Ford Hatches História

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje
Ford Fiesta hatch

O Fiesta hatch foi e, embora tenha tido uma queda acentuada nas vendas nos últimos meses, ainda é um dos carros mais importantes para a Ford no mercado brasileiro.

O modelo é comercializado por aqui desde 1995 e, desde então, conquistou boa parte do público acostumado a comprar outros carros da categoria, como Volkswagen Gol, Fiat Uno e Chevrolet Corsa.


Nesses mais de 20 anos, o Ford Fiesta hatch já contou com três gerações, sendo todas elas com pelo menos duas reestilizações para manter o hatch compacto em linha.

Já são quase 2 milhões de unidades comercializadas em nosso mercado e quase 20 milhões de exemplares emplacados em todo o mundo, fazendo do Fiesta o terceiro Ford mais vendido no mercado global (atrás apenas das picapes F-Series e do Escort).

O fato é que o Fiesta hatch tem uma história de respeito no mercado brasileiro. Afinal, se manter de pé por mais de 20 anos num dos segmentos mais competitivos do País não é uma missão das mais fáceis.


Confira abaixo os principais pontos da trajetória do Fiesta hatch no Brasil:

Chegada do Fiesta hatch ao Brasil em 1995

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Antes da chegada do Fiesta hatch, a Ford tinha a intenção de oferecer um carro menor que o Escort. Este modelo era grande demais para competir com Corsa, Gol e Uno. Além disso, seu projeto já não era um dos mais modernos e o motor de baixa cilindrada que equipava o carro devia para os concorrentes.

Então, para se destacar no segmento, a Ford tratou logo de comercializar por aqui o Fiesta, que até então era uma exclusividade de poucos mercados, como o europeu, em meados do fim dos anos 1980.

Porém, sua ideia inicial era fabrica-lo localmente na planta de São Bernardo do Campo (SP) já com o visual reestilizado, que estaria prestes a ser lançado lá fora.

Contudo, tendo em vista a agitação do mercado (sobretudo quanto às boas vendas do Corsa), a marca importou a terceira geração global do Ford Fiesta antes mesmo de torna-lo um modelo nacional.

Importado de Valência, na Espanha, o hatch compacto foi comercializado nas carrocerias de duas e quatro portas.

A Ford apresentou o primeiro Fiesta à imprensa brasileira na Base Aérea de Pirassununga (SP), sede da famosa “Esquadrilha da Fumaça”. Os jornalistas foram até o local em dois Fokker 100 da TAM e chegaram lá recepcionados por uma escolta de unidades do Embraer BEM 312 Tucano da Esquadrilha.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

O motor usado no Fiesta hatch importado era um 1.3 Kent Endura-E, dotado de injeção eletrônica monoponto, quatro cilindros e oito válvulas. Ele conseguia gerar 60 cv, a 5.000 rpm, e 10,3 kgfm de torque, a 2.500 rpm, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas.

Com este conjunto, ele tinha um dos melhores desempenhos do segmento, ficando atrás somente do Corsa 1.4. Ia de 0 a 100 km/h em cerca de 17 segundos.

Tinha um interior bem-acabado (com portas revestidas em tecido), mas seu design quadradão demais remetia aos carros mais antigos da Ford (como o Corcel II). Entre os recursos, direção hidráulica, ar-condicionado e rádio toca-fita eram opcionais.

Apesar de ser importado, o Fiesta europeu vendido no Brasil tinha preço competitivo. Era mais barato que o Gol GLi, mas mais caro que o Corsa GL 1.4 e o Uno CS 1.3.

Fiesta hatch agora brasileiro em 1996

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Foi em maio de 1996 que o Ford Fiesta hatch começou a ser produzido no Brasil. Com atraso mínimo em relação ao lançamento do modelo na Europa, o novo Fiesta hatch nacional começou a sair da fábrica de São Bernardo do Campo com direito a um visual reestilizado, novas versões de acabamento e uma gama com três opções de motorização.

A começar pelo visual, o então novo Fiesta hatch nacional recebeu formas ovais por todos os lados, como nos faróis, grade e lanternas.

A dianteira adotou faróis e grade (esta na cor da carroceria, ao invés de cromada ou cristal do modelo europeu) arredondados, tampa do porta-malas com formato mais abaulado, vidro traseiro mais amplo, novas lanternas também mais “rechonchudas”, entre outros.

