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Fiat Punto: tudo sobre o hatch vendido no Brasil entre 2007 e 2016

Aos 25 anos, o Fiat Punto mostrou que poderia ser um bom compacto em vários mercados e acabou se tornando um produto de referência da marca italiana.

Fiat Punto: tudo sobre o hatch vendido no Brasil entre 2007 e 2016


Lançado originalmente em 1993, o modelo teve diversos motores e versões, chegando mesmo a ser chamado de Grande Punto e determinado período de sua história. Ele vendeu milhões de unidades e fez muito sucesso.

Mas, como surgiu esse produto tão bem querido da Fiat? Qual seu futuro? A primeira pergunta é mais fácil de responder e será tema deste artigo, assim como o que será dele após sua saída definitiva do mercado europeu.

Ao longo de três gerações, os brasileiros apenas conheceram a última, mas é muito interessante sabermos que o Punto poderia ter sido um potencial sucesso por aqui, se tivesse chegado antes. Também saberemos como foi sua trajetória no Brasil.


Fiat Punto: tudo sobre o hatch vendido no Brasil entre 2007 e 2016

História

O Fiat Uno era o principal carro da marca italiana tanto aqui quanto na Europa. Lá, ele já havia evoluído e praticamente era outro carro, mas ainda da mesma geração que existia por aqui. Porém, no começo dos anos 90, o modelo já estava cansado para o consumidor europeu.

Com o envelhecimento do Uno, se fez necessário desenvolver um novo carro.

O chamado Projeto 176 foi elaborado como um sucessor direto do Uno e desenhado por Giorgetto Giugiaro. O compacto teria uma carroceria hatch com duas ou quatro portas, além de uma versão conversível e um furgão, derivado do modelo de duas entradas.

Com linhas mais envolventes e aerodinâmicas, suspensão traseira independente e bom espaço interno, eis que surgiu no final de 1993 o Fiat Punto.

Medindo 3,76 m de comprimento, 1,62 m de largura, 1,45 m de altura e 2,45 m de entre-eixos, o Fiat Punto era leve e vinha com uma grande gama de motores, que começava pelo singelo Fire 1.1 de 54 cavalos e ia até o potente 1.4 Turbo de 136 cavalos e mais de 21 kgfm.

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Ou seja, o leque de opções do modelo era bem interessante, sendo que havia também o 1.2 de 60 a 86 cavalos e o 1.6 (único multiponto) com 90 cavalos. No diesel, apenas o 1.7 aspirado de 57 a 72 cavalos.

Mas o Fiat Punto teve uma versão bem interessante e precursora de muitos carros eficientes no futuro, a versão Selecta.

Assim como o Uno, o Fiat Punto também portou uma caixa de câmbio CVT nesta versão, que tinha como curiosidade a capacidade de alcançar a velocidade máxima tanto para frente quanto para trás. O Ford Fiesta da época também usou o mesmo câmbio.

Nos idos dos anos 90, o hatch já dispunha da versão Sporting, mas era a GT que fazia diferença com o 1.4 Turbo de 136 cavalos. Ele ia de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos.

No caso do Fiat Punto Cabrio, a produção não era feita em Mirafiori, Itália. Aliás, no mesmo país, o modelo era fabricado em Termini Imerese (Sicília) e Melfi, além de Tychy, na Polônia. O conversível era montado na Bertone, tendo como destaque a capota de tecido com abertura e fechamento elétricos. Ao todo foram produzidas 55 mil unidades deste modelo. O Punto teve uma versão de seis marchas, mas era a Fire 55, a mais fraca.

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Segunda geração

Em 1999, a Fiat decidiu-se pela segunda geração do Punto, que não era tão atraente quanto a primeira em termos de estilo. A frente não tinha expressão e só a versão HGT Abarth parecia estar em sintonia com a concorrência. Projeto 188, esse novo carro era um pouco maior, medindo 3,80 m de comprimento no hatch duas portas e 3,83 m no hatch quatro portas.

Ele era também mais largo (1,66 m) e sua plataforma aumentou apenas 1 cm, chegando a 2,46 m. O Fiat Punto de segunda geração tinha apenas versão hatch e ganhou os motores Fire 1.2 16V e 1.4 16V, mas nenhum turbo com gasolina.

