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Cruze x Vectra – As diferenças entre os dois sedãs da Chevrolet, quando um chegava e o outro terminava sua vida

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O Chevrolet Vectra encontrou seu fim por volta de abril de 2011, quando a produção do modelo foi encerrada e a Série Collection estava no mercado para vender as últimas unidades.



Em seu lugar, surgiu o Cruze, que apresentava uma proposta mais global e distante da filosofia Opel, da qual a GMB tinha mergulhado com sucesso nos anos 90 e abandonado aos poucos na década seguinte.

Ainda hoje muitos reclamam do fim do Vectra e outros gostaram da chegada do Cruze. Mas afinal, qual dos dois era o melhor? Essa é uma questão que envolve muitas coisas, especialmente a preferência pessoal de cada um.

Olhando em termos técnicos, um modelo substituiu o outro e só isso já indica uma aparente evolução tecnológica, embora isso também seja controverso, afinal temos dentro da própria GM o caso da Montana, por exemplo.

Cada um agrada seus donos à sua maneira e oferece vantagens e desvantagens dentro de seu pacote de equipamentos, acabamento e motorização. O Vectra Elite era a última opção topo de linha do sedã antes da chegada da série de despedida Collection. Quase ao mesmo tempo, muda-se a nomenclatura com o Cruze LTZ.

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Concepção

O Vectra nacional era uma evolução da segunda geração do modelo, produzida também no país. Como na Opel o modelo evoluiu para substituir o Omega, aqui a GMB fez uma adaptação que mais tarde foi vendida no leste europeu.

Com 4,58 m de comprimento, 1,72 de largura, 1,45 de altura e 2,70 de entre-eixos, o Chevrolet Vectra em sua versão sedã (havia o hatch GT) pesava 1.383 kg na versão Elite e tinha 526 litros de porta-malas, além de 58 litros no tanque.

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O Cruze surgiu em 2009 em nível global, sendo o primeiro sedã médio e principal produto internacional da GM. Fabricado sobre a plataforma Delta II, o modelo de origem sul-coreana tinha como ênfase sinergia das diversas praças onde a empresa estava presente para criar um carro para todos os mercados.

Medindo 4,60 m de comprimento, 1,79 de largura, 1,47 de altura e 2,68 de entre-eixos, o Chevrolet Cruze LTZ chegou com porta-malas de 450 litros e tanque de 60 litros, porém, pesando 1.424 kg. Nesses pontos, podemos notar que o Vectra Elite era mais leve e apresentava maior porta-malas que o Cruze LTZ. Porém, o novo sedã tem mais espaço interno.

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Motorização e performance

O Chevrolet Vectra Elite em 2011 já havia perdido há algum tempo o grande motor 2.4 e estava equipado apenas com o longevo 2.0 8V FlexPower, que entregava 133/140 cv a 5.600 rpm e 18,9/19,7 kgfm a 2.600 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. A transmissão automática tinha apenas 4 marchas.

Já o Chevrolet Cruze chegou com motor 1.8 Ecotec 16V com 140/144 cv a 6.300 rpm e 17,8/18,9 kgfm a 3.800 rpm (gasolina/etanol), tendo ainda transmissão automática de 6 marchas. Nesse caso, dá para notar um conjunto mais moderno e eficiente do sedã mais novo em relação ao anterior, que tinha no torque em baixa seu ponto alto.

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Em desempenho, o Chevrolet Vectra Elite ia de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos e tinha máxima de 189 km/h, mas com consumos urbanos de 5,4/7,6 km/litro e rodoviários de 7,0/10,0 km/litro, respectivamente com etanol e gasolina.

No caso do Chevrolet Cruze LTZ, a máxima era de 197 km/h com aceleração de 0 a 100 km/h em 11,4 segundos. Os consumos de cidade e estrada com etanol e gasolina eram de 6,6/8,6 km/litro e 9,1/11,8 km/litro, respectivamente. Nota-se que tanto em desempenho quanto em economia, o Cruze apresentava resultados melhores.

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Preço e conteúdo

O Chevrolet Vectra Elite 2.0 AT custava completo R$ 75.414 em meados de julho de 2010. O sedã executivo da GM vinha equipado com ar condicionado automático, direção hidráulica, airbag duplo, ABS, computador de bordo, sensor de chuva, rodas de liga leve aro 17 com pneus 215/45 R17, trio elétrico, banco do motorista com regulagem elétrica, teto solar, CD/MP3/USB, Bluetooth, retrovisor eletrocrômico, faróis de neblina, faróis com sensor crepuscular e regulagem de altura, sensor de estacionamento, piloto automático, volante multifuncional, bancos de couro, entre outros.

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Já o Chevrolet Cruze LTZ 1.8 AT6 chegou em 2012 custando R$ 78.900. O sedã global da GM em sua versão topo de linha oferecia ar condicionado, direção elétrica, multimídia MyLink com CD/MP3/USB/Bluetooth/GPS, retrovisor eletrocrômico, ABS, ESP, seis airbags, TCS, faróis de neblina, sensor de estacionamento, sensores de chuva e crepuscular, volante multifuncional, controle de cruzeiro, trio elétrico, bancos em couro, teto solar elétrico, rodas de liga leve aro 17 com pneus 225/50 R17, retrovisores com rebatimento elétrico, entre outros.

Os preços eram próximos e os conteúdos eram quase equivalentes, destacando-se multimídia MyLink, navegador GPS, rebatimento dos retrovisores e um pacote de segurança bem superior como vantagens do Cruze LTZ sobre o Vectra Elite. Este último tinha banco do motorista elétrico e ar condicionado digital, por exemplo.

Diante dos principais elementos apresentados por Chevrolet Vectra Elite 2011 e Chevrolet Cruze LTZ 2012, qual deles era o melhor? A resposta é você quem dirá.

Mais diferenças

Abaixo, segue algumas diferenças acrescentadas sobre os dois modelos, nos enviada pelo leitor Renato Andrade:

Revestimento do painel (acima do nível da tampa do porta Luvas) do Vectra era acolchoado, macio, é um outro tipo de material mais nobre (herdado do Astra). O do Cruze é aquele plástico rígido.

A abertura do Porta malas do Vectra é com dobradiças pantográficas e amortecedores, o que não ocupa lugar no porta malas. O do Cruzo regrediu e voltou a ser através de ganchos e molas internas, que pressionam as malas.

O Capo do Vectra tinha o suporte de um amortecedor, onde bastava você destravar e levantar, sem sujar as mãos. O Cruze retrocedeu e voltou a usar a velha vareta, onde você tem que erguer o capô e travar a vareta, procedimento menos moderno que o anterior, para um nível de carro desse preço.

As palhetas do para brisa do Vectra eram do modelo aerotwin, para gerar menor arrasto e ser mais silenciosa. Do Cruze voltaram a ser aquelas antigas e simples de ferro.

Os retrovisores externos do Vectra ( modelo 2009 em diante) tem a seta integrada, perdendo a luz no para lama, trazendo um ar de modernidade. O Cruze perdeu a seta no Retrovisor e voltou a ser integrada no para lama

Existe uma luz abaixo do retrovisor que acende ao destravar as portas via controle no Vectra, para iluminação do local, por alguns segundos. Não sei afirmar se no Cruze também existe essa função ou se também perdeu

As Portas do Vectra tinha um acabamento superior e com maior área de tecido ou couro, e não existia o Pino das portas. Era abertas ou fechadas através do botão central ou puxando a maçaneta com maior força. O Cruze voltou a ter os pinos nas Portas e o revestimento é menos generoso que o do Vectra

O Vectra vinha de fabrica com os Borrachões para evitar pequenas avarias nas Portas, de série. O Cruze só vem como acessório e é cobrado um valor muito elevado.

A antena do som do Vectra Elite era com desenho de tubarão, muito mais bonita e moderna. Do Cruze LTZ voltou a ser a velha convencional.

10º Todo Vectra com transmissão automática (modelo 2009 em diante) não necessitava segurar a chave para ligar o carro. Você dava um toque na chave e o motor carro fazia a partida automaticamente, sem precisar ficar segurando a chave até ligar.

Agradecimentos ao Carlos Henrique Franco Silveira pela dica e ao Renato Andrade pela colaboração.

  • MMM

    O Cruze sempre teve ar digital, diferentemente do que diz o texto.

    • Fábio

      Ar automático, e não digital.

      • Fernando Clemente

        É digital, o mostrador que não é exclusivo. Os dados são exibidos na tela da central multimídia ou do sistema de som que equipa a versão mais barata.

        • V8

          O que mais me chamou a atenção… É que a seção “Mais diferenças” só fala das diferenças a “favor” do VECTRA… heheh

      • MMM

        Ou você nunca entrou em um Cruze ou não sabe o que é um ar digital.

        • Fernando Clemente

          Eu tenho um, veja o comentário do Gustavo73, vai te ajudar.

          • MMM

            Fernando, acho que você respondeu para a pessoa errada. Eu também tenho um, com ar automático e digital. Por isso respondi para o Fabio.

            • Fernando Clemente

              Você tem razão. Desculpe!

      • Fanjos

        Nunca entendi muito a diferença.
        Explique por gentileza…. é serio :3

        • Gustavo73

          No digital, o grande diferencial não é os números mostrados por um display digital(viu Agile) . E sim a precisão no controle da temperatura que inclusive tem graduação de meio em meio grau, fora que hoje em um carro desta categoria deveria ser dual zone. Aonde motorista e passageiro dianteiro pod3m escolher temperaturas distintas. Quem tem uma companheira friorenta sabe que faz diferença. Em um automático ele é melhor que o manual, mas o controle é menos preciso. E a graduação é feita por uma escala visual.

          • Fanjos

            Mas o Ar condicionado do Cruze tambem sobe de meio em meio grau a partir dos 17 graus, esta certo que não da para escolher a temperatura diferente para os dois lados, mas da apra arrumar de pouco em pouco tambem

            • Gustavo73

              Sim o do Cruze é digital e mais preciso, só não é dual zone. Não é automático como o Fábio comentou. Já cometi este erro no passado, justamente por não ter um mostrador como na maioria dos modelos.

