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Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos
Citroën C4 Pallas

Cerca de um ano após o seu lançamento em outros mercados, o Citroën C4 Pallas fez a sua estreia no mercado brasileiro.

No começo de agosto de 2007, os brasileiros conheciam o novo representante da marca francesa para o segmento de sedãs médios, que teve como a dura missão enfrentar modelos como Honda Civic, Toyota Corolla e Ford Fusion. Inicialmente, a meta da marca era vender 1.000 unidades do carro por mês.


Para conseguir chamar a atenção de quem não dava muita bola para carros franceses, a Citroën fez uma bela investida em marketing. A campanha de lançamento do carro envolveu diversas caixas de grande porte espalhadas pela capital de São Paulo.

Cada uma media 9 metros de comprimento por 6 metros de altura e tinha um isolamento acústico, onde os curiosos eram convidados a entrar para conhecer o lançamento.

Houve ainda uma ação com o ator britânico Kiefer Sutherland, protagonista da série 24 Horas, que apareceu a bordo do C4 Pallas pelas ruas de São Paulo. Por fim, um boato espalhado nas redes sociais falava que um asteroide de nome Pallas se chocaria com o planeta Terra – algo idealizado também pela Citroën.


Todas essas ideias mirabolantes para divulgar o novo carro refletiam parte da modernidade que o carro trouxe para o segmento. Para começar, o C4 Pallas era bem maior que os seus rivais, com 4,77 metros de comprimento, contra 4,48 m do Civic e 4,54 m do Corolla.

Isso sem falar do porta-malas de 580 litros, contra os 340 l do Honda e 470 l do Toyota.

E o C4 Pallas até que conseguiu vender relativamente bem. Em 2008 (o seu primeiro ano cheio), ele se posicionou como o quarto mais vendido do segmento, com 17.945 unidades vendidas, atrás apenas dos tradicionais Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Vectra e a frente do Ford Fusion, Renault Megane, Nissan Sentra, Ford Focus Sedan, Volkswagen Bora, Volkswagen Jetta, Peugeot 307 Sedan e Fiat Linea.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Porém, a partir daí ele viu suas vendas caírem bastante. O fechou 2009 com 12.020 vendas, 2010 com 11.945, 2011 com 7.250, 2012 com 3.919 e 2013 com 2.489 exemplares comercializados, segundo os dados da Fenabrave.

Citroën C4 Pallas – detalhes

Dê só uma olhada para as imagens externas do carro que ilustram esta matéria. O Citroën C4 Pallas tinha um visual muito bem resolvido e isso era um dos chamarizes do modelo. A dianteira da carroceria era marcada pelos faróis que lembravam um bumerangue, divididos pela grade cromada que evidenciava o duplo chevrón da marca francesa.

Já o para-choque do C4 Pallas tinha uma tomada de ar logo abaixo da grade e uma segunda tomada numa posição inferior, que abrigava também os faróis de neblina. O conjunto era finalizado pelo capô com diversos vincos que dava sensação de fluidez e harmonia.

As laterais do C4 Pallas tinham como destaque a ampla área envidraçada, com o teto em formato de arco e as janelas acompanhando o desenho. Havia ainda retrovisores fixados na lataria das portas e um vinco sutil que nascia no para-lama traseiro e terminava nas lanternas.

Por fim, a traseira mostrava que havia sim uma conversa com a dianteira. As lanternas predominante vermelhas se assemelhavam com os faróis e eram destaque na traseira. A tampa do porta-malas tinha desenho limpo, enquanto o para-choque trazia o suporte de placa e um friso que percorria toda a peça.

Todos esses detalhes eram distribuídos numa carroceria de 4,77 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,51 m de altura, com entre-eixos de 2,71 m.

As boas medidas refletiam num amplo espaço interno, em especial para as pernas dos ocupantes do banco de trás, além do porta-malas que aparentava ser um latifúndio com seus 513 litros – medida já oferecida por modelos atuais como Chevrolet Cobalt e Renault Logan, mas que na época era um diferencial.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

O C4 Pallas tinha também tampa do porta-malas com dobradiças pantográficas, algo quase inexistente nos sedãs de hoje em dia.

Ao abrir a porta, dava para notar que o C4 Pallas repetia as soluções modernas encontradas nas irmãs minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso, além do cupê C4 VTR. O painel era marcado pelo bom acabamento com materiais macios ao toque e, sobretudo, pelo quadro de instrumentos totalmente digital fixado no console central.

