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Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2000

toyota-corolla-xei-2000-1-700x525 Carro da semana, opinião de dono: Toyota Corolla XEi 2000

Fala povão do NA! Antes de mais nada, um feliz 2015 a todos vocês! Venho aqui para relatar a convivência que tive com meu carro nesses 6 anos e 5 meses. Gosto muito de ler sobre os relatos dos donos de seus automóveis aqui no NA. Acho relevante partilhar esse tipo de descrição, sobretudo, pelo tempo que o veículo me pertenceu, de forma que já não me encontro na fase de ‘lua de mel’ pela recente aquisição ou mesmo na fase de ‘ver o copo meio cheio’, típica de quando se fez um negócio mediano ou ruim e que por estar feito, o que resta é enxergar os pontos positivos.



Bom, vamos lá então… O que dizer de um verdadeiro campeão em vendas e em satisfação, um carro de referências mundiais com fama de robusto e econômico? Em minha opinião, não há muito a ser dito sem cair em redundâncias e repetições, o que caracteriza inclusive o rótulo da tal ‘unanimidade’ a respeito do modelo ao redor do globo. Talvez por isso, em 2008, quando minha esposa comentou que estava pensando em engravidar para termos nosso segundo filho, passei a pesquisar sobre alguns carros, em especial aqueles que traziam câmbio automático.

Algumas observações importantes para lhes situar: possuíamos uma Parati 2005 e dada minha experiência mediana com o pós-venda, minha esposa não queria outro VW. Eu, por minha vez, tinha um preconceito quanto aos carros de marcas francesas (hoje eu só não compraria um Peugeot). A GM para mim, em 2008, já estava com o portfólio envelhecido e os melhores motores dela eram antigos na arquitetura e pouco eficientes (apesar de duráveis e de manutenção de custo baixo).

Quanto à Fiat… bom… nasci nos anos 1970… meu pai era crítico ferrenho da marca italiana e isso me foi ‘ensinado’. Talvez algum dia eu goste de algum carro da marca… (exceto as Alfa-Romeo! rs). Por opção pessoal, restou-me então a Ford, Toyota e Honda. Pela facilidade da internet e pela força do marketing, eu comecei a pesquisar carros zero km. E aí, R$ 60.000, R$ 70.000 eram cifras comuns e a grande verdade é que a gente acaba se acostumando a isso! Fugi rápido desse mundo antes que o quadro patológico do ‘carnê a perder de vista’ me pegasse. Concentrei-me nos carros usados, dada a experiência que alguns membros da minha família tiveram com seus (bons) carros comprados de segunda mão.

Num plantão no hospital onde eu trabalhava, um colega meu, muito cuidadoso com veículos, me disse que estava vendendo o seu carro e resolvi vê-lo pelo fato dele sempre comprar verdadeiras pérolas sobre rodas. Como eu imaginava, o veículo estava muito bem conservado. Logo em seguida fui ao setor onde minha esposa trabalha (no mesmo hospital) e a chamei para ver o carro e dar uma volta nele. Fechamos negócio e no dia seguinte ele já estava com a gente! Toyota Corolla, ano 2000, modelo XEi, AT, cor prata, lataria, interior e motor impecáveis. Fora de um médico (sim, ‘carro de médico’ existe e esse era bem cuidado de verdade! rs) até o início daquele ano, quando o meu colega o comprara.

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Até ali, eu tive 4 carros desde que comecei a trabalhar: um Ford Escort GLX 1.8i (1996), um Ford Ka Image (2003, zero km), um Ford Escort XR3 2.0i Conversível (1994, esse ainda o tenho!) e uma VW Parati Track&Field (2005, zero km). E com base nisso, comparações são sempre inevitáveis.

No primeiro dia do ‘novo’ carro na família, confesso que fiquei maravilhado com tantas pequenas grandes coisas, as quais enumero algumas (uso os verbos no presente porque essas características, é claro, ainda permanecem no carro):

1) As palhetas ao se movimentarem sobre o pára-brisa o fazem num quase total silêncio. Nos meus Escorts e na minha Parati era possível ouvir o motorzinho trabalhando e as palhetas “arranhando” o vidro;

2) As maçanetas internas e externas são “bobas” de tão leves para abrir, muito diferente de vários carros nacionais onde é necessário vencer um estalo. O fechamento das 5 portas é muito suave. Não preciso fechar a porta como quem fecha geladeira velha!

3) O painel é ergonômico, com tudo à mão, fácil e sem frescura, mas com robustez.

4) O ar condicionado é da Denso e já era muito superior ao de alguns veículos novos fabricados na época. Basta um minuto para o interior do veículo estar bem frio. Mais um minuto e você já quer virar as saídas de ar para outra direção.

5) A posição de dirigir é muito boa por ser um carro baixo (projeto dos anos 1990), com assento menos recurvado pra trás e mais próximo do assoalho. Ando com as pernas esticadas e, talvez por isso, sinto-me muito bem ao final de viagens.

6) A vedação das portas é bem eficiente. Elas são contornadas na sua totalidade por borrachões que vedam muito bem o veículo tanto contra poeira (a soleira fica limpa) quanto contra ruídos externos causados pelo deslocamento de ar sobre a carroceria, por exemplo. Depois disso, nunca mais comprei ou comprarei carros sem borrachões na porta ao invés de fixado no batente.

7) O acabamento é muito bom. O painel é feito de material macio. Os plásticos têm beiradas arredondadas, portanto, sem rebarba alguma e com ótimo encaixe entre todas as peças.

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E desde então, pessoal, foi realmente um verdadeiro caso de amor a minha convivência com nosso ‘Corolinha’. Não posso reclamar em absolutamente nada! Numa época em que vislumbrava o crescimento da família seguido pela gravidez da minha esposa com conseqüente aumento de gastos (todo o acompanhamento e o parto foram feitos no sistema ‘médico particular’ por ser gravidez de risco), além de estar iniciando meu doutorado na época e de ter começado a lecionar em faculdade privada (com salário baixo porque eram poucas aulas – 2 por semana apenas!), enfim, numa época de tantos afazeres, gastos e também de indefinições, não poderia comprometer o orçamento da minha família com carro.

Assim, considero que fiz um ótimo negócio por R$ 23.500,00 (em agosto de 2008). Nosso carro foi usado por minha esposa até março de 2011, quando adquiri um Honda Accord (2006) e, desde então, o Corolla é que fica comigo. No último dezembro ele completou 215.000 quilômetros rodados, dos quais, 99.000 com o nosso pé direito no acelerador.

