros celtas 1.0 – MPFI e VHC – que dirigi. Ele possui também relações de marcha mais longas que os 1.0, deixando a condução mais prazerosa e com os giros mais baixos que os outros.

Através deste celta pude confirmar a boa fama dele no mercado de usados, pois a procura é alta e a desvalorização é baixa. Pude comprovar alguns detalhes que justificam este fato:

Manutenção: Comparado à outros carros de amigos e até uns que tive, as peças são mais em conta e o mercado paralelo oferece muitas peças e em marcas de referência, o que deixa o consumidor mais tranquilo e com os custos dentro do orçado – pois quem compra popular usado quer economizar.
Facilidade de revenda: não foram poucas as propostas que achei e acho para comprarem o carrinho. Parado em sinaleiras, fazendo manutenção, abastecendo… enfim, para quem tem procura, a revenda está garantida. E índices de desvalorização dos institutos comprovam este fato em suas pesquisas.
Carro de ocasião: Para muitos destes futuros compradores, carros populares como este são procurados devido às demandas bem diversas e bastante ocorrentes, como:
Primeiro carro: Em sua maioria, tem que ser barato e bom de consertar, devido à alguns consumidores não entenderem muito de carro e darem umas “porradas” até ficarem bons no trato (ou não…). Então, se investir pouco inicialmente, não vai perder tanto depois. E na ocorrência de um defeito ou acidente, os gastos não assustam o marinheiro de primeira viagem.
Jogadas financeiras: É para quando o cara vai comprar um imóvel, saldar uma dívida, abrir um negócio… então ele vende aquele “carrão” mais caro e parte para um que custe menos para ele manter e depois, quando a vida melhorar, ele compra outro “carrão” de novo. Ou até compra sem vender o carrinho…
Economia: tem gente que não quer gastar nada a mais para se locomover. Então ele somente quer um “meio de condução” de quatro rodas – e só. Contabiliza impostos, custos do carro como pneus, peças, combustível e seguro na ponta do lápis, além da depreciação. Então, ele vai cair nesta categoria.
Carro de trabalho: A empresa dá aquela “verba” mensal para o cara se deslocar a serviço e ele viu que dá para ele equilibrar o seu carro particular sendo carro de trabalho. Então, ele precisa de um carro barato, econômico, robusto e fácil de consertar (vai que ele ande muito em cidades mais afastadas dos centros urbanos, sem muitas opções de serviços: os mecânicos que ele encontrar provavelmente vão saber consertar os mais populares). Então, este carro se enquadra no perfil.
Carro de universitário: Em sua maioria, meio de condução e de passeio em suas horas vagas. Boa parte dos universitários de carro são ajudados pelos pais na aquisição e manutenção do carro, que ajuda bastante a vida do estudante (já passei por isso, mas comprei com economias e arcava só…). E aquela bolsa de estágio não ajuda… então tem que custar pouco por mês mesmo.
Rodízio: Em capitais que possuem este esquema, o cara não quer abrir mão de ir ao trabalho de carro. Então ele procura um mais barato e com o final da placa diferente do seu para que ele possa estar sempre com um carro habilitado para rodar. Então, não precisa ser muito caro.

celta-energy-3 Carro da semana, opinião de dono: Chevrolet Celta Energy 1.4

Vou apresentar agora as impressões por tópicos os quais avaliamos os nossos carros e os outros do mercado. Somente lembrando: estou avaliando ele comparando com o segmento da época e algumas citações ainda seguem atuais.

Celta Energy 1.4 em detalhes

Preço de compra

Por se tratar de um usado, achei realmente caro quando comparado com outros populares e até alguns carros de outras categorias. Paguei na época 16.000,00 nele, com 4 portas, equipado com ar condicionado, vidros e travas elétricas, alarme, som e rodas de liga leve. Por estar conservado, pouco rodado e priorizar aspectos relativos à custos e facilidade de revenda, optei por ele mesmo, além de ser uma raridade por se tratar de ser 1.4 e ser a versão energy, que inclui os itens dos celtas super (acabamento melhorado, limpador e lavador traseiro, para-brisa degradê).

Design

Bom, gosto muito da frente lembrando o Vectra 97. Muito bem resolvida, em cunha, favorecendo a aerodinâmica e a harmonia das linhas. As laterais não impressionam, mas tentam mostrar um pouco de ousadia nas sinuosidades do para-lama e da lateral traseira acima da roda. Gostaria se ele tivesse uma janelinha na coluna C, como tem no Corsa, mas este foi concebido para ser barato… A traseira é sem graça, elaborada para ser econômica mesmo. Tem uns kits aerodinâmicos que melhoram o visual, mas o melhor mesmo é o original GM da época, senão pode virar “tuning” de mau gosto.

Interior

Aquilo que muita gente já sabe: uma regressão em relação ao Corsa que o inspirou, onde a ordem era diminuir o número de peças e economizar nos materiais. Na ideia inicial nem eram previstos vidros elétricos – a prova disso é que eles na época eram instalados na concessionária, com botões improvisados no console da marcha, meio que “de lado”. Os bancos são estreitos para mim, que tenho 1,84m e 90 Kg. Cansam em percursos longos. Ao menos o tecido é lavável e uma lavagem a seco deixou ele original de novo sem desbotar.

Os comandos são reduzidos, como a buzina na haste da seta que também acumula os botões dos faróis. Não gostei deste arranjo, mas acostumei. No Corsa era bem melhor, pois os faróis tem seus comandos separados. Muita gente não gostou dos comandos de ventilação, mas eu achei mais adequados que os celtas anteriores a 2004.

O painel de instrumentos é pequeno, com os instrumentos muito juntos um do outro, mas se este celta se salva por pouco por ter conta-giros. O marcador de combustível digital é impreciso e a temperatura só é informada quando a junta do cabeçote for “pro saco” através da luzinha… Relógio digital e hodômetro parcial completam as indicações e são bastante úteis, embora pequenos.

Peças inteiriças como os painéis de porta constatam a economia no acabamento. Fica feio mesmo, pois a peça se estende até o acabamento interno dos retrovisores, destoando de qualquer pretensão de causar uma boa imagem.

Se a porta não tivesse um tecido acima do apoio de braço, ficaria ainda mais feio. As saídas de ar, que são destas redondas e inteiriças que empestearam em nossos carros “populares” atuais. São práticas, mas são, na minha opinião, muito feias. Para carros como este celta, aceitável. Para carros com preços elevadíssimos como Gol GV, Voyage, Fiesta 2004, e outros, inaceitável. Poderiam fazer algo mais digno e exclusivo, que não entregue as tentativas de economia de palitos.

O apoio de cabeça costurado no banco vem de sua origem simplista. O traseiro só se move para ser removido. A luz interna só acende quando abre a porta do motorista – somente – acho isso bem incômodo ao pegar objetos no banco de trás à noite sem ligar o botão.

Alguns citam sempre o volante torto do celta, isto é fato. Mas para quem o dirige todo dia, isso não chega a incomodar. Os pedais são voltados para a direita, mas também não chegam a preocupar, pois para fazer um “punta-tacco” fica fácil com pedais próximos. Eram detalhes de antigamente. Hoje, os hábitos mudaram.

Itens do Celta Energy

Pára-brisa degradê, detalhes prateados no painel e nas saídas de ar, conta-giros, forros de porta com tecido, limpador e lavador do vidro traseiro. Para a época, um diferencial. Hoje, muitos “populares” ainda oferecem alguns destes como opcionais.