No lugar do anterior, que tinha 136 cavalos, a marca introduziu um 1.8 de 131 cavalos, exatamente na versão HGT Abarth, que ia de 0 a 100 km/h em 8 segundos.

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Com potências a partir de 60 cavalos, o Fiat Punto ganhou o motor diesel Multijet 1.3 16V de 69 cavalos e seu equivalente 1.9 8V com 101 cavalos, além das versões mais simples, chamadas 1.9 D e JTD.

O compacto manteve o câmbio CVT, mas este agora era chamado de Speedgear com simulação de seis marchas ou sete (versão Sporting). A direção hidráulica DualDrive tinha dois modos de funcionamento, operacionais por meio de um motor elétrico.

Essa geração do Punto durou mais do que se imaginava, sendo 11 anos feito pela Fiat e seis na Sérvia, onde era vendido inicialmente como Zastava 10. A produção nesse caso era em Kragujavec, substituindo então a fabricação polonesa em Vychy.

Em seu facelift, o hatch ficou mais atraente, o que lhe garantiu uma sobrevida. Mas, nesse meio tempo, a terceira geração já estava em curso.

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Grande Punto

No ano de 2005, o original para a morte da segunda geração, o que não ocorreu, a Fiat designava sua terceira geração como Grande Punto. O Projeto 199 foi apresentado em Frankfurt nesse mesmo ano e revelada um carro bem maior, mais aerodinâmico e sofisticado.

Ainda feito por Giugiaro, ele abandonaria a plataforma Fiat para se unir a um desenvolvimento em conjunto com a GM (Gamma).

A nova plataforma do Fiat Punto também sustentava o alemão Opel Corsa (geração D até os dias atuais), bem como o Alfa Romeo MiTo (que recentemente saiu de linha). O projeto foi tão bem sucedido que até agora sua herança continua em novos produtos da marca italiana.

Além de ainda se manter ativa na Opel, também sua variante brasileira gerou os atuais Argo e Cronos, embora com 70% de componentes novos.

Pode-se dizer que é a plataforma mais versátil e rentável da Fiat em termos de automóveis de passageiro, tendo basicamente 2,51 m de entre-eixos. Na marca italiana, ela foi usada por diversos modelos lá e cá, sendo que aqui Idea, Grand Siena e Linea foram alguns dos produtos.

Com 4,03 m inicialmente, o Grande Punto era bem maior e mais espaçoso que a geração anterior.

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Por causa do tamanho e por não haver um Palio no mercado europeu, o antigo Punto continuou como opção mais barata. Com capô longo para seu corpo, grade retangular e faróis amendoados (inspiração no Maserati Coupé de Giugiaro), o compacto premium da Fiat chegou com uma gama completa de motores e transmissões, mas perdeu o câmbio CVT, infelizmente.

Em seu lugar, a Magneti Marelli inventou o Dualogic, sistema automatizado sobre uma caixa mecânica, que viria a ser amplamente utilizado no Brasil. O motor Fire foi extensamente ampliado na gama do Fiat Punto europeu, tendo versões 1.2 e 1.4, esta última acabou ganhando o sistema MultiAir, um comando de válvulas por gerenciamento eletromecânico.

O hatch logo ganhou a esperada versão T-Jet, que tinha esse motor Fire 1.4 (sem MultiAir) com turbocompressor e intercooler, mas sem injeção direta de combustível.

Sob a Abarth, a versão SS do Fiat Punto alcançava 180 cavalos e 27,5 kgfm, indo assim de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos e com máxima de 218 km/h.

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Com diesel, o Grande Punto ainda chegou a usar os velhos 1.9 8V Multijet com até 130 cavalos, mas foram os 1.3 e 1.6 que fizeram a diferença, especialmente na Índia. Por aqui, essa opção foi barrada por lei.

Uma opção de motor que passou bem longe do Brasil deve ter sido considerada inapropriada para o consumidor nacional: 0.9 TwinAir Turbo.

Com apenas dois cilindros, o diminuto motor foi uma ousadia tremenda da Fiat, que obviamente não se sentiu motivada a trazer ao Brasil. Entregando 105 cavalos e 14,8 kgfm, o TwinAir Turbo permitia ir de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos. Também ganhou uma versão de 85 cavalos, compartilhada com o MiTo.