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O lado ‘não tão bom’ do Corolla: Ao invés de falar em pontos negativos, eu gosto de dizer particularidades do carro, dentre as quais se destacam aquelas oriundas do jeito ‘japa’ de se fazer carro como a falta de travas automática das portas ao movimentá-lo e de acionamento do alarme na chave. Esse último foi possível corrigi-lo. Porém, não chega a ser um defeito na minha opinião, afinal, um carro com projeto dos anos 90 realmente não previa essas facilidades.

Os vidros não são do tipo um toque para descer e subir, à exceção da janela do motorista. Eles também não se fecham ao travar o carro. O botão da trava dos vidros, quando acionado, bloqueia o do carona, algo sem sentido a meu ver. Outra, relevante, é o design. É definitivamente um carro dos anos 90. Quer aparecer? Ache outro veículo! Quer passar despercebido, ser discreto? Eis a escolha. Veja o preço do seguro e entenda o que eu quis dizer com isso.

O rádio-CD player da boa marca Alpine (original) tem dificuldade em rodar discos gravados de forma ‘caseira’, tocando somente discos autênticos. É provável que isso ocorra em função das diferenças nas velocidades de gravação e a capacidade de leitura do aparelho que, convenhamos, foi pensado e fabricado há mais de uma década e meia! No porta-malas existem as incômodas alças tipo ‘pescoço de ganso’. Como uso o carro para fazer compras e para levar tralhas para minha chácara, amassei e até mesmo quebrei vários objetos/frutas/produtos por conta dessas alças que ocupam o bagageiro.

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Preventivas, corretivas e matemática básica: olhando aqui a pasta que mantenho com absolutamente tudo do nosso Corolla, o que posso destacar para vocês é: foram 8 revisões em concessionário Toyota daqui de Brasília, ao valor médio de R$ 822,11 (mais barata: R$ 232,00, aos 120 mil km e as mais caras até então: R$ 1.340,00, aos 130 mil km – nessa incluiu-se troca da sapata, cilindro chave e juntas da sapata de freio, além da substituição do cilindro de abertura da tampa traseira com aquisição de nova chave para essa – e uma revisão de R$ 1.272,00, aos 150 mil km – incluída aqui a troca da correia e da polia tensora ao custo de R$ 810,00).

Ao rever umas planilhas que fiz para os outros carros que tive, notei que minha Parati teve como média das revisões o valor de R$ 790,00 e do meu Ka de R$ 635,00… Enfim, nada tão mais barato assim do que um carro considerado de categoria acima, mais velho e bem mais exigido no dia a dia do que os meus antigos carros! Aos 200 mil km, uma surpresa não muito agradável no ‘tanque de guerra’: em março passado, estava fora de Brasília, fazendo curso inerente à minha carreira. Numa das vindas à Brasília, o levei a revisão na concessionária que acusou a necessidade da troca da polia do virabrequim, tensor, pastilhas e do disco de freio, além de 2 lâmpadas queimadas no painel (controle do ventilador e ar quente/frio).

Essa então acabou se tornando a mais cara das revisões, mesmo não tendo feito o serviço na concessionária. Só de peças foram R$ 1.584,00. Detalhe: os discos de freio, em março, estavam orçados em R$ 940,00 o par. Em junho, quando voltei do curso em definitivo e resolvi comprar as peças, o mesmo par na mesma concessionária estava a R$ 450,00. Imaginem se eu reclamei…! rs Fiz o serviço já como revisão dos 210 mil km (óleo e filtros), mas em uma oficina independente. Custo total de R$ 2.384,00 (peças e mão de obra).

Em relação ao concessionário, o atendimento sempre foi digno de nota. Quase sempre vou vestido de maneira muito simples (bermuda, camiseta e sandálias), mas nunca percebi algum tipo de diferenciação por isso ou mesmo pelo fato do carro ser velho. Acredito que não existem milagres, afinal, alguns serviços extra-revisão básica eu fiz com eles e, como não sou inocente, é óbvio que, por conta disso, uma relação boa acaba por se estabelecer já que fazia alguns serviços por lá.

Traduzindo: eles querem manter o cliente que paga à vista e faz eventuais serviços e todas as revisões lá e me tratam bem por isso. Tive um ótimo atendimento, deixando a desejar em situações pontuais, como não recolocar presilhas ou não trocar uma lâmpada (de porta-malas) em situações que solicitei isso ao consultor. Comparada à Ford e a VW (marcas de carro que já tive), o pós-venda da Toyota dá um verdadeiro banho de qualidade no atendimento e na execução dos serviços. Fica difícil pensar em outra marca após entrar para a dupla Honda-Toyota, eu confesso!

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Quanto aos extras que geram as ações corretivas e que é aquilo dá a boa ou a má fama de um carro, foram apenas quatro nesses mais de 5 anos: troca do controle dos vidros, da trava das portas e dos vidros, aos 116.000 km, em função de uma trava plástica quebrada, o que deixava a peça desencaixada em um dos lados (problema presente quando da aquisição do carro e resolvido ao custo de R$ 170,00 com peça usada original em perfeito estado adquirida no Mercado Livre); substituição da bateria aos 139.000 km e aos 214.900 km (R$ 350,00, cada, instalado por mim); substituição da coifa homocinética do semi-eixo aos 165.000 km (R$ 255,00 a coifa. Cara foi a mão de obra – Viva o concessionário!!! -: R$ 610,00); e substituição da tampa do radiador, que trincou aos 192.000 km (realizado em oficina não-concessionário ao custo de R$ 468,00).

Há um ano, o porta-treco que vai logo à frente da alavanca do câmbio teve a tampa quebrada pela minha esposa. Ela não viu que uma das chaves que estava num molho entrou no pequeno espaço que se forma quando a tampa está aberta. Ao fechá-la, sua estrutura plástica foi forçada e o encaixe do lado direito se quebrou, fazendo com que a tampa não se mantivesse fechada mais. Por isso, foi substituída ao custo de R$ 250,00, infelizmente, apenas encontrado no concessionário.