Uma exclusividade do C4 Pallas era o volante de dois raios com cubo central fixo. Ele era multifuncional e oferecia nada menos que 20 botões, utilizados para comandar uma série de funcionalidades do veículo, como o sistema de som, computador de bordo, piloto automático, recirculador de ar e até mesmo a iluminação da cabine. Havia também ajuste de altura e profundidade.

Até 2010, o C4 Pallas trazia ainda o conta-giros posicionado acima do volante, que passou a ser posicionado junto do restante dos instrumentos anos depois. Ele contava ainda com alguns recursos até dispensáveis, como um perfumador de ambiente que você dificilmente encontraria posteriormente o refil nas concessionárias para repor.

O sedã médio fabricado na Argentina ofertava ainda uma série de recursos. A versão mais cara do carro podia ser equipada com airbags frontais, laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade, faróis de xênon direcionais de dupla função, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, retrovisores externos com rebatimento elétrico, piloto automático, ar-condicionado automático digital de duas zonas com saída de ar traseira, entre outros.

Havia ainda freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS (antitravamento), EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) e AFU (auxílio à frenagem de emergência), controle de tração, sensores de luz e chuva, banco do motorista com ajustes elétricos, acabamento interno em couro, alarme, computador de bordo, sistema de som com Bluetooth e até Isofix para fixação de cadeirinhas infantis.

Apesar do visual e interior modernos, cabine espaçosa, porte avantajado e ampla lista de equipamentos, o C4 Pallas decepcionava por alguns pontos, como o câmbio automático de quatro marchas antiquado e problemático e também a alta desvalorização, que poderia chegar a assustadores 24% após um ano de uso.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Outra crítica era a respeito da suspensão excessivamente dura, calibrada de maneira não muito adequada para o território brasileiro e também frágil demais, que logo batia no fim de curso, além do isolamento acústico ineficiente da cabine do veículo.

Citroën C4 Pallas – novidades com o passar do tempo

Motor 2.0 litros vira flex

Em outubro de 2008, o motor do Citroën C4 Pallas passou a beber tanto etanol como gasolina. O propulsor 2.0 litros de quatro cilindros e 16 válvulas em sua versão flex foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Citroën para o Mercosul e inclui fase de teste com mais de 300 mil quilômetros rodados.

Para receber ambos os combustíveis, a unidade ganhou mudanças no mapeamento da central de gerenciamento eletrônico, reforço do cabeçote de válvulas e do coletor de admissão, adoção de novos pistões, bielas, bomba de óleo e de água, reprogramação do câmbio, entre outros.

Com isso, o 2.0 flex passou a entregar 143 cv com gasolina e 151 cv com etanol, e torque de 20,4 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm.

O C4 Pallas foi lançado nas versões de acabamento GLX e Exclusive, com preços de R$ 69.495 e R$ 74.995, respectivamente. Como opcional, ele podia receber airbags laterais e de cortina, faróis de xênon direcionais, assistente de frenagem de emergência, banco do motorista com ajustes elétricos, alarme, entre outros.

Havia ainda revisões com preços fixos, que variavam de R$ 295 para os 10 mil km a R$ 575 para os 60 mil km.

Linha 2009 com opção de câmbio manual

A Citroën lançou o C4 Pallas inicialmente somente com câmbio automático de quatro marchas. Porém, na linha 2009 o sedã médio passou a dispor da opção de câmbio manual de cinco marchas.

Ele era ofertado juntamente com o motor 2.0 flex de até 151 cv e 21,6 kgfm usado nas demais versões.

Na ocasião, o C4 Pallas manual foi anunciado com preço de R$ 61.420 para o modelo GLX e R$ 67.610 para o topo de linha Exclusive. A expectativa da marca é que ele respondesse por 30% do mix de vendas do sedã.

O modelo passou a contar também com sistema de som com MP3 e Bluetooth.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Linha 2010 com mudanças sutis

A linha 2010 do Citroën C4 Pallas chegou em junho do mesmo ano e trouxe pequenas mudanças. O carro passou a oferecer a nova opção de cor Gris Cendré (cinza) e perdeu o conta-giros sobre o volante, agora posicionado dentro do painel central.

Houve ainda a introdução de duas novas tomadas no painel, sendo uma USB e outra auxiliar para o sistema de som que já contava com MP3 player, CD player e conexão Bluetooth.

Preços reduzidos para desovar o estoque

Com o fim de linha se aproximando, a Citroën resolveu vender o C4 Pallas a preços promocionais. A versão GLX 2.0 com câmbio manual passou a ser ofertada por interessantes R$ 49.990. Com o câmbio automático, a cifra subia para R$ 52.990.

Já o Citroën C4 Pallas Exclusive, disponível na época somente com câmbio automático, podia ser encontrado por R$ 58 mil.