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Fiat Punto, o emergente

Em 2009, sai Grande Punto e entrada Punto Evo. A atualização de meia vida deixava o hatch mais elegante, mas durou somente três anos, chegando então o Punto simplesmente, até hoje. Diferentemente daqui, o equivalente europeu tinha duas portas inicialmente, mas em 2015, essa opção deixou de existir por lá. Na atualização, o comprimento aumentou para 4,06 m.

Mas, foi fora do mercado europeu que o Fiat Punto provou ser um produto mais “global”. Em 2007, o Fiat Punto foi lançado no Brasil com toda pompa e circunstância, sendo apresentado ao mercado indiano um ano depois.

Lá, o hatch se aproveitou da parceria com a Tata Motors para ganhar mercado e acabou utilizando em larga escala o motor diesel 1.3 Multijet.

O compacto Punto Evo recebeu facelift em 2014 e ganhou no ano seguinte a versão Abarth, que vinha com o motor 1.4 T-Jet de 145 cavalos, mas com câmbio manual de cinco marchas. Importado da Polônia, o hot hatch tinha tinha ajustes finos para melhorar a performance. Mas, o que chamou a atenção dentro e fora da Índia foi a versão aventureira chamada simplesmente Avventura (com dois “V”).

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Fiat Punto no Brasil

Mas de volta ao Brasil, o Fiat Punto chegou com um sanduíche de engenharia para se dar bem nas esburacadas estradas brasileiras. O compacto premium chegava em agosto de 2007 para ser o intermediário entre Palio e Stilo, mas com a plataforma Gamma modificada com elementos do Palio e suspensões dos modelos Idea e Stilo. Com um pouco de cada, o modelo tinha DNA de parte da linha nacional.

Já estreando a tecnologia Flex, o Fiat Punto (sem Grande por aqui), mas seu estilo era exatamente igual ao europeu, mesmo com o enxerto de componentes “não originais” da plataforma Gamma. Feito para brigar com Volkswagen Polo e Citroën C3, o hatch chegou inovando em um item de conectividade, numa época em que nascia o smartphone (iPhone).

O sistema Blue&Me foi desenvolvido pela Microsoft através do Windows Mobile para conexões de diversas funcionalidades e aparelhos por meio de comandos de voz, inclusive navegação GPS por orientação vocal. Mas, como sempre, a Fiat usava e abusava de pacotes de opcionais que tornavam o Fiat Punto muito caro no final das contas.

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A gama de opções era composta pelo motor Fire 1.4 8V com 85 cavalos de potência na gasolina e 86 cavalos no etanol, além de 12,4 e 12,5 kgfm, respectivamente.

O Fiat Punto ainda apresentava o motor 1.8 GM Família I, que tinha 8V e entregava 113 cavalos na gasolina e 115 cavalos com etanol, bem como bons 18,0 kgfm no primeiro e 18,5 kgfm no segundo combustível. Tudo isso a 2.800 rpm. Com isso, ele ia de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos.

Com essa dupla de motores, o Fiat Punto foi ganhando seu espaço no mercado brasileiro, mas em 2011, a gama de motores foi modificada. A saída da GM da associação com a então Fiat Chrysler, já sobrevivente após o colapso financeiro mundial e a quase falência da General Motors, fez com que o velho Família I deixasse a marca italiana de vez.

Em seu lugar, a Fiat foi buscar uma solução bem caseira e nacional, a antiga joint-venture Tritec, que era composta inicialmente por BMW e Chrysler. A compra da empresa sediada em Campo Largo-PR, permitiu o desenvolvimento de um motor que ainda está em uso na Fiat, o E.torQ.

Ao contrário do antigo motor, que teve versão 1.6 com compressor, o novo não tinha turbo, embora tenha preparação para isso, segundo a FPT – Fiat Powertrain Technologies.

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Assim, o Fiat Punto manteve o Fire 1.4, que virou Evo e subiu para 88 cavalos com etanol, mantendo mesmos torques e potência com gasolina. Ele passou a ser oferecido na versão Attractive, enquanto a ELX 1.4 foi substituída pela Essence 1.6.