Também solicitei a compra de 2 adesivos que vão no vidro traseiro, visto que os de fábrica estavam com os dizeres ilegíveis pelo escurecimento provocado pelo tempo. Custo de R$ 70,00, encontrado somente no concessionário também. Há de se ressaltar a novelesca espera de quase 4 meses e diversos telefonemas para que a vinda dos adesivos fosse efetivada. Quando não era o consultor que se esquecia de solicitar ao departamento de peças, era o rapaz desse último que não solicitava para a fábrica ou alguém na fábrica que não enviava…

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Resumo matemático dessa “sinfonia”:

Preventivas (R$ 8.960,80) + Corretivas e porta-treco (R$ 2.452,00 + Adesivo (R$ 70,00) + IPVA/Licenciamento/Seguro obrigatório (2.120,00*) + Seguro (4,050,00**) + Lavagens/Polimento (R$ 1.450,00***) = R$ 19,100,76 em 6 anos e 5 meses. Se dividido pela km que usei o carro (99.000) = R$ 0,19/km rodado ou ainda R$ 2.984,49/ano.

Sem sombra de dúvidas, não é um valor tão em conta, lembrando que não estão incluídos aí o combustível. Para este, uma conta ‘de padaria’ bem rápida: 99.000 km/12 km/L = 8.250 litros de gasolina. O custo de depreciação no período foi de R$ 7.500,00 (o adquiri por R$ 23.500,00 e o vendi por R$ 16.000,00), sem correção monetária, obviamente.

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Observações:

*Os impostos estaduais obrigatórios (IPVA e Licenciamento), nos últimos 5 anos, tem sido pago com desconto referente ao programa de concessão de créditos chamado Nota Legal, existente no Distrito Federal. Portanto, no valor mostrado, já estão considerados tais descontos que abateram em 70% o custo das referidas taxas.

** A partir de 2011 passamos a fazer seguro somente contra terceiros (valor caiu para pouco menos de 50% da cobertura dita total), uma vez que o índice de roubo deste meu modelo é baixo, sem contar o meu perfil que é bastante conservador (vaga em local fechado em casa e nos trabalhos, frequento pouco bairros/lugares estatisticamente perigosos, não uso o carro para ir a locais de aglomeração, como shows, estádios, boates, etc.) e não tenho parentes que moram comigo com menos de 26 anos que dirigem o carro.

***Até 2012, aqui no DF lavava-se o carro por fora ao custo médio de 7,00 reais em postos de abastecimento. A frequência média considerada das lavagens era uma a cada 20 dias. No custo mostrado, também estão 3 serviços de aplicação de cera de alta performance e polimento ao custo de 280,00 cada.

No ano passado, consegui atualizar (se é que posso dizer assim) um pouco o Corolla: comprei um receptor Bluetooth-transmissor FM. Um excelente aparelho por sinal. Com isso, conseguia escutar pelo rádio do carro (numa estação pré-definida pelo próprio receptor-transmissor) as minhas músicas do telefone, além de ter viva-voz para receber e fazer ligações no carro que tem ótimo e simples funcionamento. Para quem tem carros mais antigos sem Bluetooth nos aparelhos de som, é um produto altamente recomendado. Comprei outro só para ficar no meu Escort. Vale ressaltar que o custo do aparelho supracitado não foi incluído (obviamente) nas contas exibidas, pois não o repassei junto com o carro.

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Ademais, toda a parte de suspensão, elétrica e ductos são os mesmos saídos de fábrica. Posso afirmar que se trata de um ‘tanque’ para uso diário. Ressalto a vocês que no ano de 2012 nosso Corolla foi muito utilizado (e exigido) no vai-e-vem típico de quem passou por uma construção. Além disso, vale dizer que eu já lecionava em Taguatinga/DF (50 km ida e volta, 2 vezes na semana), e que a partir de 2011 passei a trabalhar também em Sobradinho/DF (62 km ida e volta, 2 vezes na semana), sem falar no básico como levar/buscar filhos à escola, fisioterapia, natação, fazer compras… Sempre em seus religiosos 12,0 km/L.

Dessa forma, posso afirmar, sem sombra de dúvida, que foi um carro que me ajudou a ser ‘superavitário’ nesse tempo graças à ótima marca de consumo e baixo valor gasto em manutenção corretiva. Some-se isso ao conforto e à segurança de poder contar com um motor de boa cilindrada (1.8 – 116cv) e vocês entenderão porque não optei por um hatch ou sedã médio zero km.

Felizmente, a vida melhorou de 6 anos pra cá, de forma que minha tendência foi vendê-lo ao final de 2014, uma vez que minha esposa ficava ‘incomodada’ porque o Accord foi adquirido para ser ‘meu’ carro e, daí, e após uma reviravolta nos últimos dias de 2014, adquiri um carro pra ela, que inclusive já fora da nossa família. Um carro que mexeu e voltou a mexer com nossas emoções! Passei de um produto extremamente racional para um produto emotivo. Assunto (muito assunto) para outro depoimento, pessoal! Chega de tomar o tempo de vocês.

Do meu Corolla, é ‘só’ isso o que tenho para dizer, meus amigos. Forte abraço a todos e agradeço ao NA, em especial ao Eber, que nos disponibiliza esse espaço tão útil para descrevermos nossa experiência com os respectivos carros.

Em tempo: acreditem! Vendi o Corolinha para o dono anterior dele (!!!), que o adquiriu para seu sogro (que está com dificuldades em usar carros de transmissão manual por conta de limitações no braço direito).

Por Killarney Soares

4.0

  • Aida Vilarinho

    Minha mãe tem um desses. Igualzinho só que com calotas.
    Ela é louca pelo carro.

    • Zigeunerweisen

      E o engraçado é que, mesmo hoje, 15 anos depois, continua sendo um carro com linhas harmoniosas e bem resolvidas. É mais bonito que vários modelos que estão atualmente no mercado.

      • 4lex5andro

        é o corolla mais bonito que a toyota já fez ..

        era sonho de adolescente, e hoje dá pra compra-lo por menos de 18 k ..

  • joao vicente da costa

    Gosto MUITO dessa geração do Corolla. É até hoje a minha favorita! Ano passado, quando estava para trocar de carro, quase comprei um verde que estavam vendendo aqui no DF mas um sortudo chegou antes…

    Abraço e parabéns pelo relato, um dos mais completos que já lí.

    • kikofar

      Olá João! Obrigado!Que bom que teve paciência para ler até o final… escrevo-falo muito! hahahaha Abração.