Fim de linha

Depois de pouco mais de seis anos, o Citroën C4 Pallas deixou de ser comercializado no mercado brasileiro. O fim de linha do sedã médio na planta de El Palomar, na Argentina, foi anunciado em maio de 2013.

Já o fim das vendas do C4 Pallas em nosso País aconteceu em junho do mesmo ano.

O C4 Pallas foi descontinuado para dar lugar ao atual Citroën C4 Lounge, que começou a ser vendido em setembro e se destacava pela opção do motor 1.6 THP de até 165 cavalos e 24,5 kgfm, acoplado a um câmbio automático de seis marchas, disponível na época na versão topo de linha.

Além disso, o Citroën C4 Pallas já não andava muito bem das pernas no segmento. Entre janeiro e maio de 2013, o modelo emplacou somente 1.364 unidades, contra 21.012 do líder Honda Civic.

Citroën C4 Pallas – versões

A linha do Citroën C4 Pallas tinha somente duas versões de acabamento, independente do ano/modelo. Confira:

Citroën C4 Pallas GLX: configuração de entrada, que trazia de série itens como airbags frontais, freios com ABS, EBD e AFU, computador de bordo, perfumador de ambiente, ar-condicionado manual, vidros, travas e retrovisores elétricos, direção eletro-hidráulica progressiva, rodas de liga-leve de 16 polegadas e sistema de som com MP3 player, Bluetooth e seis alto-falantes.

O GLX contava também com volante multifuncional, piloto automático, banco traseiro bipartido, faróis com ajuste elétrico, Isofix, apoio de braço central dianteiro e traseiro, volante ajustável em altura e profundidade, porta-luvas refrigerado, entre outros.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Citroën C4 Pallas Exclusive: agregava faróis com acendimento automático, sensor de chuva, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bancos revestidos em couro, faróis de neblina, ar-condicionado automático digital de duas zonas, retrovisores externos com rebatimento elétrico, retrovisor interno eletrocrômico, entre outros.

Como opcional para o Exclusive, havia airbags laterais e de cortina, alarme, banco do motorista com regulagens elétricas, faróis de xenônio com facho direcional e controles de estabilidade e tração.

Citroën C4 Pallas – preços

  • Citroën C4 Lounge GLX 2.0 MT: R$ 23.205 (2008) a R$ 32.373 (2013)
  • Citroën C4 Lounge GLX 2.0 AT: R$ 23.969 (2008) a R$ 37.285 (2013)
  • Citroën C4 Lounge Exclusive 2.0 MT: R$ 23.453 (2008) a R$ 26.154 (2010)
  • Citroën C4 Lounge Exclusive 2.0 AT: R$ 24.021 (2007) a R$ 35.074 (2013)

(valores com base na Tabela Fipe, obtidos em julho de 2018)

Citroën C4 Pallas – motor, câmbio e desempenho

Desde o seu lançamento, em agosto de 2007, o Citroën C4 Pallas foi ofertado exclusivamente com o motor 2.0 litros de quatro cilindros e 16 válvulas, com comandos de válvulas variável. Em seu lançamento, este propulsor bebia somente gasolina, com potência máxima de 143 cavalos, entregues a 6.000 rpm, e torque máximo de 20,4 kgfm, disponível a 4.000 rpm.

Com transmissão automática de quatro velocidades (que dispunha de modo Sport para tornar as trocas de marcha mais ágeis), esta unidade 2.0 litros a gasolina era suficiente para levar o sedã com seus 1.409 quilos aos 100 km/h em 11,7 segundos e fazer alcançar velocidade máxima de 195 km/h.

Porém, um ano depois, devido à demanda por sedãs médios com motorização flex, este propulsor passou a beber tanto etanol como gasolina. Houve mudanças no conjunto, como a adoção de novas bielas, pistões, bomba d’água e de óleo, alterações no mapeamento da central de gerenciamento eletrônico, reforço no cabeçote de válvulas e do coletor de admissão, reprogramação do câmbio, entre outros.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Com essas alterações, o aparato ficou mais potente. O motor manteve os mesmos números com gasolina, mas com etanol ele passou a entregar 151 cv e 21,6 kgfm, ainda combinado ao câmbio automático de somente quatro marchas. Os números de desempenho também melhoraram, com a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora agora em 10,9 segundos e velocidade máxima de 209 km/h.

Depois foi a vez da chegada do modelo 2.0 flex com câmbio manual de cinco marchas, para atender uma parcela de consumidores que não se dava muito bem com câmbio automático, sobretudo com uma caixa ineficiente para o porte e proposta do carro e também com certo histórico de problemas.