Esta vinha com motor E.torQ com 115 cavalos na gasolina e 117 cavalos no etanol, mas com 16,2 kgfm no primeiro e 16,8 kgfm no segundo.

Apesar dos números, nem todo mundo gostou da mudança. Isso porque havia reclamação de falta de força em baixa, lembrando que o torque era obtido ao máximo em 4.500 rpm. Tanto o 1.6 quanto o 1.8, ambos da família E.torQ, tinha 16V mas comando único no cabeçote, herança da Tritec, que chegou a ser usado em carros chineses, especialmente da Chery.

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As versões Essence e Sporting tinham também o motor E.torQ 1.8 com 130 cavalos na gasolina e 132 cavalos no etanol. Os torques eram de 18,4 e 18,9 kgfm, respectivamente. O câmbio automatizado Dualogic tinha mudanças manuais na alavanca.

Mas, a sensação em termos de performance era mesmo o esportivo Punto T-Jet.

Equipado com motor Fire 1.4 16V com turbocompressor, intercooler e injeção multiponto, o propulsor entregava 152 cavalos a 5.500 rpm e 21,1 kgfm a 2.250 rpm. O câmbio era naturalmente manual, mas só tinha cinco marchas.

Com esse conjunto, o Fiat Punto T-Jet ia de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos com máxima de 203 km/h. Abastecido apenas por gasolina, tinha consumo alto.

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Fim de carreira

O Fiat Punto continuou sua trajetória após as mudanças na linha 2011. O compacto premium tinha uma gama de opções interessantes, mas o mercado começou a mudar rapidamente com a crise econômica nacional. Com as vendas em baixa, a marca italiana começou a acumular diversos produtos que não estavam mais rendendo em termos financeiros.

Em resumo, a Fiat passou a dispor de um portfólio grande demais para a demanda nacional e em anos recentes, a FCA começou a questionar-se sobre sua manutenção. Já perdendo a liderança para a General Motors e disputando mensalmente com a Volkswagen, a marca iniciou um longo processo de reestruturação geral, o que incluía produto.

Então, na lista de cortes, a Fiat simplesmente tirou de cena modelos emblemáticos, como o Palio, que viveu no mercado por 22 anos e chegou a ser líder. Com ele, a marca matou também a minivan Idea – que emprestou a suspensão para o Fiat Punto – Linea, Bravo e, é claro, o compacto premium da marca. Ainda restam no lineup Doblò e Weekend.

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A morte do Punto já era anunciada há algum tempo, conforme evoluía o projeto do Argo, novo compacto que combinaria características do Palio (segunda geração) com DNA do próprio modelo que estava saindo de cena. De fato, o Punto empresta ao atual hatch sua plataforma, mas modificada com 70% de componentes novos e muito mais rígida.

Com ela, o Fiat Punto contribuiu para que sua sucessão ocorresse sem grande investimento por parte da empresa, que ainda possui os direitos sobre a base “Gamma” acordada com a GM. Ela também sustenta o sedã compacto Grand Siena e o atual Cronos, este igualmente modificado para ser mais seguro, leve e eficiente. O Punto saiu de cena no Brasil antes mesmo da Europa.

Por lá, o Fiat Punto continua sendo oferecido, mas com gama reduzida e sob alvo da diretoria da FCA, que deixa claro a eliminação breve do compacto premium. Embora rumores falem sobre um sucessor, o certo é que o modelo deva sair de cena para dar espaço ao futuro Fiat 500 com quatro portas.

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Já se falou até numa versão italiana do Fiat Argo, que seria rebatizado de Argo e mesmo no Tipo turco como um sucessor em termos de proposta, mas a realidade é que não há saída para o compacto, que viu o Alfa Romeo MiTo se despedir recentemente. Sem a produção do cupê compacto, ficará difícil sustentar a operação de produção apenas com um único produto.

Desde que surgiu em 1993, o Fiat Punto têm sido um êxito em seus 25 anos de mercado internacional. Já teve de tudo, de câmbio CVT ao motor de dois cilindros em linha com turbo. Por aqui, foi Flex e ganhou o automatizado Dualogic, mas pecou por não ter um câmbio automático de verdade, algo que o Argo passou a oferecer.

O motor E.torQ também não ajudou, mas o compacto mesmo assim deixou saudades.