      • Edinaldo_Tapica

        Palmas pelo relato: De escrita clara, simples, agradável de se ler, coeso e bem informativo! Grande abraço!

        • kikofar

          Obrigado, Edinaldo! Abração!

  • Pedro Paulo ()

    Um bom carro até hoje.
    Tô de olho em um 2014 (modelo anterior), mas o preço… o dono quer 68k nele, não compensa, apesar de ter pouca quilometragem apenas 6mil rodados.

    • Camilo Varotto

      O XEI 13/14 daqui de casa foi adquirido 0km por 68 mil, me lembro como o quadro de entrega deles estava lotado de entregas de Corolla, esse desconto de 8 mil lhes renderam muitas vendas.

      • Pedro Paulo ()

        O Problema é o cara não abaixo o preço para menos disso, ele deu

        a opção de 50k em grana e algum veículo no valor de 18k.
        O Mas o carro é um sonho, XEI completão também.

  • nightwishjp

    Cara, tô muito afim do transmissor FM com BT. Onde comprou? Uso um no meu clio, mas ele só rola USB e não tem BT, uso Spotify e quero muito ele. Se puder me mostrar o link.

    No mais, nenhuma surpresa, Corollão é um tanque.

    • Chega_de_Ignorância

      Dê uma pesquisada no Mercado Livre… E se não tem pressa Aliexpress

      • nightwishjp

        Já dei uma procurada, o problema é que não sei (nem informam) se eles tem streaming de música… O seu tem?

        • Alvaro Guatura

          Também gostaria de saber, o dele parece ser um modelo excelente.

          • nightwishjp

            Pois é. =(

        • kikofar

          Desculpe-me um pouco a ignorância, mas streaming é quando ouvimos música de sites ou aplicativos, tipo Youtube? Se for, pode ficar tranquilo. Ele capta o som da mesma forma como se você estivesse com o player do seu smartfone ligado.

    • kikofar

      Nightwishjp, comprei no E-bay. Com frete sai a uns 105 dólares australianos. Uns 240 reais. Normalmente peço para o vendedor declarar um valor menor pois nossa “amada” Receita Federal vai lhe taxar em 60% a mais do preço declarado. No Brasil a última vez que vi custava 400 e alguma coisa… Mais o frete! Valia a pena pegar um lá do outro lado do mundo. Mas confesso que quando comprei, o dólar estava a 2,22!!!! Todavia, segue o link: http://www.ebay.com.au/itm/BELKIN-CARAUDIO-CONNECT-FM-BLUETOOTH-HANDSFREE-FOR-SMARTPHONE-IPHONE-NEW-F8M117-/200748412417?ssPageName=ADME:X:RTQ:AU:1123

      • nightwishjp

        Exatamente isso, escuta com os apps do smarth. Poxa, salgado demais, pq um bom som com a mesma coisa custa uns 300 reais e vc pega na hora. Além de ter risco de ter problema de compatibilidade. Mas valeu demais, brother!

  • MarcioMaster

    Muito bom relato, meus parabens pelo texto, mas qual foi o carro que mexeu com as emoções?

    • kikofar

      hehehehhehe Uma X5!!!!!!!!

  • Marcos Lopes

    só não entendi direito o lance dos adesivos…

    • Andrew B.

      Veja a foto 8/18.

    • kikofar

      São os adesivos do vidro traseiro. “16 Valve EFI” e “Automatic”.

  • Chega_de_Ignorância

    Um ótimo carro!
    Meu pai também já comprou um Corolla usado (aliás, Corolla usado é o sonho de todo “tio” racional), só que da versão anterior à presente. Se não estou enganado era um 2009, também versão XEi automático 1.8, preto.
    O carro já era razoavelmente rodado pro ano (60 mil) e foi usado por mais uns 40 mil sem precisar consertar nada, salvo manutenções de rotina. O câmbio AT dispensa preocupações com embreagem, requerendo apenas trocas mais rápidas de freios.
    Eu sou um pouco mais simplista: tenho maior empatia por um carro comum (sei lá, um Gol 1.6) comprado zero. Não faço questão de demonstrar “status” ou ascensão social por meio do automóvel, mas compreendo que muitas pessoas – e principalmente um pai de família com dois filhos – precisam de um carro maior, mais seguro e mais confortável, não podendo desembolsar (ou não querendo) toda a quantia cobrada por um modelo novo.
    No mais, excelente relato. Muito bem detalhado… São pessoas assim escrevendo textos de que precisamos. Uma ótima influência para todos os leitores

    • TukhMd

      O problema dos carros populares como o Gol, Ônix, Palio, muito mais que o status não oferecido por eles, é a insegurança de suas estruturas. Ou segundo o adágio, “bateu, morreu”.

      • Chega_de_Ignorância

        Mas o up! é popular e não é frágil
        Pelo contrário, mais seguro que muito carro grande

        • TukhMd

          Sim, é uma exceção adicionada recentemente no mercado.

        • Edson Fernandes

          As vezes os médios podem ofertar conforto que os compactos não ofertam. Por mais que sejam as versões de topo, o rodar geralmente é mais solido e confortavel de um médio.

          Isso também por ir pra conta.

    • kikofar

      Excelente a sua percepção! É por aí mesmo! Quando peguei o Corolla, comecei a rodar distâncias maiores por causa de aulas em faculdades, além da questão da patroa que usaria o carro, motivo pelo qual precisávamos de mais conforto (antes eu ficava com um Ka 1.0 basicão!) e ela com a Parati, que estava dando um pouco de trabalho por conta de desgaste de elementos de suspensão (era uma Track&Field com suspensão elevada… num carro não programado pra isso!)… Daí a necessidade que vimos em mudar: vender o Ka, pegar um automático pra esposa e eu ficar com a Parati por mais um tempo, uma vez que ela era completinha e me dava mais conforto para enfrentar os engarrafamentos por 3 x na semana entre Brasília e Taguatinga.
      Abração.

  • saosao

    Vc não é só apaixonado por carros, mas também pelo carro!

    • kikofar

      Saosao, se eu já morassem em casa e tivesse espaço, ele não sairia da família, jamais!!! Valeu. Abraço.