Mecânica

Confiável e com a manutenção barata. Peças a preço do 1.0 (quase todas são compartilhadas) e encontradas fácil. Por ter a concepção antiga, muitos mecânicos trabalham sem dificuldades para as manutenções de rotina. Desempenho bom pelo fato do carro ser leve (em torno de 900 Kg) e a elasticidade do 1.4. Para as minhas necessidades, atende com sobra. Em viagens que fiz, as respostas em ultrapassagens são boas. Só não são melhores devido à algumas marchas serem alongadas, como a quarta e a quinta. Mas nada preocupante e eu até prefiro assim.

A suspensão é muito baixa, o carro raspa com facilidade com três pessoas a bordo. Coloquei calços nas molas traseiras para levantar mais ele quando tiver em carga. Nas curvas, por ter a calibração para conforto, balança um pouco. Nada de pretensões esportivas nas curvas, mesmo com pneus 175-70 R13 – um pouco mais largos – que coloquei.

A direção é mecânica, pesada em manobras parado e adequada em movimento. Já acostumei, mas uma hidráulica nem se compara.

Consumo

Na casa de 12 Km/l de gasolina na cidade (ar ligado pouca parte do tempo) e uns 14 Km/l na estrada, na casa de 100 Km/h. Passando disso, aumenta o consumo. Uma passagem que fiz urbana com ar ligado o tempo todo ele fez na casa de 10 Km/l. Mas não ando sempre assim. E meu pé é meio pesado.

Segurança

Bom, nesta parte não tem muito a elogiar. Se para a época cintos de segurança com regulagem de altura era item diferencial, hoje não é mais que obrigação. Air bag e ABS não vinham desde o projeto, ficaram lá no Corsa de 94, seu antecessor. As frenagens são boas, mas a tendência de sair de frente exige cautela. Aliás, dirijo preventivamente, pois a concepção do carro não permite abusos. Em linha reta, posso sentir o motor do carro em acelerações e retomadas dando segurança em ultrapassagens, mas nada de contar com aderência esportiva em curvas.

Principais intervenções

Além da rotina, quando o comprei, troquei as borrachas da suspensão dianteira, correia dentada, filtros de ar, gasolina, ar condicionado, velas. Gastei, com mão-de-obra, uns 500,00. Duas baterias, uma trocada há poucos dias. Depois disso, só uma ponteira de direção, pneus, miolo da chave de ignição, controle do alarme e lâmpadas.

Alinhamentos e balanceamentos entram na conta como rotina de acordo com a quilometragem. E com uns buracos novos que apareceram ultimamente, foi um pivô, uma coifa da homocinética e uma “laranja” em um pneu… culpa de nosso asfalto lunar…

Ele possui grilos de acabamento diversos. Uns eu descobri e outros continuam. Geralmente reapertos em parafusos ou troca daquelas presilhas plásticas que se desgastam cada vez que você abre um forro de porta ou solta um acabamento interno. Tem também o tampão traseiro original, que batia bastante e troquei para instalar alto-falantes de 10” e tweeters. Fiz um acabamento em MDF forrado e reforços para evitar ruídos e a envergadura do tampão.

Outro ruído crônico é o do banco traseiro, que bate dentro de seu encaixe. Melhora com graxa branca, mas volta. Outros celtas possuem o mesmo problema. Os vidros elétricos tem que ser sempre lubrificados com grafite, pois podem travar e quebrar o cabo de aço ou o motor. Mas acho que também isso é pelo tempo de uso mesmo.

A coluna de direção também tem um ruído quando passa nos buracos, mas apareceu poucas vezes e naquelas crateras que encontramos por aí fácil. Devo me programar para verificar a embreagem e fazer uma limpeza no cárter, pois mesmo trocando óleo com 7500 km, acumula sujeira.

Recentemente colidi com uma moto, causando danos na porta e, ao reparar, aproveitei para dar um banho, pois tinham partes com arranhões e com verniz danificados. Agora é que eu ficarei ainda mais tempo com ele.

Resumo

Fiz uma ótima compra, pois achei um usado bem conservado e nunca me deixou na mão. Atende bem ao acelerador. Não esperava tanto, mas me surpreendi com a mecânica 1.4 e com a facilidade e economia na manutenção como um todo. Carro para quem não prioriza acabamento. Tudo muito simples e econômico. Poderia ser melhor, mas estas economias vieram de berço.

Positivos

– Revenda
– Motor e Manutenção
– Design da frente

Negativos

– Segurança
– Conforto dos bancos
– Ergonomia e acabamento

Por Marcio Miranda

4.0

  • Krestu

    Legal, esse foi o meu primeiro carro, Celtinha 1.4, mas não lembro o ano.
    Andava bem até, econômico pois era só gasolina, mas o isolamento acústico era horrível, acima de 100km/h já ficava difícil conversar com os passageiros. Não gostava muito da suspensão nas curvas, o carro rolava demais, e o bichinho também sofria com os ventos laterais. Quando passava um caminhão deslocando todo o ar no sentido contrário, tinha que segurar bem o carrinho pra manter a trajetória.
    E esse Celta antigo não tinha direção hidráulica nem como opcional, o meu só tinha ar e os vidros da frente elétricos. E eu já achava o máximo heauihaeiu.

    • guatura

      Foi seu primeiro carro e você sequer lembra o ano????????????
      Geralmente o 1o carro marca, voce nunca mais esquece.

      Entendo essa sensação do "achar o máximo" :o :S :(

      • msouza91

        Meu primeiro carro foi um Accord 95, tenho contato com ele até hoje…

        lembro até o cheiro que ele tinha quando eu peguei ele em 2009

        • diogo_rs6

          Bem vindo ao clube dos japoneses clássicos – o meu primeiro carro é um Sentra 1994 que tenho até hoje

      • Krestu

        Eu comprei usado… Acho que era 2003/04

        • rdassis

          Meu primeiro foi um Corcel, que no primeiro rolé fiquei na rua sem gasosa, o marcador estava pifado !!!

      • Pedro_Rocha

        Coisas ruins, como um Celta, a gente se esforça para esquecer. =D

      • Maycon102

        Nossa o meu primeiro eu lembro até do nº do Renavan kkkk

  • PortoWF

    Prefiro não comentar, tive um Celta 2001, não gosto desse carro, acho que ele significa o principio de uma era decadente da GMB.

    • Ric53

      Um carro que representa uma "fase" do nosso mercado automotivo… fase essa que EU quero esquecer!!

    • afonso200

      não quero ne ver essas carniça

      • Maycon102

        Eu entrei dentro de um e parece como sentar no chão, bancos duros, plásticos duro e áspero por todos os lados.

    • rdassis

      Amigo acho a mesma coisa pelo Crosa

    • thales_sr

      Foi o começo da "ladeira abaixo" da GM, também acho isso. Tive um, VHC (monofuel) 2004, econômico que só ele. Foi um grande aprendizado, não me arrependo.

  • MajorAutomotivo

    Uma boa análise.

  • mottervictor

    Ótima analise . só provou que o corsa 94 , digo celta atual só piorou com o passar dos anos . hoje só conta com o 1.0 vhce de 78cv .. e esse raro exemplar com motor 1.4 só a gasolina que faz 12~14 km/l !

    • DCald

      Cara, eu fazia 12/16,5km/l de gasolina com um CORSA C 1.4 econo.FLEX! (e olha que eu ando sempre mais rapido!)