Todavia, todo esse conjunto deu um aspecto triste ao Fiesta. Tanto é que ele recebeu o apelido de “Fiesta chorão”.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

As formas arredondadas se repetiam no interior, com painel totalmente redesenhado, novos painéis de porta e bancos exclusivos com espumas mais macias. Todavia, ele regrediu em espaço, com 2 cm a menos no entre-eixos (2,46 m) e um porta-malas de infames 198 litros, contra os 227 l do antigo, sendo o menor da categoria.

Haviam duas versões: uma básica com motor 1.0 e outra CLX com motor 1.3 ou 1.4. Entre os equipamentos, ele podia oferecer ar-condicionado, vidros e travas elétricas, rádio toca-fitas, entre outros.

O motor da versão de entrada era o 1.0 Endura usado no Fiesta europeu, mas com 51,5 cv, a 5.200 rpm, e 7,5 kgfm, a 4.000 rpm. Havia também o 1.3 litro, com 58,1 cv a 5.000 rpm e 10,2 kgfm a 2.500 rpm.

Porém, o destaque era o 1.4 litro, que oferecia 88,8 cv, a 5.600 rpm, e 12,5 kgfm, a 4.500 rpm. Ele contava com duplo comando de válvulas no cabeçote, bloco de alumínio e 16 válvulas. Era praticamente uma exclusividade na categoria (junto do Corsa GSi).

Fiesta hatch atualizado em 1999

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Na linha 2000, lançada em 1999, o Fiesta hatch recebeu suas principais mudanças. O visual ficou mais agradável e agressivo, graças aos novos faróis mais pontiagudos e a grade mais larga, além de lanternas com novas lentes e um painel de instrumentos com nova moldura.

O carro partiu para o conceito New Edge, lançado no Focus de primeira geração.

Uma das principais novidades, porém, foi a adoção dos novos motores 1.0 e 1.6 da linha Zetec Rocam, com comando roletado de válvulas. Eles eram nacionais e substituíram os antigos 1.0, 1.3 e 1.4 16V, este último importado.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

O Fiesta 1.6 estreou com 95 cv, a 5.500 rpm, e 14,1 kgfm, a 2.250 rpm, enquanto o Fiesta 1.0 tinha 65 cv, a 6.000 rpm, e 8,9 kgfm, a 3.250 rpm.

No ano 2000, o Fiesta Sport chegou como uma série especial limitada a 1.000 unidades.

Tinha para-choques exclusivos, grade dianteira cromada, rodas de liga-leve de 14 polegadas, pintura da carroceria na cor vermelha, detalhes prateados no interior e as duas opções de motorização (1.0 e 1.6).

Segunda geração do Fiesta hatch brasileiro em 2002

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Eis a geração mais popular do Fiesta hatch e a com maior duração no mercado nacional. A segunda geração do hatch da Ford chegou em terras tupiniquins em maio de 2002. A versão anterior, porém, se manteve em linha como Fiesta Street, a opção de entrada da gama (ele durou até 2006).

Vale ressaltar que o Fiesta hatch de segunda geração passou a ser baiano, com produção em Camaçari.

O modelo se destacava pelo visual bem mais moderno, como fruto do conceito New Edge Design da Ford. Se sobressaiam as formas com arestas mais ressaltadas e com harmonia entre linhas retas e arredondadas.

O Fiesta hatch de segunda geração foi lançado somente na carroceria quatro portas. Em comparação com o modelo anterior, cresceu 17 cm no comprimento (3,90 m) e 5 cm no entre-eixos (2,49 m). Além disso, era mais alto.

O espaço interno era claramente maior, acomodando com mais conforto o motorista e os demais ocupantes. Fora isso, o porta-malas pulou para 305 litros.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Todavia, se o antigo era um primor em acabamento, o Fiesta hatch de nova geração decepcionava em tal quesito. O painel, por exemplo, era feito quase que totalmente por uma única peça plástica. Havia plástico duro por todos os lados, com texturas de gosto duvidoso, e uma pequena área em tecido nos painéis de porta.

Ele chegou em três versões: Personnalité 1.0, Supercharger 1.0 e Class 1.6, todas elas com motores diferentes. O primeiro usava um propulsor 1.0 Zetec Rocam de 66 cv, a 5.750 rpm, e 8,8 kgfm, a 2.750 rpm.

Já o segundo foi o primeiro carro brasileiro produzido em série a usar um compressor mecânico (uma hélice que simula uma turbina), com potência de 95 cv, a 6.000 rpm, e torque de 12,6 kgfm, a 4.250 rpm.

Entretanto, como este sistema usava a própria potencia do motor para entrar em ação, o desempenho do Fiesta Supercharger 1.0 na cidade era bastante sofrível.