              • Fanjos

                Ahh mas agora eu entendi como funciona.
                Quanto a temperatura, a temperatura padrão no meu carro é sempre a menor temperatura disponível xD

                • MauroRF

                  No meu New Fiesta, fica quase sempre aparecendo “LO” no mostrador, rs. Abaixo de 15,5 graus, aparece “LO”. E minha esposa reclama, rsrs. Sou calorento, então, a primeira coisa é ver o LO aparecendo no mostrador, rs. No inverno, aí sim eu coloco mais.

              • V8

                Sempre rachei o bico com esse negócio de “dual zone” !

                Vamos fazer de conta que realmente seria possível manter 2 áreas com temperaturas diferentes dentro de um automóvel. heheh

                O dual-zone mais eficaz que já vi… É fechar a janelinha que leva vento para quem está com frio. kkkkk

                • Gustavo73

                  Vou te falar que faz diferença. Boa parte da sensação vem do frio que vem pela ventilação. Em um carro com dual zone existe uma diferença perceptível. Claro que não existirá uma barreira que faz o lado do motorista estar 10 graus a menos que o do carona. Mas faz sim diferença.

          • Lucas Salina

            Sim, creio que para ser digital não basta a tela, mas um controle preciso da temperatura por interface digital.

            • João Martini

              Eu pelo menos não ligo pra tela, ligo para o controle da temperatura. Na Jetta Variant, por exemplo, não tinha tela, mas o controle da temperatura era automático. Isso é o que importa. Ao contrário do Agile.

              • MMM

                João, aquela marcação 22.0 C não é a tela?

                • João Martini

                  Os comandos são “analógicos”, mas o ar condicionado é eletrônico. Por isso a CMM mostra a temperatura. Mas tem modelos de Jetta com o rádio do Fox e ar dual zone, e antes da VW mudar o sistema e colocar uma telinha em cada botão, tinha gente que falava que o ar não era digital. Pura bobagem.

                  • MMM

                    Ah tá, valeu! Não existe essa de comando analógico nesse caso. O ar é claramente digital automático de 2 zonas.

        • Lucas Salina

          Ar digital não possui botões analógicos, e além de programar a temperatura vc programa a velocidade. Vc seleciona a temperatura e velocidade. Isso o diferencia do a/c manual, no qual vc mexe na mistura do ar quente. No automático, vc programa apenas a temperatura e o aparelho ajusta a velocidade de acordo com a temperatura do ambiente, ele aumenta e diminui sozinho a velocidade do ar. Nem todo ar digital é automático.

          • Fanjos

            É o do Cruze não aumenta a velocidade ou abaixa a velocidade sozinho, não sei se me importaria com isso, o mostrador do Cruze tambem é digital vc vê na central do Som que mostra a temperatura em graus
            Mas é só isso a diferença?

            • MMM

              Fanjos, se o seu Cruze não altera a velocidade da ventilação é pq está com problemas ou vc está usando de maneira incorreta. Vc mantém a tecla “auto” pressionada?

              • Fanjos

                Ahhh então é para isso que serve aquela tecla? =x
                Nunca usei, como falei deixo como padrão velocidade 4 e 17 graus xD

            • Lucas Salina

              Acho que tanto faz onde temperatura é mostrada, acredito que a questão principal é como se comanda o aparelho.

          • MMM

            Lucas, ar digital não tem a ver com botões, que sempre serão analógicos. Sejam eles de apertar ou girar.

            Ar digital se refere ao modo que a temperatura é mostrada. Se a temperatura é mostrada em DÍGITOS, sejam eles em uma tela ou em uma escala, o ar é digital. Independentemente da maneira que você usa para ajuste-lo.

            Outra questão é do ar automático. Se vc ajusta para, por exemplo, 20 graus em um ar não automático, vai ficar saindo ar a 20 graus, independentemente da temperatura da cabine. Se vc fizer o mesmo ajuste em um ar automático, ele vai modular a temperatura e ventilação para que essa temperatura específica seja atingida.

            • Lucas Salina

              Sim, o ar condicionado digital tem a tela LCD que mostra a temperatura, os manuais não. O que eu quis dizer com os botões é a questão da interface. No meu entendimento, a interface de um ac manual é analógica, ou seja, aqueles botões são girados e o comando é enviado por cabos de aço (já desmontei um) de modo que o usuário seleciona manualmente a mistura ar quente/ar frio. No caso do ac digital, o usuário seleciona a temperatura e velocidade, e o comando dos botões é enviado por meio de placa PCB, como em controle remoto de tv. Considero digitais os botões com esse tipo de interface. E no caso do ac digital automático, existe a opção auto em que não se regula a velocidade, apenas temperatura.

              • Lucas Salina

                O agile ltz, por exemplo, possui uma tela LCD no ar condicionado, mas é um ac manual.

              • dougkmt

                No meu conceito, o AC pode ser manual OU automático, E digital OU analógico. Assim, é uma combinação das duas variáveis, que resultam em 4 possibilidades:
                1. Manual e digital (e.g. MB A200)
                2. Manual e análogico (grande parte dos carros populares e de entrada)
                3. Automático e digital (e.g. Golf Highline)
                4. Automático e analógico (não conheço qualquer exemplo)

                Então nem sempre vale a sua afirmação: “No meu entendimento, a interface de um ac manual é analógica, ou seja, aqueles botões são girados…”. Na minha opinião, o que vale pra diferenciar se é analógico ou digital é o seguinte:

                – Ligue o carro e o AC.
                – Regule a temperatura para 20º ou velocidade 4 (exemplo).
                – Desligue o carro.
                – Regule a temperatura para 18º ou velocidade 2 (exemplo).
                – Ligueo o carro de novo.
                – Se a temperatura estiver em 20º ou velocidade 4, seu AC é digital. Se a temperatura estiver em 18º ou velocidade 2, seu AC é analógico.

                Agora para diferenciar manual de automático, basta ter a função AUTO no AC, que é responsável por adequar o ambiente de acordo com a temperatura selecionada. Assim, se vc selecionar 20º e estiver 30º, a velocidade do ventilador tende a ser máxima e a temperatura mínima, e à medida que a temperatura ambiente interna for próxima de 20º, o sistema se encarrega de diminuir a velocidade do ventilador e adequar a temperatura do ar.

                Além disso, o AC pode ter o controle de uma zona, duas, ou mais zonas (lembro de 4 zonas pro C4 Picasso).

                Edit: revisando o texto, a alternativa 4 me parece incoerente, visto que a função AUTO necessita do controle digital do sistema de AC, é o que acho. Então acabam restando 3 possibilidades de combinação no início da minha argumentação.

                • mjprio

                  se nao me engano o do novo logan e do tipo analogico automatco

                  • dougkmt

                    Hum, pior que não sei também. Mas automático (Techno Pack Plus) com certeza é, rsrs.

          • Commenter

            Por botão analógico tu quer dizer que são os de girar? Pois se for, tem ar digital com este tipo de comando. Minha camioneta é dual zone, automático, digital e com os comandos de seleção de temperatura individuais e de girar.

            • Lucas Salina

              Tanto faz pressionar ou girar, o ac digital do civic tb são botões de girar. Mas a comunicação do botão com o aparelho é por placa e não por cabos.

      • João Martini

        Eu achava que o importante era o controle eletrônico da temperatura, e não se a temperatura é indicada por uma luzinha (como nos primeiros Jetta TSI) ou em uma telinha.

        • Lucas Salina

          Concordo, o importante é o comando e não a tela.

      • Rodrigo

        Tá sabendo bem.

      • V8

        AR “automático”: Apenas possui um termostato (Permite manter a temperatura num patamar escolhido)…

        E não seria nem AR digital… Apenas com controle (Ou mostrador) digital !

    • Alexandre

      E o Cruze sedã nunca teve teto solar como diz na matéria.

      • MMM

        Exatamente. Só o hatch LTZ que possui.

    • Gustavo73

      Mas é dual zone?

      • MMM

        Não, nunca foi.

    • 4lex5andro

      só pra resumir , o cruze é bem superior (desde o inicio) a esse astra sedan (aqui ‘apelidado’ de vectra pela gmb) ..

    • Thiago

      amigo meu tinha um manual, como eh que explica isso? ele pegou um com defeito de fabrica?

      • MMM

        Não tenho a mínima idéia, entretanto comprei um Cruze no lançamento, modelo LT, ou seja, mais simples e tem ar digital e automático.

        Provavelmente seu amigo não sabia utilizar o ar condicionado.

    • Revoltado

      Sempre teve ar automático, e nao digital

      • MMM

        Imagino que você acha que as informações digitais mostradas na tela, como temperatura, velocidade da ventilação e direcionamento são analógicas.

  • Edson Fernandes

    O Vectra desde a versão elegance se eu não me engano tem ar digital. Entretanto é de uma zona, enquanto o Cruze é de duas zonas.

    O Vectra é mais espaçoso, enquanto o Cruze tem um conjunto mais moderno (tanto de motorização como de segurança). O acabamento, sincerametne não acho que um seja superior ao outro, mas o visual do interior, sem duvida em minha opinião o do Cruze é muito mais moderno.

    Entretanto, essa modernidade custou ao Cruze: Ele deixou no estilo “cockpit” no qual te cobra espaço para os ocupantes da dianteira e possivelmente pela estrutura ser mais segura, ele é bem apertado atrás também.

    Se fosse comparar por escolha, possivelmente ainda seria o Cruze o escolhido por tudo que oferece. Se a necessidade obriga um carro espaçoso, talvez o Vectra fosse a opção. Entretanto, retirando o espaço interno, acredito que a escolha do Cruze seja a natural.

    • João Martini

      O Cruze não tem ar condicionado de duas zonas não. E ainda por cima perdeu o AQS.

    • thiago rodrigo

      o do cruze não é duas zonas, as ultimas versões do vectra expression ( nao lembro como escreve ) sairam com ar digital também, claro, na next edition, mas tinha um defeito horrivel, roda calotão e coluna B na cor do carro, tipico de carro popular

      • Chega_de_Ignorância

        eu gostaria que vendessem Civic, Corolla, Cruze, Golf, Jetta, Focus, tudo com calota e sem muita firula, obviamente custando menos
        mas com todos os equipamentos de conforto e segurança

        • mjprio

          como nos eua.

    • MMM

      Edson, só o porta malas do Vectra era maior. O espaço interno do Cruze é melhor.

      E o ar é digital automático no Cruze, mas não é de duas zonas.