      Esse papo de ser economico só pq é monocombustivel é lenda!

      • MecanicoDigital

        Isso é a pura verdade. Os Flex podem sim ser até mais econômicos do que os mono.

        • Stark

          Que o consumo de um motor depois que vira Flex piora, sempre acontece mesmo e é fato, por causa da taxa de compressão que não é boa nem pra um nem pra outro combustível, mas vai de cada montadora pra otimizar o motor pra não sofrer com isso.

          Alguns casos que depois de virarem FLEX ficaram mais econômicos ou mantiveram o consumo é alguns casos do 1.4 Econo.Flex, o 2.0 EA113 da VW, 2.0 Família II, e o 1.6 EA111 VHT, todos esses depois que viraram flex ficaram mais econômicos ou mantiveram o consumo.

          Falo isso na prática pois convivo com eles!!

          • MecanicoDigital

            Sim sim…
            Quando a montadora trabalha o motor, ele fica melhor sim… mas simplesmente pegar um mono e reprogramar a injeção pra virar flex (como algumas fazem), acaba prejudicando o consumo.

            • Herumor_

              mas não adianta compara o monocombustivel de 1996 com o flex 2010 neh… claro que todo ano tem atualização dos firmwares das I.E. e mai atualizações de peças para o mesmo motor, exemplo de que flex gasta mais é só pegar a época de transição do motor de mono combustivel para flex… sempre o monocombustivel vai ser mais economico, só que agora eles estão ficando velhos =/

              • DCald

                Nem sempre! nem sempre! Alias, quase nunca!

          • DCald

            Cara, esse papo da taxa de compressão, é pra boi dormir!

            Aparentemente os flex bebem mais pq com o tempo os carros ganharam equipamentos (DH e AC se popularizou, e isso aumenta o consumo! mesmo sem usar o AC, ele pesa no motor!) outros ao virarem flex ganharam muuuuitos pocotós… outros passaram a vir com pneus mais largos…etc etc..

            Só completando: os casos desses motores que vc citou, na epoca, mudaram apenas o motor, mantendo o resto (pneus, equipamentos, etc) inalterado… por isso dá pra perceber que ficam mais economicos ou mantem o consumo… em alguns casos, até mesmo ganhando potencia! (caso dos 2.0 GM)

      • Tejolo

        Meu prisma 1.4 não passava de 12 na estrada com gasolina nem com reza brava, isso andando à 110/120, pois não dava para abusar muito….. tirei o adesivo de Econo.Flex e colquei o Flex Power….

        • DCald

          12 na gasolina na estrada é o que faz a minha Meriva 1.4 andando a 130-150km/h!
          O engraçado da meriva é que ela tá fazendo 11 na cidade e 12 na estrada, a meriva 1.8 fazia 9-10 na cidade e 13-14 na estrada.. (bom, isso se explica pela rotação menor em 5a marcha, e a menor necessidade de redução de marcha para ultrapassagens e tal)

          Agora, meu C4, que até então estava com meus pais, estava marcando 7,5km/l (cidade somente).. zerei a marcação e rodei uns 50km com ele hoje (na cidade).. tá marcando 9,8km/l! (logico, depois vou fazer as contas "na bomba" para conferir). Tem muito a ver com a forma de guiar.
          Qual calibragem vc usava no prisma? pneu original? e por ai vai…

          No meu blog eu coloquei uma lista de itens e dicas para reduzir o consumo (e ali, de certa forma explica o pq das pessoas acharem que os flex bebem mais…)

    • marcio233

      Obrigado, cara! As médias de consumo na estrada dependem da ocasião. Quando medi estas passagens de 14 Km/l, estava com ar ligado, velocidade em 110 Km/h em pistas que não tem muitas retas, carga e mais pessoas a bordo… acredito que ele seja mais econômico em condições normais.
      As estradas que viajava com este carro possuem algumas curvas, uma faixa de rodagem em cada sentido, veículos lentos que te forçam a diminuir e ultrapassar, tudo isso piora o consumo. Mas nos dias de hoje ele está limitado à cidade. O outro carro é melhor em estradas.

  • portaltecnicoes

    Ttive um 2P 2001, com Ar, alarme, insulfilm, som e aerofólio. Pra quem saía do ônibus e da Brasília do meu pai, era um avanço, completasso e as mina pirava,kkkkkkk. Bom carro para iniciantes no trânsito e para uso urbano, baixo consumo e fácil manutenção. Só vendi porquê bati duas vezes com ele, nada de grave, mas se foi. Ainda tenho saudades dele,kkkkkkkk, pelo menos guardei as fotos. Esse modelo 1.4 é peça rara.

    • afonso200

      iniciantes no transito, iniciei com uma quantum 2.0 top 2003 que o coroa tirou 0km. em 2006 ja foi p/ filder AT top…. depois foi p/ camry V6, agora é civic e azera

      • PauloPGomes

        Esse tem bala na agulha! kkk

      • Antonio_Brust

        Eu iniciei com um Ecosport velho rodado que só ele e tô com ele até hoje kkkkkk

        • portaltecnicoes

          vender o primeiro carro não vai ser fácil, pode saber

      • gcarlos

        Q bom cara, vc tá em outra categoria, a vida é assim mesmo nem todo mundo começa de cima, existe outro mundo, os q tem q começar de baixo do fusquinha até chegar ao primeiro carro novo, geralmente o 1.0 por ser o mais barato, mas com o tempo o pessoal tende a comprar um melhor.. Nem sei por q vc ler estes post de carro popular.

      • DCald

        Eu sai do Celta mpfi (nem era vhc) 1.0 no GNV (pra fazer a prova passei pra gasolina, pra não correr o risco do treco morrer na primeira inclinaçãozinha…haha) no dia seguinte que peguei a cnh, peguei a Caravan com "motorzinho de dentista" e fui pra estrada… na hora de entrar na avenida foi uma fumaceira azulada os michelin derretendo… dai meu pai perguntou se era aquilo que eu tinha aprendido na autoescola. Respondi que sim! (com o celta gnv tinha que acelerar tudo senão não saia! haha)…

        Mas fiquei um bom tempo alternando entre a caravan e o br 800 (dois absolutos extremos!)… hoje, dirijo qualquer porcaria, tenha 700cv (meu recorde) ou 30cv.. hehehe

  • dudupruvinelli

    Carro bom é o que podemos comprar e manter! E aqui no Brasil é difícil comprar um carro…