Por fim, o terceiro contava com um 1.6 Zetec Rocam de 98 cv, a 5.250 rpm, e 14,4 kgfm, a 4.250 rpm.

Os preços eram os seguintes: R$ 18.990 para o Fiesta Personnalité 1.0, R$ 22.990 para o Fiesta 1.0 Supercharger e R$ 24.990 para o Fiesta Class 1.6.

No ano de 2004, o Fiesta hatch ganhou o motor 1.6 flex, agora com 105,2 cv com gasolina e 110,6 cv com etanol, a 5.500 rpm, e torque de 14,8 e 15,8 kgfm, respectivamente, a 4.250 rpm.

O Fiesta hatch 1.0 flex ficou para 2006, passando a gerar 71 cv com gasolina e 73 cv com etanol, a 6.000 rpm, e torque de 9,1 e 9,3 kgfm, respectivamente, a 4.750 rpm.

Primeiro facelift do Fiesta hatch baiano em 2007

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

No mês de fevereiro de 2007, a Ford apresentou aos brasileiros o primeiro facelift do Fiesta hatch baiano. O carro adotou mudanças significativas no conjunto frontal da carroceria como uma evolução do conceito Ford New Edge Design.

Entre as novidades, o então novo Fiesta adotou faróis com formato mais retilíneo e mais espichados para a parte superior, além de um capô redesenhado, nova grade com moldura mais reta e para-choque com tomada de ar mais ampla.

As calotas e rodas de liga-leve também foram renovadas. A traseira não mudou.

Já no interior, o painel adotou plásticos mais escuros, console central redesenhado, saídas de ar com um novo layout interno e novos encaixes das peças.

O painel de instrumentos ficou mais encorpado com a adoção de dois “copinhos” envolvendo o conta-giros e o velocímetro, além do marcador de combustível analógico. As portas ganharam uma maior área em tecido.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Outra novidade foi o tanque de combustível, que passou de 45 para 54 litros, aumentando a autonomia em 20% (segundo a marca).

Ele chegou por R$ 29.990 no Fiesta Hatch 1.0 e R$ 34.090 no Fiesta Hatch 1.6.

A Ford tentou ousar em junho de 2007 com o relançamento do Fiesta Trail (agora como versão e não mais como kit), para competir com o VW CrossFox e o Citroën C3 XTR.

Tinha apliques nos para-choques, estribos laterais, bagageiro de teto, logotipo nas portas e na tampa do porta-malas e rodas de 14 polegadas.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Já o interior trazia bancos revestidos com capa em Neoprene, pedaleiras esportivas em alumínio, soleiras personalizadas e jogo de tapetes em carpete escuro.

Havia itens como banco do motorista ajustável em altura, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, sistema de som com MP3 player, entre outros.

Seu preço era de salgados R$ 40.755 com motor 1.0 e R$ 44.885 com o 1.6.

Segundo facelift do Fiesta hatch baiano em 2010

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Em abril de 2010, o Ford Fiesta hatch ganhou, novamente, uma nova cara. As mudanças também se concentraram na dianteira da carroceria, agora com as formas da filosofia Kinetic da Ford, aplicada na nova geração do Fiesta que seria lançada posteriormente por aqui.

Na parte frontal, o carro adotou faróis mais angulosos e espichados (com acabamento escurecido na versão de entrada Fly ou prateado na topo de linha Pulse), conectados por um friso cinza com o logotipo da marca.

O para-choque foi preenchido por uma enorme tomada de ar, com o suporte de placa integrado, e os faróis de neblina nas extremidades.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Na traseira, as lanternas adotaram lentes mais transparentes, com acabamento interno escurecido ou cromado conforme a versão.

Já no interior, o painel recebeu acabamento prateado nas molduras das saídas de ar, no console central e nas maçanetas das portas. Além disso, ele adotou revestimento de tecido nas portas para todas as versões e painel de instrumentos com grafismos com efeito 3D.

Entre os equipamentos, as versões mais caras podiam oferecer ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, retrovisores elétricos, sistema de som com MP3 player, airbags e freios ABS.

O preço era de R$ 29.900 para o Fiesta hatch 1.0 e R$ 34.000 para o Fiesta hatch 1.6.

Chegada do New Fiesta mexicano em 2011

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Um ano após a estreia do Fiesta hatch com retoques visuais, a Ford anunciou a chegada da nova geração do carro. Batizado de Ford New Fiesta (para se diferenciar do modelo antigo), o carro estreou sob importação do México e totalmente novo.

Ele foi lançado depois do New Fiesta Sedan, que chegou em 2010.