      • Gran RS 78

        Lembrando que o Vectra tinha dobradiças pandográficas, muito mais práticas que as famosas pescoço de ganço do Cruze e da grande maioria dos sedans.

        • MMM

          Isso é muito relativo. Pra quem enche o porta malas, realmente deve ser melhor por não roubar espaço, entretanto o pescoço de ganso é muito mais seguro para quem tem crianças, além de ser bem mais prático quanto vc abre no controle remoto, pois a tampa sobe sozinha, coisa que não acontece com as dobradiças.

          • Gran RS 78

            Não deixa de ser muito mais prática as pantográficas, não roubando ou amassando malas etc.

            • MMM

              Por isso te disse que isso é relativo. Para quem utiliza o porta malas cheio, deve preferir as dobradiças. Pra quem não usa, mas prefere um dispositivo mais seguro para crianças ou prefere que a tampa levante sozinha, o pescoço de ganso é melhor. Independentemente de ser um item mais barato. Aliás, eu tive um Acura de 40.000 dólares que vinha com pescoço de ganso. Pra te falar a verdade nunca vi carros com dobradiças nos Estados Unidos, inclusive modelos mais caros.

              • Gran RS 78

                A maioria dos modelos tem o pescoço de ganso, pois é uma maneira de cortar custos, e geralmente esse tipo de corte de custo, independe da marca ser premium ou não. A diferença é que em modelos BMW e Mercedes, essas alças entram em um compartimento no próprio porta malas, o que não irá amassar as malas, mas mesmo assim acaba ocupando um espaço a mais no porta malas e claro é uma maneira de baixar os custos e a maioria dos clientes não irá notar isso.

                • João Martini

                  Na verdade acho que não se usa mais as pantográficas mesmo por causa da segurança. Pode ver que mesmo os alemães bem caros usam pescoço de ganço, mas embutidos. Série 3, Mercedes, Audis, Passat CC e até mesmo Fusion.

          • JCosta

            Qual a relação com a segurança das crianças? Não entendi.

            • MMM

              Pode parecer uma coisa boba pois teoricamente ninguém colocaria um dedo em uma dobradiça pantográfica, mas quando se trata de crianças, tudo é possível. Aliás, esse é o mesmo motivo de carros nos Estados Unidos não contarem com fechamento automático de vidros traseiros.

              • JCosta

                Interesante. Nunca tinha reparado na questão por esse ponto de vista. Obrigado.

              • mjprio

                rapaz acho que nem nos dianteiros tem

                • MMM

                  Tem sim, motorista e passageiro. E digo isso pq carros que tive nos Estados Unidos (meu ou alugados) tem não tem.

            • Rubem

              botar as pestinhas na mala quando estão fazendo muita bagunça..deve ser isso..kkkk

      • Daniel

        O vectra tinha farol dupla parábola, e o cruze é monoparabola… Antes tínhamos o astra (locomotiva) com projetor…

    • Debraido

      A comparação para sabermos se ganhamos ou perdemos deveria ser com esse:

      http://www.oopscars.com/wp-content/uploads/OPEL_ASTRA_SEDAN_4_DOOR-2.jpg

    • Allan Victor Kaiser da Silva

      Palio Sporting (melhor Hot Hatch do HUE) > Palio Fire > all

      • foi boa! kkkkkk

      • Raphael Duarte

        Ainda bem que alguém reconhece. rsrs

        • Saaa

          Raphael, era tu que tava falando isso do Palio Sporting ontem? Só queria avisar que o Allan foi irônico! (eu acho)…

          • Raphael Duarte

            Nem adianta insistir, só quem já deu uma acelerada é que sabe. E quando eu disse Hot Hatch, eu coloquei um adjetivo: Aspirado, e muita gente não percebeu isso.

          • Allan Victor Kaiser da Silva

            Claro q fui KKK

  • pedro rt

    o cruze e um carro muito bom mas ele deveria ter sido um substituto do astra nao do vectra, e o vectra deveria ter sido substituido pelo insignia ou o malibu ai sim seria mais digno e justo

    • Igor

      Cruze é uma categoria acima do Astra assim como o Malibu é uma categoria acima do Vectra e o Insignia ia matar o Cruze

      • Leandro1978

        Não, não é. Tanto Cruze quanto Astra são da mesma categoria, médios. O Insignia é maior que o Cruze.

        • Bruno Wendel Marcolino

          Astra médio? Sempre foi o compacto premium da GM e o Vectra o médio, tanto hatch quanto sedã.

          • Gustavo73

            Astra compacto premium??? O compacto da Opel era o Corsa.

            • Rodrigo

              Eu já cansei de explicar isso, mas tem gente que não (quer) entende(r)!

              • Gustavo73

                Juro que não entendo de onde vem essa idéia de Astra ser compacto.

                • riccorreasp

                  Você não entende? A culpada é a Chevrolet que chamou um Astra de Vectra e confundiu a cabeça de muitas pessoas que não se informavam sobre carros.

                  • Gustavo73

                    Também empurrou o Sonic como substituto do Astra. Mas é que talvez eu esteja velho. E tendo visto até o Kadett chegar não consigo ver desta forma.

                    • riccorreasp

                      Gustavo, eu também estou velho. rs Concordei totalmente com você. Apenas expliquei de onde surgiu essa dúvida na cabeça do consumidor. Sempre entre amigos e familiares preciso explicar o porquê da confusão.

                    • Gustavo73

                      Eu entendi, mas é tão natural pra mim. Na nossa época tivemos umas dúvidas parecidas . O Chevette morreu e veio o Corsa aqui no Brasil. Mas o verdadeiro sucessor do Chevette era o Kadett. Nome do Chevette na Europa.
                      Fora que os carros crescem se uma geração para outra. A primeira geração do Golf não era muito maior que a primeira do Gol que surgiu uma década depois mais ou menos.

                    • RyanSX

                      Fica a duvida porque o Sonic entrou no lugar do Astra como hatch compacto premium por isso quem não está entendido ou não viveu a época do Astra acha que ele sempre foi um Compacto Premium sendo que está ultima nunca existiu (coisa nova dos BRs).

                    • Gran RS 78

                      A GM tentou colocar até o Agile como substituto do Astra, ainda bem que não colou essa aberração.

                    • Gustavo73

                      O Agile realmente foi um remendo em vários sentidos. E até “enganou” alguns por um tempo.

                    • Rodrigo

                      Não se esqueça que no fim da vida do Astra, o preço dele era equivalente aos de Punto, Polo, C3, etc… Por isso, talvez, essa “confusão” de achar que o Sonic foi seu substituto, quando na verdade o Sonic foi genuinamente o primeiro “compacto premium” (sic!) da GMB.
                      O mesmo ocorreu com Corsa em seu fim de vida: havia unidades completas e 1.4 sendo vendidas pelo mesmo preço que Celta 1.0 completo, mas nem por isso podemos dizer que o Celta substituiu o Corsa…

                    • Gustavo73

                      Nos dois casos você lembrou bem a questão doa valores.

                    • oscar.fr

                      Acho que antes do Sonic o Corsa (aquele com lanternas na coluna) foi apresentado como uma espécie de compacto premium, ao menos pelos idos de 2002 o grande comparativo da QR era entre os dois compactos diferenciados Corsa e Polo que não eram tão pelados quanto os compactos Celta e Gol e nem tão equipados quanto Astra e Golf. Por muito tempo Polo, Punto e C3 fizeram as vezes de “compactos premium”, mesmo que o termo não se aplicasse. 208, C3 II e NF apenas deram continuidade a isso, mas hoje, grande parte das versões destes modelos apresenta preços similares a de compactos como Ka, Onix e HB20.

                    • Rodrigo

                      A GMB até tentou vender o Corsa como Compacto Premium, mas de premium ele não tinha nada… A começar pelo espaço interno, acabamento e, por fim, equipamentos (que ela pouco a pouco foi removendo). Nem luz interna temporizada ele tinha.

                    • Matafuego

                      O Sonic não era substituto do Astra. A GMB não tinha um hatch compacto premium para oferecer e por isso manteve a produção de duas gerações do Astra: O Astra G, chamado de Astra, era vendido a preço de hatch compacto premium e o Astra H, chamado de Vectra, era vendido como médio.

                      O Astra sempre foi um hatch/sedan médio.

                    • Gustavo73

                      Mas eu não disse que o Sonic era substituto do Astra. Quem disse foi a GMB ao lançar o Sonic. E como você pode ver abaixo eu sei que o Astra era um médio.

                    • Matafuego

                      Esse Disqus tá louco. A resposta não era p/ vc :)

                    • Gustavo73

                      KKKKKK. Acontece às vezes.

                • Leandro1978

                  Talvez pelos preços no final de sua vida, bem inferior aos médios da época e na mesma faixa dos compactos “premium” de então. Mas isso foi a solução da GM para mantê-lo em linha e trazer a geração seguinte, sem a necessidade de desenvolver um segundo modelo para ocupar o espaço. Muito comum por aqui.

                • Minerius Valioso

                  Seria pelo menos na Europa. Agora chamar de premium, é uma piada…

            • Bruno Wendel Marcolino

              a sim, esqueci do Corsa…
              então o Astra é tipo um meio termo, porque o Vectra sempre foi médio.
              Astra deveria ser tipo o Honda City ou Linea.

              • João Martini

                Astra era concorrente do Golf, ou seja, médio.

              • Gustavo73

                Não, o Astra sempre foi concorrente, de Golf, Focus, 306 e etc. Sempre foi um médio. O Vectra com o tempo cresceu, e sempre foi concorrente do Passat na Europa.

                • Bruno Wendel Marcolino

                  se li nos rankings brasileiros Vectra concorrendo com Civic e Corolla, a não ser que a GM tinha dois médios.

                  • Alessandro Lagoeiro

                    De fato, tinha. Assim como hoje a VW e a Fiat tem dois subcompactos.

                    • Gustavo73

                      A VW e Fiat não tem 2 subcompactos. Cada uma tem um. Up e Uno. A Fiat tem 3 compactos Palio Fire, Palio e Punto e a VWB tem 2 Gol e Fox. Já que segundo alguns o Polo definitivamente saiu de linha.

                    • Alessandro Lagoeiro

                      De fato, pensei uma coisa e escrevi outra. Obrigado pela correção!