  • Long_life_tobigcars

    A questão de conservação é uma parte que prezo até mesmo em excesso. Quando vendi meu Mille EP ano 95 no começo do ano, o repassei com apenas 53 mil km rodados. Seu estado era de "colecionador". Por conta disso transferi para um novo dono pela bagatela de R$ 9 mil reais e mesmo sem AC. O que me fez me desfazê-lo foi por conta de um acidente que sofri em 2009, condição que me fez perder o gosto ainda que tenha sido trocado tudo por peças novas e não ter recebido uma recuperação digna de "porco" por funileiros lambuzões. Se não tivesse sofrido isso, eu ainda estaria com ele e poderia até mesmo instalado um ar-condicionado.
    Não é difícil manter um carro em estado de conservação extra. Uma limpeza nos fins de semana com apenas duas horas não "mata" ninguém, ainda que mesmo durante a semana muitos trabalham duramente e só tenham o fim de semana para descansar (apenas no Domingo), ainda compensa em dedicar apenas uma hora para conservar o item mais caro que se tem depois de uma casa.
    No meu caso foi bastante recompensatório. O vendi por um preço bem acima do mercado onde o modelo era cotado nas condições de ano e modelo por no máximo a R$ 7 mil.
    Hoje faço o mesmo com meu Palio Fire Economy 2012. Em termos de aquisição na época em que estive a procura de um modelo que fosse novo, já que passo muito tempo com um carro, vi o Classic, Celta e Sandero.
    O Classic temos um também. Acho o carro muito baixo para minha estatura. O esforço para me baixar para entrar é um pouco desconfortável. Tenho 1,85m e 89kg. Normalmente esse carro é usado pela minha esposa. Risquei das minhas intenções de compra.
    O Celta por não fazer diferença e pela minha mãe possuir um, senti a mesma dificuldade em relação ao Classic. Baixo demais. Mesmo assim, pretendo ano que vem substituir o Classic dela que é ano 2005 pelo Celta de minha mãe que é 2007-2008 que hoje só conta com 9.000km rodados.
    O Sandero se encaixava melhor já que é um modelo maior e mais confortável. Pesou contra duas coisas: O preço por ser bem mais alto em relação ao meu atual e a disponibilidade de peças ser um pouco mais difícil de encontrar no mercado paralelo.
    Enfim tive que partir para um modelo que já está em linha há dezesseis anos, no caso do Palio. Em tese não me arrependo pelo carro, só pelo preço pago por ele. Mas como pretendo ficar com ele no mínimo uns oito anos, o que poderá me favorecer será a baixa kilometragem o qual pretendo rodar e o estado de conservação que pretendo também manter da mesma forma quando tirei da loja.
    Concluindo. Um carro antigo em melhor estado é o melhor negócio que se pode fazer hoje. Para isso, que tal tentar, mesmo pagando um pouco mais um modelo até mesmo comum e em estado de zero?

    • Daniel Ramos

      Eita, texto que justifica seu nome em, "Long…", ficou quase do tamanho da matéria, rsrs! Brincadeiras a parte meu caro, boa concepção a sua.

      • Long_life_tobigcars

        hehehehe…

    • RodyRodrigues

      No ano retrasado eu vendi o Uno da minha vó. Ano 93, 40 mil km rodados e muito conservado. Ela queria vender por R$ 6mil e consegui vender por R$ 10 mil. Coloquei mais R$ 12 mil e dei um Logan ano 2009 para ela, com DH, AC e 5 mil km rodados. hoje em dia o carro tá fazendo em média 18km/l (revezando ela na cidade no sul de MG e alguém que possa levá-la a BH de vez em quando).

      • Long_life_tobigcars

        É o melhor carro do mundo é de um idoso. Lembro-me quando vi um Fiat 147 de uma senhora bem idosa e ele era ano 79 e tinha apenas 47 mil km rodados. Uma verdadeira relíquia. E o melhor de tudo, muito bem conservado pois há idosos que mesmo com um carro com baixa km, existe muitas batidas ao redor.

    • mjprio

      long, vc tem uma história parecida com a minha. Meu primeiro carro comprado por mim( que na verdade foi meu segundoe foi o que eu mais usei até agora) foi um palio fire, que comprei em 2004. tratava como um filho, sempre com peças originais e mecânico de confiança. Vendi com 57mil km originais rodados em 5 anos, em estado de novo somente tres dias pós anuncia-lo e o comprador só viu o carrodepois de trasnferir o dinheiro, pois o carro foi indicado por ele. mesma coisa foi o classic em seguida. fique 3 anos, 40 mil originais, nem sai do lugar pra vender, foram 15 minutos e uma volta só no carro, com o futuro comprador que esta feliz e satisfeito pois trabalho com ele. O segredo, carinho na manutenção, esmero no rodar, peças de boa qualidade. Meus carros eu vendi com nota fiscal, manual chave reserva e todos os comprovantes de manutenção e revisão e troca de peças. Pena que nem sempre se consegue comprar usados assim, por isso só compro carro 0km. Carro usado só se eu achar um de alguem que trate o carro como eu.

    • DCald

      Mas, se roda tão pouco com o carro… não compensa taxi + aluguel quando for viajar?

      O que eu vejo são extremos: um é o cara que compra, só poe gasolina e anda, pouco se lixando para a manutenção… o outro extremo é o cara que compra, gasta rios de dinheiro "embelezando" o carro (muitas vezes com coisas desnecessárias), roda pouquissimo.
      Dai o resultado no final de tudo isso é que o carro todo zuado ganha um banho, uma cerinha, umas maquiadas aqui e acolá… e… o carro tratado como filho é vendido por 500-1000 reais a mais: SÓ!

      Na minha opnião, carro foi feito pra usar. Tem que se fazer a manutenção preventiva (a de verdade, não a que o frentista do posto ou "consultor" da concessionaria te diz). E usar com cuidado, mas sem frescura!

      Os carros aqui de casa são tratados assim, manutenção mecanica sempre em dia, pneu que é trocado na meia vida (sim, tem quem compre o pneu usado e ache que fez bom negocio) sempre garantindo a maxima segurança!
      Lavar os carros? As vezes ficam meses sem lavar, por falta de tempo… cera? 1 vez no ano, 2: no maaaaaximo!

      No final das contas, todos sempre elogiam os carros daqui, e não temos nenhuma dificuldade de vende-los (as vezes até mesmo acima da FIPE ou do mercado!)

      • Long_life_tobigcars

        Bem! Rodo pouco pois uso o carro quando é realmente necessário. Há pessoas que usam o carro até para ir a esquina. Em percursos próximos de 5 km quando vou ao banco próximo a minha casa ou fazer pequenas compras, vou de bike. Uso o carro para ir ao trabalho que dista apenas 4 km de minha casa.
        No meu caso a valorização não chegou a apenas 500 reais, e sim R$ 3 mil reais.
        Para mim é vantajoso. Sem falar que carros extras, vendem-se bem mais rápidos que em estado normal de conservação.

  • zeuslinux

    O que eu fico chateado é que hoje não há mais realmente a classe de carros populares. Antes, quem tinha um orçamento limitado podia ter carros como um Fusca, Chevette, Brasília, etc. Eram carros SIMPLES e de manutenção fácil e barata.

    Hoje carro de entrada significa carro pequeno, depenado em termos de acabamento e acessórios e com motor fraco. Não se pode ter um carro simples com motor um pouco maior, tipo 1.6 ou 1.8.

    Meu primeiro carro foi um Chevette sedã 1.6. Era um carro muito fácil de dirigir e estacionar, graças à sua suspensão traseira, o motor era ridiculamente simples, tinha uma boa potência para a época, o carro era leve e ao mesmo tempo levava 5 pessoas sem aperto e com um bagageiro muito bom para a categoria.

    Mas hoje esse tipo de carros não interessa mais aos fabricantes. Hoje se vocẽ quiser um carro com um espaço e motorização razoáveis vai ter que pagar por um monte de coisas a mais não tão necessárias.

    • PortoWF

      desculpa amigo, mas quando, em que epoca exatamente estamos falando?
      Primeiro é bastante prudente ao fazer analises ao longo do tempo desprezar o fator emocional e a nostalgia ( alias todos somos um pouco saudosistas)

      Só pra fazer um comparação um Chevette Sedan 1.6 1989 tinha a seguinte ficha técnica.