O C4 Pallas manual entregava desempenho superior. Ele era capaz de ir a de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos. Já a velocidade máxima era de 205 km/h.

Citroën C4 Pallas – consumo

Por conta do porte avantajado, o peso elevado e o conjunto mecânico não tão eficiente assim, o Citroën C4 Pallas não era um dos carros mais econômicos do segmento. Nem mesmo o modelo com transmissão manual era capaz de entregar bons números de consumo de combustível.

O sedã médio da marca francesa com caixa manual fazia 5 km/l na cidade e 7,9 km/l na estrada quando abastecido com etanol e 7 km/l e 11 km/l, respectivamente, com gasolina. Isso são os números divulgados pelo fabricante, que na maioria das vezes são bem otimistas.

Já com a transmissão automática, o C4 Pallas entregava médias de 4,8 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada com etanol e 6,7 km/l e 10,5 km/l, respectivamente, com gasolina.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Citroën C4 Pallas – manutenção e revisões

No ano de seu lançamento, o Citroën C4 Pallas foi arduamente criticado pelos proprietários devido à manutenção com preços acima da média. Por conta disso, a marca tratou logo de oferecer um programa de revisões com preço fixo até os 60 mil km, que inclusive era oferecido até pouco tempo atrás.

Como exemplo, em 2009 a revisão dos 50 mil quilômetros do sedã médio podia ser paga em três parcelas de R$ 148.

Se você estiver planejando comprar um C4 Pallas, a recomendação é fugir do primeiro lote importado da Argentina, que contam com o 12º e o 13º algarismos do número de chassi formados pelo número 51 ou 52. Esses modelos, de acordo com pesquisas, podem apresentar falhas e superaquecimento do motor por conta de problemas nas juntas da tampa do cabeçote.

Fora isso, o câmbio automático de quatro marchas da geração que equipa o modelo da Citroën é conhecido pela sua imprecisão e possíveis travamentos.

Por fim, se você um dia deixar a bateria do C4 Pallas descarregar, saiba que será preciso chamar um guincho e encaminha-lo até uma oficina. Lá, os mecânicos irão efetuar o “telecarregamento”, devido ao “trancamento” das configurações do carro por conta do bloqueio da injeção e do código do transponder da chave.

Citroën C4 Pallas: o sedã que cativou pelo espaço e recursos

Citroën C4 Pallas – ficha técnica

Motor

2.0

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.997

Válvulas

16

Taxa de compressão

10,8:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

151 cv a 6.250 rpm

Torque Máximo

21,6 kgfm a 3.000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e disco sólido (traseira)

Direção

Tipo

Eletro-hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de liga-leve de 16 polegadas

Pneus

215/55 R16

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.770

Largura (mm)

1.772

Altura (mm)

1.515

Distância entre os eixos (mm)

2.712

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

427

Tanque (litros)

60

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.398

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

Não divulgado

Citroën C4 Pallas – galeria de fotos

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Nota média 4.5 de 2 votos

  • Paulino Lino

    Com certeza pra quem precisa de MUITO espaço interno, porta malas grande e não liga muito pra consumo, a versão manual é uma excelente opção na faixa dos 25k (2009/2010). Já a versão automática consome muito combustível (como a maioria dos carros 2.0 AT do mercado).

    • Unknown

      A manual tbm consome muito combustível! kkkkk

      • Paulino Lino

        Com certeza porque não tem referência de carro 2.0 nessa faixa de ano que seja econômico, mas consome menos um pouco do que a versão automática.

        • Unknown

          Consome um pouco menos do que a versão automática e muito mais do que a maioria dos outros sedans 2.0 dos mesmo anos de fabricação!

  • Ricardo

    Mas é feio!

  • fschulz84

    Me lembro na época que este, além do Civic G8 e o Mégane me fizeram passar a olhar sedans médios com outros olhos… Antes eu nem tinha interesse…

  • Supernescau

    Tive dois: ótimo carro, muito à frente do seu tempo. Ele realmente tem alguns problemas crônicos e conhecidos, mas grande da sua rejeição vem de “achismos” ou “ouvir falar”. Porém é aquele carro que você tem que comprar muito barato, porque a revenda dele é horrível.

    • el punidor

      Não tem nada de achismo, tive um comprado zero e é uma bomba nuclear!!! Ou Vc acha q a revenda indecente é sem razão?

      • Todo carro tem relatos positivos e negativos. Comprar um bom produto é questão de sorte: você deu azar com um carro defeituoso e o rapaz acima deu sorte com duas unidades boas.

        • el punidor

          Yuri, a revenda e reclamações do mercado falam muito.