                  • Petrucci

                    Ranking brasileiro colocava Linea como médio…

                    A Fenabrave, por exemplo, coloca o Focus sedã como COMPACTO e o Lancer como GRANDE – sendo que o Focus é maior do que o Lancer. Nos MÉDIOS, ela coloca o FUSION.

                    Mas a maior aberração é: SpaceFox MÉDIA, ao lado de A4 e outras peruas…rs

                    • Rodrigo

                      O Punto também é considerado MÉDIO pra eles… Eu nem levo em consideração esse ranking.

                    • Gustavo73

                      Punto também é colocado como médio. E CrossFox conta por fora do Fox. Realmente é bem confusa essa lista.

                  • Deivid

                    Vectra e Astra eram médios que co-existiam.
                    Inclusive, o Astra ficou com a ‘caneca’ de hatch médio mais vendido durante muitos anos

                • Christian Balzano

                  Rodrigo Bruno Wendel Marcolino João Martini Gustavo73

                  A confusão se Astra é médio ou não é culpa da GM Brasil.

                  Vectra e Astra são médios, pois Astra e Vectra são os mesmos carros. Na Europa, o Vectra se chama Astra. É uma nova geração. A grande merda foi a GM Brasil trazer o Astra Europeu e te-lo chamado de Vectra.

                  Faça uma busca no Google Images por “opel astra 2008” e veja qual carro vai aparecer. O nosso Vectra!

                  Resumindo, a GM Brasil vendeu duas gerações do Astra, uma “nova” e uma velha. Separando de categoria e segmento.

                  Coloquei novo entre aspas, pois em 2010 a Opel já havia mudado novamente o Astra, deixando muito mais bonito. E a GM Brasil nunca trouxe para cá.

                  • Gustavo73

                    Calma o Astra e Vectra foram o mesmo carro na primeira geração. Depois seguiram caminhos diferentes. O Vectra era mais sofisticado tanto em características construtivas (suspensão multilink) como acabamento. Mas quando ambos no Brasil fivaram defasados frente a seus irmãos europeus. A GMB fez a bagunça que você falou. Lancou o Astra europeu aqui com o nome de Vectra. E manteve a antiga geração do Astra a venda.

              • Gustavo73

                City é um sedan compacto, nem a Honda fala o contrário. O Linea a Fiat tentou vener como médio que na verdade nunca foi. Sua plataforma deriva do Punto. O Linea estaria no máximo como o Cobalt.
                Para entender o lugar do Astra vamos voltar a primeira geração dele. O modelo qu foi vendido aqui e vinha se não me engano da Bélgica. Ele era basicamente um Vectra (o primeiro vendido aqui) hatch. Na época não exitia Astra sedan, e tínhamos uma SW. Que inclusive foi vendida aqui também. Quando a geração midou do Vectra, ele cresceu um pouco como acontece com todos os carros. Neste momento a Opel começou a separação de Astra e Vectra. S3us desenhos e tamanhos comecaram e ficar menos parecidos. O Vectra ganhou suspensão multilink, e o Astra manteve a por eixo de torção. O Astra sedan aparece em alguns países da Europa. E aqui também, nós perdemos a SW. Mas ganhamos a Zafira. Com o tempo nosso Astra e Vectra ficaram velhos “. Na Europa o Vectra perdia seu nome e definitivamente subia de categoria. Vejo o Insignia europeu que assumiu o lugar do Omega. O Astra europeu mudou antes do nosso. Mas chegou aqui com o nome de Vectra. Mantendo a antiga geração com o nome Astra.

              • Gran RS 78

                Não. O Astra é médio, e só para vc saber, o Vectra que a GM vendeu no Brasil apartir de 2006, era o Astra europeu.

                • Bruno Wendel Marcolino

                  sim, eu sei disso, mas sempre achei que o Vectra era o médio e o Astra era estilo Cobalt, um meio termo, mas pelo visto havia 2 médios na época.

          • Bruno

            O nosso Vectra primeira e segunda gerações foram carros do segmento D, atualmente liderado pelo Fusion. O terceiro Vectra não era Vectra e sim Astra Sedã e pertencente ao segmento C.

          • Leandro1978

            Astra é médio sim. Compacto era o Corsa. O Vectra C nacional nada mais era do que o Astra uma geração à frente.

          • Gran RS 78

            Astra sempre foi médio, concorrente de Golf e cia.

        • Fábio

          É Leandro, esse povo tá mais perdido que surdo em bingo. Mas isso é culpa da GM que naquela época pegou um Astra, chamou de Vectra, e ficou se achando a esperta.
          Vou ajudar:
          Sonic=Corsa
          Astra=Cruze
          Malibu=Insignia
          Claro que a Opel é “premium”, mas a plataforma é a mesma pra suas respectivas categorias.

          • Wilian Attrot

            Muita gente mesmo confunde essa salada de nomenclaturas, por culpa da propria GM.
            No meu entendimento sempre foi assim:
            Corsa: Compacto
            Astra: Médio
            Véctra: Grande
            Ômega: Seria algo como acima de grande, ou sedã Full Sise, como os americanos chamam.
            O Astra continua sendo médio, sendo que no brasil quem ocupa o lugar dele é o Cruze, até porque ambos compartilham a mesma plataforma.
            Quem realmente esta no lugar do Véctra é o Malibu (que tem como equivalente na Europa o Insígnea), sendo esse importado, e como não temos mais o Ômega, mesmo importado, o lugar dele esta vago, mas no lugar dele seria o Impala.
            Como já disseram acima, Véctra concorreria diretamente com Fúsion (ou Mondeo, quando ambos conviviam aqui no Brasil) e Ômega com Taurus.
            E Astra e Véctra sempre foram carros diferentes e de categorias distintas.

      • Felipe

        O Cruze é da mesma categoria do Astra.

      • Petrucci

        Cruze divide tudo com o Astra: mecânica (em 2009), plataforma, volante, painel, maçanetas, pára-brisas, entre eixos, etc… é o mesmo que Logus e Escort, ou Santana e Versalles…

    • Leandro1978

      Mas ele foi. O Vectra C era o Astra atualizado da época. Além disso, a vinda do “verdadeiro” Vectra C, obrigaria a GM a fazer o “Vectrastra”, uma vez que aquele estava acima deste. Lamento a não vinda do Malibu atual ou do Insignia, mas o “Vectrastra” existiria de qualquer jeito.

      • Navaman

        Se não me engano o “Vectrastra” usava a base da Zafira, que é a plataforma alongada do Astra.
        Voltando um pouco no tempo, o Astra foi substituto do Kadett, que, como você frisou, era um nível abaixo dos Vectra A e B.
        Foi a melhor fase da GMB, com carros similares aos europeus: Corsa – Kadett – Vectra – Omega.

    • Rodrigo

      Categoria toda bagunçada essa tua.. kkkk

  • pedro rt

    o natural a cada geracao e q cada carro suba de segmento e nao permaneça no mesmo, no brasil fazem sempre assim continuam no mesmo segmento… deveria ser como e na europa q sobem de segmento a cada geracao

  • thiago rodrigo

    por que colocaram a foto do painel do vectra elegance, já no cruze o LTZ? e esse painel do vectra é da primeira versão de 2006, essa NEXT edition o painel o grafismo dos mostradores eram diferente, claro, não querendo nem por perto dizer que o vectra é isso ou aquilo, mas que a traseira do vectra de longe é mais bonita que a do cruze, sem duvidas

  • Rodrigo

    Na verdade, esse Vectra é o Opel Astra piorado.
    Na Europa o último Vectra era um pouco diferente e foi substituído pelo belo Insignia.
    Ao meu ver, a GM errou feio em trocar a base dos seus veículos no Brasil, da Europa para a Coréia…

    • Fábio

      Como assim? As bases da Europa e Coréia são a mesma! O Cruze tem a mesma base do Astra europeu.

      • Leandro1978

        Ele deve estar se referindo ao Vectra C europeu, maior que o Vectra C nacional. Este era o então Astra atualizado.

        • Debraido

          Alias. O ultimo Vectra C europeu era muito feio.

          • Leandro1978

            E parece que não fez muito sucesso por lá (ou fez menos que as gerações anteriores)…

          • riccorreasp

            Em compensação, o Insignia… é dos carros mais belos já feitos pela Opel.

            • Debraido

              Eu particularmente gosto de toda linha Opel atual. Digo o design, a questão da qualidade não temos como saber. Só através da opinião alheia.

          • SDS SP

            Muito feio mesmo… Com aqueles farois que lembram os da Meriva.

      • Magdiel Henrique

        Porque o Cruze é de origem coreana amigo…. Daewoo Lacetti…

  • Eduardo Ávila

    Para mim a GMB está longe de oferecer um sedan médio que apresente um conjunto agradável, isso desde o Vectra B (substituído em 2005).

    • Rodrigo

      Bem longe né fera? Pra mim o melhor é o Línea.

      • Petrucci

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Petrucci

      Já guiou o Cruze? Se o motor não empolga, a direção é precisa como um cirurgião e direta como um soco do Tyson.

  • Fábio

    E que comece o chororô pela Opel!

    • Igor

      Tem que chorar mesmo, na época Opel a GM do Brasil era boa…

      • Fábio

        Era boa com ressalvas. O Omega levou uns 5 anos pra ser produzido aqui. Isso é muito tempo! (depois reclamam do Bravo que foi uns 4 anos). O moderno motor 3.0i foi substituido pelo defasado 4.1 do Opala. O Vectra cai no mesmo caso do Omega, levou uns 4 ou 5 anos pra ser produzido aqui e com motor já defasado (tirando o ótimo e moderno 2.0 16V 150 cv). Só o Corsa merece os parabéns. O Astra veio no tempo certo, mas com motorização antiga. O Omega era o carro mais moderno que fabricávamos aqui. Só que ele tomava um couro dos concorrentes alemães da Mercedes e BMW. Outra coisa: o Vectra B tinha problemas sérios de qualidade, e muitos não sabem até hoje claro, pois naquela época não tinha o fluxo de informações de hoje. Pra uns isso é uma surpresa, uns vão me xingar, outros vão concordar, mas acontece que hoje temos muito mais acesso a informações que antes.

        • Gustavo73

          Cara tanto Vectra como o Omega chegaram aqui com as gerações com intervalos bem menores do que você falou. E nenhum carro é perfeito e todos tem seus problemas e “características “. O Vectra por exemplo tinha no sistema elétrico seu calcanhar de Aquiles.