      73 Cv e 12 kg de torque.
      Um porta Malas de 224 litros
      Seu consumo 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada.

      Meu amigo, que sedanzinho 1.0 hoje não entrega números melhores que esses???
      Sem falar o preço.

      • Leandro1978

        E segurança, que apesar dos populares atuais ainda serem inseguros, devem ser melhores que modelos com quase 40 anos de projeto.

        • PortoWF

          com certeza, no começo da década de 80 que os carros começaram a usar cinto de 3 pontos!!

      • MM_

        Exatamente. Tive uma Brasilia 1978 com motor 1.6 de 65 cv e 11 kgmf de torque. O porta malas tinha 140 litros, o carro fazia 0-100 em uns 30 segundos e o unico equipamento era a ventilacao proveniente do buraco no assoalho. hehe

      • zeuslinux

        Claro que não estou defendendo que o Chevette devia ser produzido como ele era na década de 1980, mas continuo defendendo que a idéia de carro popular foi distorcida nos últimos tempos. Hoje dão muito valor para a parte estética, muitos acessórios bonitinhos e tal e coisa, mas os carros populares de hoje são muito fracos, pequenos e de manutenção não tão fácil e barata. Carro popular hoje tem uma manutenção proporcionalmente muito mais cara.

        Além disso:

        – 12 kg de torque é maior que o torque de quase todos os motores 1.0 atuais. E torque faz diferença sim no desempenho sentido em cidade, muito mais do que potência. A tração traseira do Chevette ajudava também no melhor desempenho em ladeiras.

        – 73 cv é pouco menos do que os 80 cv que os motores 1.0 mais modernos alcançam hoje (por volta de 80 cv). Realmente faz diferença na velocidade final mas lembre que antigamente as vias eram piores e se andava menos rápido.

        – Consumo de 10km/l na cidade é difícil de alcançar ainda hoje, ainda mais com motores flex. Se levar em conta todos os avanços da tecnologia de 1980 para cá, um carro de hoje não conseguir fazer 10km/l na cidade é que é uma vergonha.

        • PortoWF

          Quer ser Nostálgico, pois que seja!
          Pode aparecer Jesus Cristo aqui no NA dizendo para vc que os carros evoluíram mas vc prefere sentir falta de algo que "acha" que era bom.

          Atente que até a abertura da economia na década de 90, carro era item de luxo, a classe média "quando" conseguia comprar um veiculo tinha que se contentar com isso (Chevette, Fusca, Brasilia, Corcel, Fiat 147), quem conseguia ir além era praticamente "Rico"!
          Nem vou entrar nos assuntos histórico econômicos do País, do tamanho das taxas de desemprego, na pior era econômica que o País enfrentou.
          E vc me diz que sente falta dessa época?
          Vc diz que os Populares de hoje são apertados mas comparados ao Chevette ,são verdadeiras Limousines.
          Será que vc não tem essa referencia de que o Chevette fosse grande pq vc era "criança" quando o utilizava?
          Vem me falar que a Revisão hoje é cara?
          Pelo amor de Deus, tem revisão hoje que não custa R$200.
          Em 1976 a Revisão de um Chevette custava CR$1000,00, sabe o quanto isso significa hoje?
          Aproximadamente R$1.115,00 por uma revisão¹.
          ¹"Os valores foram corrigidos pelos índices IGP-DI da FGV"
          Os motores tinham manutenção mais facil?
          Mentira, a falta de recursos das pessoas em levar os veículos para CCS, fez com que prolifera-se a utilização de serviços "quebra-galhos".
          Os mecânicos sempre foram despreparados, a diferença é que depois de trabalhar nestes motores e fazerem muitas besteiras por 20 anos, alguma coisa eles conseguiram aprender né, por isso que 9 entre 10 mecânicos diz q motor novo é ruim e quebra fácil, pela simples preguiça de ter q aprender tudo de novo.
          E só pra relembrar, carros antigos( mesmo quando eram novos) necessitassem de muito mais manutenção do que os atuais.
          Não sei se vc sabe mas até pouco tempo ainda se faziam revisões a cada 5 mil km ( acho que ainda tem um ou outro carro que faça) mas no geral é 10 mil km ou 1 ano pra maioria.

          Veja bem, 1 ano e R$200 de manutenção, e vc sente falta da era do Chevette??

          Realmente, 12 kg de torque não é todo 1.0 que tem mas todo 1.4 já da década de 2000 bateu esse numero e estou certo que a proxima geração de 1.0 que vem por aí ja consiga isso.
          Sobre a tração traseira, é muito mais gostosa de dirigir mas tem um processo de produção mais caro e é menos eficiente do que a dianteira ( isso não sou eu quem diz, são as Leis de dinâmica)

          A unica coisa que posso concordar com vc para não ser totalmente antipático é que o consumo evoluiu muito pouco, não se pode levar muito em consideração essas aferições feitas em estradas na década de 80 pq em geral essas medias eram aferidas a 80km/h, se vc tentar manter 120km/h de média em um Chevette, duvido que ele faça algo melhor que 8km/l.
          Mesmo assim a evolução em relação a consumo no Brasil é ridiculo realmente.

          • zeuslinux

            Você leu mesmo o que eu quis dizer ?

            Lógico que a mecânica evoluiu. Carburador mudou para injeção eletrônica, os motores têm mais potência para a mesma cilindrada, etc.

            Mas o que estou dizendo é que COMPARATIVAMENTE o Chevette era um carro de entrada mais justo do que os 1.0 pelados de hoje. Como mostrei, mesmo sendo 1.6 e os carros de hoje sendo 1.0, não se ganhou muito em potência, consumo e mesmo conforto.

            O brasileiro em geral melhorou de vida ? Pode ser, mas se hoje consegue comprar uma porcaria de carro 1.0 pelado é pagando em 60 prestações, quase 2 ou 3 carros no final. E ainda tem que botar a mulher para trabalhar para complementar a renda, deixando os filhos na creche ou largados com qualquer um. Antes, o "chefe da família" comprava o carro da família com a sua renda, única em casa.

            E não me venha com esse papo de PT que o brasileiro está rico e agora até favelado é "crasse média". Mora num barraco de alvenaria, tem celular, carro 1.0 pelado (ainda pagando prestações), celular (a pagar, porque não tem dinheiro para conta), tv LCD, etc. Mas continua na favela, porque a especulação imobiliária fez com que nas grandes cidades só a classe média de verdade consiga morar no asfalto, mesmo assim pagando financiamento de 15 ou 20 anos.

            Carros e telefones eram artigos de luxo e agora não são ? Mas as contas do telefone agora estão muito mais altas (comparativamente) e os carros não duram 1/3 do que duravam antes. E a gasolina antes era muito mais barata, IPVA idem, quase ninguém precisava fazer seguro dos carros, etc.

            O que estou dizendo é que hoje se tem mais acesso ao consumo, mas é um consumo (comparativamente) de pior qualidade e com despesas acessórias muito maiores. Antes se gastava mais na compra do bem. Hoje se gasta mais na manutenção e despesas associadas do bem.

            • PortoWF

              Joguei a toalha!
              =/
              Fiz uma formula bizarra no Excel para trazer o preço da revisão de 1976 a valores presentes, citei a fonte de consulta e tudo isso pro cara me finalizar com essa perola:
              "Antes se gastava mais na compra do bem. Hoje se gasta mais na manutenção e despesas associadas do bem."
              Ahh meu amigo, eu lí seu texto duas ou três vezes e com a melhor das intenções para fazer entendimento das suas palavras, mas com certeza você (não é exclusividade sua) não teve bom entendimento das minhas.

