
Quase uma dúzia de novos nomes ligados à Ferrari apareceu em registros de marca e, de uma hora para outra, o catálogo futuro virou um quebra-cabeça público.
A lista não significa que dez carros inéditos estejam a caminho, mas sugere espaço para séries limitadas, variações abertas e possíveis versões focadas em pista.
No topo da hierarquia, dois termos chamaram mais atenção: Ferrari F80XX e Ferrari FXX80, que soam como derivações extremas do atual carro-bandeira.
O F80 é o halo car mais recente da marca, lançado em 2024 para manter a linhagem iniciada no F40 e seguida por F50, Enzo e LaFerrari.
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Esse modelo usa um V6 3.0 biturbo e combina motores elétricos para tração integral, o que abre margem para evoluções ainda mais agressivas.
A família FXX, por sua vez, ficou conhecida como a transformação do Enzo em máquina de pista dedicada, vendida para track days e programas especiais conduzidos pela própria Ferrari.
Se a lógica se mantiver, F80XX ou FXX80 pode ser o “modo sem concessões” do F80, com alterações de aerodinâmica, peso e calibração.
Entre os registros recentes também aparecem FX-100 e FX100, nomes que podem apontar para celebrações e cronologias, como o F80 fez ao marcar 80 anos de carros.
Na frente dos modelos abertos, surgiram Ferrari F80 Targa e F80 Roadster, reforçando rumores de um flagship sem teto em mais de uma interpretação.
A Ferrari já teve Targa antes, com painel removível em vez de sumir com todo o teto, e recentemente patenteou um novo desenho de teto targa.
Mesmo assim, três variações abertas do F80 parecem excesso, o que faz esses nomes soarem tanto como planos quanto como reserva estratégica de marca.
Outro destaque é 12Cilindri MM Aperta, além do simples 12Cilindri MM, combinando “Aperta” para versão aberta e “MM” como referência à Mille Miglia.
A sigla MM é antiga na Ferrari, usada desde os anos 1950 em carros ligados à corrida de 1.000 milhas, como o 250 MM.
Em tempos mais recentes, ela voltou em um one-off como o 488 MM Speciale, criado para vestir a base com uma carroceria e identidade diferentes.
O detalhe é que já existe um 12Cilindri Spider conversível, então a presença de “MM” sugere algo além do óbvio, como edição especial ou reestilização.
A lista ainda inclui 12Cilindri GTO, sigla de Gran Turismo Omologato que carrega um peso histórico enorme dentro da marca.
A Ferrari só teve três GTO ao longo das décadas: o 250 GTO de 1962, o 288 GTO dos anos 1980 que abriu caminho ao F40, e o 599 GTO derivado das mudanças do 599XX.
Fechando o pacote, aparecem 296 Challenge Stradale e 296 CS, além de 296 Challenge Evo, indicando uma ponte direta entre carro de corrida e versão de rua.
O nome Challenge Stradale só foi usado uma vez, no Ferrari 360, quando a marca pegou o 360 Challenge e devolveu ao asfalto um carro mais leve e afiado.
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