Tinha um visual bem mais harmonioso, interior bem-acabado com material emborrachado no painel, centenas de novos recursos tecnológicos e motores mais eficientes.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Ele partia de R$ 48.950 e podia chegar a R$ 54.950 em sua versão mais cara.

O modelo mais completo oferecia sete airbags, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, rodas de liga-leve de 16 polegadas, bancos revestidos em couro, sistema multimídia SYNC com seis alto-falantes, entre outros.

Um dos destaques era o motor 1.6 Sigma flex, mais moderno que o do Fiesta Rocam, com 110 cv com gasolina e 115 cv com etanol, a 6.250 rpm, e 15,8 e 16,2 kgfm, respectivamente, a 4.250 rpm.

New Fiesta hatch agora nacional em 2013

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

No mês de abril de 2013, o New Fiesta hach passou a ser produzido no Brasil, mais precisamente em São Bernardo do Campo (SP).

Além da produção nacional, ele adotou um novo visual, com novos faróis, grade redesenhada em formato de boca e filetes cromados, para-choques retocados e novas rodas. O interior também adotou novos detalhes.

Além disso, ele ficou mais em conta em R$ 10 mil na versão de entrada, que estreou em R$ 38.990. Isso muito por conta do novo motor 1.5 Sigma Flex, de 107 cv com gasolina e 111 cv com etanol, a 6.250 rpm, e 14,8 e 15 kgfm, nesta ordem, a 4.250 rpm. A lista de equipamentos também ficou mais enxuta.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

As versões mais caras estrearam com o 1.6 Sigma TiVCT flex, com duplo comando de válvulas variável, capaz de gerar até 125 cv e 130 cv, a 6.500 rpm, e 15,4 e 16 kgfm, a 5.000 rpm, e com a opção do problemático câmbio automatizado PowerShift de seis marchas e dupla embreagem.

Os preços podiam chegar a R$ 54.990.

Em junho de 2016, ele ganhou o motor 1.0 EcoBoost turbo de três cilindros, dotado de injeção direta. Ele rende 125 cv de potência e 17,3 kgfm, a 1.400 rpm, e está casado ao câmbio PowerShift. Seu preço inicial era salgado, de quase R$ 72 mil.

New Fiesta hatch ganha uma nova cara em 2017

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

Pode parecer que não, mas o New Fiesta hatch com seu segundo facelift já tem mais de um ano de mercado. Ele chegou em novembro de 2017 com retoques sutis no visual, fazendo alusão à sétima geração que havia sido lançada na Europa na mesma época.

Entre as novidades, ganhou faróis com luzes diurnas de LED, uma nova grade com formato mais bem definido e detalhes internos pontiagudos, para-choques redesenhados, novas rodas de liga-leve e lanternas traseiras em LED com aplique cromado na versão mais cara.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje

O interior trouxe como destaque a central multimídia SYNC agora com tela sensível ao toque, Android Auto e Apple CarPlay, mas posicionada numa peça que mais parece uma TV de tubo no painel.

Além disso, ele adotou reforços no teto e barras de proteção nas portas para aumentar a segurança. Houve ainda um reposicionamento na gama de versões, sem a opção 1.5 flex, somente com o 1.6 16V e o 1.0 EcoBoost, este último agora partindo de R$ 69.790.

O preço inicial da linha era de R$ 56.690, podendo chegar a R$ 75.190.

Fiesta hatch: todas as gerações vendidas no Brasil, de 1995 até hoje
Nota média 4.8 de 4 votos

  • Domenico Monteleone

    O New Mexicano era um carrinho muito legal, mas acabaram com ele na tropicalização, foi na procura de um que tive o pior atendimento de compra na vida.

    • Good Doctor

      Independente da sua má experiência, esse é sem dúvida um dos melhores custo benefício do mercado de usados.
      Preços menores que da concorrência, seguro e manutenção barata.

      • Good Doctor

        Tive um New Fiesta Powershift Titanium 2014 que rodei 130 mil km de alegria nele.
        Tenho também um fiesta 1996 1.3 Endura que tá só com 50 mil km originais, tem cheiro de novo até hoje, só esperando tempo pra ganhar placa preta

        • Eu tenho uma tia de Brasília que teve um desse Endura. Mas não foi muito feliz com ele, não. Fundiu o motor em uma viagem para a Bahia com ele ainda novo. Como era importado, ficou parado mais de 90 dias aguardando a vinda de peças para reparar o carro.
          Mas ela gostou muito, mesmo com esse problema. Tanto que teve um Ka Image e um Fiesta sedã 1.6 já desses anteriores à geração atual.