          • Natán Barreto

            Importados tem revenda ruim, é normal. Todos sabem que existe preconceito contra os franceses, mas a revenda reflete isso, não reflete necessariamente que o produto é ruim.

            Vários Volvo S60 2012 aqui no Rio já estão a menos de 50 mil reais enquanto os concorrentes do mesmo ano custam até 20% a mais. E sabemos que o produto não é ruim.

            • el punidor

              Não é considerado importado, era Mercosul , Argentina. Se fosse assim a Hilux não teria ótima revenda, vem de lá também.

        • Mas ao comprar um carro 0 km você precisar de sorte para não ter problemas nos primeiros anos é complicado . Entendo que todo carro pode dar problemas, mas as vezes você entra em um site de reclamações e percebe que o carro com mais reclamações é o menos vendido, e o mais vendido possui menos reclamações. Ou você chegar no mecânico explicando o problema do teu carro e ele simplesmente responder, isso é normal essa semana já peguei 4 carros do teu modelo com o mesmo problema. O ideal seria poder quantificar esses problemas

          • Jason

            Esse é o grande problema de quem tem o Pallas principalmente comprado de segunda mão e com a manutenção não em dia, levar no mecânico da esquina, esse tipo de carro deve ser levado apenas em concessionárias autorizadas da marca, evita que façam besteira, tive um por 8 e nunca tive problemas nem pneu furou, o carro é TOP mas precisa de dono.

            • Ricolor – Brasília – DF

              Concordo com vc Jason. Tenho um GLX manual que adquiri em dezembro de 2010. Moro em Brasilia e aqui ele faz 10 – 11Km/l (só abasteço com aditivada). Como somos obrigados a andar a 60 ou a 80 Km/h e Brasília é bem plano… Na estrada vou muito para Guarapari e ele faz em média 11 – 13 Km/l andando a 110 -130 Km/h e dependendo do trecho. Se pisar forte ou ficar forçando o consumo aumenta muito realmente. Mas não é carro para ser forçado.

              Somente gastei em peças com ele na revisão de 70.000 Km Foram por uso mesmo como freios, amortecedores (eram ambos os originais ainda), batentes de suspensão, filtros e somente o disco de embreagem porque um rebite interno dele estava trincado e isto iria acabar dando problema a frente.
              Carro me surpreendeu e me surpreende até hoje. Os itens eletrônicos embarcados dele (coloquei um multimidia com GPS, TV e tudo) somente por agora tem coisas melhores. Até os anos 2015 nenhum chegava perto. Atendo celular pelo volante e faço ligações pela tela do multimidia.

              O bagageiro dele é excelente para viajar. Cabe muuuuita bagagem.

              Estou buscando um SUV atual para trocar e não vejo nenhum. A maioria ou é fraca de motor ou tem bagageiro pequeno ou então é muito caro. O que mais gostei foi a Equinox mas… gasolina premium e tanque de 60 litros para consumo de 10 Km/l na estrada? A da Volks é turbo 2.0 também mas… quase 200 mil.
              Vou ficando com meu Pallas mesmo que tá me dando um baita retorno financeiro ainda.

      • Fernando Dias

        Comprei o GLX 2009 manual e zero por 56 mil. Fiquei com carro cinco anos e nunca tive problemas, só revisões. Usava mais em viagens, e seu consumo era 12 km/l fácil na estrada com gas, andando à 120. Vendi ele por R$ 32.000, ou seja, depreciação de menos de 10% ao ano.

        • José Castro Neto

          Também tive um. Aliás, lá em cada ao mesmo tempo eram 4 Pallas.
          Eu tenho a maior saudade desse carro, vontade de ter outro se achasse um usado. Eu fazia na estrada 13 fácil com AC, era um Exclusive manual o meu, mono.

      • Supernescau

        Deve ser sorte então: tive dois ótimos Pallas. Tive outros dois péssimos sedãs, cheios de pequenos problemas e que foram diversas vezes para concessionária. E são dois modelos “queridos” pelo mercado e com ótima reputação na revenda.

    • Lucasss

      Amigo, você achava o acelerador letárgico? Temos um top 2011 aqui em casa e você tem que acelerar uns 70% pro carro sair do lugar. Cantar pneu? Nem se tiver óleo na pista. Carro passa uma puta impressão de peso.

      • Supernescau

        Não achava. Até o consumo na estrada era bom na gasolina: 12 a 13 km/l andando a 110 km/h. Na cidade fazia entre 6 e 7 km/l na gasolina.

  • Exótico, como todo Citroën.