 

 

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Nota média 4.4 de 7 votos

  • FPC

    Não era melhor a Fiat ter evoluído ele do que ter feito um carro do zero tipo o Argo?

    • Ricardo

      Mas é isso que o Argo é, carcaça evoluída num chassis de Punto ultrapassado. Deveriam trazer o novo Punto, mas cobrariam 100 mil.

    • Alvaro

      Creio que é porque a matriz está com atuação fraca na Europa, aliás a própria marca Fiat está relegado a ser uma marca de nicho, basicamente atuando com o 500 e suas variantes e 124 Spider. Produtos voltados a um público mais especificos c/ alto valor agregado.
      Por outro lado, como o mercado latino continua aquecido e é a menina dos olhos p/ a Fiat, deve ter sido melhor e barato desenvolver um produto genéricos p/ os mercados emergentes.

    • Fabão Rocky

      Até hj me pergunto isso!

  • Lucas Fernando

    Ótimo carro, motorização para todos os gostos e bolsos, ótimo pacote de equipamentos quando foi lançado. A versão T-JET é espetacular.

  • Miguel

    Mais um carrinho simpático que vai ficar na lembrança.
    Se a Fiat não fosse tão cabeça dura, poderia ter mantido o nome dele nos futuros lançamentos…

    • Louis

      Isso é uma coisa que eu sempre falo, a Fiat não vende mais porque não faz um nome forte. Vejam Golf, Civic, Corolla, carros vendidos há décadas, ficam na memória das pessoas, que ansiosamente esperam novas gerações. Já a Fiat cria e mata cada nome em menos de uma década.

      • Faheina

        O q não vale eh fazer a GM. Pegar o Astra europeu e promover a vectra

        • Esquilo Tranquilo

          Apesar disso, eu tive um GT-X e gostava muito daquele carro. Com exceção do consumo do 2.0 “V8” o carro é uma benção em preço de manutenção e nunca dá problema.

          • Fabão Rocky

            O bom dos carros da Chevrolet é q dificilmente quebra e a manutenção é mto em conta.

        • Fabão Rocky

          Assim como a Peugeot enxertou aqueles horríveis faróis gigantes no belo 206 e o promoveu a 207.

      • Retrato do Papai

        desses que você citou, apenas o corolla vende bem, o civic tem vendas apenas razoáveis, e o golf coitado… se for ver a lista dos 10 carros mais vendidos no ano passado, verá que só corolla e gol são nomes com bagagem histórica… 4 modelos são bem recentes (onix, hb20, mobi e toro), outros 2 não são tão antigos assim (prisma e sandero), e os 2 restantes (ka e strada) são de meados dos anos 90, ou seja, também não são tão antigos quanto a turma dos anos 60~70… o nome do produto é muito importante em termos de confiança, mas no final das contas é apenas um nome comercial… se o argo atual se chamasse punto não seria um produto melhor, apenas teria nome diferente…

        • Esquilo Tranquilo

          Corolla por causa dos troux… digo, consumidores que pagam o que pedirem.
          Civic os troux…. digo, clientes estão meio que acordando pro preço retardado e surreal.
          Golf a VW fez o favor de matar ele com a depenação e aumento sucessivos de preço.

        • Louis

          Eu queria dizer globalmente, Golf se não me engano é o segundo carro mais vendido no mundo, e o Civic vende muito nos EUA.

          • Esquilo Tranquilo

            Sim, falando a nível global faz todo sentido sua afirmação.

          • Retrato do Papai

            globalmente realmente faz sentido… o nosso mercado é muito sensível ao preço, então esse fator acaba não sendo tão importante

        • Phantasma

          Golf no Brasil é um carro que muita gente quer, pouca gente compra, por diversos motivos, um deles é o preço do seguro (meu caso).

        • Malvino Jose Moreira Junior

          Globalmente é corolla em primeiro, golf em segundo ……….. em sétimo o Polo , nome aqui no Brasil pouco importa o povo vai pela moda e o novo, a moda agora é SUV de shopping. E olha que o punto estava vendendo bem antes da sua morte.

      • Zé Mundico

        O problema é que essa estratégia só funciona com produtos campões de venda e que mantenham um alto e reconhecido nível de confiança, coisa que esse carrinho nunca teve.