              • zeuslinux

                Sim, vi e entendi sim. Mas revisão na concessionária era mais raro na época, como você mesmo falou, e não é o único custo de um carro. Havia menos modelos de carros e eles eram mais simples, portanto era mais fácil recorrer à compra de peças fora da concessionária e recorrer a mecânicos.

                E índices de inflação oficiais são muito distorcidos. Os preços relativos de cada coisa variam muito conforme a época. Acho que uma comparação mais justa seria em termos de percentual da renda média do brasileiro em cada época.

                Você tem o direito de discordar de mim, mas não de me censurar pela minha opinião pessoal. Sou saudosista ? Pode ser, mas não acho que a qualidade de vida hoje seja melhor do que antes.

                Meu pai nunca teve carro zero km porque ele achava os carros caros para a época e não queria empatar tanto dinheiro. Em compensação, conseguiu somente com o seu trabalho comprar mais de 10 apartamentos ao longo da vida. E já andou de Opala 6 cilindros com gasolina azul e Aero Willis, carros bons para a época, comprados usados. Hoje eu, com muito mais estudo e, teoricamente, classe média mais alta, tenho um carro comprado zero e um apartamento somente. Pelo padrão de consumo, tenho uma vida melhor que a dele, mas ele acumulou mais patrimônio.

            • mjprio

              Meu irmão só de vc ter a consciência de que o (des)governo do PT é uma verdadeira falácia, sustentada pelos escorchantes tributos pagos pela classe média, que é a que trabalha e produz neste país, já estou contigo. Antigamente a inadimplência era menor pois só comprava e mantinha carro quem podia. Hoje um pé-rapado metido a besta que mal ganha mil reais , compra uma m…. de um 1.0 pelado em mil prestações, mas não sabe que tem que manter, botar gasolina seguro, IPVA; e acaba tendo carro tomado pela financeira ou virando carro de B.A. Essa m… de carro em 60, 80x acaba ferrando a economia, vc paga o preço pela falta de compromisso dos outros.

      • Long_life_tobigcars

        Discordo! O porta malas de um Mille possui 270 litros e de um Chevete sedan possui apenas 224? Acho que tem algum equívoco.

  • PVPP130399

    É um carro que devia ter tido mais atenção por parte da GM e que ainda deve. Fênix, estamos a sua espera ^^

    • Leandro1978

      Li nesta semana (Jornal do Carro), que o Fenix trata-se da futura geração do Cruze, que será lançada em 2015, utilizará uma nova plataforma global que dará origem a outros modelos. O Cruze deixa de ser nacional para ser argentino. O substituto do Celta, li hoje no Estadão, está sendo desenvolvido e chegará ao mercado em dois ou três anos, não comentam nada sobre plataforma, mas acredito que utilizem a mesma de Onix, Cobalt, etc.

      • Tejolo

        O cruze nem é nacional, nem é importado, nem é ckd propriamente dito…. trazem peças de todo canto do mundo, e mais uma parte que foi nacionalizada, praticamente todos os acabamentos (para baixar custos e consequentemente qualidade em relação aos países sérios)…

  • MecanicoDigital

    Ótimo post. Revela em detalhes a verdade sobre este carrinho. Prático, robusto e econômico. Pra quem quer um carro honesto e que não vai dar dores de cabeça, e está com olho nas opções mais em conta, não existe nada melhor no mercado.
    Conforto ele não tem, mas este não é o foco dele.

  • anderson_sp

    Celtinha pode ser bom, guerreiro e tal, mas é apertado D+, dá até fobia de ficar dirigindo muito ele, ainda mais quando se leva 4 pessoas com mais de 1,70cm, tem que sacrificar um pouco quem vai na frente para haver um consenso de quem vai atrás para não ficar reclamando, por R$ 16 mil preferia ganhar um pouco mais de espaço e comodidade e pegar um Corsa VHC Hatch que não custa muito além disso um modelo 2005/06.

  • evotremex

    Carro com acabamento ruim. Na época ele era até bonito, hoje em dia é um carro sem graça com design piorado (tampa traseira e lanternas meio "quadradas") e defasado.
    Eu tirei carteira em um dos primeiros celtas, lembro q começei num corsa e depois o cara comprou o celta. Ele é macio, cambio muito macio, direção também não é pesada, mas o acabamento é porco d +. Aqueles bancos horrorosos e aquele plastico mais grosseiro q de uno mille mata o carro.

  • Dragoniten

    Legal cara, muito bom o relato. Disse os pontos positivos, mas também foi honesto quanto aos pontos negativos :)
    Parabéns pelo carrinho, apesar de nem sempre termos à disposição a melhor opção de cada segmento, seja pelo preço, seja pela facilidade de encontrar cada carro, o mais importante ainda é um carro que agrade ao dono, não aos outros.
    Abraços.

    • marcio233

      Obrigado, cara! Tive outros GM e eu queria outro Corsa, mas em se tratando de usado, seleciono alguns modelos e opto pelo que eu encontro mais conservado. Na época, encontrei Corsa C neste preço, mas surrado… encontrei outros, mas já fugia do preço… mas este além de raro, estava bem conservado e conheci a procedência. Foi o fator preponderante.
      Tenho outro carro para satisfazer as outras necessidades. Para o que este se destina, está ótimo. Pois não adiantaria comprar outro modelo de um segmento superior para estas atividades, os gastos iriam aumentar como um todo. Hoje, minha realidade financeira melhorou, mas tenho outras prioridades assim como vários de nós que passaram dos "trinta"…
      Abraço!

  • Leandro1978

    Você é corajoso, não por ter comprado um Celta, mas por falar aqui que possui um…rs… Brincadeiras à parte, você fez uma boa escolha, principalmente por escolher um modelo que cumpre as suas necessidades, coisas que muitos aqui não entendem quando criticam as escolhas dos outros…

    • marcio233

      Imaginei isso também, mas eu quis mostrar alguns dos motivos que fazem o camarada escolher estar em um modelo como este ou outros contemporâneos da mesma época. O Brasil hoje está cada vez mais consumista e se deixando levar pela mídia, fazendo com que não aproveitemos tanto da vida útil de alguns de nossos bens de consumo. Sei que nem todos têm a mesma vid útil de um automóvel, mas este em especial nós empregamos um maior aporte financeiro e arcando com uma desvalorização imensa do capital quando juntamos a sua depreciação, gastos de uso e com os juros das parcelas quando é financiado.
      Não rodo com ele todos os dias, talvez por isso este desconforto relatado não me atinja tanto quanto para os que utilizam o seu diariamente. Enquanto tiver me atendendo, vai ficando cada vez mais "da casa"…
      Abraço!

  • Daniel Ramos

    Tá ai um celtinha que eu mais uma vez nao entendi porque parou de ser fabricado, o celta 1.4 era uma das coisas interessantes da categoria na epoca em que era fabricado, um carro que andava super bem e respondia legal quando você "pisava", até hoje é meio dificil de se achar o celta 1.4 por um bom preço pra se vender….enfim, é um belo carro. Enfim, hoje o mercado ja esta mais vasto, mais se fosse optar por um usado, o celta 1.4 com certeza entraria na minha lista.