    • Já foram… hoje, para o bem e para o mal, os Citroen estão bem comunzinhos…

  • saulo

    O carro era grande e só…..hj em dia nem a própria Citroen compra e se comprar irão te pagar R$8,00 + um café expersso (o pão de queijo é por sua conta)…kkk

    • Jason

      Pagaram 31900 no meu Pallas 2010 na troca pelo Lounge porém o meu carro era único dono tinha baixa quilometragem e era bem cuidado nos mínimos detalhes, mas concordo com você tem carros que eu não pagaria nem 50 centavos pois tem gente que nem deveria ter carro de tão relaxado no cuidado com o veículo.

  • Murilo Ramos

    Tivemos um 2009 top, um dos carros mais confortáveis que tivemos. Único problema que tivemos foi no amortecedor dianteiro esquerdo que foi resolvido no dia. No mais foram 105 mil km rodados, muitas viagens e o carro aguentou bem. Teve conhecido meu que ja não teve a mesma sorte e teve que trocar cambio uma vez e a suspensão 2 vezes.

    • Lucasss

      Amigo, que problema na suspensão foi esse? Temos um 2011 top aqui em casa e a suspensão tá batendo muito. A pista pode ser excelente mas se você passar por cima de uma moeda ele dá uma batida forte, como se tivesse algo solto.

      • José Castro Neto

        Vejas as bieletas e batentes de amortecedor.
        Os problemas de barulho estão aí.

        • Lucasss

          Vou me atentar a isso!

  • Paulino Lino

    Parabéns pela matéria NA! Achei bem interessante a dica sobre o 12º e 13º dígitos do número do chassi. Tenho conhecidos que pensam em comprar C4 Pallas e os informarei sobre este fato.

  • saulo

    Eu tive um prata…..ótimo carro, confortável, ótimo motor, câmbio com trocas rápidas, bom de curva e o mais importante, é um CITROEN, a revenda foi rápida e quase não perdi dinheiro.

    • leomix leo

      😎🤔🤔🤔

  • Edinaldo_Tapica

    O NA deveria mudar o nome para MA: Matérias Automotivas. Entro aqui faz uns sete anos, agora 60% é matéria requentada (de carros antigos, “histórias” superficiais e manjadas). Tá ficando chato …

    • leomix leo

      Eu sugeri uma matéria outro dia sobre o lançamento do Mustang e a resposta que obtive foi que focariam mais no mercado interno e e lançamentos em terras tupiniquins.

      • Edinaldo_Tapica

        Sinto falta de quando ele fazia os vídeos dos lançamentos de dentro dos carros mostrando os detalhes. Eber sempre foi muito pontual e preciso nesses vídeos. Depois passou pra outro colaborador, um moreno, não sei o nome. Já se tornou bem mais insosso e superficial…

      • Natán Barreto

        Eu sugeri falarem do Range Rover Velar do jogador do Flamengo que pegou fogo DO NADA na rua aqui no Rio e responderam que deve ser instalação elétrica ruim. E só.

        Tipo, um carro extremamente caro e luxuoso que acabou de ser lançado pega fogo espontaneamente e eles não acharam que seria motivo pra uma matéria.

    • Piston head

      O outro lado da moeda é que, se o Eber e equipe quiserem focar em ”notícias” do mercado nacional, vão ficar com desgosto, pq o mercado é caquético de novidades.

      • Edinaldo_Tapica

        Acho que essas matérias tem mais fundamento no motor de busca do Google, pra atrair novos leitores, mas estão exagerando na dose… Uma por semana beleza mas todo dia é dose. Pior, parece que o cidadão que assina, abriu uma caixa de Quatro Rodas e AutoEsporte velha e deu uma requentada no que tem nas matérias (que já são superficiais, ao ponto justamente de não compra-las mais…).

    • Wilson Junior

      Realmente ta faltando novidades e matérias com mais conteúdo….

  • Fernando Oliveira

    Minha esposa teve um prata Exclusive 2010/2010. Foi o primeiro carro da Citroen que tivemos. Sedan muito confortável, andava bem e tinha um porta-malas gigantesco. O que pesou foi o consumo exorbitante. Ela ficou com ele uns dois anos e não teve maiores problemas com o famigerado câmbio AL4 ou mesmo com a suspensão.
    Atualmente, está com o valor muito acessível no mercado de usados (já achei do mesmo ano que tivemos por R$24.000,00). Se fosse só um pouco menos beberrão, até pensaria em comprar um pra mim.

  • Gio

    Tive um Hatch 4p 2.0 Flex Automático. Fiquei com ele até os 80 mil km rodados. Além da manutenção normal, só troca de óleo do câmbio e dos amortecedores traseiros. Ótimo carro, deixou saudades.