      • Fabão Rocky

        A Chevrolet segue o mesmo mal exemplo da Fiat. Matou grandes nomes como Monza, Kadett, Corsa, Vectra, Astra.

  • Yuri Lima

    Em termos visuais, e de produto como um todo, a opção de 93 a 99 realmente seria ótima opção no Brasil, mas a geração de 99 – 2005 (excluindo equipamentos) fica devendo ao Palio em design e empatando em acabamento, o CVT seria uma ótima, mas não sendo anacrônico, não venderia muito por aqui, numa época em que reinava a ignorância em relação aos câmbios automáticos. Veja quantos Corsa Sedan 1.6 foram vendidos com cambio AT em comparação ao manual.

  • Luiz Ricardo

    Só por curiosidade o Punto chegou a ser importado para o Brasil nos anos 90, isso o NA não mencionou

    • Phantasma

      Não pela Fiat, talvez alguns poucos carros por importadores independentes ou pela embaixada.

  • Bruno Alves

    Na Índia ele continua firme e forte…

    • Piston head

      Com um facelift bizarro wannabe Fiesta…

  • Ricardo

    A única versão bonita é a que veio para o Brasil, as outras todas feias!

  • Bruno Silva

    O Punto poderia sofrer uma boa evolução no visual, como aconteceu entre o Civic 9 e 10, mantendo seu DNA e com certeza, seria muito mais atrativo que o Argo. Maior burrada da Fiat ficar trocando de nome a cada geração, os modelos simplesmente não criam mercado, ficam até queimados porque saem de linha.

    • Alvaro

      Pois é, vide Brava > Stilo > Bravo > Aegea.

      Embora no caso do Argo, acho que ficou dessa forma já que de fato é um carro novo voltado exclusivamente ao mercado latino (c/ foco no nosso). É um carro com o projeto pensando para mercado emergente e baixo custo diferente do Punto que era um carro global simplificado p/ atender nosso mercado.
      Tanto é que o projeto do Punto permitia alguns “luxos” como ser equipado nas versões de topo com teto solar duplo, airbag lateral de cortina e seletor de condução (o seletor “DNA” herdado do Alfa).

      O Argo não precisa dessas coisas, só precisa de uma CMM “manêra” p/ impressionar a clientela daqui.

  • Marcelo Nascimento

    Vendo o punto da segunda geração entendi de onde a Fiat tirou o terceiro facelift do Palio.

    • vi.22

      pensei exatamente a mesma coisa…

    • Maycon Farias

      Tenho uma revista automotiva que fala a mesma coisa em uma matéria na época

  • Charlis

    O Punto foi o único carro da FIAT que eu gostei e teria, sem nenhuma outra exceção.

    Carro muito bonito, desenho único, com boa história, gostoso de dirigir, versões esportivas de verdade… e a Fiat consegue matar ele, e colocar essa coisa horrenda no lugar.

    []s

    • Eu diria a mesma coisa. É o único carro da Fiat que sempre gostei e que cogitei em ter. O restante dificilmente me agradou / agrada.

    • Fabão Rocky

      Sempre comentava isso c/ meus amigos. O único Fiat legal e q eu teria na garagem seria um Punto.

  • vi.22

    tive um t-jet 2009 adorei o carro, bem acabado,gostoso de dirigir, excelente nas curvas, um foguetinho…

  • Ric53

    Argo é a evolução natural do Palio e não do Punto. Já que é melhor que o Palio e apenas equivalente ao Punto.

    • Alvaro

      Exato, sempre achei isso. O Argo é um projeto pensando no mercado latino, como foi o Palio. Enquanto o Punto foi um modelo global (no sentido que exportável para qualquer mercado) simplificado por aqui. Mas nem por isso, o projeto do Punto permitiu alguns “luxos” como a possibilidade ser equipado nas versões de topo com teto solar duplo, airbag lateral de cortina e seletor de condução (o seletor “DNA” herdado do Alfa).
      O Argo é um projeto de carro correto e popular com evoluções/correções exigidas pelo consumidor como melhor acabamento interno que era a principal crítica do Palio.