        • Petrucci

          Perdão, mas o Omega jamais tomou couro de BMW e MB.

          Inclusive, veja o Top Gear (antigão) com o Lotus “Omega”, e veja a opinião deles sobre o carro…

          O Omega foi o último grande carro vendido no Brasil, até a chegada do Golf 7.

          • Gustavo73

            Esse Omega Lotus tinha um biturbo em baixo do capô. Era um animal. E era sim um carrão. Olhando a categoria seria o mesmo que a VWB fabricar o Passat alemão aqui.

    • Gustavo73

      Olhe o Astra europeu seus equipamentos e motores, depois veja o Cruze. E já que a comparação foi com o Vectra, veja o seu substituto na Europa na época. Verá que o chororô não é sem motivo.

  • Fanjos

    Dirigi um pouco esse modelo de Astra (chamam de Vectra, que nojo) e realmente é um carro inferior ao Cruze, não tem o que discutir

  • Leandro1978

    O Cruze é melhor. Peca em alguns detalhes, como os faróis simples. Mas é superior ao Vectra. Este poderia ter continuado no lugar do Astra, que muitos chamavam de “Astrassauro” e depois ficaram chorando a sua “morte”. Ele poderia ter ficado no lugar em que o Cobalt ocupa atualmente.

    • Gustavo73

      A GMB trocou o Vectra por um Astra e o Astra pelo Sonic. Que depois foi trocado pelo Onix.

      • FaloNaCara ¯ _ (ツ) _ / ¯

        Que do jeito que as coisas andam na GM brasileira daqui a pouco será trocado pelo substituto do Celta, mais simples e com preço de compacto premium.

        • Gustavo73

          Se continuar vendendo bem…

  • Paulo Estevinho

    Matéria cheirando a mofo.

    • Louis

      Faltou o Monza na comparação.

  • Gustavo73

    Faltaram alguns dados como o fato do Vectra em questão ser na verdade é uma adaptação do Astra europeu. O Vectra na nesta época já tinha subido um degrau e estava acima do Cruze. Mas se olharmos os números as diferenças não são tão grandes como deveriam ser. Um modelo novo e um antigo.

  • V12 for life

    Alem do que foi dito, itens que toda a linha tinha e faz muita falta na atual, que nem o Cruze possui, é o sistema um toque nos vidros e alivio de pressão dos mesmo ao se fechar as portas.

    • Fanjos

      Um toque nos vidros tem em todas as portas ele tem, o trequinho de abrir o vidro para aliviar pressão eu nunca entendi, nunca fiz esforço para abrir a porta de nenhum carro que o vidro não desça o__O
      Para mim só serve para estragar o isulfilm recém colocado, meu amigo tinha um carro que fazia isso, acho que não desativou a porcaria, e enrugou tudo kkkkkk

      • DINEIROO

        Realmente, não vejo necessidade de abrir o vidro para fechar a porta… a não ser em projetos defasados que tudo é mal encaixado e duro!

        • Alessandro Lagoeiro

          Acho que a intenção é outra, e nada tem a ver com a qualidade de montagem de interior: Um Celta e uma Lamborghini tem o mesmo “problema” ao fechar a porta: O ar que está dentro dele. Aliviar esse ar diminui a pressão para fechar. Aumenta a resistência do conjunto.

          • DINEIROO

            Sim. Mas em carros mais elaborados, digamos assim, esse “problema” é mitigado!

            Nunca tive dificuldade em fechar um Cruze, Civic… mas outros carros mais simples realmente a porta dá mais trabalho para fechar. Por isso, a inclusão dessa abertura da janela em alguns modelos.

            • Alessandro Lagoeiro

              Como? Qual seria a solução de um Rolls Royce para tirar o ar de dentro? Só porque o preço é alto, não se pode ter soluções simples?
              Os caras vão bolar um sistema, com saídas específicas para o ar quando abrir a porta…. Custo de desenvolvimento, módulos que significam custo e peso… Que uma simples abertura de vidro resolve?

              • DINEIROO

                Feche a porta de um carro “superior” (um médio por exemplo) com os vidros fechados… depois feche a porta de um carro popular nas mesmas condições e saberá a diferença!

                • Alessandro Lagoeiro

                  Desculpa, você não respondeu nem com a ajuda do colega aí de cima. Se soubesse o dispositivo, porque simplesmente não disse? E a diferença que você fala em nada tem a ver com o dispositivo, e sim com o projeto do carro, da vedação, peso da porta. HB20 e up!, por exemplo, já são diferentes de Palio e Gol mesmo sendo a mesma categoria. Ar tem dentro de todo carro!
                  E desculpa, o carro que você teve problema de fechar a porta tinha problemas como batida, má montagem.., pois Celta, Uno, Gol, Clio e outros carros da linha de baixo em funcionamento normal não apresentam qualquer problema para fechar a porta. Muito pelo contrário, porque elas são mais leves. Eu já vi gente aqui mesmo reclamando da porta do Fit, mas não por um problema de projeto, mas provavelmente um problema localizado da montagem de alguns modelos ou da concessionária.

                  • DINEIROO

                    Só li a primeira linha… Tenha dó, irmão!

                    Passar bem!

                    • Alessandro Lagoeiro

                      E cuidado nos carros onde anda!

                • João Martini

                  Os carros que não tem a moldura em volta do vidro também alviam a pressão assim. Passat CC, Fusca, A3 Cabriolet..

          • Rodrigo

            Se você olhar por detrás do para-choques traseiro da maioria dos carros, encontrará um dispositivo parecido com uma persiana de escritório preso à carroceria. Esse dispositivo serve como uma “válvula de alívio” para deixar sair o ar interno (como você disse), do Celtinha ao Lamborghini (na vdd acho, pois nunca vi uma Lambo sem os para-choques :D ).
            O lance de abaixar um pouco os vidros de Astra / Vectra / Corsa existia porque a porta desses carros era muito pesada pra fechar… Não sei se por efeito psicológico ou característica do projeto.
            Tanto que tenho um Sonic e meu padrasto tem um Cruze e nunca sentimos falta desse “alívio de pressão”.

            • DINEIROO

              Exatamente isso… mas parece que o pessoal aqui não entende..

            • Alessandro Lagoeiro

              Lembrei que a Hoggar possui algo semelhante.
              Mas a solução dos vidros é barata e não vejo nenhum problema prático.
              E essa solução se não me engano, começou no Tempra.
              Mas a questão que coloco é: Você abrirá a porta do seu carro umas 5, 10, 15 mil vezes sei lá. Você já está programado para exercer uma determinada força, e quanto maior essa força, mais os componentes sofrerão. O quanto isso muda? Não sei, mas se você pegar essa diferença, mínima que seja, e multiplicar pelo número de vezes que uma porta é aberta, já teremos um número considerável. Levantando peso, você consegue ver a diferença entre levantar 2 quilos e 2 quilos e duzentos? Eu não consigo, mas são 10% de diferença. Quer um exemplo de como isso é na prática? A Ford tinha um grande problema de durabilidade das chaves do segundo Ká, que quebravam o cabo depois de um certo tempo de uso. Parte dele ter adotado a trava elétrica em um determinado ano-modelo foi para minimizar esse problema. Quantas giradas de chave uma trava elétrica economiza?

              • Rodrigo

                Você está certo! Lembrei que tive um Golf “sapão” que, após alguns anos de uso, deu problemas nas máquinas de vidro elétrico: o vidro simplesmente despencava, pois quebrava uma roldana (de plástico) que segurava os cabos que sustentavam os vidros. E sempre aconteciam nas portas dianteiras (que eram as mais usadas, no meu caso). O Golf não tinha alívio de pressão (nos vidros).
                No fim, o que resolveu, foi levar num auto-elétrico de bairro que adaptou uma roldana metálica (de outro carro) e nunca mais tive esse problema…
                Parece que fazem pra quebrar, mesmo.

                • Alessandro Lagoeiro

                  Engraçado que agora que você falou, que pensei em um efeito colateral desse dispositivo. Justo o desgaste maior dos itens do vidro-elétrico, pelo maior número de acionamentos!

                • Gustavo73

                  O Golf IV tinha esse problema crônico nos vidros elétricos mesmo.

      • João Martini

        Acho que isso ajuda na hora de fechar a porta, pra que ela feche por completo com menos esforço. Alivia a pressão do ar.

      • V12 for life

        Tem somente para fechar, falta o de abrir, e a dificuldade com as portas é ter que usar mais força que o necessário para fechar, ja que para abrir não existe bolha de ar para atrapalhar

    • Rodrigo

      Tem módulo que faz isso, só mandar instalar.

      • V12 for life

        Ja instalei, a questão paguei a mais por algo que vinha nos modelos anteriores sem custo adicional

        • Rodrigo

          Tirando a questão do alívio de pressão (que também acho desnecessário no Cruze), o automatismo para os vidros é item de série agora na versão 2015 (frente remodelada).
          Inclusive dá para abrir ou fechar os vidros pelo controle do alarme!

    • Rodrigo

      Everton trabalho na GM e vou te explicar.
      Primeiro, posso estar enganado, mas, vc nunca andou num Cruze… pois ele sim, tem o sistema de subida e descida do vidro com 1 toque. Em todas as portas, por sinal.

      Segundo que.. ele não tem o sistema de alivio de pressão baixando um pouco o vidro.. pois o sistema dele é diferente.. Ele tem o sistema mas não é feito baixando o vidro e sim com saída externa nas tubulações do próprio ar condicionado.

      Terceiro, esse sistema de abrir a porta toda hora ele baixar um pouco.. desgasta muito a máquininha de levantar o vidro.. tendo um uso mais contínuo, tendo que trocar mais rápido a mesma por desgaste.

  • Rodrigo

    Acho que o Cruze foi uma das evoluções bem-vindas da GMB. O Vectra já estava combalido e não mais fazia frente aos concorrentes nipônicos (Civic e Corolla). Ok, tinha seu público cativo (principalmente taxistas), mas de uma maneira geral não mais cativava.
    E, assim como o Agile, era uma colcha de retalhos de outros modelos (em especial, Astra, da qual herdava quase tudo), bem diferente daquele Vectra produzido aqui, alinhado com o Europeu, com suspensão traseira multilink e recheado de itens de conforto e segurança. Na minha época era sonho de consumo.
    Quanto ao peso, o Cruze pode ser mais pesado, mas boa parte disso é referente aos reforços estruturais necessários para um projeto global e seguro.