  • Zé Mundico

    Em matéria de design e conforto, esse carro beira a perfeição e eu o considero um clássico.
    A qualidade construtiva é boa, mas infelizmente não foi feito para nossas condições urbanas e logística deficiente da Citroen. Enfim, uma barca que oferece o sério risco de afundar e levar o dono junto…..rsrsrsrs

  • el punidor

    Tive um , o Exclusive, comprei zero em 2009, inclusive com banco elétrico e faróis xenônio. Fui levado a compra-lo por ter se tornado flex, ganhando torque, pois o câmbio de apenas 4 marchas matava o carro somente a gasolina. A diferença no desempenho entre os combustíveis era notável. E também o que me atraiu foi a quantidade de equipamentos. E ai que morava o perigo. Não é questão de se vai dar problema, e sim de quando. Até a pintura deu problemas. Com 20000 km apenas não aguentei mais tanto ruído interno e de suspensão totalmente inadequada para o Brasil. Dianteira e assoalho raspam até ” no carpete da sala” .Extremamente gastão, lento, frágil.Digo com propriedade: não comprem essa bomba!! Eu já tive 26 carros na minha vida, sim, vinte e seis, e esse de longe foi o pior de todos. O Pallas e concessionárias formam uma dupla diabólica que vão minar sua paciência e saúde mental!

    • Caulazaro

      Infelizmente, você teve azar. Já conversei com vários proprietários de Pallas e sempre foi elogio ao carro.
      Deveria existir uma lei… se o comprador pegar um carro “zicado”, a montadora seria obrigada a trocar o veículo. Se já pagamos muito caro nos carros vendidos no Brasil, ao menos não deveríamos ter essas dores de cabeça.

    • Paulo

      Minha nossa. Hehehe. Eu frequentei o grupo desse carro no Facebook por curiosidade durante alguns meses. A quantidade de reclamações é absurda.

  • REDDINGTON

    Bonito.

  • fofis

    Trabalhei na PSA nessa epoca eTive um GLX manual. Era uma barca de tao grande, mas o meu nao deu nenhum problema em particular. Grande, confortavel, e ate nao achava tao ruim no consumo em estrada.Entretanto, logo apos o lancamento lembro-me que houve uma força tarefa a fim de manter o qualidade a niveis aceitaveis, pois realmente havia varias reclamacoes que nao ajudavam na imagem do carro nem da marca.

    • Razzo

      Esta força tarefa era efetiva ou apenas fachada ?

      • fofis

        era para valer, especialmente porque o Pallas seria ou era exportado, entao realmente havia uma preocupacao em sanar os problemas. acredito que tenha havido uma melhora geral.

  • Razzo

    O que chamava a atenção neste veículo é o design retrô, além do consumo exorbitante…

  • Carro a frente do seu tempo: bastante tecnologia e design sóbrio e harmônico (e ao mesmo tempo parrudo, pelo seu tamanho). Tinha controle de estabilidade, led, xenon direcional, ar duas zonas, painel digital, vários airbags… enfim, muita coisa que as vezes carro de hoje em dia não tem.
    O problema dele era competir com o New Civic, que esteve em sua melhor fase.

    • Tem um amigo meu que na época sonhava em ter um, só porque quem fazia a propaganda era o Jack Bauer, do seriado “24 Horas”, hahahahah!

  • ToyoHonda

    pessoal prefere Ford,GM,Fiat e Volks.

  • Jean Lehn

    Tive um Automatico GLX azul, fazia 9 na cidade de boa com gasolina , raspava a frente em tudo quanto era canto e passava em paralelepipidos parecia que ia se desmontar mais no alfalto lisinho era uma delicia, o problema e a bomba do AL4 vendi pois comecou a travar em terceira pensa num lixo de cambio

  • DGA

    Ele fazia 11 Km/l na estrada com gasolina só se estivesse sendo rebocado.

    • José Castro Neto

      O meu a 110 115 com AC , 3 ocupantes e mala, fazia 13,3 sem muita luta, e medido na bomba do posto,
      Eu rodava 700 Km em média pra daí ligar a reserva.

      • fofis

        concordo. Pelo menos o meu manual a 110 km/h era tranquilo fazer uns 12 na estrada.Ja o automatico sendo o AL4 com certeza o consumo sera bem pior.

  • leandro

    Hoje em dia vejo muitos rodando na mão de manolos pagando de malandrão da quebrada, com rodas enormes aro 20 prateadas que até dói a vista… deve ser o resto do resto…pq as rodas com certeza custam mais do que o próprio carro! kkkkk

    • Jason

      Também fico triste quando vejo isso os caras fazem essas “m” e depois vem reclamar e dizer que o carro é ruim outro crime cometido contra o carro é colocar GNV isso jamais deve ser feito se GNV fosse bom a montadora tinha feito.