          • Se não por óleo e água fundi mesmo.

            • Sabe tudo, hein… nem eu sei por que o carro fundiu, tu vai saber? Mas por falta de óleo e água é que não foi, pois senão por certo que a Ford não teria trocado o componente em garantia.

        • MauroRF

          Cara, se você me oferece seu Fiesta para venda, capaz de eu vender um rim para comprá-lo, kkkkkk. Tenho vontade de ter um Fiesta “tristonho” 1.3 ou 1.4 para guardar, passear um pouco aos domingos e colecionar. O acabamento desses Fiesta era ótimo. Vendi um GL 2000 (já era o Zetec 1.0) com 170 mil km que não batia nada.

          • Good Doctor

            Que nada, esses carrinhos são baratos. Se quiser vir aqui MG ver ele te vendo 20% acima da tabela..

          • Marcio Oliveira

            Eu também tive um desses e vendi em 2015 com 200.000km, motor perfeito sem nada pra fazer. Peguei um New que já está com 75000km

            • MauroRF

              O Fiesta antigo (o 2000, 2001 com o Zetec) era um tanque de guerra.

    • Andre Studart

      Pois tenho o meu nacional há 05 anos e sou super feliz com ele, estabilidade impressionante e nunca me deixou na mão – Só trocaria por outro, pena que nao tem mais outro..

      • Só quem dirigiu um Fiesta sabe o quanto ele é estável. Acho o sedan melhor ainda que o hatch

    • Emanuel Schott

      Problema dele é ser um banheirão apertado por dentro. O espaço é muito mal aproveitado. O Ka (menor por fora) consegue ser mais espaçoso por dentro.

      • Fernando Gabriel

        Ele é maior que o Ka, mas pra ser “banheirão” está muito longe. Aliás, é a única coisa do Ka (espaço interno) que é superior a ele, pois o restante, ele é muito mais carro que o Ka.

        • Emanuel Schott

          Certeza? O Ka tem motor, câmbio, multimidia.. tudo superior ao Fiesta.

          • Fernando Gabriel

            Com a certeza de quem teve um Fiesta 2014 e logo após um Ka 2015. Dirigibilidade do Fiesta é superior ao Ka. Multimídia do Ka veio ha pouco tempo, assim como no Fiesta. O Ka nao foi feito para ser melhor que o Fiesta, mas para ser uma opção mais barata e com maior Lucro para a Ford, já que ele é mais simples e vende mais. Nunca um Ka seria melhor que um Fiesta, mesmo porquê, sao de categorias diferentes , Ka é de entrada, Fiesta é um degrau acima, mas infelizmente foi abandonado pela Ford.

      • Piston head

        As pessoas não entendem o quanto a sexta geração do Fiesta é voltada para o design e para o motorista. O caimento do teto, que provoca reclamações no que diz respeito a altura para a cabeça, é um dos pontos marcantes no carro. O espaço interno é limitado não apenas pelo EE. O desenho do painel avança demasiadamente no habitáculo, o que joga o banco do motorista muito para trás. Pode reparar, o encosto sempre ultrapassa a coluna B. O resultado é um volante em posição muito convidativa para a condução e uma posição do assento que é difícil achar num compacto. Esses argumentos não deixam mentir, é tudo voltado para o design e para o motorista, sem entrar na questão mecânica. Não fosse por esses fatores talvez o carro não seria soberano na europa. Chega no Brasil começam a deturpar existência dos carros, ”ain fui viajar por 8 horas no meu Fiesta com 5 pessoas ar ligado e mais bagagem e foi um sofrimento”.

        • Vitorhugo

          Pois é, brasileiro acha que todo santo carro tem que acomodar bem 4/5 pessoas.

    • Nicolas

      Fiesta virou história, Ford acaba de anunciar o fim da produção com o fechamento da fábrica de SBC e abandona mercado de caminhões.

  • ocampi

    Tive os seguintes Fiestas:
    Geração 1999 motor 1.6 RoCam. Excelente carro rodei 150.000km sem problemas.
    Geração 2011 motor 1.6 RoCam. Considero mediano.Parecia carro de família.
    Geração New Fiesta 2014. Considero melhor de todos:.esportivo, econômico, design TOP, tudo de bom.
    Agora fico na dúvida se deixo ele como carro de colecionador ou vendo.

    • TchauQueridos

      A Ford errou feio no posicionamento do Fiesta.
      Visto que sempre foi um compacto de entrada desde o lançamento.
      Quando lançou o “New” colocaram status e preço de premium e deu no que deu…
      O Ka teve que assumir a posição de carro de entrada na nova geração e tomou seu lugar.
      Visto que o Ka antigo era um carro de nicho, apenas 2 portas e praticamente um sub.