  • Hiboria

    Parabéns pelo carro e acima de tudo pelo controle e racionalidade. É muito raro encaontrar alguém que acompanha a “vida” do auto dessa maneira. Quanto ao atendimento eu assino embaixo, em minha família o primeiro japonês foi um Civic 2001 e desde então nunca mais saímos da dupla, já compramos um Fit 2007 e um Corolla em 2012. O Civic rodou até 2009 quando sofrí um acidente na BR-050 (pneu trazeiro furou em uma curva sem acostamento), infelizmente PT em uma árvore.

  • Economy

    Parabens pelo Corolla! O carro está muito bem conservado, inclusive os aros. Praticamente sem marcas de uso. Você que aproveita o asfalto e o ar da cidade de Brasilia, um carro desses aí poderia rodar um milhão de km e nas suas mãos, ele ainda permanece novo.

  • Navaman

    Parabéns pelo ótimo relato. Temos um Corolla e o carro é mesmo excelente.
    Eu também tive um som da Alpine na década de 90 e ele também rejeitava CDs copiados em casa.

  • BlueGopher

    Ótimo relato, informando inclusive todos os detalhes e despesas de revisões e peças.
    São poucos os proprietários que mantêm controles interessantes como estes.
    Parabéns.
    Você é a típica pessoa de quem eu compraria um carro usado com total confiança!

  • Quanto à sua opinião sobre a Fiat, eu cresci na mesma condição, meu pai buzinando a vida toda o tal do “Fui Iludido – Agora é Tarde”, kkkkk. Já se vai o tempo, e sabe o que fiz com meu pai? Dei uma Palio Weekend 2012 pra ele. Vá ver a opinião dele sobre FIAT hoje em dia… rs. O tempo passa e as coisas mudam. Os carros da marca italiana não me chamam a atenção, pra falar a verdade. Não me identifico com nenhum. Mas possuem uma qualidade bem razoável nos dias atuais. Não é atoa que a montadora anda dominando o mercado por aqui a mais de uma década.

    • TukhMd

      Qualidade e FiatBR na mesma frase é uma antítese.

      • Atualmente são carros robustos e de manutenção baixa, a despeito das características técnicas ligadas à modernidade e segurança em colisão dos projetos. Portanto, não acho que “falta de qualidade” seja o adjetivo certo ao caso. Talvez possamos falar em defasagem de projetos.

    • Daniel

      Vc deveria ser preso! Dar um FIAT pro pai? E o respeito com quem te criou?

      Sei de pessoas apaixonadas pela Wk… mas só pq não tiveram nenhum carro de verdade… sairam de mille e gol bola… hueheuheu

    • Marcos Souza

      Você deu o 1.8 8v??? se sim, vc deu um fiat com motor GM!!!rsrs

      • Não, não… rs. 1.4 Fiat mesmo.

        • Marcos Souza

          Meu pai comprou uma adventure 2009. Só comprou pq o motor era GM… Me lembro q o banco era muito ruim. Toda vez q eu ia entrar me batia numa alavanca que controlava a altura do banco…e depois de uns 60 mil km dava pra sentir a mola de aço pegando nas costas. A qualidade dos bancos era terrivel. E olha que foi um carro caro!

          • A do meu pai acho que nem chegou nos 30 mil km ainda. Mas nunca vi ele reclamando do carro, não. Convenhamos que o carro anterior dele era uma Parati 1990, mas com motor 1.8.
            Eu dei poucas voltas no carro dele. Claro que quando entro na Palio sinto uma diferença brutal para o meu carro de uso no dia a dia (um C4 Louge THP). Mas no geral não é um carro que desagrada, não. Desempenho comedido, acabamento espartano, mas não é muito diferente do que se vê na média de seus concorrentes de mercado.

  • Muito bom o relato. Tenho um tio que teve um Corolla desse seu e rodou com ele por 180 mil km. Só elogios, também.
    Mas tem um detalhe que gostaria de comentar: esse comportamento robusto não é exclusividade do japonês. Tive dois Vectras, um de primeira e outro de segunda geração (fora muitos outros carros “bem” usados), ambos adquiridos usados por mim, utilizados por cerca de 4 anos e repassados posteriormente a um amigo muito próximo (trabalha comigo). Eu sou “chato” com a manutenção de carros, assim como o autor do texto. Faço a manutenção nos mínimos detalhes (até no que tange aos adesivos… rs). Mas esse meu amigo já não é tão zeloso assim. Em ambos os casos, ele revendeu os carros com quilometragem já próxima aos 250 mil km (posso dizer isso de cadeira, pois os carros ficaram em meu nome até que meu amigo os revendesse). Tudo bem que a manutenção preventiva e corretiva era feita em um mecânico de nossa confiança, e não em concessionárias, mas posso dizer com toda a convicção de que os gastos com os bólidos não chegaram ao nível relatado para o Corolla, e que a “folha corrida” fica no mesmo nível. De diferente mesmo, só o fato de o motor DOHC da GM sempre exigir um tapa no comando de válvulas no meio de sua vida (por volta dos 130 mil km), com troca dos retentores.
    Portanto, onde quero chegar? Existem exceções (tem coisa ruim no mercado, sem dúvidas), mas não é incomum que carros bem cuidados tenham vida longa e próspera sem “tirar as cuecas” de seus donos. Agora, sem dúvidas que se eu tivesse optado por manter revisões em autorizadas GM durante toda a utilização dos Vectra a conta seria bem mais salgada. Talvez aí resida o diferencial da Toyota.

    • CharlesAle

      Meu ex patrão comprou um Focus em 2001,vendeu depois de 6 anos com quase 270 mil rodados,e em perfeito estado de mecânica.Comprou outro em 2010,e tá com ele até hoje,já beirando os 200 mil rodados,também em perfeito estado.Ele trabalha dando manutenção em autos de locação,por isso roda muito!!!Para mim,Corolla e Focus são os mais “parrudos” do mercado!!

      • Marcos Souza

        um amigo meu ganhou um gol bolinha que era do pai dele, quando foi se desfazer do carro, ja passava dos 400mil km e a cada duas semanas ele tinha que completar o óleo…mas esse sim era um tanque…rsrs
        duas semanas depois o tio da nossa secretária comprou o carro, na loja tinham baixado a kilometragem pra menos de 80 mil…rs
        esse gol virou lenda…

      • Edson Fernandes

        Eu já vi taxis Siena com mais de 500000km rodados…. eu acho que essa historia de ser robusto, na realidade é mais zelo do dono do que exatamente produto.