    • gcarlos

      Deixa de ser fabricado geralmente por q não consegue vender satisfatoriamente a empresa fabricante. Quem faz um carro vingar ou não é o consumidor. Tái um exemplo clássico o HB20 vendendo as pampas sem ninguem conhecê-lo. Em minnha pequena cidade já tem varíos rodando. Pagaram 3000,00 a mais para serem os primeiros pra chegar com a novidade na cidade.

      • Daniel Ramos

        Justamente, uma das principais coisas que fazem o carro VINGAR é o marketing imposto sobre ele, gerando a expectativa….

    • marcio233

      Pois é, só dirigindo um para saber. A carroceria de peso reduzido e o escalonamento do câmbio adequando fazem dele um pequeno bem interessante para o pé direito…
      A GM não deve ter priorizado ele em prol do Corsa C, o qual na época o VHC se aproximava em preço dos Celtas 1.4. Tanto que embora tivesse sido fabricado entre 2004 e 2007, acredito que nem 2% tiveram esta motorização.
      Sempre olho os classificados de alguns sites e estes Celtas estão cada vez mais raros. Eu só encontrei na rua conservados somente uns 3 desde 2010, quando comprei este. E outro em Maceió, que o dono também reparou no meu e até acenou como se reconhecesse o celta pela rara versão com este motor.

      • Daniel Ramos

        É…um carro de 830KG mais ou menos e com esse motorzinho, andava/anda muito. É como eu disse, se eu for pegar um usado futuramente dessa "categoria"…esse celtinha entraria na minha lista facil.

      • Edson Roberto

        Marcio, mas vale o seguinte detalhe: Nos ultimos anos de Celta 1.4, a GM fez uma promoção onde a pessoa tinha o IPVA do 1.0 pago do ano seguinte, ou comprava-se pelo mesmo valor o modelo 1.4.

        O maior problema do 1.4 na epoca, é que comparativamente, o 1.0 não tinha um desempenho tão pior e o escalonamento de marchas continuou tão curto quanto o 1.0. Ou seja, maior consumo, ainda que andasse mais, mas a média era muito pequena para justificar o 1.4. E na versão "Energy", era possível ter o Celta 1.0 "completo", o que muitas pessoas optaram devido ao custo. E considerando que em um simples test-drive, se denota muito pouco a diferença entre os dois.

        • marcio233

          Realmente, em 2006 fiu com meu pai trocar o Classic dele e vimos na GM três opções: outro Classic com ar, um Celta 1.0 2p com ar e direção e um básico 4p 1.4 praticamente ao mesmo preço. Optamos pelo Classic com ar condicionado. Os preços já estavam próximos. Mas em 2004 no lançamento desta versão Energy (a pioneira) a diferença era maior, talvez por considerar o fato do lançamento. Encostava nos Corsa Hatch C, que é bem mais moderno e confortável, o que induzia à esta migração.
          Eu mesmo dirigi alguns celtas 1.0 tanto vhc quanto o mpfi (de 2000 a 2003), a impressão que eu tive era a do escalonamento notavelmente mais curto nos vhc que nos mpfi, dando uma saída mais vigorosa. Quanto ao 1.4, o escalonamento diferenciado deixa a saída vigorosa e em rotações menores para as mesmas velocidades, o que deixa a operação mais suave e diminuindo o ruído interno – que já é alto devido ao corte do isolamento acústico…
          Na verdade, os "populares" deveriam sempre começar com 1.3 ou 1.4, pois quando se coloca ar, direção, acessórios, passageiros… perde-se a vantagem de ser 1.0 por economia. O desempenho pode ser até próximo somente com motorista e sem ar ligado, mas quando se colocam os dois no dia-a-dia, o dono do 1.0 repensa a sua escolha…

  • Adriano_Silva

    Do Celta foi uma das melhores opções.

  • HeGoat_Power

    Foi o meu primeiro carro zero (foi o que deu pra comprar): Celta Super 1.4 2005. Lembro que quando sai pra comprar pretendia pegar um Corsa usado, mas meu pai me convenceu a comprar o Celta, pois o vendedor deu um baita desconto.
    Vantagens: mecânica fácil, durabilidade, agilidade (devido ao peso do carro), prático no trânsito urbano.
    Desvantagens: o tecido do banco, mesmo com o ar ligado no último, deixava as costas suadas. Espaço limitado e pedais e volantes tortos me deixavam quebrado em qualquer viagem. Péssimo isolamento acústico.
    Mas nunca me arrependi de nenhum de meus carros.

    • mjprio

      Vendi o meu classic pelo mesmo motivo do volante. Hoje tenho dores na coluna. Melhorei quando troque de carro, agora um Fiesta rocam. Saudade do meu Palio Fire. Direção justa, macia, acelerador eletrônico bem calibrado. A posição de dirigir era tão boa, que certa vez , reza a história de que o Presidente da VW mundial veio pra uma reunião e uma visita técnica acerca de projetos a serem lançados , quando viu um Palio Fire usado estacionado no galpão de usados. Viu que a chave estava dentro, pegou o carro e saiu pra uma volta no patio. Voltou e fez o seguinte comentário: " O proximo compacto de vcs(Gol G5) tem que ter uma maciez e uma posição de dirigir igual ou melhor que deste carro, que nem sei qual é, tenho dito. Encerrou a reunião ali mesmo foi embora.

      • DCald

        Vc tem certeza que vc dirigiu um palio? A posição de dirigir dele é ruim (pedais deslocados) e os bancos macios demais cansam muito em viagens mais longas!
        Dos carros pequenos, pra mim, quem tem o melhor acerto entre conforto/dirigibilidade sempre foi o Corsa C. Em 2º lugar vem Fiesta e Polo, que são mais "firmes" e sentem um pouco mais os buracos.
        Palio é moleeeeenga demais!

  • wiliamp

    muito bom o seu relato!!! opiniões honestas. Tem muita gente q fica falando q um carro é bom só porque tem um também. Vc conseguiu expor bem os pontos negativos!

    • marcio233

      Obrigado, cara! Em um fórum como este buscamos esclarecimentos imparciais e me sinto obrigado a fazer o mesmo, embora alguns pensem diferente. O fato de eu ter tido antes deste cinco GM´s não influencia na opinião crítica em cada um deles. Se eu tivesse fotos dos outros, falaria da mesma forma.
      Então perguntariam: critica tanto e teve outros 5 GM´s (como um amigo me falou uma vez…)? Claro, como destes somente um foi comprado zero Km, gosto de oportunidade acima do gosto por carros. Eu até saí em busca de outras marcas, mas não apareceu a oportunidade. Hoje meu outro carro é um Ford – comprado usado, claro. Quando eu tiver mais um tempo vou fazer outro relato destes, quebrando alguns mitos e revelando algumas verdades sobre ele.
      Abraço!

  • Herumor_

    ah se a GM tivesse colocado o monzatech 1.8 ou 2.0 no celta… mas o 1.4 já anda legal, um amigo teve um e era até que bem esperto o carro!

    • marcio233

      O difícil seria parar ele…

      Teriam que fazer um trabalho pesado em suspensão, freios e carroceria, fora a parte mecânica.

      • Edson Roberto

        Na verdade, a GM o fez sim. Ela testou os motores 1.8 e 2.0 para tentar fazer uma versão mais forte.

        O maior problema no Celta, era a simplicidade no qual foi concebido, considerando que inclusive retiraram a barra estabilizadora e não tinha como adaptar, pois nem o local seria possivel de se colocar novamente.