      • Gabriel

        O New Fiesta sendo um carro de entrada tendo desde versão 1.0 aspirada básica até mais sofisticada 1.6 e/ou 1.0 turbo teria boa chance de dominar a categoria dos compactos (nem precisaria ter o ka.)

      • ocampi

        Sim foi mesmo. Provavelmente a Ford perdeu um cliente de décadas que falava bem do Fiesta (pois sempre tive boa experiência com Fiesta) mas com esse fim de linha desse jeito me dá medo continuar na Ford.

    • MauroRF

      Deixe-o como carro de colecionador. Eu faria isso.

      • ocampi

        Provavelmente sim o farei.

  • El Gato!

    Tive um 2009/2009 (do primeiro facelift), motor 1.0, adquirido para ser o city car da família naquele momento. Vendi em 2015, com 97 mil km rodados. Carrinho valente, robusto. Revisões sempre em dia, apenas troca de óleo, filtro e pneus, além das manutenções previstas.

    Único problema que apresentou foi uma falha no sistema elétrico, que por vezes acendia o farol quando se acionava a seta, e coisas do tipo. Foram feitos dois reparos, mas o problema acabava retornando depois de vários meses. Fora esse inconveniente, foi um excelente carro.

  • TheuAMG

    Infelizmente os tempos de ouro da Ford já passaram. Hoje é apenas 1 marca que depende basicamente de 3 carros : Ka, Ka Sedan e EcoSport. A Ford bateu o pé e falou q iria investir em SUV’S e Picapes mas até agora não se vê nenhuma movimentação (Pelo menos no Brasil). Poderia ter trago o Terrritory ( msm sendo chinês iria fazer sucesso no Brasil), Kuga/Escape, Everest, F-150 ( visto que até na Argentina ela irá ser vendida) e tantos outros SUV’S e Picapes que ela dispõe no mercado global de veículos. É uma marca lerda, com seu péssimo pós-venda, e que demora anos e anos apenas para aplicar um facelift em seus carros e uma eternidade para lançar novos veículos (Mustang). Triste fim para o Fiesta que já foi um dos melhores hatches do Brasil.

    • Good Doctor

      A Ford é muito lenta, apesar dos excelentes produtos demorou muito pra lançar o Ka AT, está demorando a lançar o sucessor da Ecosport com porta malas maior, já deveria a muito tempo ter lançado uma versão fechada da Ranger e chamar de Explorer

      • RodrigoABC

        Nisso concordo com você, por duas vezes o Ka deixou de ser comprado aqui (2015 e 2017) por falta de câmbio AT.

  • Alvarenga

    Esquece, o Fiesta ja era. Com o fechamento da fabrica de SBC ele morre junto no Brasil. Eu diria que quem comprou dançou, principalmente o Powershit.

    • MauroRF

      Acho que é mais o PowerShift, quem tem o manual acho que não dançará, pelo contrário, capaz que seja bem visto no mercado de usados.

      • Fernando Gabriel

        Também acho. Creio que seja a hora de adquirir um 0km com descontos do apagar das luzes.

  • Itamar

    Tenho um mexicano, ótimo carro e ótimo acabamento.
    Caiu de qualidade quando começou a ser feito aqui.

  • Robinho

    tive um Sedan Rocam, nunca me deu problema, msm o problema cronico de arrefecimento eu so soube depois de te-lo vendido, como vendi para o meu cunhado, avisei ele, que resolveu o problema – assim o período que esteve comigo foi um ótimo carro, tendo alguns pecados no acabamento – mas estava na média do concorrente. Uma pena o que a Ford fez com este carro.

  • Ricardo

    Só o segundo e o atual são bonitos, os outros são todos feios!

  • 4lex5andro

    O modelo 2010 era muito bom de guiar, boa altura pra dirigir, instrumentação bem legível, motor por acionamento a corrente, e boas respostas no trânsito urbano, apesar do câmbio de curso longo, comparado a Gol, Palio e Uno.

    Só o consumo que deixava um pouco a desejar, mas nada fora do comum.

    Good bye Fiesta, que a Ford volte a lhe trazer num futuro não distante.

  • Diego G. de Lima

    Esse 2013 e 2017 são esteticamente bonitinhos. Foi um dos primeiros carros que já traziam controle de estabilidade e tração quando ninguém falava disso. Uma central decente e um CVT teria casado bem, mas hoje jaz entre as várias cagadas da Ford.