    • kikofar

      Pois é… Ubaldi Jr., é por isso que até ressaltei no meu texto (mesmo nunca tendo um GM, diga-se) que considerava à época os Chevrolets com bons motores, apesar de antiquados! Cada modelo tem uma forma ‘padrão’ de se relacionar com ele. Quando se conhece bem e não se faz loucuras (andar com óleo ou outro fluido vencido por muito tempo, não trocar o que o manual recomenda no tempo que ele recomenda, não alterar drasticamente parâmetros do motor-suspensão do veículo… essas coisas) certamente o resultado é uma ótima convivência com o produto, salvo raras exceções.
      Abraços!

  • Wagner Lopes

    Parabéns pela conservação do carro! Apenas um conselho de quem tem mais de 20 anos de experiência com carros e montadoras: não se preocupe com a MARCA e sim com o CARRO pois todas as grandes montadoras tem produtos bons, medianos e baratos para atender diversos tipos de mercados e consumidores.

  • Peraldiano

    Realmente um excelente carro. Uma amiga possui um Fielder 2005 que parece novo e não troca por nada nesse mundo.
    Pena que o Corolla Fielder foi aposentado, apesar de ser o carro ideal para família e ter a melhor relação custo-benefício na ponta do lápis.
    Infelizmente o consumidor brasileiro deixou de gostar de station-wagons, vai entender….

    • pedro rt

      existe corolla sw da geracao anterior a fielder com aquela dianteira do corolla modelo 97/98 q a maioria nao gosta e daquele modelo 94/95

  • FabioH

    Parabéns Killarney! E muito obrigado! Um belíssimo relato, muito bem escrito, cheio de detalhes, inclusive de custos.

    • kikofar

      Opa! Valeu FabioH! O que umas boas férias não faz… a gente tem tempo (e disposição) pra escrever e detalhar! hehehehe Abraços!

  • pedro rt

    achava lindo esse corolla qdo foi lançado em 99 hj eu acho super careta e feio acho ate aquele modelo 97/98 com grade ralador de queijo e farol ovalado mais bonito q esse…

  • JC

    Esse é meu objetivo de segundo carro, o difícil é encontrar um arrumado desse jeito.

  • Rafael

    Excelente carro! fama vem com o tempo, e no caso do corolla realmente existe um motivo: o carro realmente é bom. quanto a hyundai com suas propagandas mentirosas e marketing de ”melhor carro do mundo”, infelizmente serão lembradas pelos motivos errados no Brasil.

  • Douglas

    Parabéns pelo cuidado com o Corolinha, até o adesivo original. :D
    Comprei meu 03 XEI com 44k km em 2010, hoje está com 105k km e só alegria.

    Uma pergunta, qual era o consumo de óleo desse motor e qual óleo você utilizava? No Corolla Club vários usuários de Brads tem reclamando de óleo baixando rapido após os 100k km. Dizem ser necessário retificar o motor (trocas anéis e retentores).

    • É razoavelmente comum nessa quilometragem (logo após os 100 mil km – normalmente por volta dos 120-130), é bem usual a necessidade da troca de retentores de válvulas em vários motores. Tem muito mecânico que tem a velha ladainha “… não mexo só em parte de cima, tem que mexer na de baixo, também…”. Mas é só safadeza. Já tive 4 carros em que fiz o serviço de troca de retentores de válvula: uma Parati 1991 (140 mil km rodados), um Kadett 97 (110 mil km), um Vectra 95 (122 mil km) e um Vectra 97 (130 mil km). Todos continuaram a rodar por milhares e milhares de quilômetros sem nenhum outro problema de consumo de óleo ou comprometimento da “parte de baixo” do motor. Não são serviços caros, em especial em motores de 2 válvulas por cilindro, ficando em uma faixa abaixo dos mil reais atualmente.
      Há uma característica clara que indica onde está o problema do motor que está consumindo óleo:
      – se o problema é nas válvulas, normalmente temos o aparecimento de fumaça branco/azulada no escapamento na hora da partida (quando o carro permanece algum tempo desligado) ou em regimes de rotação baixa (ponto morto ou quase isso), sendo fácil você observar quando para por um tempinho mais prolongado em semáforos olhando pelo retrovisor se está subindo aquela fumacinha típica de óleo queimando;
      – se o problema é nos anéis, aí a fumaça azulada vem em altos regimes de rotação, quando se acelera o carro a fundo. Esse tipo de problema costuma vir acompanhado de indicação sonora vinda dos cilindros, o que se convencionou chamar de “rajado”, resultado de um folga já grande nas câmaras de combustão, em especial quando se eleva a rotação do motor. É pouco comum problemas em anéis em quilometragens abaixo dos 200 mil km.

      • Edson Fernandes

        E nesses casos a troca dos retentores já resolve? Porque o meu está exatamente dessa forma. (Xsara com 147000km)

        • Isso mesmo, Edson. Faça a “parte de cima” que tudo fica ok. É a velha retífica do cabeçote, com trocas de retentores, aplainamento do cabeçote, troca da junta, dentre outros.
          Nessa quilometragem, e com o zelo que eu sei que você cuida do carro, tenho certeza de que a “parte de baixo” ainda está em boas condições.
          É aquilo que eu disse: o óleo desce do cabeçote para as câmaras por gravidade, sendo que isto ocorre mais facilmente em baixos giros ou com o carro desligado, gerando a fumaça na partida. Deixar o carro ligado em ponto morto por algum tempo é também uma ótima oportunidade de verificar a fumaça saindo pelo escapamento.
          Para o caso dos anéis o óleo sobe para os cilindros com mais volume em altos giros. Defeitos nos anéis de vedação deixam passar óleo para as câmaras nessas condições, É fácil discernir as duas situações. Quando o defeito é folga nos cilindros ou ruptura de anéis é só deixar o carro parado e pisar fundo no acelerador para ver a fumaceira saindo.

          • Edson Fernandes

            É… no meu caso é a “primeira opção”.

            No meu caso eu já fiz a retifica com plainagem, mas agora começou apresentar os grilos citados e certamente é por conta dos retentores.

            Minha duvida: Acha que precisarei fazer novamente? (faz coisa de 6 a 8 meses só!)

            • Se só aplainaram o cabeçote e trocaram a junta, sem mexer nas válvulas propriamente ditas, não tem jeito: quando se abre o cabeçote é necessário a troca da junta e consequente aplainamento do contato com o bloco para perfeito ajustamento. Portanto, se for trocar os retentores das válvulas agora, vai precisar trocar a junta do cabeçote de novo.