    • Gustavo73

      Discordo no caso do peso, cada vez mais projetos mundiais são mais seguros e mais leves. Golf e Classe C chegam a pesar quase 100 kg a menos que a geração anterior. E estão mais seguros.

      • Rodrigo

        Aí é que está Gustavo… A plataforma Delta II, pelo que consegui entender das rápidas pesquisas que fiz na internet (Wikipedia e Forums automotivos) é um aprimoramento da Delta I (que equipava versões do Astra anteriores, não lembro agora se a geração H ou a J).
        Diferentemente de seus concorrentes mais recentes (como Golf, por você citado) que nasceram de uma plataforma nova (MQB). Portanto, é o preço que se paga por “requentar” uma plataforma versus criar uma nova. Não sou especialista para afirmar se o uso de metais mais leves em uma plataforma “antiga” é viável, nesse aspecto.

        • Gustavo73

          Verdade, bem lembrado. Talvez possa usar metais mais leves e resistentes. Mas provavelmente não na mesma proporção de uma plataforma mais nova.

        • Petrucci

          A GM estava em crise, por isto lançou Cruze e Astra do jeito que deu.

      • Petrucci

        Sim, mas o Golf e a Classe C são projetos de 2012 e 2013, enquanto o Cruze foi desenvolvido em 2007, apresentado em 2008. Está, realmente, uma geração abaixo do Golf.

  • Alexandro Henrico von Mann

    Tanto o Vectra quanto o Cruze são derivados do Astra europeu, aliás, o Vectra nada mais era do que o Astra europeu com outro nome, e o Cruze é a versão “pobre” Chevrolet do modelo Opel.

  • Paulo

    Legal mesmo foi quando descobri que um carro nesse porte usa farol mono parábola, digno de carro popular com uma iluminação bem fraca. Os carros deveriam vir com faróis projetores, os quais ofuscam muito menos que os normais e sem contar na maior eficiência na iluminação.

  • Pimentel

    Obviamente o Cruze, como produto, é superior. O Vectra já vinha se arrastando por muito tempo sem atualizações técnicas. Entretanto, a matéria comete erros, tanto na descrição dos equipamentos como também no momento em que tenta colocar o Cruze como superior por possuir mais equipamentos.

    Em termos de projeto, o Vectra é muito superior, pois era mais leve, com maior espaço interno e porta-malas e apresentava um design bem mais marcante na época em que foi lançado. Outro erro da matéria foi dizer que o Cruze tem mais espaço interno, o que não é verdade. Tanto na frente, onde o console central do Cruze rouba parte do espaço, como atrás, onde o Vectra apresenta maior vão para as pernas, o projeto antigo superava o novo.

    O acabamento do Vectra, deixando de lado sua aparência já antiquada, devido a idade do projeto, também era superior.

    Digamos que um Vectra com conjunto mecânico e pacote de equipamentos do Cruze, além de uma atualização no design interior e exterior, seria bem superior ao Cruze.

    Ou seja, o problema do Vectra era a sua idade, pois estava abandonado há séculos pela GM. Entretanto, o real concorrente do Cruze, hoje, seria o Opel Astra, que também é bem superior àquele.

    • João Martini

      Achei o comparativo bem inadequado. Fica claro que, considerando cada um em sua época, o Vectra era muito mais carro compardo aos concorrentes. O Cruze já não tem muito destaque, embora também não seja ruim.

      • Rodrigo

        Acho que depende muito do aspecto considerado… O Cruze pode não ser um carro “lindo” em termos de desenho, nem chamativo, muito menos trazer o status que o Vectra tinha, mas só o fato de oferecer ESP e 4 airbags de série a partir da versão mais básica, além de projeto e powertrain atuais, já o deixa numa condição muito mais favorável que seu antecessor, denotando a evolução.

  • Debraido

    NA façam a comparação com o Cruze e o atual Astra Sedan vendido na Europa.
    Ai sim saberemos (já sabemos) se ganhamos ou perdemos com o fim da linha Opel no Brasil.

    Em equipamentos de segurança e tecnologia é logico que o cruze foi uma evolução, seria surpreendente se não fosse. Porem em relação ao luxo e acabamento, foi clara a regressão. (minha opinião)

    • Petrucci

      ahuahuahuahuahu

      O Astra, em 2008, chegou com este mesmo Ecotec de entrada. Porém, hoje, tem motores muito melhores.

      Não precisa nem fazer Cruze vs. Astra: Faça Cruze GMB contra Holden Cruze ou Cruze GM China (1.6 turbo de 200 cv e 30kgfm, além de suspensão Z-Link – Watts)…

      • Debraido

        As montadoras instaladas no Brasil são as campeãs em fazer isso. Trazem a casca nova e continuam com a mecânica velha. Más é disso que o brasileiro gosta. Fazer o que?

  • ViniciusVS

    Eu Acho o Vectra bem mais sóbrio e elegante,poderiam ter mantido em linha e adotado na nova geração/facelift as versões LS LT e LTZ em troca dos antigos Advantage, Elegance e Elite

    -Ar condicionado digital e dual zone em todas as versões
    -Cambio Automatico de 6 marchas ou CVT
    -um motor mais moderno e econômico
    -direção elétrica progressiva
    -DRL
    -Xenon para a versão LTZ
    – 2 AB para a LS, 4 AB para a LT , 7AB para a LTZ
    -Central multimídia com camera de ré para todas as versões
    -Farol e Lanterna de Neblina para todas as versões
    -Controle de cruzeiro para todas as versões

    Versão SS com o motor 1.4 Turbo e opção de cambio Manual e apenas para a versão Hatch ( usando os mesmos equipamentos da versão LT )

    Entre outros equipamentos…

  • Edgar

    Para começar a conversa, o que se chamava de Vectra aqui no Brasil nesta ultima geração era na verdade na Europa o Astra!!! Resumindo, comprava-se gato por lebre!

  • Gran RS 78

    Uma correção nesse texto: O Vectra Elite sempre teve 4 air bags e não dois.

    • 4lex5andro

      e outro momento ‘lapso’, no texto, no ultimo paragrafo:

      “Em seu lugar, surgiu o Cruze, que apresentava uma proposta mais global e
      distante da filosofia Opel, da qual a GMB tinha mergulhado com sucesso
      nos anos 90 e abandonado aos poucos na década seguinte.”

      dá a entender que a chevrolet iniciou a venda de modelos ‘opel com gravatinha’ com omega e vectra, só que nao ..

      o opala e o chevette já eram opel fabricados pela gmb, isso na decada de 70..

      • Gran RS 78

        Verdade. Acho que a matéria mencionou que todos os modelos da GM nos anos 90 eram da OPEL, inclusive com lançamentos quase simultaneos com a Europa, um exemplo disso foi o Corsa em 94, que foi lançado no Brasil somente depois de 4 meses do lançamento mundial do modelo. Bons tempos aqueles…

        • Gustavo73

          Se a GMB tivesse conseguido prever as vendas desse Corsinha no lançamento, e que ele na época tivesse tirado a liderança do Gol quadrado. Nem que fosse só em 94. Acho que nosso mercado de compactos seria diferente hoje.

  • zeuslinux

    Eu acho o Cruze melhor do que o Vectra 2.0 citado, mas inferior ao Vectra 2.4.

    Os motores antigos 8v eram mais torcudos e isso dá uma impressão de que são mais rápidos. Tive um Astra 2.0 com motor 8v e o bicho andava muito bem mas não tinha fôlego em altas velocidades como os carros modernos.

    Muita gente falou de frescuras como ar digital e outros mimos mas os maiores problemas do Cruze, que poderiam ser melhorados facilmente se a GM quiser, são:

    – peso alto para os padrões modernos. Deveria perder de 50 a 100 kg usando metais mais leves;

    – ter alguma versão com motor 1.4 turbo, 2.0 aspirado ou mesmo um 2.4. A GM já tem todos esses motores Ecotec com injeção direta e poderia usá-los nas versões mais caras do Cruze;

    Em compensação, a GM está de parabéns no projeto do Cruze pelo design do carro, pela ênfase em segurança (tem controle de estabilidade) e pela boa dirigibilidade e estabilidade.

  • Gustavo Miranda

    Cara, o Vectra em questão se trata da penúltima geração do Opel Astra. O Opel Vectra da época não rodou em terras nacionais.

    A GM havia abandonado o Omega um pouco antes, deixando o segmento vago até o surgimento do mais refinado Opel Insignia.

  • Charlis

    Depois que a GM Brasil parou de basear seus carros nos da Opel, consecutivamente começou a lançar os Monstrinhos, eu tirei a marca GM da minha cabeça.
    Hoje, simplesmente nenhum carro me agrada esteticamente, nem mesmo o Cruze, não consigo acha-lo bonito, em qualquer angulo, e olha que já tentei, mas não desce.
    Existem 2 exceções apenas, que por sinal, eu gosto muito: Camaro (infelizmente incompativel com minha renda), e a S10.

  • FaloNaCara ¯ _ (ツ) _ / ¯

    Ambos são “gato por lebre”. Se o Vectra era um Opel Astra Sedan europeu o Cruze é um Daewoo Lacetti Premiere com o logo da Chevrolet, nada mais que isso. Inclusive, na Coréia do Sul, foi lançado como Daewoo e só depois de um tempo, com a absorção completa da marca coreana pela GM, foi que virou Cruze e ganhou o mundo. O donos do Lacetti Premiere na Coréia ganharam, inclusive, o direito a troca gratuita dos logotipos na grade e traseira e do nome do modelo na carroceria.
    Entre os dois, na época do lançamento do Cruze, eu teria ficado com o Vectra.

    • zeuslinux

      Mas os motores Ecotec ainda são desenvolvidos pela Opel.

      A Captiva p.ex. é vendida como Opel Antara na Europa e usa um motor Ecotec 2.4 da mesma família do Cruze.

      Hoje em dia TODOS os carros de grandes montadoras são desenvolvidos por várias equipes distribuídas pelo mundo, mas a equipe alemã da GM, que é Opel, ainda é a responsável por grande parte do projeto de motores pelo seu know-how.