  • Dod 2019 New Era

    “Feliz” deve ter ficado quem comprou um Fiesta espanhol e meses depois viu seu carro zero km ficar velho com a chegada de uma nova geração. A Ford desde sempre é letárgica demais, por isso nunca conseguiu ir além do 4° lugar no mercado brasileiro.

  • Andre Studart

    Tenho um NF 2014 1.6 manual, que carro.. Não tenho vontade de trocar por nenhum outro, sinceramente. A dinamica e diversão dele é coisa de outro mundo e a melhor parte é que nunca deu dor de cabeça nenhuma.

    • klaus

      dirigi um 2015, gostei muito!! achei a dirigibilidade bem próxima do Focus

      • Andre Studart

        Sem duvidas, te convida a dirigir, o carro é muito bom para curtir, realmente voltado para o motorista

  • Andre Studart

    Uma pena que a Ford não soube tocar o modelo no mercado nacional, modelo que com a tropicalização em 2013 chegou a ser o mais vendido do país e com preços iniciais bem legais – 39.990.

  • TIGOS

    Sinto saudade até hoje do azulão 2013 que tive.

  • Fernando Gabriel

    Tive um 2014 Vinho, excelente carro, dirigibilidade incrível, um dos poucos carros que de qualquer lado que se olhe, ele é bonito, Design bem acertado. Pena que irá sair de cena agora, acho ele muito superior ao Ka, apesar de compartilhar a mesma plataforma.

  • Joãozinho

    Fiesta Rocam 1.0: O carro mais lento que já andou pela face da terra

    • Unknown

      Isso pq você nunca dirigiu a Ecosport 1.0! kkkkkk

      • Fernando Gabriel

        Quem é das antigas sabe que Gol 1000 quadrado e Chevette Junior só andavam bem em ladeiras…kkk

        • MauroRF

          Hahahaha, o Gol 1000 quadrado foi o carro da autoescola onde tirei a carta em 1994. Aquela coisa não andava, e dizem que o Chevette Júnior fazia 0 a 100 em 15 minutos, kkkkkkk. O Escort Hobby 1.0 era o mesmo motor do Gol e também não andava nada, só embalando mesmo, rs.

        • guilherme

          Lembro do chevette mil com carro cheio, até terceira marcha parecia que ia, mas era a relação mais curta tentando compensar a falta de força do motor

  • Eduardo Edu

    Referência em dirigibilidade. Mas o povo quer Sandero, Ka e Gol.

    • Unknown

      O Ka até que tem uma boa dirigibilidade, por compartilhar a plataforma com o próprio NF. Troca ele pelo Ônix aí na sua lista. Kkk

      • Fernando Gabriel

        Apesar da mesma plataforma, a dirigibilidade de ambos tem um pequeno abismo. O NF é excelente nesse quesito.

        • Unknown

          Sim, o NF é muito superior, mas o Ka é melhor do que o Sandero, Ônix e Gol, neste quesito.

  • zekinha71

    O mais feio foi sem dúvida foi o Elza Soares, que deu uma caída no produto, pra depois lançar o New Fiesta.

  • MauroRF

    Tive um GL 2000 (1.0 Zetec) vendido com 170 mil km sem nenhum problema, um Street 2004 1.0 (“completo”) comprado zero por 20 mil reais na época e um Titanium 14/15. Todos foram excelentes (só vendi o Titanium por conta do câmbio, fiquei com receio da desvalorização porque o problema estava caindo na boca do povo, mas o carro em si era show de bola).

    A Ford, no meu entender, comete um erro grave deixando esse segmento. O Polo está aí para provar que há mercado. Mesmo este Fiesta atual, se a Ford trabalhasse bem os preços, colocasse o 1.5 de 3 cilindros e o AT do Ka/Ecosport, ele traria sim algum incômodo para a concorrência. Ou deveria fazer aqui a geração europeia atual, oferecendo versões com o 1.5 e/ou o Ecoboost 1.0. Mercado teria. Quem é um pouco mais chato com carro vai preferir o Fiesta e não vai aceitar o Ka, embora este tenha suas qualidades, como o espaço interno maior (isso para ficar dentro da marca). E o Ka Titanium ainda deveria vir mais equipado (não tem um mísero ar digital nessa versão).

    Enfim, já tive vários Fords, tenho um Ford hoje (Ecosport Titanium 2018, carro de que não tenho do que reclamar e não tive nenhum problema até agora, graças a Deus) gosto do acerto dinâmico de seus carros (em que pese a má montagem dos carros e o pós-vendas sofrível da marca), mas com esse monte de trapalhada da marca e com a falta de sinalização do que ela realmente fará aqui na América do Sul, muito provável que meu próximo carro não seja dela.