        Teriam que mexer justamente nos cortes que fizeram e botaram a ideia na gaveta. Mas eu já vi 5 Celtas desse modelo que vc possui com motor 2.0. Sendo: Versão do motor 2.0 mpfi e 2 já dele Flex. Ele anda mto bem… mas acredito que foi bem caro para ter as modificações. E falo de alterações da GM e não de pessoas. (dai eu já muitos com motor do Monza I.E!)

    • DCald

      Cadeira eletrica total!

      Tem alguns Celta e Corsa B rodando com 2.0 16V (aquele de 150cv) e já ouvi falar que já colocaram até 2.4 16V do astrão elite em um Corsinha… mas é coisa de maluco!

      Dos Celta 1.4, é mais facil achar em leilão (batido) do que achar anuncio de venda… Normalmente quem tem, não quer vender… e quem tinha, as vezes perdeu pq abusou do acelerador e o freio e suspensão não acompanharam… hehe

  • PauloPGomes

    Acho o visual desse Celta antigo muito mais bonito que o atual, se tu pintar os rretrovisores, maçanetas e frisos, deve ficar fino .
    Esse motor 1.4 deve casar bem legal com ele, nem sobra, nem falta.
    O Único problema dele é que ele é bem seco de suspensão mesmo, pois tiveram que empregar molas mais duras na dianteira, por não ter barra estabilizadora e o espaço interno que é beeem escasso.
    Tu pode colocar a barra estabilizadora do Agile e molas mais macias na dianteira, manteria a estabilidade e melhoraria o conforto .

    • marcio233

      Eu até queria dar mais uma mexida nele, mas o tempo curto não deixa… estas idéis da suspensão eu gostei. Vou pensar nisso.

  • emanuelbm

    Acabei de vender meu Celta Spirit 1.0 2007 com ar e direção.

    Sabe de uma coisa. Não sinto a menor falta desse carro. Parecia que eu dirigia um isopor apertado (tenho 1,85m).

    Comprei um Fiesta Sedã 1.6 2010, completo, da minha tia, com 12.000 km por 22.000 reais. Para quem andava de Celta, parece que estou numa BMW. Fiesta não é lá meu sonho de consumo, mas foi uma boa oportunidade de trocar o carro.

    Celta é uma porcaria, sinceramente.

    • DCesar

      Fiz a mesma coisa. Tinha um Celta spirit 2007, mas não tinha ar e direção. Os pontos fortes é como a matéria diz, mas só. Eu fazia a manutenção e trocava o necessário e não gastava mais de 300 reais. Quanto economia, se ele diz que 12km/l na cidade e 14km/l na estrada é bom eu acho que ele não deve entender o conceito de economia muito bem. No meu eu fazia 14 na cidade e cheguei a fazer 20 na estrada (raríssimas vezes) mas 17 ou 18km/l era comum. Também não tenho o pé pesado.
      Quanto aos grilos, o meu tinha muitos tambem. Desde de zero tinha na suspensão, que arrumava, mas semanas depois voltavam. Entre 2011 e 2012 apareceram uns grilos muito fortes no motor. Que não conseguia tirar. Não sei se no do pessoal que tem/tinha tambem apresentava isso.

      Troquei ele a um mes por um fiesta hocam 1.6 completo 0km. Tambem não preciso dizer que pra mim, no começo, era como se estivesse numa nave. Só não acho muito economico (10km/l na cidade e 13,5km/l na estrada. Mas ele ta com 1500km rodados. Parece que carro novo bebe mais mesmo.

      Na comparação entre os dois, com o celta eu ia de floripa pra santos e quando chegava perto de curitiba ja não aguentava mais a viagem. Com o fiestinha faço esse trajeto de quase 720km tranquilo.

      • marcio233

        Essa média de consumo não foi tão boa devido às estradas que eu pegava com ele e às condições em que andava: ar ligado e com mais pessoas a bordo. Fora o tráfego pesado na estrada, a qual se reduzia muito a velocidade para ultrapassagens. Nessas condições, 14 Km/l é é econômico mesmo. Fiz percursos como este em um classic 1.0 e se fizesse 13 Km/l nessas estradas estava de bom tamanho. Fora que se arrastava para ultrapassar…

        Hoje ele está somente para a cidade, na estrada uso o outro, uma caminhonete. É mais adequada ao tipo de viagem que eu faço. As BR´s-101 da vida ficaram mais fáceis de encarar…

  • O_Corsario

    Gostei muito da análise, mesmo não gostando do celta! rs
    O legal é que aparentemente o dono foi bem criterioso.

    • marcio233

      Valeu, cara! Eu sou assim para várias coisas em que acompanho ou decido fazer. Quando temos o domínio da situação, analisar fica mais fácil.
      Observo carros e seus detalhes desde muito novo. Era do tipo que até desenhar os carros da família eu desenhava. A paixão foi se desenvolvendo e hoje é um hobby e tanto para mim. Não segui a área automotiva por outras prioridades e algumas desilusões capturadas em minhas observações. Mas a minha formação industrial me permitiria estar em uma automotiva fácil.
      Ainda acho que se uma maior parte dos consumidores de carros novos fosse assim, tínhamos um mercado com outra cara…
      Abraço!

  • gcarlos

    Boa!!!!!!!!
    O cara deu a cara pra bater. Comprou um Celta e assumiu pra nós, deu seu relato, não mostrou paixão, mostrou os defeitos, mostrou os pontos positivos. Comprou o q deu pra comprar, não comprou pra aparecer. Esses relatos é q fazem bem realmente, baseado no experimento do produto. Não é dizer q o produto é bom, sem nunca ter rodado um km sequer, nem basedo na leitura da ficha técnica do produto, como alguns carros novos q apareceram aí, nem sequer tem um comparativo de um produto parecido fabricado em outro pais, para ter como parametro. É isso aí……

    • marcio233

      Valeu cara! Em breve vocês terão a análise do outro carro, que é uma caminhonete. Outro estilo de carro, mas que também tem os seus "perrengues".
      Carro popular antigo tem esta vantagem: você não se aperta pra manter. E se você comprou á vista, melhor ainda, pois sobra uma grana para curtir ainda mais o carro, fazendo viagens e colecionando histórias.
      Abraço!

      • O_Corsario

        Fiquei curioso, que caminhonete será?

        • marcio233

          Uma Ford Ranger 2008. Assim que eu tiver um tempo maior para juntar as informações e tirar umas fotos, postarei.

  • O Celta nunca foi o melhor dos carros, mas em alguns momentos, como investimento, ele se torna uma compra bem racional.
    Parabéns pela avaliação. Abraços

    • mjprio

      É verdade, comprei meu classic por este motivo, e quase troquei ele num celta, pois andei num e achei que VHC dava conta do recado com economia. Mas o desgosto com a rede pos venda da GMB e o preço sedutor de 34 mil em fiesta 1.6 completo , contra os 30 mil do celta e sua dolorida posição pra dirigir me fizeram mudar de idéia. Pena que o pos venda da Ford é a mesma porcaria.

      • Pós venda de qualquer empresa no Brasil é um lixo, infelizmente não tem para onde correr.
        Abraços

  • alexandre

    tenho um quatro portas 1.4 azul escuro nao trocaria por nenhun dos que foram citados ate aqui quem fala mau e quem so dirigiu 1.0 entao perdoaivos eles nao sabem o que falam.

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