              • Edson Fernandes

                Se for a junta menos mal. Isso é mais barato. Só que qdo fizeram isso, tinha uma valvula trincada. Ou seja, agora apresentou provavelmente problemas nos retentores e creio que então seja necessário a troca da junta para isso. (incrivelmente custa menos de R$50 isso!)

    • kikofar

      Pois é… Douglas, como ‘precaução’ até solicitei numa das revisões o uso de óleo um pouco mais viscoso, mas o mecânico, aproveitando que o carro ainda estava no elevador, mostrou-me que o motor estava sequinho. Daí, não mais me preocupei, até porque, conferia o óleo com frequência de 1 mês, aproximadamente, e ele tava sempre dentro do nível correto, jamais abaixo ou próximo disso!

  • GPE

    Ótimo relato! Parabéns!

  • D01S

    Aqui em casa temos um Corolla dessa geração, porém 2001. É um excelente carro, nunca deu nenhum tipo de problema desde 0km e hoje está com quase 70.000km, ou seja, não é muito utilizado. É um verdadeiro tanque quando se trata de durabilidade e confiabilidade.

  • Janduir

    Faltou apenas falar se trocou o óleo da transmissão e em quais kilometragens e o custo… Se não trocou, infelizmente o próximo proprietário vai ter um prejú…

    • kikofar

      Sim, Janduir, foi trocado aos 120.000, seguindo o que o manual do próprio fabricante. A próxima será aos 240.000 km. Como vendi com 216 mil… Abraço!

  • J. A TUNER

    Celta 0 KM por R$33,000 ou Corolla 2008 pelo mesmo valor?

    • kikofar

      É pra responder???? kkkkkkkkkkkk Brincadeira: vai de acordo com o bolso de cada um e a finalidade do carro.

  • Igor Eleutério Pinheiro

    Parabéns pelo relato e carro, obrigado por compartilhar sua história com a gente :) ! Acredito que esse espaço de opinião do dono seja o favorito de todo mundo.

  • Paulo Eduardo

    Adoro esse carrinho. O único Corolla que realmente gosto.

  • WURT

    Parabéns pelo relato. Muito legal. Só fiquei triste com o final, haha. Tenho uma Fielder 2007/2008 e o carro é muito bom. No aguardo do relato sobre o Escort XR3 2.0i 1994. Como sonhei com essa beleza Infelizmente não consegui comprá-lo.

    • kikofar

      WURT… pois então, já pensei em escrever sobre o Escort, em como consegui deixá-lo ainda mais original… o som com equalizador eu só consegui botar pra funcionar após quase 7 anos!!!! Troquei a capota por uma de mesmo material… Ele tá um show, modéstia à parte viu! Talvez um dia eu relate aqui… Abraços.

  • 333444

    Sempre gostei desses modelos de corolla, acho ele com jeito de ser um carro super resistente, mas na época eu não tinha “bala na agulha” para ter um corolla, com o tempo pensei em comprar um semi-novo quando saiu o modelo 2003, mas como não gosto de comprar carro usado eu pensei…vou esperar as coisas melhorar e comprar um 0km , agora que tenho condições de ter um corolla 0KM eu perdi aquela vontade de ter um carro, por alguns motivos, um que me adaptei com carros menores e não vejo necessidade de usar um carro grande hoje em dia e outro que nessa nova geração do corolla o CxB não está láá aquelas coisas, e o PRINCIPAL é a insegurança nas ruas, pois mesmo com seguro no carro eu tenho medo de ter um carro roubado, pois vai saber oque esses F..D..P usam antes de sair para roubar um carro? Hoje em dia quando somos roubado temos que agradecer a Deus por não ter tomado um tiro ou apanhado dos bandidos!

    • Marcos Souza

      nossa cara…vc é pessimista.
      que cidade vc mora?

  • oscar.fr

    Parabéns pelo relato extremamente detalhado e bem redigido. Me chama a atenção que um carro com tanta idade (ainda que bem cuidado) possa ser vendido por um valor tão “alto”, eu pensava que um carro dessa idade valeria no máximo uns 12-15 mil reais, ainda que o seu é automático, algo raro para um 2000 me parece.

  • Thiago

    Killarney, cara, show esse seu relato, todos os dados, bem detalhado eu tenho vontade comprar um corolla 2003 ou o civic 2004, aquele com frente do acord, mais pelo meu pai, morro de vontade de ter um new civic. vc também poderia falar de seu escort, um carro e tanto

    • kikofar

      Fala Thiago! Vou replicar o que eu comentei com um colega acima, a respeito do XR3: ” já pensei em escrever sobre o Escort, em como consegui deixá-lo ainda mais original… o som com equalizador eu só consegui botar pra funcionar após quase 7 anos!!!! Troquei a capota por uma de mesmo material… Ele tá um show, modéstia à parte viu! Talvez um dia eu relate aqui…” Abraços meu caro!

  • alvaro lara

    Tive um igual, prata. Gostava do cambio, primeira curta pra agilidade e quarta longa pro consumo. Era muito bom !!!!!

  • zeuslinux

    Com certeza esse Corolla antigo ainda é melhor do que qualquer carro popular nacional atual e imagino que o autor tenha sentido uma tremenda subida de nível ao passar de carros populares para o Corolla.

    Mas fico pensando até que ponto a euforia de muitos usuários de Corolla deve-se a esse choque de nível por terem tido antes somente carros mais populares ou se a euforia é mais pelas qualidades reais do modelo. Um amigo meu trocou um Vectra 2.2 por um Corolla 1.8 e diz que gostava muito mais do antigo, não só por causa do motor, mas também pelo conforto, luxo e prazer de dirigir.

    Eu já tive Corolla e antes já tive carros médios (em tamanho e em preço) das montadoras tradicionais e não senti tantas diferenças quando tive um Corolla, por sinal um XEi 2.0 modelo 2010/11, bem mais novo. E não troquei por um outro Corolla.

    O Corolla é um carro que não dá muito prazer em dirigir. A suspensão é muito macia, ótimo para a buraqueira das cidades, mas também te deixa inseguro ao andar rápido em estradas sinuosas. O isolamento acústico é bom, melhor do que grande parte dos carros, mas o acabamento é pobre e não dá idéia de luxo nenhum.