  • Mayck Colares

    O único carro que sinto pena por ter sido tão mal tratado por seus donos e parar na mão dos manos

  • Mayck Colares

    Tive um c4 hatch 1.6 glx e foi o melhor carro que já tive até hoje, a sensação de nave e tecnologia dentro do carro não senti nem quando eu tive o Ds4 anos depois. Trocar as marchas quando o conta giros ficava vermelho era fantástico.

  • Ricardo Blume

    Revenda mais difícil que escreve Macaulay Culkin.

    • José Castro Neto

      Vendi o meu em 24 horas com 103 mil km, e que na te bela Fipe. 7% abaixo da tabela.

  • Natán Barreto

    Fomos comprar em 2008 a versão GLX automática. Numa concessionária Citröen em São José dos Campos fizeram a 62 mil e ofereceram de brinde os bancos de couro, insulfim e, acreditem, tapetes(!!!).
    O carro era bem equipado, muito bem acabado, lembro que tinha até porta luvas refrigerado, mas minha família preferiu a versão Picasso.

  • Luis Fernando Pozas

    Afinal, 580l ou 513l para o porta malas?

  • riano rodriguez

    De graça é caro um desses hoje em dia

  • JCosta

    Bomba. Quem tem, quer vender. Quem não tem, não quer comprar.

  • Saulo Mendes

    Foi meu carro anterior. Justamente comprei em 2013 um GLX zero na desova de estoque.
    Peguei a versão manual.
    Ah, que acabamento, espaço interno. Só tenho elogios!
    Vendi com 99.000km ano passado e só troquei itens de desgaste. Nenhuma cor de cabeça.

  • gustavo

    O C4 Pallas AT do meu Pai esta com 280.000 KM, e ainda anda, eu dirijo as vezes, e é muito bom, pois só ando devagar mesmo.

  • Jason

    Comprei um zero em 2010 e estou entregando na troca por um C4 Lounge 2019, com certeza é um carro que vai deixar saudade, extremamente confortável e perfeito em tudo, não teve nenhum defeito nesses 8 anos de convivência, fiz todas as manutenções na concessionária e não nos mecânicos de esquina que usam peças “paralelas” a manutenção é cara mas vale a pena o carro é demais, tenho certeza que quem pegar o meu carro vai se dar muito bem pois o carro está perfeito, troquei porque quero um câmbio automático que o meu não tinha e achei o Lounge muito lindo e ainda com o DNA do Pallas, portanto um pouco dele ficará comigo no Lounge. Quem fala que o carro é ruim é porque ou não teve um ou não deu a manutenção correta e utilizou peças de baixa qualidade, ou não sabe dirigir pois tem pessoas infelizmente que literalmente destroem o carro tal a falta de cuidado e desleixo.

  • mjprio

    Uma vez fui dar uma carona pro meu comandante deixar o Citroen C4 VTR dele na css. Enquanto aguardava ele acertar o reparo fiquei passeando pelo show room. Sempre fui apaixonado pelo modelo. Ai o vendedor veio e me falou: “meu amigo vamos levar um desses, ta 49990!!!!” Eu ja estava quase seduzido, mas falei pra ele que prefiria a versao esclusive e , de fato ele me ofereceu por 61 ja com IPVA,emplacamento e pintura metalica, etc.. mas dai falei pra ele que iria pensar. Foi quando por motivo de trabalho, fiquei com um modelo desses pra deslocamentos a serviço de autoridade estrangeira e ao perguntar pro motorista da viatura o que ele achava ele me disse : “não Chefe, isso aqui e uma bomba!” De fato fiquei impressionado pois a viatura era bem cuidada, mas com 15 mil km ja acendia uma penca de luzes no painel, grilos e barulhos aos montes e ja havia visitado a css varias vezes. Consuno era 6 de pe leve, com aquele AL4 mequetrefe . Desisti da compra, ate porque depois como Oficial de gabinete eu trabalhei com viaturas honda e Toyota que além de serem muito confortáveis nao davam trabalho e eram econômicos. Ainda hoje tem algumas viaturas desse modelo, mas ja estao sendo alienadas por causa do consumo e da manutenção. E pra constar meu comandante deixou 3900 reais pela embreagem e um parachoque.
    Hoje acho o Lounge sem graça e genérico perto do Pallas

  • Augusto Brum

    Bons tempos esses quando a Citroën ainda vendia esse carro! Ele entrega até hoje muito requinte e inovação, coisa que o grupo PSA sempre procura entregar!

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