    Outra coisa é o fechamento da fábrica de SBC. Sim, eu sei que empresa não é instituição de caridade e visa lucro, mas, perante o mercado e para a imagem da marca, isso não é bom, sobretudo porque 3 mil pessoas vão para a rua. Eles deveriam ter feito esse processo de outra forma, sei lá, uma desativação mais gradual, oferecer transferência para a unidade da Bahia para um número X de vagas etc.

    Enfim, a Ford é que sabe o que faz com o dinheiro dela e no que investe. Se eles estão certos, só o tempo dirá.

  • Erick

    Esse último Fiesta 1.6 Sigma na estrada deve ser um foguete, um caça…
    E acredito que não seja beberrão demais.

  • Carlos

    Empresa mal administrada dá nisso.

  • Matafuego

    Parabéns pela ingerência, Ford do Brasil! Conseguiu acabar com um carro excelente para o segmento!

  • Taurus, Sierra, Escortinho, Fiesta 2002, Ecosport I, Fusion I… quando a Ford quer ela consegue tirar grandes coelhos da cartola que marcaram época, mas meu Deus, que facilidade eles têm para perder a mão no mercado…

  • filemon junior

    Eu tive um pequenino em 2001 1.0 Rocam, até então foi o melhor popular que havia comprado, muito completo pra época.Tenho vontade de ter um como “placa preta” quando chegar o ano correto pela legislação brasileira. Até o momento só os encontro em péssimo estado…

  • Felipe S. Rangel

    Lá se vai um excelente carro. Tive o prazer de ter possuído 03 Fiestas. E o meu carro atual é um New Fiesta. Que dirigibilidade! Esse carro foi um marco!

  • Vinicuis Willrich

    atualmente tenho um new 1.6 manual, peguei semi novo pelo preço de fipe em abril 2018, peguei muito barato visto que tinha pneus novos e ipva pago do ano, antes de comprar pesquisei bastante e na questão de valores, desempenho, itens de série e qualidade nao tem quem chegue perto. O carro anda muito por ser 16v precisa estar em rotação mais alta para o motor entregar tudo que tem, se andar de boa o carro fica muito econômico como um 1.0, estabilidade fora de série, freios excelentes, som original excelente, visual f*da, acabei de pintar as rodas do meu de preto brilhante deixou o carro bem “esportivado” kkkk todo mundo que anda junto elogia a beleza externa e interna, falam como anda bem e se impressionam com o consumo que digo que faz.
    Uma pena que a Ford fez algumas cagadas no carro ele certamente deveria ser lider no lugar do onix, que nao consigo entender como vendeu tanto, agora os modelos novos estão melhores e não tão feios mas um carro com nota 0 em segurança nao pode ser lider!
    Se o cambio automatizado tivesse logo sido trocado por um automático de verdade e o motor 1.5 dragon que hoje equipa o KA e Eco tivesse sido colocado no Fiesta quando ele começou a perder o gás, certamente teria se mantido muito mais tempo no mercado.
    É um carro subestimado e pelo pacote que entrega vale muito a pena, nao penso em me desfazer do meu tão cedo!

  • Baetatrip

    Pois é…..
    Grande carro se despediu do nosso mercado!
    Mae do amigo meu tem 1 Fiesta 2002 sedan comprou 0km, está beirando a 200.000km e o motor está redondo e nunca abriu, Zetec de guerra!
    É pena que o Ka+ ocupou o lugar do Fiesta, povo está preferindo carro de baixo custo, menos duravel!

  • Hodney Fortuna

    Uma pena! O New Fiesta era um dos mais belos da categoria. Erros da montadora não o fizeram o mais vendido do segmento. Tinha tudo para atrair consumidores!

    Lembrando a segunda geração do Fiesta brasileiro, o chamado Zetec Rocam, um dos piores em termos de desempenho era justamente na versão 1.0. Carro excessivamente lerdo nas acelerações e retomadas. O motor de 71 cv era muito mal dimensionado para o porte do modelo cujo peso chegava a 1 ton em ordem de marcha.

  • Piston head

    A propósito, alguém sabe dizer se é um fato que a produção do Fiesta hatch só foi para SBC pq se continuasse a importação do Mexico ultrapassaria aquela cota bizarra do super IPI?

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros para mais de 450 milhões de pessoas, por mais de 12 anos. Saiba mais.

Notícias por email