      A marca é americana e os coreanos podem ter participado com o design e a plataforma, mas a mecânica ainda é alemã da Opel.

    • MMM

      Por essa lógica Fusion é gato por lebre pq na verdade é um Mondeo, Tracker tbm, pq é Opel Mokka, Freemont idem pois é Journey, e etc…. Não se se vc era vivo na época de Autolatina…

  • Rodrigo

    Vectra Collection e Cruze,
    Minhas paixões pra rodar nas rodovias..

  • JCosta

    O Vectra era um bom carro, mas o Cruze é melhor e .

  • Alvaro Guatura

    Excelente, poderiam fazer mais comparativos de carros antigos e seus sucessores.

  • Chega_de_Ignorância

    Acho que nem se compara.. O Cruze é muito mais moderno.
    E Vectra Elite AT fazendo 7,5 km/L de gasolina na cidade… O pé tem que ser bem levinho.

  • FPC

    10 km/l na rodovia é de sangrar o bolso!

  • Raphael Pereira

    Cada um no seu tempo, o Vectra tem seu lugar, mesmo derivado do astra com plataforma de Zafira é um carro de respeito.Ja o Cruze esta em evoluçao e foi a uma evoluçao frente ao vectra, e espero que na proxima geraçao seja bem mais empolgante que esta.

  • Janssen

    Que texto fraco. De onde esse cara tirou que o Cruze tem mais espaço interno que o Vectra? Tive os dois, o espaço do Vectra é um latifundio perto do Cruze. E afirmo que o desempenho do Vectra, apesar do Monzatech (como gostam) e do câmbio de 4 marchas (que no Corolla não era ultrapassado, mas no Vectra sim, conforme as reportagens – detalhe a marca era a mesma Aisin) era o mesmo do Cruze, com toda certeza.

  • Minerius Valioso

    “Nesses pontos, podemos notar que o Vectra Elite era mais leve e apresentava maior porta-malas que o Cruze LTZ. Porém, o novo sedã tem mais espaço interno.”

    Como assim, o Vectra perdia para o Cruze em espaço interno?

    Chevrolet Vectra: remendo de uma plataforma já antiga, bom espaço interno, revestimento de tecido mais requintado, porta-malas maior e com dobradiças pantográficas, boa fama no mercado, baixo ruído interno.

    Chevrolet Cruze: plataforma global e mais atual em relação ao mundo, mais itens de segurança e tecnologia, motor de concepção mais moderna e câmbio de 6 marchas.

    Pessoal, isso foi só baseado em opiniões de algumas imprensas (não sou motorista). Mas quero ouvir dos donos: quem aí prefere o Vectra ao Cruze? E vice-versa?

    Foi a GM que deu tiro no pé, ao “renovar” sua linha, e fazer uma confusão de categorias.

  • Renato

    O Cruze é um carro mediano, e seu ponto forte é sua lista de equipamentos de segurança. Esperava-se muuuuito mais desse motor Ecotec 1.8 16v, tanto em consumo como em desempenho, e as diferenças entre o “arcaico” 2.0 8v do Vectra e o “moderno” Ecotec 1.8 16V do Cruze não são tão grandes assim, tanto em performance quanto em consumo, visto a diferença de idade de desenvolvimento de ambos. O Grande triunfo do Cruze é o Cambio que ajuda e muiito o motor, caso contrario, seria uma grande decepção, mas também não faz milagres! Faltam ter as “borboletas” atrás do volante para trocas sequenciais… veiculos de menor valor do Cruze tem, e o Cruze que se aproxima dos R$90 mil não!. O ruido interno do Cruze é muito ruim, comparado ao Vectra. O Vectra tinha muito mais qualidade nos materais empregados no acabamento que o Cruze, o Painel do Vectra era acolchoado, tinham setas integradas aos retrovisores. Era para ter mantido essas qualidades de acabamento do Vectra e acrescentado com esses equipamentos disponiveis hoje, pois os valores aumentaram e muito!
    Honda Civic ( mais forte e economico, mesmo com seu motor 2.0 16V e cambio de 5 marchas… já conhecido) e Toyota Corolla atropelam nas vendas, em relação ao Cruze… Chegando proximo a preços de Audi Sedan 0 km com motor turbo e cambio de dupla embreagem, e repetindo, A U D I !

  • jeff klein

    Ease Vectra é uma geração do Opel Astra e não uma versão do Omega, este australiano. O que ocorreu é que na hora de lançar o novo Astra, a GM decidiu chamar ele aqui de Vectra, pra parecer um carro superior. O ultimo Vectra europeu nunca chegou aqui, era uma categoria acima, com motor V6.

  • oscar.fr

    Acredito que algumas das involuções do Cruze em relação ao Vectra se entendem pelo fato do Cruze ser um produto global. É preciso ter em mente que ele é um produto de alta gama em poucos mercados. Em alguns mercados mais expressivos como EUA, Canadá e Europa o Cruze é um modelo de entrada/médio. Infelizmente, neste caso, aspectos como a abertura do porta malas, revestimento das portas, etc. são feitas para reduzir custos nestes mercados e não são adaptadas para o nosso mercado e restante da América Latina, onde o Cruze se apresenta como modelo de alto valor. Isso vale para outros modelos também.

  • Ediomar

    Ainda prefiro o Vectra elite 2.2 16v 2005,ainda terei um exemplar desse modelo,achei um com menos de 50.000km de único dono só que o coroa esta teimoso em vender pelo preço que eu quero pagar,ele pagou muito caro na época,fez todas as revisões obrigatórias e reparos em CSS,por isso ele tem dó de se desfazer.

  • Fabão Rocky

    Resumindo, o Cruze tem mais tecnologia mecânica embarcada, ou seja, o moderno 1.8 ecotec contra o antigo 2.0 monzatec do Vectra. Porém o Vectra tem um acabamento mais refinado (made in Opel) que o do Cruze (made in Korea).
    Na minha concepção, o Vectra vence pq apesar de ser mais antigo, tem um design mais belo e um acabamento mais refinado que o do Cruze. Limpador de ferro, porta-malas c/ ganchos, vareta p/ segurar o capô e acabamento de plástico num carro dessa categoria e nesse preço é um pecado. Na qualidade dos materiais empregados no interior do carro e GM regrediu muito. Nos anos 90 a Chevrolet era referência em conforto e qualidade. Kadett, Monza, Vectra reinaram na época deles. Pena que não temos mais a GM de antigamente.

    • Renato

      Caro Fabão, sabemos da tecnologia embarcada no motor e no carro Cruze como um todo, mas o que nos deixa pensativos é que, com tamanha diferença de tecnologia, pela idade de projetos (considerando apenas motorização), a diferença de consumo e desempenho entre ambos é minima. O consumo do Cruze é alto, e o desempenho é razoavel. O Ponto forte do Cruze é o cambio que o ajuda nessa tarefa. Atrevo-me a dizer que se colocassem uma caixa de transmissão de 6 marchas no Vectra, andaria mais que o Cruze atual ( 0 a 100km/h a diferença está em 0,4s, um com 4 marchas e outro com 6 marchas, relações mais curtas nas primeiras marchas…), e falando no carro como um todo, a tendencia é introduzir novas tecnologias e baixar peso, e no Cruze ocorreu o contrario, ele é menor e mais pesado que o Vectra…

      • Fabão Rocky

        Verdade Renato. Apesar de ter mais tecnologia, o consumo e o desemprenho poderia ser ainda melhor por obrigação. Ainda mais c/ um câmbio de 6 marchas. Sem falar no design do Cruze sedan que é de gosto duvidoso e não me agrada mto. Aquela traseira típica de carros coreanos da década passada. Espero que tragam logo p/ cá o novo Cruze que está sendo lançado na China.

  • afonso200

    75.414 em meados de julho de 2010…………………….em set de 2011 comprei um azera completissimo com xenon, mem de bancos, coluna do volante em regulagem eletrica em altura e profundidade, paguei 83mil

  • Bom mas tem uma coisa se não me engano desde 2005 o Vectra tem a vareta no capô, afinal só o Vectra B tinha amortecedores sustentando o capô.

  • Tosoobservando

    Vcs podem fazer uma comparando o Jetta x Novo Jetta? Acho que o antigo ganha.

    • wagner

      sem nenhuma duvida o antigo jetta 2.5 5 cilindros com 170cv triptronic 2010 (ultimo ano do modelo, a jetta variant continua com a frente remodelada) da um banho no atual.
      Só o motor do atual jetta tsi que é bom, o resto não vale nada….

  • SDS SP

    Eu considero a geração anterior do Vectra vendida aqui (1996- 2005) com acabamento superior ao da ultima versão.

  • FranciscoAdrianoSilva

    O conforto do Vectra é muito superior ao Cruze além claro do espaço interno.

    • Raphael Pereira

      mas a evoluçao construtiva e tecnica nem se compara

  • Vagnerclp

    Só esqueceu de falar que o este vectra daqui era o astra da europa.

    • Saaa

      E o Astra daqui era o quê de lá?

      • Thiago

        geracao anterior do astra de la

  • Gomes

    Vectra tinha farol de dupla parábola, Cruze tem farol simples.
    Enfim, Cruze, assim como Fluence, sao projetos coreanos e de baixo custo…por preços semelhantes aos seus antecessores = margem de lucro maior.
    O mesmo aconteceu com Megane x Fluence: Megane tinha abertura pantografica no porta malas, bancos mais “robustos”, abertura rapida do tanque de combustivel. So nao tinha cartao de partida key less no Brasil, porque a Renault economizou tambem.

  • Milton Baptista

    Pensar que o Vectra, apresentado, é uma evolução do nosso antigo Chevette…
    Lembrando que o último Vectra era o Opel Astra vendido aqui com nome diferente.

  • Héber Cristiano

    Pô! Sacanagem tirar um sedan grande e por um médio no lugar. Era só atualizar o Vectra e deixar no nosso mercado por mais um bom tempo, quem sabe, trazerem o Insignia, pois aí sim seria uma substituição a altura. O vectra tem muita história no nosso mercado! Sou apaixonado por ele desde a segunda geração! Saudades!