      • Ric53

        Exato²

  • Ric53

    FIAT: Carros medíocres que cativam pelo design e apelo italiano, exemplo: Eu, que mesmo sabendo disso piro toda vez que vejo um T-jet Azul Maserati ou amarelo modena. Madonna mia!!! kkk

    • Lorenzo Frigerio

      O Bravo T-Jet vermelho também é lindo.

      • Ric53

        O maravilhoso vermelho Modena, o vermelho mais lindo acessível a meros mortais.

  • Fabricio

    Tive um blackmotion e o carro é bem gostoso de andar. O comportamento da suspensão é exemplar. Os únicos poréns, ao meu ver eram o consumo do motor e-torq 1.8 e o ruído excessivo do escapamento em velocidades altas…

    • Linkera

      Toda vez que eu vejo um Blackmotion na rua, só o que me vem a cabeça é o Pablo Vitar… de longe parece, mas quando chega perto… falhou hahaha

  • SK15

    Saudades do meu tive um Sporting 07/08 pego semi-velho com o velho motor já conhecido Monzatech, pessoal reclama do E.Toq mas esse Monzatech no Etanol fazia 6.0km/l pisando leve e 5.0Km/l se forçasse a barra mas andava bem nunca passei sufoco em ultrapassagens e coisas to tipo. Ele me deixo na mão uma vez quebro no meio da rua o cabo que liga o cambio a alavanca, quebrou logo após eu parar em um farol de uma rua movimentada sorte que era domingo então estava mais de boa, foi meio embaçado achar essa peça e foi $250 na época tirando isso o carro era show, estável passava segurança nas curvas e afins, e por ser o Sporting tinha a perfumaria pessoal ficava impressionado e aquelas belas rodas que acredito é a roda com calota mais copiada de todos os tempos, fiquei 5 anos com ele.

  • eu sou italiano (moro no brasil) e na garagem na italia ainda tenho um punto sporting mk1 ano 1997 que ficou com meu pai quando me mudei pro brasil, amo aquele carro
    O 1.2 16v não estreou, como diz a matéria, com a segunda geração, foi lançado no ano 1997 quando comprei o meu, naquele ano eliminaram o velho 1.6 de 90 cv sendo substituido pelo novo 1.2 16v de 86 cv mais economico

  • Itamar

    Por pouco nao comprei um Blackmotion há 2 anos atrás.
    Sempre fui muitissimo fã do Punto, unico carro da FIAT que eu teria, uma pena terem matado…

  • G E O

    Tive um Punto no ano em que ele foi lançado. 2007. Era um 1.8 Sporting Prata com teto solar. Lindão. Por dentro era todo plasticudo e com o tempo eu fui esquecendo daqueles detalhes vermelhos. Foi inovador por ter o Blue&Me e entrada USB.
    O 1.8 do Monza era torcudo em baixa rotação. Em alta era fraco. E bebia que era uma beleza. Os primeiros Puntos saiam com tanque de 45L. Sério.. não conseguia ir do interior para São Paulo com um tanque…
    Alguns probleminhas, mas nada que tenha deixado um arrependimento.
    Uma coisa que sempre me chamou a atenção era que os vidros laterais eram duplos. Como se fossem dois vidros colados.

  • Dherik

    O design do Punto continua atual e pessoalmente acho mais bonito que o Argo

  • O Argo deveria aproveitar o nome do Punto, ou o próprio Tipo, seria bem mais interessante. Não pode deixar morrer um nome forte como esses, é o mesmo por exemplo que vai fazer a Ford, eles querem tirar o Fusion sedan de linha, mas lançar um SUV com o mesmo nome!

  • Lorenzo Frigerio

    O Punto e o Bravo tinham um design magnífico. Pena a mecânica.
    E o pior, o Argo que os substitui é um desenho tabajara grotesco.

  • leandro

    Plataforma fantastica supera new fiesta de longe também supera do up em rigidez se a do argo for evolução dela so falta o motor turbo.

  • Henrique

    Eu tenho esse carro ate hoje ! Trocar por uma Argo ?? Claro que não !!!!!! Isso sim e carro, e o Argo um remendo, uns Frankstein mal feito.
    Fiat cag@ou e sentou em cima, retirando o Punto de linha. Já era um carro moderno pela época. Poderia evoluir muito mais…..

  • Marcus Vinicius

    Esse Punto Avventura indiano se parece muito com o atual fiesta nacional !

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