    Mas fico feliz que tenha gostado do carro e mantido tão bem. O carro estava muito bonito e bem conservado.

  • afonso200

    acho bonito o da geração anterior a esse o 96 branco

  • Alvaro Guatura

    Excelente relato, apenas não gostei do que falou sobre os Fiats por um preconceito do seu pai nos anos 70.. você é estudado, escreve muito bem, não há razão para ser ignorante.
    Espero que um dia compre um Fiat e veja como a qualidade supera com folga carros como a Parati que você teve.

    A única coisa que me desagrada nesse Corolla é o espaço no banco traseiro, é muito pior que um popular dos dias de hoje.

    • kikofar

      Alvaro Guatura, a questão da influência é claro que traz um ‘lastro’ na minha memória afetiva, não há como negar. Mas há coisas nos carros da Fiat que ainda não gosto: assoalho curvo (passa a impressão de projeto não bem feito! Veja o que eu disse… é uma “impressão”! rs), bancos muito moles, suspensão idem… Mas reconheço que ela já melhorou muito sim. Arrisco a dizer ainda que trata-se da fabricante atuante em solo brasileiro que mais evoluiu nos 30 últimos anos.

      Contudo, considere que eu queria um veículo automático em 2008. A FIAT não tinha essa opção. E continua não tendo, à exceção do 500, que não é um carro de proposta familiar.

      E concordo com você: o espaço no banco traseiro do Corollinha é um dos seus ‘calcanhares de Aquiles’. Muito limitado para as pernas. Minha filha mais velha possui limitações motoras pelo nascimento e por isso ainda usa cadeirinha. Praticamente não sobrava espaço algum entre as pernas dela e o assento da frente (passageiro) quando em uso. Um dos motivos para a troca do carro era espaço, tanto pra gente como para bagagens!

      Abração.

  • João Cagnoni

    1000 reais no par de discos de freio e o sujeito vem reclamar do pós-venda dos franceses. Eu ia comentar do preço que paguei nos discos do meu C4 (que por sinal tem 283mm contra 255mm do Corolla), mas deixa pra lá, ele está cego. Eu li que ele viu o valor reduzido pela metade, e digo que mesmo assim está muito caro.

    • kikofar

      Sou cego não meu caro. Acho que você é quem está muito emotivo. Eu não reclamei do pós-venda dos franceses… Não sei de onde inferiu isso. “Algumas observações importantes para lhes situar: possuíamos uma Parati 2005 e dada minha experiência mediana com o pós-venda, minha esposa não queria outro VW. Eu, por minha vez, tinha um preconceito quanto aos carros de marcas francesas (hoje eu só não compraria um Peugeot).”

      Critiquei o pós-venda da VW.
      Aprendeu a ler ontem? rs

  • Joildo Dias

    Poucos ficam por um bom período com um auto, mas o certo é isso mesmo cuidar bastante da máquina e não ficar dando dinheiro toda hora por um 0 peladinho, parabéns pelo relato…………….

  • Deivid

    Deixa eu adivinhar : O nosso amigo que postou é enfermeiro! rsrsrs

    • kikofar

      kkkkkkkkkkkkkkkk Não. Sou farmacêutico. E, por favor, não me venha dizer que é a mesma coisa! kkkkkkkkkkk
      Abraços.

  • armandovtec1

    Tive um 2001 um verdadeiro tanque de guerra! Depois tive outro 2003 e ai Accord, Camry, carro japonês vira vício! ! kkk

  • armandovtec1

    Kilarney, ainda tem o Accord V6?

  • Caio Henrique Alves Nascimento

    Killarney, são relatos como o seu que dão cada vez mais credibilidade ao blog e vontade de acompanhar o N.A. Muito bom ver seu cuidado com o carro (trocando inclusive os adesivos de “automatic” e etc…). Assim como outros comentaristas postaram, e como já vi a resposta, qualquer dia, talvez em outras férias e nesse intervalo dê tempo de deixar o Escort mais original, poste um relato dele com toda competência e primor como você fez o do Corolla. E por último,com quais carros vc e sua esposa estão atualmente? Um Accord e ??
    Grande Abraço e sucesso

  • Minerius Valioso

    Gostei do carro e do relato!

    No entanto, um carro com essa idade, não exigiu a verificação de funcionamento do sistema de airbags?

    E sucesso com o Accord. Espero que também faça um relato dele.

  • fbl

    nao tem o que falar dos corollas e da toyota. vai desde o bandeirante, passa por corolla, hilux, etc… sao carros mto robustos. feitos para durar.

  • ismavolk

    Excelente texto! Obrigado por compartilhar sua experiência. Tenho um corolla Xei 2001 1.8 automático, mas não consigo nem chegar perto dos 12Km/L.
    Andando com a rotação sempre nos 2000 giros ele faz a média de 8,5 na cidade, na minha última viagem fez 11Km/L :( detalhe,quase nao uso o ar condicionado, se eu usar, o consumo aumenta ainda mais.
    Já troquei sonda lambda(original), cabos(NGK), velas(denso iridium TT), filtro de ar(original), limpeza de bicos, troca de reparos dos bicos(pois causavam entrada de ar falso), sensor de temperatura e corpo de borboleta. Nada disto modificou o consumo excessivo dele. Minha única tristeza com o corollinha é este consumo de combustível.

  • Sidney Marcelo Saito

    Ótimo relato! Estava mesmo procurando um depoimento como este para me encorajar (ou não) a comprar um. Há 2 anos atrás eu encontrei um extremamente conservado… Chegamos a apalavrar o negócio e, aos 48min do segundo tempo, o (único) dono melou o negócio porque a paixão do carro falou mais alto. Detalhe: Ele tinha um Altis atual da época na garagem mas simplesmente não gostava dele…

    Agora me reascendeu a vontade de ir atrás de um. Vamos à busca!

  • marcelo pandolfo

    Quero comprar um carro de verdade! hoje existe muitas opções de populares com preços altíssimos para se escolher. Mas vou ficar com um completão de verdade, com estilo final dos anos 90. Estou em duvida entre o corolla 2002 e o Honda civic 2002.
    Gostaria de uma opnião.

    Amigão ótimo texto completo super detalhado.
    Mas vem cá , essa do ESCORT eu quase acreditei.
    kkkk
    abraço

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