  • Thiago

    Lendo o texto eu vi que o vectra tem o controle das travas na maçaneta e o cruze voltou a usar os pinos, até o chevette usava as travas na maçaneta, tão voltando no tempo

  • Danilo

    campo 6: cruze nao possui o LED que vinha abaixo no retrovisor do vectra Elite/GTX
    Campo 10: Todos os cruzes tambem dao partida so com um toque na chave, nao havendo necessidade de segurar. Ja tive um LT manual e posso dizer que fazia isso sempre!

  • MMM

    Desculpa, mas essa atualização foi muito tosca, expondo exclusivamente o achismo de um provável proprietário de Vectra. Só o fato do cara apontar os cafonas “borrachões” que vinham no Vectra e que tem gente que ainda faz questão de colocar no carro como uma “regressão”, já é um exemplo disso.

    • Guest

      O Achismo foi em dois tópicos que já foram sanadas pelos comentarios abaixo. Os demais são fatos concretos e verídicos!
      Quanto aos borrachões nas portas (que poderiam ser subtituido por algo mais moderno, como os frisos do Passat CC) é mais protetivo em avarias de pequena monta comum no dia a dia, o que evita gastos em reparabilidade.

      • MMM

        Renato, não questionei a veracidade das informações e sim a parcialidade delas. Como exemplo, Afirmar que antena “tubarão” era mais bonita é gosto pessoal de quem escreveu e não uma “vantagem” se eu comprasse um carro com esse elemento de gosto duvidoso eu arrancaria imediatamente.

        • Renato

          MMM, agora sim entendo a sua opinião, e concordo que gosto é algo subjetivo. No meu ponto de vista, retirando o lado estético da antena “tubarão” (muito usadas em veículos da BMW, Mercedes-Benz) a vantagem é o menor arrasto aerodinâmico que esse formato proporciona, além de ser fixa no teto, evitando furtos.

          • MMM

            Foi isso que eu quis dizer, Renato. Meu pai tem um Vectra desses e eu tenho um Cruze e particularmente prefiro com a antena normal. De qualquer maneira é uma coisa que pra mim não faria falta mesmo, já que nunca uso rádio. :)

  • beto

    Ambos são bons, cada um no seu tempo. O Cruze é mais carro que o vectra e também sobre a dupla nipônica.

  • Ricardo Rohde
  • PEDRO CUNHA

    Falar em “evolução” do Cruze em relação ao Vectra é avaliar de forma muito superficial ambos.
    Na verdade, o Cruze se presta mais como mero “substituto”, onde muitos pontos decaíram, outros mantiveram-se/foram pouco afetados e poucos pontos evoluíram de modo sensível.
    Creio que em acabamento houveram retrocessos, em mecânica e comportamento evoluiu muito pouco em tratando-se um modelo “não derivado”(entenda-se como uma plataforma, um carro feito do zero) e ainda mais considerando-se os citados números de desempenho. Sendo as únicas “evoluções sensíveis” restritas á babás eletrônicas e itens de conforto e conveniência. Analisando tudo isso, pode-se perceber o abismo tecnológico do mundo “em desenvolvimento” comparado á Europa e América do norte, já que o Cruze tem foco em “países emergentes”, sendo um mero coadjuvante de entrada(carro de universitário) em mercados maduros como Europa e américa do norte.

  • Hamilton

    Algumas considerações, pois conheço os dois. Tenho um Cruze e meu pai ainda tem um Vectra Elegance.

    1) O revestimento do painel do Cruze tem uma boa parte coberta por tecido ou couro, dependendo da versão.
    4) Palhetas do Cruze voltaram a ser as de ferro, mas a borracha e a montagem é de uma qualidade superior. Estou há 2 anos e meio com o Cruze e as palhetas continuam com a mesma eficiência. Tenho outro carro há menos de 1 ano que usa palhetas flat blade que já estão trepidando quando tem pouca água no para-brisa.
    5) Eu nunca entendi porque alguns consideram que a luz de seta no retrovisor seja melhor. Quem vem do lado, um pouco atrás, não consegue enxergar a luz piscando no retrovisor. Já na lateral do para-lamas ela fica mais visível. O custo de um retrovisor quebrado que tenha essa luzinha também é bem superior.
    7) O acabamento da porta do Cruze é superior. Ela é muito mais bem elaborada e moderna.
    8) Frisos nas portas são opcionais no Cruze, mas o preço não é assim tão elevado. Em 2012 paguei cerca de R$250,00. O que esse valor significa num carro que custa mais de R$70 mil?
    10) Tanto o Cruze, quanto o Cobalt AT não necessitam ficar segurando a chave ao dar a partida. Basta um toque. Vale ressaltar que no Cruze LTZ a partida é por botão, sem a necessidade de tirar a chave do bolso.

    O Cruze deixou de oferecer o fechamento dos vidros pela chave. Mas há um módulo plug and play que é barato (paguei menos de R$100,00) e faz com que os vidros não só subam ao fechar o veículo, como também sejam abertos pelo comando da chave.

    O Vectra do meu pai é manual e tem um bom desempenho, equivalente ao do Cruze AT. Em estabilidade o Cruze é superior, principalmente em curvas de baixa, por este usar pneus mais largos.

    O porta-malas do Vectra é bem maior.

    • Renato

      Caro Hamilton, permita-me responder as suas descrições:
      1) Painel com tecido?? Só para entendimento, o painel supracitado é aquela parte que fica acima da linha do porta luvas entre o para brisa, e no Cruze, mesmo na versão LTZ é em plástico rígido em dois tons de cores. No Vectra, é de material acolchoado (material herdado do Astra, onde você aperta e nota uma certa macies do material empregado) em TODO o Painel superior, e em todas as versões do último modelo do Vectra fabricado no Brasil, e não somente em alguns modelos. Material semelhante presente no Novo Corolla.
      4) Sobre as palhetas, a adoção do antigo sistema de Palheta é a redução de custos. Em veículos como BMW, e até mesmo de menor valor como Novo Fox já saem de fabrica com esse tipo de palhetas.
      7) O acabamento das portas podem ter um design superior, mais o material empregado deixa a desejar.
      8) Quanto ao Friso, em um carro de R$70 mil e que pode chegar a R$85mil, um friso de R$ 250 ser opcional é desanimador…
      Hoje nas concessionarias esse friso está acima de R$ 500!
      O Cruze é um carro mediano, no meu ponto de vista, e se tivesse mantido as qualidades do material de acabamento que tinha o Vectra, poderia ser um carro ainda melhor.
      O Fator preço elevado e ausência de certos itens faz com que você analise mais detalhadamente todo o conjunto.

  • Revoltado

    Eu ainda prefiro o desenho e stilo do Vectra. Merecia um motor melhor e talvez deveria ter ficado pra ocupar o lugar do Astra Sedan…..

  • renanfelipe

    Como já comentado, se formos pensar que a evolução natural do Vectra seria o Opel Astra, o Cruze ficou muito aquém do esperado. Eu mesmo, quando foi lançado não vi (exceto pelo interior), grande vantagem. Foi meio que trocar 6 por meia dúzia – vendo de longe.

  • Emanuel Martins

    Acho o desenho do Vectra externo mais bonito, mas isso é gosto pessoal…agora o interior não dar nem para comparar, o cruze dar uma ar de modernidade. O que não entra na cabeça é umas coisas do cruze de carro popular. Exemplo: um porta luvas que é a própria tampa não dar para aceitar, não ter faróis duplos também é muito estranho e alguns detalhes como o jato de água do para-brisa ser em cima do capô não gosto…

  • Fe Martins

    Interessante a matéria, na minha opinião são dois bons carros meu pai trocou um Astra SS 2006 (com 52000KM) em um Vectra Elite 0KM com teto solar e banco elétrico em Março de 2010, o carro era muito bom, chamava bastante atenção por onde passava, o único defeito era o cambio automático de 4 marchas que deixou o carro manco e beberrão, em Abril de 2012 meu pai resolveu trocar o Vectra (na época com 22000KM) por um Cruze LT Branco com pacote R7D 0KM, a primeira grande diferença foi devido ao cambio AT6 do Cruze, ele era bem mais experto que o Vectra, era econômico em comparação com o Vectra. Enfim são dois bons carros, mas cada um dentro de seu tempo…. Em Outubro de 2014 meu pai trocou o Cruze :( (já com 38000KM) por uma Freemont Precision 13/14. Só uma observação, na matéria diz que a medida dos pneus do Vectra é 215/45 R17, na verdade é 225/45 R17 o pneu é o pirelli P7.

    • Renato

      Os Vectras Next Edition Modelo ELITE lançados em 2009 vieram com pneus 215/45r17 Pirelli P7, e muitos deles apresentaram problemas na banda de rodagem, onde a mesma descolava-se do pneu. Muitos relataram no google o problema e alguns casos foram trocados por outros novos, porém, de mesma medida.
      Existia um problema nesse lote ou nessa medida, nessa marca e modelo de Pneu.
      Posteriormente, em 2010 o Vectra Elite começou a sair com a dimensão 225/45r17, Pirelli P7.

  • J_Eduardo

    Os detalhes, que muitos dirão ser bobos, apenas comprovam a qualidade estrutural de montagem dos modelos de origem Opel. Isso sem contar que na Europa o substituto do Astra/vectra é superior ao Cruze. Voltando um pouco mais, quando o próprio Vectra original foi substituído, também se percebeu perda em acabamento e itens de série. Pena que a Gm optou pela linha asiática em relação à linha Opel. Para mim, a Gm não é mais opcão para escolher um modelo. Saudades da Silverado….

  • Victor Carvalho

    A comparação foi infeliz… Seria mais bacana comparar o Vectra “B” CD com o Cruze… Aí sim, teríamos uma comparação bacana. O Vectra “C” brasileiro nada mais é que um Astra rebatizado. Nem motor de 16V tem, nem suspensão independente. Não tem o refinamento e tecnologia do Vectra “B”.

  • LUIZ

    numca vi aqui no parana CRUZE SEDAN LTZ com teto solar…

  • Renato Freire

    O que sempre acontece é a customização da construção do novo carro. Sempre vem com materiais para encantar visualmente os leigos mas, para os que conhecem um pouco de carro verifica-se a perda de qualidade nos materiais.

  • Robson Passarelli

    A GMB deu um tiro no pé ao retirar modelos Opel. Até hoje tenho saudades do meu primeiro vectra (1997 cd 2.0 16V).

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